Credibilidade
16%
Credibilidade
16%
Coordenação
45%
Completude
45%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
A reportagem tem qualidade mista: cobre corretamente a proposta de cobrança (menção à alíquota de 3,5%) e o enquadramento regulatório pelo Banco Central, mas pende para a narrativa das corretoras ao dar amplo espaço a suas interpretações jurídicas e previsões econômicas sem apresentar documentos oficiais, estimativas de impacto ou vozes independentes suficientes. Não há indícios claros de manipulação deliberada, porém as omissões e o enquadramento tornam a peça incompleta para avaliar a validade e o alcance da medida.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
Este evento foi analisado em 11 artigos
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As matérias analisadas convergem em reportar a proposta de cobrança de IOF de 3,5% sobre operações com stablecoins/criptomoedas e em destacar a reação contrária do setor (exchanges) e a suspensão/adiamento da consulta pública em contexto político sensível. Não há, nos trechos fornecidos, uso idêntico de falácias retóricas ou uma estrutura narrativa quase idêntica; o sinal mais forte de convergência está nas mesmas omissões substantivas: falta de justificativa técnica pública do governo, ausência do texto da consulta e falta de estimativas numéricas sobre impacto/receita. A cobertura tende a ser centrada no evento (proposta e reação) e em aspectos políticos/empresariais, em vez de explorar detalhadamente a fundamentação técnica e operacional do tributo.
23 de mar. de 2026O Ministério da Fazenda decidiu suspender a consulta pública que discutiria a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre transações com criptoativos, em meio à es...
O Ministério da Fazenda está preparando uma consulta pública para tributar compras de criptoativos e transações desses recursos para fora do país com IOF (Imposto sobre Transações Financeiras) de 3...
27 de mar. de 2026O governo federal suspendeu a consulta pública sobre a proposta de 3,5% de IOF para operações com stablecoins e criptoativos, adiando a discussão sobre novas regras tributárias.
10 de fev. de 2026A Receita Federal elaborou uma minuta de decreto para tributar ativos digitais em 3,5% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), segundo noticiou o jornal Valor Econômico.
10 de fev. de 2026Governo brasileiro prepara decreto para cobrar IOF de até 3,5% em operações com stablecoins. Banco Central já havia equiparado parte das transações cripto ao câmbio, abrindo camin...
O texto tem tom majoritariamente técnico e usa argumentos jurídicos e citações de executivos do setor, o que reduz a carga emotiva geral. Porém há viés narrativo e dependência de vozes do mercado sem amplo contrapeso, além de enquadramento que pode inflamar a percepção do leitor; por isso o risco de manipulação é moderado, não alto.
Emoções dominantes
O texto traz declarações e apreensões de atores do setor (Binance, advogados, exchanges) e afirma ter apurado com exclusividade uma proposta governamental. Várias afirmações factuais relevantes (proposta de alíquota, inclusão regulatória do BC, posição de liderança da Binance) não vêm acompanhadas de referência a documentos ou fontes primárias no trecho disponibilizado, o que torna essas passagens não verificáveis com o material fornecido.
O artigo afirma ter apuração exclusiva sobre uma proposta governamental específica (alíquota de 3,5%) sem apresentar, no texto fornecido, documento, comunicado oficial ou fonte primária que comprove a existência da proposta. Com base apenas no conteúdo enviado, não é possível verificar a origem nem a precisão dessa informação.
O texto afirma que uma regulamentação do Banco Central publicada 'no ano passado' incluiu alguns tipos de transações com stablecoins no mercado de câmbio, mas não cita o ato normativo, data, número ou link. Sem esses detalhes no corpo do artigo fornecido, a alegação não pode ser confirmada a partir do material apresentado.
O artigo descreve a Binance como 'empresa líder do mercado brasileiro' sem apresentar dados, fonte ou métrica que sustentem essa liderança dentro do texto disponibilizado. Trata-se de uma afirmação de posicionamento de mercado que não é comprovada no corpo do artigo fornecido.
