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Credibilidade

14%

Coordenação

34%

Completude

45%

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Concluído

Análise da manchete

O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.

Manchete
CCJ aprova regulamentação da reforma tributária; matéria vai a Plenário — Senado Notícias
Uma manchete mais honesta
PLP 108/24 da Presidência, com 517 emendas, tem substitutivo aprovado na CCJ; placar e impactos fiscais não detalhados
Parágrafo inicial
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (17) o projeto que regulamenta a reforma tributária. O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. A matéria vai a Ple...

Resumo da investigação

Misto

A matéria é, em sua maior parte, reportagem processual e factual sobre a aprovação do substitutivo do PLP 108/2024 na CCJ, com uso de fontes institucionais (Senado, relator). No entanto, apresenta lacunas contextuais importantes — sobretudo ausência de estimativas fiscais, placar de votação e análise dos impactos distributivos — e trechos com linguagem avaliativa do relator sem evidência empírica. Em razão disso, a avaliação calibrada é: mixed.

Pontos fortes

  • Baseia-se em fontes institucionais e no relato da CCJ (relator senador Eduardo Braga), citando números e prazos específicos (por exemplo, menção a 517 emendas e acolhimento de ~150 sugestões).
  • Texto apresenta cronologia e marcos temporais claros (prazos de transição citados como 2032/2033 e referência a 2096) sem manipulação temporal aparente.
  • Não foram identificadas distorções óbvias das fontes citadas no material fornecido; estatísticas presentes são reportadas sem sinais de truques estatísticos aparentes.
  • Cobertura é factual e de alta densidade de evidência nas partes processuais (encaminhamento para Plenário, substitutivo, atribuições ao relator).

Pontos fracos

  • Lacunas contextuais relevantes: falta do placar da votação na CCJ (número de votos favoráveis, contrários e abstenções) e ausência de posições explícitas de oposição ou críticas detalhadas.
  • Informações econômicas cruciais não apresentadas: não há estimativas de impacto fiscal (arrecadação federal/estadual/municipal), nem custo ou fonte de financiamento para a extensão do seguro‑receita até 2096.
  • Afirmações de impacto econômico (por exemplo, que a reforma é 'necessária para a retomada do crescimento' ou que reduzirá preços ao consumidor) são reproduzidas sem evidência empírica — não há estudos ou projeções citadas sobre pass-through nem sobre efeitos distributivos entre entes subnacionais.
  • Trechos de linguagem avaliativa e metáforas do relator (ex.: expressões depreciativas a regimes anteriores) deslocam o tom do artigo de puro informativo para enquadramento favorável, sem contrabalanço técnico.
  • Algumas declarações centrais permanecem sem comprovação nas fontes fornecidas (marcadas pelos analisadores como 'needs_more_evidence'): que a Emenda Constitucional 132/2023 criou os tributos IBS e CBS; que o IBS substituirá o ICMS; que o substitutivo altera de forma específica a partilha do IBS; e que o relator estendeu o seguro‑receita até 2096 — essas precisam ser verificadas diretamente no texto legal ou em fonte primária citada.
  • Padrão editorial convergente entre veículos sugere republicação de material institucional/relator (cobertura padronizada) e omissão de análises independentes detalhadas sobre riscos e beneficiários da reforma.
  • Manchete com potencial apelativo (headline_bait_score moderado) e ausência de lista clara das emendas substantivas acolhidas reduzem utilidade para leitores que buscam impacto prático do texto aprovado.

Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:

  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (...
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
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Contexto do evento a partir de investigações relacionadas

Este evento foi analisado em 11 artigos

Linha do tempo composta

Compósito heurístico de investigações relacionadas: A Comissão de Constituição | O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). | Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar. | Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas. | Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas | O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024. | O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17). | Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados

Fatos omitidos pela maioria dos artigos

  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados

Avaliação narrativa

As investigações relacionadas cobrem fatos sobrepostos, mas omitem detalhes diferentes.
Comparação de cobertura (11 artigos)
www12.senado.leg.br Mixed

Reforma tributária: CCJ recebe relatório de Braga sobre 2ª parte da regulamen...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
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Reforma tributária: Eduardo Braga explica principais pontos do relatório — Se...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
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Reforma tributária: alimentos da cesta básica terão isenção; veja lista — Sen...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

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Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
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Reforma Tributária: Senador Eduardo Braga detalha principais pontos do relató...

