Credibilidade
18%
Credibilidade
18%
Coordenação
15%
Completude
55%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
A reportagem combina informação factual importante (entrada em vigor de sobretaxas de 50% sobre exportações brasileiras a partir de determinada data; acionamento de consultas na OMC; menção a medidas de contingência do governo) com enquadramentos editoriais sensacionalistas e lacunas contextuais substanciais. As principais afirmações centrais (percentual de produtos afetados ~36%; setores citados; abertura de processo na OMC) têm respaldo em fontes jornalísticas, mas o texto falha em esclarecer bases estatísticas e em apresentar documentos/fonte primária para várias declarações, o que reduz a capacidade do leitor de avaliar a magnitude e a duração do impacto. Em suma: reportagem informativa, porém incompleta e com viés retórico — classificação: mixed.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
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Tarifaço de Trump: Brasil aciona OMC contra sobretaxas | G1
‘Alô, Tarifaço’: videoconferência entre Lula e Trump abre caminho para encontro
Cobertura compatível com jornalismo independente sobre um grande episódio comercial: há mistura de comunicados oficiais (gov.br, EBC) e matérias de veículos gerais (G1, CNN Brasil, R7, Correio) que noticiam a aplicação das sobretaxas de 50% pelos EUA e a resposta brasileira (pedido de consultas na OMC, medidas de contingência, negociação). Alguns veículos usam linguagem emotiva — por exemplo o rótulo "tarifaço" e o destaque ao percentual de 50% — e retratam a ação americana como prejudicial a exportadores e empregos, alinhando-se ao tom do governo brasileiro. Porém, não há, no conjunto de excertos fornecidos, padrão de retórica idêntica, omissões textuais idênticas em todos os textos, nem predominância de artigos concentrados em meta‑discussão (quem disse o quê) em detrimento dos fatos. Em suma: há convergência temática e tonal (crítica às sobretaxas e ênfase na resposta governamental), mas sem sinais fortes de coordenação narrativa organizada.
21 de nov. de 2025Os itens citados e produzidos em território nacional terão as sobretaxas de 50% impostas durante o tarifaço zeradas, e aqueles negociadores que foram taxados após a data determina...
6 de ago. de 2025O Brasil apresentou pedido de consultas aos Estados Unidos da América (EUA) no âmbito do Sistema de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC).
6 de ago. de 2025O Brasil apresentou pedido de consultas aos Estados Unidos da América (EUA) no âmbito do Sistema de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC).
21 de nov. de 2025Governo dos EUA revogou tarifa de 50% sobre produtos importados do Brasil. A medida inclui a eliminação de uma sobretaxa adicional de 40% e uma tarifa recíproca de 10% já retirada...
17 de jul. de 2025Por Marcela Cunha Guimarães* — O presidente americano Donald Trump anunciou a imposição de uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos.
O texto é principalmente factual e cita números, datas e declarações oficiais, por isso o risco de manipulação emocional é baixo. Ainda assim, o uso de manchete e termos sensacionalistas eleva o tom emocional; junto com sinais de problemas de autoridade e alguma incompletude contextual, recomenda-se cautela ao interpretar o enquadramento editorial.
Emoções dominantes
O artigo contém declarações atribuídas a governos e a Trump que não trazem fontes explícitas ou documentação, além de uma inconsistência interna sobre a existência de déficit comercial. Alguns trechos são, portanto, não verificáveis ou apresentam distorção ao não clarificar a que dados se referem.
O texto afirma que "o governo dos Estados Unidos considera [os BRICS] países inimigos" sem citar fonte, declaração, documento ou autoridade que faça tal afirmação. Trata‑se de uma afirmação geopolítica contundente que não está documentada no próprio artigo; portanto, não é possível verificar se um órgão ou representante dos EUA de fato rotulou os BRICS como “inimigos”.
O artigo afirma que Trump teria alegado um déficit em favor dos EUA como motivo, mas em seguida diz que tal déficit "não existe". No próprio texto há informações contraditórias: afirma que "Em julho, pelo sétimo mês seguido, o Brasil comprou mais do que vendeu para os Estados Unidos" e que "Desde janeiro, o chamado déficit comercial passou de US$2 bilhões" — elementos que indicam a existência de um desequilíbrio comercial. O artigo não esclarece a que déficit (de quem para quem) se refere nem cita fonte de Trump para essa alegação, resultando em representação distorcida dos dados e da justificativa atribuída a Trump.
