Credibilidade
17%
Credibilidade
17%
Coordenação
50%
Completude
50%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
A matéria informa de forma útil a posição pública da CNI — incluindo a entrega de um pacote com oito medidas e a defesa de negociação em vez de retaliação — mas mistura fatos confirmados com alegações que não estão devidamente verificadas no texto (por exemplo, entrega do documento a um ministro em data específica, detalhes fiscais e taxas de crédito). Há omissões importantes de contexto técnico e quantitativo que impedem o leitor de avaliar a gravidade real das medidas anunciadas e a viabilidade das respostas propostas. Classifico a qualidade geral como 'mixed'.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
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Os veículos fornecidos (Exame, Portal da Indústria, Kinvo, Fenacon, O Globo e Agenda do Poder) replicam em grande medida o posicionamento público da CNI, priorizando a narrativa de que 'é hora de negociar, não de retaliar' e listando o risco às cadeias produtivas, empregos e investimentos. A cobertura converge em enquadrar a medida americana como prejudicial para ambos os países e em apresentar as propostas de mitigação da CNI (crédito, prorrogação de prazos, adiamento de tributos) sem aprofundar evidências quantitativas ou técnicas. Há ênfase na reação institucional (declaração da CNI, pressão sobre o governo brasileiro) em vez de investigação detalhada das justificativas dos EUA, impacto econômico mensurável ou cronograma das medidas. Esse padrão indica convergência de enquadramento e omissões substanciais, mas não mostra nos trechos fornecidos uso idêntico de falácias retóricas extremas nem estrutura narrativa praticamente idêntica entre os textos — por isso uma pontuação intermediária.
30 de jul. de 2025A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reiterou nesta quarta-feira (30) que a imposição de tarifa de 50% para os produtos brasileiros, oficializada por decreto publicado pelo ...
A CNI enfatiza que não é o momento para retaliação, mas sim para negociação, buscando convencer o governo estrangeiro de que a medida é prejudicial para ambos os países. A confederação apresentou a...
31 de jul. de 2025A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reiterou nesta quarta-feira (30) que a imposição de tarifa de 50% para os produtos brasileiros, oficializada por decreto publicado pelo ...
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29 de ago. de 2025CNI pede diálogo após governo Lula acionar a Lei da Reciprocidade contra tarifas de 50% impostas por Donald Trump, enquanto comitiva empresarial prepara viagem a Washington.
O texto apresenta baixo teor emocional e apoia-se em citações diretas e propostas concretas, portanto o risco de apelo emocional substituindo evidências é reduzido. No entanto, pontua-se uma preocupação legítima: indicadores elevados de misrepresentação e de 'authority laundering' sugerem possibilidade de distorção ou de amplificação indevida da mensagem, o que aumenta o risco de manipulação apesar do tom factual.
Emoções dominantes
O artigo cita um "documento divulgado pela Casa Branca" afirmando isenções para cerca de 700 produtos, mas não liga ou reproduz a fonte, tornando essa representação não verificável a partir do próprio texto. Fora isso, não há indicação clara de que o jornal distorceu citações internas (por exemplo, da CNI).
O texto afirma que um "documento divulgado pela Casa Branca" mostra a isenção para cerca de 700 produtos, mas não fornece link, trecho reproduzido ou referência específica ao documento original. A partir do conteúdo do artigo não é possível verificar se o documento realmente diz isso, qual é o critério usado para contar "700 produtos" (linhas tarifárias, códigos HS, itens agregados) nem se esse número foi interpretado corretamente pelo repórter. Por isso a alegação sobre o conteúdo do documento da Casa Branca é não verificável a partir do artigo entregue.
Há imprecisão e falta de contexto em pontos numéricos importantes: confusão entre pontos percentuais e aumento relativo no caso das tarifas, e ausência do denominador/escopo ao mencionar 'cerca de 700 produtos' isentos.
