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Credibilidade

41%

Coordenação

62%

Completude

35%

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Concluído

Análise da manchete

O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.

Manchete
Metade dos samurais do Japão eram, na realidade, mulheres - ZAP Notícias
Uma manchete mais honesta
Museu Britânico afirma que metade dos samurais do Japão eram mulheres no período Edo, mas metodologia da curadoria não foi revelada
Parágrafo inicial
A samurai Tomoe Gozen em combate mortal com Onda No Hachiro Moroshige, Japão, período Edo, século XVII.

Resumo da investigação

Misto

O artigo do ZAP Notícias apresenta qualidade editorial mista. Reproduz de forma acrítica a afirmação central da curadoria do Museu Britânico — de que 'metade dos samurais eram mulheres no século XVII' — sem questionar a metodologia, a definição operacional de 'samurai' utilizada, nem apresentar corroboração académica independente. O título é sensacionalista e generaliza uma afirmação historicamente circunscrita ao período Edo como se fosse uma verdade universal. Há coordenação narrativa clara entre múltiplos veículos (ZAP, Aventuras na História, BBC Portugal, Veja, entre outros), todos repetindo o mesmo enquadramento de 'verdade oculta sendo corrigida' sem escrutínio. No entanto, as falhas detectadas parecem resultar mais de cobertura superficial de press release institucional do que de manipulação deliberada: as fontes são identificadas, a atribuição à curadora Buckland existe, e o tom emocional não é excessivo. A ausência de vozes acadêmicas divergentes e a omissão da distinção entre 'membro da classe samurai por status hereditário' e 'samurai combatente' constituem as lacunas mais relevantes do artigo.

Pontos fortes

  • A afirmação principal é atribuída explicitamente à curadora Rosina Buckland, preservando o caráter de declaração e não de facto histórico consumado
  • O artigo menciona corretamente o contexto do período Edo (a partir de 1603) e a transição dos samurais para funções burocráticas e culturais
  • A data de estabelecimento do primeiro xogunato (1192) é apresentada com exactidão compatível com a historiografia disponível
  • O tom emocional é moderado e a linguagem predominantemente descritiva, sem apelos emocionais excessivos

Pontos fracos

  • A afirmação estatística central ('metade dos samurais eram mulheres') é repetida sem metodologia, fonte primária ou qualificação da definição de 'samurai' usada por Buckland — distinção crucial entre membros da classe por status hereditário e guerreiros combatentes
  • O título sensacionalista generaliza a afirmação para 'todos os samurais do Japão' sem a circunscrição temporal ao período Edo presente no corpo do texto, criando uma impressão enganosa desproporcional às evidências
  • Há coordenação narrativa entre cinco veículos identificados, com omissões convergentes idênticas: ausência de escrutínio metodológico, de vozes académicas críticas e de contextualização do estatuto jurídico-social das mulheres na classe samurai no período Edo
  • O artigo mistura exemplos de guerreiras dos séculos XII e XVI (Tomoe Gozen, Tsuruhime) com afirmações sobre o século XVII, criando uma continuidade narrativa enganosa sobre o papel combatente das mulheres samurai
  • A cadeia de autoridade é problemática: afirmação curatorial potencialmente matizada → The Guardian → ZAP, com crescente certeza e sem as qualificações que provavelmente acompanhariam a formulação original de Buckland

Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:

  • A Comissão de Constituição
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou...
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
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Contexto do evento a partir de investigações relacionadas

Este evento foi analisado em 11 artigos

Linha do tempo composta

Compósito heurístico de investigações relacionadas: A Comissão de Constituição | Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21. | O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado | O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo | A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal. | Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). | O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho | O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.

Fatos omitidos pela maioria dos artigos

  • A Comissão de Constituição
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • Os samurais surgiram no século 10 como combatentes recrutados para cortes imperiais
  • A armadura com frente pontiaguda, baseada num desenho português, foi ajustada para desviar balas após a chegada de mosquetes em 1543
  • Rosina Buckland é a curadora da exposição do Museu Britânico sobre samurais.
  • A exibição de uma arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
  • Nesta segunda (23), no mesmo programa do GloboNews, Andréia Sadi foi obrigada a ler um texto de correção
  • O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte.
  • Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos)
  • o PT ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a GloboNews pediu desculpas pelo erro
  • Na sexta (20), foi exibida no telão do Estúdio i uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro
  • Neide Duarte, que trabalhou na Globo durante 42 anos
  • Neide Duarte, que trabalhou 42 anos na Globo, classificou o episódio como 'dia da vergonha na GloboNews'
  • Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.
  • A exposição de Buckland estará patente de fevereiro a maio de 2026
  • O primeiro xogunato, ou governo militar, foi oficialmente estabelecido em 1192.
  • Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.
  • Após o início do período Edo em 1603, os membros da classe samurai tornaram-se funcionários governamentais, académicos e mecenas das artes.
  • A GloboNews exibiu no programa Estúdio I de sexta-feira (20) um quadro no estilo Power Point resumindo os principais nomes da República ligados a Daniel Vorcaro, apresentando Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega
  • Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, em 2016, atribuía todos os supostos crimes a um só suposto mandante: o presidente Lula (PT)
  • O ex-ministro afirmou que o material omite Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Campos Neto
  • O cunhado do Vorcaro, Fabiano Zettel, era o operador financeiro do esquema do Bolso-Master
  • Galípolo liquidou e mandou fechar o Banco Master

Avaliação narrativa

As investigações relacionadas cobrem fatos sobrepostos, mas omitem detalhes diferentes.
Comparação de cobertura (11 artigos)
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Na terceira audiência, CCJ discutiu mecanismo redistributivo do cashback — Se...

Fatos incluídos: 2
Fatos omitidos: 46

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
Fatos omitidos
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • Os samurais surgiram no século 10 como combatentes recrutados para cortes imperiais
  • A armadura com frente pontiaguda, baseada num desenho português, foi ajustada para desviar balas após a chegada de mosquetes em 1543
  • Rosina Buckland é a curadora da exposição do Museu Britânico sobre samurais.
  • A exibição de uma arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
  • Nesta segunda (23), no mesmo programa do GloboNews, Andréia Sadi foi obrigada a ler um texto de correção
  • O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte.
  • Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos)
  • o PT ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a GloboNews pediu desculpas pelo erro
  • Na sexta (20), foi exibida no telão do Estúdio i uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro
  • Neide Duarte, que trabalhou na Globo durante 42 anos
  • Neide Duarte, que trabalhou 42 anos na Globo, classificou o episódio como 'dia da vergonha na GloboNews'
  • Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.
  • A exposição de Buckland estará patente de fevereiro a maio de 2026
  • O primeiro xogunato, ou governo militar, foi oficialmente estabelecido em 1192.
  • Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.
  • Após o início do período Edo em 1603, os membros da classe samurai tornaram-se funcionários governamentais, académicos e mecenas das artes.
  • A GloboNews exibiu no programa Estúdio I de sexta-feira (20) um quadro no estilo Power Point resumindo os principais nomes da República ligados a Daniel Vorcaro, apresentando Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega
  • Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, em 2016, atribuía todos os supostos crimes a um só suposto mandante: o presidente Lula (PT)
  • O ex-ministro afirmou que o material omite Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Campos Neto
  • O cunhado do Vorcaro, Fabiano Zettel, era o operador financeiro do esquema do Bolso-Master
  • Galípolo liquidou e mandou fechar o Banco Master
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CCJ aprova plano de trabalho para regulamentação da reforma tributária — Sena...

