Credibilidade
40%
Credibilidade
40%
Coordenação
45%
Completude
35%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
A matéria reproduz declarações públicas do presidente Lula e está respaldada por reportagens de várias fontes noticiosas citadas no conjunto de evidências, mas padece de lacunas importantes de verificabilidade e contexto (atribuição inconsistente da fonte, ausência de link para a entrevista original, falta de detalhamento das linhas tarifárias e do impacto econômico). As falhas são relevantes e reduzem a utilidade jornalística do texto, mas não há indicação clara de manipulação deliberada. Avaliação final: mixed.
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A cobertura dos trechos fornecidos converge em enfatizar a postura pessoal do presidente (frases como "Não quero brigar"/"Não quero ter mesmo comportamento") e em tratar a decisão como contenção diplomática responsável, em vez de explorar motivos e consequências econômicas mais profundas. Há omissões substantivas recorrentes — justificativa dos EUA para elevar tarifas, lista detalhada de produtos afetados, impactos econômicos setoriais e reações de atores econômicos e institucionais — que aparecem ausentes ou não desenvolvidas nos excertos. Alguns veículos (Valor, R7, SeuDinheiro) trazem desenvolvimentos posteriores sobre consultas ou aplicação da lei de reciprocidade, mas a maior parte das manchetes e trechos iniciais prioriza o posicionamento de Lula sobre retaliar ou não, personalizando a decisão e suavizando o conflito comercial.
7 de ago. de 2025O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descartou anunciar um "tarifaço de resposta" aos Estados Unidos, após os americanos elevarem para 50% a taxação sobre diversos produtos ...
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O artigo adota um tom majoritariamente contido e inclui citação direta da Reuters, de modo que a linguagem emocional não está sendo usada para substituir evidências. Contudo, scores moderados de misrepresentação e de 'authority laundering', além da baixa completude de contexto e de uma manchete sensacionalista (headline_bait_score = 12.5), aumentam o risco de interpretação enganosa. No conjunto, o risco de manipulação é moderado-baixo: a peça não é fortemente emotiva, mas falta contexto suficiente e há sinais de possíveis distorções.
Emoções dominantes
O artigo apresenta declarações atribuídas à Reuters e afirma elevações de tarifa para 50%, mas não traz links nem fontes primárias que permitam verificação. Há também incoerência na atribuição ('Reuters' no texto vs. 'Fonte Agência Brasília' no rodapé), o que torna várias representações não verificáveis ou potencialmente distorcidas.
O artigo afirma que "os americanos elevarem para 50% a taxação" mas não fornece link, documento ou fonte verificável que comprove essa elevação. Embora o texto diga que Lula falou em entrevista à Reuters, não há URL nem citação direta de um comunicado oficial dos EUA ou de outra fonte primária que confirme a medida. Não é possível confirmar, a partir do conteúdo fornecido, que a elevação para 50% de fato ocorreu conforme descrito.
O artigo reproduz uma citação atribuída a Lula e diz que foi dada "em entrevista à agência de notícias Reuters", mas não traz link para a entrevista na Reuters nem referência detalhada. Não há como checar, com o texto fornecido, se a transcrição está íntegra ou se há imprecisões no recorte da entrevista original.
O corpo do artigo indica que a fala de Lula foi dada à Reuters, enquanto o bloco de metadados/rodapé do artigo aponta 'Fonte Agência Brasília'. Essa sobreposição de atribuições sem esclarecimento cria ambiguidade sobre qual foi a fonte primária da informação e se houve republicação ou adaptação de conteúdo de terceiros. A inconsistência impede avaliar com segurança se o artigo representa fielmente a fonte original.
O artigo sugere uma mudança tarifária significativa sem fornecer datas ou contexto temporal claro, o que pode levar leitores a interpretar como ação imediatamente recente. Fora isso, a menção à 'quarta-feira (6)' junto à publicação sugere recência, mas a ausência de datas para a medida tarifária deixa uma lacuna temporal relevante.
após os americanos elevarem para 50% a taxação sobre diversos produtos brasileiros.
