Credibilidade
17%
Credibilidade
17%
Coordenação
50%
Completude
45%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
A matéria relata um episódio verificável — enviados dos EUA teriam sugerido classificar o PCC e o CV como organizações terroristas e o governo brasileiro, via secretário Mário Sarrubbo, rejeitou a proposta — e parte desse núcleo factual é suportado por várias reportagens. Contudo, o texto tem lacunas importantes: apresenta números e listas de participantes sem fontes primárias ou citações diretas (por exemplo, os “113 vistos negados” e a alegada presença em “12 estados americanos”), não explicita o enquadramento jurídico brasileiro necessário para a designação de terrorismo e não traz documentos ou declarações oficiais que permitam checar algumas alegações. Em síntese: reportagem informativa com problemas de transparência e verificação — não há evidência clara de manipulação deliberada, mas há falhas que reduzem sua confiabilidade jornalística.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
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Governo Lula pede aos EUA que não classifiquem PCC e CV como grupos terrorist...
As matérias analisadas (Brasil Paralelo + trechos de UOL, R7, G1, BBC e Terra) convergem em narrar a mesma ação central: representantes dos EUA propuseram que o Brasil classifique PCC e CV como organizações terroristas, e essa proposta gerou debate político e jurídico. A cobertura tende a enfatizar a pressão internacional, o risco político/constitucional e a articulação de atores (por exemplo, família Bolsonaro), em vez de apresentar ou testar evidências concretas que liguem as facções ao terrorismo internacional. Há convergência em tratar o tema como disputa diplomática/partidária e em omitir documentos, provas e vozes que seriam decisivas para avaliar a veracidade das alegações. Esse padrão indica convergente omissão e convergente focalização em aspectos meta‑políticos, não necessariamente coordenação editorial formal, mas uma uniformidade de enquadramento e lacunas informativas entre os veículos fornecidos.
13 de mai. de 2025Em reunião com o governo Lula, representantes dos EUA sugeriram que as facções PCC e CV sejam classificados como terroristas; especialistas dizem que medida é política e violaria ...
8 de mai. de 2025Durante encontro realizado em Brasília, representantes do governo dos Estados Unidos, liderados por David Gamble, chefe interino da coordenação de sanções do Departamento de Estado...
27 de mar. de 2026👉 Desde o início do seu mandato, Donald Trump, vem promovendo uma campanha para designar grupos criminosos de diferentes países da América Latina como organizações terroristas.
10 de mar. de 2026Nota do Departamento de Estado é divulgada em meio a receio do governo brasileiro de que os EUA classifiquem as duas facções como organizações terroristas. Temor é de que medida p...
10 de mar. de 2026Em maio, por exemplo, o responsável pelo setor de sanções do Departamento de Estado, David Gamble, solicitou formalmente que o Brasil adotasse essa designação em visita a Brasília.
O artigo tem baixa carga emocional e apresenta informação factual (entrevistas e referências legais), portanto não se apoia em apelos emotivos para convencer. Ainda assim, há risco moderado de manobra jornalística: presença significativa de má representação de fontes e de "authority laundering", além de título sensacionalista e contexto incompleto, fatores que elevam a probabilidade de distorção apesar das citações fiéis.
Emoções dominantes
O texto relata várias declarações e números atribuídos a autoridades norte-americanas, à embaixada e a um dossiê oficial, porém não fornece fontes primárias, links, citações diretas ou documentos anexos. Por isso, várias representações são 'não verificáveis' com gravidade variando de baixa a alta, especialmente para afirmações de política e cifras concretas.
O artigo afirma que os representantes dos EUA alegaram presença do PCC e CV em 12 estados americanos, mas não fornece fonte primária, documento ou citação direta que comprove esse número nem contextualiza como essa presença foi mensurada. Sem a referência original ou dados suplementares, não é possível confirmar se o artigo representa com precisão a alegação atribuída aos norte-americanos.
O texto apresenta a cifra de 113 vistos negados pela embaixada 'no ano passado' sem citar fonte (comunicado oficial, relatório ou declaração de funcionário). Não há referência para verificar se a embaixada fez essa declaração, se o número refere-se a recusas por ligações especificamente a PCC/CV, ou qual foi o critério empregado.
