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Credibilidade

12%

Coordenação

12%

Completude

55%

Status do pipeline

Concluído

Análise da manchete

O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.

Manchete
Principais pontos da Reforma Tributária (PEC 45/2019) aprovada pelo Senado Federal - Souto Correa Advogados
Uma manchete mais honesta
Senado aprova PEC 45 (08/11) que propõe substituir ICMS, ISS, IPI e PIS/COFINS por IBS/CBS; não detalha impactos nem transição
Parágrafo inicial
O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis e 24 contrários, o texto da Reforma Tributária (PEC nº 45/2019), contemplando alterações importantes em relação ao conteúdo recebido da Câmara dos Deputados. Os principais pontos da Reform...

Resumo da investigação

Misto

O artigo do escritório Souto Correa é, em essência, uma peça explicativa tecnicamente correta sobre o conteúdo formal da PEC 45/2019 (por exemplo: registro da votação no Senado — 08/11, 53 votos favoráveis e 24 contrários — e descrição dos novos tributos IBS e CBS e de regras harmonizadas). No entanto, apresenta lacunas editoriais relevantes: omite análises de impacto fiscal e distributivo (especialmente efeitos sobre Estados e Municípios), detalhes sobre mecanismos de transição/compensação e regras práticas de ressarcimento de créditos, além de deixar ambígua a questão da extinção do IPI e de rubricas de importação. A peça não dá citações externas identificáveis no trecho fornecido e utiliza uma data sem indicar o ano, o que reduz sua utilidade para leitores que buscam avaliar consequências econômicas e políticas da reforma. Avaliação final: mixed.

Pontos fortes

  • Relato fiel e verificável do trâmite legislativo: data da votação e contagem de votos (08/11 — 53 favoráveis e 24 contrários) conforme indicado no texto.
  • Descrição técnica dos elementos centrais da PEC (instituição do IBS e da CBS, harmonização de fatos geradores/base de cálculo e princípio da não cumulatividade) consistente com as fontes citadas nos analisadores.
  • Tom predominantemente informativo e com baixa carga emotiva; alta densidade de conteúdo legislativo e numérico, com poucas formulações retóricas sugestivas.
  • Os números e dados apresentados no trecho (por exemplo, a votação e referências percentuais mencionadas) não exibem sinais óbvios de manipulação estatística no material fornecido.

Pontos fracos

  • Ausência de contextos cruciais: não aborda impactos esperados na arrecadação dos Estados e Municípios nem apresenta simulações/estimativas distributivas ou setoriais que permitam avaliar riscos a serviços públicos.
  • Falta de detalhamento sobre mecanismos de transição e compensação para entes subnacionais (prazos, transferências temporárias, fundos de equalização) — omissão relevante para avaliar viabilidade política e fiscal.
  • Ambiguidade sobre extinção de tributos: o trecho torna incerta a afirmação de que IPI e rubricas específicas de importação ("COFINS-Importação", "PIS-Importação") deixariam de existir — as fontes são divergentes sobre esse ponto.
  • Não há citação de fontes externas identificáveis no trecho fornecido (nenhum link ou referência direta), o que dificulta verificação imediata e reduz transparência editorial.
  • Pequena fragilidade temporal: a data indicada ('08/11') não traz o ano, o que pode induzir leitores a supor atualidade que não é explicitada.
  • Cabeça/possível headline bait (score alto no analisador de 'headline bait') — mesmo que o corpo seja técnico, o título pode criar expectativa sensacionalista se não refletir os limites da análise apresentada.

Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:

  • O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a r...
  • O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios.
  • A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado.
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Contexto do evento a partir de investigações relacionadas

Este evento foi analisado em 11 artigos

Linha do tempo composta

Compósito heurístico de investigações relacionadas: O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a reforma tributária. | O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios. | A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado. | Braga estabeleceu uma trava para o crescimento da carga tributária baseada na proporção entre os impostos cobrados | Marinho apresentou o mesmo destaque na Comissão de Constituição | O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários | Com a saída, seu substituto será Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, que foi apresentado por Lula. | TCE cobra explicações sobre R$ 90 milhões de aditivos na gestão David Almeida

