Credibilidade
26%
Credibilidade
26%
Coordenação
55%
Completude
55%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
Avaliação: mixed. O artigo relata um fato verificável (declaração pública de Donald Trump sobre tarifas de 15% como piso e 50% para países com relações ruins) e reúne informações relevantes sobre a reação brasileira, mas comete omissões relevantes, usa manchete sensacionalista e inclui afirmações sem documentação clara. Não há indícios suficientes, a partir do material recebido, de manipulação deliberada, porém as lacunas e escolhas editoriais podem levar a interpretações exageradas.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
Este evento foi analisado em 11 artigos
Tarifaço: lista de Trump tem 694 exceções a produtos brasileiros, inclusive l...
Tarifaço de Trump: Leia a íntegra da ordem executiva que oficializa tarifas d...
Breaking: Tarifaço de Trump sobre o Brasil poupa suco de laranja, aviões e ce...
Trump assina ordem executiva de tarifa de 50% sobre o Brasil e denuncia ‘cens...
Tarifaço de Trump começa a valer: os produtos brasileiros que escaparam de ta...
Tarifaço do Governo Trump: 694 produtos brasileiros ficam isentos da taxa de ...
Tarifaço de Trump: quatro frentes em que o governo Lula atua para reagir - BB...
Tarifaço foi suspenso? Saiba o que foi discutido durante reunião de Lula e Tr...
Tarifaço: Trump retira taxa extra de 40% de café, carnes e outros produtos ag...
Assista à íntegra da entrevista de Lula após reunião com Donald Trump nos EUA...
Tarifaço de Trump: a 8 dias do prazo, Brasil aguarda resposta dos EUA
Os veículos cobrem o mesmo evento central (anúncio de tarifas de 50% atribuídas a Donald Trump com vigência a partir de 1º de agosto) e exibem padrões retóricos semelhantes: linguagem alarmista (uso de termos como "tarifaço"), personalização da responsabilidade em Trump, ênfase na urgência do prazo e enquadramento do Brasil como vítima enquanto destacam a atuação do governo brasileiro para negociar a reversão. A cobertura é majoritariamente sobre o fato em si (não é primariamente meta‑jornalística), porém há uma convergência em omitir elementos técnicos e provas documentais que contextualizariam ou limitariam a leitura de agressão unilateral — essas omissões são consistentes nos trechos fornecidos. Em resumo: trata‑se de convergência de enquadramento e de omissões substantivas, sem evidência clara de coordenação editorial perfeita (textos não são idênticos nem meta‑focados), mas a repetição das mesmas lacunas informativas aumenta o risco de uma narrativa compartilhada.
15 de jul. de 2025O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que decidiu impor tarifas de 50% sobre a importação de produtos brasileiros porque "pode fazer isso" e quer "dinheiro entrando" no país.
27 de jul. de 2025O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (27) que as tarifas impostas a parceiros comerciais entrarão em vigor no dia 1º de agosto, como planejado. O t...
27 de jul. de 2025As taxas que Trump decidiu impor ao Brasil são de 50% sobre todos os produtos brasileiros exportados para os EUA. Em abril, o Brasil já havia tido seus produtos taxados em 10% pel...
25 de jul. de 2025O presidente americano, Donald Trump, anunciou tarifas de 50% sobre produtos brasileiros a partir de 1º de agosto, sob o argumento político de que existe uma "caça às bruxas" cont...
26 de jul. de 2025Até o momento, o Brasil -que terá 50% de tarifas em 1º de agosto- continua distante de um tratado econômico com os EUA. Trump citou que o país já arrecadou "centenas de bilhões de...
O texto tem um tom relativamente contido e apoia-se em detalhes factuais (datas, reuniões, cartas), o que reduz o risco de manipulação emocional. Porém, o uso de título sensacionalista e a alta sinalização de 'authority laundering', além de algumas lacunas de contexto, elevam um risco moderado de apelo emocional que pode amplificar impressões sem provas adicionais.
Emoções dominantes
O artigo faz várias afirmações sobre decisões, percentuais tarifários e comunicações entre governos citando documentos, eventos e pessoas. Contudo, não fornece links, trechos ou provas documentais para essas fontes dentro do texto fornecido, o que torna várias alegações não verificáveis a partir do conteúdo disponível. Há risco médio de má representação por falta de transparência nas fontes.
