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Credibilidade

10%

Coordenação

55%

Completude

55%

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Concluído

Análise da manchete

O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.

Manchete
CCJ aprova plano de trabalho para regulamentação da reforma tributária — Senado Notícias
Uma manchete mais honesta
Reforma tributária avança: CCJ aprova plano de trabalho, sem avaliar impacto fiscal, partilha ou salvaguardas ao Simples e ZFM
Parágrafo inicial
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (23) o plano de trabalho para a discussão do projeto de lei complementar (PLP) que regulamenta a reforma tributária (PLP 68/2024). O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de...

Resumo da investigação

Misto

A matéria é, em sua essência, um relato processual sobre a aprovação do plano de trabalho da CCJ para o PLP 68/2024 e não apresenta sinais de manipulação deliberada. No entanto, há inconsistências factuais pontuais (datas/cronologia), declarações sem evidência vinculada e omissões relevantes sobre o conteúdo substantivo da reforma (impactos econômicos, partilha de receitas, salvaguardas legais). Em face desses problemas moderados — mais de completude do que de veracidade intencional — classifico a qualidade geral como: mixed.

Pontos fortes

  • Cobre aspectos procedimentais relevantes (aprovação do plano de trabalho, número de audiências públicas e sessões temáticas) com citações atribuídas a senadores identificados.
  • Apresenta datas e quantificações específicas (ex.: 11 audiências, 2 sessões temáticas, calendário até 14/11), o que facilita checagem posterior.
  • Não há, no trecho fornecido, indicação de má representação de fontes, estatísticas manipuladas ou citações claramente fora de contexto.
  • Mantém integridade temporal: eventos e prazos estão datados e situados cronologicamente no texto.

Pontos fracos

  • Inconsistência verificável sobre datas: a afirmação de que o "primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29)" conflita com fontes que apontam o dia 29 como quinta-feira em outra cobertura — falta verificação editorial dessa data/rotina.
  • Algumas alegações importantes não têm evidência vinculada no input (por exemplo: sugestão de Izalci Lucas sobre votação na CAE; relato de 21 audiências em grupo de trabalho; declaração do presidente da CCJ sobre distribuição de competências entre comissões) e foram classificadas como 'needs_more_evidence'.
  • O artigo omite informações substantivas centrais para avaliar a reforma: estimativas de impacto na carga tributária, regras de partilha entre União/estados/municípios, texto legal que garanta proteções ao Simples Nacional e à Zona Franca de Manaus, e mecanismos que assegurem repasse de eventuais reduções aos preços finais.
  • A pauta da última audiência (14/11) é atribuída a temas específicos (regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal) sem evidência direta nas fontes fornecidas — exigiria link para pauta oficial ou documento da CCJ.
  • O enfoque processual e a repetida ênfase no rito e nos números (audiências, relator) levam a uma cobertura que legitima o procedimento, mas não informa suficientemente sobre conteúdos e controvérsias técnicas; várias fontes convergem nas mesmas omissões.
  • Headline_bait_score relativamente alto sugere potencial para atração de cliques; dependendo do título usado na peça completa, isso pode ter inflado atenção em detrimento de maior contextualização técnica.

Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:

  • O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição
  • O parecer retirou o óleo de milho da isenção
  • A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBN...
  • +54 more

Contexto do evento a partir de investigações relacionadas

Este evento foi analisado em 11 artigos

Linha do tempo composta

Compósito heurístico de investigações relacionadas: O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição | O parecer retirou o óleo de milho da isenção | A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBNA), que terão isenção de IVA, entre os quais arroz, feijão, pão | A Receita Federal prevê que a alíquota padrão de IVA suba de 26,5% para 27,97%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota do mundo, ultrapassando a Hungria onde o IVA equivale a 27%. | Segundo Braga, o relatório também padronizou o tratamento tributário entre alimentos in natura, como castanhas, amêndoas, frutas secas, produtos hortícolas secos, cogumelos | O parecer, no entanto, retirou o óleo de milho da isenção | Antes da ampliação da cesta básica, as carnes teriam apenas alíquota reduzida em 60% (para 40% da alíquota padrão). Com a ampliação da cesta básica | Em relação a outros benefícios incluídos no texto, como o cashback (devolução de impostos) para telecomunicações, isenções para medicamentos de doenças raras ou aumento do redutor social para aluguel, eles serão custeados com o Imposto Seletivo sobre armas, munições

Fatos omitidos pela maioria dos artigos

  • O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição
  • O parecer retirou o óleo de milho da isenção
  • A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBNA), que terão isenção de IVA, entre os quais arroz, feijão, pão
  • A Receita Federal prevê que a alíquota padrão de IVA suba de 26,5% para 27,97%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota do mundo, ultrapassando a Hungria onde o IVA equivale a 27%.
  • Segundo Braga, o relatório também padronizou o tratamento tributário entre alimentos in natura, como castanhas, amêndoas, frutas secas, produtos hortícolas secos, cogumelos
  • O parecer, no entanto, retirou o óleo de milho da isenção
  • Antes da ampliação da cesta básica, as carnes teriam apenas alíquota reduzida em 60% (para 40% da alíquota padrão). Com a ampliação da cesta básica
  • Em relação a outros benefícios incluídos no texto, como o cashback (devolução de impostos) para telecomunicações, isenções para medicamentos de doenças raras ou aumento do redutor social para aluguel, eles serão custeados com o Imposto Seletivo sobre armas, munições
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • A Comissão de Constituição
  • A matéria segue em regime de urgência para votação no plenário, onde precisará de 41 votos dos 81 senadores – número que corresponde à maioria absoluta da Casa.
  • De autoria da Presidência da República, o texto recebeu 517 emendas na CCJ, das quais quase 150 foram acolhidas total ou parcialmente por Braga em complementação de voto.
  • Distribuição do IBS: a repartição dos recursos passa a incluir rendimentos de aplicações financeiras, juros
  • Imposto seletivo: incidirá sobre produtos nocivos à saúde
  • Split payment: prevê a separação automática do valor devido de IBS
  • O PLP 108/2024 estabelece a criação do Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens
  • Bebidas açucaradas: Alíquota do Imposto Seletivo limitada a 2% (art. 422, §2º).
  • Cessão de servidores: Responsabilidade do Comitê Gestor somente a partir do segundo semestre de 2026 (art. 2º, §6º).
  • ITCMD e ITBI: Cobrança passa a valer desde a formalização do título, como escrituras de doação (art. 37-A).
  • ITCMD: Não incide sobre benefícios de previdência privada, seguro, pecúlio ou similares (inciso III do art. 150).
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O Congresso Nacional concluiu na segunda-feira (15/12) a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Esse Comitê terá a função de cobrar, fiscalizar
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Com a aprovação do Comitê Gestor do IBS pelo Congresso Nacional, o ano de 2026 será um período educativo, um ano de testes
  • Seguindo o princípio da cooperação introduzido no sistema tributário pela emenda constitucional 132/2023, não haverá aplicação imediata de penalidades para aqueles que não conseguirem cumprir as obrigações acessórias da reforma (...). Se a fiscalização apontar eventuais incorreções às empresas, elas terão 60 dias para corrigir as informações.
  • No começo deste mês a Receita Federal
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ (Comissão de Constituição
  • O plano de trabalho foi protocolado na noite dessa terça-feira (22) pelo relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM),
  • 1. NOVOS TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O CONSUMO
  • 2. IMPACTO NO SETOR PRODUTIVO Convidados Presidente da Confederação Nacional das Indústrias – CNI; Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP; Presidente da Confederação da Agricultura
  • REGIMES DIFERENCIADOS Convidados: Representante do Ministério do Desenvolvimento

Avaliação narrativa

As investigações relacionadas cobrem fatos sobrepostos, mas omitem detalhes diferentes.
Comparação de cobertura (11 artigos)
www.jmais.com.br Mixed