O texto relata que Trump respondeu a uma repórter (identificada) e declarou estar aberto ao diálogo com Lula, mas não fornece transcrição, citação direta, local, data precisa do evento nem link para a declaração. Sem referência direta, a afirmação sobre a resposta de Trump não pode ser verificada a partir do conteúdo fornecido.
O artigo usa percentuais e valores sem esclarecer o denominador ou a periodicidade, e contém uma inconsistência terminológica entre "produtos" e "vendas" quanto aos 36%, o que pode confundir sobre a magnitude do impacto das sobretaxas.
Desde a madrugada desta quarta-feira (6), 36% dos produtos brasileiros vendidos para os Estados Unidos ficaram sujeitos a tarifas de 50%.
O percentual de 36% é apresentado sem explicar a base: refere‑se a 36% das linhas tarifárias, 36% do valor exportado, 36% dos produtos catalogados, ou outra métrica? Sem identificar o denominador, a estatística pode induzir o leitor a interpretações diferentes do impacto real.
O artigo deveria especificar se os 36% referem‑se à porcentagem de linhas tarifárias na lista americana, à parcela em valor das exportações brasileiras para os EUA ou a outro indicador, e apresentar números absolutos (valor em US$ ou número de itens/linhas) para contextualizar a importância econômica.
A alíquota de 50% está sendo aplicada sobre quase 36% das nossas vendas aos americanos, incluindo café, carne bovina, pescados e frutas.
O trecho posterior descreve o mesmo 36% como sendo das "vendas" (o que sugere participação em valor) enquanto o início do texto fala em "produtos". Essa inconsistência sobre qual é a base (produtos vs. vendas) torna a estatística confusa e potencialmente enganosa.
Clarificar se a referência é a 36% das linhas tarifárias, 36% do volume em valor das exportações ou outra medida; apresentar valores nominais (ex.: US$ afetados) reduziria ambiguidade.
Desde janeiro, o chamado déficit comercial passou de US$2 bilhões.
A frase indica um valor (US$2 bilhões) sem explicar se se trata de déficit acumulado no ano, déficit mensal, ou déficit em relação a determinado período comparativo. Falta indicar o intervalo temporal preciso e a unidade de medida (mensal, acumulado no ano, saldo comercial com os EUA, etc.).
Especificar se os US$2 bilhões referem‑se ao saldo acumulado desde janeiro até julho (ou outro mês), e comparar esse valor com volumes de comércio para dar proporção (por exemplo, déficit relativo ao total de comércio no período).
Não foram identificadas citações claramente truncadas ou fora de contexto no texto fornecido. A maioria das declarações atribuídas a atores (governo, ministros, Trump) vem sem fonte direta, mas a citação oficial do governo brasileiro é apresentada de maneira fiel no corpo do artigo.
""ao impor as medidas, os EUA violam flagrantemente compromissos centrais assumidos na OMC, como o princípio da nação mais favorecida e os tetos tarifários negociados no âmbito daquela organização.""
— governo brasileiro
A citação é apresentada como posição oficial do governo brasileiro dentro do próprio texto; não há indicação de omissão explícita ou truncamento que permita concluir manipulação com base no conteúdo fornecido. Sem a fonte original (comunicação oficial), não é possível avaliar nuances, mas no âmbito do artigo a citação parece atribuída de forma direta.
Não há evidência no texto de cadeias de citação em que uma fonte de baixa autoridade (blog/post) seja repetida por veículos maiores sem nova evidência. O artigo relata ações e declarações institucionais (OMC, ministros, presidente) mas sem apontar fontes intermediárias que indiquem 'lavagem' de autoridade.
O texto mistura reportagem factual sobre a aplicação de sobretaxas com linguagem editorial fortemente carregada — sobretudo o uso repetido de termos como "chantagem" e a rotulação dos BRICS como "países inimigos". Essas escolhas retóricas empurram o leitor a uma leitura moralizada e geopolítica do episódio, sem apresentar evidências que justifiquem a atribuição de má-fé ou hostilidade institucional. No geral, a reportagem contém informação factual, mas é acompanhada de enquadramentos que aumentam o viés narrativo.
com os empregos ameaçados pela chantagem de Donald Trump
O texto usa a palavra carregada "chantagem" para descrever a ação tarifária dos EUA. Essa escolha lexical atribui intenção moral negativa e criminaliza a ação antes de apresentar prova dessa intenção, empurrando o leitor para ver as tarifas como um ataque pessoal e ilegítimo em vez de uma medida econômica disputável.
