Frank Investigator

· Termos de uso · Como ler um relatório

Investigação do artigo

Ver artigo original

Credibilidade

12%

Coordenação

25%

Completude

50%

Status do pipeline

Concluído

Análise da manchete

O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.

Manchete
Senado aprova 2ª etapa da regulamentação da Tributária
Uma manchete mais honesta
Senado aprova PLP 108/24 que cria Comitê Gestor do IBS; 51 a 10, texto vai à Câmara sem detalhar emendas nem metodologia
Parágrafo inicial
O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Agora, a proposta segue para a Câmara dos Deputados, que terá a palavra final sobre a matéria antes de ir para sanção do pre...

Resumo da investigação

Misto

O artigo relata corretamente fatos centrais da tramitação (aprovação do PLP 108/24 pelo Senado e a contagem de votos indicada), mas contém lacunas factuais e pelo menos uma afirmação não sustentada pelas fontes fornecidas (o suposto acatamento de “>70” emendas). Essas falhas são relevantes para a avaliação técnica da matéria, porém não há sinais claros de manipulação deliberada. Classifico a qualidade geral como “mixed”.

Pontos fortes

  • Relata com precisão a aprovação do PLP 108/24 no Senado e a contagem de votos reportada (51 favoráveis e 10 contrários), ponto corroborado por fontes primárias e secundárias citadas no dossiê.
  • Indica a data e o encaminhamento legislativo correto (votação no Senado e envio à Câmara), mantendo integridade temporal nos fatos narrados.
  • Não há evidência, nos materiais fornecidos, de deturpação ou fabricação de fontes: o texto não aparenta atribuir a terceiros informações que esses não tenham efetivamente dito.
  • Tom majoritariamente informativo e densidade de evidência razoável para os pontos centrais (rito legislativo, existência do Comitê Gestor do IBS, menção às emendas apresentadas).

Pontos fracos

  • Afirmação de que o relator “acatou total ou parcialmente mais de 70” emendas não é suportada pelas evidências fornecidas; as fontes citadas indicam, ao contrário, aceitação de apenas algumas emendas (por exemplo, ao menos 3), gerando uma discrepância importante.
  • Vários trechos técnicos carecem de documentação direta: não há no material apresentado o texto legal exato que confirme medidas mencionadas (p. ex. tributação monofásica de nafta em 2026, redação final sobre mecanismos anti‑evasão, ou redação consolidada da composição do Conselho Superior do CG-IBS).
  • O número citado de “até R$ 40 bilhões” como justificativa para mudar o período‑base é apresentado sem metodologia, horizonte temporal ou fonte que permita avaliar validade e magnitude — risco de interpretação enganosa de um impacto numérico relevante.
  • O artigo omite informações contextuais importantes solicitadas por leitores técnicos: lista das emendas efetivamente acatadas, justificativas detalhadas de senadores que votaram contra, estimativas independentes do impacto orçamentário e reações de stakeholders afetados.
  • Apesar do tom geralmente neutro, há uso pontual de linguagem carregada (apelidos e expressões coloquiais) que pode introduzir leve viés retórico se não for acompanhado de contrapontos técnicos.

Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:

  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (...
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • +49 more

Contexto do evento a partir de investigações relacionadas

Este evento foi analisado em 11 artigos

Linha do tempo composta

Compósito heurístico de investigações relacionadas: A Comissão de Constituição | O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). | Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar. | Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas. | Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas | O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024. | O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17). | Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados

Fatos omitidos pela maioria dos artigos

  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados

Avaliação narrativa

As investigações relacionadas cobrem fatos sobrepostos, mas omitem detalhes diferentes.
Comparação de cobertura (11 artigos)
www12.senado.leg.br Mixed

Reforma tributária: CCJ recebe relatório de Braga sobre 2ª parte da regulamen...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
www12.senado.leg.br Mixed

Reforma tributária: Eduardo Braga explica principais pontos do relatório — Se...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
www12.senado.leg.br Mixed

Reforma tributária: alimentos da cesta básica terão isenção; veja lista — Sen...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
jornalgrandebahia.com.br Mixed

Reforma Tributária: Senador Eduardo Braga detalha principais pontos do relató...