Fatos incluídos: 7
Fatos omitidos: 45

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Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
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CCJ aprova plano de trabalho para regulamentação da reforma tributária — Sena...

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  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
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CCJ aprova regulamentação da reforma tributária; matéria vai a Plenário — Sen...

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Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
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Modificada, regulamentação da reforma tributária volta à Câmara — Senado Notí...

Fatos incluídos: 5
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Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
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Regulamentação da reforma tributária sobre consumo é aprovada no Senado — Sen...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
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Senado aprova e envia reforma tributária de volta à Câmara — Senado Notícias

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 47

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  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
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Na terceira audiência, CCJ discutiu mecanismo redistributivo do cashback — Se...

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  • A Comissão de Constituição
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
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Senado aprova 2ª etapa da regulamentação da Tributária

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Fatos incluídos
  • O Senado aprovou, nesta terça-feira (30/9), o projeto de lei complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Foram 51 votos favoráveis e 10 contrários.
  • Foram apresentadas 195 emendas de plenário ao relatório de Eduardo Braga (MDB-AM). Destas, o senador acatou total ou parcialmente mais de 70.
  • Braga atualizou o cálculo da alíquota de referência do novo IBS, que agora usará dados da arrecadação entre 2024
  • O relator também incluiu mecanismos para evitar a evasão fiscal no setor de combustíveis. Braga determinou que a importação de derivados de petróleo, como o nafta, terão tributação monofásica no ICMS já em 2026.
  • O CGIBS será comandado pelo Conselho Superior, composto por 27 representantes dos Estados
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição
  • Prevê, por exemplo, que ... o Imposto Seletivo será maior na medida em que uma bebida tiver mais açúcar.
  • Atualmente, o documento acata 96 das 379 emendas já apresentadas.
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O PLP 68/2024, projeto que regulamenta a reforma tributária, foi aprovado pelos senadores na semana passada
  • Os senadores retiraram da lista de isenção os óleos de milho, soja
  • Ao regulamentar essas isenções por meio de lei, o Congresso Nacional tem o objetivo de oficializar
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • Os senadores concluíram em Plenário, nesta quinta-feira (12), a regulamentação da reforma tributária sobre o consumo.
  • O projeto de lei complementar (PLP) 68/2024 foi aprovado com 49 votos favoráveis e 19 contrários
  • Braga atendeu emenda da senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB) incluindo os serviços funerários no regime de tributação diferenciada
  • Braga acatou outra do senador Omar Aziz (PSD-AM) para aperfeiçoar as compras governamentais
  • Só no Plenário, foram apresentadas 64 novas emendas, das quais 16 foram acatadas. Não foi aprovado nenhum dos três destaques
  • A CCJ: a retirada de armas
  • Informou seu compromisso com o senador Laércio para estudar
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.

Análise de narrativa coordenada

As matérias fornecidas mostram alinhamento editorial favorável ao encaminhamento do PLP 108/2024: foco na aprovação na CCJ e no papel do relator (Eduardo Braga), linguagem de avanço institucional e pouca ou nenhuma cobertura de dissensos ou impactos detalhados. Esse padrão parece resultar de republicação ou cobertura a partir de fontes institucionais (comunicados/relatório do relator), não de investigações independentes e aprofundadas. Há convergência em omissões substantivas relevantes (placar da votação, posições de opositores, estimativas fiscais e impactos sobre consumidores e entes federativos) e em enquadramentos positivos/eufemísticos; contudo, não há evidência nas amostras fornecidas de uso coordenado de falácias retóricas idênticas nem de narrativa estrutural quase-idêntica que justificaria uma pontuação de coordenação alta. Em suma: editorialmente alinhado e superficialmente homogêneo, mas mais consistente com cobertura padronizada/replicada do que com uma operação de narrativa fortemente coordenada.

