Credibilidade
18%
Credibilidade
18%
Coordenação
30%
Completude
50%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
A matéria merece avaliação 'mixed'. Ela reporta fatos verificáveis (em particular a data de vigência citada da tarifa) e reúne fontes relevantes, mas adota enquadramentos especulativos (por exemplo, afirmar que pedir adiamento “deve” ser o próximo passo) e contém lacunas verificáveis e trechos incompletos. Não há evidência clara de manipulação deliberada, porém há omissões e alegações temporais/cronológicas que não estão suficientemente comprovadas com as fontes apresentadas.
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A cobertura examinada exibe alinhamento editorial em torno da ideia de que o caminho adequado é negociar e tentar adiar a vigência da tarifa de 50% — enquadramento que protege a posição da indústria e do agronegócio e apresenta o pedido de adiamento como passo lógico e necessário. Há convergência em focar atores institucionais (governo, CNI, senadores, vice‑presidência) e em usar linguagem que suaviza a impressão de crise imediata ("adiar", "ganhar tempo", "negociação"). Contudo, com os trechos fornecidos não há evidência de omissões idênticas e sistemáticas em todos os veículos que permitam afirmar coordenação editorial forte; o padrão parece mais de alinhamento editorial/semelhança de enquadre do que de narrativa coordenada (reportagem independente cobrindo o mesmo evento tende a priorizar a negociação diante da urgência política e econômica).
21 de fev. de 2026Tarifaço de Trump: veja a cronologia e como ficam as tarifas para o Brasil Nesta sexta-feira (20), a Suprema Corte derrubou a maior parte das tarifas do presidente americano.
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14 de jul. de 2025O pacote tarifário anunciado por Trump na semana passada coloca um novo ponto de tensão na relação entre Estados Unidos e Brasil. A medida prevê uma tarifa de 50% sobre todas as e...
30 de jul. de 2025O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) um decreto executivo que oficializa a imposição de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.
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O texto tem tom majoritariamente comedido, com baixíssima carga emotiva explícita, e traz fatos verificáveis (ex.: menção à tarifa de 50%, datas, reuniões e citação de Alckmin). Entretanto, indicadores de risco — especialmente sinais de misrepresentação de fontes, uso de autoridade questionável e um cabeçalho com caráter sensacionalista — elevam moderadamente o risco de manipulação, apesar da boa densidade de evidência no corpo do texto.
Emoções dominantes
Foram identificadas algumas afirmações no artigo que não são confirmadas pelos excertos das fontes fornecidas (cronologia do diálogo, cartas 'ignoradas', número de reuniões). Parte do relato sobre participação de empresas como Amazon e Coca‑Cola está compatível com as fontes vinculadas. Onde não há suporte nas fontes apresentadas, as alegações foram marcadas como 'unverifiable'.
O texto afirma que cartas do governo brasileiro foram ignoradas pela administração Trump, mas nenhum dos trechos fornecidos nas fontes vinculadas (os excertos) corrobora essa afirmação nem é citada uma fonte documental. Com os materiais disponibilizados não é possível verificar quando/onde/por quem essa informação foi documentada.
O artigo atribui um início do diálogo desde abril e afirma que em abril houve uma alíquota de 10%, mas nenhum dos excertos das fontes vinculadas fornecidas confirma esses detalhes cronológicos ou o valor de 10%. Com o material entregue, essa relação temporal e esse dado percentual não podem ser verificados.
O texto diz que houve quatro reuniões do comitê. Os excertos fornecidos mencionam reuniões (por exemplo encontro em 16/07 e reunião em 15/07), mas não confirmam especificamente o número 'quatro'. Não há fonte apresentada nos trechos que permita checar esse total.
O excerto da fonte vinculada lista reunião com empresas dos EUA que atuam no Brasil e cita Amazon e Coca‑Cola. A redação do artigo está alinhada com o conteúdo daquele excerto disponibilizado.
O texto é, em geral, claramente datado (publicado em 17/07/2025 e referindo-se a prazos até 1º/08). Contudo, há trechos que evocam eventos passados sem data precisa (cartas 'ignoradas') e uma simplificação do quadro temporal sobre o diálogo iniciado 'desde abril', o que gera preocupação moderada sobre apresentação temporal.