As citações presentes no trecho são atribuídas a interlocutores específicos e reproduzidas literalmente no corpo do artigo. Sem acesso às fontes originais (entrevistas completas, gravações ou notas), não é possível confirmar se houve omissões que alterem significativamente o sentido; no entanto, nada no texto fornecido indica manipulação evidente das citações.
"“Os argumentos abrangem tanto a ausência de previsão legal para a incidência do IOF sobre operações com stablecoins quanto os impactos econômicos negativos que a medida pode gerar para o ecossistema de ativos digitais no país”"
— Guilherme Nazar
O trecho reproduz uma citação direta atribuída a Guilherme Nazar. No material fornecido há atribuição clara e o conteúdo aparece como uma declaração do interlocutor. Não há indicação no texto de que a citação foi modificada ou invertida.
"“Nossa visão é que a incidência do IOF sobre operações com stablecoins demandaria, necessariamente, uma alteração legislativa aprovada pelo Congresso Nacional”"
— Guilherme Nazar
Citação direta atribuída a Nazar presente no artigo. Com base apenas no conteúdo disponibilizado, a citação está atribuída e apresentada sem sinais de truncamento evidente.
"“As stablecoins estão no meio de milhares de outros ativos intercambiáveis. As pessoas compram stablecoin e deixam na corretora para depois trocarem por outras criptomoedas, como o bitcoin. Do jeito que o governo quer, vai penalizar usuários e causar distorção”"
— Fabricio Tota
Declaração direta atribuída ao diretor de novos negócios do Mercado Bitcoin. O artigo apresenta a citação e a atribui ao entrevistado; não há no texto indicação de que a frase foi removida de um contexto que a torne enganosa.
"“Toda a construção do detalhamento da regulação de cripto foi um processo de muito diálogo e muita troca do BC com toda a indústria para preservar a segurança para os usuários, aumentando a segurança e elevando a barra sobre como as empresas operam, enquanto se mantém um ambiente propício para inovação”"
— Fábio Plein
Citação direta atribuída ao diretor regional para as Américas da Coinbase. Está claramente rotulada e não há evidência no texto de omissão que distorça o sentido da fala dentro do excerto fornecido.
No excerto disponibilizado não foram identificadas cadeias de citação em que uma fonte de baixa autoridade (por exemplo, post em rede social ou blog) seja re-publicada por veículos progressivamente maiores sem verificação adicional. O artigo baseia-se em entrevistas e declarações diretas de executivos, advogados e representantes do setor e em apuração do próprio veículo; não há evidência, no trecho fornecido, de 'authority laundering'.
O texto dá amplo espaço a declarações de executivos e advogados do setor de criptomoedas que interpretam a situação jurídica a favor das corretoras, recorrendo à autoridade institucional e previsões de efeitos negativos sem evidência robusta. Há um padrão retórico: reconhecer uma ação regulatória (inclusão pelo BC) e em seguida pivotar para interpretações que a deslegitimem, uso de linguagem carregada para caracterizar a medida como meramente arrecadatória, e previsões de desfechos extremos (evasão, distorção) sem suporte. Isso produz uma cobertura inclinada para a narrativa das corretoras contra a cobrança do IOF.
isso mesmo com a inclusão de alguns tipos de transações com stablecoins no mercado de câmbio pela regulamentação publicada pelo Banco Central (BC) no ano passado. O câmbio propriamente dito, na opinião do advogado, ocorre apenas quando há troca de moedas soberanas.
O texto primeiro reconhece que o Banco Central incluiu alguns tipos de transações com stablecoins no mercado de câmbio e em seguida apresenta a opinião do advogado como se isso anulasse automaticamente a implicação prática dessa regulamentação. É um movimento retórico que minimiza o efeito do ato regulatório (a 'isca') e imediatamente pivota para a interpretação favorável às corretoras, reforçando a narrativa de que a cobrança de IOF seria juridicamente inaplicável apesar da regulamentação.
Prejudica: isso mesmo com a inclusão de alguns tipos de transações com stablecoins no mercado de câmbio pela regulamentação publicada pelo Banco Central (BC) ...
“Nossa visão é que a incidência do IOF sobre operações com stablecoins demandaria, necessariamente, uma alteração legislativa aprovada pelo Congresso Nacional”, argumenta Nazar.
O argumento apoia-se na posição institucional e visão de um executivo (vice-presidente regional da Binance) como autoridade que invalida a cobrança do IOF. Usa a autoridade do porta-voz para desacreditar a medida sem apresentar análise legal detalhada ou contrapor a interpretação regulamentar do BC, empurrando a narrativa de ilegitimidade da cobrança.
Prejudica: “Nossa visão é que a incidência do IOF sobre operações com stablecoins demandaria, necessariamente, uma alteração legislativa aprovada pelo Congres...
De acordo com Daniel de Paiva Gomes, sócio do Paiva Gomes Advogados, o fato gerador do IOF é o ato da liquidação do câmbio, então não atingiria transações com ativos digitais.
O texto apresenta a interpretação jurídica de um advogado como argumento definitivo contra a incidência do IOF, sem contraponto técnico ou referência a pareceres oficiais. Isso recorre à autoridade profissional para derrubar a interpretação regulatória implícita na proposta do governo, favorecendo a narrativa das corretoras.
Prejudica: De acordo com Daniel de Paiva Gomes, sócio do Paiva Gomes Advogados, o fato gerador do IOF é o ato da liquidação do câmbio, então não atingiria tra...
“Do jeito que o governo quer, vai penalizar usuários e causar distorção”, afirma.
A frase prevê consequências graves (penalização de usuários, distorção do mercado) como efeitos inevitáveis da cobrança do IOF, sem apresentar evidência empírica que conecte diretamente a alíquota proposta a esses desfechos extremos. Isso empurra o leitor para ver a medida como desastrosa por natureza, favorecendo oposição política e econômica.
Prejudica: Conforme o Valor apurou com exclusividade, o governo vai propor em consulta pública uma alíquota de 3,5% para operações com este tipo de moeda digi...
a iniciativa do IOF sobre stablecoins é uma medida arrecadatória do governo sem previsão legal.
O termo 'medida arrecadatória' carrega conotação negativa sobre a motivação do governo (implicando ganância ou oportunismo), em vez de apresentar uma análise neutra das razões fiscais. Esse uso de linguagem carregada ajuda a moldar uma narrativa crítica da cobrança, reduzindo a complexidade do debate a um tema moral/partidário.
Prejudica: Conforme o Valor apurou com exclusividade, o governo vai propor em consulta pública uma alíquota de 3,5% para operações com este tipo de moeda digi...
A reportagem não esclarece pontos chave: o escopo preciso das operações que seriam tributadas; estimativa de arrecadação versus custos econômicos; se a norma do BC (ex.: Resolução BCB nº 520) basta para gerar a base legal do IOF ou se é necessária lei do Congresso; se as corretoras vão repassar o imposto aos usuários; e quais mecanismos práticos de fiscalização e alcance internacional existem para evitar evasão. Essas lacunas tornam incerta a avaliação do impacto real da proposta.
Qual é o escopo exato da cobrança de IOF proposta — abrange somente compras com reais, conversões entre stablecoins e outras criptomoedas, transferências internas entre carteiras na mesma corretora ou saques para conta bancária?
Sem definir o escopo fica impossível avaliar quem será efetivamente tributado e quais operações do ecossistema serão desincentivadas ou sujeitas a arbitragem/evitação.
Com a elevação da alíquota do IOF para 3,5% em diversas operações de câmbio destinadas a gastos pessoais, compra de moeda em espécie e remessas para contas no exterior, as stablecoins ganharam um i...
20 de nov. de 2025A partir da nova interpretação do Banco Central, operações envolvendo stablecoins e remessas cross-border com cripto passam a se aproximar juridicamente do câmbio tradicional — e ...
10 de nov. de 2025Embora o BC não trate de impostos, a nova classificação abre espaço para que a Receita Federal venha a aplicar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre determinadas opera...
Qual é a estimativa de arrecadação do governo com a alíquota de 3,5% sobre operações com stablecoins e como isso se compara à base tributável real do mercado de cripto no Brasil?
Saber a magnitude da arrecadação justifica (ou não) a medida como solução arrecadatória e ajuda a avaliar se os custos econômicos compensam a receita prevista.
11 de dez. de 2025Considerando a alíquota de IOF de 3,5% aplicada ao câmbio tradicional, a arrecadação ficaria entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4,5 bilhões. Outro cálculo foi elaborado por Italo Franca, c...
2 dias atrásCresce uso de cartões cripto no Brasil com isenção de IOF e menos taxas Sem a cobrança do IOF, os cartões cripto estão em alta entre os brasileiros, especialmente após o aumento do impo...
12 de fev. de 2026A equipe econômica estuda aplicar uma alíquota de 3,5% de IOF sobre a compra de criptomoedas no Brasil. A proposta ainda está em fase de minuta e deve passar por consulta pública,...
De que forma a regulamentação do Banco Central (por exemplo, Resolução BCB nº 520) enquadra operações com stablecoins como câmbio e isso, por si só, modifica a incidência legal do IOF sem lei do Congresso?
A discussão jurídica central do artigo depende da relação entre norma administrativa do BC e a hipótese de incidência do IOF; esclarecer esse ponto determina se a cobrança pode ser feita por decreto/regulamentação ou exige mudança legislativa.
5 de dez. de 2025Nesta reportagem, mostramos que, com o aumento do IOF para diferentes transações de câmbio, as stablecoins ganharam destaque como uma alternativa para enviar dinheiro ao exterior s...
10 de nov. de 2025O Banco Central passou a incluir operações com stablecoins (criptomoedas atreladas a moedas fiduciárias, como o dólar) no mercado oficial de câmbio brasileiro.
15 de nov. de 2025No centro está a Resolução BCB nº 520, que define quem são essas prestadoras de serviços de ativos virtuais (SPSAV) e como elas podem atuar.
Há evidências de que as corretoras vão absorver a cobrança ou repassá‑la integralmente aos usuários (pass‑through), e quais impactos isso teria no preço efetivo pago por investidores e pequenos usuários?
Sem provas sobre o repasse é especulativo afirmar que usuários serão ou não penalizados; a distribuição do ônus entre corretoras e clientes é central para avaliar o efeito econômico real.
Nova regulação do BC pode gerar IOF sobre cripto e inviabilizar 80% das exchanges brasileiras até 2026.
12 de nov. de 2025Transferências e saques em cripto podem virar operações de câmbio. Especialistas alertam para risco de concentração e cobrança de IOF. O mercado cripto brasileiro entrou em alerta...
5 de dez. de 2025O Banco Central (BC) publicou novas regras para a negociação de criptomoedas que aumentam a segurança do setor, mas também abrem brecha para a cobrança em 2026 do Imposto sobre Ope...
Quais mecanismos de fiscalização a Receita Federal e a Fazenda pretendem usar para cobrar IOF de transações em blockchain e de corretoras estrangeiras, e qual é a experiência prévia da Receita em tributar operações semelhantes?
A aplicabilidade prática e a eficácia da medida dependem da capacidade de fiscalização e de alcance sobre corretoras estrangeiras ou transações off‑exchange; sem isso a cobrança pode ser ineficaz ou causar evasão em massa.
2 dias atrásUma das maiores mudanças da Receita Federal A dimensão dessa mudança ficou evidente em declarações recentes do auditor fiscal Flavio Correa Prado, feitas durante um painel no Blockchain...
O recolhimento do imposto sobre a renda deve ser feito até o último dia útil do mês seguinte ao da transação, no código de receita 4600.
No mais, na pesquisa jurisprudencial buscará analisar o entendimento dos Tribunais acerca da competência tributária para a instituição das criptomoedas, bem como a capacidade tributária dos entes f...
As corretoras de criptomoedas que operam no Brasil, mesmo entre as concorrentes mais ferrenhas, agora se movimentam em torno de um objetivo comum: tentar impedir a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre transações com stablecoins. Conforme o Valor apurou c...
Conforme o Valor apurou com exclusividade, o governo vai propor em consulta pública uma alíquota de 3,5% para operações com este tipo de moeda digital.
Sustentado Confiança 50% Previsão Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As fontes fornecidas corroboram a afirmação de que o governo vai propor, em consulta pública, alíquota de 3,5% de IOF sobre operações com criptoativos. O texto do InfoMoney refere explicitamente que a proposta de criação de uma alíquota de 3,5% foi encontrada em “minuta de decreto obtida pelo jornal Valor Econômico” (https://www.infomoney.com.br/onde-investir/governo-vai-propor-iof-de-35-sobre-compra-de-criptoativos-diz-jornal/). A matéria do O Globo também indica que o Ministério da Fazenda propõe IOF de 3,5% sobre criptoativos (https://oglobo.globo.com/economia/financas/noticia/2026/02/10/entenda-por-que-a-receita-federal-quer-cobrar-iof-de-35percent-sobre-criptoativos-como-o-bitcoin.ghtml) e a reportagem do Contábeis relata que o governo planeja colocar em consulta pública proposta para tributar compra de criptomoedas com IOF de 3,5% (https://www.contabeis.com.br/noticias/75060/governo-quer-tributar-criptomoedas-com-iof-de-3-5/). Com base nessas fontes, a alegação está suportada. Sources consulted: Entenda por que a Receita Federal quer cobrar IOF de 3,5% sobre criptoativos, como o Bitcoin; Governo vai propor IOF de 3,5% sobre compra de criptoativos, diz jornal; Governo quer tributar criptomoedas com IOF de 3,5%.
All models agree: supported (90%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
isso mesmo com a inclusão de alguns tipos de transações com stablecoins no mercado de câmbio pela regulamentação publicada pelo Banco Central (BC) no ano passado.
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As fontes indicam que o Banco Central incluiu determinadas operações com stablecoins no mercado de câmbio, conforme a regulamentação divulgada (resolução/marco regulatório). O InfoMoney afirma que o BC passou a incluir operações com stablecoins no mercado oficial de câmbio e que a medida entra em vigor em 2 de fevereiro de 2026 (https://www.infomoney.com.br/onde-investir/bc-enquadra-stablecoins-como-cambio-e-abre-caminho-para-receita-cobrar-iof/). A matéria da Exame sobre a Resolução BCB nº 520 explica como as operações com ativos virtuais passam a se conectar ao câmbio (https://exame.com/future-of-money/resolucao-bcb-no-520-o-que-muda-para-exchanges-fintechs-e-bancos/). O Monitor do Mercado também relata que a nova norma do BC impacta o mercado de stablecoins e entra em vigor a partir de 2/2/2026 (https://monitordomercado.com.br/noticias/mercados/323302-nova-norma-do-bc-sobre-criptoativos-impacta-o-mercado-de-stablecoins/). Com base nesses relatos, a afirmação está suportada pelas evidências fornecidas. Sources consulted: BC enquadra stablecoins como câmbio e abre caminho para Receita cobrar IOF; Resolução BCB nº 520: o que muda para exchanges, fintechs e bancos | Exame; Nova norma do BC sobre criptoativos impacta o mercado de stablecoins - Monitor do Mercado.
All models agree: supported (88%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Guilherme Nazar, vice-presidente regional da Binance para as Américas, afirma que a exchange fez reuniões com a Receita Federal
Misto Confiança 24% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
As três fontes fornecidas (D Marília, News Atual e Livecoins) mencionam Guilherme Haddad Nazar e tratam de sua atuação/declarações sobre impostos e regulação, mas nenhuma delas apresenta, nos trechos fornecidos, uma declaração direta dizendo que a exchange (Binance) “fez reuniões com a Receita Federal”. Exemplos: D Marília (https://dmarilia.com.br/geral/empresa-chefiada-por-sobrinho-de-haddad-movimenta-bilhoes-sem-pagar-imposto/) e News Atual (https://www.newsatual.com/sobrinho-de-haddad-a-frente-de-empresa-que/) falam de sua liderança na Binance; Livecoins (https://livecoins.com.br/vp-da-binance-nao-vai-repassar-imposto-da-reforma-tributaria-clientes-brasil/) registra declarações sobre repasse de impostos, mas não cita reuniões com a Receita. Portanto, a evidência fornecida é insuficiente para verificar a afirmação de que ele afirmou ter havido reuniões com a Receita Federal. Sources consulted: Empresa chefiada por sobrinho de Haddad movimenta bilhões sem pagar imposto - D Marília; Sobrinho de Haddad à Frente de Empresa que Movimenta Bilhões sem Imposto; VP da Binance diz que não vai repassar imposto da Reforma Tributária para clientes no Brasil - Livecoins.
All models agree: needs_more_evidence (52%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 2); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
De acordo com Daniel de Paiva Gomes, sócio do Paiva Gomes Advogados, o fato gerador do IOF é o ato da liquidação do câmbio, então não atingiria transações com ativos digitais.
Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
“Nossa visão é que a incidência do IOF sobre operações com stablecoins demandaria, necessariamente, uma alteração legislativa aprovada pelo Congresso Nacional”, argumenta Nazar.
Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Sobrinho de Haddad à Frente de Empresa que Movimenta Bilhões sem Imposto
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Enquanto o governo federal brasileiro trabalha arduamente para aumentar a arrecadação e reduzir o déficit das contas públicas, uma realidade preocupante se destaca: a Binance, l...
Empresa chefiada por sobrinho de Haddad movimenta bilhões sem pagar imposto - D Marília
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Enquanto o governo federal se desdobra para aumentar a arrecadação e reduzir o déficit das contas públicas, uma companhia movimenta bilhões no país sem pagar imposto por suas op...
VP da Binance diz que não vai repassar imposto da Reforma Tributária para clientes no Brasil - Livecoins
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Guilherme Haddad Nazar também declarou que discorda de Banco Central do Brasil criar regras rígidas que sufoquem a inovação.
Nova norma do BC sobre criptoativos impacta o mercado de stablecoins - Monitor do Mercado
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O Banco Central (BC) anunciou nesta segunda-feira (10) uma regulamentação que orienta negociações com criptoativos no país e impactam diretamente o mercado de stablecoins.
BC enquadra stablecoins como câmbio e abre caminho para Receita cobrar IOF
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O Banco Central passou a incluir operações com stablecoins (criptomoedas atreladas a moedas fiduciárias, como o dólar) no mercado oficial de câmbio brasileiro. A medida, que ent...
Entenda por que a Receita Federal quer cobrar IOF de 3,5% sobre criptoativos, como o Bitcoin
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O Ministério da Fazenda propõe alíquota de 3,5% de IOF sobre transações com criptoativos, como Bitcoin, atualmente isentas. A medida visa alinhar com regulamentação do Banco Cen...
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Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O governo federal vai propor a criação de uma alíquota de 3,5% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a compra de ativos virtuais, segundo minuta de decreto obtida p...
Governo quer tributar criptomoedas com IOF de 3,5%
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O governo federal planeja colocar em consulta pública uma proposta para tributar a compra de criptomoedas e outros ativos digitais com IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) ...
Resolução BCB nº 520: o que muda para exchanges, fintechs e bancos | Exame
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Depois da Lei nº 14.478/2022 e do Decreto nº 11.563/2023, que definiram conceitos e atribuíram competência ao Bacen, faltava o desenho prático de como esse mercado passa a opera...
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