Credibilidade
19%
Credibilidade
19%
Coordenação
45%
Completude
45%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
O artigo traz uma cobertura relevante e oportunamente fundamentada em estudos e declarações públicas sobre a tarifa de 50% dos EUA, mas peca por dependência excessiva de um único estudo (Fiemg) sem detalhar metodologia, por linguagem sensacionalista na chamada e por lacunas contextuais que impedem o leitor de avaliar a magnitude e a plausibilidade das estimativas. Em suma: reportagem informativa, porém incompleta — não há evidência clara de manipulação deliberada, mas há falhas editoriais que podem levar a interpretações exageradas.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
Este evento foi analisado em 7 artigos
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Lula descarta acordos exclusivos para minerais críticos
Cobertura múltipla concentra-se em um único quadro: a tarifa adicional de até 50% imposta pelos EUA como choque negativo para a economia brasileira, com forte reliance em estimativas da Fiemg sobre perdas de PIB e empregos. Esse alinhamento é esperado para um grande choque comercial e não indica, por si só, coordenação editorial; porém há sinais de convergência gráfica e omissiva que merecem nota: várias peças repetem números e mensagens da Fiemg sem apresentar a metodologia nem detalhar mecanismos intermédios (implementação da tarifa, lista completa de produtos afetados, evidência sobre redirecionamento de exportações e repasse de preços), resultando em narrativa homogênea que privilegia o impacto agregado sobre preços, emprego e PIB.
29 de ago. de 2025As propostas contam com o apoio do Fórum Estadual Pró-Emprego e Renda, formado por entidades empresariais e centrais sindicais mineiras, reforçando a urgência de medidas que prese...
29 de ago. de 2025Leia mais sobre as propostas da FIEMG para proteger a indústria brasileira da tarifa de 50% dos EUA e os impactos na economia nacional.
22 de jul. de 2025O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil pode perder até R$ 175 bilhões "no longo prazo" com a tarifa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a exportações...
23 de jul. de 2025De acordo com a Fiemg, as eventuais tarifas de 50% sobre produtos dos EUA, cogitadas por Lula na semana passada, provocariam retração de 2,21% no PIB, ou R$ 259 bilhões, e a perda...
29 de ago. de 2025Em Contagem (MG), o presidente Fiemg, Flávio Roscoe, entrega a Lula documento com propostas para reduzir o impacto da tarifa adicional de 50% imposta pelos EUA a produtos brasilei...
O texto usa linguagem predominantemente informativa, com citações de especialistas e dados (por exemplo, o estudo da Fiemg), por isso há baixo uso de apelos emocionais no corpo da matéria. A principal preocupação é a manchete sensacionalista e evidências de imprecisão/contexto incompleto apontadas por outros analisadores, que aumentam o risco de interpretação enviesada, mas não caracterizam substituição de evidência por emoção.
Emoções dominantes
O artigo cita fontes e apresenta números específicos (decreto com "694 exceções"; estudo da Fiemg com impactos econômicos quantificados) mas não inclui referências primárias ou links que permitam checar se os trechos e cifras foram reproduzidos fielmente. Diante da ausência de fontes verificáveis no texto, as alegações relevantes foram classificadas como "inverificáveis" e uma das cargas numéricas recebeu severidade alta por seu impacto.
O artigo afirma que o presidente dos EUA assinou um decreto referido como “tarifaço”, mas não fornece link, citação direta do decreto nem referência documental que permita verificar o texto ou a data exata do ato. Com base apenas no conteúdo fornecido, não é possível confirmar se a formulação ou o escopo apresentada corresponde ao documento oficial.
O número específico de "694 exceções" é citado sem referência ao documento ou à lista que comprove esse recorte. Não há link ou fonte primária no texto para verificar se esse número e a divisão descrita correspondem ao decreto ou a outra publicação oficial.
O artigo atribui números e estimativas específicas a um estudo da Fiemg, mas não fornece link, resumo metodológico ou acesso ao estudo citado. Sem a fonte primária não é possível avaliar se os valores foram reportados corretamente, se houve interpretação imprecisa dos resultados ou se a metodologia justifica as conclusões apresentadas.
O texto traz percentuais e impactos absolutos relevantes, todos derivados de um estudo citado, mas não fornece o contexto estatístico necessário (denominadores, períodos de referência, metodologia). As cifras sem esse contexto limitam a capacidade do leitor de avaliar a magnitude real dos efeitos e podem induzir a interpretações exageradas.
as tarifas adicionais sobre produtos brasileiros afetam 55% do valor total de exportações do Brasil para os EUA.
A porcentagem de 55% é apresentada sem indicar a base numérica (valor absoluto das exportações considerado), período de referência nem detalhamento setorial. Isso impede avaliar o significado prático da porcentagem e se ela reflete volume, valor ou outra métrica.
Seria necessário informar o valor absoluto das exportações usadas como denominador, o período analisado (ano civil, 12 meses acumulados etc.) e se a medida considera categorias específicas de produtos ou todo o conjunto de exportações para os EUA.
haverá redução de R$ 25,8 bilhões no curto prazo e R$ 110 bilhões no longo prazo no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro... perda de R$ 2,74 bilhões em renda familiar nos próximos dois anos, assim como o corte de 146 mil postos de trabalho formais e informais.
Foram divulgados impactos absolutos (valores em R$ e número de empregos) sem contextualização: não há indicação do horizonte temporal exato para "curto" e "longo" prazo, nem do tamanho do PIB base, população empregada de referência, ou metodologia empregada pelo estudo para chegar a esses números. Isso torna difícil avaliar a magnitude e a plausibilidade das estimativas.
Seria necessário apresentar o período de referência, a metodologia (modelo econômico ou supostos usados), os valores de PIB ou emprego contra os quais a perda foi calculada e intervalos de confiança ou cenários alternativos para julgar a robustez das estimativas.
O artigo inclui várias citações de especialistas, mas não indica fontes primárias (entrevistas completas, áudios ou links) que permitam verificar se foram citadas de forma íntegra. Sem essas fontes, não é possível confirmar se houve recorte que altere o sentido original; por isso as citações foram classificadas como "inverificáveis" com severidade baixa.
"“A depender da região, existe a possibilidade de esses itens ficarem mais baratos, já que parte do que seria exportado pode ser direcionado ao consumo doméstico”"
— Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos
O artigo apresenta a citação direta, mas não fornece fonte primária (vídeo, entrevista completa ou transcrição) para verificar se a frase foi extraída com fidelidade ao contexto em que foi proferida.
"“Sabemos que boa parte da nossa carne vai para os EUA e, com a tarifa de 50%, fica claro que o mercado americano vai repassar isso para o consumidor final. E aí a gente se pergunta, será que a empresa americana vai continuar comprando esses produtos?”"
— Débora Farias, advogada de Direito Empresarial e do Consumidor
A declaração aparece no texto sem referência à entrevista original, gravação ou nota; portanto não é possível checar se houve omissão de contexto que altere o sentido do que foi dito.
"“os produtos impactados pelo tarifaço, em sua maioria, são commodities (matérias-primas como o petróleo) – um mercado competitivo, com margens de lucro tradicionalmente baixas, o que limita o espaço para cortes de preços.”"
— Renan Pieri, professor de economia da FGV-EAESP
Novamente, trata-se de uma citação direta sem link para a fonte primária. Não há como confirmar se o trecho está completo ou se foi escolhido de forma a enfatizar apenas uma parte da observação do especialista.
No texto fornecido não há evidência de cadeia de citações em que uma fonte de baixa autoridade foi amplificada por meios sucessivos até ganhar aparente legitimidade sem novo material probatório. As referências são diretas (especialistas, Fiemg) e não há indicação de republicação em cadeia.
O texto mistura dados e projeções com linguagem enfática e depende de um estudo específico (Fiemg) para quantificar impactos macroeconômicos. Há um salto editorial ao afirmar que os consumidores ‘devem’ sentir o efeito no bolso, apesar de o próprio artigo apresentar cenários contraditórios (possível queda temporária de preços em alguns casos e riscos de desemprego/queda do PIB). Também recorre a termo sensacionalista (“tarifaço”) e não contextualiza limitações ou alternativas ao estudo citado, o que aumenta a carga retórica sobre a evidência fornecida.
vão muito além de uma disputa comercial e devem causar impacto no bolso do consumidor brasileiro
O trecho afirma com força que os efeitos “devem causar impacto no bolso do consumidor”, enquanto o corpo do texto apresenta cenários mistos (possível redução temporária de preços em algumas regiões, mas também risco de desemprego e queda do PIB). A conclusão editorial é mais assertiva do que a evidência apresentada, que é circunstancial e dependente de cenários e de um estudo específico. Isso empurra a narrativa de impacto direto e generalizado sobre o consumidor sem justificar a certeza dessa consequência.
Prejudica: Mesmo valendo para produtos vendidos para fora do Brasil, os impactos da tarifa de 50% aplicada sobre as exportações para os Estados Unidos vão mui...
as tarifas adicionais sobre produtos brasileiros afetam 55% do valor total de exportações do Brasil para os EUA
O artigo baseia-se fortemente num único estudo da Fiemg para quantificar perdas de PIB, renda e empregos, e apresenta esses números de modo a sustentar um impacto amplo. Não há contextualização de incertezas, alternativas metodológicas ou outras estimativas que confirmem ou moderem esses resultados. Usar um único estudo como prova conclusiva amplifica a gravidade do quadro sem mostrar margem de erro ou contrapontos, empurrando a narrativa de impacto severo.
assinou o decreto do “tarifaço”
O uso do termo coloquial e hiperbólico “tarifaço” carrega carga emotiva e sensacionalista, amplificando percepções negativas sobre a medida além do que a descrição factual exigiria. Esse tipo de expressão tende a enquadrar o leitor para ver a ação como excepcionalmente agressiva, reforçando uma narrativa dramática sem contribuir com nova evidência.
O artigo discute efeitos potenciais da tarifa de 50% sobre exportações brasileiras, mas omite detalhes essenciais: não identifica a base/metodologia da porcentagem citada sobre exposições; não esclarece horizonte e premissas dos impactos macro (emprego e PIB); não avalia a viabilidade de redirecionar vendas a outros mercados; assume repasse de ganhos para consumidores sem evidência de pass-through; e não considera respostas políticas/comerciais do Brasil que poderiam mudar o resultado. Essas lacunas comprometem a avaliação sobre quem realmente será mais afetado e por quanto tempo.
Qual é a base e a metodologia por trás da porcentagem de 55% (ou outra cifra similar) de exportações que seriam afetadas pela tarifa de 50%?
Sem saber que métrica (valor, volume, número de produtos, período) e que método foram usados, não é possível avaliar a magnitude real do choque e se a cifra reflete exposição efetiva do Brasil ao mercado americano.
12 de jul. de 2025A tarifa de 50% sobre produtos brasileiros anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, representa um duro golpe para o comércio exterior do Brasil.
6 de ago. de 2025Um novo estudo divulgado nesta terça-feira (5) pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) estimou que, mesmo com as 694 exceções, as tarifas adicionais sobre p...
1 de ago. de 2025Estados Unidos impõem tarifa de 50% a produtos brasileiros a partir de 6 de agosto, a maior taxação global. A medida é retaliação à perseguição política a Bolsonaro e pode escalar ...
Quais são o horizonte temporal e as premissas usadas para estimar as perdas de empregos e a queda do PIB mencionadas no estudo citado?
Impactos em "curto" e "longo" prazo dependem de premissas sobre elasticidade, realocação de mão de obra e reação das empresas; sem essas premissas, os números podem ser enganosos.
22 de jul. de 2025O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil pode perder até R$ 175 bilhões "no longo prazo" com a tarifa de 50% imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a exportações...
12 de set. de 2025As tarifas de até 50% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros devem reduzir o PIB em 0,2 ponto percentual entre agosto de 2025 e dezembro de 2026 e gerar a perda de c...
22 de jul. de 2025Estudo da Fiemg estima que a imposição de tarifas de 50% sobre todos os produtos brasileiros exportados aos EUA pode resultar em perdas de até R$ 175 bilhões no PIB do Brasil ao l...
Existe capacidade de absorção por outros mercados internacionais para os volumes que deixarem de ser exportados aos EUA, ou o excedente teria mesmo que ser destinado ao mercado interno?
A possibilidade de redirecionar exports para terceiros mercados altera totalmente o efeito sobre preços domésticos e sobre o setor produtivo; sem verificar alternativas de demanda, a conclusão sobre queda de preços é incerta.
12 de jul. de 2025A tarifa de 50% sobre produtos brasileiros anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, representa um duro golpe para o comércio exterior do Brasil.
15 de jul. de 2025De acordo com estimativas da agência Fitch, a tarifa de 50% poderá gerar um efeito médio equivalente a uma elevação de 35% nos custos de exportação, considerando produtos já tarif...
Após a tarifa de 50% ao Brasil imposta pelos EUA, país busca novos mercados para exportação. Conheça os destinos viáveis e os desafios da diversificação.
Há evidências históricas ou setoriais de que ganhos de margem por importadores ou atacadistas são integralmente repassados ao consumidor final no Brasil?
A suposição de que supermercados ou distribuidores irão reduzir preços e repassar benefício ao consumidor é uma hipótese de repasse (pass-through) que precisa ser verificada por dados empíricos para ser considerada plausível.
Esta pesquisa teve como objetivos investigar o pass-through cambial em alguns de seus distintos aspectos e observando sua propagação ao longo da cadeia produtiva e de distribuição de preços, enfati...
Crie consultas para conhecer as exportações e importações do Brasil com diversos níveis de detalhes. Personalize suas consultas e extraia os dados em CSV ou Planilhas.
Utilizando Análise Insumo-Produto (AIP) foi investigada a pressão de custos exercida por variações cambiais (cost-push channel), além de serem analisados o papel dos bens finais importados e a part...
O artigo considerou possíveis respostas políticas ou comerciais do Brasil (retaliação, subsídios, acordos) e como elas poderiam mitigar ou agravar os efeitos?
Medidas de reação do governo brasileiro ou negociações bilaterais podem alterar rapidez, magnitude e duração do impacto, tornando essencial saber se tais cenários foram avaliados.
4 de ago. de 2025As negociações com Washington devem ser lentas e complexas, afirmou uma das fontes, e por isso o governo brasileiro está priorizando medidas imediatas de apoio aos exportadores, co...
31 de jul. de 2025Diante da possibilidade de reação imediata do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à decisão do governo Donald Trump de impor tarifas de 50% aos produtos brasileiros, a Confe...
10 de jul. de 2025Governo do presidente Lula ainda estuda que medidas poderá adotar para uma eventual retaliação às tarifas impostas por Donald Trump. Diversificar parcerias comerciais, apostar no ...
Mesmo valendo para produtos vendidos para fora do Brasil, os impactos da tarifa de 50% aplicada sobre as exportações para os Estados Unidos vão muito além de uma disputa comercial e devem causar impacto no bolso do consumidor brasileiro. De acordo com os especialistas, podem m...
Mesmo valendo para produtos vendidos para fora do Brasil, os impactos da tarifa de 50% aplicada sobre as exportações para os Estados Unidos vão muito além de uma disputa comercial
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As fontes fornecidas apontam que os efeitos da tarifa de 50% extrapolam uma mera disputa comercial, alcançando competitividade, setores produtivos e a economia brasileira em geral. Artigos do R7 ("Competitividade em risco: como a tarifa de 50% dos EUA afeta a economia brasileira?" - https://noticias.r7.com/brasilia/competitividade-em-risco-como-a-tarifa-de-50-dos-eua-afeta-a-economia-brasileira-11072025/), do FazComex ("Exportações para os Estados Unidos: os produtos mais exportados e os impactos da taxa de 50%" - https://www.fazcomex.com.br/exportacao/exportacoes-para-os-estados-unidos-os-produtos-mais-exportados-e-os-impactos-da-taxa-de-50/) e da análise Brasiliano INTERISK ("Impactos da Tarifa de 50% dos EUA sobre o Brasil: Riscos, Causas e Consequencias") descrevem riscos à competitividade, retração de embarques, efeitos em setores-chave (petróleo, agropecuária, bens industriais) e incerteza macroeconômica, apoiando a afirmação de impactos além de uma disputa puramente comercial. Sources consulted: Competitividade em risco: como a tarifa de 50% dos EUA afeta a economia brasileira? – Noticias R7; Exportações para os Estados Unidos: os produtos mais exportados e os impactos da taxa de 50%; Impactos da Tarifa de 50% dos EUA sobre o Brasil: Riscos, Causas e Consequências | Brasiliano INTERISK.
All models agree: supported (75%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 2); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Na última semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou o decreto do “tarifaço”
Misto Confiança 49% Desatualizado
Evidências apresentadas confirmam que Donald Trump assinou mesmo uma ordem executiva/decreto relativo ao chamado “tarifaço”. Reportagens da BBC (“Tarifas de Trump: o que diz ordem executiva que institui tarifaço contra o Brasil” - https://www.bbc.com/portuguese/articles/clydg6zp30vo), do G1 (“Tarifaço de Trump: quem se deu bem e quem se deu mal entre as exceções aos 50%” - https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/07/31/tarifaco-de-trump-quem-se-deu-bem-e-quem-se-deu-mal-entre-as-excecoes-da-taxa-de-50percent.ghtml) e da CNN Brasil (https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/tarifaco-de-trump-veja-cronologia-das-medidas-tomadas-pelos-eua/) indicam que a medida foi formalizada com a assinatura de um decreto/ordem executiva em 30 de julho, tornando a tarifa oficial. Observa-se também que registros da Câmara (https://www.camara.leg.br/noticias/1178313-deputados-criticam-anuncio-dos-eua-de-tarifa-de-50-para-as-exportacoes-brasileiras/) relatam o anúncio prévio (9 de julho), o que concorre com a sequência noticiada de anúncio seguido de assinatura do decreto. Sources consulted: Deputados criticam anúncio dos EUA de tarifa de 50% para as exportações brasileiras - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados; Aprovada Moção de Louvor ao presidente dos EUA, Donald Trump — Portal da Câmara dos Deputados; Tarifaço de Trump: quem se deu bem e quem se deu mal entre as exceções aos 50% | G1.
All models agree: supported (85%)
Evidência ausente: Evidence base is reasonable. Additional independent confirmation would strengthen confidence.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Competitividade em risco: como a tarifa de 50% dos EUA afeta a economia brasileira? – Noticias R7
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Após o anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na quarta-feira (9), sobre uma nova tarifa de 50% para os produtos brasileiros, o clima é de incerteza para a econ...
Tarifas de Trump: o que diz ordem executiva que institui tarifaço contra o Brasil - BBC News Brasil
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente Donald Trump assinou nesta quarta-feira (30/7) uma ordem executiva confirmando a adoção de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros vendidos aos EUA.
Tarifaço de Trump: quem se deu bem e quem se deu mal entre as exceções aos 50% | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O decreto assinado nesta quarta-feira (30) pelo presidente Donald Trump elevou em 40 pontos percentuais a alíquota sobre produtos brasileiros, totalizando 50%, mas também trouxe...
Tarifaço de Trump: veja cronologia das medidas tomadas pelos EUA | CNN Brasil
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente Donald Trump tem afirmado repetidamente que a palavra "tarifa" é uma de suas favoritas.
Aprovada Moção de Louvor ao presidente dos EUA, Donald Trump — Portal da Câmara dos Deputados
Sustenta Registro legislativo Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
Brasília – A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) aprovou Moção de Louvor e Regozijo ao presidente dos EUA, Donald Trump, nesta quarta-feira, 9, por inic...
Impactos da Tarifa de 50% dos EUA sobre o Brasil: Riscos, Causas e Consequências | Brasiliano INTERISK
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Consultor de Risco Geopolítico com foco em MENA (Oriente Médio e Norte da África), Brasiliano INTERISK.
Exportações para os Estados Unidos: os produtos mais exportados e os impactos da taxa de 50%
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A aplicação de uma cobrança tarifária de 50% sobre mercadorias brasileiras a partir de 1º de agosto, comunicada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode gerar uma ...
Deputados criticam anúncio dos EUA de tarifa de 50% para as exportações brasileiras - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados
Contesta Registro legislativo Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
Decisão do presidente norte-americano repercutiu nos discursos no Plenário da Câmara
| Fonte | Tipo | Autoridade | Papel | Status |
|---|---|---|---|---|
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Donald Trump
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aqui
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petróleo
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EUA
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boa parte da nossa carne vai para os EUA
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commodities
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PIB
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confira a análise
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siderurgia
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dívidas
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crédito
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score de crédito
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câmbio
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moeda americana subiu 3,07% no mercado doméstico
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índice DXY
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