Credibilidade
20%
Credibilidade
20%
Coordenação
42%
Completude
55%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
O artigo não parece constituir uma campanha deliberada de desinformação, mas contém omissões e escolhas editoriais relevantes que podem levar o leitor a conclusões exageradas ou pouco fundamentadas. Há matérias e fontes jornalísticas convergentes em pontos essenciais (por exemplo, investigação do USTR amparada na Seção 301 e menções a temas como Pix, etanol, desmatamento e propriedade intelectual), porém faltam fontes primárias e verificações que sustentem algumas afirmações centrais. Avaliação geral: mixed.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
Este evento foi analisado em 11 artigos
EUA questionam Pix e 25 de Março em investigação contra o Brasil
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A cobertura agrupada destaca consistentemente a abertura da investigação dos EUA contra o Brasil como impulsionada pela ação ou ameaça de Donald Trump, enfatiza itens simbólicos (Pix, Rua 25 de Março, pirataria) e chama atenção para a tarifa de 50% como consequência imediata. Ao mesmo tempo, os textos não trazem as provas concretas invocadas pelo USTR nem o teor completo da resposta brasileira — resultando em uma narrativa que prioriza o conflito político e as potenciais sanções sobre a análise detalhada das alegações técnicas. Há variação no tom (explicativo em veículos como G1 e Veja; acusatório/condensado em outros), o que aponta para alinhamento editorial parcial, não para uma fonte única ou cópia literal entre os textos.
14 de ago. de 2025A apuração foi anunciada uma semana após o presidente Donald Trump ameaçar e impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.
16 de jul. de 2025Trump anunciou que o governo americano investigaria o Brasil na carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em que também impôs tarifa de 50% sobre a importação de produ...
16 de jul. de 2025O maior centro de comércio popular no Brasil e na América Latina, a 25 de Março, no Centro de SP, entrou na mira de Donaldo Trump por conta da venda de produtos falsificados e da ...
16 de jul. de 2025USTR, sob ordem de Trump, iniciou investigação comercial contra o Brasil com base na Seção 301, alegando práticas comerciais "injustas". A investigação mira desde o sistema Pix at...
16 de jul. de 2025Caso o Brasil seja considerado culpado por prejudicar a relação comercial entre os dois países, Trump pode até aumentar as tarifas de importação para produtos nacionais enviados a...
O texto é predominantemente informativo e usa poucas palavras emotivas, apresentando alegações específicas do USTR e uma citação do vice‑presidente, o que sustenta alta densidade de evidência. Contudo, sinais como authority laundering muito alto e uma pontuação de má‑representação moderada elevam o risco de manipulação contextual, mesmo que a emoção não esteja sendo usada para substituir evidências.
Emoções dominantes
O artigo reporta alegações do USTR e cita dispositivo legal, mas não traz fontes primárias (documento do USTR, comunicado oficial, ou referência legislativa detalhada). Há mistura de norma e calendário processual e apresentação de uma cadeia causal (investigação ligada a 'pressões' prévias) sem evidência citada, o que configura distorções de gravidade média a alta.
O texto combina três afirmações diferentes (base legal, ano de criação da norma e existência de audiência pública 'marcada para o próximo mês') sem apontar fonte externa. A redação sugere que a própria Seção 301 "marcou" a audiência, quando procedimentos administrativos (do USTR) é que definem calendário — a lei prevê procedimentos gerais. Sem documento do USTR ou citação direta da agenda, a passagem mistura norma e cronograma, o que distorce a separação entre norma legal e ato processual.
O artigo afirma quais pontos o USTR teria levantado, mas não fornece o texto da notificação, link ou citação oficial do USTR. Sem a fonte primária, não é possível confirmar se as menções e o detalhamento correspondem ao teor do documento do USTR ou se houve seleção/exclusão de itens.
