Credibilidade
16%
Credibilidade
16%
Coordenação
15%
Completude
50%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
O artigo cumpre uma função útil ao reproduzir o discurso presidencial — fornecendo ao leitor acesso direto às falas de Lula na 80ª Assembleia Geral da ONU — mas apresenta lacunas informativas relevantes. Há omissões metodológicas (fontes/definições para números como “670 milhões”), formulações exageradas (p. ex. “saída definitiva” do Mapa da Fome) e atribuições não comprovadas no trecho fornecido (menção a “sanções dos EUA”) que dificultam a verificação independente. Não há sinais claros de manipulação deliberada, mas as deficiências tornam a peça incompleta e suscetível a interpretações incorretas.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
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Lula na ONU: leia o discurso completo do presidente, na 80ª Assembleia Geral ...
A cobertura dos veículos listados é, em sua maioria, republicação do texto integral do discurso do presidente Lula na 80ª Assembleia Geral da ONU. Isso é procedimento jornalístico normal quando um chefe de Estado fala em um evento internacional relevante. Não há evidência, nos trechos fornecidos, de uma campanha coordenada para alterar ou fabricar fatos: os textos reproduzem as posições expostas pelo orador (defesa do multilateralismo, crítica a sanções unilaterais, orgulho pela "saída do Mapa da Fome", pedidos de regulação digital e medidas fiscais globais). O padrão dominante é reproduzir o discurso em vez de acrescentar análise crítica ou verificação independente — resultado esperado ao publicar a íntegra de um pronunciamento. Entretanto, essa prática gera convergência de omissões importantes (detalhes que enfraqueceriam ou contextualizariam as afirmativas do presidente) porque nenhum dos veículos acrescentou informação factual investigativa nas reproduções fornecidas.
23 de set. de 2025Pela tradição, Brasil abre a série de discursos de representantes dos 193 países da ONU. Lula discursou após novas sanções dos EUA pela condenação do ex-presidente Bolsonaro.
Senhora Presidenta da Assembleia Geral, Annalena Baerbock, Senhor Secretário-Geral, António Guterres, Caros chefes de Estado e de Governo e representantes dos Estados-Membros aqui reunidos....
23 de set. de 2025Presidente falou na abertura do Debate Geral da 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nos Estados Unidos, nesta terça (23). Confira
23 de set. de 2025Nesta terça-feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos Estados Unidos.
23 de set. de 2025Lula na ONU diz que democracia e soberania do Brasil são "inegociáveis", critica sanções unilaterais e defende combate global à fome. Leia no Poder360.
O discurso tem tom formal com passagens de forte condenação e sentido de urgência, mas a densidade emocional geral é moderada. Há presença de afirmações factuais importantes (por exemplo, referência à FAO) porém contexto e alguns dados parecem incompletos e há sinais de má representação de fontes e de uso de autoridade sem contextualização adequada, o que eleva o risco de persuasão indevida mesmo sem forte apelo emocional substitutivo.
Emoções dominantes
Foram identificadas duas questões: uma afirmação não verificável sobre 'confirmação da FAO' (falta de fonte) e um resumo que atribui sanções especificamente aos EUA sem citação explícita no texto do discurso. Não foram encontradas falsificações óbvias de citações, mas faltam referências externas para checagem.
O texto afirma que a FAO confirmou a saída do Brasil do Mapa da Fome em 2025, mas o artigo não fornece link, citação direta da FAO ou referência que permita verificar a declaração. Com base apenas no conteúdo fornecido, não é possível confirmar que a FAO efetivamente emitiu essa 'confirmação' nem conhecer os termos e critérios usados.
No corpo do discurso transcrito, o presidente refere-se a 'sanções arbitrárias' e 'medidas unilaterais e arbitrárias' sem citar explicitamente os Estados Unidos. O resumo do artigo identifica 'sanções dos EUA' sem que o próprio trecho transcrito forneça essa conexão direta. Isso amplia/atribui especificamente a responsabilidade a um ator (EUA) que não é explicitamente nomeado na passagem incluída.
