Credibilidade
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Credibilidade
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Coordenação
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Completude
32%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
A peça noticiosa cobre corretamente o núcleo da proposta: o Ministério da Fazenda apresentou, em reunião virtual com secretários estaduais, uma sugestão de zerar o ICMS sobre a importação do diesel com compensação federal de 50%. Vários veículos citados corroboram essa versão. Contudo, a matéria tem lacunas factuais e metodológicas relevantes (estimativas de custo, percentuais de importação, efeito sobre preços ao consumidor e formalização da proposta) que reduzem a utilidade do texto para avaliar a viabilidade e o impacto real da medida. Essas falhas parecem ser omissões jornalísticas e insuficiências de fonte, não indícios claros de manipulação deliberada. Avaliação final: mixed.
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O texto é factual e de baixa carga emocional, apresentando números claros (por exemplo, estimativa de R$ 3 bilhões) e citações atribuídas a Dario Durigan. Mesmo assim, há sinais relevantes de risco: alta pontuação em desrepresentação de fontes, uso de autoridade sem salvaguardas e contexto incompleto, além de uma manchete com potencial clickbait, o que eleva o risco de manipulação apesar do tom contido. Recomenda-se cautela ao aceitar conclusões amplas sem a proposta formalizada por escrito e sem esclarecimento dos critérios e dados pedidos pelos secretários.
Emoções dominantes
A matéria reproduce declarações e números (custos e quotes do secretário) de forma direta, mas apresenta alguns dados numéricos e descrições institucionais sem indicação de fonte verificável no texto (por exemplo, ICMS igual a R$ 1,17/litro e "relatos" de falta de diesel), o que torna essas passagens não verificáveis a partir do próprio artigo.
O texto declara um valor absoluto de ICMS por litro (R$ 1,17) sem citar fonte ou documento que sustente essa afirmação. ICMS costuma ser tratado como alíquota percentual ou por regime específico por estado; a matéria não apresenta referência para confirmar esse número.
A frase cita "relatos de alguns estados" sobre falta de diesel, mas não identifica quais estados, quais relatórios ou dados que comprovem a escassez. Sem fontes nomeadas, a alegação não pode ser checada a partir do texto.
O artigo faz afirmações institucionais sobre a presidência do Confaz e sobre a alíquota "única" sem apresentar documentos ou referência que confirmem essas características na data referida. Como não há fonte citada no texto, a representação institucional fica sem verificação possível a partir do próprio artigo.
Há problemas moderados de clareza temporal: a peça confunde dias ao referir o mesmo "18" como terça e quarta, e omite ano em datas relevantes, além de não explicitar claramente a sensibilidade das estimativas ao prazo assumido (dois meses).
A proposta foi levada pelo secretário-executivo ... em reunião na manhã desta quarta-feira (18). ... Nesta terça-feira (18), antes de a proposta ser apresentada, os secretários estaduais ...
O artigo refere-se ao dia '18' ao mesmo tempo como 'quarta-feira' e 'terça-feira' em trechos próximos, criando confusão sobre a sequência cronológica dos eventos e podendo induzir erro sobre quando cada ação/declaração ocorreu.
A isenção iria até 31 de maio, com o objetivo de reduzir barreiras...
A data-limite da isenção é mencionada sem indicar o ano nem contextualizar a quando a matéria se refere, o que torna a informação temporalmente ambígua para leitores posteriores.
O custo é estimado em R$ 3 bilhões para a União e o mesmo valor para os estados, considerando dois meses de duração da medida.
A estimativa de custo é explicitamente condicionada a um prazo de dois meses; a matéria não explora cenários alternativos (duracao maior/menor) nem deixa claro que a magnitude dos números depende fortemente desse horizonte temporal, o que pode dar impressão de precisão sem discutir sensibilidade temporal.
A matéria traz números relevantes (custos, participação das importações, valor por litro de ICMS) mas frequentemente sem a fonte, período ou metodologia que permitam verificar ou contextualizar essas estatísticas — o que reduz a clareza e a confiança nas magnitudes apresentadas.
Hoje, a alíquota de ICMS sobre o diesel é única, no valor de R$ 1,17 por litro.
O texto apresenta um valor monetário por litro como 'alíquota de ICMS' sem contextualizar a base de cálculo, alíquotas estaduais ou regime de cobrança. Isso mistura conceitos (alíquota vs. valor por litro) e não deixa claro se é média, piso, ou referência nacional.
Deveria explicitar se R$ 1,17/l é uma média ponderada, valor praticado em determinado estado, ou resultado de cálculo com base no preço médio do combustível; indicar a fonte do número e o período de referência.
