Credibilidade
21%
Credibilidade
21%
Coordenação
28%
Completude
50%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
O artigo relata corretamente o núcleo factual: o governo federal apresentou aos estados uma proposta para zerar o ICMS sobre diesel importado com compensação parcial. Contudo, a matéria tem lacunas e representa números-chave (especialmente a estimativa de renúncia fiscal de ~R$ 3 bilhões/mês e sua divisão) sem documentação ou metodologia claras; também incorpora formulações causais não demonstradas e uma manchete com tom sensacionalista. Em suma: não há evidência de manipulação deliberada, mas existem falhas significativas de apuração que impedem confiar plenamente em algumas das alegações mais impactantes.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
Este evento foi analisado em 11 artigos
Governo oferece R$ 1,5 bi/mês para estados zerarem ICMS do diesel
Fazenda propõe redução a zero de ICMS a diesel com compensação de 50% da União
Durigan diz ter medidas alternativas se ICMS do diesel não avançar - ISTOÉ DI...
Governo propõe zerar ICMS do diesel importado com compensação parcial aos est...
Rejeição de Estados a corte de ICMS dos combustíveis seria “falta de compromi...
Rejeição de estados a corte de ICMS do diesel seria “falta de compromisso”, d...
Durigan diz que governo buscará alternativas se ICMS do diesel não avançar | ...
Durigan indica medidas alternativas caso ICMS do diesel não avance - Portal P...
Durigan diz ter medidas alternativas se ICMS do diesel não avançar - Região N...
Durigan: governo tem mais medidas caso estados travem proposta do ICMS do diesel
Durigan diz que estados estão próximos de unanimidade sobre ICMS
Com base nos trechos fornecidos, a cobertura dos veículos analisados mostra convergência editorial sobre os fatos essenciais: a proposta do governo de zerar temporariamente o ICMS sobre diesel importado, a oferta de compensação federal equivalente a metade da perda dos estados e a estimativa agregada de custo (citado como cerca de R$ 3 bilhões). A narrativa recorrente enquadra a medida como uma ação emergencial para conter a alta dos combustíveis e evitar greve/desabastecimento, com o governo apresentado como agente conciliador que divide o impacto com os estados. Não há, nos trechos disponibilizados, uso consistente de falácias retóricas direcionadas nem ataque ao mensageiro; a cobertura é predominantemente substantiva e de relato de medida pública. Contudo, há omissões substantivas repetidas que restringem a avaliação crítica da proposta (ver listas abaixo). Esses elementos apontam para alinhamento editorial e repetição de enquadramentos, mas não para um padrão forte de coordenação narrativa coordenada — mais compatível com cobertura independente do mesmo fato, com pontos cegos comuns em reportagens curtas.
18 de mar. de 2026O ministério da Fazenda apresentou aos estados, nesta quarta-feira, uma proposta de zerar o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio, sendo que o governo federal vai banc...
18 de mar. de 2026O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, apresentou nesta quarta-feira (18) ao Confaz uma proposta para zerar temporariamente o ICMS sobre a importação de ó...
18 de mar. de 2026O Ministério da Fazenda apresentou nesta quarta-feira (18), em Brasília, uma proposta para que os estados zerem o ICMS sobre a importação de diesel, com compensação parcial da Uni...
18 de mar. de 2026A proposta de zerar o ICMS do diesel importado de forma temporária foi apresentada pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, durante reunião do Conselho N...
18 de mar. de 2026O Ministério da Fazenda propôs aos estados a isenção de ICMS sobre a importação de diesel, mediante uma compensação federal que cobriria 50% do impacto da medida. O custo é estima...
O texto é majoritariamente informativo e pouco emotivo, apoiado por números e declarações oficiais, por isso tem baixa temperatura emocional e alta densidade de evidências. No entanto, sinais de misrepresentação de fontes, 'authority laundering' e uma manchete sensacionalista elevam o risco de manipulação mesmo sem apelo emocional predominante.
Emoções dominantes
O artigo contém diversas afirmações factuais e números atribuídos a autoridades ou 'equipe econômica' sem fornecer fontes primárias (atas, notas técnicas, comunicações oficiais ou citações diretas). Em consequência, várias representações-chave são verificáveis apenas de forma limitada a partir do próprio texto; por isso foram classificadas como 'unverifiable', com severidade maior para estimativas fiscais e dados percentuais.
