Credibilidade
14%
Credibilidade
14%
Coordenação
50%
Completude
50%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
O artigo relata declarações públicas do ministro Fernando Haddad e do secretário Bernard Appy sobre a reforma tributária e está baseado em falas verificáveis, mas tem lacunas relevantes de contextualização e transparência metodológica. Há linguagem retórica e manchete de efeito que ampliam a percepção de risco sem apresentar evidências técnicas (lista de exceções, metodologia dos percentuais, análises de impacto distributivo). Em resumo: não há sinais claros de manipulação deliberada, porém os leitores ficam sem informações cruciais para avaliar a força das afirmações.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
Este evento foi analisado em 11 artigos
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Os textos analisados mostram convergência retórica e omissões substantivas, sem, porém, equivaler a cópia literal entre si. Padrões repetidos: 1) enquadramento favorável à reforma e defesa das posições de Haddad como uma “luta” necessária; 2) apresentação das "exceções" como o "único defeito" que pode anular os ganhos; 3) atribuição de culpa à oposição (e menção a legados passados, como a redução do imposto do jet ski) como forma de personalizar o conflito. Ao mesmo tempo, todos os trechos fornecidos não trazem evidência empírica detalhada, especificação das exceções nem respostas ou posicionamentos dos lobbies e da oposição. Essa combinação — retórica semelhante + omissões cruciais — sugere alinhamento editorial e uso de um mesmo repertório narrativo, mas não alcança o padrão de coordenação forte (ausência de estrutura idêntica, ângulos investigativos variados e foco ainda majoritariamente em declarações públicas).
26 de mar. de 2025Segundo ele, o único "defeito" da reforma são as exceções que fazem com que a maioria dos bens e serviços sejam tributados pela alíquota máxima (estimada em quase 30%), sendo que ...
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Haddad criticou a oposição por ter votado contra a reforma, prejudicando o setor industrial, e disse que o "grande legado" do governo Jair Bolsonaro (2019-2022) nessa área foi a redução do imposto ...
25 de mar. de 2025Haddad criticou a oposição por ter votado contra a reforma, prejudicando o setor industrial, e disse que o "grande legado" do governo Jair Bolsonaro (2019-2022) nessa área foi a r...
25 de mar. de 2025O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta terça-feira (25/3) que a reforma tributária, aprovada pelo Congresso Nacional no fim de 2023 e cuja regulamentação foi s...
O texto tem tom majoritariamente factual e pouca linguagem emocional, com muitas citações diretas e dados reivindicados. No entanto, sinais fortes de misrepresentação de fontes e de "authority laundering" indicados por outros analisadores, além de um título de caráter sensacionalista, elevam o risco de manipulação mesmo diante de baixa carga emocional. Recomenda-se cautela: as falhas de contextualização e a provável má representação de fontes tornam necessário verificar as alegações originais antes de considerar o conteúdo plenamente confiável.
Emoções dominantes
Dentro do texto fornecido não há evidência de que o artigo tenha atribuído a uma fonte uma afirmação diferente daquela que lhe é colocada entre aspas ou parafraseada no próprio corpo. As falas de Fernando Haddad, Bernard Appy, do secretário e dos diretores do CCiF são apresentadas como declarações ocorridas no evento e aparecem citadas ou parafraseadas. Não há URLs, links ou fontes externas fornecidas no texto recebido que permitam verificar se o artigo deturpou declarações publicadas originalmente por terceiros; por isso não foi possível identificar distorções entre o conteúdo do artigo e documentos externos.
Nenhuma manipulação temporal grave detectada. Há uma pequena inconsistência entre a data mencionada no corpo ('nesta terça-feira (25)') e a data de publicação fornecida (24/04/2025), que é de baixa gravidade e pode ser causada por erro editorial ou fuso horário.
O ministro Fernando Haddad (Fazenda) afirmou nesta terça-feira (25) que a luta contra exceções na reforma tributária não terminou
O artigo afirma que Haddad falou 'nesta terça-feira (25)', enquanto a meta-informação fornecida indica data de publicação 2025-04-24. Isso cria uma pequena inconsistência temporal (ou potencial erro de dia/mês) que pode confundir leitores sobre quando a declaração foi feita. Não há indicação no texto de que dados antigos estejam sendo apresentados como atuais nem mistura evidente de eventos de períodos distantes.