Cartas enviadas pelo governo brasileiro chegaram a ser ignoradas pela administração Trump.
A frase insinua uma ação recente e relevante (cartas 'ignoradas') sem indicar quando isso ocorreu. Sem data ou fonte associada nos trechos fornecidos, a frase pode transmitir impressão de atualidade/continuidade indevida.
O governo tenta abrir um diálogo oficial para tratar das tarifas desde abril, quando começou a guerra tarifária iniciada por Donald Trump...
O artigo apresenta abril como marco inicial do diálogo, mas não detalha desenvolvimentos intermediários ou se houve períodos de reação/pausa. Isso pode dar a impressão de uma continuidade mais simples do que a real complexidade do processo negociador.
Não há manipulações estatísticas graves (por exemplo, números fabricados), mas o texto faz uso de comparações relativas e uma contagem de dias úteis sem explicitar a base do cálculo. As omissões são de baixa a moderada gravidade e podem causar interpretações simplificadas.
a nova tarifa é cinco vezes maior que a anterior
A comparação relativa ('cinco vezes maior') é aritmética correta dada a menção de 50% frente a 10%, mas apresentada sem explicitar ambos os valores no mesmo ponto do texto pode levar leitores a focarem apenas na multiplicação relativa sem entender os níveis absolutos envolvidos.
O próprio texto menciona a nova tarifa (50%) e faz referência a uma tarifa anterior (10%) em outra passagem; a comparação de 'cinco vezes' corresponde à relação entre 50% e 10%.
até 1º de agosto, data em que a tarifa entra em vigor, restam apenas 11 dias úteis.
O artigo fornece contagem de '11 dias úteis' até 1º de agosto sem mostrar a data de referência explícita da contagem (embora a publicação seja de 17/07/2025). A contagem de dias úteis pode variar por feriados regionais e pelo critério adotado; sem apresentar como foi calculado, a afirmação carece de base explícita.
Considerando a data de publicação indicada (17/07/2025) até 01/08/2025 há 15 dias corridos; o número de dias úteis dependerá do calendário e de feriados locais. O texto não detalha essa metodologia.
Há uma citação direta atribuída a Geraldo Alckmin que não pode ser verificada com os excertos disponíveis. Não foi possível avaliar se a frase foi retirada de contexto ou truncada, portanto foi classificada como 'unverifiable' com gravidade moderada.
"“O bom é que se resolva nos próximos dias, mas, se houver a necessidade de prorrogar durante as negociações, não vejo problema”, disse Alckmin."
— Geraldo Alckmin
O artigo apresenta uma citação direta atribuída ao vice‑presidente Geraldo Alckmin, mas nenhum dos excertos fornecidos das fontes vinculadas contém essa citação completa ou contexto que permita verificar fidelidade/omissões. Sem acesso à fonte original da fala (por exemplo gravação, transcrição oficial ou nota), não é possível confirmar se houve truncamento ou se o trecho está citado fielmente.
Nas informações e nas fontes fornecidas não há indicação de cadeia de citação que amplifique uma fonte de baixa autoridade por meio de veículos sucessivamente maiores. As fontes vinculadas são páginas do mesmo veículo (CNN Brasil) e não foi apresentado um encadeamento problema.
O texto mistura relatos factuais de reuniões e declarações com escolhas retóricas que favorecem a visão de um impasse e de necessidade de adiamento. Usa linguagem carregada ("guerra tarifária"), seleciona evidências negativas (cartas supostamente ignoradas) para generalizar a postura dos EUA, e transforma possibilidade em conclusão certa ao afirmar que pedir adiamento "deve" ser o próximo passo. Essas técnicas promovem a narrativa de crise diplomática e justificam a estratégia sugerida sem provas conclusivas.
quando começou a guerra tarifária iniciada por Donald Trump
O trecho usa o termo carregado "guerra tarifária" em vez de uma expressão neutra (por exemplo, "disputa tarifária"), o que introduz conotação beligerante e emocional. Essa escolha de linguagem amplifica a percepção de conflito e pressiona o leitor a ver as ações dos EUA como agressivas, favorecendo a narrativa de que o Brasil está sob ataque econômico e justificando medidas defensivas como o pedido de adiamento.