Fatos omitidos pela maioria dos artigos

  • O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a reforma tributária.
  • O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios.
  • A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado.
  • Braga estabeleceu uma trava para o crescimento da carga tributária baseada na proporção entre os impostos cobrados
  • Marinho apresentou o mesmo destaque na Comissão de Constituição
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Com a saída, seu substituto será Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, que foi apresentado por Lula.
  • TCE cobra explicações sobre R$ 90 milhões de aditivos na gestão David Almeida
  • Roberto Cidade suspende contratos de empresas da família dele com o Governo do Amazonas
  • STF determina prisão de dentista de Marabá condenado pelos atos de 8 de janeiro
  • Com investimento de R$ 5,9 bi, Hana lança nova etapa do Asfalto Por Todo o Pará com 270 km de pavimentação
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis
  • extinção de ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, COFINS-Importação, PIS-Importação
  • esses 2 novos tributos terão regras comuns em relação a fatos geradores, bases de cálculo, hipóteses de não incidência
  • previsão de que a lei complementar que instituir o IBS
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relatório sobre o PL 108/24, de regulamentação da reforma tributária, foi apresentado no dia 9/9, pelo senador Eduardo Braga
  • O relatório ... traz definições sobre a tributação do consumo
  • Outro ponto importante foi a inclusão do artigo 7-A, que estabelece um critério objetivo de tratamento mais favorável aos contribuintes
  • Entre os pontos abordados no relatório, está o fortalecimento do CGIBS - Comitê Gestor do IBS, o PAT, ajustes para garantir uma transição segura para entes federativos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.

Avaliação narrativa

As investigações relacionadas cobrem fatos sobrepostos, mas omitem detalhes diferentes.
Comparação de cobertura (11 artigos)
www.bol.uol.com.br Mixed

Senado rejeita, por 41 a 31, destaque que pretendia fixar teto de 20% da alíq...

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a reforma tributária.
  • O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios.
  • A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado.
  • Braga estabeleceu uma trava para o crescimento da carga tributária baseada na proporção entre os impostos cobrados
  • Marinho apresentou o mesmo destaque na Comissão de Constituição
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
Fatos omitidos
  • Com a saída, seu substituto será Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, que foi apresentado por Lula.
  • TCE cobra explicações sobre R$ 90 milhões de aditivos na gestão David Almeida
  • Roberto Cidade suspende contratos de empresas da família dele com o Governo do Amazonas
  • STF determina prisão de dentista de Marabá condenado pelos atos de 8 de janeiro
  • Com investimento de R$ 5,9 bi, Hana lança nova etapa do Asfalto Por Todo o Pará com 270 km de pavimentação
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis
  • extinção de ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, COFINS-Importação, PIS-Importação
  • esses 2 novos tributos terão regras comuns em relação a fatos geradores, bases de cálculo, hipóteses de não incidência
  • previsão de que a lei complementar que instituir o IBS
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relatório sobre o PL 108/24, de regulamentação da reforma tributária, foi apresentado no dia 9/9, pelo senador Eduardo Braga
  • O relatório ... traz definições sobre a tributação do consumo
  • Outro ponto importante foi a inclusão do artigo 7-A, que estabelece um critério objetivo de tratamento mais favorável aos contribuintes
  • Entre os pontos abordados no relatório, está o fortalecimento do CGIBS - Comitê Gestor do IBS, o PAT, ajustes para garantir uma transição segura para entes federativos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
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Lula confirma Dario Durigan como novo ministro da Fazenda após saída de Hadda...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 48

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • Com a saída, seu substituto será Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, que foi apresentado por Lula.
  • TCE cobra explicações sobre R$ 90 milhões de aditivos na gestão David Almeida
  • Roberto Cidade suspende contratos de empresas da família dele com o Governo do Amazonas
  • STF determina prisão de dentista de Marabá condenado pelos atos de 8 de janeiro
  • Com investimento de R$ 5,9 bi, Hana lança nova etapa do Asfalto Por Todo o Pará com 270 km de pavimentação
Fatos omitidos
  • O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a reforma tributária.
  • O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios.
  • A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado.
  • Braga estabeleceu uma trava para o crescimento da carga tributária baseada na proporção entre os impostos cobrados
  • Marinho apresentou o mesmo destaque na Comissão de Constituição
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis
  • extinção de ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, COFINS-Importação, PIS-Importação
  • esses 2 novos tributos terão regras comuns em relação a fatos geradores, bases de cálculo, hipóteses de não incidência
  • previsão de que a lei complementar que instituir o IBS
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relatório sobre o PL 108/24, de regulamentação da reforma tributária, foi apresentado no dia 9/9, pelo senador Eduardo Braga
  • O relatório ... traz definições sobre a tributação do consumo
  • Outro ponto importante foi a inclusão do artigo 7-A, que estabelece um critério objetivo de tratamento mais favorável aos contribuintes
  • Entre os pontos abordados no relatório, está o fortalecimento do CGIBS - Comitê Gestor do IBS, o PAT, ajustes para garantir uma transição segura para entes federativos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
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Leia a íntegra da reforma tributária aprovada no Senado