– que o governo dos Estados Unidos considera países inimigos.
Ao inserir que os BRICS são "países inimigos" segundo o governo dos EUA, o artigo rotula um grupo de países com um termo moralmente carregado. Essa categorização desvia a narrativa para um conflito geopolítico e sugere animosidade inevitável, sem contextualizar ou evidenciar essa afirmação, desqualificando a negociação multilateral.
A saúde financeira de empresas exportadoras e toda a cadeia de produção associada a esses produtos começam a sofrer os efeitos do tarifaço. E com os empregos ameaçados pela chantagem de Donald Trump, os setores mais afetados cobram ajuda do governo brasileiro.
O artigo relata dados sobre tarifas e efeitos econômicos, mas extrapola ao qualificar sistematicamente a ação como "chantagem" e afirmar ameaça direta a empregos sem evidência detalhada que vincule proporcionalmente as sobretaxas a perdas de emprego concretas. Os fatos mostram impacto potencial; a conclusão editorial transforma isso numa acusação de má-fé e efeito certo sobre empregos.
A matéria descreve a entrada em vigor das sobretaxas e as reações políticas, mas deixa lacunas cruciais: não esclarece a base do indicador de "36%" (valor versus número de linhas), não mostra a lista detalhada de códigos/produtos com suas participações em valor, não reconcilia os números do saldo comercial que embasam a justificativa americana, não apresenta o texto e critérios das medidas de contingência prometidas pelo governo, e não explica o alcance prático e o prazo do procedimento na OMC. Essas omissões dificultam avaliar a magnitude do choque, quem será de fato atingido e se as respostas (domésticas e internacionais) são capazes de mitigar o impacto.
O tal "36%" refere‑se a 36% do valor das exportações, 36% das linhas tarifárias (códigos HS), ou 36% dos "produtos" listados?
Saber qual é a base da estatística (valor vs. número de linhas/produtos) altera completamente a estimativa do impacto econômico real sobre receitas de exportação e empregos.
8 de set. de 2025A medida entrou em vigor oficialmente no dia 6 de agosto, afetando cerca de 36% das exportações brasileiras para os EUA, mas com isenção para aproximadamente 700 produtos - entre e...
Estudos da EQI Research indicam que o impacto geral das tarifas de 50% foi menor do que previsto, graças a uma extensa lista de 694 isenções, cobrindo cerca de 36% das exportações brasileiras inclu...
7 de ago. de 2025Dados do Ministério da Fazenda indicam que a tarifa afeta cerca de 36% dos produtos exportados para os EUA, o equivalente a apenas 4% do total das exportações brasileiras ao país.
Quais códigos HS/produtos exatamente foram incluídos na lista de sobretaxas de 50% e qual é a participação em valor de cada setor (café, carne, frutas, pescados)?
A lista detalhada e a participação em valor por setor permitem estimar perdas potenciais e identificar quais cadeias produtivas e regiões do Brasil serão mais afetadas.
16 de set. de 2025Lançado em 13 de agosto, o Plano Brasil Soberano é um conjunto inicial de medidas para mitigar os impactos econômicos da elevação unilateral, em até 50%, das tarifas de importação...
O Governo do Brasil publicou nesta sexta-feira (12) a tabela de produtos afetados pelas tarifas adicionais impostas de modo unilateral pelo governo dos Estados Unidos.
12 de set. de 2025O governo publicou nesta sexta-feira (12) listas de produtos afetados pelas tarifas adicionais impostas pelo governo dos Estados Unidos, que podem chegar a 50%. Os exportadores de...
Qual é o saldo comercial Brasil–EUA nos meses recentes (por exemplo julho e acumulado desde janeiro) que o governo ou a Casa Branca citam como justificativa para as tarifas?
O artigo afirma simultaneamente que Trump alegou um déficit e que "esse déficit não existe"; verificar os números mensais e acumulados esclarece se a justificativa dos EUA tem base estatística.
Veja representações gráficas e interativas de dados do comércio exterior brasileiro.
6 de ago. de 2025Os dados da Balança Comercial de julho, publicados nesta quarta-feira (6/8) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), indicam que o saldo de transa...
