Credibilidade
20%
Credibilidade
20%
Coordenação
45%
Completude
50%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
O artigo relata corretamente — com suporte de reportagens citadas — a intenção do governo de submeter à consulta pública uma minuta para tributar compras de criptomoedas com IOF de 3,5% e a previsão de isenção até R$ 10.000 mensais. Porém, contém lacunas informativas e extrapolações não verificadas (prazo de 60 dias e início de vigência 'ainda neste ano'; classificação do IOF como instrumento regulatório), além de omitir detalhes operacionais e efeitos econômicos. Esses problemas são relevantes, mas não há indicação clara de manipulação deliberada. Classificação geral: mixed.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
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Os trechos fornecidos mostram cobertura convergente em torno da mesma notícia-reportagem (proposta do governo de tributar compras de criptomoedas com IOF de 3,5%), com repetição da origem (jornal Valor Econômico) e uso de verbos deliberativos ('planeja', 'estuda', 'prepara', 'vai propor') que enquadram a medida como etapa de consulta pública. Há alinhamento editorial em apresentar a medida como plausível e em curso de elaboração, sem apresentar contrapontos detalhados ou dados empíricos que a colocariam em dúvida. Não há, nos excertos, ataques ao mensageiro nem emprego sistemático de falácias lógicas explícitas; o padrão mais forte é a convergência de omissões relevantes e a ênfase em procedimentalidade (consulta pública) em vez de análise empírica aprofundada.
11 de fev. de 2026O governo federal planeja colocar em consulta pública uma proposta para tributar a compra de criptomoedas e outros ativos digitais com IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de...
10 de fev. de 2026A Receita Federal elaborou uma minuta de decreto para tributar ativos digitais em 3,5% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), segundo noticiou o jornal Valor Econômico.
10 de fev. de 2026O imposto sobre operações financeiras (IOF) pode estar mais perto do mercado de criptomoedas. O governo federal estuda criar uma alíquota de 3,5% sobre a compra de ativos virtuais...
12 de fev. de 2026A equipe econômica estuda aplicar uma alíquota de 3,5% de IOF sobre a compra de criptomoedas no Brasil. A proposta ainda está em fase de minuta e deve passar por consulta pública,...
10 de fev. de 2026O governo federal vai propor a criação de uma alíquota de 3,5% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a compra de ativos virtuais, segundo minuta de decreto obtida pel...
O texto tem tom majoritariamente informativo e apresenta fatos-chave (consulta pública proposta, menção ao Ministério da Fazenda e ao jornal Valor Econômico), por isso a carga emocional é baixa e a densidade de evidência é relativamente alta. Entretanto, há risco moderado de manipulação devido a sinais de possível má-representação e uso de autoridade, além de manchete sensacionalista; recomenda-se verificação das fontes oficiais e acompanhamento da consulta pública para tirar conclusões definitivas.
Emoções dominantes
O artigo atribui informações ao Valor Econômico, ao Ministério da Fazenda e ao Banco Central e faz afirmações sobre o procedimento de alteração do IOF, mas não fornece links, citações diretas ou documentos que permitam verificar se essas fontes foram representadas com fidelidade. Com base apenas no texto fornecido, todas as representações de fontes citadas são marcadas como não verificáveis, algumas com gravidade média/alta por tratarem de dados e procedimentos relevantes.
O artigo atribui informações ao jornal Valor Econômico, mas não inclui link, trecho reproduzido ou citação direta do material original. Com base somente no texto fornecido não é possível confirmar se o jornal publicou exatamente as informações descritas nem se houve omissão ou alteração de contexto.
O artigo atribui um posicionamento ao Ministério da Fazenda sem apresentar comunicado, citação direta ou link. Não há como verificar, a partir do texto recebido, se essa redação reflete fielmente a declaração oficial, se é um resumo seletivo ou se há outras declarações relevantes omitidas.
O artigo atribui a entrada em vigor de um marco regulatório ao Banco Central numa data específica ('desde 2 de fevereiro') sem indicar o ano, norma, portaria ou link para o texto regulatório. Não é possível confirmar nos termos do próprio trecho se a caracterização e a data estão corretas ou se há nuances legais relevantes omitidas.
Trata‑se de uma afirmação sobre procedimento legal/constitucional importante. O artigo não cita fontes legais (lei, decreto, parecer jurídico) que sustentem essa descrição processual. Sem referência documental no texto, não é possível confirmar se a explicação está completa ou se omite exceções e requisitos jurídicos, por isso tem gravidade elevada.
O texto contém referências temporais ambíguas (data sem ano, previsão de vigência 'ainda neste ano' ligada a condicionalidades não explicitadas) e enuncia tendências sem período preciso. Essas escolhas podem criar impressão de recência ou certeza temporal que não está comprovada no próprio artigo.
Desde 2 de fevereiro, as empresas que atuam no setor de criptoativos passaram a contar com regulação própria...
A expressão 'Desde 2 de fevereiro' não especifica o ano, criando ambiguidade sobre quando a regulação teria entrado em vigor. Isso pode levar o leitor a inferir que a mudança é muito recente sem confirmação temporal explícita.
O prazo máximo para a realização de uma consulta pública é de 60 dias, o que abre a possibilidade de que, caso a proposta avance, a tributação possa começar a valer ainda neste ano.
O texto conecta o prazo máximo de 60 dias a uma previsão de vigência 'ainda neste ano' sem indicar quando a consulta seria aberta nem considerar outras etapas necessárias (eventuais vetos, normas complementares). Isso sugere recência/efeito temporal que depende de condições não explicitadas.
Na avaliação da equipe econômica, esses ativos digitais passaram a usufruir de uma vantagem tributária em relação às operações de câmbio tradicionais, que já estão sujeitas à incidência de IOF.
O artigo menciona crescimento 'nos últimos anos' e vantagem tributária sem datas, períodos ou dados que situem a alegação no tempo; isso pode tornar a afirmação vaga e suscetível a interpretação de atualidade imprecisa.
O artigo reporta números (3,5% de IOF, R$ 10.000 como limite, 60 dias de consulta) mas frequentemente deixa sem base explicativa essencial (unidade do limite, comparações, etapas seguintes), além de empregar termos quantitativos vagos ('crescimento exponencial') sem dados. Essas lacunas tornam difícil avaliar o impacto real das medidas anunciadas.
O governo federal planeja colocar em consulta pública uma proposta para tributar a compra de criptomoedas e outros ativos digitais com IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 3,5%, percentual atualmente inexistente para esse tipo de operação.
O artigo informa a alíquota proposta (3,5%) mas não oferece contexto sobre alíquotas de IOF aplicáveis a operações similares, nem indicação de como o número foi obtido (proposta interna, minuta, fonte jornalística).
Fornecer comparação com alíquotas de IOF em operações de câmbio e explicar se 3,5% é idêntico, maior ou menor em relação a outros usos do IOF ajudaria a contextualizar o impacto.
De acordo com a proposta em estudo, a ideia inicial é que a cobrança do IOF incida sobre compras de criptomoedas a partir de R$ 10 mil.
O limiar de R$ 10.000 é mencionado sem esclarecer unidade temporal (por operação, por dia, por mês), nem dizer se se trata de valor convertido em reais de operações em moeda estrangeira, o que impede avaliar quem seria afetado e em que magnitude.
Especificar se o limite aplica‑se por transação, por investidor em um período, ou outro critério, e estimativas de quantos investidores/transações excedem esse patamar, permitiria avaliar o alcance da medida.
O prazo máximo para a realização de uma consulta pública é de 60 dias, o que abre a possibilidade de que, caso a proposta avance, a tributação possa começar a valer ainda neste ano.
A conexão entre o prazo de 60 dias e a conclusão da tributação falha ao omitir etapas subsequentes necessárias para a implementação (publicação de decreto, vacância temporal, regulamentações complementares). Sem essa base, a afirmação pode inflar a probabilidade de vigência no curto prazo.
Indicar o calendário provável (data de abertura da consulta) e as etapas legais seguintes ajudaria a avaliar realisticamente quando a medida poderia entrar em vigor.
O governo aponta busca por isonomia tributária... houve um crescimento exponencial das operações com criptomoedas nos últimos anos.
Uso do termo 'crescimento exponencial' sem apresentar valores, percentuais ou período referencia cria uma afirmação quantitativa vaga que não pode ser avaliada quanto à magnitude real.
Incluir dados —por exemplo: volume de transações anuais, número de contas, ou crescimento percentual— e o período considerado permitiria verificar a caracterização de 'exponencial'.
O texto menciona diretamente fontes institucionais e um veículo (Ministério da Fazenda, Banco Central, Valor Econômico) sem apresentar uma cadeia de reportagem que transforme conteúdo de baixa autoridade em informação amplificada por veículos de maior credibilidade. Não foram identificadas cadeias de 'authority laundering' no conteúdo fornecido.
O texto reporta a proposta do governo de tributar compras de criptomoedas e cita justificativas oficiais. Identifiquei três artifícios retóricos: (1) atribuição causal sem evidência de que o IOF reduziria crimes (false_cause), (2) uso de linguagem carregada ao descrever "crescimento exponencial" sem dados, e (3) extrapolação a partir do prazo de consulta pública para sugerir rapidez na implementação (twisted_conclusion). Esses elementos favorecem a narrativa pró-implementação da tributação sem apresentar comprovação empírica robusta ou contrapontos.
a incidência do IOF poderia funcionar também como um instrumento regulatório, ampliando o monitoramento dessas operações financeiras e reduzindo brechas para movimentações ilícitas.
O trecho atribui, sem evidência apresentada no texto, uma relação causal entre a cobrança de IOF e a redução de movimentações ilícitas. Apresenta a tributação como solução eficaz para crime organizado com base em avaliação interna do governo, sem dados que comprovem que o IOF realmente ampliaria o rastreamento ou reduziria a atividade criminosa. Essa causalidade implícita serve para justificar a proposta tributária por motivos de segurança pública.
houve um crescimento exponencial das operações com criptomoedas nos últimos anos.
O uso do termo "crescimento exponencial" é carregado e sugere um aumento muito agressivo sem apresentar dados que quantifiquem ou comprovem esse ritmo de crescimento. A escolha da palavra funciona para criar senso de urgência e legitimar a necessidade de ação (tributação), mesmo na ausência de estatísticas no próprio texto.
O prazo máximo para a realização de uma consulta pública é de 60 dias, o que abre a possibilidade de que, caso a proposta avance, a tributação possa começar a valer ainda neste ano.
O parágrafo toma um fato procedimental (prazo máximo de 60 dias) e extrapola para uma conclusão otimista sobre a rapidez de implementação da tributação no mesmo ano. Embora a frase diga "possibilidade", o enquadramento transforma um prazo técnico numa previsão implícita de imediatismo, minimizando as incertezas políticas e técnicas que realmente determinariam a entrada em vigor da medida.
Prejudica: O prazo máximo para a realização de uma consulta pública é de 60 dias, o que abre a possibilidade de que, caso a proposta avance, a tributação poss...
O artigo reporta a intenção do governo de submeter à consulta pública a cobrança de IOF de 3,5% sobre compras de criptomoedas e menciona um limite de R$ 10.000, isonomia tributária e combate ao crime. Porém, deixa de esclarecer pontos operacionais e de impacto essenciais: quem recolherá o imposto e como será aplicado na prática; a definição temporal do limite de R$ 10.000; estimativas de arrecadação e efeitos sobre volumes e preços; evidências que liguem o uso de cripto ao crime organizado no Brasil; e se a medida alcança operações P2P/auto‑custódia. Essas lacunas impedem avaliar a viabilidade, eficácia e distribuição dos custos/benefícios da proposta.
Quem será responsável por recolher o IOF sobre compras de criptomoedas — corretoras/ exchanges, bancos, intermediários ou o próprio usuário?
Saber quem recolhe o imposto é crucial para avaliar a viabilidade prática, os custos de compliance para o mercado e a probabilidade de o custo ser repassado ao consumidor ou absorvido por intermediários.