Reforma tributária mantém carnes e queijos na cesta básica | » JMais

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 52

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição
  • O parecer retirou o óleo de milho da isenção
  • A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBNA), que terão isenção de IVA, entre os quais arroz, feijão, pão
  • A Receita Federal prevê que a alíquota padrão de IVA suba de 26,5% para 27,97%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota do mundo, ultrapassando a Hungria onde o IVA equivale a 27%.
  • Segundo Braga, o relatório também padronizou o tratamento tributário entre alimentos in natura, como castanhas, amêndoas, frutas secas, produtos hortícolas secos, cogumelos
Fatos omitidos
  • O parecer, no entanto, retirou o óleo de milho da isenção
  • Antes da ampliação da cesta básica, as carnes teriam apenas alíquota reduzida em 60% (para 40% da alíquota padrão). Com a ampliação da cesta básica
  • Em relação a outros benefícios incluídos no texto, como o cashback (devolução de impostos) para telecomunicações, isenções para medicamentos de doenças raras ou aumento do redutor social para aluguel, eles serão custeados com o Imposto Seletivo sobre armas, munições
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • A Comissão de Constituição
  • A matéria segue em regime de urgência para votação no plenário, onde precisará de 41 votos dos 81 senadores – número que corresponde à maioria absoluta da Casa.
  • De autoria da Presidência da República, o texto recebeu 517 emendas na CCJ, das quais quase 150 foram acolhidas total ou parcialmente por Braga em complementação de voto.
  • Distribuição do IBS: a repartição dos recursos passa a incluir rendimentos de aplicações financeiras, juros
  • Imposto seletivo: incidirá sobre produtos nocivos à saúde
  • Split payment: prevê a separação automática do valor devido de IBS
  • O PLP 108/2024 estabelece a criação do Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens
  • Bebidas açucaradas: Alíquota do Imposto Seletivo limitada a 2% (art. 422, §2º).
  • Cessão de servidores: Responsabilidade do Comitê Gestor somente a partir do segundo semestre de 2026 (art. 2º, §6º).
  • ITCMD e ITBI: Cobrança passa a valer desde a formalização do título, como escrituras de doação (art. 37-A).
  • ITCMD: Não incide sobre benefícios de previdência privada, seguro, pecúlio ou similares (inciso III do art. 150).
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O Congresso Nacional concluiu na segunda-feira (15/12) a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Esse Comitê terá a função de cobrar, fiscalizar
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Com a aprovação do Comitê Gestor do IBS pelo Congresso Nacional, o ano de 2026 será um período educativo, um ano de testes
  • Seguindo o princípio da cooperação introduzido no sistema tributário pela emenda constitucional 132/2023, não haverá aplicação imediata de penalidades para aqueles que não conseguirem cumprir as obrigações acessórias da reforma (...). Se a fiscalização apontar eventuais incorreções às empresas, elas terão 60 dias para corrigir as informações.
  • No começo deste mês a Receita Federal
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ (Comissão de Constituição
  • O plano de trabalho foi protocolado na noite dessa terça-feira (22) pelo relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM),
  • 1. NOVOS TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O CONSUMO
  • 2. IMPACTO NO SETOR PRODUTIVO Convidados Presidente da Confederação Nacional das Indústrias – CNI; Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP; Presidente da Confederação da Agricultura
  • REGIMES DIFERENCIADOS Convidados: Representante do Ministério do Desenvolvimento
movimentoeconomico.com.br Mixed

Reforma tributária mantém carnes e queijos na cesta básica

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 51

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição
  • O parecer, no entanto, retirou o óleo de milho da isenção
  • A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBNA), que terão isenção de IVA, entre os quais arroz, feijão, pão
  • Segundo Braga, o relatório também padronizou o tratamento tributário entre alimentos in natura, como castanhas, amêndoas, frutas secas, produtos hortícolas secos, cogumelos
  • Antes da ampliação da cesta básica, as carnes teriam apenas alíquota reduzida em 60% (para 40% da alíquota padrão). Com a ampliação da cesta básica
  • Em relação a outros benefícios incluídos no texto, como o cashback (devolução de impostos) para telecomunicações, isenções para medicamentos de doenças raras ou aumento do redutor social para aluguel, eles serão custeados com o Imposto Seletivo sobre armas, munições
Fatos omitidos
  • O parecer retirou o óleo de milho da isenção
  • A Receita Federal prevê que a alíquota padrão de IVA suba de 26,5% para 27,97%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota do mundo, ultrapassando a Hungria onde o IVA equivale a 27%.
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • A Comissão de Constituição
  • A matéria segue em regime de urgência para votação no plenário, onde precisará de 41 votos dos 81 senadores – número que corresponde à maioria absoluta da Casa.
  • De autoria da Presidência da República, o texto recebeu 517 emendas na CCJ, das quais quase 150 foram acolhidas total ou parcialmente por Braga em complementação de voto.
  • Distribuição do IBS: a repartição dos recursos passa a incluir rendimentos de aplicações financeiras, juros
  • Imposto seletivo: incidirá sobre produtos nocivos à saúde
  • Split payment: prevê a separação automática do valor devido de IBS
  • O PLP 108/2024 estabelece a criação do Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens
  • Bebidas açucaradas: Alíquota do Imposto Seletivo limitada a 2% (art. 422, §2º).
  • Cessão de servidores: Responsabilidade do Comitê Gestor somente a partir do segundo semestre de 2026 (art. 2º, §6º).
  • ITCMD e ITBI: Cobrança passa a valer desde a formalização do título, como escrituras de doação (art. 37-A).
  • ITCMD: Não incide sobre benefícios de previdência privada, seguro, pecúlio ou similares (inciso III do art. 150).
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O Congresso Nacional concluiu na segunda-feira (15/12) a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Esse Comitê terá a função de cobrar, fiscalizar
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Com a aprovação do Comitê Gestor do IBS pelo Congresso Nacional, o ano de 2026 será um período educativo, um ano de testes
  • Seguindo o princípio da cooperação introduzido no sistema tributário pela emenda constitucional 132/2023, não haverá aplicação imediata de penalidades para aqueles que não conseguirem cumprir as obrigações acessórias da reforma (...). Se a fiscalização apontar eventuais incorreções às empresas, elas terão 60 dias para corrigir as informações.
  • No começo deste mês a Receita Federal
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ (Comissão de Constituição
  • O plano de trabalho foi protocolado na noite dessa terça-feira (22) pelo relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM),
  • 1. NOVOS TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O CONSUMO
  • 2. IMPACTO NO SETOR PRODUTIVO Convidados Presidente da Confederação Nacional das Indústrias – CNI; Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP; Presidente da Confederação da Agricultura
  • REGIMES DIFERENCIADOS Convidados: Representante do Ministério do Desenvolvimento
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Relatório da reforma tributária é divulgado no Senado; veja o texto | Jornal ...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 52

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Fatos incluídos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
Fatos omitidos
  • O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição
  • O parecer retirou o óleo de milho da isenção
  • A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBNA), que terão isenção de IVA, entre os quais arroz, feijão, pão
  • A Receita Federal prevê que a alíquota padrão de IVA suba de 26,5% para 27,97%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota do mundo, ultrapassando a Hungria onde o IVA equivale a 27%.
  • Segundo Braga, o relatório também padronizou o tratamento tributário entre alimentos in natura, como castanhas, amêndoas, frutas secas, produtos hortícolas secos, cogumelos
  • O parecer, no entanto, retirou o óleo de milho da isenção
  • Antes da ampliação da cesta básica, as carnes teriam apenas alíquota reduzida em 60% (para 40% da alíquota padrão). Com a ampliação da cesta básica
  • Em relação a outros benefícios incluídos no texto, como o cashback (devolução de impostos) para telecomunicações, isenções para medicamentos de doenças raras ou aumento do redutor social para aluguel, eles serão custeados com o Imposto Seletivo sobre armas, munições
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • A Comissão de Constituição
  • A matéria segue em regime de urgência para votação no plenário, onde precisará de 41 votos dos 81 senadores – número que corresponde à maioria absoluta da Casa.
  • De autoria da Presidência da República, o texto recebeu 517 emendas na CCJ, das quais quase 150 foram acolhidas total ou parcialmente por Braga em complementação de voto.
  • Distribuição do IBS: a repartição dos recursos passa a incluir rendimentos de aplicações financeiras, juros
  • Imposto seletivo: incidirá sobre produtos nocivos à saúde
  • Split payment: prevê a separação automática do valor devido de IBS
  • O PLP 108/2024 estabelece a criação do Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens
  • Bebidas açucaradas: Alíquota do Imposto Seletivo limitada a 2% (art. 422, §2º).
  • Cessão de servidores: Responsabilidade do Comitê Gestor somente a partir do segundo semestre de 2026 (art. 2º, §6º).
  • ITCMD e ITBI: Cobrança passa a valer desde a formalização do título, como escrituras de doação (art. 37-A).
  • ITCMD: Não incide sobre benefícios de previdência privada, seguro, pecúlio ou similares (inciso III do art. 150).
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O Congresso Nacional concluiu na segunda-feira (15/12) a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Esse Comitê terá a função de cobrar, fiscalizar
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Com a aprovação do Comitê Gestor do IBS pelo Congresso Nacional, o ano de 2026 será um período educativo, um ano de testes
  • Seguindo o princípio da cooperação introduzido no sistema tributário pela emenda constitucional 132/2023, não haverá aplicação imediata de penalidades para aqueles que não conseguirem cumprir as obrigações acessórias da reforma (...). Se a fiscalização apontar eventuais incorreções às empresas, elas terão 60 dias para corrigir as informações.
  • No começo deste mês a Receita Federal
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ (Comissão de Constituição
  • O plano de trabalho foi protocolado na noite dessa terça-feira (22) pelo relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM),
  • 1. NOVOS TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O CONSUMO
  • 2. IMPACTO NO SETOR PRODUTIVO Convidados Presidente da Confederação Nacional das Indústrias – CNI; Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP; Presidente da Confederação da Agricultura
  • REGIMES DIFERENCIADOS Convidados: Representante do Ministério do Desenvolvimento
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Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