Trata-se de uma afirmação de política externa e de procedimentos prisionais de grande impacto. O artigo não apresenta fonte oficial (declaração do Departamento de Estado, memorando, ou similar) que confirme que os EUA estejam considerando especificamente a deportação para o Cecot sob essas condições. Sem documentação, a representação dessa suposta posição não pode ser verificada.
O artigo atribui a Eduardo Bolsonaro o anúncio e a menção de encontros com figuras políticas, mas não reproduz a fonte do anúncio (post, nota, entrevista) nem apresenta vínculo direto ao conteúdo citado. Sem o material original, não é possível checar se o artigo resumiu corretamente a declaração ou se omitiu contexto.
O texto afirma que o dossiê das Secretarias de Segurança relaciona as facções ao Hezbollah, mas não disponibiliza o dossiê, trechos nem fonte direta. Não é possível confirmar se esse vínculo consta no dossiê, se foi interpretado pelo artigo ou se foi uma alegação de terceira parte.
O artigo relata uma declaração atribuída ao secretário nacional de Segurança Pública (escrito como 'Sarubo' em uma ocorrência e 'Sarrubbo' em outra), mas não cita a entrevista, nem fornece transcrição ou link. Sem a fonte primária, não é possível checar fidelidade ou nuance da afirmação.
O artigo usa várias referências temporais relativas ('no ano passado', 'desde março', 'após assumir a presidência') sem especificar anos ou datas claras em todos os casos. Isso cria ambiguidade sobre recência e pode sugerir vínculos temporais ou precedentes sem documentação temporal explícita.
Eles explicaram que, no ano passado, a embaixada negou vistos a 113 pessoas com ligações a grupos criminosos.
O uso de 'no ano passado' sem indicação do ano civil (por exemplo, 2024) deixa ambíguo a que período o número se refere, potencialmente sugerindo recência sem data precisa.
Desde março, o parlamentar licenciado está nos EUA, articulando com aliados de Trump para que sanções sejam aplicadas a Moraes.
A expressão 'desde março' carece de ano-referência, o que pode dar uma impressão de atualidade sem indicar quando precisamente as ações começaram.
Após assumir a presidência, Donald Trump já havia classificado as gangues Tren de Aragua, da Venezuela, e MS-13, de El Salvador, como organizações terroristas.
O trecho junta uma ação administrativa discursiva de Trump com a discussão atual sobre classificação das facções brasileiras, potencialmente estabelecendo uma equivalência temporal e de precedentes sem explicitar datas ou contexto em que as decisões anteriores ocorreram.
O artigo apresenta números potencialmente impactantes (12 estados; 113 vistos negados) sem fornecer definições, critérios ou fontes completas, o que dificulta avaliar a representatividade e pode induzir leituras alarmistas. Recomenda-se inclusão de fontes primárias e esclarecimento metodológico.
PCC e o Comando Vermelho (CV) têm presença em 12 estados americanos.
O número '12 estados' é apresentado sem definição do que constitui 'presença' (por exemplo: membros ativos, redes de apoio, prisões, investigações) e sem fonte. Sem a base ou critério, o número pode ser interpretado de maneiras distintas e inflacionar a percepção da penetração dessas facções nos EUA.
Seria necessário especificar a fonte desse dado, o critério usado para 'presença' e o período a que o número se refere (ex.: '12 estados segundo relatório X de YYYY baseado em prisões/deportações/investigações').
a embaixada negou vistos a 113 pessoas com ligações a grupos criminosos
A cifra '113' aparece isolada sem informar critérios, período exato ou se se trata de recusas totais, vetos administrativos, recusas provisórias, ou outro tipo de medida. Falta o denominador e a origem do dado para avaliar relevância.
Precisa-se indicar a fonte (comunicado da embaixada, relatório anual) e contextualizar: 113 de quantos pedidos? Em que período? Quais foram os critérios para 'ligações a grupos criminosos'?
No texto fornecido não há cadeia clara de 'origem em fonte de baixa autoridade → amplificação por veículos maiores' descrita em detalhes. O artigo menciona um dossiê e declarações atribuídas a autoridades, mas não apresenta uma cadeia de repasses (links ou citações de mídias menores sendo re-publicadas por mídias maiores) que permita classificar lavagem de autoridade.