50% (um aumento de 40% sobre as tarifas já existentes, de 10%)
A redação entre parênteses cria ambiguidade e parece incorreta: passar de 10% para 50% representa um acréscimo de 40 pontos percentuais. Se a intenção fosse medir o aumento relativo, o salto de 10% para 50% corresponderia a um aumento de 400%. O trecho confunde valor absoluto (pontos percentuais) com aumento percentual relativo ou, na melhor das hipóteses, é impreciso.
Correção: trata‑se de um aumento de 40 pontos percentuais (de 10% para 50%). Em termos relativos, 50% é cinco vezes 10%, ou seja, um aumento de 400%.
cerca de 700 produtos brasileiros estarão isentos da tarifa adicional
O número absoluto ('cerca de 700 produtos') é apresentado sem indicação do total possível (denominador) — por exemplo, quantas linhas tarifárias ou quantos itens foram considerados no universo. Sem esse contexto, o leitor não consegue avaliar se 700 é uma parcela grande ou pequena do total, nem o impacto real sobre o fluxo de comércio.
Seria necessário informar o total de linhas tarifárias consideradas, ou o percentual/valor das exportações cobertas por essas 700 exclusões (p. ex., 700 de X linhas tarifárias, ou X%/US$ do total das exportações brasileiras) para avaliar a significância.
As citações presentes no artigo são claramente atribuídas e não mostram sinais evidentes, dentro do texto fornecido, de terem sido truncadas ou deturpadas.
"“A confirmação da aplicação da sobretaxa sobre os produtos brasileiros, ainda que com exceções, penaliza de forma significativa a indústria nacional, com impactos diretos sobre a competitividade. Não há justificativa técnica ou econômica para o aumento das tarifas, mas acreditamos que não é hora de retaliar. Seguimos defendendo a negociação como forma de convencer o governo americano que essa medida é uma relação de perde-perde para os dois países, não apenas para o Brasil”"
— Ricardo Alban
A citação é atribuída diretamente ao presidente da CNI e aparece como declaração em bloco no artigo. Não há indicação no próprio texto de que a frase foi truncada ou colocada fora de contexto.
"“Nossas propostas buscam mitigar os efeitos econômicos adversos aos setores afetados pelas barreiras, preservar a capacidade exportadora das empresas brasileiras e garantir a continuidade das operações internacionais em um cenário de alta imprevisibilidade”"
— Ricardo Alban
Trecho final de justificativa atribuída ao mesmo interlocutor. Pelo conteúdo do artigo, não há indícios de omissão ou inversão de sentido.
Não foram identificadas cadeias de citação em que uma fonte de baixa autoridade (blog, post social etc.) seja progressivamente referenciada por veículos maiores sem verificação adicional. As fontes citadas no texto (CNI e um suposto documento da Casa Branca) são apresentadas como primárias; contudo, o artigo não fornece link para o documento da Casa Branca.
O texto é, em grande parte, reportagem informativa que cita a posição da CNI, mas reproduz afirmações institucionais sem evidência técnica no corpo da matéria e usa termos ambíguos e carregados. Principais problemas retóricos: apelo à autoridade quando a CNI declara não haver justificativa técnica/econômica; ambiguidade numérica sobre o "aumento de 40%" que pode confundir percentuais versus pontos percentuais; e linguagem carregada que acentua o dano à indústria sem quantificação imediata. Esses elementos inclinam levemente a cobertura para a narrativa de dano agudo e injustificado, sem, no entanto, invalidar a informação factual básica sobre a entrega do documento e as propostas listadas.
Não há justificativa técnica ou econômica para o aumento das tarifas, mas acreditamos que não é hora de retaliar.
A afirmação é apresentada pela CNI como uma conclusão categórica sem evidência pública no texto que a sustente; a organização usa sua autoridade institucional para invalidar a justificativa das tarifas em vez de demonstrar tecnicamente por que elas seriam injustificadas. Isso empurra a narrativa de que a medida é arbitrária e ilegítima, independentemente de provas apresentadas.
um aumento de 40% sobre as tarifas já existentes, de 10%
A redação mistura percentagem absoluta e percentual relativo de forma ambígua. Dizer "aumento de 40% sobre as tarifas ... de 10%" pode ser interpretado como um acréscimo relativo (40% de 10% = 4%) ou como um acréscimo absoluto de 40 pontos percentuais (10% → 50%). Essa ambiguidade pode inflar ou diminuir a percepção do impacto segundo a leitura do leitor, favorecendo uma interpretação mais alarmista.