O trecho indica que houve uma elevação para 50% nas taxações 'após' determinada ação dos EUA, sem mencionar quando essa elevação ocorreu ou se é uma medida recente. A falta de datas ou contexto temporal impede saber se os dados são atuais ou antigos, tornando a passagem sujeita a interpretação de atualidade indevida.
O artigo usa percentuais (50%) sem fornecer o contexto estatístico mínimo — tipo de taxa, base de cálculo e abrangência dos produtos — o que cria risco de interpretação enganosa. Há também possíveis escolhas de exemplos que reforçam um impacto maior sem panorama completo.
os americanos elevarem para 50% a taxação sobre diversos produtos brasileiros.
O número '50%' é apresentado sem indicar a que exatamente se refere (por exemplo: ad valorem sobre valor aduaneiro, aumento percentual sobre uma alíquota anterior, média ponderada por produto etc.). Sem essa base, o número pode ser mal interpretado.
É necessário especificar que tipo de taxa/tarifa é essa (ad valorem ou específica), sobre qual base (valor aduaneiro, preço final), quais produtos exatamente entram na conta e se 50% é uma alíquota nominal, um pico pontual ou uma média.
No caso do café, da carne e de algumas frutas, as taxas chegam aos 50%.
Essa declaração (aparecendo entre as 'assessed_claims' associadas ao artigo) fornece percentuais sem indicar o denominador nem o universo considerado (ex.: se 50% vale para todas as variedades desses produtos, para um subset de importações, para tarifas aduaneiras aplicadas por um importador específico etc.).
Para avaliar corretamente, precisa-se saber quantos e quais itens do universo de exportações/importações estão nessa faixa de 50%, qual é o critério de cálculo e se esse valor é aplicável de forma generalizada ou apenas a casos pontuais.
No caso do café, da carne e de algumas frutas, as taxas chegam aos 50%.
A menção a exemplos concretos (café, carne, frutas) pode ser um recorte que enfatiza produtos sensíveis para maximizar percepção de impacto. Sem apresentar o panorama completo, pode haver seleção que amplifique a impressão de um aumento generalizado.
Deve ser apresentado o conjunto completo de produtos afetados e as alíquotas correspondentes, além da distribuição dos valores, para saber se os exemplos citados são representativos ou exceção.
As citações atribuídas a Lula aparecem no texto, mas a presença de edição indicada por colchetes e a ausência de link para a entrevista original impedem verificação da fidelidade e do contexto completo das falas.
"“Eu poderia anunciar uma taxação contra produtos americanos. [Mas] não vou fazer, porque não quero ter o mesmo comportamento dele (Donald Trump, presidente americano)""
— Luiz Inácio Lula da Silva
A citação inclui colchetes '[Mas]', indicando edição/intervenção editorial no texto citado. O artigo também afirma que a declaração foi dada à Reuters, mas não fornece a íntegra da resposta nem link para a entrevista original, impedindo confirmar se o recorte altera ou omite contexto relevante.
"“Eu quero mostrar que quando um não quer, dois não brigam. E eu não quero brigar com os Estados Unidos""
— Luiz Inácio Lula da Silva
A frase é apresentada como citação direta, porém o artigo não fornece link ou transcrição completa da entrevista na fonte original (Reuters). Não há como checar se a frase foi dita exatamente assim ou se foi separada de contexto que altere seu sentido.
Há indícios de cadeia de republicação (Reuters → Agência Brasília → Por Brasília) sem transparência nem links que permitam rastrear a versão original. Isso aumenta o risco de alterações não verificadas e de percepção de autoridade inflada.
O texto afirma que a fala foi dada 'em entrevista à agência de notícias Reuters', mas o rodapé mostra 'Fonte Agência Brasília' e o artigo foi publicado no site porbrasilia.com.br. Sem links ou explicação, há risco de que informação de uma fonte maior (Reuters) tenha sido repassada/reatribuída via agência local e republicada sem indicação clara de alterações ou verificação adicional — um padrão típico de 'lavagem' de autoridade quando cadeias de republicação não são transparentes.
O texto é basicamente noticioso e reproduz declarações do presidente. Identifiquei usos retóricos leves a moderados: (1) ataque ao comportamento de Trump como justificativa política (ad hominem, médio), (2) emprego do termo hiperbólico "tarifaço" (linguagem carregada, baixo), e (3) enquadramento moral da não-retaliação como evidência de moderação (paradox framing, baixo). Essas escolhas moldam a interpretação do leitor sem contradizer diretamente os fatos relatados, mas restringem o debate sobre méritos e consequências das medidas comerciais.
"porque não quero ter o mesmo comportamento dele (Donald Trump, presidente americano)"
A fala rejeita a retaliação atacando o comportamento pessoal de Trump em vez de discutir os méritos ou efeitos das tarifas. Ao deslocar a justificativa para a caracterização do adversário, a argumentação enfraquece a discussão técnica sobre políticas comerciais e promove uma rejeição baseada em adjetivação pessoal.
Prejudica: "Eu poderia anunciar uma taxação contra produtos americanos. [Mas] não vou fazer, porque não quero ter o mesmo comportamento dele (Donald Trump, pr...
um “tarifaço de resposta” aos Estados Unidos
O uso do termo coloquial e hiperbólico "tarifaço" tem conotação sensacionalista e emocional, dramatizando a hipótese de retaliação. Essa escolha lexical tende a orientar o leitor emocionalmente em vez de apresentar a medida em termos neutros e técnicos.
Prejudica: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descartou anunciar um “tarifaço de resposta” aos Estados Unidos.
“Eu quero mostrar que quando um não quer, dois não brigam."
A fórmula transforma a não-retaliação em um imperativo moral óbvio, fazendo parecer que qualquer alternativa implicaria em agressividade ou irracionalidade. Isso reduz o espaço para um debate legítimo sobre respostas proporcionais ou estratégicas às tarifas, enquadrando dissenso como querer "brigar".
Prejudica: "Eu poderia anunciar uma taxação contra produtos americanos. [Mas] não vou fazer, porque não quero ter o mesmo comportamento dele (Donald Trump, pr...
O artigo apresenta a declaração de Lula e menciona tarifas de até 50% sem fornecer detalhes essenciais: não esclarece quais linhas tarifárias e sua vigência, há ambiguidade sobre a fonte original da entrevista, e falta contexto sobre alternativas legais/diplomáticas avaliadas, o impacto econômico por produto e região, e a questão do repasse dos custos (pass‑through). Essas lacunas são relevantes para julgar se a decisão de não retaliar foi uma escolha estratégica fundamentada ou uma omissão de medidas possíveis, e podem alterar substancialmente a interpretação da notícia.
Quais produtos e alíquotas específicas os EUA aplicaram ao Brasil — a tarifa de “50%” vale para todas as variedades de café, carne e frutas citadas, e essas alíquotas estão atualmente em vigor ou foram reduzidas?
O artigo cita 50% sem detalhar a quais linhas tarifárias isso se refere nem se a medida foi mantida; saber o escopo e vigência é essencial para avaliar a gravidade da medida e a necessidade de uma resposta.
30 de jul. de 2025Alimentos, combustíveis, aviões e veículos não estarão sujeitos à tarifa extra de 40% sobre produtos brasileiros, totalizando 50%, anunciada por Donald Trump. Medida começa a vale...
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgou a lista completa de produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos que foram atingidos pela tarifa adicional de a...
30 de jul. de 2025Descubra quais produtos brasileiros estão isentos das novas tarifas de até 50% impostas pelos EUA em 2025. Veja a lista completa.
Qual é a fonte primária da declaração atribuída a Lula (entrevista integral da Reuters ou comunicado da Agência Brasília) e a entrevista foi reproduzida na íntegra ou foi editada?
O corpo do artigo menciona Reuters enquanto o rodapé indica Agência Brasília; esclarecer a origem e se houve edição é importante para avaliar se a citação foi retirada de contexto ou alterada.
11 de ago. de 2025Transcrição da entrevista concedida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos repórteres Brad Haynes e Lisandra Paraguassu, da Agência Reuters, em 6 de agosto de 2025
7 de ago. de 2025Lula descarta taxação recíproca contra os EUA: "Não quero brigar" Em entrevista à Reuters, presidente brasileiro disse que está focado em medidas direcionadas a empresários e traba...
