Credibilidade
16%
Credibilidade
16%
Coordenação
15%
Completude
45%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
A reportagem cobre, de forma majoritariamente factual, o pacote anunciado pelo governo (subsídios ao diesel e ao GLP, isenções e medidas para o setor aéreo) e cita valores que são confirmáveis em fontes oficiais (por exemplo, R$ 850/tonelada de GLP e subvenção de até R$ 1,20/litro para diesel importado). Contudo, há lacunas informativas relevantes e afirmações importantes sem comprovação clara no texto (como divisão 50/50 dos custos com os estados, garantia legal de repasse integral ao consumidor, fontes de compensação orçamentária e detalhes da linha de crédito de R$ 9 bilhões). Não há sinais claros de manipulação deliberada; o artigo deveria, porém, ser mais transparente quanto às bases documentais e aos mecanismos operacionais das medidas. Classificação: mixed.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
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Combustíveis: distribuidora que usar subsídio do governo precisará divulgar a...
Governo publica MP com medidas para tentar frear alta nos preços de combustív...
Combustíveis: governo obrigará distribuidoras a publicar margem bruta de lucro
Governo vai obrigar distribuidoras a abrir margem de lucro para manter subsíd...
Combustíveis: pacote do governo prevê subsídios e punição por abuso nos preços
Governo publica a MP que prevê subvenção para o diesel
Governo propõe subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel importado
Governo anuncia MP com subvenção no diesel para conter alta de preços
Mais de 80% dos estados aderem a subsídio a diesel importado
Estados terão até 22 de abril para formalizar adesão à subvenção de diesel, d...
MP cria regime para garantir abastecimento de combustíveis
A cobertura comparada é consistente quanto aos fatos centrais: todos os veículos relatam o anúncio do pacote do governo (subsídios, isenções, crédito ao setor aéreo e medidas temporárias) e vinculam a iniciativa aos efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os preços do petróleo. Essa convergência reflete relato jornalístico comum sobre uma política pública reativa a um choque internacional, não sinais fortes de coordenação. Não há evidência nos trechos fornecidos de uso conjunto de falácias retóricas idênticas, tampouco de uma campanha meta‑focada que ataque apenas o mensageiro em vez dos fatos. Em contrapartida, há omissões substantivas repetidas em todos os textos analisados (ver lista abaixo), que indicam lacunas informativas recorrentes na cobertura — porém essas lacunas podem decorrer da indisponibilidade de dados públicos imediatos, não de um esforço coordenado para esconder provas. Resultado: cobertura independente com alinhamento editorial previsível sobre a narrativa central; pontuação baixa de coordenação.
1 de abr. de 2026A proposta estabelece uma subvenção total de R$ 1,20 por litro de diesel importado. Esse valor será dividido igualmente entre os entes federativos: R$ 0,60 pagos pela União e R$ 0,...
6 de abr. de 2026Após semanas de discussão, o governo federal anunciou nesta segunda-feira (6) um pacote de medidas para reduzir os impactos da alta dos combustíveis provocada pela guerra no Orient...
8 de abr. de 2026Empresas importadoras de diesel de uso rodoviário poderão receber subsídio de R$ 1,20 por litro do combustível importado. De acordo com a Medida Provisória (MP) 1.349/2026, o auxíl...
7 de abr. de 2026O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou na segunda-feira, 6,um pacote de medidas para conter a alta dos combustíveis no Brasil, em meio aos efeitos da guerra no Oriente Médio...
12 de mar. de 2026O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta 5ª feira (12.mar.2026) um pacote de medidas para reduzir o impacto da alta do diesel no Brasil. A iniciativa ...
O texto tem tom majoritariamente factual e baixa carga emocional, apresentando muitos detalhes sobre medidas e números. Ainda assim, o risco de manipulação sobe por indicadores de desrepresentação de fontes e de "authority laundering" e pela completude de contexto reduzida; por isso o risco é moderado, não alto, porque a peça não usa emoção para substituir evidências.
