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Credibilidade

9%

Coordenação

12%

Completude

25%

Status do pipeline

Concluído

Análise da manchete

O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.

Manchete
Relatório da reforma tributária é divulgado no Senado; veja o texto | Jornal de Brasília
Uma manchete mais honesta
PLP 68/2024: relator Eduardo Braga divulga relatório; texto publicado sem alíquotas, estimativas de impacto ou cronograma
Parágrafo inicial
A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h

Resumo da investigação

Misto

O artigo acerta ao noticiar a divulgação do relatório do relator Eduardo Braga (alegação suportada pelas fontes indicadas), mas tem lacunas e afirmações processuais que não estão comprovadas no material fornecido. Não há sinais claros de manipulação deliberada: trata‑se de cobertura informativa com omissões relevantes sobre o conteúdo técnico do relatório e com algumas alegações de prazo/data que precisam de verificação adicional. Classificação geral: mixed.

Pontos fortes

  • Reporta corretamente que o relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga, divulgou um parecer — essa alegação foi verificada nas fontes citadas no material de análise.
  • Tom majoritariamente neutro e informativo, sem apelos emocionais ou falácias retóricas detectáveis no trecho fornecido.
  • Referências temporais claras (dias e horários mencionados no texto) — facilita checagem posterior.
  • Não apresenta estatísticas, citações diretas ou cadeias de fontes complexas sujeitas a manipulação estatística ou de contexto segundo os analisadores.

Pontos fracos

  • Algumas afirmações processuais carecem de evidência no material disponibilizado: prazo de “48 horas para sugestões” após leitura; previsão de votação na CCJ na quarta‑feira (11) às 10h — ambas classificadas como não verificadas ou com evidência insuficiente.
  • Alegações sobre cronograma legislativo e de implementação (por exemplo: chegada do PLP 68 ao Senado em agosto; início da implementação em 2026 com transição até 2032) não foram comprovadas pelas fontes apresentadas e precisam de confirmação.
  • O artigo omite informações substantivas do relatório: alíquotas e bases da CBS/IBS, estimativas de arrecadação e compensações para entes subnacionais, tratamento setorial (serviços digitais, combustíveis, energia), mecanismos de transição e regras de pass‑through — lacunas que impedem avaliação dos efeitos práticos da proposta.
  • Falta de referências diretas ou links ao texto integral do parecer no próprio corpo da matéria (conforme observado pelos analisadores), reduzindo transparência e dificultando verificação imediata pelo leitor.
  • Headline_bait com pontuação moderada (6.25) e confiança geral baixa nas conclusões processuais (overall_confidence_score baixo), o que aumenta o risco de leitura incompleta ou de interpretações equivocadas se o leitor não buscar fontes primárias.

Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:

  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • +51 more

Contexto do evento a partir de investigações relacionadas

Este evento foi analisado em 11 artigos

Linha do tempo composta

Compósito heurístico de investigações relacionadas: A Comissão de Constituição, Justiça | O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão. | Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto. | O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo | O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança | As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026), | a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas | O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).

Fatos omitidos pela maioria dos artigos

  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas

Avaliação narrativa

As investigações relacionadas cobrem fatos sobrepostos, mas omitem detalhes diferentes.
Comparação de cobertura (11 artigos)
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Regulamentação da Reforma Tributária: CCJ aprova plano de trabalho que prevê ...

Fatos incluídos: 3
Fatos omitidos: 51

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
Fatos omitidos
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Regulamentação da Reforma Tributária: análise do PLP 108/2024 aprovado no Sen...

Fatos incluídos: 4
Fatos omitidos: 50

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Relatório da reforma tributária é divulgado no Senado; veja o texto | Jornal ...

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Fatos omitidos: 49
Fatos incluídos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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CCJ do Senado aprova regulamentação da reforma tributária - Migalhas

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Fatos omitidos: 47

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Fatos incluídos
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Eduardo Braga apresenta parecer sobre segunda regulamentação da reforma tribu...