12 de ago. de 2025Brasília - São Paulo, agosto de 2025 - As exportações brasileiras para os Estados Unidos somaram US$ 23,7 bilhões entre janeiro e julho de 2025, um crescimento de 4,2% sobre o mes...
Que medidas concretas de contingência o governo federal já aprovou ou formalizou (texto da medida provisória, critérios de elegibilidade, valores e prazos) para repassar ajuda a exportadores e preservar empregos?
O artigo menciona intenções (linhas de crédito, adiamento de impostos) mas não apresenta textos ou parâmetros; sem detalhes não é possível avaliar se a ajuda alcançará os setores e trabalhadores afetados.
12 de ago. de 2025Texto da Medida Provisória será assinado e apresentado nesta quarta (13/8) afirmaram Lula e Haddad. Prioridade é atender os pequenos produtores que não têm alternativas à exportaç...
2 de set. de 2025Objetivo é mitigar os impactos da elevação unilateral, em até 50%, das tarifas de importação sobre produtos brasileiros anunciadas pelo governo dos Estados Unidos.
2 de set. de 2025A MP garante R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) para crédito com taxas acessíveis, com ampliação das linhas de financiamento às exportações.
Qual efeito prático tem, a curto prazo, a abertura de consultas na OMC — as sobretaxas ficam suspensas imediatamente, há possibilidade de medidas provisórias ou indenizações, e qual é o prazo típico para resolução?
A reportagem cita o acionamento da OMC sem explicar se isso oferece alívio imediato ou apenas uma via longa de litígio; isso muda as expectativas sobre a eficácia da resposta diplomática.
6 de ago. de 2025Segundo fontes do governo, o pedido foi enviado aos EUA, com cópia encaminhada à OMC, conforme previsto pelo regulamento da organização. A partir de agora, um prazo de 60 dias se i...
6 de ago. de 2025O governo brasileiro reitera sua disposição para negociação e espera que as consultas contribuam para uma solução para a questão. A data e o local das consultas deverão ser acordad...
6 de ago. de 2025O governo brasileiro reitera sua disposição para negociação e espera que as consultas contribuam para uma solução para a questão. A data e o local das consultas deverão ser acordad...
Tarifaço do Trump: Lula descarta ligar pra americano e diz que debaterá crise com BRICS
Desde a madrugada desta quarta-feira (6), 36% dos produtos brasileiros vendidos para os Estados Unidos ficaram sujeitos a tarifas de 50%.
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
As matérias consultadas indicam diretamente que a sobretaxa de 50% incide sobre cerca de 36% das exportações brasileiras aos EUA. O Globo reporta 35,9% afetados (matéria: "EUA impõem tarifa extra de 50% para 35,9% das exportações brasileiras, calcula governo Lula" - https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/07/31/governo-calcula-que-446percent-das-exportacoes-brasileiras-para-os-eua-estao-fora-de-tarifaco-de-trump.ghtml) e a Gazeta Mercantil também diz que a medida é imediatamente aplicável a cerca de 36% dos produtos ("Tarifa de 50% dos EUA sobre o Brasil entra em vigor e afeta exportações - GAZETA MERCANTIL" - https://gazetamercantil.com/tarifa-de-50-porcento-dos-eua-sobre-o-brasil-afeta-exportacoes). O Poder360 também cobre a medida e sua data de vigência ("Entenda a tarifa de 50% imposta por Trump ao Brasil" - https://www.poder360.com.br/poder-internacional/entenda-a-tarifa-de-50-imposta-por-trump-ao-brasil/). Esses relatórios corroboram a afirmação dos ~36% a partir da data indicada. Sources consulted: EUA impõem tarifa extra de 50% para 35,9% das exportações brasileiras, calcula governo Lula; veja a lista; Entenda a tarifa de 50% imposta por Trump ao Brasil; Tarifa de 50% dos EUA sobre o Brasil entra em vigor e afeta exportações - GAZETA MERCANTIL.
All models agree: supported (85%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Em julho, pelo sétimo mês seguido, o Brasil comprou mais do que vendeu para os Estados Unidos.