Fatos incluídos: 2
Fatos omitidos: 46

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Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
Fatos omitidos
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • Os samurais surgiram no século 10 como combatentes recrutados para cortes imperiais
  • A armadura com frente pontiaguda, baseada num desenho português, foi ajustada para desviar balas após a chegada de mosquetes em 1543
  • Rosina Buckland é a curadora da exposição do Museu Britânico sobre samurais.
  • A exibição de uma arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
  • Nesta segunda (23), no mesmo programa do GloboNews, Andréia Sadi foi obrigada a ler um texto de correção
  • O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte.
  • Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos)
  • o PT ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a GloboNews pediu desculpas pelo erro
  • Na sexta (20), foi exibida no telão do Estúdio i uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro
  • Neide Duarte, que trabalhou na Globo durante 42 anos
  • Neide Duarte, que trabalhou 42 anos na Globo, classificou o episódio como 'dia da vergonha na GloboNews'
  • Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.
  • A exposição de Buckland estará patente de fevereiro a maio de 2026
  • O primeiro xogunato, ou governo militar, foi oficialmente estabelecido em 1192.
  • Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.
  • Após o início do período Edo em 1603, os membros da classe samurai tornaram-se funcionários governamentais, académicos e mecenas das artes.
  • A GloboNews exibiu no programa Estúdio I de sexta-feira (20) um quadro no estilo Power Point resumindo os principais nomes da República ligados a Daniel Vorcaro, apresentando Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega
  • Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, em 2016, atribuía todos os supostos crimes a um só suposto mandante: o presidente Lula (PT)
  • O ex-ministro afirmou que o material omite Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Campos Neto
  • O cunhado do Vorcaro, Fabiano Zettel, era o operador financeiro do esquema do Bolso-Master
  • Galípolo liquidou e mandou fechar o Banco Master
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Senado aprova e envia reforma tributária de volta à Câmara — Senado Notícias

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Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
Fatos omitidos
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • Os samurais surgiram no século 10 como combatentes recrutados para cortes imperiais
  • A armadura com frente pontiaguda, baseada num desenho português, foi ajustada para desviar balas após a chegada de mosquetes em 1543
  • Rosina Buckland é a curadora da exposição do Museu Britânico sobre samurais.
  • A exibição de uma arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
  • Nesta segunda (23), no mesmo programa do GloboNews, Andréia Sadi foi obrigada a ler um texto de correção
  • O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte.
  • Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos)
  • o PT ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a GloboNews pediu desculpas pelo erro
  • Na sexta (20), foi exibida no telão do Estúdio i uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro
  • Neide Duarte, que trabalhou na Globo durante 42 anos
  • Neide Duarte, que trabalhou 42 anos na Globo, classificou o episódio como 'dia da vergonha na GloboNews'
  • Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.
  • A exposição de Buckland estará patente de fevereiro a maio de 2026
  • O primeiro xogunato, ou governo militar, foi oficialmente estabelecido em 1192.
  • Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.
  • Após o início do período Edo em 1603, os membros da classe samurai tornaram-se funcionários governamentais, académicos e mecenas das artes.
  • A GloboNews exibiu no programa Estúdio I de sexta-feira (20) um quadro no estilo Power Point resumindo os principais nomes da República ligados a Daniel Vorcaro, apresentando Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega
  • Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, em 2016, atribuía todos os supostos crimes a um só suposto mandante: o presidente Lula (PT)
  • O ex-ministro afirmou que o material omite Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Campos Neto
  • O cunhado do Vorcaro, Fabiano Zettel, era o operador financeiro do esquema do Bolso-Master
  • Galípolo liquidou e mandou fechar o Banco Master
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Modificada, regulamentação da reforma tributária volta à Câmara — Senado Notí...

Fatos incluídos: 2
Fatos omitidos: 46

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
Fatos omitidos
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • Os samurais surgiram no século 10 como combatentes recrutados para cortes imperiais
  • A armadura com frente pontiaguda, baseada num desenho português, foi ajustada para desviar balas após a chegada de mosquetes em 1543
  • Rosina Buckland é a curadora da exposição do Museu Britânico sobre samurais.
  • A exibição de uma arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
  • Nesta segunda (23), no mesmo programa do GloboNews, Andréia Sadi foi obrigada a ler um texto de correção
  • O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte.
  • Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos)
  • o PT ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a GloboNews pediu desculpas pelo erro
  • Na sexta (20), foi exibida no telão do Estúdio i uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro
  • Neide Duarte, que trabalhou na Globo durante 42 anos
  • Neide Duarte, que trabalhou 42 anos na Globo, classificou o episódio como 'dia da vergonha na GloboNews'
  • Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.
  • A exposição de Buckland estará patente de fevereiro a maio de 2026
  • O primeiro xogunato, ou governo militar, foi oficialmente estabelecido em 1192.
  • Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.
  • Após o início do período Edo em 1603, os membros da classe samurai tornaram-se funcionários governamentais, académicos e mecenas das artes.
  • A GloboNews exibiu no programa Estúdio I de sexta-feira (20) um quadro no estilo Power Point resumindo os principais nomes da República ligados a Daniel Vorcaro, apresentando Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega
  • Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, em 2016, atribuía todos os supostos crimes a um só suposto mandante: o presidente Lula (PT)
  • O ex-ministro afirmou que o material omite Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Campos Neto
  • O cunhado do Vorcaro, Fabiano Zettel, era o operador financeiro do esquema do Bolso-Master
  • Galípolo liquidou e mandou fechar o Banco Master
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CCJ aprova regulamentação da reforma tributária; matéria vai a Plenário — Sen...

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  • A Comissão de Constituição
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
Fatos omitidos
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • Os samurais surgiram no século 10 como combatentes recrutados para cortes imperiais
  • A armadura com frente pontiaguda, baseada num desenho português, foi ajustada para desviar balas após a chegada de mosquetes em 1543
  • Rosina Buckland é a curadora da exposição do Museu Britânico sobre samurais.
  • A exibição de uma arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
  • Nesta segunda (23), no mesmo programa do GloboNews, Andréia Sadi foi obrigada a ler um texto de correção
  • O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte.
  • Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos)
  • o PT ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a GloboNews pediu desculpas pelo erro
  • Na sexta (20), foi exibida no telão do Estúdio i uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro
  • Neide Duarte, que trabalhou na Globo durante 42 anos
  • Neide Duarte, que trabalhou 42 anos na Globo, classificou o episódio como 'dia da vergonha na GloboNews'
  • Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.
  • A exposição de Buckland estará patente de fevereiro a maio de 2026
  • O primeiro xogunato, ou governo militar, foi oficialmente estabelecido em 1192.
  • Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.
  • Após o início do período Edo em 1603, os membros da classe samurai tornaram-se funcionários governamentais, académicos e mecenas das artes.
  • A GloboNews exibiu no programa Estúdio I de sexta-feira (20) um quadro no estilo Power Point resumindo os principais nomes da República ligados a Daniel Vorcaro, apresentando Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega
  • Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, em 2016, atribuía todos os supostos crimes a um só suposto mandante: o presidente Lula (PT)
  • O ex-ministro afirmou que o material omite Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Campos Neto
  • O cunhado do Vorcaro, Fabiano Zettel, era o operador financeiro do esquema do Bolso-Master
  • Galípolo liquidou e mandou fechar o Banco Master
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Reforma tributária: Eduardo Braga explica principais pontos do relatório — Se...