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
Fatos omitidos
  • O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a reforma tributária.
  • O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios.
  • A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado.
  • Braga estabeleceu uma trava para o crescimento da carga tributária baseada na proporção entre os impostos cobrados
  • Marinho apresentou o mesmo destaque na Comissão de Constituição
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Com a saída, seu substituto será Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, que foi apresentado por Lula.
  • TCE cobra explicações sobre R$ 90 milhões de aditivos na gestão David Almeida
  • Roberto Cidade suspende contratos de empresas da família dele com o Governo do Amazonas
  • STF determina prisão de dentista de Marabá condenado pelos atos de 8 de janeiro
  • Com investimento de R$ 5,9 bi, Hana lança nova etapa do Asfalto Por Todo o Pará com 270 km de pavimentação
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis
  • extinção de ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, COFINS-Importação, PIS-Importação
  • esses 2 novos tributos terão regras comuns em relação a fatos geradores, bases de cálculo, hipóteses de não incidência
  • previsão de que a lei complementar que instituir o IBS
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relatório sobre o PL 108/24, de regulamentação da reforma tributária, foi apresentado no dia 9/9, pelo senador Eduardo Braga
  • O relatório ... traz definições sobre a tributação do consumo
  • Outro ponto importante foi a inclusão do artigo 7-A, que estabelece um critério objetivo de tratamento mais favorável aos contribuintes
  • Entre os pontos abordados no relatório, está o fortalecimento do CGIBS - Comitê Gestor do IBS, o PAT, ajustes para garantir uma transição segura para entes federativos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
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Líder da oposição diz que reforma vai aumentar carga tributária no país

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 47

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Fatos incluídos
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
Fatos omitidos
  • O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a reforma tributária.
  • O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios.
  • A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado.
  • Braga estabeleceu uma trava para o crescimento da carga tributária baseada na proporção entre os impostos cobrados
  • Marinho apresentou o mesmo destaque na Comissão de Constituição
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Com a saída, seu substituto será Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, que foi apresentado por Lula.
  • TCE cobra explicações sobre R$ 90 milhões de aditivos na gestão David Almeida
  • Roberto Cidade suspende contratos de empresas da família dele com o Governo do Amazonas
  • STF determina prisão de dentista de Marabá condenado pelos atos de 8 de janeiro
  • Com investimento de R$ 5,9 bi, Hana lança nova etapa do Asfalto Por Todo o Pará com 270 km de pavimentação
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis
  • extinção de ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, COFINS-Importação, PIS-Importação
  • esses 2 novos tributos terão regras comuns em relação a fatos geradores, bases de cálculo, hipóteses de não incidência
  • previsão de que a lei complementar que instituir o IBS
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relatório sobre o PL 108/24, de regulamentação da reforma tributária, foi apresentado no dia 9/9, pelo senador Eduardo Braga
  • O relatório ... traz definições sobre a tributação do consumo
  • Outro ponto importante foi a inclusão do artigo 7-A, que estabelece um critério objetivo de tratamento mais favorável aos contribuintes
  • Entre os pontos abordados no relatório, está o fortalecimento do CGIBS - Comitê Gestor do IBS, o PAT, ajustes para garantir uma transição segura para entes federativos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
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Leia a íntegra do relatório da regulamentação da reforma tributária

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
Fatos omitidos
  • O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a reforma tributária.
  • O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios.
  • A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado.
  • Braga estabeleceu uma trava para o crescimento da carga tributária baseada na proporção entre os impostos cobrados
  • Marinho apresentou o mesmo destaque na Comissão de Constituição
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Com a saída, seu substituto será Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, que foi apresentado por Lula.
  • TCE cobra explicações sobre R$ 90 milhões de aditivos na gestão David Almeida
  • Roberto Cidade suspende contratos de empresas da família dele com o Governo do Amazonas
  • STF determina prisão de dentista de Marabá condenado pelos atos de 8 de janeiro
  • Com investimento de R$ 5,9 bi, Hana lança nova etapa do Asfalto Por Todo o Pará com 270 km de pavimentação
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis
  • extinção de ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, COFINS-Importação, PIS-Importação
  • esses 2 novos tributos terão regras comuns em relação a fatos geradores, bases de cálculo, hipóteses de não incidência
  • previsão de que a lei complementar que instituir o IBS
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relatório sobre o PL 108/24, de regulamentação da reforma tributária, foi apresentado no dia 9/9, pelo senador Eduardo Braga
  • O relatório ... traz definições sobre a tributação do consumo
  • Outro ponto importante foi a inclusão do artigo 7-A, que estabelece um critério objetivo de tratamento mais favorável aos contribuintes
  • Entre os pontos abordados no relatório, está o fortalecimento do CGIBS - Comitê Gestor do IBS, o PAT, ajustes para garantir uma transição segura para entes federativos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
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Leia a íntegra do parecer de Eduardo Braga sobre a reforma tributária

Fatos incluídos: 2
Fatos omitidos: 51

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
Fatos omitidos
  • O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a reforma tributária.
  • O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios.
  • A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado.
  • Braga estabeleceu uma trava para o crescimento da carga tributária baseada na proporção entre os impostos cobrados
  • Marinho apresentou o mesmo destaque na Comissão de Constituição
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Com a saída, seu substituto será Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, que foi apresentado por Lula.
  • TCE cobra explicações sobre R$ 90 milhões de aditivos na gestão David Almeida
  • Roberto Cidade suspende contratos de empresas da família dele com o Governo do Amazonas
  • STF determina prisão de dentista de Marabá condenado pelos atos de 8 de janeiro
  • Com investimento de R$ 5,9 bi, Hana lança nova etapa do Asfalto Por Todo o Pará com 270 km de pavimentação
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis
  • extinção de ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, COFINS-Importação, PIS-Importação
  • esses 2 novos tributos terão regras comuns em relação a fatos geradores, bases de cálculo, hipóteses de não incidência
  • previsão de que a lei complementar que instituir o IBS
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relatório sobre o PL 108/24, de regulamentação da reforma tributária, foi apresentado no dia 9/9, pelo senador Eduardo Braga
  • O relatório ... traz definições sobre a tributação do consumo
  • Outro ponto importante foi a inclusão do artigo 7-A, que estabelece um critério objetivo de tratamento mais favorável aos contribuintes
  • Entre os pontos abordados no relatório, está o fortalecimento do CGIBS - Comitê Gestor do IBS, o PAT, ajustes para garantir uma transição segura para entes federativos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
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Principais pontos da Reforma Tributária (PEC 45/2019) aprovada pelo Senado Fe...

Fatos incluídos: 4
Fatos omitidos: 49
Fatos incluídos
  • O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis
  • extinção de ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, COFINS-Importação, PIS-Importação
  • esses 2 novos tributos terão regras comuns em relação a fatos geradores, bases de cálculo, hipóteses de não incidência
  • previsão de que a lei complementar que instituir o IBS
Fatos omitidos
  • O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a reforma tributária.
  • O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios.
  • A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado.
  • Braga estabeleceu uma trava para o crescimento da carga tributária baseada na proporção entre os impostos cobrados
  • Marinho apresentou o mesmo destaque na Comissão de Constituição
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Com a saída, seu substituto será Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, que foi apresentado por Lula.
  • TCE cobra explicações sobre R$ 90 milhões de aditivos na gestão David Almeida
  • Roberto Cidade suspende contratos de empresas da família dele com o Governo do Amazonas
  • STF determina prisão de dentista de Marabá condenado pelos atos de 8 de janeiro
  • Com investimento de R$ 5,9 bi, Hana lança nova etapa do Asfalto Por Todo o Pará com 270 km de pavimentação
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relatório sobre o PL 108/24, de regulamentação da reforma tributária, foi apresentado no dia 9/9, pelo senador Eduardo Braga
  • O relatório ... traz definições sobre a tributação do consumo
  • Outro ponto importante foi a inclusão do artigo 7-A, que estabelece um critério objetivo de tratamento mais favorável aos contribuintes
  • Entre os pontos abordados no relatório, está o fortalecimento do CGIBS - Comitê Gestor do IBS, o PAT, ajustes para garantir uma transição segura para entes federativos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
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Relatório da reforma tributária é divulgado no Senado; veja o texto | Jornal ...