O texto atribui a explicação e a intenção da medida a Dario Durigan, mas não fornece citação direta, link para coletiva, transcrição nem fonte externa que permita verificar as declarações exatas. Sem acesso à declaração original, não é possível confirmar se o artigo reproduz fielmente as palavras ou o contexto do secretário-executivo.
O artigo apresenta números precisos de estimativa fiscal atribuídos à 'equipe econômica', mas não inclui fonte, relatório, nota técnica ou link que permita avaliar metodologia, horizonte temporal considerado, ou a origem dos cálculos. Sem esses elementos, não é possível confirmar a exatidão ou o alcance das estimativas.
O percentual de 'cerca de 30%' é apresentado sem referência a dados oficiais (ANP, Ministério, institutos) nem indicação se se refere a diesel especificamente ou a combustíveis em geral. A ausência de origem impede verificação e contextualização do número.
O texto afirma que a proposta foi discutida em reunião do Confaz em data específica, mas não inclui link a ata, nota do Confaz ou comunicado dos estados para comprovar a realização e o conteúdo da discussão.
O artigo relata um acordo da ANP com 21 estados, mas não fornece documento, comunicado conjunto, ou link que comprove o número de estados, os termos do acordo ou se o compartilhamento já entrou em operação.
A indicação dos seis estados que pediram mais tempo não é acompanhada de fonte (declaração dos governos estaduais, nota da ANP ou do próprio Confaz), o que impede confirmar a reclamação e seu teor.
O artigo antecipa a inclusão do tema em reunião futura do Confaz, mas não cita edital, convocação ou calendário público do conselho que confirme a data e a pauta, logo a afirmação não pode ser verificada apenas com o texto fornecido.
O artigo faz uma comparação com fatos de 2022 sobre reduções do ICMS e compensações, mas não cita documentos, matérias da época ou declarações oficiais que corroborem a caracterização histórica apresentada; portanto, a assertiva não pode ser verificada a partir do texto fornecido.
Não há manipulação temporal flagrante como uso de dados muito antigos sem indicação; porém o artigo omite a data de início da vigência proposta e usa expressões de recência sem cronologia detalhada, o que pode gerar ambiguidade sobre o período real considerado nas estimativas.
A vigência sugerida vai até o dia 31 de maio.
O artigo informa a data final da vigência proposta, mas não especifica a data de início da isenção do ICMS sobre diesel importado. A omissão do ponto inicial torna ambígua a interpretação do período total considerado nas estimativas financeiras citadas mais adiante.
A alta recente do petróleo no mercado internacional, impulsionada pelo conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, tem elevado o custo do diesel importado.
O texto usa 'alta recente' e apresenta relacionamentos causais entre um conflito internacional e preços do petróleo sem delimitar o horizonte temporal exato ou apresentar evidência temporalizada; isso pode criar a impressão de que as movimentações citadas são imediatamente atuais, sem fontes temporais.
O texto apresenta números fiscais e percentuais relevantes sem detalhar bases, métodos ou períodos usados nas estimativas. Há inconsistência aparente entre o valor mensal citado e o total estimado, e falta de definição do denominador para o percentual de dependência de importações.
Como o Brasil depende de compras externas para cerca de 30% do consumo, essa variação tem reflexo direto no mercado interno.
O percentual de 'cerca de 30%' é apresentado sem explicar a que exatamente se refere (diesel especificamente, todos os combustíveis, ou outro indicador) e sem informar a fonte dos dados ou o período de referência. A falta de denominador e definição torna a estatística pouco informativa.
Para avaliar o impacto real seria preciso especificar se o 30% refere‑se ao consumo de diesel e indicar a fonte (por ex., ANP) e o período usado no cálculo.
De acordo com estimativas da equipe econômica, a renúncia fiscal pode alcançar cerca de R$ 3 bilhões por mês. Desse montante, aproximadamente R$ 1,5 bilhão seria ressarcido pelo governo federal.
Os valores mensais e a parcela atribuída à União são apresentados sem metodologia, horizonte temporal de aplicação nem qualquer documento de apoio. Não é possível verificar como foram calculados os R$ 3 bilhões/mês nem se incluem componentes variáveis.
Seria necessário apresentar a nota técnica ou planilha que explique o cálculo (base de incidência, volume de importação estimado, alíquota média de ICMS considerada, período de vigência) para contextualizar e validar os números.