Pontuação de coordenação
34%

Enquadramento convergente

  • Ênfase no encaminhamento ao Plenário e no papel do relator como autor da solução (cobertura procedimental e positiva)
  • Apresentação da regulamentação como 'avanço' institucional ou 'grande trabalho' sem contrapor evidências contrárias
  • Enquadramento da reforma como necessária para crescimento e geração de emprego (afirmação de benefícios sem apresentar estimativas)
  • Foco na dimensão política‑legislativa (aprovação, substitutivo, número de emendas) em vez de análise técnica aprofundada

Omissões convergentes

  • Placar da votação na CCJ (número de votos favoráveis, contrários e abstenções) — não apresentado nas matérias fornecidas
  • Posições explícitas de oposição ou críticas detalhadas de outros partidos/parlamentares — ausentes nas amostras
  • Estimativas fiscais detalhadas (impacto na arrecadação federal, estadual e municipal) e custos do seguro‑receita prolongado
  • Análises de impacto sobre consumidores, empresas e preços (carga tributária efetiva) — não encontradas nas amostras
  • Riscos jurídicos e menção a eventuais ações diretas de inconstitucionalidade ou controvérsias legais
  • Reações e posicionamentos de entes federativos (governadores, prefeitos) e do setor privado
  • Texto completo ou explicitação do mecanismo de 'split payment' (trecho mencionado cortado nas informações fornecidas)
Cobertura similar encontrada (5)

Análise de manipulação emocional

O artigo é predominantemente factual e com baixa carga emocional — a maior parte do texto descreve dispositivos do PLP 108/2024, prazos e mecanismos, o que sustenta uma alta densidade de evidência. Contudo, há sinais preocupantes vindos dos analisadores: alta pontuação para má representação de fontes e 'authority laundering', além de indicador de manchete apelativa e contexto incompleto, que reduzem a confiança geral. Risco de manipulação emocional é baixo, mas recomenda-se verificação adicional das fontes e da fidelidade das citações apontadas pelos analisadores.

Temperatura emocional
8%
Densidade de evidência
90%
Pontuação de manipulação
32%

Emoções dominantes

indignação esperança urgência
Fatores contribuintes (4)
  • Baixa densidade emocional no texto principal (muito factual, heurística 0.0023)
  • Alta densidade de informação factual e detalhamento do PLP (pontos, prazos, mecanismos)
  • Indicadores fortes de má representação de fontes e authority laundering reportados pelos analisadores (misrepresentation_score=1.0, laundering_score=1.0)
  • Título e métricas de manchete potencialmente apelativas e completude de contexto limitada (headline_bait_score elevado; completeness_score=0.45)
Análise de distorção de fontes

Análise de distorção de fontes

Nenhuma distorção óbvia de fontes citadas foi identificada no texto fornecido. O artigo atribui declarações ao relator (senador Eduardo Braga) e descreve decisões da CCJ e dispositivos do substitutivo sem apresentar contradições internas ou alegações que contradigam as fontes mencionadas no próprio texto. Como não há URLs ou transcrições externas incluídas no texto, não foi possível verificar além do que o artigo já declara; portanto, nenhum caso foi classificado como fabricado ou distorcido com base apenas no conteúdo fornecido.

Pontuação de distorção
100%
Análise de manipulação temporal — nenhum problema significativo encontrado
Análise de engano estatístico — nenhum problema significativo encontrado
Análise de citação seletiva — nenhum problema significativo encontrado
Análise de lavagem de autoridade

Análise de lavagem de autoridade

O artigo cita diretamente autoridades e instituições (CCJ, relator, Presidência da República, Emenda Constitucional 132) sem apresentar uma cadeia de republicação que evidencie 'authority laundering' (por exemplo, blog → jornal local → grande portal). Com as informações fornecidas, não há sinais de encadeamento de fontes de baixa autoridade sendo amplificadas sem nova evidência.

Pontuação de lavagem
100%
Análise retórica

Análise retórica

O texto é, em grande parte, reportagem factual sobre a aprovação na CCJ, mas inclui declarações do relator que usam causalidade não demonstrada ('necessária para a retomada do crescimento'), linguagem carregada ('manicômio tributário') e categorização depreciativa das reformas passadas ('regimes de exceção'). Essas passagens deslocam o leitor da informação para uma avaliação favorável à reforma sem apresentar evidência empírica que justifique as afirmações.

Viés narrativo
25%
Falácias detectadas (3)
  • False cause Medium
    Para o senador Eduardo Braga, a regulamentação da reforma tributária é necessária para a retomada do crescimento econômico e a geração de emprego e renda.