27 de mai. de 2025Resumindo, isso significa que compras de criptomoedas feitas com reais, através de corretoras brasileiras, permanecem isentas do IOF. Já o envio de dinheiro para plataformas estra...
2 de mar. de 2026As corretoras de criptomoedas que operam no Brasil, mesmo entre as concorrentes mais ferrenhas, agora se movimentam em torno de um objetivo comum: tentar impedir a cobrança de Impo...
São contribuintes do IOF as pessoas físicas e as pessoas jurídicas que efetuarem operações de crédito, câmbio e seguro ou relativas a títulos ou valores mobiliários.
O limite de R$ 10.000 refere-se a cada operação, ao total mensal por pessoa, por conta ou outro período/critério?
A definição temporal e operacional do limite muda radicalmente quem será afetado (investidores comuns, traderes, transações únicas) e o alcance regulatório da medida.
12 de fev. de 2026A proposta, que será colocada em consulta pública e foi antecipada pelo Valor Econômico, prevê alíquota de 3,5% de IOF sobre a aquisição desses criptoativos e sobre a transferênci...
Não há, nessa situação, obrigatoriedade de prestação da informação por parte da pessoa física. A exchange domiciliada no Brasil irá prestar a informação referente à operação de R$ 10.000,00.
O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é um tributo federal brasileiro que incide sobre diversas operações de crédito, câmbio, seguros e investimentos.
Existe estimativa de arrecadação ou de impacto econômico (queda/queda de volume, desalento de investimento) associada à alíquota de 3,5%?
Sem projeções de receita e efeitos sobre volumes, não é possível avaliar se o benefício fiscal e regulatório compensa custos para investidores, corretoras e para a economia.
12 de fev. de 2026A equipe econômica estuda aplicar uma alíquota de 3,5% de IOF sobre a compra de criptomoedas no Brasil. A proposta ainda está em fase de minuta e deve passar por consulta pública,...
11 de dez. de 2025Se o IOF passar a incidir sobre essas operações, e caso se aplique a alíquota de 3,5% hoje cobrada no câmbio tradicional, a arrecadação potencial ficaria entre R$ 3,5 bilhões e R$...
14 de jul. de 2025Esses produtos, por enquanto, não estão sujeitos à mesma cobrança nem às exigências de retenção. O resultado é um desequilíbrio entre diferentes produtos cripto oferecidos no merc...
Qual é a evidência de que criptomoedas estão sendo usadas em escala relevante por crime organizado no Brasil, e como a cobrança de IOF reduziria esse uso?
O argumento de combate ao crime é central para a justificativa normativa; é preciso demonstrar que a medida aborda as formas concretas de uso ilícito e não apenas desloca operações para outros canais.
1 dia atrásAlém disso, o documento aponta o crescimento da evasão de divisas com o uso do bitcoin. O crime organizado envia lucros para o exterior sem depender de bancos tradicionais. Tais táticas ...
No Brasil, nós tivemos diversos avanços nos últimos anos no combate à lavagem de dinheiro, e dentre esses avanços merece destaque a aprovação da Lei 9.613, de 3 de março de 1998, que, além de torna...
staca-se a regulamentação existente atualmente sobre o uso dos bitcoins no Brasil e seus desafios. Em relação a metodologia da pesquisa, o resumo foi desenvolvido com base em artigos publicados em ...
A proposta abrange todas as formas de aquisição (operações P2P, OTC, carteiras auto‑custódia) ou apenas transações via plataformas reguladas?
Se a cobrança se limitar a exchanges reguladas, transações em P2P ou carteiras privadas podem escapar da tributação, reduzindo eficácia e criando arbitragem regulatória.
10 de nov. de 2025Embora o BC não trate de impostos, a nova classificação abre espaço para que a Receita Federal venha a aplicar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre determinadas opera...
5 de dez. de 2025O Banco Central (BC) publicou novas regras para a negociação de criptomoedas que aumentam a segurança do setor, mas também abrem brecha para a cobrança em 2026 do Imposto sobre Ope...
11 de nov. de 2025O Banco Central do Brasil anunciou novas regras para operações com criptomoedas, visando aumentar a transparência e combater a lavagem de dinheiro. As empresas deverão ter autoriz...
O governo federal planeja colocar em consulta pública uma proposta para tributar a compra de criptomoedas e outros ativos digitais com IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 3,5%, percentual atualmente inexistente para esse tipo de operação. A iniciativa está sendo condu...
O governo federal planeja colocar em consulta pública uma proposta para tributar a compra de criptomoedas
Sustentado Confiança 69% Desatualizado
As reportagens indicam que há, de fato, intenção do governo de submeter à consulta pública uma minuta que tributa compras de criptoativos: Valor Econômico noticiou que “O governo federal deve colocar em consulta pública nesta semana a minuta de decreto que propõe a cobrança de IOF” (Valor Econômico: https://valor.globo.com/financas/criptomoedas/noticia/2026/03/02/consulta-publica-de-iof-sobre-ativos-virtuais-deve-sair-nesta-semana.ghtml) e a coluna da Forbes também afirma que a proposta está em fase de minuta e deve passar por consulta pública (“Governo Quer Taxar Criptomoedas com IOF…” — Forbes: https://forbes.com.br/coluna/2026/02/governo-quer-taxar-criptomoedas-com-iof-o-que-isso-muda-para-o-investidor/). O comunicado da Receita Federal citado (Ministério da Fazenda — Receita Federal: https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2025/novembro/receita-federal-atualiza-regulamentacao-de-criptoativos-para-adapta-la-ao-padrao-internacional) trata de atualização de prestação de informações e não nega a tramitação da proposta fiscal, mas não é a fonte primária do anúncio da consulta. Com base nas reportagens citadas, a afirmação é suportada. Sources consulted: Receita Federal atualiza regulamentação de criptoativos para adaptá-la ao padrão internacional — Ministério da Fazenda; Consulta pública de IOF sobre ativos virtuais deve sair nesta semana | Criptomoedas | Valor Econômico; Governo Quer Taxar Criptomoedas com IOF. O Que Isso Muda para o Investidor.
All models agree: supported (85%)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
De acordo com a proposta em estudo, a ideia inicial é que a cobrança do IOF incida sobre compras de criptomoedas a partir de R$ 10 mil.
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
Várias matérias descrevem explicitamente que a minuta prevê isenção para compras de pessoas físicas de até R$ 10 mil mensais, implicando que a cobrança do IOF incidiria acima desse limite. Exemplo: O Globo/Entenda afirma que “A proposta prevê isenção para pessoas físicas em compras mensais de até R$ 10 mil” (O Globo: https://oglobo.globo.com/economia/financas/noticia/2026/02/10/entenda-por-que-a-receita-federal-quer-cobrar-iof-de-35percent-sobre-criptoativos-como-o-bitcoin.ghtml). Matérias do InfoMoney e SINFACOPE também relatam que o texto prevê isenção até R$ 10 mil (InfoMoney: https://www.infomoney.com.br/onde-investir/governo-vai-propor-iof-de-35-sobre-compra-de-criptoativos-diz-jornal/, SINFACOPE: https://sinfacope.org.br/2026/02/11/governo-propoe-tributar-criptomoedas-com-iof-de-35/). Portanto a afirmação está suportada pelas fontes fornecidas. Sources consulted: Entenda por que a Receita Federal quer cobrar IOF de 3,5% sobre criptoativos, como o Bitcoin; Governo vai propor IOF de 3,5% sobre compra de criptoativos, diz jornal; Governo propõe tributar criptomoedas com IOF de 3,5% - SINFACOPE.
All models agree: supported (88%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
O prazo máximo para a realização de uma consulta pública é de 60 dias, o que abre a possibilidade de que, caso a proposta avance, a tributação possa começar a valer ainda neste ano.
Precisa de mais evidência Confiança 36%
As fontes fornecidas não estabelecem que o prazo máximo legal para uma consulta pública é de 60 dias, nem demonstram que, caso a proposta avance, a tributação poderia entrar em vigor ainda neste ano com base nesse prazo. Os documentos disponíveis tratam em geral de cronogramas e implantação de reformas tributárias (CRCSP: “IMPLANTAÇÃO DA REFORMA TRIBUTÁRIA TERÁ CRONOGRAMA EM 2026” — https://online.crcsp.org.br/portal/noticias/noticia.asp?c=10051; GestãoClick: “Reforma tributária 2026: cronograma tributário completo” — https://gestaoclick.com.br/blog/reforma-tributaria-cronograma/; Fiscalia.app sobre prazos de consulta da NF-e: https://fiscalia.app/blog/quanto-tempo-a-sefaz-disponibiliza-a-consulta-publica-da-nf-e), mas nenhuma dessas fontes afirma um prazo máximo obrigatório de 60 dias para todas as consultas públicas nem conecta esse prazo a uma data de vigência da tributação. É necessária evidência legal ou fonte oficial que indique o limite de 60 dias para consultas públicas e o calendário de entrada em vigor para sustentar a conclusão aqui proposta. Sources consulted: CRCSP - IMPLANTAÇÃO DA REFORMA TRIBUTÁRIA TERÁ CRONOGRAMA EM 2026; Reforma tributária 2026: cronograma tributário completo - GestãoClick; Consulta Pública da NF-e: Prazo Errado Invalida Créditos e Defesas Fis.
All models agree: needs_more_evidence (60%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources.
O IOF é classificado como um imposto de caráter regulatório,
Precisa de mais evidência Confiança 13%
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Reforma tributária 2026: cronograma tributário completo - GestãoClick
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A tão aguardada reforma tributária sobre o consumo já ganhou forma legal e, agora, entra em fase concreta de implementação.
Entenda por que a Receita Federal quer cobrar IOF de 3,5% sobre criptoativos, como o Bitcoin
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O Ministério da Fazenda propõe alíquota de 3,5% de IOF sobre transações com criptoativos, como Bitcoin, atualmente isentas. A medida visa alinhar com regulamentação do Banco Cen...
Governo vai propor IOF de 3,5% sobre compra de criptoativos, diz jornal
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O governo federal vai propor a criação de uma alíquota de 3,5% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a compra de ativos virtuais, segundo minuta de decreto obtida p...
Governo propõe tributar criptomoedas com IOF de 3,5% - SINFACOPE
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Ministério da Fazenda deve abrir consulta pública sobre cobrança de IOF em compras de criptos a partir de R$ 10 mil.FONTE: CONTÁBEIS
Governo Quer Taxar Criptomoedas com IOF. O Que Isso Muda para o Investidor
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A equipe econômica estuda aplicar uma alíquota de 3,5% de IOF sobre a compra de criptomoedas no Brasil. A proposta ainda está em fase de minuta e deve passar por consulta públic...
Consulta pública de IOF sobre ativos virtuais deve sair nesta semana | Criptomoedas | Valor Econômico
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O governo federal deve colocar em consulta pública nesta semana a minuta de decreto que propõe a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a compra de ativos v...
Consulta Pública da NF-e: Prazo Errado Invalida Créditos e Defesas Fis
Contesta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Quanto tempo a Sefaz mantém a consulta pública da NF-e disponível? A resposta não é única — e usar um prazo errado pode inviabilizar uma defesa fiscal.
Receita Federal atualiza regulamentação de criptoativos para adaptá-la ao padrão internacional — Ministério da Fazenda
Sustenta Registro governamental Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
A Receita Federal atualizou a prestação de informações relativas a operações com criptoativos, existente desde 2019, adotando o padrão internacional Crypto-AssetReporting Framew...
CRCSP - IMPLANTAÇÃO DA REFORMA TRIBUTÁRIA TERÁ CRONOGRAMA EM 2026
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Exigência de novos documentos terá diferentes prazos ao longo do primeiro semestre, segundo a Receita
| Fonte | Tipo | Autoridade | Papel | Status |
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Imposto de Renda
https://www.contabeis.com.br/tributario/imposto-de-renda/ |
Artigo de notícia | Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) | Reportagem Reportagem jornalística | Pendente |
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