Emoções dominantes
O artigo atribui várias estimativas e justificativas a ministros e a órgãos (Fazenda, Planejamento, BNDES) sem fornecer documentos, links ou dados de apoio dentro do texto. Não há evidência direta no próprio artigo que permita checar a fidelidade das declarações; por isso, as alegações citadas estão classificadas como 'inverificáveis' a partir do conteúdo fornecido.
O artigo atribui a Durigan a listagem de fontes de receita compensatórias, mas não traz link, citação direta, documento ou dado que permita verificar os valores esperados, a base de cálculo ou se a medida de 'Imposto de Exportação de 12% anunciada em março' refere-se a março deste ano. Sem referência primária, não é possível confirmar se a formulação ou ordem das medidas corresponde exatamente ao que o ministro disse ou ao que está previsto nas normas citadas.
A afirmação atribui a estimativa de R$ 1,2 bilhão ao ministro, mas o texto não apresenta o cálculo, a fonte dos modelos de projeção nem link ou documento oficial que comprove o valor. É plausível que seja uma projeção do governo, porém, com base apenas no artigo, não há como confirmar a precisão do valor nem os pressupostos usados.
O texto afirma que os recursos serão operados pelo BNDES e pelo Fundo Nacional de Aviação Civil e quantifica em 'até R$ 9 bilhões', mas não cita despacho, nota técnica ou fonte primária que detalhe condições, prazos, contragarantias ou parte do montante já autorizada. Sem documentação vinculada, não é possível verificar se a cifra é máxima, prevista, condicionada ou meramente estimada pelo governo.
O artigo atribui a Moretti a afirmação de que royalties subiram 'desde o início da guerra no Oriente Médio' e que isso compensa os subsídios; não apresenta séries temporais, valores, períodos comparados nem fonte estatística que comprove o aumento nem a magnitude necessária para compensar as medidas. A relação causal é apresentada sem dados de apoio no próprio texto.
O texto inclui ligações temporais (como o aumento de royalties 'desde o início da guerra') que não são acompanhadas de datas, séries ou provas quantitativas no próprio artigo, o que pode criar uma impressão de relação temporal ou de compensação que não está demonstrada no texto.
Segundo o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, os subsídios e as isenções serão compensados pelo aumento das receitas de royalties de petróleo, que subiram desde o início da guerra no Oriente Médio.
O trecho liga um aumento de receitas de royalties a um período amplo ('desde o início da guerra no Oriente Médio') e usa isso como justificativa para compensar os subsídios. O artigo não apresenta datas, séries históricas ou dimensão do aumento, criando uma justaposição temporal que sugere capacidade de compensação sem demonstrar a magnitude ou a relação temporal precisa.
o Imposto de Exportação de 12% sobre o petróleo anunciada em março
O artigo menciona que um imposto foi 'anunciado em março' sem indicar o ano ou fornecer contexto adicional. A falta de precisão temporal pode levar o leitor a assumir recência ou relevância imediata quando o anúncio poderia ser de período anterior, reduzindo a transparência sobre quando a medida foi tomada.
O artigo traz números relevantes (subvenções por litro, estimativas de custo, valores totais e teto de crédito) sem detalhar bases, denominadores ou metodologias. Essas omissões dificultam a verificação das estimativas e podem induzir interpretações errôneas sobre a magnitude e a sustentabilidade fiscal das medidas.
O benefício será válido inicialmente por dois meses e pode chegar a R$ 4 bilhões. Inicialmente, o Ministério da Fazenda tinha informado que esse subsídio custaria R$ 3 bilhões.
O artigo apresenta valores diferentes (R$ 4 bilhões vs R$ 3 bilhões) sem clarificar o período ou a metodologia usada para cada estimativa. Não fica explícito se R$ 4 bilhões é total, mensal ou regional, nem a razão da diferença em relação à estimativa inicial de R$ 3 bilhões.
É necessário informar a base de cálculo (período considerado, volume de diesel subsidiado, preço de referência) e explicar por que a estimativa mudou de R$ 3 bilhões para até R$ 4 bilhões.
Também foi anunciada uma subvenção extra de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil, com custo estimado de R$ 3 bilhões mensais.
O valor mensal estimado de R$ 3 bilhões não é acompanhado do denominador (quantos litros estão sendo considerados). Sem saber o volume de diesel sobre o qual a subvenção incide, o leitor não consegue avaliar se a estimativa é plausível.
Apresente o volume de diesel doméstico anual/mensal considerado no cálculo (litros subsididos) e a fórmula usada (R$ 0,80 × litros) para tornar a estimativa verificável.
O pacote também prevê até R$ 9 bilhões em crédito para companhias aéreas, com recursos operados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Fundo Nacional de Aviação Civil.
A expressão 'até R$ 9 bilhões' indica um teto, mas o artigo não diz quais condições, critérios de elegibilidade nem quanto desse montante está garantido ou será efetivamente liberado.
Seria útil detalhar a estrutura do crédito (linhas, prazos, juros, garantias), a parcela já aprovada e os critérios para que as companhias aéreas acessem os recursos.
Não há, no trecho fornecido, evidência de cadeia de citações que transforme uma fonte de baixa autoridade em uma fonte de maior autoridade por republicação sucessiva. O único link fornecido nos metadados é para o site do BNDES, citado diretamente; não foram identificadas cadeias de republicação entre blogs e grandes veículos no conteúdo entregue.
O artigo descreve medidas e montantes anunciados, mas omite detalhes operacionais e fiscais cruciais: não comprova mecanismo legal para garantir o repasse aos consumidores; não esclarece como será dividida entre União e estados a carga financeira do subsídio; não apresenta estimativas públicas que comprovem que as receitas anunciadas compensarão os custos; não detalha os instrumentos e a capacidade da ANP para fiscalizar e punir abusos; e não especifica os termos efetivos da linha de crédito para companhias aéreas. Essas lacunas tornam difícil avaliar a efetividade e a sustentabilidade do pacote.
Existe obrigação legal e mecanismo claro que garanta o repasse integral das subvenções pelas distribuidoras e produtoras aos preços finais dos consumidores?
A eficácia do pacote depende que a redução de custo chegue ao consumidor; sem obrigação legal e mecanismo de verificação, intermediários podem capturar a diferença e anular o benefício para a população.
§ 3º O importador que aderir ao Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis deverá exigir do distribuidor a comprovação de repasse do desconto da subvenção econômica de que trata o ...
3 dias atrás- Cooperação financeira entre União e estados para partilhar custos de subvenção ao óleo diesel. - Apoio aos importadores para reduzir o impacto dos custos de importação e evitar repass...
O pagamento da subvenção econômica de que trata o art. 4º ficará condicionado à apresentação de declaração pelo solicitante, na qual se responsabilize pela exatidão das informações prestadas, com v...
Como será formalizada e detalhada a divisão do custo da subvenção de diesel entre a União e os estados (percentuais, prazos e acordos necessários)?
O artigo afirma participação dos estados, mas não comprova divisão igual; a falta de clareza sobre como o custo é compartilhado impede avaliar o impacto fiscal para cada ente federativo.
1 de abr. de 2026A proposta estabelece uma subvenção total de R$ 1,20 por litro de diesel importado. Esse valor será dividido igualmente: R$ 0,60 pagos pela União e R$ 0,60 pelos estados.
2 de abr. de 2026O governo federal e 23 estados aderiram a um acordo emergencial de subvenção ao diesel no valor de R$ 1,20 por litro, sendo R$ 0,60 custeados pela União e R$ 0,60 pelos estados.
Fica estabelecida a alíquota de 50% (cinquenta por cento) do imposto sobre a exportação de óleo diesel de uso rodoviário, classificado no código 2710.19.21 da NCM, enquanto perdurar a subvenção eco...