O artigo apresenta números relevantes (670 milhões, saída do Mapa da Fome) sem referências metodológicas ou fontes verificáveis no texto. Isso reduz a possibilidade de avaliação crítica dos dados; os problemas identificados são de gravidade média por afetarem a interpretabilidade, não por apontarem dados falsos explícitos.
“embora ainda existam 670 milhões de pessoas famintas no mundo.”
O número absoluto é apresentado sem indicação da fonte, do ano/corte temporal exato, nem da definição usada para 'famintas' (por exemplo, pessoas subalimentadas, severamente inseguras no acesso à comida, etc.). Sem essa base, o leitor não consegue avaliar a comparabilidade ou atualidade do dado.
Deveria ser indicada a fonte (ex.: relatório FAO/ONU/OU outro), o ano a que o número se refere e a definição/metodologia utilizada para mensurar 'pessoas famintas' (por exemplo, prevalência de insegurança alimentar grave ou estimativa de subalimentação).
“...recebemos da FAO a confirmação de que o Brasil voltou a sair do Mapa da Fome em 2025...”
A afirmação sobre a saída do Brasil do Mapa da Fome apresenta um resultado positivo sem contexto metodológico (por exemplo, quais indicadores mudaram, se a saída é permanente ou temporária, se houve revisão metodológica). Isso pode dar a impressão de uma melhora sólida sem apresentar a linha de base ou variabilidade temporal.
É necessário citar o relatório da FAO ou documento que fundamenta a declaração e esclarecer quais indicadores/limiares foram alcançados e se a avaliação é comparável a anos anteriores.
Há pelo menos uma citação truncada que contradiz a promessa editorial de 'discurso na íntegra'. As demais citações incluídas no corpo parecem completas dentro do trecho apresentado, mas a falha na integralidade é relevante.
"“O Brasil se comprometeu a reduzir en...” (trecho final do discurso transcrito, interrompido)"
— Luiz Inácio Lula da Silva
O artigo anuncia 'leia o texto do discurso na íntegra' porém o trecho transcrito termina de forma cortada ('reduzir en...'), indicando que o discurso não foi publicado na íntegra no conteúdo fornecido. A interrupção torna impossível verificar o conteúdo completo e pode induzir o leitor a crer que tem acesso ao discurso integral quando não tem.
Não foi encontrada cadeia de citações ou 'authority laundering' no texto fornecido: o artigo não referencia terceiros que citam fontes originais nem links de repasse de blogs para veículos maiores. As menções a organizações (FAO, ONU) existem, mas sem referências encadeadas.
O texto reproduz o discurso presidencial contendo várias estratégias retóricas que influenciam a percepção do leitor: linguagem carregada e hiperbólica para caracterizar o Brasil como vítima de "ataque sem precedentes"; categorização negativa ampla de adversários como "forças antidemocráticas"; argumentos de consequência inevitável que vinculam hesitação internacional a resultados "trágicos"; e afirmações causais simplificadas (pobreza = inimiga da democracia). Essas técnicas moldam a narrativa política sem fornecer, no trecho apresentado, evidências empíricas detalhadas que sustentem as conclusões.
Mesmo sob ataque sem precedentes, o Brasil optou por resistir e defender sua democracia
O trecho usa termos emotivos e hiperbólicos ("ataque sem precedentes", "optou por resistir") para dramatizar a situação do Brasil sem apresentar evidência factual imediata que comprove a excepcionalidade. Esse tipo de linguagem tende a mobilizar simpatia e percepções de urgência, direcionando o leitor a aceitar a narrativa de cerco e heroísmo em vez de avaliar fatos de forma neutra.
Em todo o mundo, forças antidemocráticas tentam subjugar as instituições e sufocar as liberdades.
Aqui o autor rotula genericamente atores políticos como "forças antidemocráticas" e atribui-lhes intenções e ações negativas sem identificar quem são ou apresentar evidências específicas. Essa categorização desqualifica opositores por rótulo e empurra o leitor a rejeitar posições contrárias sem debate substanciado.
Quando a sociedade internacional vacila na defesa da paz, da soberania e do direito, as consequências são trágicas.
