Credibilidade
16%
Credibilidade
16%
Coordenação
15%
Completude
45%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
O artigo documenta corretamente que o governo Lula resistiu à tentativa americana de rotular o PCC e o CV como organizações terroristas — relato apoiado por reportagens do G1, Metrópoles e Diário do Poder —, mas contém falhas informativas importantes: números citados ("12 estados", "113 vistos negados") e uma avaliação atribuída ao "FBI" não têm fonte verificável no material apresentado, há uso extensivo de fontes anônimas e uma imprecisão terminológica ao rotular o FBI como "a Polícia Federal americana". Essas deficiências indicam problemas de verificação e de transparência, não sinais claros de manipulação deliberada. Avaliação final: mixed.
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Cobertura majoritariamente informativa sobre a mesma reunião diplomática: várias fontes destacam que o governo brasileiro rejeitou a proposta americana de rotular PCC e CV como terroristas e mencionam a presença de enviados dos EUA (David Gamble). Não há, nos trechos fornecidos, sinais de uma campanha narrativa coordenada — títulos e snippets mostram convergência factual esperada em torno do mesmo evento, sem evidência clara de uso idêntico de falácias retóricas ou de omissões substanciais perfeitamente alinhadas entre os veículos. Muitas das ausências críticas identificadas no artigo investigado também não aparecem nos títulos/snippets disponibilizados, mas a verificação completa desses omissions em todos os textos é unverificável com os trechos fornecidos.
2 dias atrásPor que Lula não quer que Trump classifique facções como organizações terroristas? Assunto deve ser discutido durante encontro entre os dois presidentes em Washington, na quinta-feira (7).
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O texto apresenta baixo teor emocional e muita descrição de encontros e declarações, portanto o risco de manipulação emocional direta é baixo. Porém há sinais relevantes de risco informativo — alta pontuação de misrepresentation e de authority laundering, além de elementos de manchete apelativa e contexto incompleto — que podem permitir que afirmações sérias pareçam mais sólidas do que são; recomenda-se checar fontes primárias mencionadas antes de tirar conclusões.
Emoções dominantes
Há ao menos uma imprecisão clara na forma como o veículo rotula e representa a agência americana citada (FBI) — caracterizada no texto como "a Polícia Federal americana" — o que distorce a natureza da instituição mencionada. Fora isso, o artigo geralmente atribui declarações a "membros da comitiva" ou "relatos de pessoas envolvidas" sem fontes identificáveis, mas isso não constitui, por si só, uma contradição interna flagrante.
O trecho do artigo descreve o FBI como "a Polícia Federal americana", o que é uma representação imprecisa do papel e da natureza da agência. O FBI (Federal Bureau of Investigation) é uma agência federal de investigação dos EUA com funções que não correspondem literalmente às de uma "Polícia Federal" no modelo institucional brasileiro; apresentar o FBI dessa forma simplifica e potencialmente distorce a natureza da fonte citada. Além disso, o artigo atribui uma avaliação ao "FBI" sem indicar fonte direta ou data, o que torna a afirmação pouco verificável a partir do texto.
O artigo usa números concretos (12 estados; 113 vistos negados) sem fornecer bases metodológicas, períodos ou fontes diretas no texto, o que reduz a capacidade do leitor de avaliar a precisão e a relevância desses dados.
Eles citaram que 113 brasileiros tiveram visto negado pela Embaixada dos Estados Unidos após terem sido identificadas como ligadas às quadrilhas.
O número '113 brasileiros' é apresentado sem contexto temporal, sem explicação sobre o critério usado para 'identificadas como ligadas às quadrilhas' e sem fonte verificável no próprio texto. Sem esse contexto, o leitor não sabe se o número refere-se a um período específico, a recusas relaciondas a um processo investigativo concreto, ou a outra metodologia.
Para interpretação adequada, seria necessário informar o intervalo de tempo (por exemplo, 'nos últimos X meses/anos'), a autoridade que tomou a decisão (qual departamento da Embaixada ou do governo) e os critérios usados para classificar alguém como ligado às quadrilhas.
