Credibilidade
25%
Credibilidade
25%
Coordenação
22%
Completude
55%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
O artigo informa um fato relevante — a suspensão da consulta pública sobre IOF em operações com "criptos de dólar" — e relata elementos centrais da controvérsia (menção à possível alíquota de 3,5% e ao papel das novas regras do Banco Central). No entanto, apresenta lacunas importantes: não publica ou cita documento oficial/minuta que fundamente a proposta, traz uma contradição prática sobre a suposta isenção de R$ 10 mil e o exemplo do tributo de R$ 350, e deixa de explicar operacionalização, alcance e estimativa de arrecadação. Essas falhas reduzem a utilidade do texto para avaliar a viabilidade e o impacto da medida, colocando-o na categoria "mixed".
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As matérias fornecidas repetem majoritariamente a mesma notícia da Reuters sobre a suspensão/adiamento da consulta pública do IOF para operações com stablecoins. O enquadramento recorrente apresenta o ato como um "recuo" ou "adiamento" ligado à sensibilidade eleitoral e reporta a existência de uma proposta de alíquota de 3,5%. A cobertura tende a depender da apuração da agência (sem acrescentar fontes primárias explícitas) e a focar no impacto prático para o mercado cripto (menção a oportunidades sem IOF), em vez de aprofundar detalhes técnicos, jurídicos ou fiscais. Em suma: existe alinhamento editorial e repetição de fonte (Reuters), mas não há, nos trechos fornecidos, sinais fortes de narrativa coordenada com falácias idênticas ou ataque sistemático ao mesmo alvo — trata‑se principalmente de republicação/derivação de uma apuração de agência.
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27 de mar. de 2026O governo federal suspendeu a consulta pública sobre a proposta de 3,5% de IOF para operações com stablecoins e criptoativos, adiando a discussão sobre novas regras tributárias.
12 de mar. de 2026A expectativa é que o governo federal abra, já na próxima semana, uma consulta pública detalhando a proposta. Segundo informações que circulam entre agentes da indústria, o plano ...
O texto adota um tom básicamente informativo e pouco emotivo, com dados e citações específicas que sustentam as alegações. Contudo, há sinais de risco relacionados à representação das fontes e à invocação de autoridade sem base clara, o que reduz a confiança geral e justifica uma avaliação moderada de manipulação, apesar da baixa carga emocional.
Emoções dominantes
O artigo reporta propostas e dados atribuídos à Receita, ao Banco Central e à Reuters sem fornecer links ou documentos primários. Há uma contradição interna grave sobre a isenção de até R$ 10 mil e o exemplo numérico subsequente, que configura distorção de alto impacto. Outras afirmações sobre volumes e enquadramentos legais são plausíveis, mas, no texto fornecido, permanecem não verificáveis por falta de referências.
O texto afirma existência de 'dados recentes da própria Receita' mas não traz link, citação direta, período ou números absolutos que permitam verificar a comparação. Sem a referência exata, não é possível confirmar se a Receita realmente disse isso ou qual é a base temporal/metodológica da comparação.
O artigo atribui um desenho de alíquota à Receita Federal, mas não apresenta documento, link à consulta pública nem citação direta da Receita que confirme o percentual de 3,5% como proposta oficial. A afirmação pode ser correta, mas, dado o texto fornecido, não há como verificar.
O próprio artigo apresenta uma contradição: afirma isenção para operações de até R$ 10 mil por mês e, em seguida, usa 'em uma operação de R$ 10 mil, por exemplo, o imposto chegaria a R$ 350'. Ou a formulação do limite está imprecisa (por exemplo: 'acima de R$ 10.000' vs 'a partir de R$ 10.000,01') ou o exemplo está aplicado de forma inconsistente. Isso distorce a compreensão prática da isenção e do cálculo.
O texto afirma vínculo entre a proposta da Receita e uma norma do Banco Central, mas não cita qual norma, data ou trecho legal. Sem referência, não é possível confirmar se o BC efetivamente 'enquadra' stablecoins como câmbio nas condições descritas.