A frase sugere uma progressão inevitável de inação para resultados catastróficos sem fornecer cadeia causal ou evidência que estabeleça essa inevitabilidade. É um argumento que amplia o risco potencial para justificar ação imediata, pressionando o leitor pela aceitação de medidas com base no temor do pior cenário.
A pobreza é tão inimiga da democracia quanto o extremismo.
A afirmação estabelece uma equivalência causal entre pobreza e ameaça à democracia sem apresentar dados ou mecanismo que sustentem essa comparação. Embora pobreza possa influenciar instabilidade política, afirmar paridade causal com o extremismo simplifica relações complexas e orienta o debate para soluções que podem não atacar as causas reais.
O artigo reproduz trechos do discurso de Lula e cita números e resultados (670 milhões de famintos; Brasil sai do Mapa da Fome), mas não esclarece a quais sanções se referia, não apresenta as fontes, definições e critérios metodológicos desses indicadores, nem identifica políticas públicas responsáveis ou mostra desagregação regional/grupal. Essas lacunas tornam difícil avaliar a precisão, a causalidade e a distribuição dos resultados apresentados.
Quais "sanções arbitrárias" o discurso acusa e contra quais países/entidades elas foram aplicadas?
O trecho transcrito fala em "sanções arbitrárias" mas não nomeia atores; o resumo do artigo atribui-as aos EUA sem evidência direta, o que altera a interpretação política e legal da acusação.
23 de set. de 2025O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu o seu discurso da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) hoje com críticas às "sanções arbitrárias" dos Estados ...
23 de set. de 2025Em discurso na ONU, Lula critica medidas de Trump, defende o Judiciário brasileiro e condena o 'genocídio' em Gaza. Leia os principais pontos do pronunciamento do presidente.
23 de set. de 202523.09.2025 (Sede da ONU /Nova York - EUA) Discurso do Presidente Lula na abertura do Debate Geral da 80.ª Sessão Ordinária da Assembleia Geral das Nações Unidas
Qual é a fonte exata, o ano-corte e a definição usadas para chegar ao número de "670 milhões" de pessoas famintas?
Saber a fonte e a definição (subalimentação, insegurança alimentar severa, etc.) é essencial para avaliar se o número é atual, comparável e corretamente citado no contexto do discurso.
28 de jul. de 2025O relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 (SOFI 2025), lançado em 28 de julho, mostra que o Brasil saiu do Mapa da Fome, mas que a fome ainda atinge ...
O relatório alerta para o risco global de persistência da inflação de alimentos, das desigualdades territoriais e dos efeitos de choques climáticos e de crises políticas, que podem colocar o poder ...
O Relatório "Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025" (SOFI, 2025), da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), mostrou que o Brasil saiu do Mapa da Fom...
A afirmação de que o Brasil "saiu do Mapa da Fome" é apresentada como definitiva — quais critérios metodológicos da FAO sustentam essa saída e ela é permanente?
Entender os critérios (por exemplo, limiar de 2,5% no triênio) e sua natureza temporal é crucial para avaliar se a saída representa uma melhoria estrutural ou uma flutuação estatística.
28 de jul. de 2025O resultado reflete a média trienal 2022/2023/2024, que colocou o país abaixo do patamar de 2,5% da população em risco de subnutrição ou de falta de acesso à alimentação suficient...
14 de ago. de 2025No triênio de 2022 a 2024, o Brasil registrou, em média, menos de 2,5% da população em situação de subalimentação. Esse é o último dado do relatório O Estado da Segurança Alimenta...
No triênio de 2022 a 2024, o Brasil registrou, em média, menos de 2,5% da população em situação de subalimentação. Esse é o último dado do relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no...
Quais políticas públicas específicas do governo são responsáveis pela melhora que levou à saída do Mapa da Fome, e qual a evidência de seu efeito causal?
Afirmar que o país "saiu do Mapa da Fome" sem identificar políticas e evidência de causalidade impede avaliar se a mudança se deve a medidas do governo, a fatores externos, ou a revisões metodológicas.