As fontes de compensação anunciadas (imposto de exportação de 12%, aumentos de IRPJ/CSLL, leilões de petróleo, aumento do IPI de cigarros) têm estimativas públicas e juridicamente vinculantes que cobrem o custo total das medidas?
Sem números detalhados e garantias jurídicas, a afirmação de que as medidas serão compensadas pode ser apenas conjectura, comprometendo a avaliação da sustentabilidade fiscal do pacote.
21 de ago. de 2024Os recolhimentos feitos desta forma são chamados de estimativas, recolhimento por estimativa ou antecipações mensais de IRPJ e CSLL. A pessoa jurídica que optar pelo recolhimento ...
Simule o cálculo do IRPJ e da CSLL para empresas do Lucro Real e Lucro Presumido. Ferramenta didática online para contadores, estudantes e empresários.
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Quais mecanismos de fiscalização, indicadores de transparência e regime de penalidades a ANP terá para identificar e punir aumentos 'abusivos' de preços, e qual é sua capacidade operacional para aplicá‑los?
O anúncio de reforço à fiscalização só é relevante se houver procedimentos concretos e capacidade técnica; sem isso, as punições anunciadas podem não evitar prática de aumentos indevidos.
Uma das finalidades da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) é a fiscalização das atividades econômicas integrantes da indústria do petróleo, do gás natural e dos biocom...
17 de mar. de 2026A Agência Nacional do Petróleo (ANP) realizou nesta terça-feira (17) uma fiscalização para identificar possíveis aumentos abusivos em postos de combustíveis em nove estados e no D...
24 de mar. de 2026A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autuou dez distribuidoras e uma atacadista por indício de preços abusivos na comercialização de combustíveis.
Quais são os critérios, prazos, taxas e garantias previstos para a linha de crédito de até R$ 9 bilhões a companhias aéreas (o quanto será efetivamente desembolsado e sob quais condições)?
Saber os termos do crédito é essencial para avaliar o risco fiscal e se o apoio ao setor aéreo será efetivo ou apenas um anúncio com teto pouco realista.
30 de out. de 2025O governo aprovou nesta quinta-feira a linha de financiamento para ajudar as companhias aéreas. Segundo técnicos do governo, o BNDES deve iniciar as primeiras operações no começo ...
6 de abr. de 2026Ministro Tomé Franca anuncia pacote de R$ 9 bilhões em crédito para o setor aéreo e zeragem de PIS/Cofins sobre combustível, em medidas para aliviar custos.
6 de abr. de 2026As condições financeiras e critérios de elegibilidade serão definidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), e o risco da operação será assumido pela União.
Após semanas de discussão, o governo federal anunciou nesta segunda-feira (6) um pacote de medidas para reduzir os impactos da alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.
A MP autoriza que o Governo Federal pague uma subvenção de R$ 850,00 sobre cada tonelada de Gás Liquefeito de Petróleo Importado.