Considerando todo o período de vigência, o impacto total pode chegar a R$ 6 bilhões, dividido igualmente entre União e estados.
O artigo afirma um impacto total de R$ 6 bilhões embora tenha citado R$ 3 bilhões por mês anteriormente, sem indicar quantos meses foram considerados para chegar a R$ 6 bilhões. Dado que a vigência é indicada como 'até 31 de maio' a partir da publicação em 18 de março, a falta de clareza sobre o início torna a relação entre valor mensal e total ambígua.
Se a vigência fosse desde 18/03 até 31/05 (~2,4 meses), R$ 3 bilhões/mês resultariam em aproximadamente R$ 7,3 bilhões, não R$ 6 bilhões. O artigo deveria especificar período exato usado para o cálculo do total.
Não há cadeias de referência explícitas no texto (links, menções a matérias de terceiros que por sua vez citam fontes menores, etc.). O artigo atribui informações a entidades (equipe econômica, ANP, Confaz) mas não mostra um encadeamento de citações que caracterize 'authority laundering'.
O texto apresenta formulações retóricas que favorecem a aceitação da proposta do governo. Identifiquei uma alegação causal direta (sem evidência) de que zerar o ICMS importado "garantirá oferta suficiente" — uma false_cause de alta gravidade que sustenta o argumento principal da medida. Há também uma construção retórica que liga a alta do diesel ao risco de uma paralisação nacional (slippery_slope, gravidade média), criando urgência. Por fim, expressões elogiosas sobre o diálogo com estados funcionam como loaded_language de baixa gravidade, suavizando críticas e legitimando a proposta. Em conjunto, esses elementos produzem um viés moderado de narrativa favorável ao governo.
Por isso, a proposta busca reduzir esse descompasso e garantir oferta suficiente do produto.
O trecho apresenta como certa a relação causal entre zerar o ICMS do diesel importado e a garantia de oferta suficiente, sem evidência concreta de que a redução tributária resolveria os gargalos logísticos, de capacidade de importação ou incentivos comerciais. Isso empurra a narrativa de que a medida tributária por si só resolverá o risco de falta de abastecimento, justificando a política com uma promessa de efeito direto não comprovado.
A urgência das medidas também está relacionada ao risco de uma paralisação nacional de caminhoneiros, diante da alta do diesel.
O parágrafo sugere que a alta do diesel pode conduzir a uma paralisação nacional e a consequências graves (evocando 2018), criando uma sensação de inevitabilidade que pressiona por ação imediata. É uma escalada retórica que vincula preço a greve nacional sem demonstrar probabilidade ou intervenientes que tornem essa consequência inevitável, favorecendo aceitação rápida da proposta.
a atual proposta prioriza o diálogo e a construção conjunta de soluções.
A formulação valoriza positivamente a ação do governo ('prioriza o diálogo', 'construção conjunta'), carregando o texto de tom favorável e legitimador sem contrapeso crítico. Trata-se de linguagem elogiosa que molda a percepção do leitor sobre a boa-fé e superioridade do método atual em relação a 2022, empurrando a narrativa de que a proposta é mais legítima apenas por sua forma.
O artigo descreve a proposta do governo e fornece números e justificativas gerais, mas deixa sem responder questões cruciais: a origem e a metodologia dos R$ 3 bilhões/mês; se a redução do ICMS será de fato repassada aos consumidores; o mecanismo e o risco de não pagamento da compensação aos estados; a fonte e o período da alegada dependência de "cerca de 30%" de importações; e os possíveis efeitos sobre a produção e concorrência doméstica. Esses gaps são verificáveis em fontes públicas e podem alterar a avaliação da eficácia e da viabilidade da medida.
Qual é a metodologia e as fontes por trás da estimativa de renúncia fiscal de "cerca de R$ 3 bilhões por mês" e da divisão de R$ 1,5 bilhão para a União?
Sem saber como esses números foram calculados (horizonte temporal, quais tributos/volumes considerados, premissas de preço e de importação), não é possível avaliar a magnitude real do impacto fiscal nem a credibilidade da proposta apresentada pelo governo.
18 de mar. de 2026O Ministério da Fazenda propôs aos estados a isenção de ICMS sobre a importação de diesel, mediante uma compensação federal que cobriria 50% do impacto da medida. O custo é estima...