28 de jul. de 2025A saída do Brasil do Mapa da Fome é resultado de decisões políticas do governo brasileiro que priorizaram a redução da pobreza, o estímulo à geração de emprego e renda, o apoio à ...
28 de jul. de 2025A saída do Brasil do Mapa da Fome é resultado de decisões políticas do governo brasileiro que priorizaram a redução da pobreza, o estímulo à geração de emprego e renda, o apoio à ...
14 de ago. de 2025No entanto, após a mudança nas prioridades das políticas públicas e pelos impactos da pandemia da COVID-19, voltou a constar no Mapa em 2021. A recuperação mostra que, com vontade...
Como a redução da subalimentação no Brasil se distribui regionalmente e entre grupos vulneráveis (renda, raça, áreas urbanas/rurais)?
Um indicador nacional positivo pode ocultar desigualdades: sem desagregação regional e por grupos, não sabemos se populações específicas seguem em situação grave de insegurança alimentar.
Relatório Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 (SOFI, 2025), da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), mostrou que o Brasil saiu do Mapa da Fome no...
No triênio de 2022 a 2024, o Brasil registrou, em média, menos de 2,5% da população em situação de subalimentação. Esse é o último dado do relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no...
13 de ago. de 2025O documento demonstra que, no período de 2022 a 2024, o Brasil ficou abaixo do índice de 2,5% de insegurança alimentar crônica, valor de referência utilizado como linha de corte p...
O líder do executivo brasileiro falou sobre justiça climática, combate à fome e sanções dos EUA contra o país
embora ainda existam 670 milhões de pessoas famintas no mundo.
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
Os relatórios da ONU citados indicam que mais de 670 milhões de pessoas passam fome no mundo (SOFI 2025 reporta ~673 milhões). Ver CNN Brasil: "Cerca de 673 milhões de pessoas..." (https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/fome-global-diminui-mas-conflitos-e-clima-ameacam-progresso-diz-onu/), resumo do WFP/Centro de Excelência (https://centrodeexcelencia.org.br/relatorio-sofi-2025-mostra-que-673-milhoes-passam-fome-no-mundo-e-que-brasil-deixa-o-mapa-da-fome-) e explicação da ONU/UNRIC (https://unric.org/pt/porque-e-que-mais-de-670-milhoes-de-pessoas-passam-fome/). A formulação "670 milhões" é compatível com os ~673 milhões reportados. Sources consulted: Fome global diminui, mas conflitos e clima ameaçam progresso, diz ONU | CNN Brasil; Relatório SOFI 2025 mostra que 673 milhões passam fome no mundo e que Brasil deixa o Mapa da Fome - WFP; Porque é que mais de 670 milhões de pessoas passam fome? - Nações Unidas - ONU Portugal.
All models agree: supported (90%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discursou, nesta terça-feira (23), durante a 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York.
Sustentado Confiança 45%
Fontes fornecidas confirmam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez o discurso na 80ª Assembleia Geral da ONU na terça‑feira, 23/9. Ver: G1 — "Veja íntegra do discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU" (https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/09/23/veja-integra-do-discurso-de-lula-na-assembleia-geral-da-onu.ghtml), O Liberal — "Lula na ONU: leia o discurso completo do presidente, na 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas" (https://www.oliberal.com/mundo/lula-na-onu-leia-o-discurso-completo-do-presidente-na-80-assembleia-geral-das-nacoes-unidas-1.1024610) e a publicação do Partido dos Trabalhadores com a íntegra do discurso (https://pt.org.br/leia-a-integra-do-discurso-do-presidente-lula-na-abertura-da-assembleia-geral-da-onu/). Essas fontes reportam explicitamente o discurso de Lula na abertura da 80ª sessão em Nova York. Sources consulted: Veja íntegra do discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU | G1; Lula na ONU: leia o discurso completo do presidente, na 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas | Mundo | O Liberal; Leia a íntegra do discurso de Lula na abertura da Assembleia Geral da ONU – Partido dos Trabalhadores. (Reused from a prior investigation — exact match.)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
lembrou que, em 2025, a FAO confirmou a saída definitiva do Brasil do mapa da fome.