Fatos incluídos: 7
Fatos omitidos: 45

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
www12.senado.leg.br Mixed

CCJ aprova plano de trabalho para regulamentação da reforma tributária — Sena...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
www12.senado.leg.br Mixed

CCJ aprova regulamentação da reforma tributária; matéria vai a Plenário — Sen...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
www12.senado.leg.br Mixed

Modificada, regulamentação da reforma tributária volta à Câmara — Senado Notí...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
www12.senado.leg.br Mixed

Regulamentação da reforma tributária sobre consumo é aprovada no Senado — Sen...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
www12.senado.leg.br Mixed

Senado aprova e envia reforma tributária de volta à Câmara — Senado Notícias

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
www12.senado.leg.br Mixed

Na terceira audiência, CCJ discutiu mecanismo redistributivo do cashback — Se...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
Este artigo Mixed

Senado aprova 2ª etapa da regulamentação da Tributária

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 46
Fatos incluídos
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.

Análise de narrativa coordenada

Cobertura uniforme em foco e tom: os textos fornecidos apresentam o PLP 108/2024 principalmente como um avanço técnico-institucional — criação de um Comitê Gestor do IBS, gestão compartilhada entre entes federativos e encaminhamento do projeto à Câmara — sem aprofundar disputas políticas ou avaliações independentes. Há convergência em destacar caráter técnico/administrativo e o rito legislativo (votação, competência de gestão e distribuição), além de apontar proteções para municípios. Em contrapartida, quase nenhuma das peças traz argumentos detalhados dos que votaram contra, estimativas técnicas independentes do impacto fiscal total, lista de emendas acatadas ou cronograma operacional. Essa convergência parece refletir alinhamento editorial natural sobre um assunto legislativo complexo (reportagem institucional/explicativa), não indícios fortes de coordenação sofisticada (ausência de repetição de falácias retóricas idênticas ou exclusão deliberada de provas documentais idênticas).

Pontuação de coordenação
25%

Enquadramento convergente

  • Apresentação do PLP 108/2024 como avanço técnico-institucional (ênfase em 'comitê', 'caráter técnico', 'gestão compartilhada') — ver trecho do Planalto ('normas comuns ... aprovadas por ato conjunto do CG-IBS e do Poder Executivo federal') e do PDF reformatributaria ('Comitê Gestor do IBS terá caráter técnico e será gerido conjuntamente...').
  • Foco no rito legislativo e aspectos administrativos (votação no Senado, encaminhamento à Câmara, responsabilidade pela arrecadação e distribuição) em vez de debate político aprofundado — ver Senado (ficha da matéria) e EBC ('após a votação ... texto volta à Câmara dos Deputados').
  • Ênfase em proteção aos entes federativos/municípios e na gestão de grandes volumes de receita (proteção de arrecadação, menção à cifra na cobertura de apoio) — ver matéria do Comsefaz ('avancos federativos ... administrar aproximadamente R$ 1 trilhão') e o artigo investigado (proteções às prefeituras e referência a perdas até R$ 40 bilhões).

Omissões convergentes

  • Ausência das justificativas detalhadas dos senadores que votaram contra e das razões específicas da oposição — não presentes no artigo investigado nem nos trechos do Senado, Planalto, Comsefaz, EBC ou PDF fornecidos.
  • Falta de análise técnica independente e estimativas detalhadas do impacto fiscal total e do custo orçamentário da regulamentação (além de menções genéricas como 'até R$ 40 bilhões' ou 'aproximadamente R$ 1 trilhão') — nenhum dos excertos fornece avaliação técnica independente.
  • Omissão do detalhamento de quais das 195 emendas foram acatadas integral ou parcialmente e o conteúdo das principais emendas — o artigo investigado indica 195 emendas mas não discrimina; os demais trechos não trazem essa discriminação.
  • Ausência de reações ou avaliações de stakeholders potencialmente afetados (setor de combustíveis, governadores, associações empresariais, CNM vs FNP com especificidade de posições) — embora o artigo investigado cite disputa entre CNM e FNP de forma generalizada, os outros excertos não apresentam respostas ou contrapontos dessas partes.
  • Falta de cronograma operacional e critérios completos de implementação do IBS/CBS/CG-IBS (datas, etapas e medidas administrativas concretas) — os trechos mencionam normas, atos conjuntos e gestão, mas não apresentam calendário operacional detalhado.
Cobertura similar encontrada (5)

Análise de manipulação emocional

O texto é predominantemente informativo e com baixíssima carga emocional, apoiado por muitos detalhes factuais (votos, emendas, prazos). No entanto, os escores altos de misrepresentação de fontes e 'authority laundering' indicam risco de manipulação independente do tom neutro, elevando o risco geral apesar da boa densidade de evidência.