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Fatos omitidos: 50

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Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

Fatos incluídos: 10
Fatos omitidos: 44

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Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

Fatos incluídos: 7
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • Os senadores Eduardo Braga
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Fatos incluídos: 3
Fatos omitidos: 51

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Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Reforma Tributária: CCJ aprova PLP 108/2024, texto vai a Plenário

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 48

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Fatos incluídos
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Reforma Tributária: novo texto do PLP 108/24 é aprovado na CCJ - Mattos Filho

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 49

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Fatos incluídos
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Reforma Tributária: Senador Eduardo Braga detalha principais pontos do relató...

Fatos incluídos: 7
Fatos omitidos: 47

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Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS

Análise de narrativa coordenada

Com base no artigo investigado e nos excertos fornecidos de outras coberturas, a cobertura é majoritariamente informativa e procedimental: anuncia a divulgação do parecer/relatório e, em alguns casos, disponibiliza o texto na íntegra (Senado, Poder360, reformatributaria). Não há evidência de uso coordenado de falácias retóricas nem de uma narrativa idêntica entre os veículos. O sinal mais forte e convergente é a ênfase em anúncio/cronograma e o tom neutro; por outro lado, todos os excertos fornecidos compartilham omissões importantes de análise substantiva. Conclusão: cobertura independente com alinhamento editorial natural sobre formato (notícia do relatório), sem indícios de campanha narrativa coordenada.

Pontuação de coordenação
12%

Enquadramento convergente

  • Enfoque procedimental/institucional: notícia sobre divulgação do relatório e passos da tramitação (leitura, CCJ, votação).
  • Tom informativo e neutro, sem avaliação explícita do mérito da reforma.
  • Ênfase em acesso ao documento (títulos como 'Leia a íntegra' / 'Relatório divulgado') em vez de análise crítica.
  • Tratamento temporal/urgência limitado ao cronograma (datas e recesso) sem contextualizar impactos.

Omissões convergentes

  • Resumo do conteúdo substantivo do relatório: dispositivos específicos, alterações propostas e texto do parecer (ausência de síntese do que muda na prática).
  • Avaliação de impacto econômico e social: estimativas, projeções, beneficiários e afetados não são discutidos nos excertos apresentados.
  • Reações políticas e setoriais: faltam declarações ou posições de partidos, especialistas, sindicatos, empresas ou sociedade civil nos trechos fornecidos.
  • Detalhes sobre a votação e dinâmica parlamentar: composição de votos, eventuais resistências, cálculos de apoio e riscos regimentais não aparecem nos excertos.
  • Cronograma legislativo detalhado além de referências genéricas: não há datas precisas e explicitação de etapas além das menções resumidas à tramitação (com base apenas nos excertos).
Cobertura similar encontrada (5)

Análise de manipulação emocional

O texto adota tom neutro e informativo, com alto conteúdo factual (datas, prazos e procedimentos), portanto o apelo emocional é mínimo. No entanto, os escores fornecidos apontam problemas significativos de representação de fontes e de 'authority laundering' (misrepresentation_score e laundering_score em 1.0), além de baixa completude de contexto e uma pontuação de headline_bait atípica (6.25), o que eleva o risco de problemas de precisão e apresentação. Em conjunto, o risco de manipulação por apelo emocional é baixo, mas recomenda-se cautela quanto à fidelidade das fontes e à completude do contexto.

Temperatura emocional
5%
Densidade de evidência
90%
Pontuação de manipulação
35%

Emoções dominantes

neutro informativo
Fatores contribuintes (5)
  • baixo teor emocional no texto (apelo emocional praticamente ausente)
  • alta densidade de evidência factual (datas, prazos, procedimentos descritos), reduz risco de manipulação emocional
  • alto índice de má representação de fontes sinalizado (misrepresentation_score = 1.0) — aumenta risco por imprecisão
  • indicador elevado de autoridade lavada (laundering_score = 1.0), sugerindo possível uso indevido de autoridade
  • completude de contexto baixa (completeness_score = 0.25), o que pode permitir omissões relevantes
Análise de distorção de fontes

Análise de distorção de fontes

Com base somente no texto fornecido, o artigo não apresenta citações diretas ou trechos atribuídos a fontes externas que possam ser verificados aqui. O artigo afirma que o relatório foi "publicado no sistema do Senado" e que haverá coletiva do senador e leitura na CCJ, afirmações que são reportadas como eventos/processos, sem contradições internas visíveis. Não há indicação no texto de que o artigo distorceu, fabricou ou tirou de contexto material de uma fonte identificável presente no próprio conteúdo. Como não há URLs, trechos originais de documentos nem citações longas incluídas no input, não é possível identificar nenhuma representação incorreta de fontes.