penaliza de forma significativa a indústria nacional
O trecho usa linguagem carregada para enfatizar dano e gravidade ("penaliza de forma significativa"), sem quantificar no mesmo parágrafo o alcance do prejuízo. É um recurso retórico que aumenta a carga emotiva da notícia e orienta o leitor a ver a medida como especialmente danosa, mesmo quando o texto não apresenta dados quantitativos imediatos que sustentem essa intensidade.
A reportagem reproduz a posição da CNI e descreve as oito medidas sugeridas, mas omite detalhes cruciais: a lista precisa de produtos afetados e seu peso nas exportações; a justificativa oficial dos EUA e qualquer notificação internacional; estimativas numéricas de impacto econômico e emprego por setor; avaliação de viabilidade (custos e prazos) das medidas propostas; e o posicionamento de outros atores relevantes. Esses elementos são necessários para avaliar se a recomendação por 'negociação e não retaliação' é bem fundamentada e quais respostas práticas são possíveis.
Quais exatamente são os produtos e códigos tarifários atingidos pela sobretaxa de 50% e que parcela do total das exportações brasileiras eles representam?
Sem saber quais itens e o peso desses produtos nas exportações totais, não é possível avaliar a magnitude real do 'prejuízo' nem quais cadeias produtivas serão mais afetadas.
12 de set. de 2025O governo federal divulgou, nesta sexta-feira (12), a tabela de produtos afetados pela tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre importações brasileiras.
O Governo do Brasil publicou nesta sexta-feira (12) a tabela de produtos afetados pelas tarifas adicionais impostas de modo unilateral pelo governo dos Estados Unidos.
12 de set. de 2025O governo publicou nesta sexta-feira (12) listas de produtos afetados pelas tarifas adicionais impostas pelo governo dos Estados Unidos, que podem chegar a 50%.
Qual é a justificativa oficial do governo dos Estados Unidos para impor a sobretaxa de 50% (fundamento legal, alegações técnicas ou de segurança) e se houve notificação ao Brasil ou ao GATT/OMC?
Afirmar que 'não há justificativa técnica ou econômica' exige confrontar a justificativa americana e os procedimentos multilaterais; sem isso a conclusão fica unilateral.
30 de jul. de 2025O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) uma ordem executiva que oficializa a aplicação de uma tarifa adicional de 40% sobre produtos brasile...
30 de jul. de 2025"Enfrentando uma emergência nacional". É assim que a Casa Branca abriu o texto em que afirma que o presidente americano, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que impõe aos pr...
30 de jul. de 2025O presidente americano Donald Trump assinou nesta tarde uma ordem executiva implementando uma tarifa adicional de 40% sobre o Brasil, somando-se aos 10% anunciados em abril e elev...
Existem estimativas quantitativas (em valores de exportação, faturamento e postos de trabalho) do impacto esperado dessas tarifas por setor e por porte de empresa?
A matéria invoca impactos sobre competitividade, investimentos e empregos sem fornecer números; estimativas setoriais são necessárias para mensurar a gravidade e priorizar respostas.
Entenda o impacto da tarifa Brasil EUA de 50% sobre as exportações brasileiras, os setores e estados mais afetados, e como o governo e o Congresso estão reagindo.
28 de jul. de 2025As tarifas de 50% dos EUA sobre produtos brasileiros configuraria um choque de grandes proporções para a economia nacional.
9 de jul. de 2025Especialistas apontam chantagem de Trump em sanções contra o Brasil. Medida terá impactos em setores estratégicos, com reflexos em empregos e no preço de alimentos.
As oito medidas propostas pela CNI (ex.: linha do BNDES com juros '1%–4%', adiamento de tributos por 120 dias) já têm custo estimado, prazo de implementação e aprovação administrativa, ou são apenas propostas sem viabilidade imediata?