Temperatura emocional
5%
Densidade de evidência
85%
Pontuação de manipulação
65%
Fatores contribuintes (4)
  • Densidade emocional muito baixa — texto essencialmente informativo
  • Alta proporção de alegações factuais e dados (votos, emendas, prazos) que aumentam a densidade de evidência
  • Escores máximos de misrepresentação de fontes e 'authority laundering' reportados pelos analisadores, indicando risco de engano institucional mesmo sem tom emotivo
  • Contexto parcial/incompleto em algumas áreas (completeness_score mediano), o que pode permitir interpretações enganosas se combinado com problemas de representação de fontes
Análise de distorção de fontes

Análise de distorção de fontes

Nenhuma evidência, no texto fornecido, de que o artigo tenha deturpado, fabricado ou citado mal a fonte ligada (trecho do Metrópoles fornecido). O artigo atribui informações ao relator e descreve decisões do Senado sem alegar que uma fonte externa contradiz ou afirma algo diverso do contido no próprio texto.

Pontuação de distorção
100%
Análise de manipulação temporal — nenhum problema significativo encontrado
Análise de engano estatístico

Análise de engano estatístico

O texto contém números relevantes (por exemplo, R$ 40 bilhões e mudança de período-base) que são apresentados sem detalhes metodológicos ou fontes explícitas para os cálculos. Isso gera risco de interpretação enganosa, apesar de não haver indicação de manipulação numérica óbvia no próprio corpo do texto fornecido.

Integridade estatística
70%
Enganos detectados (2)
  • Missing base
    A intenção é prevenir perdas de até R$ 40 bilhões na arrecadação das prefeituras.

    O artigo apresenta um valor monetário concreto ("até R$ 40 bilhões") sem descrever a metodologia, o período ao qual esse montante se refere (anual, acumulado, projeção em cenário específico), nem a fonte do cálculo. Isso dificulta avaliar se o número é plausível ou se foi apresentado de modo a dramatizar o efeito da mudança.

    Seria necessário indicar quem calculou esse valor, qual o horizonte temporal (ano, soma de anos, ou período da transição), quais hipóteses fiscais e econômicas foram usadas (crescimento, base tributária, medidas compensatórias) e se o número representa perda bruta ou líquida.

  • Cherry picked baseline
    Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024 e 2026 — em vez de 2012 a 2021.

    O artigo reporta a troca do período-base para cálculo da alíquota (de um intervalo mais longo e passado para um intervalo curto e muito recente). A escolha de um período-base pode influenciar fortemente o resultado; o texto não explica por que o novo recorte foi adotado nem como mitiga possíveis vieses (por exemplo, anos atípicos). Apresentar a mudança sem detalhar o impacto metodológico pode levar leitores a interpretações equivocadas sobre sua justeza ou efeito.

    Deve ser informada a razão técnica para a alteração do intervalo, a forma de cálculo da alíquota de referência (média simples, ponderada, ajuste por crescimento real), e uma comparação hipotética mostrando como a alíquota e a arrecadação projetada mudariam se mantido o período anterior.

Análise de citação seletiva — nenhum problema significativo encontrado
Análise de lavagem de autoridade

Análise de lavagem de autoridade

O artigo apresenta informações derivadas do relatório do relator e de tramitação legislativa. Não há, no texto fornecido, cadeia de citações que mostre repasse de informação de fonte de baixa autoridade para veículos maiores sem verificação adicional.

Pontuação de lavagem
100%
Análise retórica

Análise retórica

O texto é majoritariamente informativo e relata decisões e dispositivos do PLP 108/24. Identifiquei, porém, uso pontual de linguagem carregada (por exemplo, “imposto do pecado” e “apaziguar os ânimos”) que introduz viés emocional leve. Há também uma construção causal frágil ao afirmar que a mudança do período-base “tem a intenção de prevenir perdas de até R$ 40 bilhões” sem apresentar fonte ou explicação metodológica para esse valor — isso pode levar o leitor a aceitar um ganho fiscal quantitativo sem prova. No conjunto, a peça usa algumas formulações retóricas leves, mas não mostra manipulação extensa dos fatos.

Viés narrativo
18%
Falácias detectadas (3)
  • False cause Medium
    Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024 e 2026 — em vez de 2012 a 2021. A intenção é prevenir perdas de até R$ 40 bilhões na arrecadação das prefeituras.

    O texto conecta a mudança do período-base (2012–2021 para 2024–2026) diretamente à prevenção de “perdas de até R$ 40 bilhões” sem apresentar análise, fonte ou metodologia que mostre como esse número foi obtido. Isso estabelece uma relação causal aparente entre a alteração técnica e um montante específico de recuperação/evitação de perda, empurrando a narrativa de que a mudança corrigirá automaticamente um déficit grande para prefeituras, quando essa afirmação requer prova e contexto econômico.

    Prejudica: Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024

  • Loaded language Low
    imposto do pecado

    O uso da expressão coloquial/pejorativa “imposto do pecado” para se referir ao Imposto Seletivo insere uma carga moral e emocional no texto. Essa etiqueta tende a guiar o leitor a interpretar a tributação como punitiva ou moralmente julgadora, favorecendo uma leitura crítica do imposto que vai além da descrição técnica.

  • Loaded language Low
    A fim de apaziguar os ânimos, Braga determinou que a CNM e a FNP deverão estabelecer o regulamento eleitoral em um ato conjunto.

    A expressão “apaziguar os ânimos” é editorial e sugere tensão elevada entre as partes, ao mesmo tempo em que enaltece a ação do relator como conciliadora. Trata-se de um enquadramento que molda a percepção do leitor sobre o conflito e a atuação de Braga, sem acrescentar evidência objetiva do nível de 'ânimos' ou do impacto real da medida.

Análise de lacunas contextuais

Análise de lacunas contextuais

O artigo informa decisões centrais do PLP 108/24, mas deixa lacunas importantes: não explica a metodologia por trás do suposto efeito de R$ 40 bilhões; não documenta quais e quantas emendas foram realmente acatadas; não traz o texto legal das medidas citadas (tributação monofásica de nafta, composição formal do CGIBS); e omite estimativas de impacto fiscal e distributivo, por exemplo sobre SAFs. Essas ausências dificultam verificar a magnitude e os beneficiários reais das mudanças.

Completude contextual
50%
Questões não abordadas (5)
  • Qual a metodologia e o horizonte temporal usados para chegar ao valor de “até R$ 40 bilhões” de perdas evitadas pelas prefeituras?

    O número de R$ 40 bilhões aparece como justificativa para mudar o período-base da alíquota de referência; sem saber se é anual, acumulado, quais hipóteses e qual série foi utilizada, não dá para avaliar se a mudança é justificável ou exagera o ganho fiscal.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PDF Distribuição do IBS - Coeficiente de participação - cnm.org.br

    O art. 132 do PLP 108/2024 traz um ponto importante relativo aos cálculos e distri-buição do produto do IBS para Estados, Distrito Federal e Municípios, ato de competência do CG-IBS, reforçando a i...

    Receita Federal libera ferramenta oficial de cálculo da Reforma ...

    18 de jul. de 2025A versão Beta da Calculadora de Tributos foi criada para apoiar a implantação da Reforma Tributária sobre o Consumo, promovendo o cálculo padronizado da CBS, IBS e Imposto Seletivo.

    Receita de referência do IBS e da CBS na Reforma Tributária

    9 de dez. de 2025A receita de referência do IBS e da CBS é o ponto de partida para todos os cálculos de alíquota da Reforma Tributária. Ela representa um valor construído com base na arrecadação hi...

  • Quantas e quais emendas ao relatório de Eduardo Braga foram acatadas total ou parcialmente, e onde está o texto que lista essas emendas?