Prejudica: O governo tenta abrir um diálogo oficial para tratar das tarifas desde abril, quando começou a guerra tarifária iniciada por Donald Trump
Cartas enviadas pelo governo brasileiro chegaram a ser ignoradas pela administração Trump.
O artigo destaca que cartas foram ignoradas e, a partir disso, afirma que "nada indica uma mudança de postura" dos EUA. Isso generaliza a partir de uma evidência seletiva (cartas ignoradas) sem apresentar outros elementos de diplomacia ou canais que possam contradizer essa conclusão. A apresentação seletiva reforça a narrativa de impasse diplomático e legitima a estratégia de pedir adiamento.
Prejudica: O governo tenta abrir um diálogo oficial para tratar das tarifas desde abril, quando começou a guerra tarifária iniciada por Donald Trump
o próximo passo do governo federal nas negociações com os Estados Unidos deve ser pedir o adiamento da cobrança do imposto.
O título e a primeira frase extrapolam os fatos relatados (pressão de empresários, reuniões e declaração de que pedir adiamento "poderá" ocorrer) para afirmar que pedir o adiamento "deve" ser o próximo passo do governo. Os elementos apresentados suportam que o adiamento é uma possibilidade ou uma demanda do setor privado, mas não comprovam que essa seja a decisão inevitável do governo. A redação converte possibilidade e pressão setorial em previsibilidade institucional, conduzindo o leitor a aceitar como certo um desfecho que não está estabelecido.
O texto relata reuniões e apoia a ideia de pedir adiamento da tarifa americana, mas omite pontos cruciais: se os EUA têm procedimento para prorrogar tarifas e precedentes; quais concessões concretas o Brasil poderia oferecer; provas documentais das cartas 'ignoradas' e do início das tentativas diplomáticas desde abril; estimativas sobre o impacto econômico e sobre quem suportará os custos; e evidências concretas de embarques/contratos já em risco. Essas lacunas são relevantes para avaliar a viabilidade e urgência do pedido de adiamento descrito na matéria.
Existe base legal ou precedente para que os Estados Unidos concedam um adiamento formal de tarifas anunciadas pelo presidente, e qual é o mecanismo diplomático/político necessário para isso?
Se não houver mecanismo claro para obter um adiamento junto ao governo dos EUA, então pedir prorrogação pode ser inviável e a estratégia descrita pelo artigo seria ilusória.
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23 de jul. de 2025O governo brasileiro reconhece que a possibilidade de adiar a entrada em vigor das novas tarifas impostas pelos Estados Unidos é praticamente nula.
Que tipo de concessões comerciais o governo brasileiro poderia oferecer na prática para convencer os EUA a adiar ou reduzir a sobretaxa, e essas concessões já foram discutidas nas reuniões citadas?
O artigo sugere que o Brasil poderia 'oferecer concessões' para ganhar tempo, mas sem especificar quais; a viabilidade da negociação depende do que está sendo oferecido e se isso é aceitável para interesses brasileiros.
28 de out. de 2025O Brasil demonstra abertura para negociações comerciais com os Estados Unidos, especialmente em áreas estratégicas como minerais críticos e ajustes tarifários. No entanto, o avanç...
A página de acordos comerciais tem como objetivo apresentar informações sobre os acordos comerciais e de investimentos assinados e em negociação pelo Brasil.
2 dias atrásReunião entre Lula e Trump criou grupo de trabalho para discutir tarifas e ampliar negociações comerciais entre Brasil e Estados Unidos.
Qual é a evidência documental de que cartas do governo brasileiro foram ignoradas pela administração Trump (datas, destinatários, respostas oficiais), e houve tentativas formais de diálogo desde abril, como afirma o texto?
O argumento de que o diálogo foi ignorado é central para justificar um pedido de adiamento; confirmar datas e respostas oficiais permite avaliar se o governo já esgotou vias diplomáticas.
15 de jul. de 2025Geraldo Alckmin afirmou que o governo brasileiro enviou uma carta à Casa Branca para negociar tarifas impostas pelos EUA, mas não recebeu resposta após dois meses, enquanto busca ...
16 de jul. de 2025O governo Lula informou nesta quarta-feira (16) que enviou uma nova carta ao governo dos Estados Unidos na qual manifestou "indignação" com a tarifa de 50% sobre produtos brasilei...