Segundo Durigan, 27% do diesel consumido no Brasil vem do exterior.
A porcentagem é apresentada sem indicar período de medição (ano/mês), fonte (comercial/estatística) ou a base utilizada (volume total por mês/ano), o que impede avaliar a relevância e atualidade do número.
Informar a fonte e o período (por exemplo, participação das importações em % do consumo anual de 2025) e o critério de cálculo (volume/valor) para permitir checagem.
O custo é estimado em R$ 3 bilhões para a União e o mesmo valor para os estados, considerando dois meses de duração da medida. ... custo da proposta seria de R$ 1,5 bilhão por mês para a União, e um valor igual para os estados.
Embora os números sejam consistentes entre si (1,5 bi/mês x 2 meses = 3 bi), o artigo não detalha a metodologia do cálculo (volume de importação considerado, preços usados, alíquotas de referência), deixando sem base a estimativa apresentada.
Explicar a composição do cálculo: volume de diesel tributado, variação de preço assumida, e quais itens compõem a renúncia fiscal para permitir avaliação da estimativa.
As citações presentes no artigo são atribuídas de forma clara e reproduzidas em trechos plausivelmente completos; sem fontes originais para comparar, não há evidência interna de truncamento ou inversão de sentido nas citações reproduzidas.
"qualquer redução de ICMS tem que ser feita "em comum acordo com os estados"."
— Dario Durigan
Citação curta e direta atribuída ao secretário-executivo, apresentada no contexto da negociação federal-estadual; não há indicação no texto de que o trecho foi distorcido.
""Está todo mundo muito ciente do momento delicado que a gente passa no país, ...""
— Dario Durigan
Trecho mais extenso e coloquial atribuído ao mesmo interlocutor. O artigo o reproduz como declaração direta; sem acesso ao registro original não há indício interno de corte enganoso.
""Caso isso avance, nós vamos desenhar o processo e dar a público no momento devido. A proposta é essa, para cada R$ 1,00 que o estado contribua, que a União contribua com R$ 1,00 também""
— Dario Durigan
A citação descreve a lógica da compensação proposta. É reproduzida de forma clara e não há no próprio texto sinal de omissão que mude o sentido.
""Acho que houve uma ansiedade ontem de já ter resposta dos estados, dizendo que não topariam, sendo que a gente nem tinha apresentado a proposta.""
— Dario Durigan
Comentário sobre a reação dos estados reproduzido pelo jornal. Não há indicação interna de que a frase foi extraída de forma a alterar seu sentido.
Não há evidência no texto de cadeia de citação que promova fontes de baixa autoridade por meio de re-publicações sucessivas. A matéria baseia-se essencialmente em declarações diretas do secretário-executivo e em relatos genéricos de participantes/secretários estaduais, sem indicação de repasse via blogs ou posts não verificáveis.
O texto é principalmente informativo, mas recorre a vários recursos retóricos que orientam o leitor: linguagem carregada ao criticar o governo anterior ('baixar na marra'), ataques indirectos à gestão passada, apelos à autoridade institucional (governança da Petrobras) e uso de relatos pontuais para justificar a medida. Há também atribuições causais pouco demonstradas (ligar 'guerra externa' aos custos domésticos) e uma conclusão implícita sobre a eficácia da subvenção baseada em dado isolado (27% de importações). Esses elementos não inventam fatos, mas modelam a interpretação jornalística em favor da proposta e do posicionamento do Ministério, sem oferecer evidência técnica suficiente para todas as alegações.
baixar na marra o ICMS sobre combustíveis
O trecho usa linguagem carregada ('baixar na marra') para desqualificar a ação do governo anterior, evocando imagem de força e imposição em vez de descrever objetivamente a medida. Isso empurra a narrativa de que a gestão anterior agiu de forma autoritária e desgasta a comparação entre governos sem discutir méritos ou efeitos concretos.
Há uma diferença muito grande entre a gestão anterior, o governo anterior e esse governo, em especial no trato das questões federativas
Ao enfatizar a 'diferença' entre governos e criticar indiretamente a gestão anterior, o texto investe contra pessoas/gestões em vez de confrontar argumentos ou dados. Isso tende a desviar o foco da discussão técnica (impacto da isenção) para uma disputa política entre administrações.
respeitando a governança da Petrobras, adotando as medidas que têm neutralidade fiscal, com a menor intervenção possível
A citação invoca a 'governança da Petrobras' e a ideia de 'neutralidade fiscal' como justificativa para a medida, usando autoridade institucional para legitimar a proposta sem expor evidências concretas de que tal abordagem alcançará os resultados pretendidos. Isso tende a encerrar o debate técnico apelando para credenciais em vez de dados.