18 de mar. de 2026O Ministério da Fazenda apresentou aos estados uma proposta para zerar o ICMS sobre a importação de diesel, com compensação financeira da União para cobrir metade das perdas.
18 de mar. de 2026De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões por mês até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a r...
Há evidências de que zerar o ICMS sobre o diesel importado será repassado aos preços ao consumidor — ou seja, qual é o grau de 'pass-through' histórico de medidas tributárias sobre combustíveis no Brasil?
A justificativa central da medida é reduzir impacto no abastecimento e nos preços; se a redução tributária não for repassada ao varejo (intermediários ou distribuidores absorverem a margem), a medida pode não cumprir seu objetivo apesar da renúncia fiscal.
3 dias atrásO repasse do ICMS em operações interestaduais com combustíveis é um quebra-cabeça que muda conforme o produto e o sujeito passivo — e um erro no cálculo pode gerar um passivo retroativo.
17 de mar. de 2026Governo federal anunciou isenção de impostos sobre o combustível diante da guerra no Irã e da escalada do preço petróleo. Lula pediu boa vontade dos governadores para reduzir o ICMS.
A seguir, elaboramos um compilado de alterações legislativas relevantes sobre o ICMS monofásico nos combustíveis, que podem ser acessadas de forma iterativa e utilizadas como fonte de pesquisa.
Como e quando a compensação prometida pela União aos estados seria efetivamente paga — existe previsão legal, mecanismo orçamentário ou precedente (por exemplo 2022) que explique prazos e risco de não compensação?
Se a compensação federal for incerta, retardada ou condicionada, estados podem recusar a medida ou sofrer perda fiscal, alterando o equilíbrio político e econômico da proposta; conhecer o mecanismo é essencial para avaliar viabilidade.
Por parte dos estados, o dinheiro obtido com as liminares entrará nas estatísticas oficiais de 2022 e será contado como receita para todos os fins no respectivo exercício. O montante restante será ...
Após um período de três meses de diálogo entre os governadores e Ministério da Fazenda, as partes chegaram a um consenso e definiram o valor de R$ 26,9 bilhões a ser compensado aos estados devido à...
10 de dez. de 2025Veja como o fundo compensação benefícios fiscais ICMS funciona, quem pode receber, de onde vem o dinheiro e até quando haverá pagamentos.
A estatística de que "o Brasil depende de compras externas para cerca de 30% do consumo" refere‑se especificamente ao diesel e a qual período/fonte essa porcentagem corresponde?
Saber a fonte e o período dessa porcentagem é necessário para avaliar se a justificativa de emergência (risco de desabastecimento por queda de importações) é atual e robusta, ou se se baseia em dados desatualizados/imprecisos.
Desde o ano de 2006, o Brasil é autossuficiente na produção de petróleo bruto, ou seja, deixou de ser um importador para tornar-se exportador líquido.1 Já no caso dos derivados, principalmente do ó...
22 de mar. de 2026De acordo com Eberaldo de Almeida Neto, ex-presidente do IBP, o país importa entre 25% e 30% do diesel consumido, situação agravada pelo período de colheita da safra
22 de mar. de 2026Sobre possíveis soluções, Eberaldo mencionou o potencial dos biocombustíveis. Ele explicou que o diesel consumido no Brasil, chamado de diesel B, contém 15% de biodiesel e 85% de ...
Quais seriam os efeitos sobre a indústria doméstica (refinarias nacionais e produção interna) e sobre incentivos a importar caso o ICMS fosse zerado apenas para diesel importado?
Uma isenção seletiva pode distorcer concorrência entre diesel nacional e importado, afetar produção local e investimento em refinarias; entender esses efeitos é essencial para avaliar custos econômicos não mencionados no texto.
18 de mar. de 2026A redução do ICMS sobre a importação do diesel será temporária. O Ministério da Fazenda estima que a medida deve vigorar até 31 de maio. Na avaliação do governo, essa medida que a...
18 de mar. de 2026O governo federal propôs aos estados zerar o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio, sendo que metade de suas perdas seria compensada pela União.
18 de mar. de 2026O governo federal apresentou aos estados uma proposta de desoneração do ICMS sobre a importação de diesel como resposta aos impactos da guerra no Oriente Médio sobre os preços no ...
O governo federal apresentou aos estados e ao Distrito Federal uma proposta para reduzir temporariamente a carga tributária sobre o diesel importado, em meio à escalada dos preços internacionais do petróleo. A medida foi discutida nesta quarta-feira (18) durante reunião virtua...