16 de jul. de 2025O governo brasileiro cobrou uma resposta dos Estados Unidos na negociação sobre o aumento das tarifas para 50%, disse agir em 'boa-fé' e voltou a criticar a imposição em carta env...
Há estimativas públicas sobre o impacto econômico e sobre preços que a sobretaxa de 50% terá para exportadores, importadores e consumidores brasileiros, e quem suportaria o custo (produtores, importadores, consumidores)?
Sem quantificação do impacto e da distribuição dos custos, o argumento de que as tarifas são 'insustentáveis' é vago; saber quem paga esclarece urgência e possíveis medidas compensatórias.
11 de jul. de 2025O g1 ouviu economistas e representantes dos setores que mais exportam para os EUA para entender os efeitos dessa tarifa e como ela pode influenciar os preços de itens do cotidiano...
11 de ago. de 2025A Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), que representa empresas como a JBS e Marfrig, estima perdas de US$ 1 bilhão com as novas tarifas de 50%.
Com a imposição de uma tarifa inédita de 50%, produtos como óleos brutos de petróleo, gasolina e derivados enfrentam perda imediata de competitividade frente a fornecedores sem barreiras — como Ará...
Existem contratos e embarques já em trânsito para os EUA que seriam impossibilitados pela tarifa, com documentação (listas de navios/portos/associações) que comprove risco imediato de quebra de contratos?
O artigo afirma que há produtos em portos e navios a caminho, mas sem evidências; confirmar a existência e escala desses embarques mostra se um adiamento é urgentemente necessário para evitar danos contratuais.
22 de jul. de 2025Setores como carne bovina, frutas, pescados e madeira já enfrentam interrupções na produção e no envio, com embarcações paradas, contratos cancelados e incertezas sobre a aplicaçã...
25 de jul. de 2025Ameaça de tarifaço de Trump faz com que 1.500 contêineres fiquem parados em portos no Brasil. Compradores nos EUA pedem suspensão de embarques. Saiba mais.
A entrada em vigor do tarifaço de 50% sobre alguns produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos, em agosto de 2025, trouxe mudanças relevantes para o comércio exterior.
Faltando 15 dias para o início da vigência da tarifa de 50% sobre a importação de produtos brasileiros, o próximo passo do governo federal nas negociações com os Estados Unidos deve ser pedir o adiamento da cobrança do imposto.
A medida entra em vigor no dia 1º de agosto de 2025
Sustentado Confiança 65% 2025 Desatualizado
EVIDÊNCIAS: o site oficial do Planalto afirma explicitamente que “A medida entra em vigor a partir de 1º de agosto” (https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2025/06/governo-aprova-aumento-de-etanol-na-gasolina-de-27-para-30-e-de-14-para-15-no-biodiesel). Outras fontes jornalísticas independentes e agência pública também reportam a mesma data, por exemplo Agência Gov/EBC (“A medida entrará em vigor a partir do dia 1º de agosto” — https://agenciagov.ebc.com.br/noticias/202506/brasil-avanca-na-autossuficiencia-de-combustiveis-com-aprovacao-do-e30-e-b15) e matérias da EXAME e Motor1/UOL que indicam que a mudança deve entrar em vigor a partir de 1º de agosto (https://exame.com/agro/mistura-do-etanol-na-gasolina-de-27-para-30-deve-entrar-em-vigor-a-partir-de-1o-de-agosto/; https://motor1.uol.com.br/news/763857/conselho-aprova-mais-etanol-gasolina/). CONCLUSÃO: fontes consistentes e, principalmente, a fonte governamental primária confirmam a data, logo a afirmação é suportada pelas evidências fornecidas. Sources consulted: Governo aprova aumento de etanol na gasolina de 27% para 30% e de 14% para 15% no biodiesel — Planalto; Gasolina terá 30% de etanol: veja quando a medida entra em vigor; Trump impõe tarifa de 50% ao Brasil: nova medida entra em vigor em 1º de agosto, sem prorrogações.