Fatos incluídos: 10
Fatos omitidos: 47

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Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
Fatos omitidos
  • O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição
  • O parecer retirou o óleo de milho da isenção
  • A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBNA), que terão isenção de IVA, entre os quais arroz, feijão, pão
  • A Receita Federal prevê que a alíquota padrão de IVA suba de 26,5% para 27,97%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota do mundo, ultrapassando a Hungria onde o IVA equivale a 27%.
  • Segundo Braga, o relatório também padronizou o tratamento tributário entre alimentos in natura, como castanhas, amêndoas, frutas secas, produtos hortícolas secos, cogumelos
  • O parecer, no entanto, retirou o óleo de milho da isenção
  • Antes da ampliação da cesta básica, as carnes teriam apenas alíquota reduzida em 60% (para 40% da alíquota padrão). Com a ampliação da cesta básica
  • Em relação a outros benefícios incluídos no texto, como o cashback (devolução de impostos) para telecomunicações, isenções para medicamentos de doenças raras ou aumento do redutor social para aluguel, eles serão custeados com o Imposto Seletivo sobre armas, munições
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A Comissão de Constituição
  • A matéria segue em regime de urgência para votação no plenário, onde precisará de 41 votos dos 81 senadores – número que corresponde à maioria absoluta da Casa.
  • De autoria da Presidência da República, o texto recebeu 517 emendas na CCJ, das quais quase 150 foram acolhidas total ou parcialmente por Braga em complementação de voto.
  • Distribuição do IBS: a repartição dos recursos passa a incluir rendimentos de aplicações financeiras, juros
  • Imposto seletivo: incidirá sobre produtos nocivos à saúde
  • Split payment: prevê a separação automática do valor devido de IBS
  • O PLP 108/2024 estabelece a criação do Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens
  • Bebidas açucaradas: Alíquota do Imposto Seletivo limitada a 2% (art. 422, §2º).
  • Cessão de servidores: Responsabilidade do Comitê Gestor somente a partir do segundo semestre de 2026 (art. 2º, §6º).
  • ITCMD e ITBI: Cobrança passa a valer desde a formalização do título, como escrituras de doação (art. 37-A).
  • ITCMD: Não incide sobre benefícios de previdência privada, seguro, pecúlio ou similares (inciso III do art. 150).
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O Congresso Nacional concluiu na segunda-feira (15/12) a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Esse Comitê terá a função de cobrar, fiscalizar
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Com a aprovação do Comitê Gestor do IBS pelo Congresso Nacional, o ano de 2026 será um período educativo, um ano de testes
  • Seguindo o princípio da cooperação introduzido no sistema tributário pela emenda constitucional 132/2023, não haverá aplicação imediata de penalidades para aqueles que não conseguirem cumprir as obrigações acessórias da reforma (...). Se a fiscalização apontar eventuais incorreções às empresas, elas terão 60 dias para corrigir as informações.
  • No começo deste mês a Receita Federal
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ (Comissão de Constituição
  • O plano de trabalho foi protocolado na noite dessa terça-feira (22) pelo relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM),
  • 1. NOVOS TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O CONSUMO
  • 2. IMPACTO NO SETOR PRODUTIVO Convidados Presidente da Confederação Nacional das Indústrias – CNI; Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP; Presidente da Confederação da Agricultura
  • REGIMES DIFERENCIADOS Convidados: Representante do Ministério do Desenvolvimento
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CCJ do Senado aprova relatório que regulamenta reforma tributária - Folha BV

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 51

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • A matéria segue em regime de urgência para votação no plenário, onde precisará de 41 votos dos 81 senadores – número que corresponde à maioria absoluta da Casa.
  • De autoria da Presidência da República, o texto recebeu 517 emendas na CCJ, das quais quase 150 foram acolhidas total ou parcialmente por Braga em complementação de voto.
  • Distribuição do IBS: a repartição dos recursos passa a incluir rendimentos de aplicações financeiras, juros
  • Imposto seletivo: incidirá sobre produtos nocivos à saúde
  • Split payment: prevê a separação automática do valor devido de IBS
Fatos omitidos
  • O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição
  • O parecer retirou o óleo de milho da isenção
  • A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBNA), que terão isenção de IVA, entre os quais arroz, feijão, pão
  • A Receita Federal prevê que a alíquota padrão de IVA suba de 26,5% para 27,97%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota do mundo, ultrapassando a Hungria onde o IVA equivale a 27%.
  • Segundo Braga, o relatório também padronizou o tratamento tributário entre alimentos in natura, como castanhas, amêndoas, frutas secas, produtos hortícolas secos, cogumelos
  • O parecer, no entanto, retirou o óleo de milho da isenção
  • Antes da ampliação da cesta básica, as carnes teriam apenas alíquota reduzida em 60% (para 40% da alíquota padrão). Com a ampliação da cesta básica
  • Em relação a outros benefícios incluídos no texto, como o cashback (devolução de impostos) para telecomunicações, isenções para medicamentos de doenças raras ou aumento do redutor social para aluguel, eles serão custeados com o Imposto Seletivo sobre armas, munições
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • O PLP 108/2024 estabelece a criação do Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens
  • Bebidas açucaradas: Alíquota do Imposto Seletivo limitada a 2% (art. 422, §2º).
  • Cessão de servidores: Responsabilidade do Comitê Gestor somente a partir do segundo semestre de 2026 (art. 2º, §6º).
  • ITCMD e ITBI: Cobrança passa a valer desde a formalização do título, como escrituras de doação (art. 37-A).
  • ITCMD: Não incide sobre benefícios de previdência privada, seguro, pecúlio ou similares (inciso III do art. 150).
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O Congresso Nacional concluiu na segunda-feira (15/12) a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Esse Comitê terá a função de cobrar, fiscalizar
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Com a aprovação do Comitê Gestor do IBS pelo Congresso Nacional, o ano de 2026 será um período educativo, um ano de testes
  • Seguindo o princípio da cooperação introduzido no sistema tributário pela emenda constitucional 132/2023, não haverá aplicação imediata de penalidades para aqueles que não conseguirem cumprir as obrigações acessórias da reforma (...). Se a fiscalização apontar eventuais incorreções às empresas, elas terão 60 dias para corrigir as informações.
  • No começo deste mês a Receita Federal
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ (Comissão de Constituição
  • O plano de trabalho foi protocolado na noite dessa terça-feira (22) pelo relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM),
  • 1. NOVOS TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O CONSUMO
  • 2. IMPACTO NO SETOR PRODUTIVO Convidados Presidente da Confederação Nacional das Indústrias – CNI; Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP; Presidente da Confederação da Agricultura
  • REGIMES DIFERENCIADOS Convidados: Representante do Ministério do Desenvolvimento
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Senado aprova mudanças na reforma tributária

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 51

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O PLP 108/2024 estabelece a criação do Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens
  • Bebidas açucaradas: Alíquota do Imposto Seletivo limitada a 2% (art. 422, §2º).
  • Cessão de servidores: Responsabilidade do Comitê Gestor somente a partir do segundo semestre de 2026 (art. 2º, §6º).
  • ITCMD e ITBI: Cobrança passa a valer desde a formalização do título, como escrituras de doação (art. 37-A).
  • ITCMD: Não incide sobre benefícios de previdência privada, seguro, pecúlio ou similares (inciso III do art. 150).
Fatos omitidos
  • O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição
  • O parecer retirou o óleo de milho da isenção
  • A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBNA), que terão isenção de IVA, entre os quais arroz, feijão, pão
  • A Receita Federal prevê que a alíquota padrão de IVA suba de 26,5% para 27,97%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota do mundo, ultrapassando a Hungria onde o IVA equivale a 27%.
  • Segundo Braga, o relatório também padronizou o tratamento tributário entre alimentos in natura, como castanhas, amêndoas, frutas secas, produtos hortícolas secos, cogumelos
  • O parecer, no entanto, retirou o óleo de milho da isenção
  • Antes da ampliação da cesta básica, as carnes teriam apenas alíquota reduzida em 60% (para 40% da alíquota padrão). Com a ampliação da cesta básica
  • Em relação a outros benefícios incluídos no texto, como o cashback (devolução de impostos) para telecomunicações, isenções para medicamentos de doenças raras ou aumento do redutor social para aluguel, eles serão custeados com o Imposto Seletivo sobre armas, munições
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • A matéria segue em regime de urgência para votação no plenário, onde precisará de 41 votos dos 81 senadores – número que corresponde à maioria absoluta da Casa.
  • De autoria da Presidência da República, o texto recebeu 517 emendas na CCJ, das quais quase 150 foram acolhidas total ou parcialmente por Braga em complementação de voto.
  • Distribuição do IBS: a repartição dos recursos passa a incluir rendimentos de aplicações financeiras, juros
  • Imposto seletivo: incidirá sobre produtos nocivos à saúde
  • Split payment: prevê a separação automática do valor devido de IBS
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O Congresso Nacional concluiu na segunda-feira (15/12) a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Esse Comitê terá a função de cobrar, fiscalizar
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Com a aprovação do Comitê Gestor do IBS pelo Congresso Nacional, o ano de 2026 será um período educativo, um ano de testes
  • Seguindo o princípio da cooperação introduzido no sistema tributário pela emenda constitucional 132/2023, não haverá aplicação imediata de penalidades para aqueles que não conseguirem cumprir as obrigações acessórias da reforma (...). Se a fiscalização apontar eventuais incorreções às empresas, elas terão 60 dias para corrigir as informações.
  • No começo deste mês a Receita Federal
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ (Comissão de Constituição
  • O plano de trabalho foi protocolado na noite dessa terça-feira (22) pelo relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM),
  • 1. NOVOS TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O CONSUMO
  • 2. IMPACTO NO SETOR PRODUTIVO Convidados Presidente da Confederação Nacional das Indústrias – CNI; Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP; Presidente da Confederação da Agricultura
  • REGIMES DIFERENCIADOS Convidados: Representante do Ministério do Desenvolvimento
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CCJ aprova plano de trabalho para regulamentação da reforma tributária — Sena...