6 de ago. de 2025Lula diz que não quer brigar e que não vai retaliar os EUA
Que alternativas formais ou estratégias (processo na OMC, negociações bilaterais, compensações comerciais) o governo brasileiro avaliou antes de descartar retaliação tarifária?
Sem saber se houve avaliação de opções legais ou diplomáticas, a decisão de não retaliar pode parecer folga estratégica ou falta de alternativas — isso muda a interpretação política e econômica da atitude de Lula.
11 de ago. de 2025Segundo o órgão, o Brasil afirma que as medidas dos EUA são inconsistentes com suas obrigações sob várias disposições do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT, na sigla em i...
20 de ago. de 2025A disputa comercial entre Brasil e EUA escalou após a decisão de Washington de impor tarifas de 50% sobre produtos brasileiros. A medida em prática já ameaça exportações bilionári...
6 de ago. de 2025O governo brasileiro acionou a Organização Mundial do Comércio (OMC) contra as medidas tarifárias impostas pelos Estados Unidos contra produtos produzidos no Brasil. Na avaliação d...
Qual é a estimativa do impacto econômico das tarifas sobre exportações brasileiras por produto, regiões e grupos (exportadores, produtores familiares, setores do agronegócio)?
A matéria fala em tarifas altas mas não quantifica perdas ou quem será mais afetado; entender a distribuição dos efeitos é necessário para avaliar custo social e político da decisão de não retaliar.
As medidas, que incluem taxas adicionais de até 50% em setores como siderurgia, autopeças e carne bovina, ameaçam reduzir as exportações e provocar perdas de empregos e receitas.
30 de jul. de 2025Nova tarifa de 50% dos EUA atinge itens estratégicos da balança comercial brasileira e pode impactar exportações e empregos.
Este artigo foi elaborado com base em dados de entidades do agronegócio, reportagens recentes e análises econômicas até 25 de agosto de 2025, refletindo o impacto das tarifas de Trump no setor agro...
Existe evidência de que eventuais medidas de retaliação brasileiras (aumento de tarifas sobre produtos americanos) levariam a queda de preços para consumidores brasileiros ou apenas transfeririam custos entre agentes (exportadores, importadores, varejo)?
O argumento implícito de que não retaliar é benigno depende de como custos e benefícios se repartem; sem evitar a questão do pass-through é impossível saber se retaliação beneficiaria ou prejudicaria consumidores e produtores.
Este artigo estima o pass-through de alterações nas tarifas de importação e na taxa de câmbio sobre os preços no setor siderúrgico da economia brasileira e avalia a simetria desses efeitos,
A pesquisa realizada tem como intenção contribuir para o esclarecimento do funcionamento do pass-through cambial, doravante ERPT (exchange rate pass-through), isto é, o repasse da taxa de câmbio ao...
A pesquisa realizada tem como intenção contribuir para o esclarecimento do funcionamento do pass-through cambial, doravante ERPT (exchange rate pass-through), isto é, o repasse da taxa de câmbio ao...
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descartou anunciar um “tarifaço de resposta” aos Estados Unidos, após os americanos elevarem para 50% a taxação sobre diversos produtos brasileiros.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descartou anunciar um “tarifaço de resposta” aos Estados Unidos.
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
Fontes apontam que o presidente Lula descartou um "tarifaço de resposta" aos Estados Unidos. A matéria da CNN Brasil registra a declaração: "descartou anunciar um 'tarifaço de resposta'... 'Não quero brigar'" (https://www.cnnbrasil.com.br/politica/entrevista-lula-reacao-eua/). Reportagens da VEJA e da Gazeta do Povo trazem contexto e relatos consistentes sobre a decisão de não retaliar imediatamente (https://veja.abril.com.br/coluna/radar/lula-diz-que-nao-tem-pressa-para-impor-reciprocidade-comercial-aos-eua/; https://www.gazetadopovo.com.br/economia/tarifaco-lula-descarta-retaliacao-mas-volta-a-criticar-trump-ao-anunciar-plano/). Por isso a afirmação está apoiada pelas fontes fornecidas. Sources consulted: Lula diz que não tem pressa para impor reciprocidade comercial aos EUA | VEJA; Lula descarta taxação recíproca contra os EUA: "Não quero brigar" | CNN Brasil; Lula critica Trump e elogia Brics ao anunciar plano contra tarifaço.