All models agree: supported (92%)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
O governo tenta abrir um diálogo oficial para tratar das tarifas desde abril, quando começou a guerra tarifária iniciada por Donald Trump
Misto Confiança 33% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
EVIDÊNCIAS: há reportagens que descrevem tentativas do governo brasileiro de dialogar com os EUA sobre as tarifas (O Globo — relato amplo sobre buscas de diálogo: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/10/06/busca-de-dialogo-entrevistas-e-atuacao-privada-como-o-governo-lula-e-empresarios-tentam-conter-tarifaco-de-trump.ghtml; Metrópoles relata aposta no diálogo e menciona que em abril houve taxação de 10% pelos EUA: https://www.metropoles.com/brasil/brasil-aposta-no-dialogo-para-reverter-o-tarifaco-imposto-por-trump). Outra fonte (Revista Oeste) descreve iniciativas de negociação em julho e dificuldades de avanço (https://revistaoeste.com/economia/governo-lula-nao-esta-conseguindo-negociar-com-trump-para-evitar-tarifa-sobre-produtos-brasileiros/). POR QUE NÃO HÁ PROVA SUFICIENTE: nenhuma das fontes fornecidas demonstra claramente que o governo vem tentando abrir um “diálogo oficial” desde abril — as matérias documentam tentativas em julho e relatos gerais posteriores, e Metrópoles menciona tarifas em abril, mas não prova que o esforço diplomático se iniciou naquele mês. CONCLUSÃO: a afirmação sobre o início das tentativas “desde abril” não está plenamente comprovada pelas fontes fornecidas; são necessárias evidências adicionais cronológicas e oficiais para sustentar esse recorte temporal. Sources consulted: Busca de diálogo, entrevistas e atuação privada: como o governo Lula e empresários tentam conter tarifaço de Trump; Brasil aposta no diálogo para reverter o tarifaço imposto por Trump; Governo Lula não está conseguindo negociar com Trump.
All models agree: needs_more_evidence (72%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Nesta quarta-feira (16), o vice-presidente da República
Misto Confiança 27% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
EVIDÊNCIAS E PROBLEMA: as fontes fornecidas mostram que o vice‑presidente Geraldo Alckmin fez declarações em datas mencionadas como “16” em diferentes matérias (Gazeta Brasil afirma que Alckmin “respondeu nesta quarta‑feira (16)” — https://gazetabrasil.com.br/governo/2025/07/16/alckmin-rebate-acusacoes-dos-eua-sobre-pix-e-desmatamento-vamos-explicar-ponto-a-ponto/; Jornal O Sul e Rádio Pampa reportam que ele “rebateu” críticas em data mencionada como sábado 16 — https://www.osul.com.br/o-vice-presidente-da-republica-e-ministro-do-desenvolvimento-geraldo-alckmin-rebateu-criticas-do-presidente-dos-estados-unidos-e-afirmou-que-o-pais-nao-tem-parceiro-melhor-do-que-o-brasil/; https://www.radiopampa.com.br/o-vice-presidente-da-republica-e-ministro-do-desenvolvimento-geraldo-alckmin-rebateu-criticas-do-presidente-dos-estados-unidos-e-afirmou-que-o-pais-nao-tem-parceiro-melhor-do-que-o-brasil/). POR QUE NÃO DÁ PARA AVALIAR: a alegação enviada está incompleta (termina em “o vice‑presidente da República”) e carece do predicado — não sabemos qual ação, declaração ou fato relacionado ao vice‑presidente está sendo afirmado para checagem. Além disso, há pequenas inconsistências de dia/descrição entre as matérias. CONCLUSÃO: impossível verificar a afirmação na forma atual; solicite a frase completa ou forneça o conteúdo específico a ser checado. Sources consulted: O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, rebateu críticas do presidente dos Estados Unidos e afirmou que o país "não tem parceiro melhor do que o Brasil" - Jornal O Sul; Alckmin Rebate Acusações dos EUA sobre Pix e Desmatamento: "Vamos Explicar Ponto a Ponto" - Gazeta Brasil- Notícias do Brasil e do Mundo; O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, rebateu críticas do presidente dos Estados Unidos e afirmou que o país “não tem parceiro melhor do que o Brasil” - Rádio Pampa.
All models agree: not_checkable (90%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 1); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Impacto da tarifa de 50% dos EUA aos produtos brasileiros - Sellor
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O governo dos Estados Unidos anunciou, por meio do ex-presidente Donald Trump, a imposição de uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros importados. A medida entra em...