Fatos incluídos: 7
Fatos omitidos: 50
Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
Fatos omitidos
  • O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição
  • O parecer retirou o óleo de milho da isenção
  • A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBNA), que terão isenção de IVA, entre os quais arroz, feijão, pão
  • A Receita Federal prevê que a alíquota padrão de IVA suba de 26,5% para 27,97%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota do mundo, ultrapassando a Hungria onde o IVA equivale a 27%.
  • Segundo Braga, o relatório também padronizou o tratamento tributário entre alimentos in natura, como castanhas, amêndoas, frutas secas, produtos hortícolas secos, cogumelos
  • O parecer, no entanto, retirou o óleo de milho da isenção
  • Antes da ampliação da cesta básica, as carnes teriam apenas alíquota reduzida em 60% (para 40% da alíquota padrão). Com a ampliação da cesta básica
  • Em relação a outros benefícios incluídos no texto, como o cashback (devolução de impostos) para telecomunicações, isenções para medicamentos de doenças raras ou aumento do redutor social para aluguel, eles serão custeados com o Imposto Seletivo sobre armas, munições
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • A matéria segue em regime de urgência para votação no plenário, onde precisará de 41 votos dos 81 senadores – número que corresponde à maioria absoluta da Casa.
  • De autoria da Presidência da República, o texto recebeu 517 emendas na CCJ, das quais quase 150 foram acolhidas total ou parcialmente por Braga em complementação de voto.
  • Distribuição do IBS: a repartição dos recursos passa a incluir rendimentos de aplicações financeiras, juros
  • Imposto seletivo: incidirá sobre produtos nocivos à saúde
  • Split payment: prevê a separação automática do valor devido de IBS
  • O PLP 108/2024 estabelece a criação do Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens
  • Bebidas açucaradas: Alíquota do Imposto Seletivo limitada a 2% (art. 422, §2º).
  • Cessão de servidores: Responsabilidade do Comitê Gestor somente a partir do segundo semestre de 2026 (art. 2º, §6º).
  • ITCMD e ITBI: Cobrança passa a valer desde a formalização do título, como escrituras de doação (art. 37-A).
  • ITCMD: Não incide sobre benefícios de previdência privada, seguro, pecúlio ou similares (inciso III do art. 150).
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O Congresso Nacional concluiu na segunda-feira (15/12) a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Esse Comitê terá a função de cobrar, fiscalizar
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Com a aprovação do Comitê Gestor do IBS pelo Congresso Nacional, o ano de 2026 será um período educativo, um ano de testes
  • Seguindo o princípio da cooperação introduzido no sistema tributário pela emenda constitucional 132/2023, não haverá aplicação imediata de penalidades para aqueles que não conseguirem cumprir as obrigações acessórias da reforma (...). Se a fiscalização apontar eventuais incorreções às empresas, elas terão 60 dias para corrigir as informações.
  • No começo deste mês a Receita Federal
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ (Comissão de Constituição
  • O plano de trabalho foi protocolado na noite dessa terça-feira (22) pelo relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM),
  • 1. NOVOS TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O CONSUMO
  • 2. IMPACTO NO SETOR PRODUTIVO Convidados Presidente da Confederação Nacional das Indústrias – CNI; Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP; Presidente da Confederação da Agricultura
  • REGIMES DIFERENCIADOS Convidados: Representante do Ministério do Desenvolvimento
www.gov.br Mixed

Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

Fatos incluídos: 7
Fatos omitidos: 50

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • Os senadores Eduardo Braga
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
Fatos omitidos
  • O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição
  • O parecer retirou o óleo de milho da isenção
  • A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBNA), que terão isenção de IVA, entre os quais arroz, feijão, pão
  • A Receita Federal prevê que a alíquota padrão de IVA suba de 26,5% para 27,97%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota do mundo, ultrapassando a Hungria onde o IVA equivale a 27%.
  • Segundo Braga, o relatório também padronizou o tratamento tributário entre alimentos in natura, como castanhas, amêndoas, frutas secas, produtos hortícolas secos, cogumelos
  • O parecer, no entanto, retirou o óleo de milho da isenção
  • Antes da ampliação da cesta básica, as carnes teriam apenas alíquota reduzida em 60% (para 40% da alíquota padrão). Com a ampliação da cesta básica
  • Em relação a outros benefícios incluídos no texto, como o cashback (devolução de impostos) para telecomunicações, isenções para medicamentos de doenças raras ou aumento do redutor social para aluguel, eles serão custeados com o Imposto Seletivo sobre armas, munições
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • A Comissão de Constituição
  • A matéria segue em regime de urgência para votação no plenário, onde precisará de 41 votos dos 81 senadores – número que corresponde à maioria absoluta da Casa.
  • De autoria da Presidência da República, o texto recebeu 517 emendas na CCJ, das quais quase 150 foram acolhidas total ou parcialmente por Braga em complementação de voto.
  • Distribuição do IBS: a repartição dos recursos passa a incluir rendimentos de aplicações financeiras, juros
  • Imposto seletivo: incidirá sobre produtos nocivos à saúde
  • Split payment: prevê a separação automática do valor devido de IBS
  • O PLP 108/2024 estabelece a criação do Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens
  • Bebidas açucaradas: Alíquota do Imposto Seletivo limitada a 2% (art. 422, §2º).
  • Cessão de servidores: Responsabilidade do Comitê Gestor somente a partir do segundo semestre de 2026 (art. 2º, §6º).
  • ITCMD e ITBI: Cobrança passa a valer desde a formalização do título, como escrituras de doação (art. 37-A).
  • ITCMD: Não incide sobre benefícios de previdência privada, seguro, pecúlio ou similares (inciso III do art. 150).
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O Congresso Nacional concluiu na segunda-feira (15/12) a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Esse Comitê terá a função de cobrar, fiscalizar
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Com a aprovação do Comitê Gestor do IBS pelo Congresso Nacional, o ano de 2026 será um período educativo, um ano de testes
  • Seguindo o princípio da cooperação introduzido no sistema tributário pela emenda constitucional 132/2023, não haverá aplicação imediata de penalidades para aqueles que não conseguirem cumprir as obrigações acessórias da reforma (...). Se a fiscalização apontar eventuais incorreções às empresas, elas terão 60 dias para corrigir as informações.
  • No começo deste mês a Receita Federal
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ (Comissão de Constituição
  • O plano de trabalho foi protocolado na noite dessa terça-feira (22) pelo relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM),
  • 1. NOVOS TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O CONSUMO
  • 2. IMPACTO NO SETOR PRODUTIVO Convidados Presidente da Confederação Nacional das Indústrias – CNI; Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP; Presidente da Confederação da Agricultura
  • REGIMES DIFERENCIADOS Convidados: Representante do Ministério do Desenvolvimento
www.gov.br Mixed

Congresso conclui votações e aprova a criação do Comitê Gestor do Imposto sob...

Fatos incluídos: 7
Fatos omitidos: 50

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • Os senadores Eduardo Braga
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
Fatos omitidos
  • O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição
  • O parecer retirou o óleo de milho da isenção
  • A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBNA), que terão isenção de IVA, entre os quais arroz, feijão, pão
  • A Receita Federal prevê que a alíquota padrão de IVA suba de 26,5% para 27,97%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota do mundo, ultrapassando a Hungria onde o IVA equivale a 27%.
  • Segundo Braga, o relatório também padronizou o tratamento tributário entre alimentos in natura, como castanhas, amêndoas, frutas secas, produtos hortícolas secos, cogumelos
  • O parecer, no entanto, retirou o óleo de milho da isenção
  • Antes da ampliação da cesta básica, as carnes teriam apenas alíquota reduzida em 60% (para 40% da alíquota padrão). Com a ampliação da cesta básica
  • Em relação a outros benefícios incluídos no texto, como o cashback (devolução de impostos) para telecomunicações, isenções para medicamentos de doenças raras ou aumento do redutor social para aluguel, eles serão custeados com o Imposto Seletivo sobre armas, munições
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • A Comissão de Constituição
  • A matéria segue em regime de urgência para votação no plenário, onde precisará de 41 votos dos 81 senadores – número que corresponde à maioria absoluta da Casa.
  • De autoria da Presidência da República, o texto recebeu 517 emendas na CCJ, das quais quase 150 foram acolhidas total ou parcialmente por Braga em complementação de voto.
  • Distribuição do IBS: a repartição dos recursos passa a incluir rendimentos de aplicações financeiras, juros
  • Imposto seletivo: incidirá sobre produtos nocivos à saúde
  • Split payment: prevê a separação automática do valor devido de IBS
  • O PLP 108/2024 estabelece a criação do Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens
  • Bebidas açucaradas: Alíquota do Imposto Seletivo limitada a 2% (art. 422, §2º).
  • Cessão de servidores: Responsabilidade do Comitê Gestor somente a partir do segundo semestre de 2026 (art. 2º, §6º).
  • ITCMD e ITBI: Cobrança passa a valer desde a formalização do título, como escrituras de doação (art. 37-A).
  • ITCMD: Não incide sobre benefícios de previdência privada, seguro, pecúlio ou similares (inciso III do art. 150).
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O Congresso Nacional concluiu na segunda-feira (15/12) a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Esse Comitê terá a função de cobrar, fiscalizar
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Com a aprovação do Comitê Gestor do IBS pelo Congresso Nacional, o ano de 2026 será um período educativo, um ano de testes
  • Seguindo o princípio da cooperação introduzido no sistema tributário pela emenda constitucional 132/2023, não haverá aplicação imediata de penalidades para aqueles que não conseguirem cumprir as obrigações acessórias da reforma (...). Se a fiscalização apontar eventuais incorreções às empresas, elas terão 60 dias para corrigir as informações.
  • No começo deste mês a Receita Federal
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ (Comissão de Constituição
  • O plano de trabalho foi protocolado na noite dessa terça-feira (22) pelo relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM),
  • 1. NOVOS TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O CONSUMO
  • 2. IMPACTO NO SETOR PRODUTIVO Convidados Presidente da Confederação Nacional das Indústrias – CNI; Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP; Presidente da Confederação da Agricultura
  • REGIMES DIFERENCIADOS Convidados: Representante do Ministério do Desenvolvimento
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Eduardo Braga apresenta parecer sobre segunda regulamentação da reforma tribu...