Sem avaliar a viabilidade fiscal, legal e temporal das medidas sugeridas, não se sabe se elas podem realmente mitigar os efeitos no curto prazo, como o setor exige.
Explica a composição das taxas de juros, formas de vencimento e amortização, e fornece exemplos detalhados de como calcular operações pré-fixadas usando diferentes bases de dias corridos e operaçõe...
21 de mai. de 2025Crédito BNDES reúne as linhas de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social voltadas a empresas brasileiras — do capital de giro ao investimento em máqu...
17 de jun. de 2024A partir da medida provisória nº 1.226, de 29/05, o Banco Nacional do Desenvolvimento Ecocômico e Social (BNDES) disponibiliza R$ 15 bilhões do Fundo Social para medidas emergenci...
Que posições e propostas têm outros atores relevantes (agronegócio, pequenas exportadoras, sindicatos, governo dos EUA) e há consenso sobre negociar em vez de retaliar?
A matéria destaca a posição da CNI, mas a decisão governamental depende de interesses diversos; conhecer o posicionamento de outros atores indica se a recomendação de negociação é representativa ou parcial.
10 de jul. de 2025A recente decisão do atual Presidente dos EUA, Donald Trump, de impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros reacendeu preocupações no setor do agronegócio.
10 de mar. de 2025Desde sua posse em fevereiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem anunciando tarifas comerciais sobre os principais parceiros dos Estados Unidos, incluindo o Brasil...
15 de nov. de 2025A decisão dos Estados Unidos de reduzir tarifas para o mundo todo provocou a reação dos exportadores brasileiros. Empresários reforçam a necessidade de o Brasil acelerar as negoci...
Diante da possibilidade de reação imediata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à decisão do governo Donald Trump de impor tarifas de 50% aos produtos brasileiros, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) declarou que não é momento para retaliação, mas de negociação.
o documento foi entregue nesta quarta-feira ao ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio
Misto Confiança 53%
As evidências fornecidas para este item não demonstram claramente que "o documento" (presumivelmente a lista da CNI) foi entregue nesta quarta-feira ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. A matéria do site Vermelho relata que o ministro/presidente em exercício Geraldo Alckmin recebeu a "Agenda do Sistema do Comércio" da CNC ("Governo recebe Agenda do Sistema do Comércio..." - https://vermelho.org.br/2025/03/27/governo-recebe-agenda-do-sistema-do-comercio-para-geracao-de-emprego-e-renda/), ou seja, trata-se da CNC e de outro documento/data. As outras fontes (Portal da Câmara e Agência Gov) não confirmam a entrega específica do documento da CNI ao ministro mencionado. Portanto, com as fontes apresentadas não há evidência suficiente para confirmar a afirmação. Sources consulted: Ministro do Desenvolvimento Agrário diz que governo quer diminuir conflitos no campo - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados; Governo recebe Agenda do Sistema do Comércio para geração de emprego e renda - Vermelho; Selo Biocombustível Social será reestruturado para fortalecer agricultura familiar — Agência Gov.
All models agree: needs_more_evidence (55%)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
Adiamento por 120 dias no pagamento de tributos federais, incluindo contribuições previdenciárias, com possibilidade de parcelamento em até seis vezes, sem a incidência de multas e juros
Misto Confiança 51%
As fontes fornecidas mencionam medidas tributárias e parcelamentos em contextos variados, mas não comprovam todos os detalhes afirmados (adiamento por exatamente 120 dias, inclusão explícita de contribuições previdenciárias, possibilidade de parcelamento em até seis vezes e ausência de multas e juros). A matéria da Revista PEGN descreve um pacote do governo com adiamento de tributos e MP relacionada ("Cashback, crédito e adiamento de tributos..." - https://revistapegn.globo.com/economia/noticia/2025/08/cashback-credito-e-adiamento-de-tributos-veja-as-medidas-do-governo-para-apoiar-pmes-afetadas-pelo-tarifaco.ghtml), e a página da Receita Federal trata de regimes de parcelamento (https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/pagamentos-e-parcelamentos/parcelamentos/novo-parcelamento-simplificado-para-debitos-previdenciarios-anteriores-a-outubro-2022-origem-gfip-pj-em-geral), mas nenhuma das peças apresentadas confirma simultaneamente todos os pontos (120 dias de adiamento, inclusão das contribuições previdenciárias, parcelamento em até 6 vezes e isenção de multas/juros). Portanto, as evidências fornecidas são insuficientes para validar a formulação completa da afirmação. Sources consulted: NOVO! Parcelamento Simplificado para Débitos Previdenciários Anteriores a Outubro/2022 (Origem GFIP) - PJ em geral — Receita Federal; Cashback, crédito e adiamento de tributos: veja as medidas do Governo para apoiar PMEs afetadas pelo tarifaço; Impostos, tributos e contribuições: veja o que foi adiado, suspenso ou reduzido durante a pandemia - Banco do Empreendedor.