Pontuação de distorção
100%
Análise de manipulação temporal — nenhum problema significativo encontrado
Análise de engano estatístico — nenhum problema significativo encontrado
Análise de citação seletiva — nenhum problema significativo encontrado
Análise de lavagem de autoridade

Análise de lavagem de autoridade

O artigo faz referência genérica ao "sistema do Senado" e a procedimentos legislativos (leitura na CCJ, votação, sanção presidencial), sem apresentar cadeia de fontes (links, republicações, posts em redes sociais ou imprensa secundária). Não há evidência no texto fornecido de cadeia de citações que inflem autoridade de fontes de baixa credibilidade.

Pontuação de lavagem
100%
Análise retórica — nenhum problema significativo encontrado
Análise de lacunas contextuais

Análise de lacunas contextuais

O texto noticioso informa que o relatório do PLP 68/2024 foi divulgado e dá prazo de tramitação, mas não apresenta informações cruciais: alíquotas e bases da CBS/IBS; estimativas de arrecadação e compensações para entes subnacionais; cronograma e regras detalhadas da transição 2026–2032; tratamento setorial (serviços digitais, combustíveis, energia); nem mecanismos que garantam repasse de benefícios ao consumidor. Essas omissões impedem avaliar impactos fiscais, distributivos e práticos da reforma.

Completude contextual
25%
Questões não abordadas (5)
  • O relatório publicado pelo senador Eduardo Braga especifica quais alíquotas e bases de cálculo da CBS e do IBS serão aplicadas?

    Sem saber alíquotas e bases de cálculo, não é possível avaliar o efeito fiscal da reforma nem quem ganhará ou perderá com as mudanças.

    Contra-evidência encontrada (3)
    plp068

    A suspensão do pagamento do IBS e da CBS prevista no inciso III do caputconverte-se em alíquota zero após decorridos cinco anos, contados da data de registro da declaração de importação.

    PLP 68/2024 - Senado Federal

    Institui o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS); e dá outras providências. Autuado o Projeto de Lei nº 68/2024 (Complemen...

    Guia completo sobre o PLP 68/2024: IBS e CBS - RVZ Consultoria

    22 de jul. de 2024O Projeto de Lei PLP 68/2024 é uma iniciativa crucial no cenário tributário brasileiro, trazendo significativas mudanças com a instituição do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e...

  • O texto traz estimativas do impacto na arrecadação federal, estadual e municipal e prevê compensações para Estados e municípios?

    A ausência de estimativas e mecanismos de compensação torna incerta a viabilidade orçamentária da proposta e os efeitos sobre finanças subnacionais.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Reforma Tributária PLP 68 de 2024

    21 de nov. de 2024Created by Marie Van den Broeck O etanol hidratado, porém, não foi contemplado na LC 192 e segue no regime plurifásico com alíquotas ad valorem e que podem ser diferentes entre os...

    plp068

    I - o Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, de competência compartilhada entre Estados, Municípios e Distrito Federal, de que trata o art. 156-A da Constituição Federal; e II - a Contribuição Social...

    Impacto Redistributivo Da Reforma Da Tributação Do Consumo No Brasil ...

    Esta seção examina o impacto redistributivo da reforma acima desenhada com base no PLP 68/2024, tomando como referência o sistema vigente de tributos indiretos.

  • Como detalha o relatório o cronograma de transição (2026–2032): fases, regras de migração e critérios para determinar vencedores e perdedores durante a transição?

    Sem regras e calendário claros, a promessa de implementação gradual pode gerar distorções, insegurança jurídica e impactos assimétricos entre contribuintes.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PLP no 68/2024 - Transição e Fiscalização

    • Objetivo: Garantir que haverá a devolução integral de TODOS dos saldos de créditos de Pis, Cofins, ICMS e IPI ao final da transição (existentes e os posteriores e os decorrentes de ação judicial).

    plp068

    11. § 7º O regime regular do IBS e da CBS de que trata o § 2º compreende todas as regras de incidência previstas nesta Lei Complementar, incluindo aquelas aplicáveis aos regimes diferenciados e aos...