Gamble e sua comitiva também mencionaram que o FBI (...) avalia que o PCC e o CV estão presentes em 12 estados americanos, como Nova York, Flórida, Nova Jersey, Massachussets, Connecticut e Tennessee.
A afirmação de presença em '12 estados' carece de definição do que significa 'presente' (por ex., células ativas, membros identificados, operações de lavagem de dinheiro) e não traz período ou fonte documental. Sem essa base, o número transmite uma impressão de extensão que pode ser vaga ou enganosa.
Seria necessário especificar como a presença foi medida (prisão, investigação, indícios financeiros), o período da avaliação e a fonte direta (relatório do FBI, declaração formal), para que o leitor avalie a magnitude real do fenômeno.
O artigo atribui informações a participantes da comitiva americana, à Embaixada e a 'relatos de pessoas envolvidas', mas não apresenta uma cadeia clara de republicação (por exemplo: blog → mídia regional → veículo nacional) nem indica que fontes de baixa autoridade foram recicladas e amplificadas sem nova evidência. Portanto, não há evidência de 'authority laundering' no texto fornecido.
O texto é, em grande parte, relato de um encontro e de posições atribuídas a participantes, mas recorre a fontes indiretas ("relatos de pessoas envolvidas", "membros da comitiva") sem verificação independente, especialmente nas afirmações sobre avaliação do FBI e número de estados. Há uma tendência moderada a reforçar autoridade alheia para legitimar alegações (appeal to authority) e uma formulação que equipara o FBI à 'Polícia Federal americana' que pode confundir leitores (equivocation). Também aparecem expressões emocionalmente carregadas ao descrever percepções políticas ('algoz pelo bolsonarismo'). Em conjunto, esses elementos introduzem um viés retórico moderado, embora o texto contenha informações concretas e argumentos apresentados por ambas as partes.
Gamble e sua comitiva também mencionaram que o FBI (a Polícia Federal americana) avalia que o PCC e o CV estão presentes em 12 estados americanos,
O trecho apoia a afirmação de presença das facções em 12 estados citando a suposta avaliação do FBI vindas da comitiva, sem apresentar fonte direta ou verificação independente. Ao recorrer à autoridade (FBI) por meio de relatos de terceiros, o texto fortalece a impressão de confirmação oficial mesmo quando a informação é apenas atribuída a participantes da comitiva — isso empurra a narrativa de uma presença difundida e comprovada das quadrilhas nos EUA.
Prejudica: sua comitiva também mencionaram que o FBI (a Polícia Federal americana) avalia que o PCC
o FBI (a Polícia Federal americana)
O parêntese iguala o FBI à expressão 'Polícia Federal americana', usando o termo 'Polícia Federal' em sentido distinto do brasileiro. Essa equivalência simplifica e pode confundir o leitor sobre funções, jurisdição e natureza da agência citada, criando a falsa impressão de que o FBI é diretamente comparável à Polícia Federal do Brasil.
Prejudica: sua comitiva também mencionaram que o FBI (a Polícia Federal americana) avalia que o PCC
Alexandre de Moraes, considerado algoz pelo bolsonarismo.
A expressão 'considerado algoz' é carregada e emocional. Mesmo sendo um relato do posicionamento de um grupo ('o bolsonarismo'), o adjetivo confere tom dramático e negativo à personagem citada, inclinando o leitor a uma avaliação moral intensa em vez de uma descrição neutra dos fatos.
O artigo relata o pedido dos EUA e a recusa do governo brasileiro, mas deixa lacunas importantes: não documenta a origem dos números e avaliações atribuídas aos americanos (a alegada 'presença em 12 estados', a suposta avaliação do "FBI" e os '113 vistos negados'); não explica juridicamente o que mudaria com a classificação como terrorismo no Brasil; e não examina se os EUA poderiam ou seriam eficazes ao agir unilateralmente sem cooperação brasileira. Essas omissões dificultam avaliar a força factual e as implicações práticas das alegações da matéria.