All models agree: needs_more_evidence (52%)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
a CNI apresentou ao governo federal uma lista com 8 medidas prioritárias
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
Evidências fornecidas confirmam que a CNI apresentou uma lista com oito medidas. Vários veículos noticiaram a entrega do pacote com "oito medidas" pela Confederação Nacional da Indústria: ver, por exemplo, SBT News ("CNI entregou a Alckmin 8 medidas para diminuir efeitos da taxação de Trump" - https://sbtnews.sbt.com.br/noticia/politica/cni-entregou-a-alckmin-8-medidas-para-diminuir-efeitos-da-taxacao-de-trump), Política Brasileira ("Indústria propõe medidas para proteger empresas de tarifaço" - https://politicabrasileira.com.br/economia/industria-propoe-medidas-para-proteger-empresas-de-tarifaco/), e a Agência de Notícias da Indústria/Portal da Indústria ("Momento exige negociação e não retaliação, avalia CNI..." - https://noticias.portaldaindustria.com.br/posicionamentos/momento-exige-negociacao-e-nao-retaliacao-avalia-cni-sobre-decreto-de-tarifas-de-50-dos-eua/). Todas as fontes reportam explicitamente "oito medidas" apresentadas pela CNI ao governo/autoridades, portanto a alegação é suportada pelas fontes fornecidas. Sources consulted: CNI defende acordo com EUA e entrega plano emergencial ao governo federal | Indústria News; Indústria propõe medidas para proteger empresas de tarifaço - Política Brasileira; CNI entregou a Alckmin 8 medidas para diminuir efeitos da taxação de Trump - SBT News.
All models agree: supported (92%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 1); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Ampliação do prazo máximo de contratos de câmbio de exportação, passando de 750 para 1.500 dias, nas modalidades Antecipação de Contrato de Câmbio (ACC)
Sustentado Confiança 42% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As fontes fornecidas confirmam a ampliação do prazo máximo para comprovação/quitação de contratos de câmbio (incluindo ACC) de 750 para 1.500 dias. Ver reportagens que informam diretamente a mudança: Itatiaia ("Setor produtivo pede ao governo Lula dobrar prazo para quitação do ACC..." - https://www.itatiaia.com.br/politica/setor-produtivo-pede-ao-governo-lula-dobrar-prazo-para-quitacao-do-acc-antes-de-tarifas-dos-eua), FazComex ("Coronavírus: BC ampliou o prazo de contratos de câmbio" - https://www.fazcomex.com.br/comex/coronavirus-bc-ampliou-o-prazo-de-contratos-de-cambio/), e Sostrabalhoerenda ("Prazo para comprovação de exportação dobra para 1.500 dias e impacta ACCs" - https://www.sostrabalhoerenda.com.br/noticias/economia/prazo-para-comprovacao-de-exportacao-dobra-para-1-500-dias-e-impacta-accs/). Estas fontes indicam claramente a mudança de 750 para 1.500 dias aplicável aos ACCs. Sources consulted: Setor produtivo pede ao governo Lula dobrar prazo para quitação do ACC antes de tarifas dos EUA | Rádio Itatiaia; Coronavírus: BC ampliou o prazo de contratos de câmbio; Prazo para comprovação de exportação dobra para 1.500 dias e impacta ACCs.