O artigo reproduz percentuais e comparações (redução de complexidade em 75%; 90–95% sem exceções; alíquota máxima ~30% vs. média ~20%) sem fornecer métricas, métodos ou denominadores que permitam avaliar corretamente as alegações. Isso constitui risco de interpretação enganosa, ainda que o texto não pareça deliberadamente manipular números.
No mesmo evento, o secretário da Reforma Tributária, Bernard Appy, afirmou que a reforma reduz em 75% a complexidade do sistema atual. Sem as exceções, a melhora seria de 90% a 95%.
O artigo relata percentuais de redução de 'complexidade' (75%; 90–95%) sem definir a métrica usada para medir complexidade, o período comparado ou a metodologia. Percentuais sem base operacional tornam a alegação difícil de interpretar e potencialmente enganosa.
Seria necessário especificar como 'complexidade' foi quantificada (número de obrigações acessórias, horas de compliance, variáveis fiscais, índice composto etc.), qual é a linha de base e que método gerou os percentuais para avaliar a veracidade e a magnitude da alegação.
Segundo ele, o único “defeito” da reforma são as exceções que fazem com que a maioria dos bens e serviços sejam tributados pela alíquota máxima (estimada em quase 30%), sendo que a tributação média será de pouco mais de 20%.
O texto contrapõe a alíquota máxima (~30%) com a tributação média (~20%) e afirma que a maioria dos bens e serviços será tributada pela alíquota máxima. Sem informação sobre a distribuição (quantidade de bens/serviços, peso por faturamento ou consumo), a declaração pode confundir proporção de itens com participação na base tributária (valor/receita) e levar o leitor a inferir uma gravidade que não é quantificada.
Seria necessário informar se a 'maioria' refere-se ao número de itens classificados, ao volume de transações ou à parcela da base tributável (valor monetário). Indicar o denominador (quantos bens/serviços, participação percentual na base de arrecadação) tornaria a afirmação clara.
Eurico de Santi afirmou que a entidade articula... reduzir de 37 para 5 as hipóteses de multa
A redução mencionada (de 37 para 5 hipóteses de multa) é apresentada sem contextualização sobre quais tipos de multa foram contados, em que norma ou projeto e qual o impacto prático. A informação pode ser correta como proposição, mas falta base para avaliar o efeito.
Deveria indicar a fonte da contagem (texto do PLP 108/2024, regulamento X, estudo Y) e explicar que critérios definem 'hipóteses de multa' para entender efeitos reais.
As citações presentes no artigo aparecem reproduzidas ou parafraseadas diretamente e não há, no conteúdo fornecido, indício de que tenham sido destacadas de forma a inverter ou distorcer sentido. Como não há acesso às falas completas originais, julgamentos mais profundos sobre truncamento não são possíveis; por isso, foi atribuída alta, mas não máxima, pontuação.
"Essa transição vai exigir tenacidade do Congresso Nacional de resistir aos lobbys que vão surgir até 2032 para tentar ampliar, em vez de diminuir, as excepcionalidades que fazem com que a alíquota máxima se distancie da média"
— Fernando Haddad
A declaração aparece como citação direta do ministro no texto. Não há indicação no material fornecido de que a frase foi recortada de modo a inverter sentido; portanto, dentro do que foi entregue, considera-se fiel.
"O recado é que a luta não acabou. Vamos ter que batalhar muito para essa transição se concluir e, até 2032, podemos reavaliar as exceções e diminuir o número delas, para que a alíquota padrão se aproxime da média."
— Fernando Haddad
Trecho apresentado como fala direta do ministro, coerente com o tema do artigo. Não há evidência no texto de omissão ou inversão de sentido.
"Vai ter alguma dor na saída. Você vai sair daquela zona de conforto. O sistema atual está cheio de distorções e as empresas foram se adequando. As distorções vão acabar e isso vai afetar a forma de organização delas"
— Bernard Appy
Trecho reproduzido como fala do secretário. Não há no material entregue indicação de que a citação foi truncada de modo a alterar sentido.
"No longo prazo, vai ser melhor para elas. Mas não vai ser totalmente sem dor. Vamos ter de aprender a viver em um mundo com não cumulatividade plena, tributação no destino e sem guerra fiscal."