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
Há relatos jornalísticos que dizem que, em julho, o Brasil registrou déficit comercial frente aos EUA pelo sétimo mês consecutivo. A reportagem da Exame afirma explicitamente que "Brasil acumula déficit comercial com os Estados Unidos há sete meses" ("Exportações de produtos brasileiros afetados para os EUA aumentam em julho | Exame" - https://exame.com/economia/exportacoes-de-produtos-brasileiros-afetados-para-os-eua-aumentam-em-julho/). Matérias do G1 e da VEJA também documentam déficits sucessivos e evolução do saldo comercial com os EUA no período (G1: "Brasil importa mais do que exporta na relação com os EUA desde 2009" - https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/07/09/balanca-comercial-brasil-importa-mais-do-que-exporta-na-relacao-com-os-eua-desde-2009.ghtml; VEJA: "Brasil importou 11% mais dos EUA neste ano e saldo dos americanos cresceu" - https://veja.abril.com.br/economia/brasil-importou-11-mais-dos-eua-neste-ano-e-saldo-dos-americanos-cresceu/), dando suporte à afirmação. Sources consulted: Brasil importa mais do que exporta na relação com os EUA desde 2009 | G1; Brasil importou 11% mais dos EUA neste ano e saldo dos americanos cresceu | VEJA; Exportações de produtos brasileiros afetados para os EUA aumentam em julho | Exame.
All models agree: supported (80%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
A alíquota de 50% está sendo aplicada sobre quase 36% das nossas vendas aos americanos, incluindo café, carne bovina, pescados e frutas.
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
As fontes especificam que a alíquota de 50% incide sobre cerca de 35,9%–36% das exportações brasileiras aos EUA e citam setores como café, carnes e frutas. A Revista PEGN/Globo informa que dados da Secex/MDIC indicam incidência sobre 35,9% das exportações ("6 perguntas para entender o tarifaço de 50% sobre exportações brasileiras para os Estados Unidos" - https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2025/08/6-perguntas-para-entender-o-tarifaco-de-50percent-sobre-exportacoes-brasileiras-para-os-estados-unidos.ghtml). Jovem Pan e Gazeta Mercantil repetem o número de 36% e listam produtos afetados, como máquinas agrícolas, carnes e café (Jovem Pan: "Tarifa de 50% imposta pelos EUA sobre Brasil entra em vigor nesta quarta-feira" - https://jovempan.com.br/noticias/economia/tarifa-de-50-imposta-pelos-eua-sobre-brasil-entra-em-vigor-nesta-quarta-feira.html; Gazeta Mercantil: https://gazetamercantil.com/tarifa-de-50-porcento-dos-eua-sobre-o-brasil-afeta-exportacoes). Essas fontes apoiam a afirmação. Sources consulted: 6 perguntas para entender o tarifaço de 50% sobre exportações brasileiras para os Estados Unidos; Tarifa de 50% imposta pelos EUA sobre Brasil entra em vigor nesta quarta-feira | Jovem Pan; Tarifa de 50% dos EUA sobre o Brasil entra em vigor e afeta exportações - GAZETA MERCANTIL.
All models agree: supported (82%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Desde janeiro, o chamado déficit comercial passou de US$2 bilhões.
Misto Confiança 33% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
As fontes fornecidas não são consistentes entre si para confirmar sem ambiguidade que "desde janeiro o déficit passou de US$ 2 bilhões". Por um lado, há relatório que mostra déficit acumulado nos oito primeiros meses de US$ 3,48 bilhões (G1: "Balança Comercial: Exportações aos EUA caem e déficit com o país é maior do ano" - https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/09/04/em-meio-ao-tarifaco-exportacoes-aos-eua-desabam-185percent-em-agosto-e-deficit-com-o-pais-e-o-maior-do-ano.ghtml), o que suportaria a ideia de que o acumulado desde janeiro ultrapassou US$ 2 bi. Por outro lado, há matérias que registraram superávit em janeiro (G1: "Balança comercial tem superávit de US$ 2,1 bilhões em janeiro" - https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/02/07/balanca-comercial-tem-superavit-de-us-21-bilhoes-em-janeiro-pior-resultado-para-o-mes-em-tres-anos.ghtml) e fontes que apontam déficits mensais modestos em outros meses (ex.: Comex do Brasil e R7). Dado o conflito de números mensais e a falta de um ponto temporal claro para "passou de US$2 bilhões" (quando exatamente teria ultrapassado), as evidências fornecidas são insuficientes para afirmar a sentença com certeza. Sources consulted: Balança Comercial: Exportações aos EUA caem e déficit com o país é maior do ano | G1; Balança comercial tem superávit de US$ 2,1 bilhões em janeiro, pior resultado para o mês em três anos | G1; Balança comercial tem déficit de US$ 324 milhões em fevereiro, menor resultado desde 2022 – Noticias R7.