    PDF Projeto De Lei Complementar N 68 De 2024 Regulamentação Da Reforma Tributá

    O objeto da última audiência pública que propomos são as normas que tratam de transição, fiscalização e avaliação quinquenal, incluindo a trava da carga tributária, conflitos de competência, domicí...

  • O parecer define como serão substituídos ISS, ICMS, IPI, PIS e Cofins em setores sensíveis (serviços digitais, combustíveis, energia) ou deixa exceções/tributações específicas?

    Setores específicos costumam ter tratamento diferenciado; omitir essa informação impede avaliar efeitos sobre preços e cadeias produtivas.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Sancionado o primeiro projeto de regulamentação do novo sistema de ...

    17 de jan. de 2025O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quinta-feira (16/1) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 68, de 2024, que regulamenta a maior parte da Reforma Tributária do ...

    PLP 68/2024 - Senado Federal

    Institui o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS); e dá outras providências. Autuado o Projeto de Lei nº 68/2024 (Complemen...

    Reforma Tributária: o que muda com o PLP 68/2024 para as empresas?

    Em 17 de dezembro de 2024, foi aprovado pelo Congresso Nacional o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 68/2024, que regulamenta a Emenda Constitucional nº 132/2023, responsável pela mais profunda r...

  • O relatório inclui mecanismos que assegurem o repasse de eventuais reduções de tributos para os consumidores (pass‑through) ou medidas para evitar que margens intermediárias capturem o benefício?

    A simples previsão de redução de tributos não garante queda de preços ao consumidor; sem regras de pass‑through, o benefício pode não chegar à população.

    Contra-evidência encontrada (3)
    plp068

    Para efeitos do inciso I, entende-se por despacho para consumo na importação o despacho aduaneiro a que são submetidos os bens importados a título definitivo.

    Reforma Tributária PLP 68 de 2024

    21 de nov. de 2024Como signatário do Acordo de Paris, o Brasil ratificou o compromisso de reduzir em 37% as emissões de GEE até 2025 e em 43% até 2030 - base ano 2005 - além de neutralizar as emiss...

    Reforma Tributária - PLP no 68/2024 - Relatório sobre regulamentação da ...

    11 de dez. de 2024O texto foi colocado na internet nesta segunda-feira (9) pela manhã e à tarde, em coletiva à imprensa, Braga apresentou seu substitutivo ao projeto aprovado pela Câmara dos Deputa...

Artigo raiz

Título
Relatório da reforma tributária é divulgado no Senado; veja o texto | Jornal de Brasília
Status da busca
Obtido
Tipo de fonte
Artigo de notícia
Nível de autoridade
Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Papel da fonte
Reportagem Reportagem jornalística
Fontes vinculadas
0

A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h

O que verificamos

O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).

Sustentado Confiança 50% 2024 Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.

Evidências fornecidas corroboram que o relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou o parecer na segunda-feira 9. O artigo “Reforma Tributária - PLP nº 68/2024 - Relatório sobre regulamentação da reforma é apresentado por Braga à imprensa” (https://documentacao.senior.com.br/exigenciaslegais/noticias/federal/2024/2024-12-11-relatorio-sobre-regulamentacao-da-reforma-apresentado-por-braga-a-imprensa/) afirma que o texto foi colocado na internet “nesta segunda-feira (9)” e apresentado em coletiva; o texto do Destrava Brasil (“Relatório do PLP 68/2024 é divulgado – Destrava Brasil”, https://destravabrasil.com.br/relatorio-do-plp-68-2024-e-divulgado/) também relata que Braga divulgou o parecer nesta segunda (9); e o item “Leia a íntegra do parecer de Eduardo Braga sobre a reforma tributária” (reformatributaria.com) indica que o Senado disponibilizou o novo parecer em 9/12/2024. Todas as fontes apresentam a mesma data e ação. Sources consulted: Reforma Tributária - PLP nº 68/2024 - Relatório sobre regulamentação da reforma é apresentado por Braga à imprensa; Relatório do PLP 68/2024 é divulgado – Destrava Brasil; Leia a íntegra do parecer de Eduardo Braga sobre a reforma tributária.

Autoridade
100%
Independência
56%
Atualidade
67%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (92%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 2); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • Reforma Tributária - PLP nº 68/2024 - Relatório sobre regulamentação da reforma é apresentado por Braga à imprensa
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 95% · authority 58%
    As regras para implementar a parte da reforma tributária sobre o consumo receberam uma versão alternativa do senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator na Comissão de Constituição de Justiça (CCJ). O ...
    Sustenta
  • Relatório do PLP 68/2024 é divulgado – Destrava Brasil
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 95% · authority 58%
    O relator da Reforma Tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o parecer sobre o Projeto de Lei Complementar nº 68 de 2024. O texto é uma peça central no processo...
    Sustenta
  • Leia a íntegra do parecer de Eduardo Braga sobre a reforma tributária
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 90% · authority 58%
    O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM). Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
    Sustenta
?

Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.

Precisa de mais evidência Confiança 45% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.

As fontes fornecidas não confirmam a afirmação de que “após a leitura, os senadores terão 48 horas para fazer sugestões”. Nenhuma das três matérias citadas (Poder360 “Câmara conclui votação sobre emendas”, Gazeta do Povo “Senadores definem comando de oito das 16 comissões e alteram lideranças”, BBC News Brasil “Fim da escala 6x1? Comissão do Senado aprova proposta...”) trata especificamente do prazo de 48 horas para sugestões após a leitura do parecer na CCJ do Senado. Não há evidência nos itens fornecidos que mencione esse prazo; portanto, é necessário mais evidência para verificar a afirmação. Sources consulted: Câmara conclui votação sobre emendas; Senadores definem comando de oito das 16 comissões e alteram lideranças; Fim da escala 6x1? Comissão do Senado aprova proposta que reduz jornada; o que acontece agora - BBC News Brasil.

Autoridade
67%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: needs_more_evidence (80%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • Câmara conclui votação sobre emendas
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 29% · authority 68%
    A Câmara dos Deputados finalizou nesta 3ª feira (19.nov.2024) a votação do projeto que cria regras para a destinação e prestação de contas de emendas individuais (incluindo as transferências especi...
    Sustenta
  • Senadores definem comando de oito das 16 comissões e alteram lideranças
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 37% · authority 61%
    A nova legislatura iniciou na última segunda (3), mas as atividades legislativas no Senado iniciam na próxima semana, após a definição dos novos presidentes das comissões. Nesta semana, os partidos...
    Sustenta
  • Fim da escala 6x1? Comissão do Senado aprova proposta que reduz jornada; o que acontece agora - BBC News Brasil
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 42% · authority 58%
    Pouco mais de um ano depois de uma intensa mobilização nas redes sociais, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou uma proposta de emenda constitucional (PEC) sobre o fim da escala de...
    Sustenta

A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.

Misto Confiança 34% Previsão

As fontes fornecidas não confirmam a previsão específica de votação na CCJ “na quarta-feira (11) durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h”. Os itens incluem uma matéria do G1 sobre reunião da CCJ da Alerj às 11h (https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/02/11/mandato-tampao-parecer-para-a-ccj.ghtml), uma reportagem do Diário do Comércio sobre tramitação de PEC e calendário (https://diariodocomercio.com.br/politica/apos-fala-de-lula-motta-e-presidente-da-ccj-reafirmam-votacao-da-escala-6x1-na-semana-que-vem/), e uma nota do Congresso em Foco sobre pauta da CCJ da Câmara; nenhuma dessas fontes menciona uma votação do PLP 68/2024 ou uma reunião da CCJ do Senado marcada especificamente para quarta (11) às 10h. Portanto, não há evidência suficiente nos documentos fornecidos para confirmar a previsão. Sources consulted: Eleição indireta RJ: Alerj propõe voto aberto e novas regras | G1; Hugo Motta reafirma tramitação da PEC do fim da escala 6x1; Análise do voto impresso na CCJ da Câmara fica para quarta-feira.