— Bernard Appy
Também apresentada como declaração do secretário no mesmo evento; o texto não traz elementos que permitam identificar corte problemático.
O artigo cita diretamente participantes do evento (ministro Fernando Haddad, secretário Bernard Appy, diretores do CCiF, Fiesp, CNI) e não apresenta cadeia de repasse onde uma fonte de baixa autoridade é re-publicada por múltiplos intermediários antes de chegar ao veículo. Não foram fornecidos links externos que permitam rastrear cadeia de citação; com base no texto entreguem, não há evidência de 'authority laundering'.
O artigo reporta falas de autoridades sobre a reforma tributária, mas recorre a recursos retóricos que moldam a percepção do leitor. Há uma apelação à autoridade quando números significativos (redução de 75% da complexidade) são apresentados sem evidência ou método; uso de linguagem carregada ("baixa política", metáforas de dor e zona de conforto) que polariza o debate; e uma conclusão simplificadora (o único “defeito” seriam as exceções) que omite incertezas e potenciais outros problemas. No conjunto, o texto mistura informação factual com retórica persuasiva, sem fornecer suporte técnico suficiente para as afirmações mais impactantes.
No mesmo evento, o secretário da Reforma Tributária, Bernard Appy, afirmou que a reforma reduz em 75% a complexidade do sistema atual. Sem as exceções, a melhora seria de 90% a 95%.
O texto reporta uma estimativa numérica (redução de 75% da complexidade) apenas citando a autoridade (Bernard Appy) sem apresentar evidência, metodologia ou fonte que sustentem esse número. Ao deixar a afirmação sem verificação ou contexto técnico, o artigo dá peso desproporcional à autoridade em vez de aos dados — empurrando a narrativa de que a reforma teria uma melhora enorme na simplificação apenas porque um especialista o afirmou.
Prejudica: No mesmo evento, o secretário da Reforma Tributária, Bernard Appy, afirmou que a reforma reduz em 75% a complexidade do sistema atual. Sem as exceç...
será necessário impedir que a “baixa política” contamine o debate público
O uso de termos carregados como “baixa política”, além de metáforas como “zona de conforto” e “vai ter alguma dor”, evoca emoção e desalenta o debate técnico. Essa escolha lexical tende a polarizar o leitor e a enquadrar opositores e mudanças como algo moralmente inferior ou doloroso, deslocando a atenção de argumentos factuais para reações emocionais.
Segundo ele, o único “defeito” da reforma são as exceções que fazem com que a maioria dos bens e serviços sejam tributados pela alíquota máxima
Aqui a reportagem reproduz a conclusão de Haddad de que o único defeito da reforma são as exceções. Mesmo que exceções sejam um problema, tratar isso como o único defeito ignora outras possíveis limitações, impactos setoriais ou distributivos da proposta. Isso desloca o debate para uma visão simplificada em que resolver exceções bastaria, favorecendo uma narrativa otimista que não decorre logicamente das evidências apresentadas.
Prejudica: Segundo ele, o único “defeito” da reforma são as exceções que fazem com que a maioria dos bens
O artigo reporta declarações públicas de Haddad e Appy sobre riscos de exceções e ganhos de simplificação, mas não mostra (1) quais são as exceções propostas e seu efeito nas alíquotas; (2) a metodologia por trás dos percentuais de 'redução de complexidade'; (3) análises de impacto distributivo e pass-through ao consumidor; (4) quem se beneficiaria com as exceções e evidências de lobby; nem (5) o cronograma e mecanismos institucionais concretos da transição até 2032. Essas lacunas tornam difícil avaliar a força das advertências e promessas apresentadas no texto.
Quais são, explicitamente, as exceções previstas no texto da reforma e como cada uma altera a alíquota aplicada a bens e serviços (por exemplo levando-os à alíquota máxima citada perto de 30%)?
Sem uma lista concreta das exceções e seu impacto nas alíquotas fica impossível verificar a afirmação de que a maioria dos bens e serviços será tributada pela alíquota máxima e que a média ficará pouco acima de 20%.
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O texto final da PEC, que ainda voltará a ser analisado pela Câmara dos Deputados, traz uma lista de atividades econômicas que poderão ter alíquota reduzida em 30%, 60% ou 100%, além de situações e...