O artigo relata a recusa do governo brasileiro em atender ao pedido americano, mas omite contexto essencial: o enquadramento jurídico brasileiro para terrorismo; a origem e natureza das evidências citadas (como "12 estados" e os "113 vistos" ); quais sanções ou mecanismos práticos mudariam com a classificação; e precedentes regionais sobre a eficácia dessa medida. Esses gaps dificultam avaliar se a decisão do governo é técnica, política ou pragmática.
Qual é o quadro legal no Brasil para classificar uma organização como "terrorista" e quais requisitos seriam necessários para enquadrar PCC e CV?
Sem explicar os critérios legais, não fica claro se a recusa do governo é uma opção política ou uma imposição jurídica; isso afeta a avaliação da decisão e das alternativas possíveis.
Regulamenta o disposto no inciso XLIII do art. 5º da Constituição Federal, disciplinando o terrorismo, tratando de disposições investigatórias e processuais e reformulando o conceito de organização...
10 de mar. de 2026Saiba quais são os critérios da lei brasileira para classificar grupos armados e por que a equiparação entre os termos é centro de debate entre Brasil e Estados Unidos
Regulamenta o disposto no inciso XLIII do art. 5º da Constituição Federal, disciplinando o terrorismo, tratando de disposições investigatórias e processuais e reformulando o conceito de organização...
Quais evidências sustentam a afirmação de que PCC e CV têm presença em "12 estados americanos" (número de membros, prisões, investigações ou redes de apoio)?
A alegação sobre presença nos EUA é usada para justificar sanções mais duras; sem fontes ou definição do que significa "presença", a justificativa pode estar inflada ou vaga.
10 de mar. de 2026O plano dos EUA de classificar CV e PCC como organizações terroristas cria um desafio diplomático e uma narrativa de risco para as eleições de 2026 no Brasil.
9 de mar. de 2026O governo dos Estados Unidos deve anunciar nos próximos dias a designação das facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terror...
15 de mar. de 2026"O PCC hoje tem ramificações em dezenas de países e presença detectada em vários estados americanos. Isso começa a ser visto como uma ameaça estratégica", disse.
Que medidas concretas deixariam de oupassariam a ser possíveis caso o Brasil classificasse as facções como terroristas (ex.: congelamento de bens, extradição, sanções financeiras)?
O artigo diz que a classificação permitiria "sanções mais severas" mas não especifica quais instrumentos jurídicos ou operacionais mudariam, tornando difícil avaliar o real impacto da medida.
9 de mar. de 2026O governo dos Estados Unidos deve anunciar nos próximos dias a designação das facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terror...
4 de nov. de 2025A coordenadora do núcleo de estudos de terrorismo e crime transnacional da PUC Minas Rashmi Singh explicou à Agência Brasil que o aumento do número de grupos/indivíduos designados ...
7 dias atrásPor que Lula não quer que Trump classifique facções como organizações terroristas? Assunto deve ser discutido durante encontro entre os dois presidentes em Washington, na quinta-feira (7).
Qual é a origem e a metodologia do número de "113 vistos negados" citado pelos americanos — qual período cobre e como foi verificada a ligação desses recusados a grupos criminosos?
Esse número é usado para demonstrar ação prévia dos EUA; sem saber fonte e critérios, não é possível avaliar a relevância ou veracidade da evidência apresentada pelos enviados americanos.
29 de mar. de 2025No ano passado, segundo dados da Embaixada dos Estados Unidos, 15% do total de pedidos de visto de brasileiros foram negados. A recusa foi a mais alta da gestão Biden.
23 de jun. de 2025O número de vistos negados pelos Estados Unidos a brasileiros tem crescido de forma preocupante, mesmo entre candidatos com perfil considerado sólido — como renda comprovada, vínc...
23 de jun. de 2025O número de vistos negados pelos Estados Unidos a brasileiros tem crescido de forma preocupante, mesmo entre candidatos com perfil considerado sólido — como renda comprovada, vínc...
Existem precedentes na região de países que classificaram facções criminosas como terroristas e quais foram os efeitos práticos dessas classificações sobre crime e cooperação internacional?
Comparações regionais e precedentes ajudam a avaliar se a medida é eficaz ou simbólica; o artigo não traz exemplos comparativos nem lições aprendidas.
4 de nov. de 2025A proposta que pretende equiparar as facções criminosas à prática do terrorismo expõe o Brasil à estratégia intervencionista dos Estados Unidos (EUA) na América Latina, alertam esp...