    Esta passagem atribui uma relação causal (regulamentação → retomada do crescimento e geração de emprego) sem apresentar evidências que sustentem essa relação. Ao transformar uma opinião do relator em consequência esperada, empurra a narrativa de que a aprovação do projeto trará benefícios macroeconômicos certos, quando o texto não fornece dados ou estudos que comprovem esse efeito.

  • Loaded language Low
    acaba enfim com o "manicômio tributário" que se estabeleceu neste país para os bens de consumo

    O uso da expressão altamente carregada 'manicômio tributário' caracteriza linguagem emocional e pejorativa que exagera o estado anterior do sistema tributário. Esse tipo de termo visa provocar rejeição emocional e legitimar a reforma por contraste, sem uma descrição neutra ou dados que mostrem por que tal etiqueta seria factualmente adequada.

  • Odious categorization Medium
    Todas as outras reformas tributárias deste país foram construídas em regimes de exceção.

    A frase rotula historicamente todas as reformas anteriores como produto de 'regimes de exceção', o que desacredita genericamente posições contrárias e confere legitimidade moral à reforma atual. Trata-se de uma categorização negativa que evita engajar com argumentos concretos sobre mérito técnico ou político, empurrando a narrativa de que a atual reforma é a única legítima por ter sido feita em regime democrático.

Análise de lacunas contextuais

Análise de lacunas contextuais

A matéria relata aprovação do substitutivo ao PLP 108/2024 e descreve pontos gerais (IBS/CBS, prazo de transição, responsabilidade de plataformas), mas omite informações críticas: efeitos distributivos por estado/município, estimativa e financiamento do seguro-receita até 2096, evidências de que a reforma reduzirá preços ao consumidor (pass-through), capacidade de fiscalização e custos de cumprimento das regras para plataformas, e a lista detalhada das emendas substantivas acolhidas. Essas lacunas dificultam avaliar a sustentabilidade fiscal, os impactos sociais e a aplicabilidade prática do texto.

Completude contextual
45%
Questões não abordadas (5)
  • Quais estados e municípios ganham ou perdem receita com a repartição do IBS prevista no substitutivo (quem são os "vencedores" e "perdedores" a partir de 2033)?

    A conclusão de que a reforma impulsionará crescimento e emprego depende da sustentabilidade fiscal dos entes subnacionais; perdas significativas em determinados estados/municípios podem reduzir serviços públicos e contrariar os efeitos prometidos.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PLP 108/2024 - Senado Federal

    12 de nov. de 2024A proposta também define como será o processo administrativo para resolver disputas relativas ao IBS, como o dinheiro arrecadado será distribuído entre os Estados e Municípios, e ...

    plp108 - Planalto

    Cabe ao CG-IBS realizar a apuração e os ajustes necessários ao cálculo do produto da arrecadação do IBS a ser destinado aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, a cada período de distribu...

    PDF PLP 108/2024: Administração, gestão e distribuição da receita do IBS

    Comitê Gestor do IBS terá caráter técnico e será gerido conjuntamente pelos Estados, DF e Municípios para coordenar a atuação, de forma integrada, dos entes na gestão do imposto.

  • Qual é o custo estimado do mecanismo seguro-receita estendido até 2096 e como esse custo será financiado ao longo do tempo?

    Estender compensações até 2096 pode transferir custos para o orçamento federal ou futuros governos; sem estimativas de custo e fonte de financiamento não é possível avaliar a sustentabilidade fiscal da reforma.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PLP 108/2024 - Senado Federal

    12 de nov. de 2024Identificação: PLP 108/2024 Autor: Câmara dos Deputados Data: 12/11/2024 Descrição/Ementa Institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS); dispõe sobre o proces...

    plp108 - Planalto

    § 1º O percentual a que se refere o inciso I do caput: I - será fixado pelo CG-IBS para cada período de distribuição, com base em estimativas do valor dos créditos presumidos de IBS e do valor tota...

    PDF SENADO FEDERAL - reformatributaria.com

    Detalhando a atuação do novel Comitê, o art. 2o do PLP no 108, de 2024, arrola uma série de competências que lhe são próprias: editar regulamento único; uniformizar a interpretação e aplicação da l...