Qual é a fonte concreta para a afirmação de que PCC e CV "estão presentes em 12 estados americanos" e o que 'presença' significa nesse contexto (membros identificados, células ativas, operações financeiras)?
Sem saber a origem desse número e a definição de 'presença', não dá para avaliar a extensão real da atuação das facções nos EUA nem se isso justifica uma reclassificação ou ações específicas.
11 de set. de 2024Órgãos de inteligência do governo brasileiro vêm detectando desde 2022 uma série de membros do baixo clero do PCC (Primeiro Comando da Capital), os chamados "soldados", cruzando i...
4 de jun. de 2025Autoridades americanas mapearam a presença de membros do PCC e do CV em 12 dos 51 estados americanos, segundo o parlamentar brasileiro. "A ameaça que existe ao governo americano so...
24 de jun. de 2025PCC é mapeado em 28 países e expande tráfico de drogas e armas. A facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) se instalou em aos menos 28 países e se infiltrou em presídios...
Existe declaração oficial do FBI ou de outro órgão dos EUA confirmando a avaliação atribuída a eles no texto sobre PCC e CV? Se sim, onde e quando foi publicada?
O artigo atribui ao 'FBI' uma avaliação sem citar documento ou declaração; verificar se o órgão norte-americano fez essa afirmação é essencial para avaliar a credibilidade da alegação.
16 de set. de 2025Além das eventuais medidas que os Estados Unidos podem adotar contra o Brasil após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), uma possibilidade é o governo americano class...
10 de mar. de 2026Estão na mira do governo americano o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), apesar de não existirem, até o momento, documentos que comprovem atuação dos band...
9 de mar. de 2026O governo dos Estados Unidos deve anunciar nos próximos dias a designação das facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terror...
Qual é o procedimento e quais seriam, na prática, os efeitos jurídicos no Brasil de classificar facções como organizações terroristas (alteração de penas, competência de tribunais, medidas de investigação)?
O argumento brasileiro de que o ordenamento não considera facções como terrorismo depende da legislação; entender as consequências legais é chave para avaliar se a recusa é puramente conceitual ou tem impacto prático na repressão.
Regulamenta o disposto no inciso XLIII do art. 5º da Constituição Federal, disciplinando o terrorismo, tratando de disposições investigatórias e processuais e reformulando o conceito de organização...
5 de nov. de 2025Em termos penais e processuais penais no Brasil, a alteração teria efeito apenas simbólico, avalia Aury Lopes Jr., advogado e professor de Direito Processual Penal da Pontifícia Un...
4 de nov. de 2025O Projeto de Lei (PL) 1.283/2025, que equipara as facções ao terrorismo, pode ser votada nesta terça-feira (4) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. O tema ganhou ...
Qual é a origem do número de '113 brasileiros com visto negado' mencionado pelo artigo (período, autoridade que divulgou, critério de ligação às quadrilhas)?
Sem contexto sobre esse número, não se sabe se se trata de casos recentes, de uma campanha específica ou de recusas rotineiras, o que afeta a avaliação da escala do problema migratório/financeiro nos EUA.
26 de ago. de 2024Para enganar no Brasil familiares de expatriados, os criminosos estão utilizando ferramentas disponíveis na internet e em lojas de aplicativo que permitem a criação de números fal...
As informações nesta página vêm de FTC, USCIS, DOJ, USA.gov, e outras fontes confiáveis. Nosso objetivo é oferecer informações fáceis de entender que sejam atualizadas constantemente.
26 de ago. de 2024Tentativas de golpe financeiro via aplicativos de mensagens ou ligações foram o tipo de crimes na internet e contra o patrimônio mais comum no Brasil no último ano, segundo dados ...
Se o governo brasileiro não classificar as facções como terroristas, que medidas unilaterais os EUA podem legalmente adotar contra membros das quadrilhas no território americano (sanções, prisão, extradição) e quão eficazes são tais medidas sem cooperação brasileira?
A proposta americana parte da premissa de que a rotulação facilitaria sanções mais duras; é preciso checar se os EUA podem agir sozinhos e se essas ações teriam efeito sem o suporte jurídico/operacional do Brasil.