Qual a metodologia ou métrica usada para calcular a redução de 'complexidade' em 75% (e 90–95% sem exceções), e quais foram as medidas comparadas (nº de regras, horas de conformidade, custos administrativos etc.)?
Percentuais de redução de complexidade sem definição de métrica são incompreensíveis; entender a metodologia é necessário para avaliar se a alegada simplificação é real e relevante para contribuintes e administração.
O secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, avaliou que o efeito positivo do projeto sobre a economia foi reduzido para 75%, após as exceções, ou regim...
Prestes a deixar o governo, o secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, disse à Broadcast que as exceções incluídas na reforma tributária superaram o que seria ideal e acabaram...
Introdução Proposta busca equacionar dificuldades de uma reforma ampla sem comprometer a qualidade do resultado Objetivo: substituição de cinco tributos atuais por um único imposto do tipo IVA PIS/...
Como a reforma afetaria, na prática, os preços ao consumidor e a carga tributária efetiva por faixa de renda — isto é, qual seria o efeito distributivo (ricos x pobres) considerando pass-through de impostos?
A declaração de que tributos serão 'justos' e distribuídos por capacidade contributiva precisa ser confrontada com análises de pass-through e impactos por renda, que o artigo não apresenta.
Esta seção examina o impacto redistributivo da reforma acima desenhada com base no PLP 68/2024, tomando como referência o sistema vigente de tributos indiretos.
A equipe analisou os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017/2018 e a carga tributária incidente sobre cada bem e serviço consumido pelas famílias e simulou alguns cenários relacionad...
Embora ainda haja desafios na implementação e variações regionais a serem observadas, o novo formato traz avanços importantes, especialmente para o consumidor final, que pode se beneficiar de preço...
Quais setores, empresas ou regiões seriam os maiores beneficiários ou perdedores com as exceções atualmente em discussão, e que interesses de lobby já foram identificados em relação a elas?
Saber quem se beneficia das exceções é essencial para avaliar a previsibilidade de pressão política e se os riscos apontados por Haddad (lobbys até 2032) têm base factual concreta.
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24 de out. de 2025Nosso escritório conta com especialistas em direito tributário e planejamento fiscal, prontos para orientar empresas, escolas, hospitais e instituições do terceiro setor na corret...
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24 de mar. de 2026Confira a tabela completa do cronograma da transição tributária de 2026 a 2033 e entenda as mudanças previstas na reforma tributária.
O ministro Fernando Haddad (Fazenda) afirmou nesta terça-feira (25) que a luta contra exceções na reforma tributária não terminou e que será necessário impedir que a “baixa política” contamine o debate público e coloque a perder, durante o período de transição, as conquistas o...
O ministro Fernando Haddad (Fazenda) afirmou nesta terça-feira (25) que a luta contra exceções na reforma tributária não terminou
Sustentado Confiança 62% Atribuição
As duas reportagens fornecidas confirmam a declaração. O jornal Metrópoles publicou que “Haddad alerta para exceções e diz 'a luta não acabou'” (https://www.metropoles.com/negocios/tributaria-haddad-alerta-para-excecoes-e-diz-que-a-luta-nao-acabou) e o Jornal de Brasília traz a mesma afirmação e contexto, citando Haddad na abertura de um seminário em 25/03 ("Haddad diz que luta contra excecoes na reforma tributaria nao acabou" - Jornal de Brasília, https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/haddad-diz-que-luta-contra-excecoes-na-reforma-tributaria-nao-acabou/). Sources consulted: Tributária: Haddad alerta para exceções e diz que "a luta não acabou"; Haddad diz que luta contra exceções na reforma tributária não acabou | Jornal de Brasília.
All models agree: supported (92%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 2); contradiction checks (all evidence currently supports).
disse que o “grande legado” do governo Jair Bolsonaro (2019-2022) nessa área foi a redução do imposto do jet sky.