  • Existem projeções ou evidências de que a substituição do ICMS/ISS pelo IBS/CBS resultará em queda efetiva de preços ao consumidor (pass-through), especialmente para bens de consumo populares?

    A alegação de que a reforma estimulará consumo e emprego pressupõe que reduções de carga tributária cheguem ao consumidor; sem evidência de pass-through, o efeito pró‑crescimento é incerto.

    Contra-evidência encontrada (3)
    SciELO Brasil - O pass-through da taxa de câmbio para índices de preços ...

    O estudo da relação entre a taxa de câmbio e preços dos bens tem sido alvo de estudos há muito tempo, acentuando-se após 1970 com o fim do sistema de Bretton Woods e a adoção de taxas de câmbio flu...

    Pantheon: Assimetria do pass-through: uma análise empírica do fenômeno ...

    O objetivo principal é estimar a relação de longo prazo entre a taxa de câmbio e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerando a decomposição da taxa de câmbio em variáveis de aprecia...

    (PDF) Tributação do ConsumoConsumption Taxation: as Origens, a ...

    16 de mai. de 2025O artigo examina a evolução da tributação sobre o consumo no Brasil, desde suas origens históricas até o colapso do sistema prévio à Emenda Constitucional n. 132/2023, que reformu...

  • Como será fiscalizada e aplicada na prática a obrigação das plataformas de emitir nota e recolher tributo após 30 dias; há estimativas de custos de compliance e capacidade administrativa para monitoramento?

    A eficácia da regra depende da capacidade de fiscalização e do comportamento das plataformas; se for difícil de aplicar, a norma pode gerar evasão, litígios ou repasse de custos a vendedores/consumidores.

    Contra-evidência encontrada (3)
    NF-e terá novo limite de atraso com prazo menor a partir de 01/09

    28 de mar. de 2025A Rejeição 228 ocorre quando é emitida uma nota fiscal com data de emissão com atraso maior do que 30 dias (ou limite de dias, a critério da SEFAZ), contando a partir da data atual.

    Fiscalização - Receita Federal

    10 de set. de 2024Nesta seção, são divulgadas as informações relativas às atividades de fiscalização executadas pela Receita Federal.

    Senado aprova regulamentação da reforma tributária - Migalhas

    Nesse caso, caberá à plataforma emitir o documento e recolher o imposto. Se a nota fiscal não for emitida em até 30 dias, a plataforma será obrigada a emitir e a recolher os tributos devidos.

  • Quais das emendas apresentadas (entre as 517) foram as que alteraram pontos centrais — por exemplo repartição do IBS, início de repasses ao Fundo de Combate à Pobreza e prazos — e quais mudanças substanciais o substitutivo introduziu?

    Saber quais emendas foram acolhidas é essencial para entender o alcance real do texto final; sem essa lista não é possível avaliar quão distinto o substitutivo é do projeto original e quem foi beneficiado.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PDF ANEXO EMENDAS APRESENTADAS AO PLP No 108, DE 2024

    Afasta a preclusão em etapa posterior à impugnação para a apresentação de provas. Vale observar que o § 2o do art. 67 do Substitutivo admite apresentação posterior de prova nos casos em que especif...

    PLP 108/2024 - Portal da Câmara dos Deputados

    12 de ago. de 2024Parecer às Emendas de Plenário proferido pelo Relator, Dep. Mauro Benevides Filho (PDT-CE), pela Comissão de Administração e Serviço Público, que conclui pela aprovação das Emenda...

    Relatório sobre PLP 108/2024 e Emendas | PDF - Scribd

    O relator, Senador Eduardo Braga, acolheu 96 emendas e recebeu 149 novas propostas, totalizando 517 emendas ao projeto. O relatório destaca a importância da harmonização tributária e a simplificaçã...

Artigo raiz

Título
CCJ aprova regulamentação da reforma tributária; matéria vai a Plenário — Senado Notícias
Status da busca
Obtido
Tipo de fonte
Registro legislativo
Nível de autoridade
Primário (97%) Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
Papel da fonte
Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial
Fontes vinculadas
2

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (17) o projeto que regulamenta a reforma tributária. O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. A matéria vai a Ple...

O que verificamos

De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.

Sustentado Confiança 74% Reavaliado 1×

O Senado (fonte primária) afirma que o PLP 108/2024, de autoria da Presidência da República, recebeu 517 emendas na CCJ: "CCJ aprova regulamentação da reforma tributária; matéria vai a Plenário" — Senado Notícias (https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/09/17/ccj-aprova-regulamentacao-da-reforma-tributaria-materia-vai-a-plenario). Observações: fontes jurídicas e de análise (Mattos Filho e Martinelli) trazem contagens e descrições diferentes sobre emendas acolhidas e apresentadas (por exemplo Mattos Filho detalha emendas acolhidas em etapas — 76 + 53 — https://www.mattosfilho.com.br/unico/reforma-tributaria-aprovado-plp-ccj/; Martinelli menciona "mais de 100" propostas até a véspera — https://www.martinelli.adv.br/reforma-tributaria-ccj-do-senado-aprova-com-alteracoes-o-plp-108-24/). Dado que o registro do Senado é a fonte primária e afirma o número 517, a declaração é sustentada pelas evidências fornecidas, embora existam relatos secundários com números diferentes. Sources consulted: CCJ aprova regulamentação da reforma tributária; matéria vai a Plenário — Senado Notícias; Reforma Tributária: novo texto do PLP 108/24 é aprovado na CCJ - Mattos Filho; Reforma Tributária: CCJ do Senado aprova, com alterações, o PLP 108/24. (Reused from a prior investigation — exact match.) (Reused from a prior investigation — exact match.)

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (6)
  • Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprova o PLP 108/2024 que corresponde ao segundo projeto de regulamentação da Reforma Tributária - Instituto dos Auditores Fiscais do Estado da Bahia
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), do Senado Federal, aprovou por aclamação a criação do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A instituição terá a função de cobrar, fiscal...
    Sustenta
  • CCJ do Senado aprova regulamentação da reforma tributária - Migalhas
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    NORONHA E NOGUEIRA SOCIEDADE DE ADVOGADOS tem atuação na área empresarial trabalhista
    Sustenta
  • Reforma Tributária: Plenário do Senado deve votar PLP 108/2024
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 77% · authority 58%
    O Plenário do Senado Federal deve votar, nesta terça-feira (30), a partir das 14h, o PLP 108/2024, também chamado de 2º projeto da Reforma Tributária e que, entre outras coisas, regulamenta a gestã...
    Sustenta
  • Reforma Tributária: CCJ aprova PLP 108/2024, texto vai a Plenário
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 77% · authority 58%
    A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) aprovou, na quarta-feira (17), o PLP 108/2024, também chamado de 2º projeto da Reforma Tributária e que, entre outras coisas, regulamenta a gestão e fisca...
    Sustenta
  • Reforma Tributária: novo texto do PLP 108/24 é aprovado na CCJ - Mattos Filho
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 50% · authority 58%
    Substitutivo traz alterações ao texto originariamente enviado ao Senado, como aquelas relacionadas ao contencioso administrativo, procedimentos de fiscalização, alterações à LC 214/2025 e Comitê Ge...
    Sustenta
  • Reforma Tributária: CCJ do Senado aprova, com alterações, o PLP 108/24
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 44% · authority 58%
    Foi levado a discussão na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, na manhã desta terça (17), o relatório preparado pelo relator, senador Eduardo Braga.
    Sustenta

A Comissão de Constituição

Misto Confiança 54%

A afirmação está incompleta ('A Comissão de Constituição') e, com as evidências fornecidas, não é possível determinar o que exatamente se pretende verificar. As fontes listadas referem-se a diferentes atos de comissões de constituição e justiça em contextos distintos — por exemplo, registro da Câmara dos Deputados sobre aprovação de pagamento a agentes de saúde (Portal da Câmara: https://www.camara.leg.br/noticias/1210559-comissao-de-constituicao-e-justica-aprova-repassar-incentivo-financeiro-a-agentes-de-saude/), reportagem do G1 sobre a CCJ do Senado aprovando PEC da escala 6x1 (G1: https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2025/12/13/fim-da-escala-6x1-o-que-acontece-agora.ghtml) e matéria da CNN sobre aprovação de projeto tributário na CCJ (CNN Brasil: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/ccj-aprova-segundo-projeto-da-tributaria-com-regras-para-comite-gestor/). Sem um predicado ou contexto claro, a declaração não é verificável com as evidências fornecidas. Sources consulted: Comissão de Constituição e Justiça aprova repassar incentivo financeiro a agentes de saúde - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados; Escala 6x1: comissão do Senado aprova redução; o que acontece agora? | G1; CCJ aprova segundo projeto da tributária com regras para Comitê Gestor | CNN Brasil.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
17%
Consenso LLM Unânime