Sustentado Confiança 79%
A própria MP (1.349) e reportagens oficiais/legislativas informam que está autorizada subvenção de até R$ 850 por tonelada de GLP importado. Ver Ministério da Fazenda (https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2026/abril/governo-federal-edita-nova-mp-para-conter-impacto-da-alta-dos-combustiveis) e Senado Notícias — "MP libera subsídio..." (https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/04/08/mp-libera-subsidio-de-ate-r-1-20-por-litro-de-diesel-importado), que menciona o repasse de até R$ 850/tonelada de GLP. Sources consulted: Governo Federal edita nova MP para conter impacto da alta dos combustíveis — Ministério da Fazenda; MP libera subsídio de até R$ 1,20 por litro de diesel importado — Senado Notícias; Governo do Brasil reforça subsídios ao diesel para frear alta de preço causada pela guerra — Agência Gov. (Reused from a prior investigation — exact match.)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
Criação de uma subvenção de R$ 1,20 por litro para a importação de diesel, com divisão igual de custos entre União
Misto Confiança 67%
As fontes fornecidas confirmam a criação de uma subvenção de R$ 1,20 por litro para diesel importado (ver, por exemplo, Senado Notícias: "MP libera subsídio de até R$ 1,20 por litro de diesel importado" - https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/04/08/mp-libera-subsidio-de-ate-r-1-20-por-litro-de-diesel-importado e cobertura do G1 - https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/04/01/entenda-o-acordo-entre-governo-e-estados-para-subsidiar-o-diesel-e-conter-a-alta-dos-precos.ghtml). Porém, entre as fontes apresentadas não há declaração clara e inequívoca de que o custo será dividido de forma igual (50/50) entre União e estados; algumas mencionam participação dos estados, mas não especificam divisão igual. Portanto, falta evidência suficiente nas fontes fornecidas para confirmar a parte sobre divisão igual de custos. Sources consulted: Subvenção dos combustíveis: distribuidoras deverão informar evolução das margens brutas de lucro — Ministério de Minas e Energia; MP libera subsídio de até R$ 1,20 por litro de diesel importado — Senado Notícias; Entenda o acordo entre governo e estados para subsidiar o diesel | G1.
All models agree: needs_more_evidence (72%)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
Foi anunciada uma subvenção extra de R$ 0,80 por litro para o diesel produzido no Brasil, com custo estimado de R$ 3 bilhões mensais; em ambos os casos, empresas deverão repassar a redução ao consumidor.
Misto Confiança 67%
As fontes indicadas confirmam que foi anunciada uma nova subvenção de R$ 0,80 por litro para diesel produzido no Brasil (Exame: "Governo Lula anuncia nova subvenção para baratear preço do diesel" - https://exame.com/economia/governo-lula-anuncia-nova-subvencao-para-baratear-preco-do-diesel/) e que o custo estimado foi apontado em cerca de R$ 3 bilhões por mês (ISTOÉ Dinheiro - https://istoedinheiro.com.br/subvencao-diesel-impacto-meiddas). Contudo, as fontes fornecidas não são unânimes ou totalmente explícitas quanto à exigência formal e operacional de que as empresas repassem a redução integral ao consumidor final; há menções a fiscalização e transparência, mas não prova direta e clara nas mesmas fontes de que o repasse está garantido como obrigação legal. Por isso a avaliação é mista. Sources consulted: Governo Federal edita nova MP para conter impacto da alta dos combustíveis — Ministério da Fazenda; Governo Lula anuncia nova subvenção para baratear preço do diesel | Exame; O custo da subvenção ao diesel e o impacto das medidas nas contas do governo - ISTOÉ DINHEIRO.
All models agree: mixed (70%)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
O governo federal anunciou nesta segunda-feira (6) um pacote de medidas para reduzir os impactos da alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
Há cobertura consistente de veículos informando que o governo federal anunciou um pacote de medidas para mitigar o impacto da alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio: reportagem do G1 (“Governo publica MP com medidas para tentar frear alta nos preços de combustíveis” - https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/04/08/governo-publica-mp-com-medidas-para-tentar-frear-alta-nos-precos-de-combustiveis.ghtml) e matérias do ANATC (https://anatc.com.br/o-custo-da-guerra-pacote-do-governo-lula-para-combustiveis-sobe-para-pelo-menos-r-40-bilhoes/) e A Voz da Cidade ("Governo federal anuncia pacote para conter alta dos combustíveis" - https://avozdacidade.com/wp/governo-federal-anuncia-pacote-para-conter-alta-dos-combustiveis/). Observação: há pequena divergência de data entre as fontes (algumas indicam publicação da MP em 7/4, outra relata assinatura em 6/4), mas as fontes fornecidas confirmam o anúncio do pacote. Sources consulted: Governo publica MP com medidas para tentar frear alta nos preços de combustíveis | G1; O custo da guerra: pacote do governo Lula para combustíveis sobe para pelo menos R$ 40 bilhões - ANATC - Associação Nacional das Empresas de Transporte de Cargas; Governo federal anuncia pacote para conter alta dos combustíveis - A Voz da Cidade.