Alckmin Rebate Acusações dos EUA sobre Pix e Desmatamento: "Vamos Explicar Ponto a Ponto" - Gazeta Brasil- Notícias do Brasil e do Mundo
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
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Governo Lula não está conseguindo negociar com Trump
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
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Brasil aposta no diálogo para reverter o tarifaço imposto por Trump
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que, a partir do dia 1º de agosto, vai taxar produtos brasileiros em 50%. Em abril, o Brasil já havia tido seus produtos ...
Trump impõe tarifa de 50% ao Brasil: nova medida entra em vigor em 1º de agosto, sem prorrogações
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A nova política tarifária dos Estados Unidos está prestes a entrar em vigor, e o Brasil está entre os países mais duramente atingidos. Segundo o secretário de Comércio americano...
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, rebateu críticas do presidente dos Estados Unidos e afirmou que o país "não tem parceiro melhor do que o Brasil" - Jornal O Sul
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, rebateu neste sábado (16) as críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e afirmou qu...
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, rebateu críticas do presidente dos Estados Unidos e afirmou que o país “não tem parceiro melhor do que o Brasil” - Rádio Pampa
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, rebateu neste sábado (16) as críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e afirmou qu...
Busca de diálogo, entrevistas e atuação privada: como o governo Lula e empresários tentam conter tarifaço de Trump
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O governo Lula, com apoio de empresários, busca diálogo com os EUA para mitigar o tarifaço de Trump sobre exportações brasileiras. Após esforços diplomáticos e reuniões com auto...
A partir de 1º de agosto, aumenta o teor de etanol na gasolina e de biodiesel no diesel. Entenda — Agência Gov
Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Mudanças aprovadas pelo Conselho Nacional de Política Energética vão permitir que o Brasil avance na autossuficiência e na redução do preço dos combustíveis. E também fortalecem...
Gasolina terá 30% de etanol: veja quando a medida entra em vigor
Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Desde outubro do ano passado, quando o Governo Federal anunciou o Programa Combustível do Futuro, flertava-se com o aumento do teor de etanol na gasolina comum vendida nos posto...
Nova regra vale a partir de 1º de agosto: gasolina terá mais etanol
Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Com localizações salvas você poderá receber alertas de lugares que você escolheu e da sua atual localização.
Governo aprova aumento de etanol na gasolina de 27% para 30% e de 14% para 15% no biodiesel — Planalto
Sustenta Registro governamental Posterior à alegação Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
O presidente Lula durante reunião que oficializou a mudança nas misturas dos combustíveis: protagonismo brasileiro na transição energética. Foto: Ricardo Stuckert / PR
Mistura do etanol na gasolina de 27% para 30% deve entrar em vigor a partir de 1º de agosto | Exame
Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A mudança na mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina, de 27% para 30%, e de biodiesel no diesel comum, de 14% para 15%, deve entrar em vigor a partir de 1º de agosto, a...
| Fonte | Tipo | Autoridade | Papel | Status |
|---|---|---|---|---|
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incluindo gigantes como Amazon e Coca-Cola
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/negocios/amazon-coca-cola-e-gm-veja-as-... |
Artigo de notícia | Secundário (65%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
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as tarifas são insustentáveis
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/tarifa-de-50-dos-eua-e-de... |
Artigo de notícia | Secundário (65%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
|
o governo negocie com os EUA a ampliação do prazo para o início da vigência da tarifa
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/industriais-pressionarao-... |
Artigo de notícia | Secundário (65%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
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desde abril
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/tarifaco-de-trump-veja-li... |
Artigo de notícia | Secundário (65%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Pendente |
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Brasil foi atingido por uma alíquota de 10%
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/trump-confirma-tarifa-rec... |
Artigo de notícia | Secundário (65%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Pendente |
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Cartas enviadas pelo governo brasileiro chegaram a ser ignoradas pela administração Trump
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/eua-nao-respondem-carta-e... |
Artigo de notícia | Secundário (65%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Pendente |
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afirmou que o Brasil poderá solicitar aos Estados Unidos o adiamento da tarifa de 50% sobre produtos brasileiros
https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/alckmin-diz-que-brasil-po... |
Artigo de notícia | Secundário (65%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Pendente |