O trecho estabelece uma relação causal e histórica ampla entre a investigação do USTR e 'as pressões do governo Trump', citando medidas prévias (tarifas de 50%, sanções) sem apresentar fontes nem datas. A frase agrega ações distintas numa cadeia causal implícita sem documentação — isso amplia o escopo e pode induzir o leitor a aceitar uma narrativa de retaliação sistemática sem evidência apresentada no próprio artigo.
O artigo mistura eventos e períodos sem indicar fontes ou datas precisas, especialmente ao ligar medidas anteriores e tarifas a uma suposta campanha de pressão e ao afirmar um agendamento próximo sem referência. Há risco de induzir leituras de causalidade ou atualidade que não estão documentadas no texto.
A investigação acontece no âmbito das pressões do governo Trump por conta do processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por golpe de Estado, que já incluíram tarifas de 50% sobre produtos brasileiros e sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O parágrafo junta eventos de momentos possivelmente distintos (processos, imposição de tarifas e sanções) e apresenta-os como parte de um mesmo movimento de pressão, sugerindo uma sequência causal. O artigo não fornece datas ou referências que permitam verificar a cronologia ou a relação causal entre esses fatos.
A norma, criada em 1974, prevê a realização de uma audiência pública, marcada para o próximo mês, além da possibilidade de consultas entre os governos.
O texto usa o ano de criação da norma junto com a informação de uma audiência 'marcada para o próximo mês' sem clarificar se a marcação é ato recente do USTR. A proximidade temporal é implícita e pode levar o leitor a confundirem um dispositivo legal antigo com uma ação administrativa atual, sem fonte que confirme o agendamento.
Há uso de um percentual impactante (50%) sem base ou contexto, o que torna a referência estatística potencialmente enganosa. Fora isso, o texto não apresenta outros números que exijam correções estatísticas.
que já incluíram tarifas de 50% sobre produtos brasileiros
O percentual '50%' é citado sem contextualização: não especifica quais produtos, quem aplicou as tarifas, quando foram impostas, nem o universo usado como base. Isso torna a estatística suscetível a interpretação errônea ou exagerada.
Seria necessário informar: a quais produtos a tarifa foi aplicada, qual autoridade a impôs, data de implementação, e se 50% é alíquota ad valorem sobre preço, sobre uma linha tarifária específica, ou medida proposta versus efetivada.
Existem citações claras no texto, mas nenhuma está acompanhada de fonte primária (ex.: link, local e data da declaração). Sem essas referências, não é possível verificar se houve truncamento ou alteração de contexto — risco presente, porém de gravidade baixa dado o teor das frases citadas.
""Não tem parceiro melhor [que o Brasil]. Nosso trabalho é continuar o diálogo e continuar a negociação""
— Geraldo Alckmin (PSB)
O artigo apresenta a citação atribuída ao vice-presidente Geraldo Alckmin, mas não indica fonte (ex.: entrevista, coletiva, publicação). Sem a gravação, transcrição completa ou contexto, não é possível avaliar se a citação foi truncada, parafraseada ou colocada fora de contexto.
""bancarização""
— Geraldo Alckmin (PSB) / texto atribui a carta que 'alega'—ambiguidade na atribuição
A palavra aparece entre aspas numa passagem que resume o posicionamento atribuído a Alckmin/carta, mas o artigo não apresenta a fala ou documento original. Não é possível confirmar se o termo foi usado textualmente pelo interlocutor ou se o jornal o destacou editorialmente.
O artigo não fornece cadeias de citação (links ou referências a reports/ posts originais) que permitam identificar um processo de 'authority laundering' a partir de fontes de baixa autoridade sendo recicladas. Não há evidência no texto de repasse de informação por meios sucessivos sem nova evidência.