12 de mar. de 2026Facções CV e PCC vistas como terroristas pelos EUA abre incerteza sobre sanções, prejuízos e soberania, mas também chance de cooperação.
9 de mar. de 2026Segundo o Departamento de Estado do país, são três condições principais para uma organização receber a designação de organização terrorista nos EUA. A classificação é feita após a ...
9 de mar. de 2026EUA devem designar CV e PCC como organizações terroristas estrangeiras. Entenda o que isso significa, efeitos e reação do governo Lula.
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O governo Lula rechaçou a sondagem feita pela administração Trump para categorizar o Primeiro Comando da Capital (PCC)
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As fontes fornecidas confirmam que o governo Lula reagiu contra a tentativa dos EUA de classificar o PCC. O G1 relata que o ministro Mauro Vieira pediu por telefone ao secretário de Estado Marco Rubio que não encaminhasse ao Parlamento dos EUA a decisão de classificar PCC e CV como grupos terroristas (https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/03/10/governo-tenta-adiar-debate-sobre-classificacao-de-faccoes-como-terroristas-ate-reuniao-de-lula-e-trump.ghtml). A matéria do Metrópoles também descreve a articulação de Mauro Vieira para impedir a classificação (https://www.metropoles.com/brasil/por-que-o-governo-lula-e-contra-eua-classificar-pcc-e-cv-como-terroristas). O Diário do Poder registra que o governo recusou ofertas de ajuda condicionadas à rotulação das facções como "narcoterroristas" (https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/lula-recusou-ajuda-dos-eua-por-discordar-que-pcc-e-cv-sejam-narcoterroristas). Esses relatos corroboram a afirmação de que o governo rechaçou a sondagem americana. Sources consulted: Governo tenta adiar debate sobre classificação de facções como terroristas até reunião de Lula e Trump | G1; Por que o governo Lula é contra EUA classificar PCC e CV como terroristas; Lula recusou ajuda dos EUA para não tachar PCC e CV de narcoterroristas - Diário do Poder.
All models agree: supported (86%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
A opção foi sugerida durante uma reunião na tarde desta terça-feira, 6, em Brasília, entre autoridades do Brasil
Misto Confiança 33% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As fontes apresentadas não sustentam especificamente a afirmação de que "a opção foi sugerida durante uma reunião na tarde desta terça-feira, 6, em Brasília, entre autoridades do Brasil". O G1 citado trata de reunião do "Conselhão" em 5 de agosto de 2025 (https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/08/05/com-participacao-de-lula-reuniao-do-conselhao-deve-reforcar-soberania-nacional-diante-do-tarifaco-de-trump.ghtml), o R7 menciona que Lula embarcou em 6 de maio de 2026 para os EUA (https://noticias.r7.com/brasilia/com-comitiva-de-6-autoridades-lula-embarca-aos-eua-para-encontro-com-trump-06052026/), e o Brasilianista traz agenda diversa (https://obrasilianista.com.br/jennyferreis/terca-feira-tera-votacoes-chave-no-congresso-e-debates-regulatorios-em-brasilia/). Nenhuma dessas matérias descreve explicitamente uma reunião em "terça-feira, 6" em Brasília na qual a opção foi sugerida. É necessário mais evidência documental ou reportagem que registre essa reunião e a sugestão. Sources consulted: Lula no Conselhão deve reforçar soberania nacional diante do tarifaço de Trump | G1; Com comitiva de seis autoridades, Lula embarca aos EUA para encontro com Trump – Noticias R7; Terça-feira terá votações-chave no Congresso e debates regulatórios em Brasília – O Brasilianista.