O artigo menciona um “documento publicado por Trump” como fonte para a data de início (1º de agosto), mas não fornece link, trecho do documento ou referência concreta. A afirmação não pode ser verificada a partir do texto fornecido.
O artigo atribui a declaração a Trump em evento no dia 23/7 e afirma que somente o Brasil recebeu taxa de 50% até então, mas não apresenta transcrição, link do evento, nem documento oficial que comprove as porcentagens ou a listagem de países. A alegação de exclusividade (apenas o Brasil) não pode ser confirmada com o conteúdo fornecido.
O texto relata o envio de cartas e cita nomes específicos de destinatários, mas não anexa as cartas, cópias, comunicados oficiais nem links que permitam confirmar o envio, o conteúdo ou a falta de resposta. A verificação não é possível apenas com o artigo fornecido.
Trata-se de uma afirmação forte sobre uma suposta ameaça de 100% vinda do presidente norte-americano. O artigo não indica quando, onde ou em que contexto essa ameaça foi feita, nem oferece fonte direta. Sem esse contexto é impossível confirmar a veracidade ou o alcance da declaração.
O artigo atribui essa afirmação a Abrão Neto mas não fornece fonte primária (declaração completa, entrevista ou nota). É plausível, mas, com base apenas no texto dado, não é possível confirmar o contexto ou a literalidade da declaração.
O artigo situa a notícia em julho de 2025 e menciona datas específicas, porém em alguns trechos emprega tempo verbal e encadeamentos que podem sugerir continuidade ou causalidade sem documentação explícita. Há manipulação temporal moderada principalmente por uso de presente contínuo e por sugestão de causa entre eventos.
Trump tem ameaçado o mundo com um tarifaço e dá atenção especial ao grupo do Brics e ao Brasil.
O uso do presente contínuo ('tem ameaçado', 'dá atenção') sugere uma ação contínua/atual. O artigo cita eventos concretos de início de julho e 23/7, mas não delimita o período de validade da afirmação, o que pode criar a impressão de uma campanha ininterrupta sem delimitação temporal.
A ofensiva se deu principalmente após o encontro de cúpula do Brics no Brasil, no início de julho, quando Lula defendeu moedas alternativas ao dólar e fez discursos pelo multilateralismo.
O texto sugere uma relação temporal e causal entre o discurso de líderes no encontro do Brics e a 'ofensiva' tarifária de Trump, mas não apresenta evidência direta dessa causalidade nem datas/declarações que comprovem a sequência ou motivação exata. Isso pode misturar eventos distintos para insinuar causa-efeito.
O texto apresenta percentuais (15%, 50%, 100%) e previsões de impacto sem detalhar bases, escopos ou métodos de cálculo. A ausência de clarificação sobre quais produtos ou quais mecanismos fazem essas alíquotas incidir gera risco de interpretação enganosa; há necessidade de contexto quantitativo adicional.
taxa de 50% sobre produtos brasileiros
O artigo cita uma tarifa de 50% sem explicar a base (sobre quais produtos especificamente, se é ad valorem sobre o valor aduaneiro, se aplica a todas as categorias, exceções, etc.). Sem esse contexto, o número pode ser interpretado de forma exagerada ou inexata.
É necessário indicar o escopo da tarifa (lista de produtos, alíquota ad valorem ou específica), se há exceções e como a cobrança seria aplicada para estimar o impacto real.
taxas mínimas de 15% para países com os quais os Estados Unidos têm boas relações e taxa de 50% para aqueles com quem os norte-americanos “não têm se dado bem”.
O texto combina percentuais com rótulos qualitativos ('boas relações', 'não têm se dado bem') sem definir critérios. Não fica claro se essas alíquotas são mínimas, médias, máximas, universais ou seletivas, o que pode confundir efeitos relativos com impactos absolutos.
Esclarecer se as taxas são mínimas ou aplicáveis a todos os produtos, e apresentar exemplos concretos de como uma alíquota impactaria preços/fluxos comerciais em termos absolutos e relativos.
a medida afetará a economia do país, com alta dos preços dos alimentos, principalmente frutas, carnes e café, e um possível aumento da inflação.
O artigo afirma impactos (alta de preços, aumento da inflação) sem apresentar estimativas, percentuais ou modelo que quantifique esses efeitos. Sem base numérica, a afirmação fica qualitativa e difícil de avaliar.
Fornecer estimativas de impacto nos preços (ex.: incremento percentual esperado nos preços de alimentos), origem da estimativa e qual parcela da cesta de consumo seria afetada.
O artigo contém várias citações e trechos em aspas, mas não fornece as fontes primárias (comunicados, transcrições, vídeos). Assim, não é possível confirmar se as citações foram apresentadas na íntegra ou retiradas de contexto; isso gera incerteza média sobre a fidelidade.
"permanece pronto para dialogar com as autoridades americanas e negociar uma solução mutuamente aceitável sobre os aspectos comerciais da agenda bilateral, com o objetivo de preservar e aprofundar o relacionamento histórico entre os dois países e mitigar os impactos negativos da elevação de tarifas em nosso comércio bilateral"
— o governo (trecho de 'O texto diz que o governo...')
O artigo reproduz um trecho atribuído a um texto oficial do governo, mas não anexa o comunicado original nem indica onde foi publicado. Sem a fonte primária não é possível avaliar se o trecho foi selecionado ou retirado de contexto.
"O governo vai trabalhar para resolver e avançar nos próximos dias"
— Geraldo Alckmin
Citação atribuída ao vice-presidente sem fonte direta (transcrição, vídeo ou nota). Não é possível avaliar se a frase foi extraída na íntegra ou condensada sem o contexto original.
"não têm se dado bem"
— Donald Trump (período citado no artigo)
O artigo usa a expressão entre aspas para descrever como Trump teria classificado certos países, mas não apresenta a fala completa, local ou data da declaração. A falta de fonte impede avaliar se o sentido foi preservado.
"interesses comerciais dos EUA"
— trecho que supostamente explica a ameaça de 100% às nações do BRICS
A expressão aparece entre aspas em referência a um suposto condicionamento de tarifas, sem citação direta do autor da frase ou fonte primária. Pode representar uma paráfrase ou seleção parcial.
No conteúdo fornecido não há sinais claros de cadeia de referências em que fontes de baixa autoridade são repetidamente republicadas por veículos maiores sem nova evidência. O artigo menciona declarações de autoridades e uma fonte (Amcham) mas não expõe uma cadeia citacional que caracterize 'authority laundering'.
O artigo mistura informações factuais com formulações retóricas que ampliam o tom conflituoso (ex.: "ameaçado o mundo", "tarifaço") e implica relações causais entre eventos (cúpula do Brics, defesa a Bolsonaro) e a escalada tarifária sem apresentar evidências claras. Essas escolhas linguísticas e de encadeamento causal inclinam o leitor a ver as medidas americanas como reações diretas e agressivas, sem que o próprio texto comprove esses vínculos.
Trump tem ameaçado o mundo com um tarifaço e dá atenção especial ao grupo do Brics e ao Brasil.
O trecho usa linguagem carregada — "ameaçado o mundo" e "tarifaço" — que dramatiza os atos do presidente americano além do conteúdo factual apresentado. Essa escolha vocabular busca provocar medo e urgência, inclinando o leitor a ver a ação como uma agressão global em vez de uma política tarifária específica.
A ofensiva se deu principalmente após o encontro de cúpula do Brics no Brasil, no início de julho, quando Lula defendeu moedas alternativas ao dólar e fez discursos pelo multilateralismo.
O parágrafo sugere uma relação causal direta entre o encontro do Brics (e os discursos de Lula) e a "ofensiva" tarifária de Trump sem apresentar prova de que as declarações foram o motivo da medida. Isso orienta o leitor a concluir que o evento do Brics provocou a ação americana, uma ligação que não é demonstrada no próprio texto.
Após sair em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, Trump ameaçou aumentar as tarifas sobre exportações brasileiras logo após o fim da reunião do Brics.
Ao colocar a defesa de Bolsonaro imediatamente antes da alegada ameaça tarifária, o texto dá a entender que a primeira ação motivou a segunda. Sem evidência clara dessa relação causal, o leitor é levado a aceitar uma explicação simplista sobre as motivações de Trump.
O presidente norte-americano já ameaçou aplicar taxas de 100% aos países-membros do bloco que não se curvassem aos “interesses comerciais dos EUA”.
A frase usa termos emotivos e moralmente carregados — "não se curvassem" e a cifra extrema "100%" — sem contextualizar fonte ou evidência no texto. A formulação pinta a posição americana como coercitiva e absolutista, reforçando uma narrativa de confronto diplomático sem documentação no próprio artigo.
O artigo relata a ameaça de tarifa de 50% ao Brasil e ações diplomáticas brasileiras, mas omite informações cruciais: quais produtos seriam taxados (códigos NCM/HS), a forma de aplicação da tarifa (ad valorem ou específica), se houve notificação formal/ato legal dos EUA com vigência em 1º de agosto, dados de comércio por produto para dimensionar o choque, e estimativas de pass‑through para quantificar efeitos sobre preços e inflação nos EUA. Essas lacunas impedem avaliar a veracidade prática e o impacto econômico real da medida.
Quais produtos específicos (códigos NCM/HS) seriam atingidos pela tarifa de 50% anunciada?
Sem a lista de produtos ou códigos tarifários não é possível estimar quais setores e cadeias produtivas serão afetados, nem quantificar o impacto econômico para empresas e trabalhadores brasileiros ou para preços nos EUA.
12 de set. de 2025O governo federal divulgou, nesta sexta-feira (12), a tabela de produtos afetados pela tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre importações brasileiras.
30 de jul. de 2025SÃO PAULO - O decreto de Donald Trump que estabelece tarifas de 50% sobre produtos brasileiros que entram nos Estados Unidos traz uma série de exceções. São produtos que não estar...
29 de jul. de 2025O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), assinou um decreto nesta 4ª feira (30.jul.2025) que oficializa as tarifas de 50% a importações brasileiras.
A tarifa de 50% seria aplicada como ad valorem sobre o valor aduaneiro, ou como tarifa específica (por unidade/quantia)?
A forma de aplicação (ad valorem versus específica) altera muito o efeito sobre preços, comércio e evasão tarifária; sem essa informação, as previsões de aumento de preços e inflação são imprecisas.
30 de jul. de 2025O presidente americano Donald Trump assinou nesta tarde uma ordem executiva implementando uma tarifa adicional de 40% sobre o Brasil, somando-se aos 10% anunciados em abril e elev...
30 de jul. de 2025Em 9 de julho, Trump surpreendeu ao anunciar que poderia taxar os produtos brasileiros em 50%, a partir do dia 1º de agosto.
30 de jul. de 2025O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) uma ordem executiva que oficializa a aplicação de uma tarifa adicional de 40% sobre produtos brasile...
Os EUA já formalizaram a medida por meio de notificação, ato administrativo ou comunicação à OMC, e qual é o estado legal da implementação para 1º de agosto?
Saber se houve notificação ou ato formal é essencial para avaliar se a data de início é crível e quais recursos legais (como disputa na OMC) o Brasil poderia usar; a existência apenas de declarações públicas difere de uma medida implementável.
27 de jul. de 2025O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou neste domingo (27) que a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros entrará em vigor na sexta-feira (1º).
28 de jul. de 2025O governo dos Estados Unidos confirmou que entrará em vigor, no próximo 1º de agosto, uma tarifa de 50% sobre todos os produtos importados do Brasil. A medida foi reafirmada neste...
17 de jul. de 2025Inclusive, o governo brasileiro anunciou que está decidido a aplicar a Lei da Reciprocidade Econômica, caso as tarifas de 50% sobre produtos brasileiros entrem em vigor no dia 1º ...
Qual é o valor e o volume das exportações brasileiras para os EUA dos produtos potencialmente afetados (ex.: café, carnes, frutas)?
Sem dados de comércio por produto não se pode avaliar a magnitude do choque (quanto do mercado americano depende das exportações brasileiras) nem estimar perdas para exportadores e possíveis aumentos de preços nos EUA.
Portal para acesso gratuito às estatísticas de comércio exterior do Brasil. Crie consultas detalhadas das exportações e importações brasileiras com as diversas variáveis da base de dados estatísticos.
9 de abr. de 2025Cabe notar que 12% do total das exportações brasileiras foram destinadas aos EUA em 2024, destacam-se as exportações de petróleo, semiacabados de aço e aeronaves.
8 de dez. de 2025O que o Brasil exporta para os Estados Unidos? Em 2024, as exportações chegaram a 40,3 bilhões de dólares. Veja quais os principais produtos!
Existem estudos ou estimativas de pass‑through que indiquem quanto uma tarifa de 50% elevaria preços ao consumidor nos EUA para itens como frutas, carnes e café?
O artigo afirma que os consumidores americanos sofreriam alta de preços e impacto na inflação, mas sem estimativas de pass‑through ou elasticidades isso é especulativo; evidência empírica é necessária para avaliar a plausibilidade dessa previsão.
11 de jul. de 2025Embora um Real mais fraco torne as exportações mais baratas para outros países, o impacto negativo nas relações comerciais com os EUA e o aumento do custo de insumos importados po...
As tarifas impostas pelo governo Trump têm causado mudanças na cadeia de suprimentos dos alimentos. Produtos importantes, como carne bovina e café, ambos muito consumidos e importados dos Estados U...
6 de nov. de 2025Entenda como o tarifaço dos EUA afetou (ou não) o preço dos alimentos no Brasil. Após alta, preços caem desde junho, mas especialistas alertam: é temporário.
A data marcada para que as tarifas impostas ao Brasil pelo presidente norte-americano, Donald Trump, está se aproximando e o governo brasileiro ainda aguarda uma resposta da Casa Branca. De acordo com documento publicado por Trump, as medidas devem começar a valer a partir do ...
Na quarta-feira (23/7), em evento em Washington, Trump disse que definiu taxas mínimas de 15% para países com os quais os Estados Unidos têm boas relações
Sustentado Confiança 50% Atribuição Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
Evidências indicam que, em um evento em Washington na quarta‑feira 23/7, Trump afirmou que as tarifas começariam em 15% e poderiam chegar a 50% para países com relação ruim com os EUA. Fontes que relatam essa declaração incluem Exame ("Trump diz que os países que não fecharem acordo enfrentarão tarifas entre 15 a 50%"), Metrópoles ("Trump: tarifa de 50% é para países que 'não têm se dado bem' com EUA") e O Globo ("Trump estabelece 15% como tarifa básica e 50% para países com quem 'não temos nos dado muito bem'"). Esses artigos confirmam que a fala ocorreu em Washington em 23/7 e que 15% foi citada como taxa básica/minimial, com 50% para países com relações complicadas (Exame, Metrópoles, O Globo). Sources consulted: Trump estabelece 15% como tarifa básica e 50% para países com quem 'não temos nos dado muito bem'; Trump: tarifa de 50% é para países que "não têm se dado bem" com EUA; Trump diz que os países que não fecharem acordo enfrentarão tarifas entre 15% e 50% | Exame.
All models agree: supported (88%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Segundo o vice-presidente
Misto Confiança 33% Atribuição Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
A frase 'Segundo o vice‑presidente' está incompleta e não especifica qual vice‑presidente nem qual afirmação deve ser verificada. As evidências fornecidas tratam de três vice‑presidentes diferentes em contextos distintos (Valor/Globo: "Alckmin defende mandato para ministros do STF e diz que Corte está sobrecarregada"; VEJA: "Quaquá critica polarização política e ‘demagogia fiscal’ da direita e da esquerda"; Notícias da Hora: "Vice‑presidente Leôncio Castro diz que Joabe será lembrado como 'político que não tem palavra'"). Sem um enunciado completo, não é possível checar ou corroborar a alegação com as fontes fornecidas. Sources consulted: Alckmin defende mandato para ministros do STF e diz que Corte está sobrecarregada | Política | Valor Econômico; Quaquá critica polarização política e ‘demagogia fiscal’ da direita e da esquerda | VEJA; Vice-presidente Leôncio Castro diz que Joabe será lembrado como “político que não tem palavra”.
All models agree: not_checkable (86%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
No caso, o único país com taxa anunciada de 50% até agora foi o Brasil.