O governo federal apresentou aos estados
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As fontes fornecidas confirmam que o governo federal apresentou uma proposta aos estados relacionada ao diesel. Ver, por exemplo, G1 — "Diesel: 22 estados aderem a proposta do governo para conter alta de preços" (https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/03/31/diesel-estados-proposta-governo.ghtml) e Exame — "Aumento do diesel: entenda a proposta do governo aos estados para zerar ICMS sobre importação" (https://exame.com/brasil/aumento-do-diesel-entenda-a-proposta-do-governo-aos-estados-para-zerar-icms-sobre-importacao/), que relatam explicitamente a apresentação da proposta pelo governo aos estados. Sources consulted: Diesel: 22 estados aderem a proposta do governo para conter alta de preços | G1; Aumento do diesel: entenda a proposta do governo aos estados para zerar ICMS sobre importação | Exame; Diesel: 20 estados aderem a proposta do governo para conter alta de preços | SINDIPE.
All models agree: supported (88%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
O país ainda depende de importação para cerca de 30% do diesel consumido.
Sustentado Confiança 40% Reavaliado 1×
Fontes citadas indicam que o Brasil depende de importações na ordem de ~25–30% do diesel consumido. Artigos jornalísticos e análises (ex.: CNN Brasil: "Governo propõe zerar ICMS na importação do diesel; impacto é de R$ 3 bi | CNN Brasil", https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/governo-propoe-zerar-icms-importacao-do-diesel-impacto-e-de-r-3-bilhoes/ e reportagem que cita estimativa de 25–30%: "Brasil depende de importação de 25% a 30% do diesel..." https://www.brasilemfolhas.com.br/2026/03/brasil-dependencia-importacao-diesel-ibp/) confirmam a faixa mencionada. Sources consulted: Governo propõe zerar ICMS na importação do diesel; impacto é de R$ 3 bi | CNN Brasil; Subvenção do diesel: Durigan acredita em "unanimidade" com estados; Brasil importa menos gasolina e diesel em 2023 com alta da produção da Petrobras (PETR4) - Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes. (Reused from a prior investigation — exact match.) (Reused from a prior investigation — exact match.)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
A proposta foi detalhada pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan. Segundo ele, a iniciativa tem caráter emergencial
Misto Confiança 33% Atribuição Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
Há evidência de que Dario Durigan (secretário-executivo/Ministro da Fazenda) participou das discussões e apresentou propostas ao Confaz (ver R7 — "Governo propõe que estados zerem ICMS do diesel importado..." https://noticias.r7.com/brasilia/governo-propoe-que-estados-zerem-icms-do-diesel-importado-e-promete-ressarcir-r-3-bilhoes-18032026/ e página sobre Durigan no G1 https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/03/26/dario-durigan-o-que-esperar-do-ministro-da-fazenda-em-meio-a-guerra-diesel-caro-e-ano-eleitoral.ghtml), mas nenhum dos documentos fornecidos contém uma citação clara de Durigan afirmando que “a iniciativa tem caráter emergencial”. Assim, a parte que atribui a ele essa declaração carece de evidência nos materiais apresentados. Sources consulted: O que esperar de Dario Durigan como ministro da Fazenda | G1; Governo propõe que estados zerem ICMS do diesel importado e promete ressarcir R$ 3 bilhões – Noticias R7; Dario Durigan – Wikipédia, a enciclopédia livre.
All models agree: needs_more_evidence (72%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
De acordo com estimativas da equipe econômica, a renúncia fiscal pode alcançar cerca de R$ 3 bilhões por mês. Desse montante, aproximadamente R$ 1,5 bilhão seria ressarcido pelo governo federal. Considerando todo o período de vigência, o impacto total pode chegar a R$ 6 bilhões, dividido igualmente entre União e estados.