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  • A Comissão de Constituição
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
Fatos omitidos
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • Os samurais surgiram no século 10 como combatentes recrutados para cortes imperiais
  • A armadura com frente pontiaguda, baseada num desenho português, foi ajustada para desviar balas após a chegada de mosquetes em 1543
  • Rosina Buckland é a curadora da exposição do Museu Britânico sobre samurais.
  • A exibição de uma arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
  • Nesta segunda (23), no mesmo programa do GloboNews, Andréia Sadi foi obrigada a ler um texto de correção
  • O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte.
  • Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos)
  • o PT ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a GloboNews pediu desculpas pelo erro
  • Na sexta (20), foi exibida no telão do Estúdio i uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro
  • Neide Duarte, que trabalhou na Globo durante 42 anos
  • Neide Duarte, que trabalhou 42 anos na Globo, classificou o episódio como 'dia da vergonha na GloboNews'
  • Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.
  • A exposição de Buckland estará patente de fevereiro a maio de 2026
  • O primeiro xogunato, ou governo militar, foi oficialmente estabelecido em 1192.
  • Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.
  • Após o início do período Edo em 1603, os membros da classe samurai tornaram-se funcionários governamentais, académicos e mecenas das artes.
  • A GloboNews exibiu no programa Estúdio I de sexta-feira (20) um quadro no estilo Power Point resumindo os principais nomes da República ligados a Daniel Vorcaro, apresentando Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega
  • Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, em 2016, atribuía todos os supostos crimes a um só suposto mandante: o presidente Lula (PT)
  • O ex-ministro afirmou que o material omite Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Campos Neto
  • O cunhado do Vorcaro, Fabiano Zettel, era o operador financeiro do esquema do Bolso-Master
  • Galípolo liquidou e mandou fechar o Banco Master
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Museu Britânico: samurais eram mercenários e burocratas - C4 Notícias Ceará

Fatos incluídos: 3
Fatos omitidos: 45

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • Os samurais surgiram no século 10 como combatentes recrutados para cortes imperiais
  • A armadura com frente pontiaguda, baseada num desenho português, foi ajustada para desviar balas após a chegada de mosquetes em 1543
  • Rosina Buckland é a curadora da exposição do Museu Britânico sobre samurais.
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • A exibição de uma arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
  • Nesta segunda (23), no mesmo programa do GloboNews, Andréia Sadi foi obrigada a ler um texto de correção
  • O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte.
  • Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos)
  • o PT ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a GloboNews pediu desculpas pelo erro
  • Na sexta (20), foi exibida no telão do Estúdio i uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro
  • Neide Duarte, que trabalhou na Globo durante 42 anos
  • Neide Duarte, que trabalhou 42 anos na Globo, classificou o episódio como 'dia da vergonha na GloboNews'
  • Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.
  • A exposição de Buckland estará patente de fevereiro a maio de 2026
  • O primeiro xogunato, ou governo militar, foi oficialmente estabelecido em 1192.
  • Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.
  • Após o início do período Edo em 1603, os membros da classe samurai tornaram-se funcionários governamentais, académicos e mecenas das artes.
  • A GloboNews exibiu no programa Estúdio I de sexta-feira (20) um quadro no estilo Power Point resumindo os principais nomes da República ligados a Daniel Vorcaro, apresentando Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega
  • Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, em 2016, atribuía todos os supostos crimes a um só suposto mandante: o presidente Lula (PT)
  • O ex-ministro afirmou que o material omite Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Campos Neto
  • O cunhado do Vorcaro, Fabiano Zettel, era o operador financeiro do esquema do Bolso-Master
  • Galípolo liquidou e mandou fechar o Banco Master
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GloboNews tem clima de terror e demissões após ligar Lula e PT a Vorcaro · No...

Fatos incluídos: 4
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  • A exibição de uma arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
  • Nesta segunda (23), no mesmo programa do GloboNews, Andréia Sadi foi obrigada a ler um texto de correção
  • O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte.
  • Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos)
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • Os samurais surgiram no século 10 como combatentes recrutados para cortes imperiais
  • A armadura com frente pontiaguda, baseada num desenho português, foi ajustada para desviar balas após a chegada de mosquetes em 1543
  • Rosina Buckland é a curadora da exposição do Museu Britânico sobre samurais.
  • o PT ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a GloboNews pediu desculpas pelo erro
  • Na sexta (20), foi exibida no telão do Estúdio i uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro
  • Neide Duarte, que trabalhou na Globo durante 42 anos
  • Neide Duarte, que trabalhou 42 anos na Globo, classificou o episódio como 'dia da vergonha na GloboNews'
  • Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.
  • A exposição de Buckland estará patente de fevereiro a maio de 2026
  • O primeiro xogunato, ou governo militar, foi oficialmente estabelecido em 1192.
  • Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.
  • Após o início do período Edo em 1603, os membros da classe samurai tornaram-se funcionários governamentais, académicos e mecenas das artes.
  • A GloboNews exibiu no programa Estúdio I de sexta-feira (20) um quadro no estilo Power Point resumindo os principais nomes da República ligados a Daniel Vorcaro, apresentando Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega
  • Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, em 2016, atribuía todos os supostos crimes a um só suposto mandante: o presidente Lula (PT)
  • O ex-ministro afirmou que o material omite Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Campos Neto
  • O cunhado do Vorcaro, Fabiano Zettel, era o operador financeiro do esquema do Bolso-Master
  • Galípolo liquidou e mandou fechar o Banco Master
noticiasdatv.uol.com.br Mixed

Globo se desculpa por tentar associar Daniel Vorcaro a Lula e ao PT: 'Errado'...

Fatos incluídos: 4
Fatos omitidos: 44

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A exibição de uma arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
  • Nesta segunda (23), no mesmo programa do GloboNews, Andréia Sadi foi obrigada a ler um texto de correção
  • O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte.
  • Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos)
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • Os samurais surgiram no século 10 como combatentes recrutados para cortes imperiais
  • A armadura com frente pontiaguda, baseada num desenho português, foi ajustada para desviar balas após a chegada de mosquetes em 1543
  • Rosina Buckland é a curadora da exposição do Museu Britânico sobre samurais.
  • o PT ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a GloboNews pediu desculpas pelo erro
  • Na sexta (20), foi exibida no telão do Estúdio i uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro
  • Neide Duarte, que trabalhou na Globo durante 42 anos
  • Neide Duarte, que trabalhou 42 anos na Globo, classificou o episódio como 'dia da vergonha na GloboNews'
  • Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.
  • A exposição de Buckland estará patente de fevereiro a maio de 2026
  • O primeiro xogunato, ou governo militar, foi oficialmente estabelecido em 1192.
  • Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.
  • Após o início do período Edo em 1603, os membros da classe samurai tornaram-se funcionários governamentais, académicos e mecenas das artes.
  • A GloboNews exibiu no programa Estúdio I de sexta-feira (20) um quadro no estilo Power Point resumindo os principais nomes da República ligados a Daniel Vorcaro, apresentando Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega
  • Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, em 2016, atribuía todos os supostos crimes a um só suposto mandante: o presidente Lula (PT)
  • O ex-ministro afirmou que o material omite Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Campos Neto
  • O cunhado do Vorcaro, Fabiano Zettel, era o operador financeiro do esquema do Bolso-Master
  • Galípolo liquidou e mandou fechar o Banco Master
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Metade dos samurais do Japão eram, na realidade, mulheres - ZAP Notícias

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 43
Fatos incluídos
  • Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.
  • A exposição de Buckland estará patente de fevereiro a maio de 2026
  • O primeiro xogunato, ou governo militar, foi oficialmente estabelecido em 1192.
  • Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.
  • Após o início do período Edo em 1603, os membros da classe samurai tornaram-se funcionários governamentais, académicos e mecenas das artes.
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • Os samurais surgiram no século 10 como combatentes recrutados para cortes imperiais
  • A armadura com frente pontiaguda, baseada num desenho português, foi ajustada para desviar balas após a chegada de mosquetes em 1543
  • Rosina Buckland é a curadora da exposição do Museu Britânico sobre samurais.
  • A exibição de uma arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
  • Nesta segunda (23), no mesmo programa do GloboNews, Andréia Sadi foi obrigada a ler um texto de correção
  • O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte.
  • Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos)
  • o PT ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a GloboNews pediu desculpas pelo erro
  • Na sexta (20), foi exibida no telão do Estúdio i uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro
  • Neide Duarte, que trabalhou na Globo durante 42 anos
  • Neide Duarte, que trabalhou 42 anos na Globo, classificou o episódio como 'dia da vergonha na GloboNews'
  • A GloboNews exibiu no programa Estúdio I de sexta-feira (20) um quadro no estilo Power Point resumindo os principais nomes da República ligados a Daniel Vorcaro, apresentando Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega
  • Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, em 2016, atribuía todos os supostos crimes a um só suposto mandante: o presidente Lula (PT)
  • O ex-ministro afirmou que o material omite Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Campos Neto
  • O cunhado do Vorcaro, Fabiano Zettel, era o operador financeiro do esquema do Bolso-Master
  • Galípolo liquidou e mandou fechar o Banco Master
iclnoticias.com.br Weak

Políticos e jornalistas ex-Globo reagem a Power Point da emissora sobre caso ...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 43

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A GloboNews exibiu no programa Estúdio I de sexta-feira (20) um quadro no estilo Power Point resumindo os principais nomes da República ligados a Daniel Vorcaro, apresentando Lula, Gabriel Galípolo, Guido Mantega
  • Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, em 2016, atribuía todos os supostos crimes a um só suposto mandante: o presidente Lula (PT)
  • O ex-ministro afirmou que o material omite Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Campos Neto
  • O cunhado do Vorcaro, Fabiano Zettel, era o operador financeiro do esquema do Bolso-Master
  • Galípolo liquidou e mandou fechar o Banco Master
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição
  • Além dessas audiências da CCJ, o grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), coordenado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), realizou outras 21.
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano de trabalho na CCJ, o senador Izalci Lucas (PL-DF), sugeriu que o PLP 68/2024 também seja votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
  • O parlamentar é relator de um grupo de trabalho criado na CAE para debater a regulamentação da reforma tributária. Fizemos 21 audiências públicas no grupo de trabalho
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (União-AP), disse que decisão sobre a distribuição do projeto para outra comissão cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que, dos 54 parlamentares que integram a CCJ, 40 também participam da CAE como membros permanentes ou suplentes.
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Ao todo, o texto recebeu cerca de 830 emendas durante a discussão no Senado. Braga acatou parte das sugestões de mudanças propostas no Plenário.
  • Durante a votação em segundo turno, senadores rejeitaram destaques apresentados por senadores da oposição para limitar a soma das alíquotas dos tributos. Uma das emendas previa o teto de 20%; outra estabelecia um limite de 25%.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Apesar do elevado número de emendas analisadas na Comissão de Constituição
  • Entre elas, está a atualização do cálculo da alíquota de referência do IBS, que usará dados de 2024 a 2026 — em vez do período de 2012 a 2021, como previa a versão que foi aprovada inicialmente na CCJ.
  • A calibragem do IBS será feita gradualmente entre 2029
  • Também deverá ser criada, para que haja mais segurança jurídica, a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo, voltada à harmonização da jurisprudência fiscal envolvendo os novos tributos (IBS e CBS).
  • Braga incluiu, a pedido do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), redução de alíquotas para os institutos de ciência, tecnologia
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na Emenda Constitucional 132, de 2023, que criou dois novos tributos: Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) and Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).
  • Serviços (IBS), que vai substituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias
  • O substitutivo altera o modelo de repartição dos recursos arrecadados com o IBS. Além do imposto em si, passam a ser divididos entre os estados
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • Os samurais surgiram no século 10 como combatentes recrutados para cortes imperiais
  • A armadura com frente pontiaguda, baseada num desenho português, foi ajustada para desviar balas após a chegada de mosquetes em 1543
  • Rosina Buckland é a curadora da exposição do Museu Britânico sobre samurais.
  • A exibição de uma arte que associava o banqueiro Daniel Vorcaro ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva
  • Nesta segunda (23), no mesmo programa do GloboNews, Andréia Sadi foi obrigada a ler um texto de correção
  • O conteúdo foi rechaçado nas redes sociais até por ex-jornalistas da Globo, como a repórter Neide Duarte.
  • Reclamou-se, principalmente, da ausência das conexões do ex-dono do Banco Master com nomes da direita, como o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos)
  • o PT ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a GloboNews pediu desculpas pelo erro
  • Na sexta (20), foi exibida no telão do Estúdio i uma imagem chamada Conexões de Daniel Vorcaro
  • Neide Duarte, que trabalhou na Globo durante 42 anos
  • Neide Duarte, que trabalhou 42 anos na Globo, classificou o episódio como 'dia da vergonha na GloboNews'
  • Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.
  • A exposição de Buckland estará patente de fevereiro a maio de 2026
  • O primeiro xogunato, ou governo militar, foi oficialmente estabelecido em 1192.
  • Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.
  • Após o início do período Edo em 1603, os membros da classe samurai tornaram-se funcionários governamentais, académicos e mecenas das artes.

Análise de narrativa coordenada

Há convergência significativa entre os veículos analisados na forma de enquadrar a exposição do Museu Britânico como 'revelação da história não contada' e na adoção acrítica da afirmação de que 'metade dos samurais eram mulheres', sem que nenhum dos artigos questione a metodologia ou apresente fontes primárias que sustentem o percentual de 50%. Todos os veículos identificados (ZAP, Aventuras na História, Arte Capital, BBC Portugal, Veja e Fatorrrh) repetem o mesmo enquadramento de 'verdade oculta sendo corrigida', sem investigar como ou por que teria ocorrido o apagamento histórico, nem oferecer qualquer voz acadêmica dissidente. A omissão compartilhada mais relevante é a ausência total de escrutínio sobre a distinção entre 'membro da classe samurai por status hereditário' e 'samurai combatente', distinção que alteraria radicalmente a interpretação do dado central. Além disso, há convergência eufemística: todos os veículos enquadram a exclusão feminina como 'mal-entendido cultural' ou 'mito', evitando caracterizá-la como apagamento sistemático. O alto grau de alinhamento em omissões substantivas idênticas — especialmente a ausência de crítica metodológica à tese de Buckland — eleva o score para além da simples cobertura editorial convergente.

Pontuação de coordenação
62%

Enquadramento convergente

  • Todos os veículos adotam a narrativa de 'história não contada' ou 'verdade por trás do mito', posicionando a exposição do Museu Britânico como ato de correção histórica sem questionar a instituição ou sua curadoria
  • A afirmação de que 'metade dos samurais eram mulheres' é repetida como fato estabelecido em todos os artigos analisados, sem nenhum veículo exigir ou apresentar a metodologia que sustenta o número de 50%
  • O enquadramento eufemístico de 'mal compreendido' ou 'mito' é compartilhado por todos os veículos para descrever a ausência feminina na narrativa histórica, evitando termos como apagamento ou invisibilização sistemática
  • A exposição é apresentada como protagonista da revelação histórica, transferindo autoridade narrativa para o Museu Britânico sem questionamento sobre possíveis vieses institucionais da curadoria
  • Uso convergente de figuras heroicas femininas (Tomoe Gozen, Tsuruhime) como âncoras emocionais para validar a tese, sem contextualizar se essas figuras eram representativas ou excepcionais dentro da classe samurai

Omissões convergentes

  • Nenhum veículo apresenta a metodologia ou as fontes primárias usadas pela curadora Rosina Buckland para chegar ao percentual de 50% de samurais femininas
  • Nenhum artigo distingue explicitamente entre 'membro da classe samurai por herança/status jurídico no período Edo' e 'samurai em função combatente', distinção que é central para avaliar a validade do dado
  • Ausência total de vozes acadêmicas críticas ou historiadores que questionem a tese apresentada na exposição, configurando cobertura unilateral convergente
  • Nenhum veículo investiga o processo histórico pelo qual as mulheres samurai teriam sido apagadas da memória coletiva — todos saltam diretamente para a 'correção', omitindo a cadeia causal do esquecimento
  • O contexto jurídico-social do período Edo, que pode explicar a inclusão de mulheres na classe samurai por razões de status e não de função guerreira, é ignorado por todos os artigos
Cobertura similar encontrada (5)

Análise de manipulação emocional

O artigo apresenta tom emocional moderado, com linguagem predominantemente descritiva e referências a fontes identificáveis como a curadora Rosina Buckland e o Museu Britânico. O principal risco de manipulação não está em apelos emocionais excessivos, mas sim no título sensacionalista que generaliza uma afirmação historicamente circunscrita ao período Edo como se fosse uma verdade universal sobre todos os samurais. A combinação de headline_bait elevado com contexto incompleto cria uma impressão enganosa desproporcional à evidência apresentada no corpo do texto.