Sustentado Confiança 50% Atribuição 2019 Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
As reportagens fornecidas registram explicitamente a frase atribuída a Haddad, segundo a qual a redução do imposto sobre jet ski foi o principal legado tributário do governo Bolsonaro. Ver, por exemplo, Associação Brasileira dos Jornalistas ("Haddad: redução de imposto para ‘jet ski’ foi único legado tributário de Bolsonaro", https://www.assbrasiljornalistas.org/haddad-reducao-de-imposto-para-jet-ski-foi-unico-legado-tributario-de-bolsonaro/) e Brasil 247 (https://www.brasil247.com/economia/haddad-reducao-de-imposto-para-jet-ski-foi-unico-legado-tributario-de-bolsonaro). Sources consulted: Haddad: redução de imposto para ‘jet ski’ foi único legado tributário de Bolsonaro - Associação Brasileira dos Jornalistas; Haddad: redução de imposto para ‘jet ski’ foi único legado tributário de Bolsonaro | Brasil 247; Reforma tributária: Bolsonaro só reduziu imposto para jet ski.
All models agree: supported (86%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Segundo ele, o único “defeito” da reforma são as exceções que fazem com que a maioria dos bens
Sustentado Confiança 46% Atribuição Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
As fontes citadas registram que Haddad disse ser o aumento das exceções o “único defeito” da reforma. Ver, por exemplo, Bonetti & Associados (‘‘ÚNICO DEFEITO’ DA REFORMA TRIBUTÁRIA É AMPLIAÇÃO DE EXCEÇÕES, DIZ HADDAD’, https://bonettiassociados.com.br/index.php/2025/03/26/unico-defeito-da-reforma-tributaria-e-ampliacao-de-excecoes-diz-haddad/) e a matéria do Jornal de Brasília que relaciona as exceções à maior tributação de bens e serviços (https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/haddad-diz-que-luta-contra-excecoes-na-reforma-tributaria-nao-acabou/). Sources consulted: ‘ÚNICO DEFEITO’ DA REFORMA TRIBUTÁRIA É AMPLIAÇÃO DE EXCEÇÕES, DIZ HADDAD – Bonetti & Associados; 'Único defeito' da reforma tributária é ampliação de exceções, diz Haddad - Hands on SolutionsHands on Solutions; Haddad diz que luta contra exceções na reforma tributária não acabou | Jornal de Brasília.
All models agree: supported (88%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 1); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
No mesmo evento, o secretário da Reforma Tributária, Bernard Appy, afirmou que a reforma reduz em 75% a complexidade do sistema atual. Sem as exceções, a melhora seria de 90% a 95%.
Precisa de mais evidência Confiança 13% Atribuição
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Tributária: Haddad alerta para exceções e diz que "a luta não acabou"
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta terça-feira (25/3) que a reforma tributária, aprovada pelo Congresso Nacional no fim de 2023 e cuja regulamentação foi...
Haddad: redução de imposto para ‘jet ski’ foi único legado tributário de Bolsonaro | Brasil 247
Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
247 - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criticou nesta terça-feira (25) o tratamento dado pelo governo Jair Bolsonaro (PL) à reforma tributária, que teve emenda constituci...
'Único defeito' da reforma tributária é ampliação de exceções, diz Haddad - Hands on SolutionsHands on Solutions
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Em evento realizado nesta terça-feira (25/03), na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), disse que o “único defeit...
‘ÚNICO DEFEITO’ DA REFORMA TRIBUTÁRIA É AMPLIAÇÃO DE EXCEÇÕES, DIZ HADDAD – Bonetti & Associados
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Segundo ministro, é possível que exceções sejam reavaliadas e lista diminua até 2032.
Haddad: redução de imposto para ‘jet ski’ foi único legado tributário de Bolsonaro - Associação Brasileira dos Jornalistas
Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
De acordo com o ministro, “a única iniciativa do governo anterior em relação à reforma não foi uma medida de grande importância”.
Reforma tributária: Bolsonaro só reduziu imposto para jet ski
Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fez críticas nesta terça-feira (25) à forma como o governo de Jair Bolsonaro (PL) lidou com a reforma tributária. A proposta foi aprovada...
Haddad diz que luta contra exceções na reforma tributária não acabou | Jornal de Brasília
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Segundo ele, o único “defeito” da reforma são as exceções que fazem com que a maioria dos bens e serviços sejam tributados pela alíquota máxima (estimada em quase 30%), sendo qu...
Haddad diz que luta contra exceções na reforma tributária não acabou | Jornal de Brasília
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Segundo ele, o único “defeito” da reforma são as exceções que fazem com que a maioria dos bens e serviços sejam tributados pela alíquota máxima (estimada em quase 30%), sendo qu...
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