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Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
Fatos omitidos
  • O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição
  • O parecer retirou o óleo de milho da isenção
  • A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBNA), que terão isenção de IVA, entre os quais arroz, feijão, pão
  • A Receita Federal prevê que a alíquota padrão de IVA suba de 26,5% para 27,97%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota do mundo, ultrapassando a Hungria onde o IVA equivale a 27%.
  • Segundo Braga, o relatório também padronizou o tratamento tributário entre alimentos in natura, como castanhas, amêndoas, frutas secas, produtos hortícolas secos, cogumelos
  • O parecer, no entanto, retirou o óleo de milho da isenção
  • Antes da ampliação da cesta básica, as carnes teriam apenas alíquota reduzida em 60% (para 40% da alíquota padrão). Com a ampliação da cesta básica
  • Em relação a outros benefícios incluídos no texto, como o cashback (devolução de impostos) para telecomunicações, isenções para medicamentos de doenças raras ou aumento do redutor social para aluguel, eles serão custeados com o Imposto Seletivo sobre armas, munições
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • A Comissão de Constituição
  • A matéria segue em regime de urgência para votação no plenário, onde precisará de 41 votos dos 81 senadores – número que corresponde à maioria absoluta da Casa.
  • De autoria da Presidência da República, o texto recebeu 517 emendas na CCJ, das quais quase 150 foram acolhidas total ou parcialmente por Braga em complementação de voto.
  • Distribuição do IBS: a repartição dos recursos passa a incluir rendimentos de aplicações financeiras, juros
  • Imposto seletivo: incidirá sobre produtos nocivos à saúde
  • Split payment: prevê a separação automática do valor devido de IBS
  • O PLP 108/2024 estabelece a criação do Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens
  • Bebidas açucaradas: Alíquota do Imposto Seletivo limitada a 2% (art. 422, §2º).
  • Cessão de servidores: Responsabilidade do Comitê Gestor somente a partir do segundo semestre de 2026 (art. 2º, §6º).
  • ITCMD e ITBI: Cobrança passa a valer desde a formalização do título, como escrituras de doação (art. 37-A).
  • ITCMD: Não incide sobre benefícios de previdência privada, seguro, pecúlio ou similares (inciso III do art. 150).
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O Congresso Nacional concluiu na segunda-feira (15/12) a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Esse Comitê terá a função de cobrar, fiscalizar
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Com a aprovação do Comitê Gestor do IBS pelo Congresso Nacional, o ano de 2026 será um período educativo, um ano de testes
  • Seguindo o princípio da cooperação introduzido no sistema tributário pela emenda constitucional 132/2023, não haverá aplicação imediata de penalidades para aqueles que não conseguirem cumprir as obrigações acessórias da reforma (...). Se a fiscalização apontar eventuais incorreções às empresas, elas terão 60 dias para corrigir as informações.
  • No começo deste mês a Receita Federal
  • A CCJ (Comissão de Constituição
  • O plano de trabalho foi protocolado na noite dessa terça-feira (22) pelo relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM),
  • 1. NOVOS TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O CONSUMO
  • 2. IMPACTO NO SETOR PRODUTIVO Convidados Presidente da Confederação Nacional das Indústrias – CNI; Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP; Presidente da Confederação da Agricultura
  • REGIMES DIFERENCIADOS Convidados: Representante do Ministério do Desenvolvimento
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CCJ do Senado fará 11 audiências para concluir PLP 68

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 52

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Fatos incluídos
  • A CCJ (Comissão de Constituição
  • O plano de trabalho foi protocolado na noite dessa terça-feira (22) pelo relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM),
  • 1. NOVOS TRIBUTOS INCIDENTES SOBRE O CONSUMO
  • 2. IMPACTO NO SETOR PRODUTIVO Convidados Presidente da Confederação Nacional das Indústrias – CNI; Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP; Presidente da Confederação da Agricultura
  • REGIMES DIFERENCIADOS Convidados: Representante do Ministério do Desenvolvimento
Fatos omitidos
  • O relatório do projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária, apresentado nesta segunda-feira (9) à Comissão de Constituição
  • O parecer retirou o óleo de milho da isenção
  • A versão original do projeto que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo previa apenas 15 itens da Cesta Básica Nacional de Alimentos (CBNA), que terão isenção de IVA, entre os quais arroz, feijão, pão
  • A Receita Federal prevê que a alíquota padrão de IVA suba de 26,5% para 27,97%, o que tornaria o Brasil o país com a maior alíquota do mundo, ultrapassando a Hungria onde o IVA equivale a 27%.
  • Segundo Braga, o relatório também padronizou o tratamento tributário entre alimentos in natura, como castanhas, amêndoas, frutas secas, produtos hortícolas secos, cogumelos
  • O parecer, no entanto, retirou o óleo de milho da isenção
  • Antes da ampliação da cesta básica, as carnes teriam apenas alíquota reduzida em 60% (para 40% da alíquota padrão). Com a ampliação da cesta básica
  • Em relação a outros benefícios incluídos no texto, como o cashback (devolução de impostos) para telecomunicações, isenções para medicamentos de doenças raras ou aumento do redutor social para aluguel, eles serão custeados com o Imposto Seletivo sobre armas, munições
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • A Comissão de Constituição
  • A matéria segue em regime de urgência para votação no plenário, onde precisará de 41 votos dos 81 senadores – número que corresponde à maioria absoluta da Casa.
  • De autoria da Presidência da República, o texto recebeu 517 emendas na CCJ, das quais quase 150 foram acolhidas total ou parcialmente por Braga em complementação de voto.
  • Distribuição do IBS: a repartição dos recursos passa a incluir rendimentos de aplicações financeiras, juros
  • Imposto seletivo: incidirá sobre produtos nocivos à saúde
  • Split payment: prevê a separação automática do valor devido de IBS
  • O PLP 108/2024 estabelece a criação do Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens
  • Bebidas açucaradas: Alíquota do Imposto Seletivo limitada a 2% (art. 422, §2º).
  • Cessão de servidores: Responsabilidade do Comitê Gestor somente a partir do segundo semestre de 2026 (art. 2º, §6º).
  • ITCMD e ITBI: Cobrança passa a valer desde a formalização do título, como escrituras de doação (art. 37-A).
  • ITCMD: Não incide sobre benefícios de previdência privada, seguro, pecúlio ou similares (inciso III do art. 150).
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O Congresso Nacional concluiu na segunda-feira (15/12) a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Esse Comitê terá a função de cobrar, fiscalizar
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Com a aprovação do Comitê Gestor do IBS pelo Congresso Nacional, o ano de 2026 será um período educativo, um ano de testes
  • Seguindo o princípio da cooperação introduzido no sistema tributário pela emenda constitucional 132/2023, não haverá aplicação imediata de penalidades para aqueles que não conseguirem cumprir as obrigações acessórias da reforma (...). Se a fiscalização apontar eventuais incorreções às empresas, elas terão 60 dias para corrigir as informações.
  • No começo deste mês a Receita Federal
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação

Análise de narrativa coordenada

As peças analisadas seguem um mesmo arcabouço narrativo institucional: noticiam a aprovação do plano de trabalho da CCJ para discutir o PLP 68/2024, destacam o relator (senador Eduardo Braga) e quantificam o rito (11 audiências públicas e 2 sessões temáticas). Essa convergência é plausível como cobertura normativa de um grande tema legislativo, mas ganha relevância porque todas as fontes compartilham omissões substantivas idênticas — principalmente ausência de detalhes sobre o conteúdo do PLP, impactos econômicos e posições de atores afetados. Não há, nos trechos fornecidos, uso coordenado de ataques ao mensageiro ou falácias retóricas idênticas; o padrão dominante é procedimental e de enquadramento cauteloso, combinado com uma omissão consistente de evidências centrais que ajudariam a avaliar consequências e controvérsias.

Pontuação de coordenação
55%

Enquadramento convergente

  • Enfoque processual / institucional: ênfase no rito (aprovação do plano, número de audiências e sessões) em vez de debate sobre conteúdo substantivo.
  • Destaque ao relator e ao calendário (menção repetida ao senador Eduardo Braga e às 11 audiências), que naturaliza o protagonismo parlamentar no desenrolar do tema.
  • Tom cauteloso e legitimador: relatos orientados a apresentar o processo como amplo, cauteloso e legitimado pelo rito (sugestão de que haverá debate suficiente antes da votação).

Omissões convergentes

  • Detalhamento do teor do PLP 68/2024 (quais regras concretas serão aplicadas na regulamentação) — ausente em todas as fontes fornecidas.
  • Estimativas de impacto econômico e fiscal da regulamentação (custos, efeitos sobre consumo, indústria, estados e municípios) — não abordadas nas peças apresentadas.
  • Posições detalhadas de atores interessados (governadores, prefeitos, sindicatos, empresas) além de citações de parlamentares — não aparecem nos excertos.
  • Informação sobre as 1.461 emendas: temas centrais, autores ou como elas podem influenciar o texto final — omitida em todos os trechos.
  • Resultados ou conclusões das audiências já realizadas na CAE e pontos de consenso/controvérsia identificados — inexistentes nas matérias fornecidas.
Cobertura similar encontrada (5)
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Análise de manipulação emocional

O texto apresenta baixo tom emocional e elevada proporção de informações factuais (datas, número de audiências e citações), o que sugere jornalismo informativo. No entanto, flags técnicos — especificamente misrepresentation_score e laundering_score altos — apontam risco de manipulação por distorção de fontes ou autoridade; soma-se um headline_bait_score elevado que pode inflar atenção. Recomenda-se atenção às fontes e à forma como trechos são usados para garantir que o tom factual não encubra práticas enganosas.

Temperatura emocional
5%
Densidade de evidência
85%
Pontuação de manipulação
74%

Emoções dominantes

determinação precaução assertividade
Fatores contribuintes (4)
  • Pontuação muito alta de misrepresentation_score e authority laundering_score (sinais de possível distorção ou uso indevido de autoridade)
  • Baixa densidade emocional detectada no texto (heuristic_emotional_density = 0.0044), indicando tom majoritariamente factual
  • Alta densidade de evidências factuais no trecho (datas, número de audiências, citações diretas), reduzindo o papel da emoção como substituto de provas
  • Indício de título potencialmente sensacionalista (headline_bait_score elevado), que pode inflar percepção apesar do texto factual
Análise de distorção de fontes

Análise de distorção de fontes

Nenhuma distorção detectada no texto fornecido. O artigo atribui declarações a senadores específicos e descreve o plano de trabalho da CCJ com datas e números (por exemplo, 11 audiências públicas, 2 sessões temáticas). Não há indicações, no conteúdo submetido, de que o artigo afirme que uma fonte disse algo diferente do que está transcrito. Observação: a análise considerou apenas o texto fornecido; não foi possível verificar fontes externas não incluídas no input.

Pontuação de distorção
100%
Análise de manipulação temporal — nenhum problema significativo encontrado
Análise de engano estatístico — nenhum problema significativo encontrado
Análise de citação seletiva — nenhum problema significativo encontrado
Análise de lavagem de autoridade

Análise de lavagem de autoridade

Não foram identificadas cadeias de citação em que fontes de baixa autoridade (blogs/postagens) fossem recicladas por veículos maiores dentro do trecho fornecido. O artigo indica Agência Senado como fonte e cita pronunciamentos de parlamentares diretamente; não há sinais de 'authority laundering' no conteúdo recebido.

Pontuação de lavagem
100%
Análise retórica

Análise retórica

O texto é, em grande parte, reportagem factual sobre a aprovação do plano de trabalho. As distorções identificadas são de natureza retórica: uso de autoridade institucional (quantas audiências foram feitas) para reivindicar competência exclusiva; e linguagem carregada/hiperbólica ("Não admitiremos retrocessos", "Isso muda o Brasil") que busca persuadir sem apresentar evidências técnicas adicionais. Há também uma conclusão apresada ao transformar o número de emendas em prova de participação “ampla, irrestrita e total”. No conjunto, a peça tem baixa a moderada manipulação retórica, sem deturbações factuais claras do conteúdo informado.

Viés narrativo
25%
Falácias detectadas (4)
  • Appeal to authority Medium
    — O mérito dessa matéria é econômico. Ela deve passar pela CAE. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho e foram ouvidos mais de 200 segmentos.

    O senador invoca a quantidade de audiências e a participação de "mais de 200 segmentos" como autoridade decisiva para sustentar que a matéria deve tramitar na CAE. Trata-se de usar a própria atuação como prova suficiente de competência exclusiva, sem demonstrar por que esses atos tornam a CAE o foro obrigatório. A narrativa empurra a ideia de que a experiência prévia do grupo de trabalho anula a necessidade de nova deliberação em outras instâncias.

    Prejudica: O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas n...

  • Loaded language Medium
    — Não admitiremos retrocessos, sejam nas políticas de desenvolvimento das regiões Norte e Nordeste ou na proteção ao Simples Nacional e à Zona Franca de Manaus.

    Frase carregada emocionalmente que enquadra contrapartes potenciais como autores de “retrocesso”, termo valorativo que polariza o debate. Em vez de apresentar dados ou limites técnicos, o trecho usa linguagem normativa para criar apoio prévio à posição do relator, empurrando a narrativa de que qualquer objeção equivaleria a prejudicar regiões e benefícios sociais.

  • Loaded language Low
    — Isso muda o Brasil — argumentou Izalci.

    Afirmação enfática e hiperbólica que exagera a consequência da tramitação do projeto para reforçar a necessidade de que a CAE o trate. É um recurso retórico que busca elevar a percepção de urgência e importância sem apresentar elementos concretos que justifiquem a magnitude da mudança.

  • Twisted conclusion Medium
    Já foram apesentadas 1.461 emendas ao projeto. A participação tem sido ampla, irrestrita e total — afirmou.

    O artigo registra o número de emendas e, sem evidência adicional, conclui que a participação foi “ampla, irrestrita e total”. Esse salto retórico transforma um indicador (quantidade de emendas) em uma avaliação absoluta da qualidade e representatividade da participação, sem mostrar dados sobre quem participou, cobertura geográfica ou segmentos efetivamente representados. A narrativa sugere legitimidade plena que os dados, por si só, não comprovam.

Análise de lacunas contextuais

Análise de lacunas contextuais

O artigo descreve o calendário e as declarações do relator sobre a regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), mas omite informações essenciais: impactos quantitativos na carga tributária; texto legal que assegure proteções ao Simples Nacional e à Zona Franca de Manaus; regras de partilha da receita entre União, estados e municípios; lista de participantes e avaliação da suficiência das audiências públicas; e evidências sobre o repasse de eventuais reduções tributárias aos preços finais. Essas lacunas tornam difícil avaliar a dimensão prática e distributiva da proposta.

Completude contextual
55%
Questões não abordadas (5)
  • O texto do PLP 68/2024 prevê, em termos quantitativos, qual será o efeito líquido sobre a carga tributária total (percentual do PIB) em comparação ao sistema vigente?

    O senador afirma que haverá uma "trava para a carga tributária" e neutralidade da futura carga sobre o consumo, mas o artigo não apresenta estimativas nem comparação com o cenário atual para verificar essa alegação.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Fazenda divulga estudo com simulação de impacto na alíquota de ...

    23 de ago. de 2024Segundo o estudo, as mudanças no projeto resultaram num aumento de 1,47 ponto percentual na alíquota. O PLP 68/2024, que regulamenta a Reforma Tributária promovida pela Emenda Con...

    Impacto Redistributivo Da Reforma Da Tributação Do Consumo No Brasil ...

    Esta seção examina o impacto redistributivo da reforma acima desenhada com base no PLP 68/2024, tomando como referência o sistema vigente de tributos indiretos.

    Impacto Redistributivo Da Reforma Da Tributação Do Consumo No Brasil ...

    Trata-se de uma atualização de parte das simulações apresentadas em Siqueira, Nogueira e Luna (2024), realizadas meses antes da aprovação do projeto de regulamentação. A metodologia utilizada e as ...

  • As salvaguardas anunciadas para o Simples Nacional e para a Zona Franca de Manaus estão expressas no texto do PLP 68/2024 e, em caso afirmativo, quais regras específicas garantem essas proteções?

    Braga garante que não haverá retrocessos para o Simples e a ZFM, porém o artigo não mostra se essas garantias constam formalmente no projeto, nem como seriam aplicadas juridicamente.

    Contra-evidência encontrada (3)
    plp068

    Os optantes pelo Simples Nacional poderão exercer a opção de apurar e recolher o IBS e a CBS pelo regime regular, hipótese na qual o IBS e a CBS serão apurados

    Projeto De Lei Complementar N 68 De 2024 Regulamentação Da Reforma Tributá

    Nessa reunião, os convidados devem discutir os aspectos gerais do PLP no 68, de 2024, com especial enfoque sobre alíquotas, regras de não cumulatividade, direito ao creditamento, split payment, inc...

    PDF PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR No 68, de 2024 EMENDA DE PLENÁRIO ...

    Visando vencer os empecilhos aqui expostos e para garantir a constitucionalidade do que o legislador entendeu por estratégico para o desenvolvimento social e econômico, a partir da Zona Franca de M...

  • Como o projeto prevê distribuir entre União, estados e municípios a arrecadação dos novos tributos sobre o consumo (modelo de partilha ou alocação)?

    O artigo menciona "novos tributos incidentes sobre o consumo" e reordenação econômica, mas não explica a partilha da receita — informação essencial para avaliar impactos fiscais subnacionais.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PLP 68/2024 - Senado Federal

    Autuado o Projeto de Lei nº 68/2024 (Complementar), proveniente da Câmara dos Deputados. O projeto vai à publicação. | Veja a tramitação. Na 53ª Reunião Extraordinária, realizada nesta data, durant...

    REFORMA TRIBUTÁRIA PLP 68/2024 - gov.br

    O governo federal enviou, em 25/04/2024, para a Câmara dos Deputados o PLP 68/2024, com os pontos "mais práticos" da regulamentação da Reforma Tributária, dentre eles a questão do crédito presumido...

    PDF Regulamentação da Reforma Tributária sobre o consumo - Aprovação do PLP ...

    Em 17 de dezembro de 2024, o Congresso Nacional aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) no 68/2024, que regulamenta a Emenda Constitucional (EC) no 132/2023 que instituiu a Reforma Tributária s...

  • O plano de trabalho com 11 audiências públicas e duas sessões temáticas detalha quais setores, níveis de governo e organizações serão convidados, e esses prazos/formatos são considerados suficientes por especialistas para tratar da complexidade da reforma?

    O calendário é informado, mas o artigo não diz quem será ouvido nem se especialistas ou representantes subnacionais consideram o processo adequado, o que afeta a legitimidade técnica e política da regulamentação.

    Contra-evidência encontrada (3)
    CCJ aprova plano de trabalho para regulamentação da reforma tributária ...

    23 de out. de 2024A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (23) o plano de trabalho para a discussão do projeto de lei complementar (PLP) que regulamenta a reforma trib...

    CCJ do Senado fará 11 audiências para concluir PLP 68

    23 de out. de 2024A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado fará 11 audiências públicas para debater o principal projeto de lei de regulamentação da reforma do consumo (o PLP 68/2024).

    PLP 68/2024: relatório final do GT da CAE é apresentado - JOTA

    30 de out. de 2024Foram mais de 500 entidades atendidas e as sugestões foram entregues ao relator da reforma no Senado, senador Eduardo Braga (MDB-AM), que poderá acolhê-las ou não em seu relatório...

  • Há mecanismos no PLP 68/2024 ou em estudos relacionados que comprovem que eventuais reduções de tributos sobre o consumo serão efetivamente repassadas aos preços ao consumidor, em vez de serem apropriadas por intermediários?

    O texto antecipa neutralidade e benefícios ao consumo, mas não aborda a questão do repasse (benefit pass-through), que é crucial para saber se os consumidores realmente ganharão com a reforma.

    Contra-evidência encontrada (3)
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Artigo raiz

Título
CCJ aprova plano de trabalho para regulamentação da reforma tributária — Senado Notícias
Status da busca
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Tipo de fonte
Registro legislativo
Nível de autoridade
Primário (97%) Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
Papel da fonte
Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial
Fontes vinculadas
4

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (23) o plano de trabalho para a discussão do projeto de lei complementar (PLP) que regulamenta a reforma tributária (PLP 68/2024). O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de...

O que verificamos

O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado

Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado

As fontes fornecidas corroboram claramente que o relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propôs a realização de 11 audiências públicas no colegiado. Ver, por exemplo, Poder360 ("Plano de trabalho da tributária terá 11 audiências; leia o calendário" https://www.poder360.com.br/poder-congresso/plano-de-trabalho-da-tributaria-propoe-11-audiencias-leia-o-calendario/), Rede MLC ("Senador Eduardo Braga apresenta plano de trabalho da reforma tributária e propõe 11 audiências públicas" https://redemlc.com.br/senador-eduardo-braga-apresenta-plano-de-trabalho-da-reforma-tributaria-e-propoe-11-audiencias-publicas/), Migalhas ("CCJ do Senado define calendário para regulamentar reforma tributária" https://www.migalhas.com.br/quentes/418200/ccj-do-senado-define-calendario-para-regulamentar-reforma-tributaria) e ABRASF ("CCJ Aprova plano de trabalho para Reforma Tributária" https://abrasf.org.br/comunicacao/noticias/ccj-aprova-plano-de-trabalho-para-reforma-tributaria). Essas reportagens indicam que o plano de trabalho de Braga inclui 11 audiências públicas e que foi aprovado pela CCJ. Sources consulted: Plano de trabalho da tributária terá 11 audiências; leia o calendário; Relator da tributária quer votação até 1ª semana de dezembro; Eduardo Braga comanda primeira audiência pública da CCJ sobre a regulamentação da reforma tributária.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
100%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (90%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (7)
  • Plano de trabalho da tributária terá 11 audiências; leia o calendário
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 68%
    Durigan, Appy e representantes de setores produtivos estão entre os convidados sugeridos; vão até 14 de novembro
    Sustenta
  • Relator da tributária quer votação até 1ª semana de dezembro
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 68%
    Eduardo Braga (MDB-AM) apresentou o cronograma e defendeu regiões Norte e Nordeste
    Sustenta
  • Eduardo Braga comanda primeira audiência pública da CCJ sobre a regulamentação da reforma tributária
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
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  • Senador Eduardo Braga apresenta plano de trabalho da reforma tributária e propõe 11 audiências públicas - Rede MLC
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    O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da regulamentação da reforma tributária, apresentou na noite de terça-feira (22) seu plano de trabalho à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado...
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  • Aprovado plano de Braga com 11 audiências e sessões temáticas - OAJURICABA.COM.BR
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (23/10) o plano de trabalho apresentado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) para a tramitação do PLP 68/2024, que regulamenta a...
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  • CCJ aprova plano de trabalho de Braga com 11 audiências e 2 sessões temáticas
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  • ABRASF - Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais - CCJ Aprova plano de trabalho para Reforma Tributária
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (23), o plano de trabalho para discutir o Projeto de Lei Complementar (PLP 68/2024), que regulamenta a refor...
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O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo

Misto Confiança 50% Desatualizado

As fontes confirmam que a CCJ realizará debates sobre tributos relacionados ao consumo (PLP 108/2024, IBS) e que há sessões agendadas nos dias finais do mês, mas contradizem parcialmente a afirmação sobre o "primeiro debate" ser na "próxima terça-feira (29)". A Agência Senado ("Reforma tributária: CCJ debate tributos estaduais e municipais — Senado Notícias" https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/05/26/reforma-tributaria-ccj-debate-tributos-estaduais-e-municipais) e o Portal do Comércio (mesma matéria) informam que houve audiências na terça (27) e na quinta (29) para tratar de tributos estaduais e municipais/consumo; portanto o dia 29 aparece como quinta na cobertura citada, não terça. Em suma: o tema (novos tributos sobre consumo) é suportado pelas fontes, mas a data/posição de "primeiro debate" em uma terça-feira 29 não é confirmada e há divergência nas datas nas fontes fornecidas. Sources consulted: Reforma tributária: CCJ debate tributos estaduais e municipais — Senado Notícias; Reforma tributária: CCJ debate tributos estaduais e municipais - Portal do Comércio; CCJ do Senado define calendário para regulamentar reforma tributária - Migalhas.

Autoridade
100%
Independência
64%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
17%
Consenso LLM Unânime

All models agree: mixed (75%)

Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (3)
  • Reforma tributária: CCJ debate tributos estaduais e municipais — Senado Notícias
    Registro legislativo · Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial · relevance 75% · authority 97%
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) fará mais duas audiências públicas nesta semana para debater o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, que dá continuidade à regulamentação da reforma...
    Sustenta
  • CCJ do Senado define calendário para regulamentar reforma tributária - Migalhas
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 95% · authority 58%
    A CCJ aprovou nesta quarta-feira, 23, o plano de trabalho para a discussão do PL que regulamenta a reforma tributária (PLP 68/24).
    Sustenta
  • Reforma tributária: CCJ debate tributos estaduais e municipais - Portal do Comércio
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 75% · authority 58%
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) fará mais duas audiências públicas nesta semana para debater o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, que dá continuidade à regulamentação da reforma...
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A Comissão de Constituição