All models agree: needs_more_evidence (55%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Balança comercial tem superávit de US$ 2,1 bilhões em janeiro, pior resultado para o mês em três anos | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A balança comercial registrou superávit de US$ 2,16 bilhões em janeiro, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços nesta sexta-feira (7).
Déficit comercial dos EUA atinge novo recorde em janeiro - ISTOÉ DINHEIRO
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O déficit comercial dos Estados Unidos, que o presidente Donald Trump pretende reduzir ao impor tarifas aduaneiras, disparou em janeiro, tanto na medição mensal quanto na anual.
Balança comercial tem déficit de US$ 324 milhões em fevereiro, menor resultado desde 2022 – Noticias R7
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A balança comercial do Brasil fechou o mês de fevereiro com saldo negativo de US$ 324 milhões. O resultado, menor registrado desde janeiro de 2022, foi alcançado com exportações...
Balança comercial tem primeiro déficit mensal desde janeiro de 2022
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A queda no preço de diversas commodities (bens primários com cotação internacional) e a importação concentrada de plataformas de petróleo pressionaram o resultado da balança com...
Balança comercial tem déficit de US$ 327 milhões em janeiro, o primeiro para o mês desde 2022 - Comex do Brasil
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Brasília – A queda no preço de diversas commodities (bens primários com cotação internacional) e a importação concentrada de plataformas de petróleo pressionaram o resultado da ...
Brasil importa mais do que exporta na relação com os EUA desde 2009 | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O relacionamento comercial do Brasil com os Estados Unidos é marcado por predominância da economia norte-americana.
Entenda a tarifa de 50% imposta por Trump ao Brasil
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Decisão afeta todas as exportações brasileiras aos EUA a partir de 1º de agosto e inclui ameaça de retaliação proporcional
EUA impõem tarifa extra de 50% para 35,9% das exportações brasileiras, calcula governo Lula; veja a lista
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Os Estados Unidos impuseram uma tarifa extra de 50% sobre 35,9% das exportações brasileiras, afetando setores como café, carne bovina e têxteis. A medida, assinada pelo ex-presi...
6 perguntas para entender o tarifaço de 50% sobre exportações brasileiras para os Estados Unidos
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Parte das exportações brasileiras para os Estados Unidos será submetida a uma tarifa de 50%, em uma decisão anunciada pelo presidente Donald Trump no início de julho e oficializ...
Tarifa de 50% dos EUA sobre o Brasil entra em vigor e afeta exportações - GAZETA MERCANTIL
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A nova tarifa de 50% dos EUA sobre o Brasil, em vigor desde a madrugada desta quarta-feira (6), representa um dos maiores choques comerciais entre as duas nações nas últimas déc...
Tarifa de 50% dos EUA sobre o Brasil entra em vigor e afeta exportações - GAZETA MERCANTIL
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A nova tarifa de 50% dos EUA sobre o Brasil, em vigor desde a madrugada desta quarta-feira (6), representa um dos maiores choques comerciais entre as duas nações nas últimas déc...
Tarifa de 50% imposta pelos EUA sobre Brasil entra em vigor nesta quarta-feira | Jovem Pan
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Medida afeta 36% dos produtos que o Brasil envia para o mercado americano, abrangendo itens como máquinas agrícolas, carnes e café
Balança Comercial: Exportações aos EUA caem e déficit com o país é maior do ano | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O Brasil registrou déficit em suas transações comerciais com os EUA pelo oitavo mês seguido em agosto. A piora no resultado comercial com os americanos acontece em meio ao tarif...
Brasil importou 11% mais dos EUA neste ano e saldo dos americanos cresceu | VEJA
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A despeito de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter alegado que há “graves injustiças” na relação comercial do Brasil com os EUA ao anunciar uma tarifa extra de 50%...
Exportações de produtos brasileiros afetados para os EUA aumentam em julho | Exame
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
No mês que antecedeu a vigência do tarifaço promovido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, as exportações brasileiras de produtos que não escaparam da sobretaxa de ...
| Fonte | Tipo | Autoridade | Papel | Status |
|---|---|---|---|---|
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Donald Trump
https://g1.globo.com/tudo-sobre/donald-trump/ |
Artigo de notícia | Secundário (72%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
|
Fernando Haddad
https://g1.globo.com/topico/fernando-haddad |
Artigo de notícia | Secundário (72%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |