Credibilidade
20%
Credibilidade
20%
Coordenação
15%
Completude
52%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
A matéria cumpre a função básica de noticiar a existência de uma minuta do governo propondo IOF de 3,5% sobre compras de criptoativos — ponto que tem suporte em reportagens citadas — porém tem omissões e imprecisões relevantes que impedem avaliar com segurança o impacto prático da proposta. Em outras palavras: não há sinais claros de manipulação deliberada, mas há lacunas informativas e problemas de verificação que tornam a peça apenas moderadamente confiável.
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IOF de 3,5% na compra de criptoativos? Entenda medida do Governo - SpiderTrader
Cobertura dos veículos analisados reproduz, de forma independente, a mesma notícia-base: a existência de uma minuta da Receita Federal propondo IOF de 3,5% sobre compras de criptoativos. A narrativa converge em três pontos práticos — ênfase na alíquota de 3,5%, menção à isenção de R$ 10 mil para pessoas físicas e apresentação do texto como proposta/consulta pública/minuta obtida — mas não há sinais de roteiro editorial idêntico, citações repetidas palavra a palavra ou defesa coordenada. Os artigos são majoritariamente noticiosos e focados no anúncio; contudo, todos deixam de fora elementos factuais cruciais que limitam a compreensão do impacto e da operacionalização da medida.
9 de fev. de 2026Receita Federal — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O governo federal vai propor uma alíquota de 3,5% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para as operações de compra de...
10 de fev. de 2026O governo federal vai propor a criação de uma alíquota de 3,5% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a compra de ativos virtuais, segundo minuta de decreto obtida pel...
10 de fev. de 2026A Receita Federal elaborou uma minuta de decreto para tributar ativos digitais em 3,5% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), segundo noticiou o jornal Valor Econômico.
O Ministério da Fazenda está preparando uma consulta pública para tributar compras de criptoativos e transações desses recursos para fora do país com IOF (Imposto sobre Transações Financeiras) de 3...
10 de fev. de 2026O governo federal vai propor uma alíquota de 3,5% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para as operações de compra de ativos virtuais, de acordo com minuta de decreto obt...
O artigo tem tom predominantemente informativo e pouco emotivo, citando uma minuta obtida pelo Valor Econômico e dados numéricos (por exemplo, salto de R$ 94,9 bilhões em 2020 para R$ 415,8 bilhões em 2024, menção à alíquota de 3,5% e isenção até R$ 10 mil). O risco de manipulação emocional é baixo porque a peça não substitui evidência por apelo emocional, embora sinais de integridade estatística limitada, possível uso acrítico de autoridade e um título potencialmente sensacionalista mereçam cautela.
Emoções dominantes
O artigo baseia-se em uma minuta noticiada pelo Valor, mas introduz ambiguidade e afirmações que não constam explicitamente no trecho das fontes fornecidas. Há pelo menos um caso claro de distorção (a caracterização da isenção), e números e detalhes cronológicos apresentados sem fonte no material recebido tornam-se não verificáveis.
O texto do Valor, conforme o excerto fornecido, refere-se explicitamente a isenção para compras feitas por pessoas físicas "no valor de até R$ 10 mil mensais." O artigo da SpiderTrader introduz ambiguidade ao acrescentar "provavelmente por mês ou por operação", o que difere da formulação clara "mensais" presente no trecho do Valor e amplia o escopo de interpretação sem respaldo no trecho citado.
O artigo apresenta números e uma taxa de variação específica, porém nenhum dos trechos das fontes vinculadas no input (Valor ou outro link fornecido) contém esses valores ou a origem dos mesmos. Dado que a cifra e a porcentagem não estão documentadas nas fontes fornecidas, a afirmação não pode ser verificada a partir do material recebido.
O artigo menciona resoluções 'de 2025' com certas características. O link da SpiderTrader presente no input refere-se a um pacote normativo e a resoluções que, no trecho fornecido, entram em vigor a partir de fevereiro de 2026. Não há, no material recebido, documentação que confirme especificamente as 'resoluções de 2025' com as exigências descritas; portanto a correspondência temporal e de conteúdo não pode ser confirmada.
O excerto do Valor fornecido confirma a proposta de alíquota de 3,5% e a isenção até R$ 10 mil mensais, mas o texto disponível não especifica se, acima do limite, o imposto incidiria sobre o valor total da transação ou sobre a parcela que excede o limite (modelo marginal). Sem esse detalhe no trecho fornecido, a afirmação contida no artigo não pode ser verificada a partir das fontes apresentadas.
O texto indica datas claras para alguns dados, mas mistura referências a anos (2025/2026) e apresenta números históricos sem fonte explícita. A principal preocupação é a falta de fonte para os valores de volume movimentado; há também pequena confusão entre o ano referido para resoluções do BC e quando elas teriam entrado em vigor no link fornecido.
o volume total movimentado passou de R$ 94,9 bilhões em 2020 para R$ 415,8 bilhões em 2024
O trecho apresenta séries históricas (2020–2024) sem indicação de origem ou metodologia no material fornecido. Embora as datas sejam explícitas, a falta de referência impede avaliar se os dados são atuais, revistos ou comparáveis ao longo do período.
resoluções recentes do Banco Central (como as de 2025 que exigem autorização para VASPs e reconhecem stablecoins em operações cambiais)
O artigo fala de 'resoluções de 2025', mas o link interno à SpiderTrader no material fornecido indica que as resoluções mencionadas entram em vigor a partir de fevereiro de 2026. Essa sobreposição de referências temporais pode causar confusão sobre quando as medidas passaram a valer.
O governo federal, por meio da Receita Federal, prepara uma proposta para instituir uma alíquota de 3,5% ... A informação veio por minuta de decreto obtida exclusivamente pelo jornal Valor Econômico.
O artigo usa tempo presente para referir-se a uma proposta em elaboração; isso é aceitável, mas poderia dar a impressão de que a medida já está finalizada. O próprio texto indica que ainda haverá consulta pública e que não há data de vigência definida, o que reduz o risco de manipulação temporal.
Há uma discrepância aritmética significativa na taxa de crescimento informada e omissão de bases e períodos para alguns agregados citados. Esses problemas reduzem a confiança nos números apresentados e exigem correção e fontes claras.
passou de R$ 94,9 bilhões em 2020 para R$ 415,8 bilhões em 2024, um salto de 438% em apenas quatro anos.
A porcentagem de aumento indicada (438%) não é consistente com os valores numéricos fornecidos. O cálculo correto da variação percentual baseada nos números citados é diferente.
Cálculo correto: (415,8 - 94,9) / 94,9 ≈ 3,381 → aumento ≈ 338,1%. Ou seja, o aumento entre 94,9 e 415,8 corresponde a cerca de 338%, não 438%.
o imposto já bateu recordes recentes, superando R$ 86 bilhões em anos anteriores.
A afirmação cita um valor agregado (R$ 86 bilhões) sem especificar o período exato ('anos anteriores') ou a fonte desses dados no material fornecido. Sem contextualização temporal e fonte, o número pode dar impressão inflada ou fora de contexto.
É necessário informar o ano ou período ao qual os 'R$ 86 bilhões' se referem e citar a fonte (por exemplo, relatório da Receita Federal ou relatório fiscal) para que o leitor avalie comparabilidade e relevância.
isenção total do IOF para compras realizadas por pessoas físicas em valores de até R$ 10 mil ... Acima desse limite, a alíquota de 3,5% incidiria sobre o valor total da transação.
A redação pode induzir interpretações diferentes sobre a base de incidência: se a alíquota incide sobre todo o montante acima do limite, sobre o total da transação ou apenas sobre o excedente. A escolha da base (denominador) tem grande impacto no ônus fiscal, mas o artigo não esclarece nem cita a fonte que define esse critério.
É necessário especificar, com base na minuta ou na fonte citada, se o imposto seria aplicado de forma marginal (apenas sobre o excesso) ou sobre o total da operação quando ultrapassado o limite.
As citações essenciais ligadas ao racional da Receita Federal ("neutralidade fiscal...") aparecem de forma fiel ao trecho do Valor disponibilizado. Outras passagens citadas como vindas do documento obtido pelo Valor não aparecem no excerto fornecido e, portanto, não podem ser verificadas quanto à fidelidade do recorte.
"neutralidade fiscal ao sistema atual"
— Receita Federal (via Valor Econômico)
O excerto do Valor fornecido no material de entrada inclui a frase "neutralidade fiscal ao sistema atual" atribuída à Receita Federal, de modo que a citação no artigo parece fiel ao trecho disponibilizado.
"Percebe-se que os criptoativos são ativos com volume financeiro relevante, movimentado doméstica e externamente"
— documento obtido pelo Valor (conforme artigo)
O artigo traz essa frase entre aspas e a atribui a um documento obtido pelo Valor. No entanto, o excerto do Valor presente no material fornecido não inclui essa citação completa, de modo que não é possível confirmar se o trecho foi reproduzido com fidelidade ou se há omissão/contextualização a partir das fontes disponibilizadas.
Não foram identificadas cadeias de citação que amplifiquem uma fonte de baixa autoridade por meio de múltiplos repasses no material fornecido. O artigo referencia diretamente o Valor Econômico (veículo de grande alcance) e um conteúdo próprio da SpiderTrader; não há indícios, no texto recebido, de 'authority laundering'.
O texto é majoritariamente informativo, mas recorre a linguagem carregada ("explosivo") e à seleção de um único indicador de volume para reforçar a necessidade da medida. Além disso, há uma oscilação entre distinguir as compras de cripto como diferentes de operações de câmbio e apresentá‑las como equiparáveis para justificar o IOF, criando ambiguidade conceitual. Essas estratégias retóricas moderadas empurram o leitor para aceitar a proposta sem exposição completa de evidências ou justificativas técnicas.
O crescimento explosivo do mercado brasileiro de criptoativos embasa a argumentação da Receita.
O uso do adjetivo "explosivo" é carregado emocionalmente e aumenta a sensação de urgência e risco, favorecendo a narrativa de necessidade de intervenção tributária. A palavra exagera o tom dos dados apresentados e pode levar o leitor a aceitar medidas punitivas ou imediatas sem avaliação mais fria dos números.
Prejudica: O governo Lula pretende tributar, com alíquota de 3,5% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), operações de compra de ativos virtuais, confor...
Equiparações a operações de câmbio já foram propostas em outros contextos.
O texto alterna entre apresentar a compra de criptoativos como algo que "difere de operações tradicionais de câmbio" e, em seguida, tratar essas operações como equiparáveis às de câmbio para justificar a aplicação do IOF. Essa mudança de sentido do termo "operação" cria a impressão de equivalência normativa sem justificar por que as duas operações seriam economicamente ou juridicamente idênticas.
Prejudica: A proposta não altera a tributação sobre ganhos de capital (já existente via IRPF, com alíquotas progressivas de 15% a 22,5%), focando exclusivamen...
Segundo dados declarados, o volume total movimentado passou de R$ 94,9 bilhões em 2020 para R$ 415,8 bilhões em 2024, um salto de 438% em apenas quatro anos.
O artigo usa esse único indicador de volume para sustentar a ideia de crescimento acelerado e a necessidade de tributar, sem contextualizar fatores que podem explicar o salto (variações de preço dos ativos, maior valor médio por operação, impacto de operações internacionais etc.). Apresentar só esse dado selecionado tende a inflar a justificativa para a medida sem mostrar a imagem completa.
Prejudica: O volume total declarado desses ativos no Brasil passou de R$ 94,9 bilhões em 2020 para R$ 415,8 bilhões em 2024, alta de 438%.
O artigo informa a existência da minuta e alguns detalhes (alíquota de 3,5% e isenção de R$ 10.000), mas deixa de esclarecer pontos centrais: base de cálculo (total vs. excedente), período da isenção, abrangência sobre exchanges estrangeiras/OTC/P2P, estimativa de arrecadação e efeitos sobre a tributação/declaração de ganhos. Essas omissões impedem avaliar adequadamente o impacto prático e a eficácia da proposta.
A alíquota de 3,5% incidiria sobre o valor total da transação ou apenas sobre a parcela que exceder R$ 10.000?