7 de nov. de 2025Argentina, Paraguai, Equador, El Salvador e Guatemala reconhecem facções e gangues como organizações terroristas, enquanto os EUA ampliam sua lista.
3 de nov. de 2025Esta semana, após a megaoperação no Rio de Janeiro, os governos de Argentina e Paraguai anunciaram que passaram a classificar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PC...
O secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, discordou do projeto do governo americano de classificar as principais facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. A proposta partiu de David Gamble, chefe interino da Coordenação de Sanções do Depar...
Os norte-americanos argumentaram que a classificação permitiria sanções mais severas contra as facções, já que, segundo eles, o Primeiro Comando da Capital (PCC)
Sustentado Confiança 51% Atribuição Desatualizado
As fontes do conjunto apoiam que os enviados norte‑americanos disseram que a designação como "terroristas" permitiria sanções mais severas. Veja, por exemplo, a reportagem do UOL ("PCC e CV terroristas? O que muda se EUA mudarem classificação", https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2026/03/09/eua-devem-classificar-cv-e-pcc-como-terroristas-veja-o-que-isso-muda.htm) que afirma que a classificação "abre caminho para sanções financeiras"; e a matéria da ISTOÉ ("O que muda se os EUA classificarem o PCC e o CV como grupos terroristas", https://istoe.com.br/o-que-muda-se-os-eua-classificarem-o-pcc-e-o-cv-como-grupos-terroristas) que também descreve que a designação permitiria medidas punitivas adicionais segundo o governo americano. Sources consulted: Análise: classificação de CV e PCC como organizações terroristas pelos EUA vira armadilha eleitoral para 2026 | G1; PCC e CV terroristas? O que muda se EUA mudarem classificação; O que muda se os EUA classificarem o PCC e o CV como grupos terroristas - ISTOÉ Independente.
All models agree: supported (81%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources.
A opção foi sugerida durante uma reunião na tarde desta terça-feira, 6, em Brasília, entre autoridades do Brasil
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
A afirmação é corroborada pelo material de imprensa fornecido. Em especial a matéria do Terra ("Governo Lula rejeita classificar PCC e CV como terroristas após pedido de enviado de Trump", https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/governo-lula-rejeita-classificar-pcc-e-cv-como-terroristas-apos-pedido-de-enviado-de-trump,5d168acc355cc42c5874042544b405b7krwhnfjl.html) diz explicitamente: “A opção foi sugerida durante uma reunião na tarde desta terça-feira, 6, em Brasília...”. As demais fontes no conjunto de evidências (por exemplo, R7 e G1 listadas no mesmo conjunto) descrevem eventos relacionados à agenda e reuniões na mesma data, não contradizendo o relato da Terra. Sources consulted: Lula no Conselhão deve reforçar soberania nacional diante do tarifaço de Trump | G1; Com comitiva de seis autoridades, Lula embarca aos EUA para encontro com Trump – Noticias R7; Governo Lula rejeita classificar PCC e CV como terroristas após pedido de enviado de Trump.
All models agree: supported (86%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Eles explicaram que, no ano passado, a embaixada negou vistos a 113 pessoas com ligações a grupos criminosos.
Misto Confiança 33% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As fontes fornecidas no conjunto (por exemplo, CM7 Brasil https://www.cm7brasil.com/noticias/politica/governo-federal-recusa-proposta-dos-eua-para-classificar-pcc-e-cv-como-grupos-terroristas-veja-video/, Diário do Grande ABC https://www.dgabc.com.br/Noticia/4231915/governo-lula-descarta-pedido-dos-estados-unidos-para-classificar-pcc-e-cv-como-grupos-terroristas e Revista Oeste https://revistaoeste.com/politica/governo-lula-recusa-proposta-dos-eua-para-classificar-pcc-e-comando-vermelho-como-terroristas/) relatam a reunião e a proposta, mas nos trechos disponíveis não há referência ao dado específico de que “a embaixada negou vistos a 113 pessoas com ligações a grupos criminosos” no ano anterior. Não há evidência nas fontes fornecidas que confirme o número 113; é necessário mais evidência primária ou citação oficial para validar essa afirmação. Sources consulted: Governo Federal recusa proposta dos EUA para classificar PCC e CV como grupos terroristas; veja vídeo; Governo Lula descarta pedido dos Estados Unidos para classificar PCC e CV como grupos terroristas - 07/05/2025 | Diário do Grande ABC; Governo Lula recusa proposta dos EUA para classificar PCC e Comando Vermelho como terroristas.
All models agree: needs_more_evidence (72%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
A comitiva americana, liderada por Gamble, incluiu John Jacobs, da Embaixada dos EUA, o adido judicial Michael Dreher, os assessores sênior Ricardo Pita
Misto Confiança 33% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As reportagens fornecidas (por exemplo, Estadão: "Governo Lula rejeita classificar PCC e CV como terroristas após pedido de enviado de Trump" https://www.estadao.com.br/politica/governo-brasileiro-rechaca-pedido-de-comitiva-de-trump-para-enquadrar-pcc-e-cv-como-terroristas/, Portal de Prefeitura https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/pcc-e-cv-gestao-lula-nao-classificara-faccoes-como-terroristas-apos/594391/ e Revista Oeste https://revistaoeste.com/politica/governo-lula-recusa-proposta-dos-eua-para-classificar-pcc-e-comando-vermelho-como-terroristas/) confirmam que a comitiva foi liderada por David Gamble e que houve encontro, mas nos excertos e títulos fornecidos não aparecem os nomes John Jacobs, Michael Dreher ou Ricardo Pita. Portanto, com as evidências submetidas não é possível confirmar que esses membros específicos faziam parte da comitiva; é necessária documentação ou relato adicional que liste esses nomes. Sources consulted: Governo Lula rejeita classificar PCC e CV como terroristas após pedido de enviado de Trump - Estadão; PCC e CV: gestão Lula nega pedido de governo Trump e não classificará facções como terroristas - Portal de Prefeitura; Governo Lula recusa proposta dos EUA para classificar PCC e Comando Vermelho como terroristas.
All models agree: needs_more_evidence (70%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Os EUA consideram deportar membros do PCC
Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Governo Lula rejeita classificar PCC e CV como terroristas após pedido de enviado de Trump - Estadão
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
BRASÍLIA — O governo Lula rechaçou a sondagem feita pela administração Trump para categorizar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), as duas maiores facç...
Governo Lula rejeita classificar PCC e CV como terroristas após pedido de enviado de Trump
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
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Governo Lula recusa proposta dos EUA para classificar PCC e Comando Vermelho como terroristas
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O Palácio do Planalto recusou a sugestão feita pelo governo de Donald Trump de enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroris...
Governo Lula recusa proposta dos EUA para classificar PCC e Comando Vermelho como terroristas
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Governo Lula descarta pedido dos Estados Unidos para classificar PCC e CV como grupos terroristas - 07/05/2025 | Diário do Grande ABC
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O pedido foi enviado por representantes do governo Trump e recebidos em Brasília pelos técnicos do Ministério da Justiça
Governo Federal recusa proposta dos EUA para classificar PCC e CV como grupos terroristas; veja vídeo
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Mundo – O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva rejeitou uma proposta apresentada pelo governo de Donald Trump para classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o...
Lula no Conselhão deve reforçar soberania nacional diante do tarifaço de Trump | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta terça-feira (5) da reunião do "Conselhão".
PCC e CV terroristas? O que muda se EUA mudarem classificação
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O governo dos Estados Unidos deve anunciar nos próximos dias a designação das facções brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações ter...
Análise: classificação de CV e PCC como organizações terroristas pelos EUA vira armadilha eleitoral para 2026 | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A discussão em curso nos EUA para classificar as facções Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas é a primeira grande armadilha ...
O que muda se os EUA classificarem o PCC e o CV como grupos terroristas - ISTOÉ Independente
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O governo de Donald Trump, por meio de comunicado do Departamento de Estado dos Estados Unidos, informou que vê as facções criminosas brasileiras PCC (Primeiro Comando da Capita...
Com comitiva de seis autoridades, Lula embarca aos EUA para encontro com Trump – Noticias R7
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Terça-feira terá votações-chave no Congresso e debates regulatórios em Brasília – O Brasilianista
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Nesta terça-feira (02), a Comissão Mista de Orçamento (CMO) vota o texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), etapa central da negociação fiscal que envolve Congresso e gov...
PCC e CV: gestão Lula nega pedido de governo Trump e não classificará facções como terroristas - Portal de Prefeitura
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A proposta foi discutida em uma reunião realizada na terça-feira, 6 de maio, em Brasília, entre autoridades brasileiras e uma comitiva dos EUA.
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