Misto Confiança 39% em 2025 Desatualizado
As fontes fornecidas confirmam que, no relatório SOFI 2025, o Brasil ficou abaixo do limiar de 2,5% de subalimentação no triênio 2022–2024 e por isso "saiu do Mapa da Fome" segundo os critérios da FAO (ver comunicado do governo: "O Brasil sai novamente do Mapa da Fome da FAO" https://www.gov.br/secretariageral/pt-br/noticias/2025/julho/nota-publica-o-brasil-sai-novamente-do-mapa-da-fome-da-fao; e FAO: "Brasil voltou a sair do Mapa da Fome | FAO no Brasil" https://www.fao.org/brasil/noticias/detail-events/pt/c/1741586/). No entanto, as fontes não usam explicitamente o termo "saída definitiva" — falam em sair do Mapa da Fome com base em dados do triênio — e nenhuma das evidências fornecidas mostra que alguém (por exemplo, Lula) "lembrou" disso durante o discurso citado. Para aceitar a expressão "saída definitiva" e a atribuição "lembrou que" seria preciso evidência direta do discurso onde a lembrança é feita e/ou indicação de que a FAO declarou a saída como definitiva; essas provas não estão nas fontes anexadas (ver também o artigo das Nações Unidas: "ARTIGO: Brasil voltou a sair do Mapa da Fome | As Nações Unidas no Brasil" https://brasil.un.org/pt-br/299851-artigo-brasil-voltou-sair-do-mapa-da-fome). Portanto, são necessárias mais evidências para validar totalmente a formulação do claim. Sources consulted: O Brasil sai novamente do Mapa da Fome da FAO — Secretaria-Geral; ARTIGO: Brasil voltou a sair do Mapa da Fome | As Nações Unidas no Brasil; Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação: Brasil voltou a sair do Mapa da Fome | FAO no Brasil | Food and Agriculture Organization of the United Nations. (Reused from a prior investigation — exact match.)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Fome global diminui, mas conflitos e clima ameaçam progresso, diz ONU | CNN Brasil
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O número de pessoas com fome ao redor do mundo caiu pelo terceiro ano consecutivo em 2024, recuando de um pico registrado no período da Covid.
Relatório SOFI 2025 mostra que 673 milhões passam fome no mundo e que Brasil deixa o Mapa da Fome - WFP
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O relatório O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 (SOFI 2025), lançado em 28 de julho, mostra que o Brasil saiu do Mapa da Fome, mas que a fome ainda ating...
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Lula defende multilateralismo na ONU; Trump reforça tarifas, mas acena a diálogo com o Brasil | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu nesta terça-feira (23) a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), com um discurso em defesa do multilateralismo e cr...
Leia a íntegra do discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU | CNN Brasil
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discursou, nesta terça-feira (23), durante a 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. O mandatário brasileiro abordou te...
Veja íntegra do discurso de Lula na Assembleia Geral da ONU | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez o discurso de abertura do debate geral da 80ª edição da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta terça-feira...
Leia a íntegra do discurso de Lula na abertura da Assembleia Geral da ONU – Partido dos Trabalhadores
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Caros chefes de Estado e de Governo e representantes dos Estados-Membros aqui reunidos.
Leia a íntegra do discurso de Lula na 80ª Assembleia Geral da ONU – Conexão Política
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (23), em discurso de abertura da 80ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, que o Brasil seguirá como “naçã...
Porque é que mais de 670 milhões de pessoas passam fome? - Nações Unidas - ONU Portugal
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Mais de oito por cento da população mundial, ou cerca de 673 milhões de pessoas, não estão a receber alimento suficiente e passam fome, segundo a ONU.
O Brasil sai novamente do Mapa da Fome da FAO — Secretaria-Geral
Sustenta Registro governamental Posterior à alegação Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
O Relatório “Estado de Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025 (SOFI 2025)” lançado hoje, dia 28 de julho de 2025, apresenta as estimativas da insegurança alimentar e fo...
Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação: Brasil voltou a sair do Mapa da Fome | FAO no Brasil | Food and Agriculture Organization of the United Nations
Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
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Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
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