    O texto afirma que mais de 70 emendas foram acatadas, mas fontes citadas apontam apenas ao menos 3; confirmar o número e o conteúdo das emendas é essencial para entender mudanças substantivas no projeto.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PDF Anexo Emendas a Plp No D

    apresentação de provas. Vale observar que o § 2o do art. 67 do Substitutivo admite apresentação posterior de prova n. s casos em que especifica. A preclusão é mitigada pelo princípio da verdade mat...

    Emendas Apresentadas - PLP 108/2024 - Portal da Câmara dos Deputados

    13 de ago. de 2024Institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços - CG-IBS, dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serv...

    PDF ANEXO EMENDAS APRESENTADAS AO PLP No 108, DE 2024

    Afasta a preclusão em etapa posterior à impugnação para a apresentação de provas. Vale observar que o § 2o do art. 67 do Substitutivo admite apresentação posterior de prova nos casos em que especif...

  • O dispositivo que declara tributação monofásica para importação de nafta e derivados em 2026 consta do texto final do PLP 108/24, e qual a redação exata desse mecanismo anti‑evasão?

    A eficácia da medida contra evasão depende da redação legal (quem incide a cobrança, exceções, cronograma); sem o texto legal não se pode avaliar se a norma fecha a brecha ou cria novos problemas.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PLP 108/2024 - Senado Federal

    12 de nov. de 2024Encaminhado à publicação o Ofício da Câmara dos Deputados nº 935, de 2025, na origem, que comunica o envio à sanção do Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024.

    plp108 - Planalto

    § 3º De 2026 a 2028, os aportes mensais da União, mediante operação de crédito, serão reduzidos em valor equivalente ao montante da receita do IBS destinada ao financiamento do CG-IBS nos termos do...

    Sanção da monofasia da nafta reforça segurança tributária e fecha ...

    15 de jan. de 2026Para o Instituto Combustível Legal, a sanção do PLP 108/2024 demonstra maturidade institucional do país e reforça a importância de políticas tributárias preventivas no enfrentamen...

  • Qual é a redação legal que fixa a composição do Conselho Superior do CGIBS (número de representantes, critérios de indicação) e como foi resolvida a disputa CNM vs FNP?

    A representação dos Municípios no CGIBS afeta governança e redistribuição de receitas; é preciso ver o texto sobre composição e regras eleitorais para avaliar se há equilíbrio federativo ou favorecimento.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Conselho Superior - CGIBS - Comitê Gestor do IBS

    O colegiado é formado por 27 representantes dos Estados e do Distrito Federal e 27 representantes dos Municípios, garantindo paridade federativa e legitimidade decisória nas deliberações sobre o no...

    Ato Declaratório Executivo Cria Natureza Jurídica Do Comitê Gestor Do ...

    17 de jun. de 2025De acordo com o PLP 108/24, a estrutura organizacional e está prevista a seguinte composição: Estrutura e Composição. O Conselho Superior do Comitê Gestor será composto por 54 mem...

    Presidência do CGIBS toma posse e fortalece a governança compartilhada ...

    7 dias atrásA composição paritária do Conselho Superior é formada por representantes com 27 membros estaduais, indicações dos governadores e 27 municipais, composto por membros indicados pela Confe...

  • Existe estimativa do impacto orçamentário (receita perdida ou ganho) da exclusão das receitas de cessão de direitos e transferências de jogadores da base do TEF para SAFs?

    A isenção proposta para SAFs pode reduzir a arrecadação municipal/estadual ou resultar em outros efeitos distributivos; saber o impacto fiscal permite avaliar se a medida é justificada e a quem beneficia.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Impacto Orçamentário e Financeiro do PLP 108/2021, do Senado Federal ...

    O presente estudo foi elaborado a partir de solicitação da Deputada Caroline de Toni com a finalidade de analisar o impacto orçamentário e financeiro do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/202...

    PLP 108: o que pode mudar para as SAFs com a nova reforma tributária?

    6 de out. de 2025O Plenário do Senado aprovou o substitutivo ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, que regulamenta a segunda fase da reforma tributária — especialmente no que versa sobre a...

    Análise do Substitutivo ao PLP no 108/2024 (Relatório Sen. Eduardo ...

    12 de set. de 2025O Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, de iniciativa do Poder Executivo, constitui a segunda etapa da regulamentação da Reforma Tributária do consumo.

Artigo raiz

Título
Senado aprova 2ª etapa da regulamentação da Tributária
Status da busca
Obtido
Tipo de fonte
Artigo de notícia
Nível de autoridade
Secundário (63%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Papel da fonte
Reportagem Reportagem jornalística
Fontes vinculadas
4

O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Agora, a proposta segue para a Câmara dos Deputados, que terá a palavra final sobre a matéria antes de ir para sanção do pre...

O que verificamos

Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.

Sustentado Confiança 71%

Fontes primárias e secundárias disponíveis confirmam a contagem de votos: o comunicado do Ministério da Fazenda registra que o PLP foi aprovado “por 51 votos favoráveis, com 10 contrários e uma abstenção” (gov.br — “Projeto de lei que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços é aprovado no plenário do Senado” - https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2025/outubro/projeto-de-lei-que-cria-o-comite-gestor-do-imposto-sobre-bens-e-servicos-e-aprovado-no-plenario-do-senado). Reportagens como Brasil247 também indicam “Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários” (https://www.brasil247.com/regionais/brasilia/senado-aprova-texto-base-da-segunda-etapa-da-reforma-tributaria). Há menção em outra fonte (Machado Meyer) a 1 abstenção adicional, mas todas suportam os resultados 51 e 10 favoráveis/contrários. Sources consulted: Projeto de lei que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços é aprovado no plenário do Senado — Ministério da Fazenda; Senado aprova texto-base da segunda etapa da reforma tributária | Brasil 247; Senado aprova o PLP 108/2024: mudanças no ITCMD e impactos para o planejamento sucessório e patrimonial.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
17%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (90%)

Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (3)
  • Projeto de lei que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços é aprovado no plenário do Senado — Ministério da Fazenda
    Registro governamental · relevance 100% · authority 98%
    O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), tributo da alçada de estados e municípios ...
    Sustenta
  • Senado aprova texto-base da segunda etapa da reforma tributária | Brasil 247
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    247 - Senadores aprovaram nesta terça-feira (30) o texto-base do segundo projeto de regulamentação da reforma tributária (PLP 108/2024). Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários. Como o texto foi ...
    Sustenta
  • Senado aprova o PLP 108/2024: mudanças no ITCMD e impactos para o planejamento sucessório e patrimonial
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    Em 30 de setembro de 2025, o Senado Federal aprovou, por 51 votos favoráveis, 10 contrários e 1 abstenção, o texto alternativo apresentado pelo senador Eduardo Braga ao Projeto de Lei Complementar ...
    Sustenta

O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

Sustentado Confiança 69% Desatualizado

Evidências fornecidas indicam claramente que o Senado aprovou o PLP 108/2024 que institui o Comitê Gestor do IBS: reportagem da CBIC (“Reforma Tributária: Senado aprova PLP 108/2024 sobre Comitê Gestor do IBS” - https://cbic.org.br/reforma-tributaria-senado-aprova-plp-108-2024-sobre-comite-gestor-do-ibs/) afirma que “o Plenário do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (30), o PLP 108/2024”. Relato do Comsefaz também registra a aprovação em 30 de setembro (“PLP 108/2024: Com avanços federativos...” - https://comsefaz.org.br/novo/plp-108-2024-com-avancos-federativos-e-mencao-ao-comsefaz-senado-aprova-projeto-que-institui-comite-gestor/). A matéria do Migalhas sobre o relatório do PLP 108/24 no Senado complementa o contexto legislativo. Não há evidência nos documentos fornecidos que contradiga a afirmação. Sources consulted: Câmara aprova projeto que amplia compra de alimentos da agricultura familiar para a merenda escolar - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados; Comitê Gestor do IBS: Novo pilar da reforma em debate no Senado - Migalhas; Reforma Tributária: Senado aprova PLP 108/2024 sobre Comitê Gestor do IBS - CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
85%
Conflito
5%
Profundidade de citação
1%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (92%)

Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (4)
  • Câmara aprova projeto que amplia compra de alimentos da agricultura familiar para a merenda escolar - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados
    Registro legislativo · Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial · relevance 32% · authority 97%
    Proposta também regulamenta prazo de validade dos produtos da merenda; texto segue para sanção presidencial
    Sustenta
  • Reforma Tributária: Senado aprova PLP 108/2024 sobre Comitê Gestor do IBS - CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    O Plenário do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (30), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A proposta foi aprov...
    Sustenta
  • PLP 108/2024: Com avanços federativos e menção ao Comsefaz, Senado aprova projeto que institui Comitê Gestor - Comsefaz
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    O Senado Federal aprovou por ampla maioria o Projeto de Lei Complementar 108/2024, que institui o Comitê Gestor do IBS e define regras do funcionamento da nova entidade de interesse público que vai...
    Sustenta
  • Comitê Gestor do IBS: Novo pilar da reforma em debate no Senado - Migalhas
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 66% · authority 58%
    No dia 10 de setembro de 2025, foi apresentado, na CCJ - Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o relatório do PLP 108/24, que regulamenta o funcionamento do Comitê Gestor do IBS - Imposto s...
    Sustenta

Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.

Misto Confiança 23%

As fontes fornecidas confirmam que havia 195 emendas de plenário ao projeto (ex.: Blog do José Adriano — “Reforma tributária: relator aceita ao menos 3 de 195 emendas de Plenário” - https://joseadriano.com.br/reforma-tributaria-relator-aceita-ao-menos-3-de-195-emendas-de-plenario/; Congresso em Foco — “Reforma tributária: relator aceita ao menos 3 de 195 emendas” - https://www.congressoemfoco.com.br/noticia/112425/reforma-tributaria-relator-aceita-ao-menos-3-de-195-emendas). Contudo, nenhuma das evidências fornecidas sustenta que o senador Eduardo Braga acatou “total ou parcialmente mais de 70” emendas; as matérias relatam, ao contrário, que ele incorporou ao menos três concessionadas de última hora (ver também Terra sobre concessões do relator). Portanto, a segunda parte da afirmação (acatamento de >70) carece de evidência nos documentos apresentados. Sources consulted: Reforma tributária: relator amplia concessões na última hora em meio a votação acirrada no Senado; Reforma tributária: relator aceita ao menos 3 de 195 emendas de Plenário – Blog do José Adriano; Reforma tributária: relator aceita ao menos 3 de 195 emendas de Plenário.

Autoridade
100%
Independência
56%
Atualidade
70%
Conflito
65%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: needs_more_evidence (82%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 2).

Fontes de evidência (3)
  • Reforma tributária: relator aceita ao menos 3 de 195 emendas de Plenário
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 90% · authority 58%
    { "datacode": "NOTICIAS_LEIA_MAIS", "exhibitionresource": "NOTICIA_LEITURA", "showDelay": false, "articlekey": 112425, "viewed": [ "112425" ], "context": "{\"articlekey\":112425,\"originalarticleke...
    Contesta
  • Reforma tributária: relator aceita ao menos 3 de 195 emendas de Plenário – Blog do José Adriano
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 81% · authority 58%
    A reta final da regulamentação da reforma tributária ainda é palco de disputa política intensa. O relator do segundo e último projeto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), deve apresentar no Plenário do...
    Sustenta
  • Reforma tributária: relator amplia concessões na última hora em meio a votação acirrada no Senado
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 74% · authority 58%
    Escolha sua cor favorita para personalizar a interface! Selecione o tema abaixo e veja uma prévia instantânea.
    Sustenta
?

Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024

Precisa de mais evidência Confiança 13% 2024 Desatualizado

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

?

O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.

Precisa de mais evidência Confiança 13% em 2026 Desatualizado

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

?

O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados

Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

O que não pudemos verificar

Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.

Linha do tempo de evidências

08 de Novembro de 2023

Reforma tributária: relator amplia concessões na última hora em meio a votação acirrada no Senado

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Escolha sua cor favorita para personalizar a interface! Selecione o tema abaixo e veja uma prévia instantânea.

29 de Setembro de 2025

Reforma tributária: relator aceita ao menos 3 de 195 emendas de Plenário

Contesta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

{ "datacode": "NOTICIAS_LEIA_MAIS", "exhibitionresource": "NOTICIA_LEITURA", "showDelay": false, "articlekey": 112425, "viewed": [ "112425" ], "context": "{\"articlekey\":112425...