All models agree: supported (78%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que outras fontes de receita que compensarão o custo das medidas incluem o Imposto de Exportação de 12% sobre o petróleo anunciado em março, o aumento do IRPJ
Precisa de mais evidência Confiança 13%
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Durigan anunciou a elevação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre cigarros, que gerará R$ 1,2 bilhão na arrecadação extra para o governo em 2026.
Precisa de mais evidência Confiança 13% em 2026
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
O pacote prevê até R$ 9 bilhões em crédito para companhias aéreas, com recursos operados pelo BNDES
Precisa de mais evidência Confiança 13%
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Entenda o acordo entre governo e estados para subsidiar o diesel | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O governo federal e os estados chegaram a um acordo para conceder apoio financeiro à importação de diesel, em uma tentativa de conter a alta dos preços do combustível no país.
Governo federal anuncia pacote para conter alta dos combustíveis - A Voz da Cidade
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta segunda-feira, 6, um conjunto de medidas para amenizar os efeitos da alta dos combustíveis no país, provocada pela guerra n...
O custo da guerra: pacote do governo Lula para combustíveis sobe para pelo menos R$ 40 bilhões - ANATC - Associação Nacional das Empresas de Transporte de Cargas
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
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Governo publica MP com medidas para tentar frear alta nos preços de combustíveis | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O governo federal publicou, nesta terça-feira (7), a medida provisória (MP) que institui o Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis. O texto prevê um pacote d...
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Governo do Brasil edita MP, Projeto de Lei e decretos para conter impacto da guerra sobre os combustíveis – Jornal Folha da Cidade
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
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O custo da subvenção ao diesel e o impacto das medidas nas contas do governo - ISTOÉ DINHEIRO
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Em meio à tensão no Oriente Médio, o governo federal anunciou mais um combo de medidas em busca de conter o impacto da guerra para o preço dos combustíveis no mercado interno.
Governo do Brasil reforça subsídios ao diesel para frear alta de preço causada pela guerra — Agência Gov
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Medida Provisória amplia subsídios ao diesel nacional e importado e cria subvenção para o gás de cozinha. Além disso, ação prevê medidas para o setor aéreo. Fiscalização e puniç...
Governo Federal edita nova MP para conter impacto da alta dos combustíveis — Ministério da Fazenda
Sustenta Registro governamental Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
O Governo Federal divulgou nesta segunda-feira (6/4) a Medida Provisória nº 1.349 que amplia as ações para conter os impactos da alta da cotação dos combustíveis, associada à gu...
Governo Federal edita nova MP para conter impacto da alta dos combustíveis — Ministério da Fazenda
Sustenta Registro governamental Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
O Governo Federal divulgou nesta segunda-feira (6/4) a Medida Provisória nº 1.349 que amplia as ações para conter os impactos da alta da cotação dos combustíveis, associada à gu...
Subvenção dos combustíveis: distribuidoras deverão informar evolução das margens brutas de lucro — Ministério de Minas e Energia
Sustenta Registro governamental Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
As distribuidoras de combustíveis deverão informar semanalmente a evolução de suas margens brutas de lucro obtidas na revenda aos postos de combustíveis. A medida tem por objeti...
Governo Lula anuncia nova subvenção para baratear preço do diesel | Exame
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Gás Natural: instalações da Ras Laffan Industrial City, no Catar, foram severamente danificadas por ataques militares recentes. (Peter Dazeley/Getty Images)
| Fonte | Tipo | Autoridade | Papel | Status |
|---|---|---|---|---|
|
BNDES
https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home |
Registro governamental | Primário (98%) Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais) | -- | Rastreado |