All models agree: needs_more_evidence (78%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
sua comitiva também mencionaram que o FBI (a Polícia Federal americana) avalia que o PCC
Misto Confiança 33% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As matérias indicam que representantes dos EUA mencionaram o PCC e defenderam sua classificação (CNN Brasil: reunião com técnicos e menção a PCC e CV — https://www.cnnbrasil.com.br/politica/entenda-por-que-os-eua-querem-que-pcc-seja-classificado-como-terrorista/; G1 discute a possibilidade de declaração — https://g1.globo.com/mundo/noticia/2025/09/16/trump-pode-declarar-pcc-organizacao-terrorista-por-que-governo-lula-se-preocupa-com-isso.ghtml), e o UOL traz análise de promotor sobre definição de terrorismo (https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2026/03/17/gakia-pcc-e-cv-sao-organizacoes-mafiosas-mas-nao-sao-terroristas.ghtm). Contudo, nenhuma das fontes fornecidas afirma que "o FBI (a Polícia Federal americana) avalia que o PCC..." — não há menção explícita a avaliação específica do FBI ou a que conclusão esse órgão teria chegado. Portanto, a evidência é insuficiente para confirmar essa afirmação e são necessárias fontes que citem diretamente o FBI ou comunicações oficiais dos EUA. Sources consulted: Trump pode declarar PCC organização terrorista? Entenda | G1; Promotor: 'PCC e CV são organizações mafiosas, mas não terroristas'; Entenda por que os EUA querem que PCC seja classificado como terrorista | CNN Brasil.
All models agree: needs_more_evidence (80%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Eles citaram que 113 brasileiros tiveram visto negado pela Embaixada dos Estados Unidos após terem sido identificadas como ligadas às quadrilhas.
Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Entenda por que os EUA querem que PCC seja classificado como terrorista | CNN Brasil
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Em reunião com técnicos do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) da gestão Luiz Inácio Lula da Silva (PT), representantes do governo Donald Trump citaram nominalmente...
Lula no Conselhão deve reforçar soberania nacional diante do tarifaço de Trump | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta terça-feira (5) da reunião do "Conselhão".
Trump pode declarar PCC organização terrorista? Entenda | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Classificação de facções criminosas brasileiras como terroristas é uma das possíveis reações do governo americano à condenação de Bolsonaro, diz consultoria. — Foto: Reuters via...
Lula recusou ajuda dos EUA para não tachar PCC e CV de narcoterroristas - Diário do Poder
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Integrantes do governo de Donald Trump ofereceram, em maio, acordos de cooperação internacional entre os Estados Unidos e o Brasil, exigindo como contrapartida que facções brasi...
Por que o governo Lula é contra EUA classificar PCC e CV como terroristas
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O movimento do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, para evitar que facções criminosas do Brasil sejam cla...
Governo tenta adiar debate sobre classificação de facções como terroristas até reunião de Lula e Trump | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Segundo fontes da diplomacia, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, pediu por telefone ao secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, que não encaminhe ao Par...
Promotor: 'PCC e CV são organizações mafiosas, mas não terroristas'
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
É improvável que os EUA consigam acabar com o PCC no Brasil ao classificar a facção como organização terrorista, avaliou Lincoln Gakiya, promotor do Ministério Público de São Pa...
Com comitiva de seis autoridades, Lula embarca aos EUA para encontro com Trump – Noticias R7
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca na tarde desta quarta-feira (6) para Washington D.C., nos Estados Unidos, onde se encontrará com o líder norte-americano Donald Tr...
Terça-feira terá votações-chave no Congresso e debates regulatórios em Brasília – O Brasilianista
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Nesta terça-feira (02), a Comissão Mista de Orçamento (CMO) vota o texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), etapa central da negociação fiscal que envolve Congresso e gov...
| Fonte | Tipo | Autoridade | Papel | Status |
|---|---|---|---|---|
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Lula
https://www.terra.com.br/tudo-sobre/lula |
Artigo de notícia | Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
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Donald Trump
https://www.terra.com.br/tudo-sobre/donald-trump |
Artigo de notícia | Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
|
Bolsonaro
https://www.terra.com.br/tudo-sobre/bolsonaro |
Artigo de notícia | Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
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Alexandre de Moraes
https://www.terra.com.br/tudo-sobre/alexandre-de-moraes |
Artigo de notícia | Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Pendente |