All models agree: not_checkable (86%)

Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (3)
  • Comissão de Constituição e Justiça aprova repassar incentivo financeiro a agentes de saúde - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados
    Registro legislativo · Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial · relevance 65% · authority 97%
    A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta para tornar obrigatório o pagamento direto aos agentes comunitários de saúde e agentes de combate ...
    Sustenta
  • Escala 6x1: comissão do Senado aprova redução; o que acontece agora? | G1
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 65% · authority 72%
    A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou uma proposta de emenda constitucional (PEC) sobre o fim da escala de seis dias de trabalho por um dia de descanso — conhecida como escala 6x1 ...
    Sustenta
  • CCJ aprova segundo projeto da tributária com regras para Comitê Gestor | CNN Brasil
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 65% · authority 65%
    A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) aprovou nesta quarta-feira (17) o texto-base do segundo projeto de regulamentação da reforma tributária. A proposta cria o Comitê Gestor do IBS (Imposto s...
    Sustenta

Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.

Sustentado Confiança 43%

As evidências fornecidas afirmam que o relator Eduardo Braga, em complementação de voto lida no início da reunião, acolheu total ou parcialmente cerca de 150 sugestões dos parlamentares. Exemplo: Portal do Comércio registra que 'Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares' (https://portaldocomercio.org.br/diario-legislativo/ccj-aprova-regulamentacao-da-reforma-tributaria-materia-vai-a-plenario/). O Instituto dos Auditores Fiscais da Bahia reporta informação similar (IAF: https://iaf.org.br/conteudo/10104/comissao-de-constituicao-e-justica-do-senado-ccj-aprova-o-plp-108-2024-que-corresponde-ao-segundo-projeto-de-regulamentacao-da-reforma-tributaria). Também há menção à leitura de complementação de voto no site do próprio senador (Braga) (Eduardo Braga: Braga lê complemento de voto sobre regulamentação da Reforma Tributária). Com essas fontes, a afirmação encontra suporte nas evidências apresentadas. Sources consulted: Braga lê complemento de voto sobre regulamentação da Reforma Tributária - Eduardo Braga; CCJ aprova regulamentação da reforma tributária; matéria vai a Plenário - Portal do Comércio; Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprova o PLP 108/2024 que corresponde ao segundo projeto de regulamentação da Reforma Tributária - Instituto dos Auditores Fiscais do Estado da Bahia.

Autoridade
100%
Independência
56%
Atualidade
70%
Conflito
65%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (78%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 2).

Fontes de evidência (3)
  • CCJ aprova regulamentação da reforma tributária; matéria vai a Plenário - Portal do Comércio
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (17) o projeto que regulamenta a reforma tributária. O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (tex...
    Sustenta
  • Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprova o PLP 108/2024 que corresponde ao segundo projeto de regulamentação da Reforma Tributária - Instituto dos Auditores Fiscais do Estado da Bahia
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), do Senado Federal, aprovou por aclamação a criação do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A instituição terá a função de cobrar, fiscal...
    Sustenta
  • Braga lê complemento de voto sobre regulamentação da Reforma Tributária - Eduardo Braga
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 90% · authority 58%
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    Contesta
?

A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).

Precisa de mais evidência Confiança 13% 2023 Desatualizado

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

?

Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias

Precisa de mais evidência Confiança 13% Previsão Desatualizado

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

?

O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados

Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

?

O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados

Precisa de mais evidência Confiança 13% 2096 Desatualizado

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

O que não pudemos verificar

Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.

Linha do tempo de evidências

17 de Setembro de 2025

CCJ aprova segundo projeto da tributária com regras para Comitê Gestor | CNN Brasil

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) aprovou nesta quarta-feira (17) o texto-base do segundo projeto de regulamentação da reforma tributária. A proposta cria o Comitê Gest...