A base de cálculo (total vs. excedente) altera muito o ônus fiscal para investidores: tributar o total torna a carga muito mais pesada e muda o impacto econômico da medida. O artigo apresenta ambiguidade sobre esse ponto crucial.
IOF 2025 - Guia completo e atualizado sobre o Imposto sobre Operações Financeiras após decisão do STF. Tabela de alíquotas, cálculos práticos, operações isentas e análise jurídica dos Decretos 12.4...
1 de out. de 2025Entender onde ele incide, qual é a base de cálculo e como as alíquotas se combinam (adicional + diária, por exemplo) ajuda a comparar alternativas de forma correta.
27 de mai. de 2025Quando falamos de tributação no mercado cripto, o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e o IR (Imposto de Renda) possuem aplicações diferentes, mas complementares.
A isenção de até R$ 10.000 vale por operação, por dia, por mês ou por ano, segundo a minuta oficial?
O horizonte temporal da faixa de isenção define quem é considerado 'pequeno investidor' e a abrangência prática da proteção; a matéria apresenta formulações conflitantes ("provavelmente por mês ou por operação" vs. menção a 'mensais').
12 de fev. de 2026A Receita Federal vai propor a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) especificamente nas transações com as chamadas stablecoins, criptos atreladas a moedas como o ...
O IOF incide em diferentes tipos de operações financeiras, cada uma com suas regras específicas. A seguir, explicamos como funciona a cobrança do IOF nas principais categorias: operações de crédito...
4 de out. de 2025O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é um tributo federal cobrado pelo Governo do Brasil sobre operações de crédito, câmbio, seguros e investimentos. Definição clara: impost...
A cobrança de IOF alcançaria compras efetuadas em exchanges estrangeiras, OTC e transações peer‑to‑peer, ou só operações em VASPs autorizados no Brasil?
Se a incidência for limitada a plataformas nacionais, a medida pode incentivar migração de volume para fora ou para mercados OTC, reduzindo eficácia arrecadatória e potencialmente ampliando evasão — risco que o artigo não avalia.
27 de mai. de 2025Como vimos no decorrer deste artigo, o IOF não incide diretamente sobre criptomoedas, mas sim sobre operações financeiras com moeda estrangeira. Por isso, entender quando ele se a...
20 de nov. de 2025A classificação do Banco Central que equipara determinadas operações com criptoativos — especialmente pagamentos e transferências internacionais — a operações de câmbio abriu uma ...
17 de nov. de 2025As novas regras também deixam claro plataformas estrangeiras que atendem ao público brasileiro passam a ser obrigadas a reportar operações à Receita, mesmo que não tenham CNPJ no ...
Qual é a estimativa de arrecadação prevista para esse IOF e como ela se compara ao impacto esperado sobre preços e liquidez no mercado cripto?
Sem estimativa de receita e sem análise de pass‑through para preços/volume, não é possível avaliar se o objetivo de 'neutralidade fiscal' e aumento de arrecadação compensa os efeitos sobre acessibilidade e mercado, lacuna não tratada pelo texto.
11 de dez. de 2025O governo pode arrecadar entre R$ 3 bilhões e R$ 5 bilhões ao ano caso decida cobrar Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre as transações com ativos virtuais, segundo est...
Em um cenário de busca por equilíbrio fiscal e modernização do sistema tributário, a possibilidade de o governo federal instituir a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre trans...
12 de dez. de 2025Estudo aponta que taxar cripto via IOF pode gerar até R$ 5 bi em arrecadação no Brasil. Veja como isso afetaria investidores e transações.
A proposta altera regras de declaração, bitributação ou compensação com o Imposto de Renda sobre ganhos de capital em criptoativos?
O artigo afirma que o IR sobre ganhos não muda, mas não apresenta a minuta que confirme se haverá mudanças de declaração, compensação ou risco de bitributação — elementos importantes para investidores e fiscalização.
25 de jul. de 2025Este guia completo irá te ensinar, de forma clara e prática, o passo a passo para preencher corretamente o GCAP e o programa da Declaração de Imposto de Renda 2025, garantindo que...
26 de fev. de 2026Considera-se exchange de criptoativo a pessoa jurídica, ainda que não financeira, que oferece serviços referentes a operações realizadas com criptoativos, inclusive intermediação,...