30 de Setembro de 2025

Reforma tributária: relator aceita ao menos 3 de 195 emendas de Plenário – Blog do José Adriano

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A reta final da regulamentação da reforma tributária ainda é palco de disputa política intensa. O relator do segundo e último projeto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), deve apres...

30 de Setembro de 2025

Senado aprova texto-base da segunda etapa da reforma tributária | Brasil 247

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

247 - Senadores aprovaram nesta terça-feira (30) o texto-base do segundo projeto de regulamentação da reforma tributária (PLP 108/2024). Foram 51 votos favoráveis e 10 contrário...

01 de Outubro de 2025

Reforma Tributária: Senado aprova PLP 108/2024 sobre Comitê Gestor do IBS - CBIC – Câmara Brasileira da Industria da Construção

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O Plenário do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (30), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). ...

07 de Outubro de 2025

PLP 108/2024: Com avanços federativos e menção ao Comsefaz, Senado aprova projeto que institui Comitê Gestor - Comsefaz

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O Senado Federal aprovou por ampla maioria o Projeto de Lei Complementar 108/2024, que institui o Comitê Gestor do IBS e define regras do funcionamento da nova entidade de inter...

16 de Outubro de 2025

Comitê Gestor do IBS: Novo pilar da reforma em debate no Senado - Migalhas

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

No dia 10 de setembro de 2025, foi apresentado, na CCJ - Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o relatório do PLP 108/24, que regulamenta o funcionamento do Comitê Gesto...

22 de Outubro de 2025

Senado aprova o PLP 108/2024: mudanças no ITCMD e impactos para o planejamento sucessório e patrimonial

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Em 30 de setembro de 2025, o Senado Federal aprovou, por 51 votos favoráveis, 10 contrários e 1 abstenção, o texto alternativo apresentado pelo senador Eduardo Braga ao Projeto ...

13 de Abril de 2026

Projeto de lei que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços é aprovado no plenário do Senado — Ministério da Fazenda

Sustenta Registro governamental Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)

O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), tributo da alçada de e...

15 de Abril de 2026

Câmara aprova projeto que amplia compra de alimentos da agricultura familiar para a merenda escolar - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados

Sustenta Registro legislativo Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)

Proposta também regulamenta prazo de validade dos produtos da merenda; texto segue para sanção presidencial

Grafo de fontes

Fonte Tipo Autoridade Papel Status
projeto de lei complementar (PLP) 108/24
https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/166095
Registro legislativo Primário (97%) Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais) Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial Rastreado
proposta
https://www.metropoles.com/brasil/economia-br/tributaria-veja-os-principais-p...
Artigo de notícia Secundário (63%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) Reportagem Reportagem jornalística Rastreado
Luiz Inácio Lula da Silva
https://www.metropoles.com/tag/governo-lula
Artigo de notícia Secundário (63%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) Reportagem Reportagem jornalística Rastreado
Reforma Tributária
https://www.metropoles.com/tag/reforma-tributaria
Artigo de notícia Secundário (63%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) Reportagem Reportagem jornalística Rastreado
www25.senado.leg.br (primary) www.metropoles.com (secondary) www.metropoles.com (secondary) www.metropoles.com (secondary) www.metropoles.com

Etapas do pipeline

Mostrar detalhes das etapas
  • Início · 0s Concluído
  • Buscar artigo raiz · 5s Concluído
  • Extrair alegações · 42s Concluído
  • Analisar manchete · 0s Concluído
  • Expandir artigos vinculados · 0s Concluído
  • Fetch linked article:23410 · 7s Concluído
  • Fetch linked article:23411 · 2s Concluído
  • Fetch linked article:23412 · 3s Concluído
  • Fetch linked article:23413 · 2s Concluído
  • Avaliar alegações · 4m 14s Concluído
  • Detectar distorção de fontes · 0s Concluído
  • Detectar manipulação temporal · 0s Concluído
  • Detectar engano estatístico · 0s Concluído
  • Detectar citação seletiva · 0s Concluído
  • Detectar lavagem de autoridade · 0s Concluído
  • Analisar estrutura retórica · 33s Concluído
  • Analisar lacunas contextuais · 31s Concluído
  • Detectar narrativa coordenada · 1m 9s Concluído
  • Avaliar manipulação emocional · 20s Concluído
  • Gerar resumo · 18s Concluído