17 de Setembro de 2025

Reforma Tributária: CCJ do Senado aprova, com alterações, o PLP 108/24

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Foi levado a discussão na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, na manhã desta terça (17), o relatório preparado pelo relator, senador Eduardo Braga.

18 de Setembro de 2025

CCJ do Senado aprova regulamentação da reforma tributária - Migalhas

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NORONHA E NOGUEIRA SOCIEDADE DE ADVOGADOS tem atuação na área empresarial trabalhista

18 de Setembro de 2025

CCJ aprova regulamentação da reforma tributária; matéria vai a Plenário - Portal do Comércio

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (17) o projeto que regulamenta a reforma tributária. O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou ...

18 de Setembro de 2025

Reforma Tributária: novo texto do PLP 108/24 é aprovado na CCJ - Mattos Filho

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Substitutivo traz alterações ao texto originariamente enviado ao Senado, como aquelas relacionadas ao contencioso administrativo, procedimentos de fiscalização, alterações à LC ...

19 de Setembro de 2025

Reforma Tributária: CCJ aprova PLP 108/2024, texto vai a Plenário

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A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) aprovou, na quarta-feira (17), o PLP 108/2024, também chamado de 2º projeto da Reforma Tributária e que, entre outras coisas, regulame...

29 de Setembro de 2025

Reforma Tributária: Plenário do Senado deve votar PLP 108/2024

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O Plenário do Senado Federal deve votar, nesta terça-feira (30), a partir das 14h, o PLP 108/2024, também chamado de 2º projeto da Reforma Tributária e que, entre outras coisas,...

13 de Dezembro de 2025

Escala 6x1: comissão do Senado aprova redução; o que acontece agora? | G1

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A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou uma proposta de emenda constitucional (PEC) sobre o fim da escala de seis dias de trabalho por um dia de descanso — conhec...

13 de Abril de 2026

Comissão de Constituição e Justiça aprova repassar incentivo financeiro a agentes de saúde - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados

Sustenta Registro legislativo Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta para tornar obrigatório o pagamento direto aos agentes comunitários de saúde e...

13 de Abril de 2026

Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprova o PLP 108/2024 que corresponde ao segundo projeto de regulamentação da Reforma Tributária - Instituto dos Auditores Fiscais do Estado da Bahia

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), do Senado Federal, aprovou por aclamação a criação do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A instituição terá a funç...

13 de Abril de 2026

Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprova o PLP 108/2024 que corresponde ao segundo projeto de regulamentação da Reforma Tributária - Instituto dos Auditores Fiscais do Estado da Bahia

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), do Senado Federal, aprovou por aclamação a criação do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A instituição terá a funç...

13 de Abril de 2026

Braga lê complemento de voto sobre regulamentação da Reforma Tributária - Eduardo Braga

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Grafo de fontes

Fonte Tipo Autoridade Papel Status
PLP 108/2024
https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/166095
Registro legislativo Primário (97%) Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais) Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial Pendente
Emenda Constitucional 132
https://normas.leg.br/?urn=urn%3Alex%3Abr%3Afederal%3Aemenda.constitucional%3...
Artigo de notícia Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) Reportagem Reportagem jornalística Pendente
www25.senado.leg.br (primary) normas.leg.br (secondary) www12.senado.leg.br

Etapas do pipeline

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  • Início · 0s Concluído
  • Buscar artigo raiz · 19s Concluído
  • Extrair alegações · 58s Concluído
  • Analisar manchete · 0s Concluído
  • Expandir artigos vinculados · 0s Concluído
  • Avaliar alegações · 5m 11s Concluído
  • Detectar distorção de fontes · 0s Concluído
  • Detectar manipulação temporal · 0s Concluído
  • Detectar engano estatístico · 0s Concluído
  • Detectar citação seletiva · 0s Concluído
  • Detectar lavagem de autoridade · 0s Concluído
  • Analisar estrutura retórica · 32s Concluído
  • Analisar lacunas contextuais · 47s Concluído
  • Detectar narrativa coordenada · 1m 16s Concluído
  • Avaliar manipulação emocional · 17s Concluído
  • Gerar resumo · 18s Concluído