Precisa de mais evidência Confiança 24% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As três fontes fornecidas para esta alegação tratam de renúncia fiscal relacionada a alterações do Imposto de Renda (valores como R$ 31,25 bilhões) e não apresentam, nos trechos fornecidos, a estimativa específica de renúncia de R$ 3 bilhões por mês nem a divisão de R$ 1,5 bilhão mensal pela União/total de R$ 6 bilhões para a vigência da medida. Ver exemplos: O Crente News (https://ocrente.com.br/economia/camara-renuncia-fiscal-31-bilhoes-isencao-ir/), Portal SSA (https://portalssa.com.br/renuncia-fiscal-sobe-para-r-31-bilhoes-com-mudancas-no-ir-aprovadas-pela-camara/) e Portal Estudio92 (https://portalestudio92.com.br/artigos/renuncia-fiscal-sobe-para-r-31-bilhoes-com-mudancas-no-imposto-de-renda-aprovadas-pela-camara/). Essas fontes não corroboram os números citados sobre o diesel; portanto é necessária evidência adicional específica sobre a proposta do diesel/ICMS. Sources consulted: Câmara eleva renúncia fiscal para R$ 31,25 bilhões ao ampliar isenção do IR - O Crente News; Renúncia fiscal sobe para R$ 31 bilhões com mudanças no IR aprovadas pela Câmara – Portal SSA; Renúncia fiscal sobe para R$ 31 bilhões com mudanças no Imposto de Renda aprovadas pela Câmara.
All models agree: needs_more_evidence (84%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 1); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
O tema deve voltar à pauta no próximo dia 27, quando o Confaz realizará uma reunião presencial em São Paulo para deliberar sobre o assunto.
Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural
Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Brasil importa menos gasolina e diesel em 2023 com alta da produção da Petrobras (PETR4) - Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O Brasil reduziu as importações de diesel e gasolina em 2023 ante o ano anterior, em meio a uma expansão do consumo de biocombustíveis e com um avanço da produção da Petrobras (...
Câmara eleva renúncia fiscal para R$ 31,25 bilhões ao ampliar isenção do IR - O Crente News
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Aprovado na noite de quarta-feira (1º) pela Câmara dos Deputados, o projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para salários de até R$ 5 mil alçou a renúncia...
Renúncia fiscal sobe para R$ 31 bilhões com mudanças no Imposto de Renda aprovadas pela Câmara
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
As alterações feita pelo deputado federal Arthur Lira (PP-AL) no texto final da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês fizeram a renúncia fiscal do gov...
Governo quer que Estados zerem ICMS sobre importação de diesel e propõe arcar com 50% das perdas
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Escolha sua cor favorita para personalizar a interface! Selecione o tema abaixo e veja uma prévia instantânea.
Durigan: sugestão é União arcar com 50% da renúncia de Estados no ICMS de importação do diesel - 18/03/2026 | Diário do Grande ABC
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta quarta-feira, 18, que a pasta sugeriu a Estados e Distrito Federal que zerem o ICMS sobre a importaçã...
Governo propõe zerar ICMS na importação do diesel; impacto é de R$ 3 bi | CNN Brasil
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O Ministério da Fazenda propôs aos estados que zerem a cobrança de ICMS sobre a importação de diesel como uma forma de mitigar a alta do preço do combustível. A proposta foi apr...
Governo propõe zerar ICMS na importação do diesel até maio e dividir renúncia de R$ 3 bilhões com estados - Times Brasil | CNBC
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O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, apresentou nesta quarta-feira (18) ao Confaz uma proposta para zerar temporariamente o ICMS sobre a importação de...
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A União propôs que estados e o Distrito Federal zerem temporariamente o ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre a importação de diesel para conter a al...
Brasil depende de importação de 25% a 30% do diesel consumido, afirma ex-presidente do IBP – Portal de notícias Brasil em Folhas
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O Brasil não é autossuficiente na produção de diesel e depende da importação de 25% a 30% do combustível consumido no país. A afirmação foi feita por Eberaldo de Almeida Neto, e...
Governo negocia subvenção de R$ 1,20 por litro do diesel
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (24/3), que negocia com os estados uma solução para que seja concedida uma subvenção de R$ 1,20 no preço do litro...
O que esperar de Dario Durigan como ministro da Fazenda | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Dario Durigan, nomeado na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para comandar o Ministério da Fazenda, assume o cargo sem causar surpresa no mercado. Ex-...
Subvenção do diesel: Durigan acredita em "unanimidade" com estados
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (31/3), que está perto de haver uma “unanimidade” entre estados e o governo federal sobre a subvenção de R$ 1,20 ...
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Pelo menos 20 estados já indicaram adesão à proposta do governo federal que prevê uma subvenção (subsídio) a importadores de diesel para conter a alta do preço do combustível no...
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