O artigo afirma que remessas internacionais via cripto hoje são isentas de tributação e que a medida encareceria a dolarização via cripto, mas não fornece referências legais ou autoridades que confirmem o status atual da isenção ou os detalhes de como a cobrança incidiria. Falta fonte primária para a afirmação.
O texto usa expressões como 'dados recentes' e indica ações 'suspensas' sem referências temporais precisas, o que reduz a transparência temporal. Há mistura implícita de contexto regulatório e possíveis efeitos econômicos sem delimitar janelas de tempo.
Dados recentes da própria Receita indicam que o volume financeiro movimentado por stablecoins, como Tether (USDT) e USD Coin (USDC), já supera com folga o registrado com o Bitcoin no país
O texto usa o termo 'dados recentes' sem indicar datas, período de comparação ou referência documental, o que pode fazer parecer que a informação é imediatamente atual quando o período dos dados pode ser anterior.
O Ministério da Fazenda decidiu suspender a consulta pública que discutiria a cobrança ... A informação é da agência Reuters, citando fontes próximas do assunto.
A redação apresenta a suspensão no presente, com base em apuração da Reuters. Sem data da apuração ou texto da Reuters, a impressão de imediaticidade fica implícita; a veracidade temporal depende do momento em que a Reuters reportou a informação.
na prática, a medida equipararia a compra desses ativos à aquisição de moeda estrangeira, encarecendo a dolarização via cripto e as remessas internacionais, hoje isentas de tributação.
A frase junta quadro regulatório e consequência econômica sem delimitar prazos nem indicar desde quando as remessas seriam consideradas isentas, nem quando essa 'equiparação' passou ou passaria a valer, o que mistura momentos distintos e pode inflar a sensação de impacto imediato.
O artigo traz percentuais e comparações relevantes sem fornecer bases, amostras, períodos ou documentação que permitam avaliar magnitude real dos fatos. Há uma contradição interna de alto impacto sobre a isenção de R$ 10 mil que precisa ser corrigida.
Dados recentes da própria Receita indicam que o volume financeiro movimentado por stablecoins, como Tether (USDT) e USD Coin (USDC), já supera com folga o registrado com o Bitcoin no país
Afirmação comparativa sem apresentar números absolutos, período de medição, fonte direta ou metodologia (volume transacionado em que praça, em que instrumentos, em qual período). Sem essas bases, a declaração é vaga e potencialmente enganosa.
Fornecer números absolutos (ex.: volume mensal/anuais em reais ou dólares), período de referência, metodologia (exchanges, transferências P2P, onchain local) e link à nota técnica da Receita.
Pessoas físicas teriam isenção para operações de até R$ 10 mil por mês. Acima desse valor, o custo passaria a ser semelhante ao de uma remessa tradicional. Em uma operação de R$ 10 mil, por exemplo, o imposto chegaria a R$ 350.
Há conflito entre a declaração de isenção para operações 'até R$ 10 mil' e o exemplo que aplica 3,5% sobre R$ 10 mil. Falta clareza se o limite é inclusivo/exclusivo e qual parcela estaria sujeita ao IOF, o que induz a erro no entendimento do impacto real.
Especificar se o limite é 'até R$ 10.000,00 (isento)' e se a tributação incide apenas sobre o valor que exceder o limite; apresentar cálculo passo a passo e documento que fundamente o teto de isenção.
Entre os brasileiros sem educação financeira, 77% avaliam que as bets são investimentos, mostra pesquisa do Datafolha e da Anbima
O enunciado não define o denominador (quantas pessoas, como foi medida a 'falta de educação financeira', período da pesquisa), portanto a porcentagem pode ser apresentada fora de contexto ou sem representatividade clara.
Incluir tamanho e características da amostra, formulário das perguntas relevantes e data da pesquisa para avaliar validade da percentagem.
Acima desse valor, o custo passaria a ser semelhante ao de uma remessa tradicional.
A frase compara qualitativamente 'semelhante' sem apresentar valores de referência (taxas e custos de remessa tradicional) nem explicar se a semelhança se dá em percentual, em custo fixo ou em composição de tarifas.
Apresentar percentuais e valores médios de custos de remessa tradicional usados como referência (ex.: IOF e tarifas de bancos/corretoras) para contextualizar a comparação.
As citações atribuídas a um executivo da Coinbase são reproduzidas diretamente no texto e não mostram, no corpo do artigo, indícios claros de terem sido recortadas. Sem acesso às fontes originais, porém, não é possível comprovar se houve omissão de contexto relevante.
"Vemos a pausa na consulta pública como um passo acertado para que o debate tributário seja conduzido na esfera correta e ganhe a profundidade necessária no Congresso"
— Fábio Plein, diretor regional das Américas da Coinbase
A citação aparece no corpo do artigo e é apresentada como declaração do executivo indicado. Não há indicação, no texto, de omissão óbvia ou truncamento: são sentenças completas. Não foi possível verificar externamente o contexto original, mas, segundo o texto fornecido, a citação está reproduzida de forma direta.
"Operar em um mercado que busca um modelo licenciado e regulamentado é um diferencial positivo, pois nos permite ter um planejamento de longo prazo e oferecer serviços com clareza e confiança"
— Fábio Plein, diretor regional das Américas da Coinbase
Tal como a outra declaração atribuída a Plein, o trecho é reproduzido integralmente no artigo e não demonstra, no texto fornecido, sinais evidentes de truncamento. A verificação da íntegra do comunicado original não é possível a partir do material fornecido.
No texto fornecido não há evidência de cadeia de citações que transforme fonte de baixa autoridade em autoridade superior (por exemplo, posts em redes sociais citados por portais maiores). O artigo cita agências e instituições (Reuters, Receita, Banco Central, Datafolha/Anbima, Coinbase) mas não apresenta um encadeamento de repasse sem nova evidência.
O artigo é, em sua maior parte, reportagem factual sobre a suspensão da consulta e os detalhes da proposta. Há, contudo, usos retóricos que direcionam a interpretação: (1) citação de um executivo da Coinbase que apresenta a pausa como "passo acertado" — tratamento de autoridade que favorece uma leitura pró-pausa sem contrapontos; (2) uso de termo carregado ("atalho") ao descrever stablecoins, que tende a enquadrar essas moedas como instrumento de burla. Essas escolhas inflacionam ligeiramente o viés narrativo, sem alterar os dados centrais apresentados.
“Vemos a pausa na consulta pública como um passo acertado para que o debate tributário seja conduzido na esfera correta e ganhe a profundidade necessária no Congresso”, afirma Fábio Plein, diretor regional das Américas da Coinbase.
O trecho usa a autoridade de um executivo da Coinbase para qualificar a suspensão como "passo acertado" sem apresentar contrapontos ou dados que justifiquem essa avaliação. Isso pode levar o leitor a aceitar a avaliação do setor como prova de que a pausa é positiva, desviando do papel informativo e apresentando uma opinião de autoridade como argumento decisivo.
sinalizando que o governo não pretende permitir que funcionem como um “atalho” para envio de recursos ao exterior ou proteção cambial sem tributação.
O uso da palavra "atalho" carrega uma conotação negativa e pejorativa, sugerindo intenção fraudulenta ou burla. Essa escolha lexical vai além da descrição técnica e orienta o leitor a ver as stablecoins principalmente como mecanismo de evasão, empurrando a narrativa de que a medida é uma resposta a má-fé, sem que o trecho ofereça evidência direta dessa finalidade.
Prejudica: A medida, baseada na regulamentação do Banco Central, pode classificar algumas transações com criptoativos, como stablecoins
O artigo informa sobre a suspensão da consulta e descreve a proposta de impor IOF de 3,5% em stablecoins, mas deixa lacunas cruciais: não identifica o autor formal nem apresenta texto/rascunho; não esclarece a aparente contradição entre a isenção de R$ 10 mil e o exemplo tributado; não fornece estimativas de alcance ou arrecadação; não explica a operacionalização do recolhimento nem se os custos serão repassados; e não discute prevenção de evasão. Essas omissões impedem avaliar a viabilidade legal, o impacto prático e a eficácia da medida.
Quem é o autor formal da proposta de IOF — a Receita Federal, o Ministério da Fazenda ou outro órgão — e existe um texto oficial/rascunho público?
Saber o autor e ter acesso ao texto oficial é essencial para avaliar a base legal, a responsabilidade política e se a redação efetivamente prevê os pontos citados (alíquota, base de cálculo, isenção de R$ 10 mil). Sem isso a reportagem depende apenas de fontes não publicadas.
12 de fev. de 2026A Receita Federal vai propor a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) especificamente nas transações com as chamadas stablecoins, criptos atreladas a moedas como o ...
A decisão, que consta em minuta de decreto proposto pela Receita Federal, busca neutralidade fiscal no sistema financeiro frente ao câmbio, reduzir a arbitragem tributária e coibir fluxos ligados a...
21 de fev. de 2026O governo federal apresentou algumas avaliações para propor a cobrança do IOF sobre os criptoativos, alegando que tipo de transação tem sido usado como uma espécie de câmbio, mas ...
A isenção para pessoas físicas 'até R$ 10 mil por mês' é inclusiva ou exclusiva (ou seja: operações de exatamente R$ 10.000 seriam tributadas?) e qual é a base de cálculo aplicada no exemplo de R$ 350?
A aparente contradição entre a isenção mencionada e o exemplo do imposto sobre R$ 10 mil altera totalmente o impacto prático sobre usuários; sem o detalhe sobre limites e base de cálculo não dá para avaliar quem seria tributado.
12 de jun. de 2025Antes da MP, a alíquota do IR sobre criptoativos era escalonada de 15% a 22,5%, com isenção para operações que somassem menos de R$ 35 mil em um mês. Agora, todos os investidores ...
Não há, nessa situação, obrigatoriedade de prestação da informação por parte da pessoa física. A exchange domiciliada no Brasil irá prestar a informação referente à operação de R$ 10.000,00.
A MP elimina a isenção atual de Imposto de Renda sobre lucros de até R$ 35.000 por mês, passando a tributar os ganhos com uma alíquota fixa de 17,5% a partir de 1º de janeiro de 2026.
Qual é a estimativa de alcance e de arrecadação da medida (quantos usuários/volume de stablecoins seriam afetados e quanto o governo espera levantar)?
Sem números sobre volume, usuários atingidos e receita esperada não é possível avaliar se a proposta é relevante para política cambial ou meramente simbólica/ineficaz, nem mensurar os custos econômicos para os cidadãos.
5 de dez. de 2025De acordo com dados de mercado, as stablecoins representam cerca de 90% do volume de negócios de criptomoedas no Brasil. Isso é um indicativo do crescimento da popularidade dessas ...
5 de dez. de 2025Atualmente, existe um IOF unificado de 3,5% para a maioria das operações de câmbio, incluindo a compra de moeda física. Já remessas para o exterior destinadas a investimentos pagam...
As stablecoins, ou "dólar digital", têm experimentado um crescimento significativo no Brasil, com um aumento de mais de 160% no volume de negociações no primeiro trimestre de 2025 em comparação com...
Como a cobrança seria operacionalizada na prática — quais intermediários (exchanges, corretoras, bancos) seriam responsáveis pelo recolhimento — e há evidências de que o custo será repassado integralmente ao consumidor final?
A denúncia de que a medida 'encareceria a dolarização via cripto' pressupõe que tributo será repassado; decidir quem recolhe e se o repasse ocorre afeta diretamente quem arcará com o custo (usuários versus plataformas).
São contribuintes do IOF as pessoas físicas e as pessoas jurídicas que efetuarem operações de crédito, câmbio e seguro ou relativas a títulos ou valores mobiliários.
27 de mai. de 2025Mesmo em transações diretas entre pessoas (P2P), se houver intermediação de uma plataforma que realize câmbio ou movimentação financeira, o IOF pode ser cobrado.
5 dias atrásA responsabilidade pelo recolhimento do IOF muda conforme o tipo de operação de crédito. Errar na identificação do responsável pode levar a recolhimento incorreto e exposição a multas. ...
Quais mecanismos de fiscalização e prevenção de evasão a proposta prevê, considerando transferências entre carteiras externas e serviços fora do Brasil?
Se for fácil contornar o IOF usando carteiras ou plataformas estrangeiras, a medida pode não reduzir a dolarização nem gerar arrecadação, invalidando a justificativa prática da proposta.
Essa natureza inovadora, no entanto, também acendeu um alerta no mundo do Direito Penal Econômico, especialmente no que diz respeito ao combate à evasão fiscal e à lavagem de capitais. Como o orden...
17 de nov. de 2025Com essa atualização, a Receita intensifica a cooperação com as administrações tributárias dos demais países que adotam o padrão da OCDE, no combate à evasão, à lavagem de dinheir...
25 de abr. de 2024Este artigo examinará de forma mais detalhada os desafios enfrentados pela fiscalização e regulação tributária na identificação e combate à evasão fiscal em transações com criptoa...
O Ministério da Fazenda decidiu suspender a consulta pública que discutiria a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre transações com criptoativos, em meio à estratégia do governo de evitar temas tributários mais sensíveis às vésperas da eleição presidencial...
A medida, baseada na regulamentação do Banco Central, pode classificar algumas transações com criptoativos, como stablecoins
Sustentado Confiança 67%
As evidências mostram que a regulamentação do Banco Central mudou o tratamento de certas operações com criptoativos e que stablecoins foram reclassificadas em estatísticas/contas externas, o que pode levar a classificar algumas transações como operações de câmbio. Veja a página de Regulação do BC (bcb.gov.br) para o escopo regulatório, a reportagem do G1 ("Criptomoedas: veja perguntas e respostas sobre as novas regras do BC") sobre as novas normas do BC e a matéria do CriptoFácil ("Banco Central muda regras e reclassifica stablecoins; impacto pode ser enorme") que relata explicitamente a reclassificação de stablecoins. Essas fontes, incluindo o próprio BC (regulação) e coberturas jornalísticas sobre a reclassificação, sustentam que a medida baseada na regulamentação do BC pode levar à classificação de algumas transações com stablecoins como operações de câmbio. Sources consulted: Regulação do sistema financeiro; Criptomoedas: veja perguntas e respostas sobre as novas regras do BC | G1; BC cria novas regras para criptoativos e combate à lavagem de dinheiro | CNN Brasil. (Reused from a prior investigation — exact match.)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
A proposta, que vinha sendo desenhada pela Receita Federal, previa alíquota de 3,5% tanto na compra dessas criptos quanto na transferência de recursos para o exterior
Misto Confiança 50%
As evidências fornecidas não comprovam integralmente a afirmação. Há reportagens que mencionam proposta de alíquota de 3,5% sobre transações com criptoativos (por exemplo, O Globo — “Entenda por que a Receita Federal quer cobrar IOF de 3,5% sobre criptoativos” https://oglobo.globo.com/economia/financas/noticia/2026/02/10/entenda-por-que-a-receita-federal-quer-cobrar-iof-de-35percent-sobre-criptoativos-como-o-bitcoin.ghtml e o texto explicativo do Bitybank — “Como o IOF atua no mercado cripto?” https://www.bity.com.br/blog/como-o-iof-atua-no-mercado-cripto-saiba-os-tributos/), o que sustenta a existência de uma proposta de 3,5%. Contudo, o comunicado da Receita Federal presente nas evidências (Receita Federal — “Receita Federal esclarece sobre declaração de operações com criptoativos” https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/noticias/2023/marco/receita-federal-esclarece-sobre-declaracao-de-operacoes-com-criptoativos) trata de obrigações de informação e não descreve ter sido a Receita a autora do desenho da proposta nem especifica a aplicação da alíquota sobre compra e transferência ao exterior. Falta, nas evidências fornecidas, uma fonte oficial ou reportagem clara que ligue diretamente o desenho da proposta à Receita Federal e que especifique que a alíquota se aplicaria tanto à compra quanto às transferências para o exterior. Sources consulted: Receita Federal esclarece sobre declaração de operações com criptoativos — Receita Federal; Entenda por que a Receita Federal quer cobrar IOF de 3,5% sobre criptoativos, como o Bitcoin; Como o IOF atua no mercado cripto? Saiba os tributos - Bitybank.
All models agree: needs_more_evidence (57%)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
Pessoas físicas teriam isenção para operações de até R$ 10 mil por mês; acima desse valor, o custo passaria a ser semelhante ao de uma remessa tradicional (em uma operação de R$ 10 mil, por exemplo, o imposto chegaria a R$ 350)
Misto Confiança 47%
As evidências anexadas não tratam do benefício mencionado nem do IOF sobre criptoativos: todas as três fontes referem-se a mudanças e isenções do Imposto de Renda (por exemplo, Ministério da Fazenda — “Presidente sanciona lei que amplia isenção do Imposto de Renda...” https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/presidente-sanciona-lei-que-amplia-isencao-do-imposto-de-renda-para-quem-ganha-ate-r-5-mil e reportagens do G1 e ISTOÉ), que não informam sobre isenção mensal de R$ 10 mil para pessoas físicas nem calculam IOF de R$ 350 em operação de R$ 10 mil. Não há, nas evidências fornecidas, fonte que confirme a regra de isenção até R$ 10.000/mês nem o exemplo do imposto de R$ 350; portanto a alegação carece de evidências nas fontes apresentadas. Sources consulted: Presidente sanciona lei que amplia isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil — Ministério da Fazenda; Isenção do IR: quanto vou deixar de pagar? Veja perguntas e respostas | G1; IR: arrecadação fraca com taxação de dividendos lança dúvida sobre compensação de isenção até R$ 5 mil - ISTOÉ DINHEIRO.
All models agree: needs_more_evidence (81%)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Como o IOF atua no mercado cripto? Saiba os tributos - Bitybank
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Com o crescimento do mercado de criptomoedas e o avanço da regulamentação no Brasil, muitas dúvidas surgem sobre a tributação nas operações com criptoativos. Entre elas, surge u...
BC cria novas regras para criptoativos e combate à lavagem de dinheiro | CNN Brasil
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Banco Central muda regras e reclassifica stablecoins; impacto pode ser enorme
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Fazenda deve cobrar IOF sobre transações com criptoativos; entenda
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O Ministério da Fazenda planeja cobrar IOF sobre transações com criptoativos, conforme decisão a ser formalizada pela Receita Federal. A medida, baseada na regulamentação do Ban...
Entenda por que a Receita Federal quer cobrar IOF de 3,5% sobre criptoativos, como o Bitcoin
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O Ministério da Fazenda propõe alíquota de 3,5% de IOF sobre transações com criptoativos, como Bitcoin, atualmente isentas. A medida visa alinhar com regulamentação do Banco Cen...
Presidente sanciona lei que amplia isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil — Ministério da Fazenda
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O presidente Lula sancionou, nesta quarta-feira (26/11), a lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física para quem ganha até R$ 5 mil por mês e estabelece ...
Regulação do sistema financeiro
Sustenta Registro governamental Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
O Sistema Financeiro Nacional (SFN) opera sob regras estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), pelo Banco Central (BC) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ...
Receita Federal esclarece sobre declaração de operações com criptoativos — Receita Federal
Sustenta Registro governamental Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
A obrigatoriedade de prestar informações se aplica à pessoa física ou jurídica que realizar quaisquer das seguintes operações relacionadas aos criptoativos: compra e venda; perm...
IR: arrecadação fraca com taxação de dividendos lança dúvida sobre compensação de isenção até R$ 5 mil - ISTOÉ DINHEIRO
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A inédita tributação sobre dividendos introduzida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou o ano com arrecadação tímida no Brasil, segundo dados da Receita F...
| Fonte | Tipo | Autoridade | Papel | Status |
|---|---|---|---|---|
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proposta, que vinha sendo desenhada pela Receita Federal,
https://valorinveste.globo.com/mercados/cripto/noticia/2026/02/12/com-propost... |
Artigo de notícia | Secundário (72%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Pendente |