Temperatura emocional
35%
Densidade de evidência
62%
Pontuação de manipulação
42%

Emoções dominantes

surpresa curiosidade admiração
Fatores contribuintes (4)
  • Título sensacionalista com afirmação absoluta ('metade dos samurais eram mulheres') sem contextualização imediata do período histórico específico
  • Pontuação elevada de headline_bait combinada com completeness_score baixo, sugerindo que a manchete promete mais do que o artigo entrega em contexto
  • Misrepresentation_score moderado: a afirmação central da curadora é apresentada como facto estabelecido sem indicar que se trata de interpretação acadêmica em disputa ou de escopo limitado
  • Densidade emocional heurística muito baixa, indicando linguagem predominantemente factual e descritiva — limita o nível de manipulação emocional direta
Análise de distorção de fontes

Análise de distorção de fontes

A afirmação central do artigo — que 'metade dos samurais eram mulheres' — é atribuída à curadora Rosina Buckland, mas não pode ser verificada nos trechos disponíveis das fontes citadas. O The Guardian confirma o tom geral de desafio aos mitos, mas não valida especificamente o dado numérico de 'metade'. As fontes do Museu Britânico são inacessíveis. Trata-se de uma afirmação de alta impacto que permanece não verificável com base nas fontes fornecidas.

Pontuação de distorção
55%
Fontes citadas (3)
  • Não verificável High

    O artigo atribui diretamente à curadora Rosina Buckland a afirmação de que 'metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII'. O trecho disponível da fonte do The Guardian não confirma nem nega esta afirmação específica — apenas menciona que a exposição vai 'desafiar tudo o que pensamos saber sobre a elite guerreira do Japão'. Não é possível verificar se Buckland realmente usou o número 'metade' ou se o artigo exagerou a afirmação original.

  • Não verificável Low

    Os dois links do Museu Britânico fornecidos retornaram apenas páginas de consentimento de cookies, sem conteúdo legível. Portanto, não é possível verificar as datas exactas da exposição a partir das fontes citadas, embora o The Guardian mencione que a exposição abriria 'no próximo ano' (publicado em novembro de 2025), o que é consistente com 2026.

  • Preciso Low

    O trecho disponível do The Guardian confirma que a exposição visa desafiar mitos sobre os samurais ('challenge everything we think we know about Japan's warrior elite'), o que é consistente com a citação atribuída a Buckland no artigo.

Análise de manipulação temporal — nenhum problema significativo encontrado

Análise de manipulação temporal

O artigo mistura adequadamente contexto histórico e exposição contemporânea, mas a afirmação principal sobre 'metade dos samurais serem mulheres' é apresentada como facto histórico do período Edo sem qualificação suficiente de que se trata de uma interpretação curatorial moderna. Não há uso sistemático de dados desatualizados como se fossem atuais.

Integridade temporal
75%
Manipulações detectadas (2)
  • Timeline mixing Medium
    Foi durante o período Edo que metade dos samurais do Japão eram mulheres, e os artefactos que ilustram as várias posições que ocupavam na sociedade estão agora expostos em Londres.

    O artigo mistura dados históricos do período Edo (séculos XVII–XIX) com a exposição contemporânea de 2026, criando a impressão implícita de que a afirmação 'metade eram mulheres' é um facto histórico bem estabelecido, quando na realidade parece ser uma interpretação curatorial moderna apresentada numa exposição específica.

  • Implicit recency Low
    No início do século XVII, à medida que uma era prolongada de paz despontava em todo o Japão, as samurais desempenhavam funções que iam desde mecenas das artes e cientistas a pintoras e bombeiras.

    O uso do tempo verbal no imperfeito é adequado, mas a frase de abertura apresenta o facto histórico sem datação explícita, podendo criar alguma confusão sobre o período referenciado antes de ser esclarecido mais adiante no texto.

Análise de engano estatístico

Análise de engano estatístico

A afirmação mais problemática do artigo — 'metade dos samurais eram mulheres' — é apresentada como estatística histórica sem base metodológica, fonte primária ou qualificação. Esta omissão é significativa dado o impacto da afirmação e o facto de contradizer a narrativa histórica convencional sem oferecer evidências suficientes para sustentar a revisão.

Integridade estatística
45%
Enganos detectados (2)
  • Missing base
    Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.

    A afirmação de que 'metade' dos samurais eram mulheres é apresentada sem qualquer base metodológica, sem indicação de qual a fonte histórica desse número, sem definição clara do que conta como 'samurai' para efeitos deste cálculo, e sem intervalo de confiança ou margem de erro. Trata-se de uma estatística impactante apresentada como facto estabelecido.

    Para avaliar esta afirmação seria necessário saber: qual a fonte primária usada por Buckland, como 'samurai' é definido (apenas guerreiros ou toda a classe bushi?), e se existem registos censitários ou estudos históricos que sustentem este número. A afirmação pode ser uma simplificação de dados mais matizados.

  • Cherry picked baseline
    Os 280 artefactos expostos no Museu Britânico incluem armaduras, armas, pinturas, gravuras em madeira, vestuário, cerâmica, arte e muito mais.

    O número de artefactos (280) é apresentado como indicador da abrangência da exposição, mas sem contexto comparativo (por exemplo, quantos são de samurais femininas vs. masculinos), o que pode inflar a perceção da representação feminina na exposição.

    Seria útil saber quantos dos 280 artefactos estão diretamente relacionados com samurais femininas para avaliar se a exposição realmente equilibra a narrativa ou se a afirmação central é amplificada por um número impressionante mas não discriminado.

Análise de citação seletiva

Análise de citação seletiva

As citações diretas atribuídas à curadora Rosina Buckland não podem ser verificadas nos trechos disponíveis das fontes citadas. O tom geral é consistente com o artigo do The Guardian, mas a inacessibilidade das fontes primárias impede uma verificação definitiva. Não há indícios claros de inversão ou fabricação, mas as citações permanecem não verificáveis.

Integridade das citações
70%
Citações analisadas (3)
  • unverifiable
    "que há muito sobre os samurais que é mal compreendido e assente em mitos"

    — Rosina Buckland, curadora

    A citação é atribuída a uma conversa com The Guardian, mas o trecho disponível do The Guardian não inclui esta frase exacta. Não é possível verificar se a citação é fiel, truncada ou parafraseada a partir do texto fornecido.

  • unverifiable
    "O que pretendo abordar na exposição é a forma como a perceção dos samurais se reduziu apenas a este guerreiro masculino de armadura a empunhar uma espada"

    — Rosina Buckland

    Esta citação direta é atribuída a Buckland numa conversa com The Guardian. O trecho disponível da fonte não inclui esta passagem específica, tornando impossível verificar se a citação é integral ou se algum contexto foi omitido.

  • unverifiable
    "Isso é uma parte ínfima do que eles foram ao longo de centenas de anos. Foram guerreiros no início, mas havia um equilíbrio entre o militar e o literário e o artístico."

    — Rosina Buckland

    Citação direta atribuída a Buckland, não verificável a partir dos trechos das fontes disponíveis. O sentido geral é consistente com o tom do artigo do The Guardian, mas a fidelidade exacta das palavras não pode ser confirmada.

Análise de lavagem de autoridade

Análise de lavagem de autoridade

Há uma cadeia de autoridade problemática na qual uma afirmação curatorial específica e potencialmente matizada é transmitida através de um artigo do The Guardian e depois reproduzida pelo ZAP Notícias com crescente certeza e sem as qualificações que provavelmente acompanhariam a afirmação original. As fontes primárias do Museu Britânico são inacessíveis, impedindo a verificação da origem e do contexto exato da afirmação.

Pontuação de lavagem
55%
Cadeias detectadas (1)
  • Medium Museu Britânico / Curadora Rosina Buckland → ZAP Notícias
    www.britishmuseum.org (fonte primária institucional) www.theguardian.com (media de referência) zap.aeiou.pt (agregador/media secundária)

    A cadeia de citação segue um padrão de autoridade decrescente: a afirmação central ('metade dos samurais eram mulheres') presumivelmente origina na curadora Buckland ou no Museu Britânico, passa pelo The Guardian (que não a confirma explicitamente no trecho disponível) e chega ao ZAP Notícias como facto estabelecido. Cada passo da cadeia adiciona menos contexto e qualificação, amplificando a afirmação sem adicionar evidências. As fontes do Museu Britânico são inacessíveis, o que impossibilita rastrear a afirmação até à sua origem primária.

Análise retórica

Análise retórica

O artigo é majoritariamente informativo e baseado em fontes legítimas (curadoria do Museu Britânico, exposição documentada), mas apresenta alguns problemas retóricos relevantes. A principal fragilidade é o tratamento de uma afirmação curatorial não verificada ('metade dos samurais eram mulheres') como fato estabelecido, especialmente quando repetida sem atribuição. O uso de anedotas históricas lendárias para reforçar afirmações gerais e a seleção seletiva de papéis femininos excepcionais em detrimento dos papéis domésticos mencionados pelo próprio texto contribuem para uma narrativa levemente inflacionada. O viés narrativo geral é moderado e não compromete gravemente a integridade do artigo.

Viés narrativo
38%
Falácias detectadas (5)
  • Appeal to authority Medium
    Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.

    A afirmação de que 'metade dos samurais eram mulheres' é apresentada como fato com base apenas na autoridade da curadora, sem evidência primária ou fonte historiográfica independente. O artigo não questiona nem contextualiza a afirmação, tratando a opinião curatorial como dado estabelecido.

    Prejudica: Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.

  • False admission Medium
    Foi durante o período Edo que metade dos samurais do Japão eram mulheres, e os artefactos que ilustram as várias posições que ocupavam na sociedade estão agora expostos em Londres.

    A afirmação inicialmente atribuída à curadora Buckland ('Segundo a curadora...') é repetida neste parágrafo como fato estabelecido, sem atribuição. O alegado passou a ser tratado como verdade confirmada, sem que nenhuma evidência adicional tenha sido apresentada entre as duas ocorrências.

    Prejudica: Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.

  • Anecdote over data Low
    Uma das mais famosas foi Tomoe Gozen, que alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII. Segundo a lenda, era uma combatente notável que decapitava os seus inimigos

    O artigo usa relatos lendários e anedóticos sobre Tomoe Gozen e Tsuruhime para reforçar a narrativa de que mulheres eram guerreiras comuns na classe samurai, sem dados históricos sistemáticos. As histórias individuais são usadas como evidência representativa de um fenômeno geral.

    Prejudica: Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.

  • Cherry picking Medium
    Embora muitas delas desempenhassem papéis tradicionalmente femininos no seio do lar, outras trabalhavam como artistas ou bombeiras, e algumas até combatiam no campo de batalha

    O artigo menciona brevemente que muitas mulheres samurai desempenhavam papéis domésticos tradicionais, mas imediatamente direciona a narrativa para os papéis mais excepcionais (combate, chefia de exércitos), criando a impressão de que esses eram representativos, quando o próprio texto sugere que eram minoritários.

    Prejudica: Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.

  • Loaded language Low
    heroínas esquecidas da história do Japão

    A expressão 'heroínas esquecidas' é carregada emocionalmente e pressupõe tanto o heroísmo quanto o esquecimento intencional, o que não é sustentado pelos dados apresentados no artigo. Serve para orientar o leitor emocionalmente mais do que informá-lo factualmente.

Análise de lacunas contextuais

Análise de lacunas contextuais

O artigo reproduz acriticamente uma afirmação estatística impactante ('metade dos samurais eram mulheres') sem questionar a metodologia, a definição de 'samurai' utilizada, nem apresentar qualquer corroboração académica independente. Mistura exemplos de guerreiras de séculos anteriores ao período Edo com afirmações sobre o século XVII, criando uma continuidade narrativa enganosa. Não aborda as assimetrias de poder dentro da classe samurai nem apresenta vozes académicas divergentes. O artigo funciona essencialmente como comunicação de imprensa da exposição do Museu Britânico, sem escrutínio jornalístico das suas afirmações centrais.

Completude contextual
35%
Questões não abordadas (5)
  • A afirmação de que 'metade dos samurais eram mulheres' refere-se a mulheres que efetivamente combatiam ou simplesmente a mulheres que pertenciam à classe samurai por nascimento ou casamento?

    A definição de 'samurai' utilizada por Buckland é crucial: se incluir todas as mulheres de famílias samurai (uma definição muito ampla), a estatística de 50% é trivialmente verdadeira e demograficamente óbvia, mas não implica que essas mulheres exercessem funções guerreiras ou de liderança. Sem essa distinção, o título e a tese principal do artigo podem ser enganosos.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Half of Japan's samurai were women, groundbreaking exhibition at ...

    A groundbreaking new exhibition at the British Museum reveals the untold history of Japan 's Samurai class, including the fact that half of them were women. Samurai is the first exhibition to ...

    A New British Museum Exhibition Peels Back the Layers of the Samurai ...

    12 de jan. de 2026The term samurai conjures up images of Japanese warriors in distinctive armor guided by a unique warrior ethos that values bravery and loyalty. A new publication entitled Samurai ...

    Half Of Japan's Samurai Were Female, Museum Exhibition Says

    10 de fev. de 2026The word "samurai" typically brings to mind a fierce Japanese man wearing elaborate armor and wielding a sword. However, a new exhibition at the British Museum is challenging thes...

  • Existem estudos históricos independentes que corroborem a estimativa de que metade dos samurais do período Edo eram mulheres, ou essa cifra é exclusiva da curadoria desta exposição?

    Uma estatística impactante apresentada como facto estabelecido sem metodologia ou fonte primária identificada pode ser uma extrapolação curatorial para fins narrativos da exposição, e não um consenso académico. Sem corroboração independente, o artigo amplifica uma afirmação não verificada como se fosse histórica.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Half Of Japan's Samurai Were Female, Museum Exhibition Says

    10 de fev. de 2026An exhibition at the British Museum says that female samurai were roughly equal in number to their male counterparts during the Edo period.

    Half of Japan's samurai were women, groundbreaking exhibition at ...

    A groundbreaking new exhibition at the British Museum reveals the untold history of Japan 's Samurai class, including the fact that half of them were women. Samurai is the first exhibition to ...

    Onna-musha - Wikipedia

    Kenjutsu practitioner (swordswoman) in a duel Because of the influence of Edo neo-Confucianism (1600-1868), the status of the onna-musha diminished significantly, their duties become focused on the...

  • O artigo apresenta exemplos de Tomoe Gozen e Ōhōri Tsuruhime como representativas das samurais femininas, mas estas viveram antes do período Edo — em que medida as mulheres samurai do século XVII combateram de facto, dado que o período Edo foi uma era de paz?

    O artigo mistura exemplos de guerreiras dos séculos XII e XVI com afirmações sobre o século XVII (período Edo), criando uma impressão falsa de continuidade. Num período de paz, as funções das mulheres samurai seriam necessariamente não-combatentes, o que enfraquece a narrativa de guerreiras esquecidas.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Onna-Bugeisha, the Female Samurai Warriors of Feudal Japan

    Almost a thousand years later, Tomoe Gozen, likely the most famous Onna-Bugeisha in history, fought in the Genpei War (1180-1185), serving as principal commander in several battles. A fierce fighte...

    Onna-musha - Wikipedia

    Onna-musha Ishi-jo wielding a naginata, woodblock print by Utagawa Kuniyoshi, 1848 Onna-musha (女武者) is a term referring to female warriors in pre-modern Japan, [1][2] who were members of the bushi ...

    Onna-Bugeisha: A History of Japan's Female Samurai Warriors

    During the Edo or Tokugawa period in Japan, the role and status of the Onna-Bugeisha underwent significant changes. After the unification of Japan, Japanese women were encouraged to focus on managi...

  • A cobertura desta exposição do Museu Britânico noutros meios especializados em história japonesa confirma ou questiona a afirmação de que metade dos samurais eram mulheres?

    Se historiadores especializados em Japão feudal ou meios académicos contestarem a formulação de Buckland, o artigo estaria a divulgar uma afirmação controversa como consenso sem apresentar o debate existente.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Half of All Samurai Were Women, British Museum Exhibition Claims

    20 de fev. de 2026A new exhibition at the British Museum is inviting visitors to reconsider what they think they know about Japan's samurai. Simply titled "Samurai," the exhibition runs from Februa...

    Half of Japan's samurai were women, groundbreaking exhibition at ...

    A groundbreaking new exhibition at the British Museum reveals the untold history of Japan 's Samurai class, including the fact that half of them were women. Samurai is the first exhibition to ...

    Is the British Museum Rewriting Samurai History? - JAPAN Forward

    13 de jan. de 2026A new British Museum exhibition reframes the samurai through gender and globalization — but why does it replace historical nuance with a modern agenda?

  • O artigo não menciona se as mulheres da classe samurai tinham os mesmos direitos legais, propriedade e autoridade que os homens samurai — qual era o estatuto jurídico e social real das mulheres dentro da classe samurai no período Edo?

    Apresentar as mulheres samurai como equivalentes funcionais dos homens sem abordar as assimetrias de poder, herança e autoridade dentro da mesma classe social constitui uma omissão que pode distorcer a compreensão do leitor sobre a situação histórica real dessas mulheres.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Shogunate Japan: Women - Library Guides at Norwood Secondary College

    1 de jul. de 2025A resource guide for the Year 8 History Samurai assignment Home Early peoples and the geography of Japan The rise and fall of the Emperor during the Heian period The rise of the Sh...

    Edo Period - Life for Japanese Women

    Women in the Edo Period had a lower status and possessed fewer rights compared to men to a certain extent. Women also lost economical and political rights due to the Tokugawa law.

    Onna-Bugeisha, the Female Samurai Warriors of Feudal Japan

    In the Edo Period (1603 - 1867), they formed the highest social class. Samurai came to be defined, says Douglas R. Howland, "in terms of hereditary status, a right to hold public office, a right to...

Artigo raiz

Título
Metade dos samurais do Japão eram, na realidade, mulheres - ZAP Notícias
Status da busca
Obtido
Tipo de fonte
Artigo de notícia
Nível de autoridade
Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Papel da fonte
Reportagem Reportagem jornalística
Fontes vinculadas
3

A samurai Tomoe Gozen em combate mortal com Onda No Hachiro Moroshige, Japão, período Edo, século XVII.

O que verificamos

Segundo a curadora Rosina Buckland, metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII.

Sustentado Confiança 50% Atribuição Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado

A alegação é sustentada pelo texto da Feijoada Política (“Metade dos samurais do Japão eram, na realidade, mulheres”), que atribui explicitamente a frase a Rosina Buckland: “Segundo a curadora Rosina Buckland metade dos samurais do Japão eram mulheres no século XVII” (https://feijoadapolitica.com/metade-dos-samurais-do-japao-eram-na-realidade-mulheres/). As outras fontes, como Suki Desu e Aventuras na História, corroboram o contexto de que existiram mulheres samurai, embora não confirmem a citação específica nem o número de “metade”. Como o enunciado é de atribuição (“Segundo a curadora...” ), a evidência principal basta para apoiar que essa declaração foi atribuída a Buckland. Sources consulted: Mulheres samurai (Onna-bugeisha) | Suki Desu; Onna-bugeisha: As mulheres samurais do Japão feudal - Aventuras na História; Metade dos samurais do Japão eram, na realidade, mulheres - Feijoada Politica.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Divergência

Models disagree: needs_more_evidence (52%), supported (76%), supported (95%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • Metade dos samurais do Japão eram, na realidade, mulheres - Feijoada Politica
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    A samurai Tomoe Gozen em combate mortal com Onda No Hachiro Moroshige, Japão, período Edo, século XVII.
    Sustenta
  • Mulheres samurai (Onna-bugeisha) | Suki Desu
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 44% · authority 58%
    Sabia que existiram mulheres samurai? No geral quando ouvimos falar de samurais a primeira coisa que nos vem a mente são homens guerreiros. Mas nem sempre foi o caso, também existiram mulheres samu...
    Sustenta
  • Onna-bugeisha: As mulheres samurais do Japão feudal - Aventuras na História
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 31% · authority 58%
    Da ascensão ao ocaso, os samurais moldaram valores que ainda são caros aos japoneses da atualidade. Nas narrativas sobre os guerreiros, ficção e realidade se misturam para aumentar o mistério em to...
    Sustenta

O primeiro xogunato, ou governo militar, foi oficialmente estabelecido em 1192.

Sustentado Confiança 50% em 1192 Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado

A afirmação é bem apoiada pelas evidências. “Sua Pesquisa” diz que os xoguns passaram a dominar o Japão feudal a partir do fim do século XII e trata Minamoto no Yoritomo como primeiro xogum (https://m.suapesquisa.com/respostas_historia/xoguns.htm). O texto “1192: Yorimoto Torna-se o Primeiro Xogum a Governar o Japão” afirma diretamente a instalação do primeiro xogunato em 1192 (https://esbocobiblia.com.br/1192-yorimoto-torna-se-o-primeiro-xogum-a-governar-o-japao/). A Wikipédia sobre o Xogunato Kamakura acrescenta nuance importante: o regime começou em 1185, “ou em 1192, quando foi formalmente reconhecido”, o que é compatível com a formulação do enunciado (“oficialmente estabelecido em 1192”). Sources consulted: Xoguns: quem foram, suas funções e o xogunato - Sua Pesquisa; 1192: Yorimoto Torna-se o Primeiro Xogum a Governar o Japão; Xogunato Kamakura – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
20%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Divergência

Models disagree: mixed (72%), supported (85%), supported (95%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • Xoguns: quem foram, suas funções e o xogunato - Sua Pesquisa
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 95% · authority 58%
    Quem foram os xoguns?Os xoguns foram líderes militares que detiveram o verdadeiro poder no Japão feudal do final do século XII até meados do século XIX. Embora o Japão tivesse um imperador, o papel...
    Sustenta
  • 1192: Yorimoto Torna-se o Primeiro Xogum a Governar o Japão
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 90% · authority 58%
    Minamoto no Yorimoto, nascido em 1147, foi um membro proeminente da família Minamoto, uma das mais influentes durante o período Heian no Japão. Desde cedo, Yorimoto esteve imerso em um ambiente pol...
    Sustenta
  • Xogunato Kamakura – Wikipédia, a enciclopédia livre
    Referência · relevance 87% · authority 42%
    Xogunato Kamakura, ou Kamakura Bakufu (鎌倉幕府; em japonês) ou Período Kamakura (1192-1333),[1] foi o primeiro regime militar feudal japonês, durante o período de 1185 (ou em 1192, quando foi formalme...
    Sustenta
?

A exposição de Buckland estará patente de fevereiro a maio de 2026

Precisa de mais evidência Confiança 35% 2026 Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado Reavaliado 2×

Nenhuma das três fontes fornecidas confirma diretamente as datas da exposição de Buckland (fevereiro a maio de 2026). A fonte 'contempo.substack.com' trata de grandes exposições de 2026 em geral, mas não menciona especificamente a exposição de Buckland. A fonte 'artmajeur.com' trata de exposições de fevereiro de 2026, mas não cita a exposição em questão. A fonte 'dasartes.com.br' trata de exposições confirmadas para 2026, mas foca em instituições brasileiras. Não há evidência direta nas fontes fornecidas que confirme o período específico de fevereiro a maio de 2026 para a exposição de Rosina Buckland no Museu Britânico. Sources consulted: Grandes Exposições de 2026: - by andreak; As exposições imperdíveis de fevereiro de 2026: Quando a arte retorna às figuras | Revista ArtMajeur; Guia de exposições 2026 — o que já está confirmado | Dasartes. (Reused from a prior investigation — exact match.) (Reused from a prior investigation — exact match.)

Autoridade
59%
Independência
84%
Atualidade
90%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • Grandes Exposições de 2026: - by andreak
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 41% · authority 58%
    Em 2026, museus e instituições ao redor do mundo apostam em grandes revisões históricas, leituras críticas do cânone e exposições que enfrentam diretamente as tensões do presente. De retrospectivas...
    Sustenta
  • As exposições imperdíveis de fevereiro de 2026: Quando a arte retorna às figuras | Revista ArtMajeur
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 34% · authority 58%
    Os museus do mundo parecem ter decidido fazer mover o real. Em Londres, Cidade do México, Paris ou Amsterdã, corpos, paisagens, mitos e memórias se desdobram em exposições que falam sobre fragilida...
    Sustenta
  • Guia de exposições 2026 — o que já está confirmado | Dasartes
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 27% · authority 58%
    As principais galerias e instituições culturais já revelam, em primeira mão a Dasartes, parte da programação de exposições de 2026. Veja os destaques do que vem por aí no circuito da arte:
    Sustenta
?

Tomoe Gozen alegadamente liderou centenas de homens em batalha no final do século XII.

Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado Reavaliado 1×

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

?

Após o início do período Edo em 1603, os membros da classe samurai tornaram-se funcionários governamentais, académicos e mecenas das artes.

Precisa de mais evidência Confiança 13% em 1603 Desatualizado Reavaliado 1×

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

O que não pudemos verificar

Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.

Linha do tempo de evidências

21 de Outubro de 2019

Onna-bugeisha: As mulheres samurais do Japão feudal - Aventuras na História

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Da ascensão ao ocaso, os samurais moldaram valores que ainda são caros aos japoneses da atualidade. Nas narrativas sobre os guerreiros, ficção e realidade se misturam para aumen...

10 de Junho de 2024

1192: Yorimoto Torna-se o Primeiro Xogum a Governar o Japão

Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Minamoto no Yorimoto, nascido em 1147, foi um membro proeminente da família Minamoto, uma das mais influentes durante o período Heian no Japão. Desde cedo, Yorimoto esteve imers...

19 de Dezembro de 2025

Guia de exposições 2026 — o que já está confirmado | Dasartes

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

As principais galerias e instituições culturais já revelam, em primeira mão a Dasartes, parte da programação de exposições de 2026. Veja os destaques do que vem por aí no circui...

16 de Janeiro de 2026

Mulheres samurai (Onna-bugeisha) | Suki Desu

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Sabia que existiram mulheres samurai? No geral quando ouvimos falar de samurais a primeira coisa que nos vem a mente são homens guerreiros. Mas nem sempre foi o caso, também exi...

19 de Janeiro de 2026

Grandes Exposições de 2026: - by andreak

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Em 2026, museus e instituições ao redor do mundo apostam em grandes revisões históricas, leituras críticas do cânone e exposições que enfrentam diretamente as tensões do present...

12 de Fevereiro de 2026

Metade dos samurais do Japão eram, na realidade, mulheres - Feijoada Politica

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A samurai Tomoe Gozen em combate mortal com Onda No Hachiro Moroshige, Japão, período Edo, século XVII.

29 de Março de 2026

As exposições imperdíveis de fevereiro de 2026: Quando a arte retorna às figuras | Revista ArtMajeur

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Os museus do mundo parecem ter decidido fazer mover o real. Em Londres, Cidade do México, Paris ou Amsterdã, corpos, paisagens, mitos e memórias se desdobram em exposições que f...

29 de Março de 2026

Xogunato Kamakura – Wikipédia, a enciclopédia livre

Sustenta Referência Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Xogunato Kamakura, ou Kamakura Bakufu (鎌倉幕府; em japonês) ou Período Kamakura (1192-1333),[1] foi o primeiro regime militar feudal japonês, durante o período de 1185 (ou em 1192,...

29 de Março de 2026

Xoguns: quem foram, suas funções e o xogunato - Sua Pesquisa

Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Quem foram os xoguns?Os xoguns foram líderes militares que detiveram o verdadeiro poder no Japão feudal do final do século XII até meados do século XIX. Embora o Japão tivesse u...

Grafo de fontes

Fonte Tipo Autoridade Papel Status
The Guardian
https://www.theguardian.com/culture/2025/nov/09/groundbreaking-british-museum...
Artigo de notícia Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) Reportagem Reportagem jornalística Rastreado
Samurai
https://www.britishmuseum.org/events/curators-introduction-samurai
Artigo de notícia Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) Reportagem Reportagem jornalística Rastreado
comunicado
https://www.britishmuseum.org/about-us/press/press-releases/announcing-samura...
Comunicado de imprensa Primário (76%) Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais) Posição oficial Posição oficial do governo (pode refletir postura política) Rastreado
www.theguardian.com (secondary) www.britishmuseum.org (secondary) www.britishmuseum.org (primary) zap.aeiou.pt

Etapas do pipeline

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  • Início · 0s Concluído
  • Buscar artigo raiz · 4s Concluído
  • Extrair alegações · 7s Concluído
  • Analisar manchete · 0s Concluído
  • Expandir artigos vinculados · 0s Concluído
  • Fetch linked article:1551 · 0s Concluído
  • Fetch linked article:1549 · 8s Concluído
  • Fetch linked article:1550 · 14s Concluído
  • Avaliar alegações · 1m 53s Concluído
  • Detectar distorção de fontes · 1m 56s Concluído
  • Detectar manipulação temporal · 1m 56s Concluído
  • Detectar engano estatístico · 1m 56s Concluído
  • Detectar citação seletiva · 1m 56s Concluído
  • Detectar lavagem de autoridade · 1m 56s Concluído
  • Analisar estrutura retórica · 2m 13s Concluído
  • Analisar lacunas contextuais · 2m 39s Concluído
  • Detectar narrativa coordenada · 2m 53s Concluído
  • Avaliar manipulação emocional · 2m 13s Concluído
  • Gerar resumo · 2m 15s Concluído