All models agree: supported (86%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
"Eu poderia anunciar uma taxação contra produtos americanos. [Mas] não vou fazer, porque não quero ter o mesmo comportamento dele (Donald Trump, presidente americano)", afirmou Lula.
Sustentado Confiança 47% Atribuição
As fontes citadas documentam a declaração atribuída a Lula dizendo que poderia taxar produtos americanos, mas não o faria por não querer adotar o mesmo comportamento de Trump. A matéria da Terra reproduz a frase no título e no corpo ("'Poderia taxar produtos americanos, mas não farei porque não quero ter mesmo comportamento, diz Lula'", https://www.terra.com.br/economia/poderia-taxar-produtos-americanos-mas-nao-farei-porque-nao-quero-ter-mesmo-comportamento-diz-lula,d70e4464d82d31c1753c5b6ca4f78300udqq9qjr.html) e a Revista Fórum também relata a decisão e a citação em entrevista à Reuters (Lula toma decisão sobre taxar os EUA - Revista Fórum, https://revistaforum.com.br/politica/2025/8/6/lula-toma-deciso-sobre-taxar-os-eua-184875.html). A BBC e outras reportagens presentes no conjunto de evidências também corroboram o contexto da declaração. Assim, a citação está suportada pelas fontes fornecidas. Sources consulted: Lula: tarifas dão fôlego a presidente — mas até quando? - BBC News Brasil; Lula toma decisão sobre taxar os EUA - Revista Fórum; 'Poderia taxar produtos americanos, mas não farei porque não quero ter mesmo comportamento, diz Lula. (Reused from a prior investigation — exact match.)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources.
No caso do café, da carne e de algumas frutas, as taxas chegam aos 50%.
Sustentado Confiança 45%
As matérias disponíveis confirmam que tarifas de até 50% foram aplicadas a produtos como café, carne e algumas frutas. G1 relata que, para o Brasil, tarifas chegaram a 50% e depois caíram para 40% (https://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2025/11/14/eua-suspendem-tarifa-de-50percent-para-cafe-carne-banana-e-acai-brasileiros.ghtml). CNN Brasil e Terra também noticiaram que Trump havia imposto/alterado tarifas de importação sobre itens como carne bovina, café, banana, manga e açaí, citando originalmente alíquotas na casa dos 50% antes de ajustes (https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/trump-reduz-tarifas-sobre-cafe-carne-bovina-e-frutas/; https://www.terra.com.br/economia/trump-reduz-tarifas-sobre-cafe-e-carne-itens-exportados-pelo-brasil,0091e2d411571713a5dc18fc249f18a7trzu6rit.html). Portanto a afirmação está suportada pelas fontes fornecidas. Sources consulted: Trump reduz tarifas sobre café, carne e frutas, produtos exportados pelo Brasil | G1; Trump reduz tarifas sobre café, carne bovina e frutas | CNN Brasil; Trump diz que abraçou Lula na ONU e que concordaram em se encontrar | CNN Brasil. (Reused from a prior investigation — exact match.)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
'Poderia taxar produtos americanos, mas não farei porque não quero ter mesmo comportamento, diz Lula
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
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Lula descarta taxação recíproca contra os EUA: "Não quero brigar" | CNN Brasil
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Lula toma decisão sobre taxar os EUA - Revista Fórum
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante entrevista à agência Reuters nesta quarta-feira (6), demonstrou ter tomado uma decisão quanto à taxação de 50% imposta aos p...
Lula: tarifas dão fôlego a presidente — mas até quando? - BBC News Brasil
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Trump diz que abraçou Lula na ONU e que concordaram em se encontrar | CNN Brasil
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Adeus “tarifaço”? Lula pede a Trump para retirar tarifas e sanções ao Brasil - SIC Notícias
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Trump reduz tarifas sobre café e carne, itens exportados pelo Brasil
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Trump reduz tarifas sobre café, carne e frutas, produtos exportados pelo Brasil | G1
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Os Estados Unidos reduziram as tarifas de importação do café, de carne, açaí, manga e outros produtos nesta sexta-feira (14).
Trump reduz tarifas sobre café, carne bovina e frutas | CNN Brasil
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