All models agree: supported (90%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 1); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Criação de linha de financiamento emergencial do BNDES, com juros entre 1%
Misto Confiança 33% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As fontes indicam que o BNDES abriu linhas especiais e houve oferta de crédito emergencial (ex.: Valor Econômico — "BNDES abre nova consulta a crédito do Brasil Soberano" - https://valor.globo.com/brasil/noticia/2025/11/19/bndes-abre-nova-consulta-a-credito-do-brasil-soberano.ghtml; Terra — "BNDES cria linha especial de crédito para empresas afetadas por tarifa dos EUA" - https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/bndes-cria-linha-especial-de-credito-para-empresas-afetadas-por-tarifa-dos-eua,d651fe75e2238272b344b3291f35adf0ejnsez8v.html), mas nenhuma das matérias fornecidas apresenta explicitamente a taxa "entre 1%" citada na alegação. A peça explicativa do GX trata de taxas BNDES de forma geral, sem confirmar o intervalo de 1%. Logo, a criação da linha está coberta pelas fontes, mas a informação específica sobre "juros entre 1%" não está comprovada com os documentos apresentados. Sources consulted: BNDES abre nova consulta a crédito do Brasil Soberano | Brasil | Valor Econômico; BNDES cria linha especial de crédito para empresas afetadas por tarifa dos EUA; GX Explica: Crédito BNDES — linhas, taxas e como economizar nos financiamentos - GX capital - Conecte-se ao futuro.
All models agree: needs_more_evidence (45%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Pagamento imediato dos pedidos de ressarcimento de saldos credores de tributos federais (PIS/Cofins
Precisa de mais evidência Confiança 13%
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Impostos, tributos e contribuições: veja o que foi adiado, suspenso ou reduzido durante a pandemia - Banco do Empreendedor
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Governo recebe Agenda do Sistema do Comércio para geração de emprego e renda - Vermelho
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Documento entregue ao governo destaca propostas para regulação, tributação e infraestrutura como pilares para avanço do setor
GX Explica: Crédito BNDES — linhas, taxas e como economizar nos financiamentos - GX capital - Conecte-se ao futuro
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CNI entregou a Alckmin 8 medidas para diminuir efeitos da taxação de Trump - SBT News
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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou ao vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), uma lista de oito medidas prioritárias com propostas do setor em áreas como créd...
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Cashback, crédito e adiamento de tributos: veja as medidas do Governo para apoiar PMEs afetadas pelo tarifaço
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Prazo para comprovação de exportação dobra para 1.500 dias e impacta ACCs
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BNDES abre nova consulta a crédito do Brasil Soberano | Brasil | Valor Econômico
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
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CNI evita retaliação e propõe 8 medidas para exportadores
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Com localizações salvas você poderá receber alertas de lugares que você escolheu e da sua atual localização.
Selo Biocombustível Social será reestruturado para fortalecer agricultura familiar — Agência Gov
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Proposta de decreto foi apresentada nesta quarta-feira (10); documento será entregue ao presidente Lula
Ministro do Desenvolvimento Agrário diz que governo quer diminuir conflitos no campo - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados
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Programa Terra da Gente pretende assentar 295 mil famílias agricultoras até 2026
Coronavírus: BC ampliou o prazo de contratos de câmbio
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Devido as efeitos da pandemia do Coronavírus, o exportador passa a ter até 1.500 dias entre a contratação e a liquidação da operação de exportação.
NOVO! Parcelamento Simplificado para Débitos Previdenciários Anteriores a Outubro/2022 (Origem GFIP) - PJ em geral — Receita Federal
Sustenta Registro governamental Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
Parcelamento Ordinário Administrativo é o acordo celebrado entre a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil – RFB e o devedor, que tem por finalidade o pagamento parcela...
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tarifas de 50% aos produtos brasileiros
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Artigo de notícia | Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
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Geraldo Alckmin
https://exame.com/mundo/isencao-de-trump-abrange-42-das-exportacoes-brasileir... |
Artigo de notícia | Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |