Credibilidade
20%
Credibilidade
20%
Coordenação
15%
Completude
55%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
O artigo cobre um evento real — o discurso de abertura de Lula na 80ª Assembleia Geral da ONU — e relata pontos verificáveis (críticas às sanções/tarifas, defesa de regulação de redes sociais, menção à questão israelense). No entanto, há lacunas factuais e afirmações sem fonte direta que reduzem a confiabilidade: a alegação sobre o “tarifaço” de 50% é sustentada por reportagens citadas, mas é apresentada sem contexto temporal e setorial; outras frases-chave (a tradição de que o brasileiro abre o debate e uma suposta declaração do presidente americano atribuindo elevação de tarifas ao Brasil) carecem de evidência direta nos trechos fornecidos. Em resumo: jornalisticamente útil, mas com insuficiência de contexto e algumas citações/atribuições não verificáveis — não parece haver manipulação deliberada, portanto a avaliação é 'mixed'.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
Este evento foi analisado em 11 artigos
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Lula ataca sanções dos EUA e Israel em discurso na Assembleia Geral da ONU
Cobertura dos veículos fornecidos mostra principalmente jornalismo de evento: foco no discurso de abertura de Lula na Assembleia Geral da ONU e na reação pública de Donald Trump, com destaque para críticas às sanções/tarifas e para o encontro bilateral anunciado. Não há, nos excertos e metadados apresentados, sinais fortes de coordenação narrativa (mesma estrutura textual, omissões idênticas ou uso coordenado de falácias). O artigo investigado (Gazeta do Povo) contém omissões substantivas relevantes — sobretudo a falta de explicação sobre as razões das tarifas/sanções dos EUA e ausência de resposta de Israel —, mas não há material suficiente nos excertos dos demais veículos para afirmar que essas mesmas omissões são convergentes em toda a cobertura. Em suma: cobertura consistente com coberturas independentes de um mesmo evento, sem evidência clara de uma narrativa coordenada entre os trechos fornecidos.
23 de set. de 2025O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez o discurso de abertura do debate geral da 80ª edição da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) nesta terça-feira (...
23 de set. de 2025Em meio ao momento de tensão crescente na relação bilateral entre Brasil e Estados Unidos, Donald Trump anunciou durante seu discurso na Assembleia Geral da ONU que ele e o presid...
22 de set. de 2025Dois meses após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar um tarifaço ao Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia nesta segunda-feira, 22, em Nova York,...
23 de set. de 2025Em relação às reuniões bilaterais, o governo brasileiro confirmou apenas um encontro com o secretário-geral da ONU, António Guterres. A conversa deve ocorrer no dia 23 de setembro...
23 de set. de 2025O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu o seu discurso da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) hoje com críticas às "sanções arbitrárias" dos Estados ...
O texto contém declarações e trechos emotivos, mas a carga emocional geral é relativamente baixa e geralmente acompanhada de citações diretas. No entanto, sinais de representação imprecisa de fontes e lavagem de autoridade elevam o risco de manipulação moderada: não é tanto a emoção que substitui a evidência aqui, mas problemas de completude e de construção de autoridade que podem levar leitores a conclusões exageradas.
Emoções dominantes
Há representação correta quanto às sanções envolvendo Alexandre de Moraes (fonte citada). Entretanto, duas declarações-chave (o aumento de 50% nas tarifas e a menção ampla a "servidores do Executivo") não têm fonte verificável no material fornecido, o que reduz a confiabilidade dessas passagens.
O texto vinculado (primeira fonte listada) refere-se explicitamente à inclusão de Alexandre de Moraes na lista de sanções com base na Lei Magnitsky, que corresponde diretamente à menção do artigo ao ministro do Supremo. A caracterização como crítica às sanções está coerente com o conteúdo citado.
O artigo afirma um aumento de 50% nas tarifas, mas nenhum dos dois links fornecidos nas fontes vinculadas refere-se a esse aumento tarifário. Não há no texto uma fonte explícita para essa estatística, portanto não é possível verificar sua origem a partir do material fornecido.
O segundo link na lista trata de sanções à esposa e a um instituto vinculado à família de Alexandre de Moraes. A expressão genérica "servidores do Executivo" (no plural) não é claramente suportada pelos excertos fornecidos; a evidência disponível refere-se a indivíduos específicos vinculados a Alexandre de Moraes, não a um conjunto identificado de servidores do Executivo.
O artigo contém referências temporais ambíguas que podem induzir a erro (principalmente a alegação do "tarifaço" de 50% sem data). Em outras passagens as datas estão explícitas, mas a falta de contexto temporal para certas estatísticas reduz a clareza.
A tensão elevou depois do anúncio do tarifaço –que chegou a impor taxas de até 50% sobre produtos brasileiros
O texto usa um dado percentual (50%) sem indicar quando essa medida foi anunciada ou aplicada. A ausência de datas/ou períodos específicos dificulta avaliar se a informação é atual ou refere-se a um episódio anterior.
"Mesmo sob ataques sem precedentes, o Brasil optou por resistir e defender sua democracia, reconquistada há 40 anos pelo seu povo, depois de duas décadas de governo ditatoriais."
A frase junta durações e marcos históricos ("há 40 anos"; "duas décadas de governo ditatoriais") sem indicar os anos exatos ou esclarecer a sequência cronológica. Isso pode criar ambiguidade sobre quando ocorreram esses marcos e sobre a relação temporal entre eles.
Há uso de números que parecem fortes mas carecem de contexto (50% sem base e "mais de 150" sem total). Fornecer valores absolutos, períodos e escopo reduziria a possibilidade de interpretação enganosa.
elevou em 50% as tarifas de produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos
O aumento de "50%" é apresentado sem valor absoluto, período de comparação, escopo (quais produtos) ou indicação se se trata de aumento tarifário regressivo/nominal. Assim, a estatística pode impressionar sem permitir avaliação precisa do impacto real.
É necessário informar o valor base (por exemplo, tarifa anterior em pontos percentuais ou em valores monetários), o universo de produtos afetados, a data da medida e se o aumento é aplicado a todas as importações ou a itens específicos.
mais de 150 membros da ONU, reafirmada ontem, aqui neste mesmo plenário, mas obstruída por um único veto.
Dizer "mais de 150 membros" carece de contexto sobre o total de membros possíveis (193) e sobre que tipo de ação ou resolução foi adotada. Sem indicar a base numérica, fica difícil avaliar a magnitude do apoio.
Informar o número total de membros da ONU (193) e o número exato de votos favoráveis/contrários/abstenções permitiria avaliar com precisão a dimensão do apoio mencionado.
O artigo traz várias citações diretas, mas sem referências ao texto integral dos discursos ou às fontes originais das falas. Isso impede verificar se houve recorte seletivo ou mudança de sentido; por isso as citações foram marcadas como não verificáveis a partir do material fornecido.
""Não há justificativas para medidas unilaterais e arbitrárias contra nossas instituições e nossa economia""
— Lula
O texto apresenta a citação atribuída a Lula, mas não fornece referência ao discurso íntegro ou transcrição completa. Não é possível avaliar se a frase foi truncada ou retirada de contexto com base apenas no material fornecido.
"“Eu vi ele. Ele me viu e nos abraçamos. E eu disse: você acredita que eu vou dizer isso em dois minutos? Nós concordamos que vamos nos encontrar na próxima semana. Não tivemos muito tempo para falar, 20 segundos. Falamos, tivemos uma boa conversa. Ele parece ser um bom homem. Ele gostou de mim e eu gostei dele. E eu só faço negócios com pessoas que eu gosto. Bom, na verdade eu não gosto dele e ele não gosta de mim, mas tivemos uma química por vinte segundos. Esse é um bom sinal”"
— Trump
A longa citação atribuída a Trump está reproduzida no artigo, porém não há link direto à fonte original (transcrição/vídeo). Sem o contexto completo do que foi perguntado ou da sequência do encontro, não é possível confirmar se trechos foram selecionados de forma a alterar o sentido.
""Nada justifica o genocídio em curso em Gaza""
— Lula
A declaração está atribuída a Lula no texto, mas sem acesso ao discurso completo não é possível avaliar se a frase foi isolada de um contexto mais amplo que modulasse seu significado.
""Regular não é restringir a liberdade de expressão""
— Lula
A frase aparece como citação direta, porém falta referência ao trecho integral do discurso. Sem o contexto, não é possível aferir se a citação foi truncada ou deslocada.
Não foram identificadas cadeias de autoridades (cadeias de repasse de fontes de baixa para alta credibilidade) no material fornecido. As fontes vinculadas são do próprio veículo (gazetadopovo.com.br) e não há indicação, no texto recebido, de que reportagens menores foram recicladas por veículos maiores sem nova evidência.
O artigo mistura fatos e citações com escolhas de linguagem e enquadramentos que orientam o leitor para uma narrativa de confronto e deslegitimação. Há ambiguidade sobre quem elevou tarifas (equivocation), uso de termos carregados ao descrever posições (loaded_language), reprodução de rótulos pejorativos sem contexto (odious_categorization) e uma conclusão editorial que sugere um ataque direto aos EUA mesmo quando o discurso citado não nomeia o país (twisted_conclusion). Esses recursos retóricos não invalidam todas as informações factuais, mas deslocam o foco para uma leitura mais confrontacional do que os trechos apresentados comprovam.
O presidente americano depois disse que o Brasil havia elevado tarifas com os Estados Unidos
O texto usa a palavra "tarifas" de forma ambígua: antes reporta que os EUA aplicaram taxas de até 50% sobre exportações brasileiras, e depois cita Trump dizendo que "o Brasil havia elevado tarifas". Isso mistura duas ações distintas (tarifas impostas pelos EUA sobre o Brasil vs. tarifas elevadas pelo Brasil) e cria confusão sobre quem realmente tomou a medida. A ambiguidade favorece uma narrativa de reciprocidade / culpa brasileira sem evidência clara no trecho.
Prejudica: O presidente americano depois disse que o Brasil havia elevado tarifas com os Estados Unidos
O discurso também foi usado pelo petista para defender a censura nas redes sociais.
Ao afirmar que Lula "defendeu a censura" o texto emprega um termo carregado e valorativo que amplifica negativamente a posição citada. A citação direta de Lula diz "Regular não é restringir a liberdade de expressão", o que é distinto de "defender a censura". Essa escolha de palavras empurra o leitor a interpretar a proposta como autoritária, em vez de apresentar a afirmação do orador de forma neutra.
que chama de "extrema direita subserviente" e "falsos patriotas"
O trecho reproduce rótulos pejorativos — "extrema direita subserviente" e "falsos patriotas" — sem contextualizar ou confrontar o argumento que esses termos supostamente representam. Classificar adversários com epítetos negativos é uma estratégia de desqualificação coletiva que desloca o foco do debate sobre políticas para ataques de caráter, orientando o leitor a rejeitar a posição do grupo rotulado por motivos morais/emocionais.
"Não há justificativas para medidas unilaterais e arbitrárias contra nossas instituições e nossa economia", disse Lula em seu discurso sem mencionar diretamente os Estados Unidos ou o presidente Donald Trump.
O artigo afirma que Lula "usou o discurso ... para atacar a política americana" e em seguida reproduz uma frase em que o presidente critica medidas unilaterais, mas observa que ele não nomeou os EUA nem Trump. Essa justaposição permite ao leitor concluir que se tratou de um ataque direto aos EUA apesar da ausência de menção explícita — uma inferência que não decorre logicamente do texto citado. A conclusão editorial retorce a evidência citada para reforçar uma narrativa de confronto.
O artigo relata declarações de Lula sobre sanções, tarifas, redes sociais e Israel, mas deixa de fornecer contexto essencial: detalhes sobre quais sanções e a quem foram dirigidas; que produtos/sectores sofreram o "tarifaço" e seu impacto real; se as medidas dos EUA foram resposta a ações brasileiras anteriores; quais propostas concretas de regulação das redes sociais foram defendidas; e o conteúdo exato das críticas a Israel e o pedido de reconhecimento. Essas lacunas impedem avaliar a proporcionalidade das críticas de Lula e a dimensão factual dos conflitos mencionados.
Quais sanções exatamente os EUA impuseram — a quem, quando e por quais motivos?
Sem detalhar quais medidas foram aplicadas e a que indivíduos ou órgãos elas se destinam, não dá para avaliar se a reprovação de Lula às "sanções arbitrárias" é proporcional ou retórica. Saber o alvo e a justificativa é essencial para entender a dimensão política e legal do conflito.
30 de jul. de 2025Hoje, os Estados Unidos estão sancionando o ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Alexandre de Moraes, por graves violações de direitos humanos, incluindo detenções arbi...
30 de jul. de 2025Os Estados Unidos impuseram nesta quarta-feira (30/7) novas sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes se utilizando para isso da Lei Global M...
26 de set. de 2025Este episódio do Podcast 15 Minutos, discute a Lei Magnitsky e as sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos contra autoridades brasileiras, incluindo a esposa do ministro A...
Quais produtos e setores sofreram as alíquotas de até 50% do "tarifaço" e qual foi o impacto econômico nas exportações brasileiras?
A frase sobre taxa de 50% pode sugerir um efeito amplo; identificar os produtos/settors afetados e medidas de impacto (valor/exportações perdidas, perda de mercados) mostra se o "tarifaço" foi generalizado ou concentrado e qual a escala do dano econômico.
11 de ago. de 2025Com as taxas de 50% em vigor, exportadores de produtos como café e madeira estão entre os mais afetados
Com o anúncio da tarifa de 50% sobre exportações brasileiras aos EUA a partir de agosto, os setores estratégicos que já operam com margens apertadas diante da concorrência internacional sentirão im...
O tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros nos EUA representa um dos maiores desafios recentes ao comércio exterior. Seus efeitos não são apenas macroeconômicos: atingem diretamente contratos, ma...
As medidas americanas foram reação a ações brasileiras anteriores — o Brasil havia elevado tarifas ou tomado outras medidas comerciais recentemente?
Sem cronologia completa, o leitor não sabe se o aumento de tarifas dos EUA foi um ato inicial ou resposta a medidas brasileiras, o que altera a narrativa de agressão unilateral e a avaliação de responsabilidade mútua.
26 de dez. de 2025"Um desafio inédito" foi a maneira como o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se referiu ao tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil em seu pronunciamento ...
6 de ago. de 2025A tarifa de importação de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros começa a valer nesta quarta-feira (6), coroando uma escalada comercial que se intensificou ao ...
15 de jul. de 2025Café e cítricos - produtos que Brasil exporta em grande quantidade para os EUA e que podem ser afetados por tarifaço - estão entre itens que tiveram maior alta de preços nos últim...
Que propostas concretas de regulação das redes sociais Lula apresentou no discurso e como elas se distinguem de censura?
O artigo diz que Lula defendeu regular redes sociais e negou que seja censura, mas sem citar propostas específicas fica impossível avaliar o alcance da regulação e seus riscos à liberdade de expressão.
23 de set. de 2025Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reforçou a importância da regulação das redes sociais. Lula foi o primeiro líder a discursar na Assembleia Geral da ONU, que acontece em ...
23 de set. de 2025Além das críticas indiretas a Donald Trump e mencionar a condenação de Jair Bolsonaro (PL), o presidente Lula (PT) abriu nesta terça-feira (23) a 80ª Assembleia Geral da ONU defen...
23 de set. de 2025Em tradicional discurso de abertura dos chefes de Estados da 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas, nesta terça-feira (23), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a sobe...
Que críticas específicas a Israel Lula fez e que 'reconhecimento internacional de um Estado' ele defendeu (qual Estado e que reconhecimento pediu)?
O trecho final do artigo é vago sobre as críticas a Israel e o pedido de reconhecimento; saber qual posicionamento diplomático Lula propõe é necessário para avaliar implicações internacionais e coerência da retórica.
22 de set. de 2025O presidente Lula (PT) defendeu o reconhecimento internacional do Estado da Palestina e fez duras críticas a Israel durante discurso na ONU (Organização das Nações Unidas), em Nov...
22 de set. de 2025O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez sua primeira participação na programação da Assembleia Geral da ONU, com um discurso na Conferência Internacional para a Solução Pacífic...
22 de set. de 2025O primeiro-ministro de Malta, Robert Abela, anunciou o reconhecimento formal de um Estado palestino durante a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) em Nova York ...
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou o discurso de abertura da 80ª Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (23) para atacar a política americana que elevou em 50% as tarifas de produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos e criticar sanções impostas a ...
A tensão elevou depois do anúncio do tarifaço –que chegou a impor taxas de até 50% sobre produtos brasileiros
Sustentado Confiança 45%
As fontes documentam que o anúncio do "tarifaço" levou a uma escalada nas tensões e que a medida chegou a aplicar alíquotas de até 50% sobre produtos brasileiros. A cronologia do Infomoney descreve a imposição da tarifa de 50% e fala em escalada e tensão política (https://www.infomoney.com.br/economia/cronologia-do-tarifaco-relembre-o-passo-a-passo-ate-a-tarifa-de-50-sobre-o-brasil/). Matérias da CNN Brasil e Terra explicam os impactos setoriais e confirmam que a sobretaxa de até 50% entrou em vigor e afetou exportações brasileiras (https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/tarifaco-veja-impactos-em-principais-setores-brasileiros-atingidos/, https://www.terra.com.br/economia/o-que-muda-com-o-tarifaco-de-trump-entenda-em-6-pontos,98d711d934749dee7abbdd9aaaa7ab55n3bhsnas.html). Sources consulted: Cronologia do tarifaço: relembre o passo a passo até a tarifa de 50% sobre o Brasil; Tarifaço: Veja impactos em principais setores brasileiros atingidos | CNN Brasil; Tarifaço de Trump: Entenda o impacto da taxa de 50% sobre produtos do Brasil. (Reused from a prior investigation — exact match.)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Pela tradição, o brasileiro foi responsável por abrir o debate na Assembleia Geral nesta terça-feira.
Precisa de mais evidência Confiança 37% Desatualizado
A única evidência fornecida (Bloomberg Línea: https://www.bloomberglinea.com.br/internacional/tivemos-excelente-quimica-trump-elogia-lula-em-nova-york-e-marca-encontro/) relata que Trump falou após Lula e que os dois interagiram, mas não estabelece explicitamente que, “pela tradição”, o brasileiro é responsável por abrir o debate da Assembleia Geral. Para confirmar que Lula abriu o debate por tradição é necessário documento/agenda oficial da ONU ou reportagem que afirme explicitamente essa tradição e que confirme a ordem de fala naquele dia. Sources consulted: ‘Tivemos excelente química’: Trump elogia Lula em Nova York e marca encontro. (Reused from a prior investigation — exact match.)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 1); contradiction checks (all evidence currently supports).
O presidente americano depois disse que o Brasil havia elevado tarifas com os Estados Unidos
Misto Confiança 33% Atribuição Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
As fontes fornecidas indicam que Trump e o governo americano discutiram tarifas e comércio com o Brasil, mas não apresentam um trecho explícito em que o presidente americano afirme que “o Brasil havia elevado tarifas com os Estados Unidos”. Ver por exemplo G1 — "Imprensa internacional repercute encontro de Lula com Trump; veja" (https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/05/07/imprensa-internacional-repercute-encontro-de-lula-com-trump-veja.ghtml), BBC — "Tarifaço: em 1ª reunião, chanceleres de Brasil e EUA acertam início de negociação e sanções" (https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1lqgj0626ro) e Exame — "Como estão as tarifas de Trump contra o Brasil hoje?" (https://exame.com/mundo/como-estao-as-tarifas-de-trump-contra-o-brasil-hoje/). Essas fontes confirmam que tarifas foram tema das conversas, mas não documentam a declaração atribuída ao presidente americano sobre o Brasil ter elevado tarifas; portanto falta evidência direta para apoiar a frase tal como está formulada. Sources consulted: Imprensa internacional repercute encontro de Lula com Trump; veja | G1; Tarifaço: em 1ª reunião, chanceleres de Brasil e EUA acertam início de negociação e sanções - BBC News Brasil; Como estão as tarifas de Trump contra o Brasil hoje? | Exame.
All models agree: needs_more_evidence (76%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Cronologia do tarifaço: relembre o passo a passo até a tarifa de 50% sobre o Brasil
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A tarifa de importação de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros começa a valer nesta quarta-feira (6), coroando uma escalada comercial que se intensificou ...
Tarifaço de Trump: Entenda o impacto da taxa de 50% sobre produtos do Brasil
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
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Tarifaço: Veja impactos em principais setores brasileiros atingidos | CNN Brasil
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O tarifaço de Donald Trump sobre produtos brasileiros está em vigor, mas os impactos da medida são sentidos apenas por alguns segmentos de exportadores do país.
Brasil apresenta resposta firme a investigação dos EUA sobre práticas comerciais - Atitude Popular
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O governo brasileiro entregou nesta segunda-feira, 18 de agosto de 2025, resposta oficial à investigação conduzida pelos Estados Unidos que questiona o sistema de pagamentos Pix...
Assembleia Geral da ONU: por que o Brasil sempre abre sessão de debates? - BBC News Brasil
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Brasil na ONU: por que o país abre a Assembleia Geral? | G1
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai discursar na abertura da Assembleia Geral na ONU, em Nova York, a partir das 10h desta terça-feira (23).
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Trump e Lula se abraçam na ONU: 'Excelente química'
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Bloomberg — O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que concordou em se reunir na próxima semana com o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, após uma int...
Tarifaço: em 1ª reunião, chanceleres de Brasil e EUA acertam início de negociação e sanções - BBC News Brasil
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Terras raras, a carta de Lula para negociar com Trump - ISTOÉ Independente
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Lula e Trump se encontram na Malásia para discutir tarifas • DOL
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No último domingo, dia 26, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos Donald Trump se encontraram em um evento na Malásia. Este encontro, que durou...
Lula e Trump prometem acordo na Malásia e tentam distensionar crise tarifária
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Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump se reuniram neste domingo (26) em Kuala Lumpur, na Malásia, em um encontro que buscou reduzir as tensões comerciais ...
Lula se reúne com Donald Trump e tenta reverter tarifa de 50% sobre produtos brasileiros – Portal do Rio Madeira – portalriomadeira.com.br
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PORTAL RIO MADEIRA – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reuniu neste domingo (26) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Kuala Lumpur, capital da Malá...
Entenda os próximos passos após a reunião entre Lula e Trump sobre o tarifaço
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A conversa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump, neste domingo (26), em Kuala Lumpur, marcou um ponto de inflexão nas relações entre Brasil e Estados Unidos. No c...
Trump diz que reunião com Lula foi "boa" e que marcará mais encontros
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Presidente norte-americano confirmou que principais assuntos discutidos com o petista foram tarifas e comércio
Imprensa internacional repercute encontro de Lula com Trump; veja | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quinta-feira (7).
Como estão as tarifas de Trump contra o Brasil hoje? | Exame
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Donald Trump, presidente dos EUA, durante evento na Casa Branca (Kevin Dietsch/Getty Images/AFP)
| Fonte | Tipo | Autoridade | Papel | Status |
|---|---|---|---|---|
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Alexandre de Moraes
https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/eua-incluem-moraes-lei-magnitsky-punir-... |
Artigo de notícia | Secundário (61%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
|
Viviane Barci de Moraes, e ao Instituto Lex, empresa ligada à família
https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/governo-trump-sanciona-esposa-de-alexan... |
Artigo de notícia | Secundário (61%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
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Donald Trump
https://www.gazetadopovo.com.br/tudo-sobre/donald-trump/ |
Artigo de notícia | Secundário (61%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
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Alexandre Padilha
https://www.gazetadopovo.com.br/republica/estados-unidos-liberam-visto-mas-re... |
Artigo de notícia | Secundário (61%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Pendente |
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Jorge Messias, além de antigos aliados de Moraes,
https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/governo-trump-revoga-visto-jorge-messia... |
Artigo de notícia | Secundário (61%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Pendente |