O artigo mistura reportagens factuais com redação que sugere motivações políticas e tranquilizadores oficiais sem evidências adicionais. Identifiquei: (1) uma atribuição causal direta entre um processo contra Bolsonaro e pressões/medidas do governo dos EUA (false_cause, alta gravidade); (2) tratamento da acusação de "golpe de Estado" como fato estabelecido (false_admission, gravidade média); (3) uso da declaração do vice‑presidente Alckmin como autoridade para neutralizar preocupações sobre o Pix sem apresentar dados (appeal_to_authority, média); e (4) linguagem de manchete sensacionalista que enfatiza a inclusão da Rua 25 de Março (loaded_language, baixa). Essas escolhas retóricas empurram a narrativa de retaliação política e minimizam dúvidas legítimas, embora o texto contenha também elementos informativos.
A investigação acontece no âmbito das pressões do governo Trump por conta do processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por golpe de Estado
O texto atribui causalmente a investigação e medidas (como tarifas e sanções) a uma suposta "pressão" motivada por um processo contra Jair Bolsonaro, sem apresentar evidência que conecte direta e necessariamente o processo judicial a essa política externa. Essa construção empurra a narrativa de retaliação política entre governos, desviando da necessidade de provas sobre motivações reais.
Prejudica: A investigação acontece no âmbito das pressões do governo Trump por conta do processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por golpe de Estado, qu...
processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por golpe de Estado
A passagem trata o "processo ... por golpe de Estado" como um fato consumado, em vez de deixá-lo no campo de alegação ou investigação. Ao apresentar a acusação como estabelecida, o artigo reduz a distinção entre alegação e fato comprovado, o que favorece uma leitura condenatória e simplificada do contexto político.
Prejudica: A investigação acontece no âmbito das pressões do governo Trump por conta do processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por golpe de Estado, qu...
Segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), a carta deve afirmar que não vai modificar o sistema do Pix, alegando que a ferramenta favoreceu a "bancarização" do país, sem afetar empresas americanas do setor, como a Visa.
O artigo usa a declaração formal do vice‑presidente como argumento para neutralizar a preocupação sobre o Pix e o impacto em empresas americanas, sem apresentar evidência técnica ou dados que corroborem a afirmação. Isso transfere autoridade política para validar um ponto contestado, orientando o leitor a aceitar a versão governamental como suficiente.
Prejudica: O USTR acusa o Brasil de violar normas do comércio internacional em várias frentes, como o funcionamento do Pix, o combate ao desmatamento, as barr...
Governo Trump questiona uso do Pix e até Rua 25 de março
O título usa o advérbio "até" para criar efeito de surpresa e sensacionalismo, sugerindo que a inclusão da Rua 25 de Março é algo extremo ou chocante. Essa escolha lexical tende a amplificar a percepção de exagero por parte do USTR, orientando emocionalmente o leitor em vez de apenas informar.
Prejudica: O USTR acusa o Brasil de violar normas do comércio internacional em várias frentes, como o funcionamento do Pix, o combate ao desmatamento, as barr...
O artigo relata a resposta do Brasil à investigação do USTR, mas omite detalhes cruciais: não separa o que a lei (Seção 301) prevê do que é calendário administrativo do USTR; não lista as alegações e provas específicas contra o Pix nem contra empresas americanas; não identifica as supostas "tarifas de 50%" (produtos, datas, autoridade); não mostra precedentes práticos de sanções sob a Seção 301; e não documenta evidência de que a ação do USTR seja retaliação política ligada ao governo Trump. Essas lacunas dificultam avaliar a gravidade e a legitimidade das acusações e das potenciais consequências.
A Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 prevê especificamente uma "audiência pública marcada para o próximo mês" ou o calendário é definido por atos administrativos do USTR?
A distinção importa porque o artigo mistura norma legal com cronograma processual; saber quem marca a audiência e conforme que procedimento confirma se houve prognóstico indevido sobre prazos e obrigações legais. Sem essa clareza, o leitor não sabe se o calendário citado é formal ou especulativo.
19 de ago. de 2025O governo brasileiro e o USTR (Representante Comercial da Casa Branca) terão um encontro presencial, em Washington, para discutir as investigações comerciais americanas no âmbito ...
2 de set. de 2025WASHINGTON - The Office of the United States Trade Representative will hold a public hearing on September 3, 2025, regarding the Section 301 investigation of Brazil's acts, policie...
16 de out. de 2025Ambos os lados também concordaram em trabalhar juntos para agendar uma reunião entre os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva o mais cedo possível, afirmou o USTR.
Quais são as alegações concretas do USTR sobre o funcionamento do Pix e que evidências o órgão apresenta de que isso prejudica empresas americanas (por exemplo, Visa)?
O artigo reporta que o USTR questiona o Pix e que o governo brasileiro diz que não afeta empresas americanas; entender os detalhes das alegações e as provas é essencial para avaliar se a defesa brasileira é plausível ou meramente retórica.
19 de ago. de 2025Pedida pelo governo Trump em julho, a investigação busca apurar possíveis práticas brasileiras que possam afetar negativamente empresas estadunidenses, especialmente em setores co...
19 de ago. de 2025O governo brasileiro entregou nesta segunda-feira (18) uma resposta oficial à investigação aberta pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que acusa o...
17 de ago. de 2025O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) respondeu nesta 2ª feira (18.ago.2025) aos Estados Unidos que o Pix visa à segurança do sistema financeiro, sem discriminar ...
A afirmação de "tarifas de 50% sobre produtos brasileiros" refere‑se a medidas específicas aplicadas pelos EUA (quais produtos, quando e por qual autoridade)?
Sem identificar quais tarifas, por quem foram impostas e em que contexto, a cifra de 50% pode ser enganosa; detalhar essas medidas é necessário para avaliar a escala e a legitimidade das "pressões" citadas no artigo.
30 de jul. de 2025O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) um decreto que oficializa a imposição de uma tarifa extra de 40% sobre produtos brasileiros, totaliz...
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgou a lista completa de produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos que foram atingidos pela tarifa adicional de a...
9 de jul. de 2025A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), de aplicar uma tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros vendidos ao país norte-americano tem um p...
Que medidas a Seção 301 costuma autorizar na prática (precedentes) e que tipo de sanções o USTR já aplicou a outros países em investigações semelhantes?
Saber precedentes e medidas efetivamente adotadas pelo USTR permite avaliar o risco real de sanções ao Brasil e se as ameaças noticiadas são plausíveis ou hiperbólicas.
18 de ago. de 2025O governo brasileiro apresentou hoje, 18 de agosto, comentários escritos ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), no âmbito da investigação iniciada sob...
15 de jul. de 2025"At President Trump's direction, I am launching a Section 301 investigation into Brazil's attacks on American social media companies as well as other unfair trading practices that...
19 de ago. de 2025O governo brasileiro apresentou hoje, 18 de agosto, comentários escritos ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), no âmbito da investigação iniciada sob...
Existe evidência pública que conecte formalmente a investigação do USTR às ações políticas do governo Trump contra líderes brasileiros (por exemplo, relação causal comprovada) ou a relação é alegada sem documentação?
O artigo sugere que a investigação ocorre no âmbito de pressões políticas relacionadas ao caso Bolsonaro; confirmar se há ligação documentada evita interpretar correlações políticas como provas de retaliação oficial.
16 de ago. de 2025O futuro das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, já impactadas pelo tarifaço do presidente Donald Trump, vai depender dos desdobramentos do julgamento da Seção 301.
Em um movimento que promete acirrar as tensões comerciais, os Estados Unidos, por meio do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), anunciaram em 15 de julho de 2025 o início de uma inv...
19 de ago. de 2025O governo brasileiro enviou nesta segunda-feira (18) a resposta formal à investigação aberta pelos Estados Unidos sobre supostas práticas comerciais "injustas" do Brasil em que re...
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A apuração do USTR foi aberta com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos, que autoriza o poder Executivo americano a investigar práticas consideradas lesivas para o comércio e a aplicar sanções.
Sustentado Confiança 82%
Evidências fornecidas confirmam que a apuração do USTR foi aberta com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 e que essa Seção confere poder ao Executivo dos EUA para investigar práticas comerciais e adotar medidas/sanções. Veja, por exemplo, a nota do Ministério das Relações Exteriores do Brasil que menciona explicitamente investigação “ao amparo da Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA de 1974” ("Comentários Escritos do Brasil ao USTR no âmbito da Seção 301 — Ministério das Relações Exteriores", https://www.gov.br/mre/pt-br/canais_atendimento/imprensa/notas-a-imprensa/comentarios-escritos-do-brasil-ao-ustr-no-ambito-da-secao-301) e reportagens que explicam que o USTR iniciou investigação sob a Seção 301 (G1, https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/08/16/tarifaco-futuro-da-relacao-comercial-com-os-eua-passa-pelo-julgamento-da-secao-301-entenda.ghtml) e que a Seção 301 autoriza investigação e imposição de medidas como tarifas (Diário do Grande ABC, https://www.dgabc.com.br/Noticia/4244644/secao-301-entenda-como-eua-investigarao-as-praticas-comerciais-do-brasil-apos-decisao-de-trump). Com base nessas fontes, a alegação está apoiada. Sources consulted: Comentários Escritos do Brasil ao USTR no âmbito da Seção 301 — Ministério das Relações Exteriores; Portal da Câmara dos Deputados; Tarifaço: futuro da relação comercial com os EUA passa pelo julgamento da Seção 301; entenda | G1.
All models agree: supported (86%)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
O USTR acusa o Brasil de violar normas do comércio internacional em várias frentes, como o funcionamento do Pix, o combate ao desmatamento, as barreiras ao etanol, além de infrações relativas à propriedade intelectual ? com menção direta à Rua 25 de Março, epicentro do comércio popular em São Paulo ? e casos de corrupção.
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
As fontes fornecidas indicam que o USTR está analisando e acusando o Brasil em múltiplas frentes citadas na afirmação: PIX, desmatamento/meio ambiente, barreiras ao etanol e propriedade intelectual. Reportagens apontam que representantes dos EUA questionaram o Brasil sobre PIX, etanol, propriedade intelectual e políticas ambientais (G1, "Brasil responde a questões da gestão Trump sobre PIX, etanol e meio ambiente; negociações seguem", https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/04/16/brasil-responde-a-questoes-da-gestao-trump-sobre-pix-etanol-e-meio-ambiente-negociacoes-seguem.ghtml) e que esses pontos são parte dos temas em análise pela USTR (Metrópoles, https://www.metropoles.com/colunas/paulo-cappelli/eua-conclui-em-julho-relatorio-que-pode-acarretar-em-sancoes-ao-brasil). A matéria da ISTOÉ menciona explicitamente acusações relativas a propriedade intelectual com referência à Rua 25 de Março e cita também casos de corrupção (ISTOÉ, "Brasil entregará resposta aos EUA sobre ‘práticas desleais'", https://istoe.com.br/brasil-entregara-resposta-aos-eua-sobre-praticas-desleais). Todas as três fontes são reportagens jornalísticas que convergem no relato; portanto a afirmação está apoiada pelas evidências disponíveis, embora provenham de fontes secundárias. Sources consulted: Brasil responde a questões da gestão Trump sobre PIX, etanol e meio ambiente; negociações seguem | G1; EUA conclui em julho relatório que pode acarretar em sanções ao Brasil; Brasil entregará resposta aos EUA sobre ‘práticas desleais’ - ISTOÉ Independente.
All models agree: supported (72%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
A norma, criada em 1974, prevê a realização de uma audiência pública, marcada para o próximo mês, além da possibilidade de consultas entre os governos.
Precisa de mais evidência Confiança 33% em 1974
A única evidência fornecida para esta afirmação é uma página sobre audiências públicas do Conselho Federal de Contabilidade ("Audiência Pública | ::Conselho Federal de Contabilidade::", https://cfc.org.br/tecnica/audiencia-publica/), que descreve práticas de audiências públicas do CFC e não documenta o texto da Seção 301 de 1974, nem prova que a norma prevê especificamente uma audiência pública marcada para o próximo mês ou consultas entre governos. Não há nas evidências entregues nenhuma fonte primária (por exemplo, o texto da Seção 301, site do USTR ou documento oficial do governo dos EUA) que confirme que a Seção 301 de 1974 estabelece formalmente uma audiência pública agendada para o mês seguinte ou procedimentos de consulta intergovernamental. Logo, a reivindicação carece de evidências adicionais e não pode ser verificada com os documentos fornecidos. Sources consulted: Audiência Pública | ::Conselho Federal de Contabilidade::.
All models agree: needs_more_evidence (90%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 1); dated evidence for temporal verification; contradiction checks (all evidence currently supports).
Segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), a carta deve afirmar que não vai modificar o sistema do Pix, alegando que a ferramenta favoreceu a "bancarização" do país, sem afetar empresas americanas do setor, como a Visa.
Precisa de mais evidência Confiança 13% Atribuição
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
A investigação acontece no âmbito das pressões do governo Trump por conta do processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro por golpe de Estado, que já incluíram tarifas de 50% sobre produtos brasileiros
Precisa de mais evidência Confiança 13%
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Seção 301: entenda como EUA investigarão as práticas comerciais do Brasil após decisão de Trump - 09/07/2025 | Diário do Grande ABC
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Além de prometer tarifa de 50% sobre importações do Brasil, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou ter orientado o Escritório do Representante Comercial (USTR) ...
Tarifaço: futuro da relação comercial com os EUA passa pelo julgamento da Seção 301; entenda | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O futuro das relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, já impactadas pelo tarifaço do presidente Donald Trump, vai depender dos desdobramentos do julgamento da Seção 301.
Brasil entregará resposta aos EUA sobre ‘práticas desleais’ - ISTOÉ Independente
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
(ANSA) – BRASÍLIA, 18 AGO – O governo Lula deve apresentar nesta segunda-feira (18) um relatório em resposta à ação por supostas práticas comerciais “desleais” aberta pelo Escri...
Brasil responde a questões da gestão Trump sobre PIX, etanol e meio ambiente; negociações seguem | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O Ministério das Relações Exteriores informou nesta quinta-feira (16) que a delegação brasileira respondeu a todos os questionamentos feitos pelos auxiliares do presidente dos E...
EUA conclui em julho relatório que pode acarretar em sanções ao Brasil
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A Representação de Comércio dos Estados Unidos (USTR) prevê concluir em julho o relatório sobre práticas comerciais brasileiras consideradas “desleais” pelo governo Trump e que ...
Comentários Escritos do Brasil ao USTR no âmbito da Seção 301 — Ministério das Relações Exteriores
Sustenta Registro governamental Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
O governo brasileiro apresentou hoje, 18 de agosto, comentários escritos ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), no âmbito da investigação iniciada s...
Portal da Câmara dos Deputados
Sustenta Registro legislativo Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
Dispõe sobre a legislação tributária federal, as contribuições para a seguridade social, o processo administrativo de consulta e dá outras providências.
Audiência Pública | ::Conselho Federal de Contabilidade::
Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
As manifestações recebidas na audiência são consideradas públicas a não ser que o manifestante solicite expressamente que as contribuições sejam tratadas de forma reservada.
| Fonte | Tipo | Autoridade | Papel | Status |
|---|---|---|---|---|
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Lula
https://www.terra.com.br/tudo-sobre/lula |
Artigo de notícia | Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
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Bolsonaro
https://www.terra.com.br/tudo-sobre/bolsonaro |
Artigo de notícia | Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
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Alexandre de Moraes
https://www.terra.com.br/tudo-sobre/alexandre-de-moraes |
Artigo de notícia | Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |