Credibilidade
20%
Credibilidade
20%
Coordenação
45%
Completude
55%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
A matéria relata uma proposta governamental verificável em pontos centrais (estimativa de impacto de R$ 1,5 bi/mês aos estados, ICMS de R$ 1,17/l e compromisso público de a União cobrir 50% da renúncia), mas replica majoritariamente a narrativa oficial sem checagem independente nem detalhamento metodológico. Há omissões relevantes (quem adere, se a desoneração será repassada ao consumidor, se os valores se somam a outros pacotes) e alegações não verificadas no material fornecido. Não há sinais claros de manipulação deliberada; a peça tende a ser informativa porém incompleta — avaliação geral: mixed.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
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Governo propõe R$ 3 bi para estados zerarem ICMS sobre diesel
Os veículos cobrem substancialmente a mesma ação: a proposta do governo federal para que estados zerem o ICMS sobre a importação do diesel como resposta à alta do petróleo atribuída à guerra no Oriente Médio. A cobertura é majoritariamente focada na proposta oficial (valores agregados — R$ 3 bilhões por mês; participação da União de R$ 1,5 bilhão; caráter temporário) e na tramitação técnica (menção a reunião do Confaz), repetindo a narrativa do Executivo sem apresentar análises independentes. Há convergência em enquadrar a iniciativa como medida de proteção emergencial à população e na ênfase em números e prazos oficiais. Ao mesmo tempo, todos os excertos disponibilizados reproduzem omissões-chave listadas na matéria investigada, especialmente a ausência de evidência de que a desoneração será integralmente repassada aos consumidores e a falta de detalhamento sobre a adesão e o impacto fiscal por estado.
18 de mar. de 2026O governo federal propôs aos estados a desoneração do ICMS cobrado sobre a importação de diesel em um esforço nacional para conter os efeitos da guerra no Oriente Médio para os co...
18 de mar. de 2026Segundo a equipe econômica, a zeragem do imposto pode gerar renúncia de cerca de R$ 3 bilhões por mês para os estados. Desse total, R$ 1,5 bilhão seria coberto pelo governo federa...
19 de mar. de 2026O objetivo é facilitar a importação do combustível, que subiu no mercado internacional, acompanhando a forte alta do petróleo, disse ontem (18) o secretário-executivo do Ministéri...
18 de mar. de 2026O tema será levado aos governadores e discutido tecnicamente até a próxima reunião presencial do Confaz, marcada para 27 de março de 2026, em São Paulo.
18 de mar. de 2026O governo federal apresentou aos estados uma proposta de desoneração do ICMS sobre a importação de diesel como resposta aos impactos da guerra no Oriente Médio sobre os preços no ...
O texto tem tom majoritariamente informativo e baixa carga emotiva, com números orçamentários e prazos que sustentam as afirmações. Ainda assim, há risco moderado de manipulação devido à forte indicação de 'authority laundering', citações e representações parciais e um título sensacionalista que pode exagerar a urgência dos fatos.
Emoções dominantes
O artigo cita medidas e valores grandes (isenção federal, subvenção e custos) e referencia reportagens do mesmo veículo. Contudo, partes relevantes — como o custo de R$ 30 bilhões, o valor exato do ICMS de R$ 1,17/l e a lista/contagem de estados no acordo com a ANP — não aparecem nos trechos de fonte disponibilizados. Há falta de provas no material fornecido para confirmar essas passagens, portanto foram classificadas como não verificáveis. Não há indicação clara de inversão total ou fabricação completa das citações verificáveis, mas há insuficiência de evidências para várias afirmações específicas.
O trecho vincula duas afirmações: (a) que a tributação federal sobre importação e comercialização do diesel foi zerada e houve subvenção a produtores/importadores, e (b) que isso teria custo de R$ 30 bilhões neste ano. O excerto disponível do link citado menciona que o governo "decidiu zerar PIS e Cofins do preço do diesel" e que haverá subvenção e alteração na tributação de exportações, mas o excerto fornecido não traz o valor de R$ 30 bilhões nem detalha explicitamente que todas as formas de tributação federal sobre importação e comercialização foram zeradas. Como o valor e a abrangência não aparecem no material fornecido, a alegação sobre o custo de R$ 30 bilhões e a amplitude da isenção são verificáveis apenas parcialmente e, portanto, devem ser classificadas como não verificáveis com o material disponível.
O artigo afirma um valor por litro (R$ 1,17) e registra data de entrada em vigor (1º de janeiro de 2026). Nenhum dos trechos de fonte vinculada fornecidos inclui essa informação específica, de modo que, com as evidências no input, não é possível confirmar se o número e a data coincidem com documentos oficiais do Confaz ou outra fonte citada.
O texto relata aprovação de um acordo envolvendo 21 estados e lista seis que não teriam assinado. As fontes vinculadas no input não contêm o detalhamento desse acordo nem a lista de ausentes, de modo que essa afirmação não pode ser confirmada a partir do material fornecido.
No geral, o texto coloca eventos em prazos claros (reuniões, propostas com datas, 'Semana passada') e indica datas quando relevante (por exemplo, 'entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026' para o ajuste do Confaz). A principal fragilidade temporal detectada é a apresentação de um percentual de importação de petróleo sem período indicado, o que reduz um pouco a integridade temporal.
Valorização do petróleo no exterior pressiona economia brasileira. O Brasil importa cerca de 30% do petróleo consumido internamente.
A frase apresenta um percentual (cerca de 30%) sem indicar a que período se refere ou qual a fonte e data desse dado. Sem data ou fonte, a estatística pode ser interpretada como atual mesmo que seja baseada em série histórica antiga.
O texto traz números relevantes (impactos fiscais mensais, custo agregado estimado e percentuais de dependência de importação) mas falha em alguns pontos: título ambíguo quanto a quem arca com R$ 3 bilhões, e valores agregados (R$ 30 bilhões) e percentuais (30% de importação) apresentados sem base ou detalhamento metodológico. Corrigir essas lacunas reduziria a possibilidade de interpretação enganosa.
Título: Governo propõe R$ 3 bi para estados zerarem ICMS sobre diesel Custos serão divididos entre União e estados. Em entrevista à imprensa, o secretário-executivo da Fazenda afirmou que se os estados aceitarem a proposta, o governo federal se compromete a arcar com 50% do custo fiscal da medida para os governos regionais. Segundo ele, o impacto é estimado em R$ 1,5 bilhão por mês para os estados e R$ 1,5 bilhão por mês para o governo federal.
O título sugere que o governo propõe R$ 3 bilhões 'para estados' zerarem o ICMS, o que pode levar o leitor a entender que a União ofereceria R$ 3 bilhões apenas aos estados. O corpo do texto, entretanto, informa que o custo estimado é R$ 1,5 bilhão por mês para os estados e R$ 1,5 bilhão por mês para a União (totalizando R$ 3 bilhões por mês divididos entre União e estados). A falta de clareza no título cria confusão entre o montante total combinado e a parcela que caberia à União.
Esclarecer que R$ 3 bilhões refere-se ao impacto fiscal total estimado (R$ 1,5 bi/mês para estados + R$ 1,5 bi/mês para a União) e que a proposta do governo é arcar com 50% desse impacto (ou seja, R$ 1,5 bi/mês da União, se os estados aceitarem).
Foi zerada a tributação federal sobre importação e comercialização do diesel e a subvenção para produtores e importadores, a um custo de R$ 30 bilhões neste ano.
O número de R$ 30 bilhões é apresentado sem detalhar a que rubricas se refere, qual o período exato considerado, nem a fonte do cálculo. Trata-se de uma cifra agregada significativa; sem base ou método, o valor pode ser enganoso.
Fornecer a origem do cálculo (documento oficial, estimativa do ministério ou estudo), o período exato ('neste ano' precisa de definição se é ano-calendário ou fiscal) e a decomposição das rubricas que compõem os R$ 30 bilhões.
O Brasil importa cerca de 30% do petróleo consumido internamente.
Apresenta uma percentagem sem indicar a fonte e o período ao qual se aplica (ano referenciado, média móvel etc.).
Indicar a fonte (por exemplo, ANP, Petrobras, IBGE) e o ano/período usado para calcular os 30%.
ICMS sobre diesel em 2026 está fixado em R$ 1,17 por litro.
O valor por litro é informado sem contexto (por exemplo, comparação com valor anterior por litro ou percentuais de alíquota) e sem fonte explícita no material fornecido.
Informar a fonte do valor e oferecer contexto comparativo (valor anterior por litro ou variação percentual) para que o leitor entenda a magnitude da cifra.
As citações presentes no texto não têm, no material fornecido, confirmação direta nas fontes anexadas; algumas aparecem sem atribuição clara. Isso impede avaliar se foram truncadas ou retiradas de contexto. Recomenda-se indicar a origem imediata (entrevista, coletiva, ata do Confaz) e disponibilizar fonte direta para cada citação longa.
""A gente tem que preservar a nossa população, dentro das regras e dentro das governanças das empresas públicas, o máximo possível, para que a gente mitigue o impacto do aumento dos combustíveis""
O artigo inclui a citação, mas no trecho fornecido não há identificação clara de quem proferiu essas palavras (apenas 'disse' no parágrafo). As fontes vinculadas no input não contêm essa citação, de modo que não é possível confirmar fidelidade ou contexto.
""Nós temos um trabalho a fazer em relação ao ICMS, que é justamente o combate a essas quadrilhas, a essas organizações criminosas que estão sendo expulsas do mercado""
— Fernando Haddad
O texto atribui explicitamente a fala a Fernando Haddad. Contudo, os trechos das fontes fornecidas não trazem a citação exata, de modo que não é possível verificar se a seleção da frase preserva o sentido ou se foi truncada. Sem a fonte direta, a fidelidade não pode ser confirmada.
""É só adaptar a legislação do devedor contumaz à legislação estadual. Isso já está repercutindo na arrecadação do ICMS dos estados, sem a necessidade de aumento do ICMS, como muitos governadores têm feito.""
— Fernando Haddad
A citação é apresentada com atribuição a Haddad (seguida do nome), porém as fontes vinculadas no input não contêm esse trecho para checagem de contexto ou completude. Portanto, não é possível confirmar se a frase foi extraída de modo fiel.
Não foram identificadas cadeias de citação em que uma fonte de baixa autoridade é reciclada por veículos progressivamente maiores até virar 'prova' sem evidência nova — todas as fontes fornecidas são do mesmo veículo (economia.uol.com.br) e não há indicação no material disponível de repasse de conteúdo originado em blog ou post social que tenha sido transformado em notícia sem checagem adicional.
Foram identificadas duas manobras retóricas: (1) rotulação pejorativa de atores envolvidos em sonegação como "quadrilhas"/"organizações criminosas" (odious_categorization), que simplifica o problema e legitima respostas punitivas; (2) uso da avaliação do ministro para alegar que perdas de arrecadação já estariam compensadas (appeal_to_authority), sem apresentar evidências independentes que sustentem essa compensação. No conjunto, o artigo mistura informação factual com declarações ministeriais sem comprovação adicional, produzindo viés moderado.
"Nós temos um trabalho a fazer em relação ao ICMS, que é justamente o combate a essas quadrilhas, a essas organizações criminosas que estão sendo expulsas do mercado", disse.
O ministro rotula atores envolvidos em fraudes fiscais como "quadrilhas" e "organizações criminosas". Essa categorização negativa reduz um problema fiscal complexo a uma questão de criminalidade organizada, justificando medidas punitivas e desviando a discussão de fatores estruturais (como falhas de fiscalização ou incentivos econômicos). Empurra a narrativa de que a solução é repressiva e que a renúncia fiscal será compensada por "expulsar criminosos".
Ele avalia que a perda da arrecadação já é compensada por iniciativas do governo. Segundo Haddad, os estados passaram a aumentar as receitas com a adaptação das fiscalizações contra o crime organizado e a lei que prevê restrições ao devedor contumaz.
O texto apresenta a avaliação do ministro (Haddad) como argumento de que a perda de arrecadação já estaria sendo compensada, sem apresentar dados independentes que comprovem essa compensação. Apoiar-se na autoridade do ministro para contrabalançar a estimativa de custo (R$ 1,5 bilhão/mês para os estados) é um recurso retórico: faz parecer que a objeção fiscal foi resolvida quando isso não foi demonstrado no texto.
Prejudica: Segundo ele, o impacto é estimado em R$ 1,5 bilhão por mês para os estados
O texto relata a proposta federal para zerar ICMS sobre diesel importado e divide custos entre União e estados, mas omite pontos cruciais para avaliar eficácia e custo real da medida: não apresenta evidências de que a redução do ICMS será repassada aos preços ao consumidor; não informa a participação do diesel importado no consumo nacional (logo, alcance limitado possível); não lista quais estados vão adotar a medida nem o impacto fiscal por estado; não esclarece se o novo custo mensal se soma às medidas federais já anunciadas (R$ 30 bilhões); e não mostra dados ou metas que comprovem que as ações de fiscalização (listas de devedores e notas em tempo real pela ANP) serão suficientes para compensar perdas por sonegação. Esses gaps permitem que a proposta pareça mais eficaz e menos custosa do que pode ser na prática.
A redução do ICMS sobre o diesel importado será integralmente repassada ao preço ao consumidor final nos postos de combustível?
Sem evidência de pass-through, a redução do imposto pode ficar retida por importadores, distribuidores ou postos, e a medida pode não reduzir efetivamente o preço para os consumidores ou transportadores.
Veja abaixo os resultados das pesquisas que compõem a Série Histórica de Preços de Combustíveis (arquivos em formato .csv).
17 de mar. de 2026Governo federal anunciou isenção de impostos sobre o combustível diante da guerra no Irã e da escalada do preço petróleo. Lula pediu boa vontade dos governadores para reduzir o ICMS.
17 de mar. de 2026Atualmente, o ICMS sobre o diesel está em R$ 1,17 por litro, o equivalente a cerca de 19% do preço final antes da recente isenção de tributos federais. O pedido de redução do ICMS...
Que parcela do diesel consumido no Brasil é importada, e portanto seria afetada diretamente pela isenção do ICMS sobre importação?
A medida incide apenas sobre diesel importado; se a maioria do consumo for suprida por produção interna, o efeito sobre o preço médio nacional pode ser limitado.
Para efeitos de comparação, com base nos dados de volume de importações de óleo diesel e nos valores das operações (FOB) disponibilizados no sistema ComexStat, foram estimados os preços médios mens...
7 de jan. de 2026As importações de diesel representam mais de 20% do consumo nacional. A Rússia enviou um total de 8,1 bilhões de litros de diesel ao Brasil, volume 14% menor na comparação com 2024.
O aumento das importações ocorreu mesmo com o crescimento da mistura de biodiesel no diesel B, vendido nos postos, que passou de 14% para 15% a partir de agosto de 2025, destacou a consultoria. As ...
Quais estados já decidiram aceitar ou rejeitar a proposta de zerar o ICMS sobre diesel importado, e qual será o impacto fiscal e orçamentário por unidade federativa?
A adoção é facultativa e heterogênea entre estados; saber quem participa é essencial para avaliar alcance efetivo da medida e suas repercussões fiscais locais.
18 de mar. de 2026Em primeiro lugar, os estados se comprometeram a enviar à Receita Federal suas listas de devedores contumazes, com foco especial no ICMS do setor de combustíveis.
31 de mar. de 2026O ministério da Fazenda e o Comsefaz (Comitê Nacional de Secretários de Fazenda) disseram nesta 2ª feira (30.mar.2026) que "mais de 80% dos estados" aceitaram a proposta do govern...
31 de mar. de 2026A proposta do governo federal para conter a alta do diesel já conta com o apoio de 80% das unidades da federação, segundo o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz). I...
O custo estimado de R$ 1,5 bilhão por mês aos estados e R$ 1,5 bilhão à União é adicional às medidas federais já anunciadas (R$ 30 bilhões), ou parte do mesmo pacote — qual é o impacto fiscal total consolidado?
Sem saber se os valores se somam ou se sobrepõem, é impossível avaliar o custo total para as contas públicas e se há compensações plausíveis.
18 de mar. de 2026Segundo a equipe econômica, a zeragem do imposto pode gerar renúncia de cerca de R$ 3 bilhões por mês para os estados. Desse total, R$ 1,5 bilhão seria coberto pelo governo federa...
18 de mar. de 2026O governo federal propôs aos estados a desoneração do ICMS cobrado sobre a importação de diesel em um esforço nacional para conter os efeitos da guerra no Oriente Médio para os co...
18 de mar. de 2026Na semana passada, o governo já havia anunciado medidas para zerar a cobrança da tributação federal sobre importação e comercialização do diesel e instituir uma subvenção para pro...
As medidas anunciadas de envio de listas de devedores e compartilhamento de notas fiscais pela ANP têm histórico ou metas concretas de redução da sonegação e aumento da arrecadação?
A efetividade das ferramentas de fiscalização é central para compensar perdas de arrecadação; sem metas ou evidência histórica, a promessa de recuperação de receita é incerta.
19 de mar. de 2026Governo fortalece fiscalização em nova ofensiva contra altas abusivas do diesel. Esforço conjunto entre União e estados serve para manter regularidade na oferta do combustível no ...
19 de mar. de 2026A medida busca reforçar a fiscalização sobre preços, combatendo especulações e práticas abusivas, especialmente sobre os preços do óleo diesel.
18 de mar. de 2026O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quarta-feira que foi deliberado, em reunião virtual com secretários estaduais de Fazenda, um acordo c...
O governo federal lançou proposta para que estados reduzam a zero o ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o diesel importado como medida para diminuir os reajustes de preços em meio ao encarecimento do petróleo provocado pela guerra no Oriente Médio.
Segundo ele, o impacto é estimado em R$ 1,5 bilhão por mês para os estados
Sustentado Confiança 50% Atribuição Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
Reportagens presentes nas evidências indicam explicitamente a estimativa de impacto de R$ 1,5 bilhão por mês para os estados. Por exemplo, o título da ANATC refere-se a “ICMS sobre diesel: governo oferece subvenção de R$ 1,5 bilhão por mês aos estados” (https://anatc.com.br/icms-sobre-diesel-governo-oferece-subvencao-de-r-15-bilhao-por-mes-aos-estados/). A matéria do G1 explica o desenho da subvenção (R$ 1,20/l, sendo R$ 0,60 custeado pela União e R$ 0,60 pelos estados) (https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/03/31/governo-federal-e-estados-fecham-acordo-para-conceder-apoio-a-importadores-de-diesel-medida-valera-por-ate-dois-meses.ghtml), compatível com a estimativa mencionada. Sources consulted: Governo federal e estados fecham acordo para conceder apoio a importadores de diesel; medida valerá por até dois meses | G1; Rio de Janeiro e Rondônia não vão reduzir ICMS sobre combustível; ICMS sobre diesel: governo oferece subvenção de R$ 1,5 bilhão por mês aos estados - ANATC - Associação Nacional das Empresas de Transporte de Cargas.
All models agree: supported (78%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 2); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
ICMS sobre diesel em 2026 está fixado em R$ 1,17 por litro. Esse valor passou a valer após último reajuste aprovado pelo Confaz, que entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026.
Sustentado Confiança 50% em 2026 Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
As fontes indicam que o Confaz aprovou reajuste que fixou o ICMS do diesel em R$ 1,17/litro, em vigor a partir de 1º de janeiro de 2026. V. g.: G1 — “ICMS sobre gasolina, diesel e gás de cozinha sobe a partir de janeiro de 2026” (https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/09/08/icms-sobre-gasolina-diesel-e-gas-de-cozinha-sobe-a-partir-de-janeiro-de-2026.ghtml) e matérias do ClubPetro e Minaspetro (https://blog.clubpetro.com/noticias/reajuste-do-icms-eleva-precos-2026/; https://minaspetro.com.br/icms-da-gasolina-e-do-diesel-vai-subir-em-2026-veja-os-novos-valores-definidos-pelo-confaz/) que confirmam o valor de R$ 1,17/l e a data de vigência 01/01/2026. Sources consulted: ICMS sobre gasolina, diesel e gás de cozinha sobe a partir de janeiro de 2026 | G1; Reajuste do ICMS eleva preços de combustíveis e gás de cozinha; ICMS da gasolina e do diesel vai subir em 2026: veja os novos valores definidos pelo Confaz - Minaspetro.
All models agree: supported (92%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Em entrevista à imprensa, o secretário-executivo da Fazenda afirmou que se os estados aceitarem a proposta, o governo federal se compromete a arcar com 50% do custo fiscal da medida para os governos regionais.
Sustentado Confiança 46% Atribuição Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado
Afirmativa confirmada pelas reportagens que citam declaração do secretário-executivo Dario Durigan. Veja, por exemplo, ISTOÉ DINHEIRO — “Durigan: sugestão é União arcar com 50% da renúncia de Estados no ICMS…” (https://istoedinheiro.com.br/durigan-sugestao-e-uniao-arcar-com-50-da-renuncia-de-estados-no-icms-de-importacao-do-diesel), Forbes Brasil — “Governo Propõe Dividir Custo de R$ 3 Bilhões com Estados para Reduzir ICMS do Diesel” (https://forbes.com.br/forbes-agro/2026/03/governo-propoe-dividir-custo-de-r-3-bilhoes-com-estados-para-reduzir-icms-do-diesel/) e SINFRERJ — “Governo federal propõe a estados zerar ICMS sobre importação de diesel e compensar 50% das perdas” (https://sinfrerj.com.br/conteudo/10802/governo-federal-propoe-a-estados-zerar-icms-sobre-importacao-de-diesel-e-compensar-50-das-perdas). Todas registram que Durigan afirmou que a União se comprometeria a cobrir 50% do custo se os estados aceitarem a proposta. Sources consulted: Durigan: sugestão é União arcar com 50% da renúncia de Estados no ICMS de importação do diesel - ISTOÉ DINHEIRO; Governo Propõe Dividir Custo de R$ 3 Bilhões com Estados para Reduzir ICMS do Diesel; Governo federal propõe a estados zerar ICMS sobre importação de diesel e compensar 50% das perdas - SINFRERJ.
All models agree: supported (85%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 1); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
De acordo com o secretário, o corte do ICMS seria temporário, com prazo inicial até 31 de maio.
Precisa de mais evidência Confiança 13%
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
O tema voltará a ser debatido em nova reunião do Confaz no dia 27 de março.
Precisa de mais evidência Confiança 13%
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Foi zerada a tributação federal sobre importação
Precisa de mais evidência Confiança 13%
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Foi aprovado ainda acordo entre 21 Estados
Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
ICMS sobre gasolina, diesel e gás de cozinha sobe a partir de janeiro de 2026 | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Ato do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicado nesta segunda-feira (8) no "Diário Oficial da União" (DOU) eleva, a partir de janeiro de 2026, o Imposto Sobre...
ICMS da gasolina e do diesel vai subir em 2026: veja os novos valores definidos pelo Confaz - Minaspetro
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Reajuste do ICMS eleva preços de combustíveis e gás de cozinha
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O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, disse nesta quarta-feira, 18, que a pasta sugeriu a Estados e Distrito Federal que zerem o ICMS sobre a importaçã...
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O governo federal propôs, em reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) nesta quarta-feira, que governadores cortem temporariamente o ICMS estadual que incide ...
ICMS sobre diesel: governo oferece subvenção de R$ 1,5 bilhão por mês aos estados - ANATC - Associação Nacional das Empresas de Transporte de Cargas
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Governo federal e estados fecham acordo para conceder apoio a importadores de diesel; medida valerá por até dois meses | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Para conter a alta do preço do diesel, o governo federal e os estados anunciaram um acordo para fornecer uma subvenção, ou seja, um apoio financeiro a importadores de diesel.
Rio de Janeiro e Rondônia não vão reduzir ICMS sobre combustível
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Por outro lado, vice-presidente Geraldo Alckmin informou que 90% dos estados já aderiram a proposta de subvenção do governo em relação ao diesel
Governo federal propõe a estados zerar ICMS sobre importação de diesel e compensar 50% das perdas - SINFRERJ
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Medida vai até maio e estimativa é de menos R$ 3 bilhões de arrecadação por mês, dos quais R$ 1,5 bilhão seria compensado pela União. Desenho foi apresentado em reunião do Confaz
| Fonte | Tipo | Autoridade | Papel | Status |
|---|---|---|---|---|
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Foi zerada a tributação federal sobre importação e comercialização do diesel e a subvenção para produtores e importadores
https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2026/03/12/governo-anuncia-medid... |
Artigo de notícia | Secundário (67%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
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Haddad afirma estar confiante no apoio de governadores à proposta para reduzir a cobrança de ICMS
https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2026/03/18/fernando-haddad.ghtm |
Artigo de notícia | Secundário (67%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |
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aumento de 38,6% do barril do Brent, referência para o petróleo, desde o início do conflito no Irã, dia 28 de fevereiro
https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2026/03/12/petroleo-fecha-acima-... |
Artigo de notícia | Secundário (67%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Rastreado |