Misto Confiança 25%
As fontes fornecidas confirmam que o Brasil recebeu uma tarifa anunciada de 50% (G1: "Tarifa de 50%: Brasil enfrenta a maior taxa entre países notificados por Trump"; CNN Brasil: "Jornais internacionais destacam tarifas de 50% de Trump ao Brasil"; Exame: "Tarifa de 50% de Trump ao Brasil: o que sabemos e não sabemos sobre a medida"), mas nenhuma das matérias apresentadas afirma explicitamente que o Brasil é o único país a ter recebido 50% até o momento. Portanto, a afirmação de exclusividade carece de evidência nas fontes fornecidas. Sources consulted: Tarifa de 50%: Brasil enfrenta a maior taxa entre países notificados por Trump; | G1; Jornais internacionais destacam tarifas de 50% de Trump ao Brasil | CNN Brasil; Tarifa de 50% de Trump ao Brasil: o que sabemos e não sabemos sobre a medida | Exame.
All models agree: needs_more_evidence (72%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources.
Uma outra carta já havia sido enviada ao governo americano em 16 de maio. No entanto, a mensagem ainda não foi respondida.
Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
O presidente norte-americano já ameaçou aplicar taxas de 100% aos países-membros do bloco que não se curvassem aos “interesses comerciais dos EUA”.
Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Jornais internacionais destacam tarifas de 50% de Trump ao Brasil | CNN Brasil
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A taxação de 50% dos produtos brasileiros importados aos Estados Unidos anunciado pelo presidente Donald Trump nesta quarta-feira (9) é destaque em alguns dos principais jornais...
Tarifa de 50%: Brasil enfrenta a maior taxa entre países notificados por Trump; | G1
Contesta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Trump anunciou nesta quarta-feira (9) uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. A taxa é a mais alta entre as novas tarifas divulgadas até agora pelo presidente dos EUA.
Trump: tarifa de 50% é para países que "não têm se dado bem" com EUA
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que a nova política comercial do país terá uma tarifa mínima de 15% para praticamente todos os parceiros comerciais. Dura...
Trump estabelece 15% como tarifa básica e 50% para países com quem 'não temos nos dado muito bem'
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou novas tarifas comerciais, estabelecendo uma taxa básica de 15% e até 50% para países com relações complicadas com os EUA, incluindo ...
Alckmin defende mandato para ministros do STF e diz que Corte está sobrecarregada | Política | Valor Econômico
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Em um momento em que o Supremo Tribunal Federal (STF) enfrenta uma de suas maiores crises institucionais, o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta terça-feira (5) que min...
Tarifa de 50% de Trump ao Brasil: o que sabemos e não sabemos sobre a medida | Exame
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Donald Trump, presidente dos EUA, durante evento nesta quarta-feira, 9 de julho (Jim Watson/AFP)
Trump diz que os países que não fecharem acordo enfrentarão tarifas entre 15% e 50% | Exame
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou nesta quarta-feira, 23, que as tarifas recíprocas não devem ser inferior a 15% e devem alcançar a máxima de 50% antes do p...
Vice-presidente Leôncio Castro diz que Joabe será lembrado como “político que não tem palavra”
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O vice-presidente da Câmara de Rio Branco, vereador Leôncio Castro, subiu o tom contra o presidente Joabe Lira e o acusou, em pleno plenário, na sessão desta terça-feira, 12, de...
Quaquá critica polarização política e ‘demagogia fiscal’ da direita e da esquerda | VEJA
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores e prefeito de Maricá, Washington Quaquá, fez duras críticas à polarização política brasileira durante participação no Fór...
| Fonte | Tipo | Autoridade | Papel | Status |
|---|---|---|---|---|
|
Donald Trump
https://www.metropoles.com/tag/donald-trump |
Artigo de notícia | Secundário (63%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
|
Geraldo Alckmin (PSB)
https://www.metropoles.com/tag/geraldo-alckmin |
Artigo de notícia | Secundário (63%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
|
uma série de reuniões com representantes dos setores produtivos
https://www.metropoles.com/brasil/economia-br/governo-tenta-abrir-dialogo-com... |
Artigo de notícia | Secundário (63%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
|
EUA
https://www.metropoles.com/tag/estados-unidos |
Artigo de notícia | Secundário (63%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Pendente |
|
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
https://www.metropoles.com/tag/lula |
Artigo de notícia | Secundário (63%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Pendente |
|
decreto que regulamenta a Lei de Reciprocidade Econômica
https://www.metropoles.com/brasil/lula-regulamenta-lei-da-reciprocidade-que-p... |
Artigo de notícia | Secundário (63%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Pendente |