um momento em que nós temos uma guerra externa, que não tem nada a ver conosco, mas que está implicando custos ao país
A fala estabelece uma relação causal direta entre 'guerra externa' e custos domésticos sem fornecer evidência no texto ligando especificamente a guerra à situação do diesel ou ao impacto do ICMS. Isso empurra a narrativa de que fatores externos justificam medidas internas, sem demonstrar o nexo causal.
diante de relatos de alguns estados sobre falta de diesel nos postos
O artigo usa 'relatos de alguns estados' como justificativa para a medida, tratando relatos pontuais como evidência suficiente para uma alteração tributária nacional. Isso prioriza evidência anedótica sobre análise sistêmica da oferta, demanda ou dados de distribuição, empurrando a narrativa de urgência baseada em casos isolados.
Segundo Durigan, 27% do diesel consumido no Brasil vem do exterior.
A informação de que 27% do diesel é importado é usada (pela sequência do texto) para justificar uma subvenção que incide apenas sobre importadores. Sem análise adicional, isso pode levar à conclusão implícita de que a medida resolvia problemas de abastecimento — conclusão que não decorre automaticamente do dado apresentado, pois falta ligação entre participação das importações e eventuais gargalos de abastecimento.
O artigo descreve a proposta da Fazenda e dá números agregados, mas não apresenta a metodologia do cálculo do custo, nem fontes para o percentual de importação; não discute se o benefício para importadores será repassado aos consumidores; omite impacto detalhado por estado sobre arrecadação e capacidade fiscal; e não avalia se as faltas de diesel decorrem realmente de barreiras à importação. Essas lacunas são relevantes e podem alterar a avaliação da eficácia e da viabilidade fiscal da medida.
Qual é a metodologia detalhada por trás da estimativa de custo de R$ 3 bilhões (volume de diesel considerado, preços usados, período de medição e fonte do percentual de 27% de importação)?
Sem a metodologia e as fontes, o número de R$ 3 bilhões e o dado de 27% de importação podem estar sub ou superestimados; isso afeta a avaliação do custo fiscal e da necessidade da medida.
18 de mar. de 2026O Ministério da Fazenda apresentou aos estados uma proposta para zerar o ICMS sobre a importação de diesel, com compensação financeira da União para cobrir metade das perdas.
18 de mar. de 2026O Ministério da Fazenda propôs aos estados a isenção de ICMS sobre a importação de diesel, mediante uma compensação federal que cobriria 50% do impacto da medida. O custo é estima...
18 de mar. de 2026A estimativa do governo aponta que a medida pode resultar em uma renúncia de cerca de R$ 3 bilhões até maio. Metade desse valor seria assumida pelo governo federal, enquanto o res...
A isenção do ICMS apenas na importação seria efetivamente repassada para redução do preço do diesel ao consumidor final ou aos postos (ou ficaria retida por importadores/distribuidoras)?
A proposta beneficia importadores, não há garantia de repasse; se o benefício não chegar aos preços ao consumidor, o objetivo de aliviar famílias e caminhoneiros pode não ser alcançado.
18 de mar. de 2026De acordo com estimativas do Ministério da Fazenda, a isenção do ICMS na importação do diesel custará R$ 3 bilhões por mês até o fim de maio, dos quais o governo se compromete a r...
18 de mar. de 2026O governo federal apresentou aos estados uma proposta de desoneração do ICMS sobre a importação de diesel como resposta aos impactos da guerra no Oriente Médio sobre os preços no ...
18 de mar. de 2026O Ministério da Fazenda propôs aos estados a isenção de ICMS sobre a importação de diesel, mediante uma compensação federal que cobriria 50% do impacto da medida.
Quais estados teriam maior perda de arrecadação com a zeragem do ICMS na importação e qual é a capacidade orçamentária desses estados para suportar renúncia (incluindo eventuais compensações federais)?
A sustentabilidade fiscal da medida depende de que estados não fiquem financeiramente comprometidos; sem esse detalhamento, a solução federal pode transferir risco fiscal para estados vulneráveis.
18 de mar. de 2026Segundo a equipe econômica, a zeragem do imposto pode gerar renúncia de cerca de R$ 3 bilhões por mês para os estados. Desse total, R$ 1,5 bilhão seria coberto pelo governo federa...
18 de mar. de 2026O governo federal propôs aos estados zerar o ICMS sobre importação do diesel até o fim de maio, sendo que metade de suas perdas seria compensada pela União.