Autoridade
100%
Independência
56%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: needs_more_evidence (80%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 2); contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (3)
  • Eleição indireta RJ: Alerj propõe voto aberto e novas regras | G1
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 79% · authority 72%
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 11h desta quarta-feira (11) para debater um Projeto de Lei Complementar sobre a eleição indireta para um mandato-tampão de governador...
    Sustenta
  • Análise do voto impresso na CCJ da Câmara fica para quarta-feira
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 60% · authority 58%
    { "datacode": "BANNER_VAST", "exhibitionresource": "NOTICIA_LEITURA", "showDelay": false, "viewed": [], "context": "{\"positioncode\":\"VAST_Leitura_Noticias\"}" }
    Contextualizes
  • Hugo Motta reafirma tramitação da PEC do fim da escala 6x1
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 49% · authority 58%
    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse nesta quarta-feira, 8, por meio de sua assessoria ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado,...
    Sustenta
?

O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.

Precisa de mais evidência Confiança 13%

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

?

A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS

Precisa de mais evidência Confiança 13% em 2026

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

O que não pudemos verificar

Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.

Linha do tempo de evidências

19 de Novembro de 2024

Câmara conclui votação sobre emendas

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A Câmara dos Deputados finalizou nesta 3ª feira (19.nov.2024) a votação do projeto que cria regras para a destinação e prestação de contas de emendas individuais (incluindo as t...

09 de Dezembro de 2024

Leia a íntegra do parecer de Eduardo Braga sobre a reforma tributária

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM). Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.

09 de Dezembro de 2024

Relatório do PLP 68/2024 é divulgado – Destrava Brasil

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O relator da Reforma Tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o parecer sobre o Projeto de Lei Complementar nº 68 de 2024. O texto é uma peça...

10 de Dezembro de 2024

Análise do voto impresso na CCJ da Câmara fica para quarta-feira

Contextualizes Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

{ "datacode": "BANNER_VAST", "exhibitionresource": "NOTICIA_LEITURA", "showDelay": false, "viewed": [], "context": "{\"positioncode\":\"VAST_Leitura_Noticias\"}" }

11 de Dezembro de 2025

Fim da escala 6x1? Comissão do Senado aprova proposta que reduz jornada; o que acontece agora - BBC News Brasil

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Pouco mais de um ano depois de uma intensa mobilização nas redes sociais, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou uma proposta de emenda constitucional (PEC) sobr...

11 de Fevereiro de 2026

Eleição indireta RJ: Alerj propõe voto aberto e novas regras | G1

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj se reúne às 11h desta quarta-feira (11) para debater um Projeto de Lei Complementar sobre a eleição indireta para um mandato-...

08 de Abril de 2026

Hugo Motta reafirma tramitação da PEC do fim da escala 6x1

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse nesta quarta-feira, 8, por meio de sua assessoria ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo r...

13 de Abril de 2026

Reforma Tributária - PLP nº 68/2024 - Relatório sobre regulamentação da reforma é apresentado por Braga à imprensa

Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

As regras para implementar a parte da reforma tributária sobre o consumo receberam uma versão alternativa do senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator na Comissão de Constituição ...

13 de Abril de 2026

Senadores definem comando de oito das 16 comissões e alteram lideranças

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A nova legislatura iniciou na última segunda (3), mas as atividades legislativas no Senado iniciam na próxima semana, após a definição dos novos presidentes das comissões. Nesta...

Grafo de fontes

Nenhum link interno foi catalogado ainda.

Etapas do pipeline

Mostrar detalhes das etapas
  • Início · 0s Concluído
  • Buscar artigo raiz · 3s Concluído
  • Extrair alegações · 41s Concluído
  • Analisar manchete · 0s Concluído
  • Expandir artigos vinculados · 0s Concluído
  • Avaliar alegações · 3m 7s Concluído
  • Detectar distorção de fontes · 0s Concluído
  • Detectar manipulação temporal · 0s Concluído
  • Detectar engano estatístico · 0s Concluído
  • Detectar citação seletiva · 0s Concluído
  • Detectar lavagem de autoridade · 0s Concluído
  • Analisar estrutura retórica · 5s Concluído
  • Analisar lacunas contextuais · 33s Concluído
  • Detectar narrativa coordenada · 56s Concluído
  • Avaliar manipulação emocional · 25s Concluído
  • Gerar resumo · 18s Concluído