21 de fev. de 2025Declarar corretamente os lucros e prejuízos com criptomoedas no Imposto de Renda é essencial para evitar problemas com a Receita Federal. Investidores precisam apurar os ganhos pa...
O governo federal, por meio da Receita Federal, prepara uma proposta para instituir uma alíquota de 3,5% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre a compra de ativos virtuais, como criptomoedas e criptoativos. A informação veio por minuta de decreto obtida exclusivame...
A proposta não altera a tributação sobre ganhos de capital (já existente via IRPF, com alíquotas progressivas de 15% a 22,5%), focando exclusivamente na operação de compra.
Precisa de mais evidência Confiança 68%
As fontes fornecidas explicam que ganhos de capital são tributados via Imposto de Renda (ver página da Receita Federal sobre 'Ganhos de Capital' - https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/meu-imposto-de-renda/pagamento/ganhos-de-capital) e reportagens tratam de mudanças tributárias em geral (ex.: G1 sobre alíquotas do IR em aplicações: https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/06/10/governo-propoe-ir-de-175percent-em-aplicacoes-financeiras-hoje-aliquota-e-de-15percent-a-225percent-a-depender-do-prazo.ghtml). No entanto, nenhuma das evidências fornecidas afirma explicitamente que a minuta do IOF não alteraria a tributação sobre ganhos de capital (IRPF) e que ela incidiria 'exclusivamente na operação de compra'. Portanto falta evidência direta nas fontes entregues para confirmar por completo essa afirmação. Sources consulted: Ganhos de Capital — Receita Federal; Governo propõe IR de 17,5% em aplicações financeiras; hoje, taxa é de 15% a 22,5% a depender do prazo | G1; Ganho de Capital: como calcular e declarar no Imposto de Renda?.
All models agree: needs_more_evidence (55%)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
Desde a Lei nº 14.478/2022 (Marco Legal das Criptomoedas)
Sustentado Confiança 63% 2022
A Lei nº 14.478, de 21 de dezembro de 2022, conhecida como marco legal dos ativos virtuais, existe e está disponível no portal da Câmara dos Deputados (texto da lei: 'LEI Nº 14.478, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2022' - https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2022/lei-14478-21-dezembro-2022-793516-publicacaooriginal-166582-pl.html). O documento legal aborda diretrizes para prestação de serviços de ativos virtuais e alterações legislativas relacionadas. Sources consulted: Portal da Câmara dos Deputados.
All models agree: supported (90%)
Evidência ausente: Still needed: more independent source groups (currently 1); dated evidence for temporal verification; contradiction checks (all evidence currently supports).
O governo Lula pretende tributar, com alíquota de 3,5% de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), operações de compra de ativos virtuais, conforme minuta de decreto elaborada pela Receita Federal.
Sustentado Confiança 45%
Fontes de imprensa relatam explicitamente que há uma minuta propondo alíquota de 3,5% de IOF sobre compras de criptoativos elaborada pela Receita/Ministério. Ver: “Governo vai propor IOF de 3,5% sobre compra de criptoativos, diz jornal” (InfoMoney) e “Entenda por que a Receita Federal quer cobrar IOF de 3,5% sobre criptoativos, como o Bitcoin” (O Globo). Também é mencionado como proposta em minuta/estudo pela equipe econômica em coluna da Forbes (“Governo Quer Taxar Criptomoedas com IOF. O Que Isso Muda para o Investidor”). Essas matérias indicam existência da minuta e a alíquota de 3,5%. Sources consulted: Entenda por que a Receita Federal quer cobrar IOF de 3,5% sobre criptoativos, como o Bitcoin; Governo vai propor IOF de 3,5% sobre compra de criptoativos, diz jornal; Governo Quer Taxar Criptomoedas com IOF. O Que Isso Muda para o Investidor. (Reused from a prior investigation — exact match.)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
O volume total declarado desses ativos no Brasil passou de R$ 94,9 bilhões em 2020 para R$ 415,8 bilhões em 2024, alta de 438%.
Misto Confiança 45% em 2020
As evidências fornecidas não mostram de forma direta os números citados (R$ 94,9 bilhões em 2020 para R$ 415,8 bilhões em 2024). Entre os documentos listados aparece um boletim da Susep sobre arrecadação do setor de seguros com R$ 415,09 bilhões (https://www.gov.br/susep/pt-br/central-de-conteudos/noticias/2026/fevereiro/em-ano-de-avancos-em-inclusao-e-modernizacao-regulatoria-setor-de-seguros-arrecada-r-415-bilhoes), que é sobre seguros e não sobre ativos virtuais; outras matérias sobre IOF (Valor/InfoMoney) tratam de volumes e declarações de criptoativos em diferentes trechos, mas as fontes fornecidas aqui não contêm explicitamente a série 94,9bn (2020) → 415,8bn (2024) nem a calculada alta de 438%. É necessária evidência direta (relatório da Receita ou outra fonte oficial com esses números) para validar a afirmação. Sources consulted: Em ano de avanços em inclusão e modernização regulatória, setor de seguros arrecada R$ 415 bilhões; Exclusivo: Governo vai propor em consulta pública IOF de 3,5% sobre ativos virtuais | Criptomoedas | Valor Econômico; Governo vai propor IOF de 3,5% sobre compra de criptoativos, diz jornal.
All models agree: needs_more_evidence (52%)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
A minuta prevê uma importante salvaguarda para pequenos investidores. Ou seja, isenção total do IOF para compras realizadas por pessoas físicas em valores de até R$ 10 mil (provavelmente por mês ou por operação, sujeito a ajustes na consulta pública). Acima desse limite, a alíquota de 3,5% incidiria sobre o valor total da transação.
Misto Confiança 33% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
As fontes fornecidas confirmam que a minuta prevê isenção para compras de pessoas físicas de até R$ 10 mil (ver InfoMoney - https://www.infomoney.com.br/onde-investir/governo-vai-propor-iof-de-35-sobre-compra-de-criptoativos-diz-jornal/; matéria do Valor reproduzida no portal da Globo/Valor Investe - https://valorinveste.globo.com/mercados/cripto/noticia/2026/02/12/com-proposta-de-iof-governo-fecha-o-cerco-a-dolarizacao-via-cripto.ghtml; e reprodução no Go62/Valor). Contudo, as evidências fornecidas não deixam claro e não mostram explicitamente que, “acima desse limite, a alíquota de 3,5% incidiria sobre o valor total da transação” (versus incidir apenas sobre a parcela que excede o limite). Também não há confirmação fechada sobre se o limite é mensal ou por operação em todos os trechos; um dos textos menciona explicitamente 'mensais' (Valor) enquanto outros apenas citam R$ 10 mil. Portanto parte da afirmação é suportada (isenção até R$ 10 mil), e a outra parte (tributação do valor total acima do limite) não está claramente documentada nas evidências fornecidas. Sources consulted: Com proposta de IOF, governo fecha o cerco à dolarização via cripto; Governo vai propor IOF de 3,5% sobre compra de criptoativos, diz jornal; Exclusivo: Governo vai propor em consulta pública IOF de 3,5% sobre ativos virtuais - Valor Econômico - Portal Go 62.
All models agree: mixed (64%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
A intenção da equipe econômica é implementar a medida ainda em 2026, após consulta pública
Precisa de mais evidência Confiança 13% em 2026
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Ganho de Capital: como calcular e declarar no Imposto de Renda?
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Após reunião com Lula, Haddad confirma pacote para substituir alta do IOF: 'Fazer justiça tributária'
Exclusivo: Governo vai propor em consulta pública IOF de 3,5% sobre ativos virtuais - Valor Econômico - Portal Go 62
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
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Governo vai propor IOF de 3,5% sobre compra de criptoativos, diz jornal
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Governo vai propor IOF de 3,5% sobre compra de criptoativos, diz jornal
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Com proposta de IOF, governo fecha o cerco à dolarização via cripto
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Ganhos de Capital — Receita Federal
Contextualizes Registro governamental Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
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Sustenta Registro governamental Posterior à alegação Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
Pagamentos à sociedade crescem 9,5% e seguros de danos, vida e capitalização registram avanço em 2025
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proposta
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Valor
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