18 de mar. de 2026Com a redução na sonegação do ICMS, o governo federal argumenta que a arrecadação dos estados deve aumentar. O imposto é a principal fonte de receita dos governos estaduais.
Há evidências de que as faltas de diesel reportadas nos postos decorrem de barreiras tributárias à importação (ICMS), e não de causas logísticas, operacionais ou de oferta da Petrobras/distribuidoras?
Se a escassez se deve a problemas logísticos ou de oferta, isentar ICMS sobre importação pode não resolver racionamentos nos postos, tornando a medida ineficaz para o objetivo declarado.
21 de mar. de 2026Entidades do setor de combustíveis divulgaram nesta sexta-feira (20) uma nota conjunta em que pedem novas medidas ao governo federal para reduzir o risco de desabastecimento de di...
30 de mar. de 2026Atrasos na entrega, limitação nos postos e alta do diesel pressionam transporte, em meio à queda das importações e tensão internacional. A combinação de oferta mais restrita, dema...
Os dados apontam para uma tensão logística e econômica que, embora não seja um desabastecimento generalizado, impõe riscos reais à margem e à continuidade do suprimento em diversas regiões.
A proposta já foi formalizada por escrito e qual é o posicionamento oficial do Confaz e dos secretários de Fazenda estaduais sobre aceitá‑la ou recusar a compensação de 50%?
O artigo diz que a proposta ainda não foi formalizada e que estados pediram tempo; saber posições oficiais e textos formais é fundamental para avaliar se a medida avançará e em que termos.
19 de mar. de 2026O governo federal propôs aos estados a desoneração do ICMS cobrado sobre a importação de diesel em um esforço nacional para conter os efeitos da guerra no Oriente Médio para os co...
18 de mar. de 2026O Ministério da Fazenda propôs aos estados a isenção de ICMS sobre a importação de diesel, mediante uma compensação federal que cobriria 50% do impacto da medida. O custo é estima...
18 de mar. de 2026O governo estima que a medida deve promover um impacto fiscal de R$ 3 bilhões por mês aos cofres públicos estaduais. A União vai compensar 50% do montante renunciado. Segundo Duri...
O Ministério da Fazenda propôs aos estados a isenção de ICMS sobre a importação de diesel, mediante uma compensação federal que cobriria 50% do impacto da medida. O custo é estimado em R$ 3 bilhões para a União e o mesmo valor para os estados, considerando dois meses de duraçã...
A proposta foi levada pelo secretário-executivo da pasta, Dario Durigan, aos secretários de Fazenda dos estados em reunião na manhã desta quarta-feira (18). O encontro foi virtual
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As matérias fornecidas indicam que a proposta foi apresentada pelo secretário-executivo Dario Durigan a secretários estaduais de Fazenda em reunião virtual na manhã da quarta-feira 18. Ver: O Globo (reportando declaração de Durigan e reunião virtual: "Acordo com 21 secretários prevê compartilhamento..." https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2026/03/18/acordo-com-21-secretarios-preve-compartilhamento-em-tempo-real-de-notas-fiscais-de-combustiveis.ghtml) e Portal do Holanda ("Durigan: sugestão é União arcar com 50%..." https://wp.portaldoholanda.com.br/economia/durigan-sugestao-e-uniao-arcar-com-50-da-renuncia-de-estados-no-icms-de-importacao-do-diesel). O Estadão também refere que secretários estaduais participaram de reunião virtual extra sobre a proposta (Estadão: https://www.estadao.com.br/economia/governadores-alinham-resposta-pregam-cautela-proposta-governo/). Sources consulted: Acordo com 21 secretários prevê compartilhamento em tempo real de notas fiscais de combustíveis; Governadores alinham resposta e pregam cautela sobre proposta do governo de zerar ICMS do diesel - Estadão; Durigan: sugestão é União arcar com 50% da renúncia de Estados no ICMS de importação do diesel - Economia | Portal do Holanda.
All models agree: supported (88%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
O governo federal propôs aos estados zerar o ICMS sobre importação de diesel, oferecendo compensação de 50% da receita perdida.
Sustentado Confiança 45% Desatualizado
Evidências apresentadas confirmam que o Ministério da Fazenda propôs aos estados zerar o ICMS sobre a importação do diesel e que a União ofereceria compensação de 50% da renúncia. Ver, por exemplo, a reportagem da CNN Brasil (https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/governo-propoe-zerar-icms-importacao-do-diesel-impacto-e-de-r-3-bilhoes/) e matérias correlatas como Termômetro da Política ("Fazenda propõe aos estados zerar ICMS sobre importação de diesel com compensação federal de R$ 3 bilhões"), SINFRERJ ("Governo federal propõe a estados zerar ICMS sobre importação de diesel e compensar 50% das perdas") e Jornal GGN ("Governo propõe zerar ICMS sobre diesel importado"). Todas indicam o mesmo desenho da proposta e a compensação de 50% pela União. Sources consulted: Governo propõe zerar ICMS na importação do diesel; impacto é de R$ 3 bi | CNN Brasil; Fazenda propõe aos estados zerar ICMS sobre importação de diesel com compensação federal de R$ 3 bilhões - Termômetro da Política; Governo federal propõe a estados zerar ICMS sobre importação de diesel e compensar 50% das perdas - SINFRERJ. (Reused from a prior investigation — exact match.)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 2); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
A isenção iria até 31 de maio, com o objetivo de reduzir barreiras
Misto Confiança 38% Desatualizado
As fontes anexadas tratam de isenção de Imposto de Renda e não mencionam uma isenção de ICMS até 31 de maio relacionada ao diesel. Os três itens fornecidos são: O Globo sobre isenção de IR até R$ 5 mil (https://oglobo.globo.com/economia/imposto-de-renda/noticia/2025/08/26/isencao-do-ir-ate-r-5-mil-veja-como-oposicao-e-centrao-articulam-a-aprovacao-sem-taxar-fortunas.ghtml), Seu Dinheiro (https://www.seudinheiro.com/2025/financas-pessoais/isencao-de-ir-para-quem-ganha-ate-r-5-mil-veja-quanto-voce-vai-economizar-por-mes-e-por-ano-mlim/), e Exame (https://exame.com/brasil/isencao-do-ir-ate-r-5-mil-o-que-acontece-apos-a-aprovacao-na-camara-e-quando-entra-em-vigor/), todas fora do tema do ICMS sobre diesel. Com as evidências fornecidas não é possível confirmar a data (31 de maio) nem o objetivo citado; portanto, falta evidência pertinente. Sources consulted: Isenção do IR até R$ 5 mil: veja como oposição e Centrão articulam a aprovação sem taxar altas rendas; Isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil: veja quanto você vai economizar por mês e por ano - Seu Dinheiro; Isenção do IR até R$ 5 mil: o que acontece após a aprovação na Câmara e quando entra em vigor? | Exame.
All models agree: needs_more_evidence (86%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources.
O custo é estimado em R$ 3 bilhões para a União
Misto Confiança 24% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As fontes fornecidas não confirmam de forma consistente que o custo estimado de R$ 3 bilhões seria para a União. Entre as matérias fornecidas há discussão de pacotes e custos (ex.: Rádio Bandeirantes fala de um pacote de R$ 30 bi: "Pacote de R$ 30 bi do governo contra alta do diesel vira bomba fiscal" https://www.band.com.br/radio-bandeirantes/noticias/pacote-de-r-30-bi-do-governo-contra-alta-do-diesel-vira-bomba-fiscal-202604071035), e outras matérias incluem contexto político ou projeções (O Povo, https://www.opovo.com.br/agencia/bbc/2026/04/06/o-pacote-do-governo-lula-contra-alta-do-diesel-e-outros-combustiveis-em-5-pontos.html; eixos: https://eixos.com.br/politica/eleicoes/eleicoes-2026/alckmin-projeta-autossuficiencia-em-diesel-nos-proximos-cinco-anos/). Nenhuma das três fontes fornecidas diz explicitamente que o custo de R$ 3 bilhões seria suporte integral da União; portanto há evidência insuficiente para sustentar a afirmação. Sources consulted: O pacote do governo Lula contra alta do diesel e outros combustíveis em 5 pontos; Alckmin projeta autossuficiência em diesel nos próximos cinco anos | eixos; Pacote de R$ 30 bi do governo contra alta do diesel vira bomba fiscal | Rádio Bandeirantes.
All models agree: needs_more_evidence (72%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 1); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
O custo da proposta seria de R$ 1,5 bilhão por mês para a União, e um valor igual para os estados.
Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
O Ministério da Fazenda ainda não formalizou a proposta por escrito,
Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Hoje, a alíquota de ICMS sobre o diesel é única, no valor de R$ 1,17 por litro. Pela proposta da Fazenda, os estados reduziriam a alíquota a zero na importação,
Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Segundo Durigan, 27% do diesel consumido no Brasil vem do exterior.
Precisa de mais evidência Confiança 13% Atribuição Desatualizado
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
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Governo federal propõe a estados zerar ICMS sobre importação de diesel e compensar 50% das perdas - SINFRERJ
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Nenhum link interno foi catalogado ainda.