Misto Confiança 33% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado

A afirmação enviada está incompleta ("A Comissão de Constituição"). Com base nas fontes fornecidas, é possível concluir que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou a chamada PEC da Blindagem — ver G1 ("PEC da Blindagem é rejeitada na CCJ do Senado | G1" https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/09/24/ccj-do-senado-rejeita-pec-da-blindagem.ghtml), UOL ("O que é CCJ? Entenda qual o papel da comissão mais poderosa do Senado" https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2025/09/24/o-que-e-a-ccj-entenda-qual-o-papel-da-comissao-mais-poderosa-do-senado.htm) e Metrópoles ("Após protestos, CCJ do Senado rejeita PEC da Blindagem por unanimidade" https://www.metropoles.com/brasil/ccj-do-senado-enterra-pec-da-blindagem-por-unanimidade-26-votos-a-0). Contudo, por se tratar de uma frase truncada, não é possível checar com precisão a intenção factual do enunciado; por isso classifico como não verificável com as informações fornecidas. Sources consulted: PEC da Blindagem é rejeitada na CCJ do Senado | G1; O que é CCJ? Entenda qual o papel da comissão mais poderosa do Senado; Após protestos, CCJ do Senado rejeita PEC da Blindagem por unanimidade.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: not_checkable (40%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • PEC da Blindagem é rejeitada na CCJ do Senado | G1
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 60% · authority 72%
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou nesta quarta-feira (24) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que amplia a proteção de parlamentares na Justiça.
    Sustenta
  • O que é CCJ? Entenda qual o papel da comissão mais poderosa do Senado
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 60% · authority 67%
    A CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado Federal rejeitou hoje o texto da PEC da Blindagem. A comissão é considerada o coração da Casa: é nela que passam os principais projet...
    Sustenta
  • Após protestos, CCJ do Senado rejeita PEC da Blindagem por unanimidade
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 60% · authority 63%
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3, de 2021, conhecida como PEC da Blindagem, que buscava um escudo constitucional para pro...
    Sustenta

A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.

Misto Confiança 33% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado

As fontes fornecidas confirmam que o calendário de audiências vai até 14 de novembro (Poder360 "Plano de trabalho da tributária terá 11 audiências; leia o calendário" https://www.poder360.com.br/poder-congresso/plano-de-trabalho-da-tributaria-propoe-11-audiencias-leia-o-calendario/; Migalhas e ABRASF registram aprovação do plano com audiências até 14/11). Contudo, nenhuma das três fontes disponibilizadas especifica que a última audiência marcada para 14 de novembro terá explicitamente como pauta "regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal". Portanto, a alegação sobre os temas da última audiência carece de evidência direta nas fontes fornecidas e exige mais documentação oficial ou pauta detalhada para ser verificada. Sources consulted: Plano de trabalho da tributária terá 11 audiências; leia o calendário; CCJ do Senado define calendário para regulamentar reforma tributária - Migalhas; ABRASF - Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais - CCJ Aprova plano de trabalho para Reforma Tributária.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: needs_more_evidence (70%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (4)
  • Plano de trabalho da tributária terá 11 audiências; leia o calendário
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 67% · authority 68%
    Durigan, Appy e representantes de setores produtivos estão entre os convidados sugeridos; vão até 14 de novembro
    Sustenta
  • Reforma Tributária – Senado – CCJ – Audiência Pública 13 – 27/11/24 – Quarta-feira – 14:30 hs – Blog do José Adriano
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    Destinada a instruir o Projeto de Lei Complementar n° 68, de 2024, que “Institui o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS); ...
    Sustenta
  • CCJ do Senado define calendário para regulamentar reforma tributária - Migalhas
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    A CCJ aprovou nesta quarta-feira, 23, o plano de trabalho para a discussão do PL que regulamenta a reforma tributária (PLP 68/24).
    Sustenta
  • ABRASF - Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais - CCJ Aprova plano de trabalho para Reforma Tributária
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (23), o plano de trabalho para discutir o Projeto de Lei Complementar (PLP 68/2024), que regulamenta a refor...
    Sustenta
?

Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Precisa de mais evidência Confiança 13% 2024 Desatualizado

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

?

O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho

Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

?

O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.

Precisa de mais evidência Confiança 13% Atribuição Desatualizado

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

O que não pudemos verificar

Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.

Linha do tempo de evidências

23 de Outubro de 2024

Plano de trabalho da tributária terá 11 audiências; leia o calendário

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Durigan, Appy e representantes de setores produtivos estão entre os convidados sugeridos; vão até 14 de novembro

23 de Outubro de 2024

Plano de trabalho da tributária terá 11 audiências; leia o calendário

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Durigan, Appy e representantes de setores produtivos estão entre os convidados sugeridos; vão até 14 de novembro

23 de Outubro de 2024

Senador Eduardo Braga apresenta plano de trabalho da reforma tributária e propõe 11 audiências públicas - Rede MLC

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da regulamentação da reforma tributária, apresentou na noite de terça-feira (22) seu plano de trabalho à Comissão de Constituição e Jus...

23 de Outubro de 2024

Relator da tributária quer votação até 1ª semana de dezembro

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Eduardo Braga (MDB-AM) apresentou o cronograma e defendeu regiões Norte e Nordeste

23 de Outubro de 2024

CCJ do Senado define calendário para regulamentar reforma tributária - Migalhas

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A CCJ aprovou nesta quarta-feira, 23, o plano de trabalho para a discussão do PL que regulamenta a reforma tributária (PLP 68/24).

23 de Outubro de 2024

CCJ do Senado define calendário para regulamentar reforma tributária - Migalhas

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A CCJ aprovou nesta quarta-feira, 23, o plano de trabalho para a discussão do PL que regulamenta a reforma tributária (PLP 68/24).

23 de Outubro de 2024

Aprovado plano de Braga com 11 audiências e sessões temáticas - OAJURICABA.COM.BR

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (23/10) o plano de trabalho apresentado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) para a tramitação do PLP 68/202...

23 de Outubro de 2024

ABRASF - Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais - CCJ Aprova plano de trabalho para Reforma Tributária

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (23), o plano de trabalho para discutir o Projeto de Lei Complementar (PLP 68/2024), que...

23 de Outubro de 2024

ABRASF - Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais - CCJ Aprova plano de trabalho para Reforma Tributária

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (23), o plano de trabalho para discutir o Projeto de Lei Complementar (PLP 68/2024), que...

29 de Novembro de 2024

Reforma Tributária – Senado – CCJ – Audiência Pública 13 – 27/11/24 – Quarta-feira – 14:30 hs – Blog do José Adriano

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Destinada a instruir o Projeto de Lei Complementar n° 68, de 2024, que “Institui o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imp...

26 de Maio de 2025

Reforma tributária: CCJ debate tributos estaduais e municipais — Senado Notícias

Sustenta Registro legislativo Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) fará mais duas audiências públicas nesta semana para debater o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, que dá continuidade à regul...

27 de Maio de 2025

Reforma tributária: CCJ debate tributos estaduais e municipais - Portal do Comércio

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) fará mais duas audiências públicas nesta semana para debater o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, que dá continuidade à regul...

24 de Setembro de 2025

Após protestos, CCJ do Senado rejeita PEC da Blindagem por unanimidade

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3, de 2021, conhecida como PEC da Blindagem, que buscava um escudo con...

24 de Setembro de 2025

PEC da Blindagem é rejeitada na CCJ do Senado | G1

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou nesta quarta-feira (24) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que amplia a proteção de parlamentares na Justiça.

24 de Setembro de 2025

O que é CCJ? Entenda qual o papel da comissão mais poderosa do Senado

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado Federal rejeitou hoje o texto da PEC da Blindagem. A comissão é considerada o coração da Casa: é nela que passam ...

13 de Abril de 2026

CCJ aprova plano de trabalho de Braga com 11 audiências e 2 sessões temáticas

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

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13 de Abril de 2026

Eduardo Braga comanda primeira audiência pública da CCJ sobre a regulamentação da reforma tributária

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

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Grafo de fontes

Fonte Tipo Autoridade Papel Status
PLP 68/2024
https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/164914
Registro legislativo Primário (97%) Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais) Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial Pendente
A reforma tributária foi promulgada em dezembro do ano passado
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2023/12/21/reforma-tributaria-p...
Registro legislativo Primário (97%) Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais) Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial Pendente
45/2019
https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/158930
Registro legislativo Primário (97%) Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais) Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial Pendente
O texto foi aprovado em julho pela Câmara dos Deputados e encaminhada ao Senado
https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/07/19/senado-se-prepara-pa...
Registro legislativo Primário (97%) Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais) Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial Pendente
www25.senado.leg.br (primary) www12.senado.leg.br (primary) www25.senado.leg.br (primary) www12.senado.leg.br (primary) www12.senado.leg.br

Etapas do pipeline

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  • Início · 0s Concluído
  • Buscar artigo raiz · 4s Concluído
  • Extrair alegações · 29s Concluído
  • Analisar manchete · 0s Concluído
  • Expandir artigos vinculados · 0s Concluído
  • Avaliar alegações · 3m 52s Concluído
  • Detectar distorção de fontes · 0s Concluído
  • Detectar manipulação temporal · 0s Concluído
  • Detectar engano estatístico · 0s Concluído
  • Detectar citação seletiva · 0s Concluído
  • Detectar lavagem de autoridade · 0s Concluído
  • Analisar estrutura retórica · 47s Concluído
  • Analisar lacunas contextuais · 37s Concluído
  • Detectar narrativa coordenada · 54s Concluído
  • Avaliar manipulação emocional · 35s Concluído
  • Gerar resumo · 20s Concluído