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Fatos omitidos: 48

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Fatos incluídos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
Fatos omitidos
  • O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a reforma tributária.
  • O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios.
  • A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado.
  • Braga estabeleceu uma trava para o crescimento da carga tributária baseada na proporção entre os impostos cobrados
  • Marinho apresentou o mesmo destaque na Comissão de Constituição
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Com a saída, seu substituto será Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, que foi apresentado por Lula.
  • TCE cobra explicações sobre R$ 90 milhões de aditivos na gestão David Almeida
  • Roberto Cidade suspende contratos de empresas da família dele com o Governo do Amazonas
  • STF determina prisão de dentista de Marabá condenado pelos atos de 8 de janeiro
  • Com investimento de R$ 5,9 bi, Hana lança nova etapa do Asfalto Por Todo o Pará com 270 km de pavimentação
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis
  • extinção de ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, COFINS-Importação, PIS-Importação
  • esses 2 novos tributos terão regras comuns em relação a fatos geradores, bases de cálculo, hipóteses de não incidência
  • previsão de que a lei complementar que instituir o IBS
  • O relatório sobre o PL 108/24, de regulamentação da reforma tributária, foi apresentado no dia 9/9, pelo senador Eduardo Braga
  • O relatório ... traz definições sobre a tributação do consumo
  • Outro ponto importante foi a inclusão do artigo 7-A, que estabelece um critério objetivo de tratamento mais favorável aos contribuintes
  • Entre os pontos abordados no relatório, está o fortalecimento do CGIBS - Comitê Gestor do IBS, o PAT, ajustes para garantir uma transição segura para entes federativos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
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PLP 108/24 traz regras da Reforma do Consumo e mudanças tributárias - Migalhas

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  • O relatório sobre o PL 108/24, de regulamentação da reforma tributária, foi apresentado no dia 9/9, pelo senador Eduardo Braga
  • O relatório ... traz definições sobre a tributação do consumo
  • Outro ponto importante foi a inclusão do artigo 7-A, que estabelece um critério objetivo de tratamento mais favorável aos contribuintes
  • Entre os pontos abordados no relatório, está o fortalecimento do CGIBS - Comitê Gestor do IBS, o PAT, ajustes para garantir uma transição segura para entes federativos
Fatos omitidos
  • O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a reforma tributária.
  • O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios.
  • A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado.
  • Braga estabeleceu uma trava para o crescimento da carga tributária baseada na proporção entre os impostos cobrados
  • Marinho apresentou o mesmo destaque na Comissão de Constituição
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Com a saída, seu substituto será Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, que foi apresentado por Lula.
  • TCE cobra explicações sobre R$ 90 milhões de aditivos na gestão David Almeida
  • Roberto Cidade suspende contratos de empresas da família dele com o Governo do Amazonas
  • STF determina prisão de dentista de Marabá condenado pelos atos de 8 de janeiro
  • Com investimento de R$ 5,9 bi, Hana lança nova etapa do Asfalto Por Todo o Pará com 270 km de pavimentação
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis
  • extinção de ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, COFINS-Importação, PIS-Importação
  • esses 2 novos tributos terão regras comuns em relação a fatos geradores, bases de cálculo, hipóteses de não incidência
  • previsão de que a lei complementar que instituir o IBS
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
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Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

Fatos incluídos: 10
Fatos omitidos: 43

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
Fatos omitidos
  • O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a reforma tributária.
  • O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios.
  • A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado.
  • Braga estabeleceu uma trava para o crescimento da carga tributária baseada na proporção entre os impostos cobrados
  • Marinho apresentou o mesmo destaque na Comissão de Constituição
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Com a saída, seu substituto será Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, que foi apresentado por Lula.
  • TCE cobra explicações sobre R$ 90 milhões de aditivos na gestão David Almeida
  • Roberto Cidade suspende contratos de empresas da família dele com o Governo do Amazonas
  • STF determina prisão de dentista de Marabá condenado pelos atos de 8 de janeiro
  • Com investimento de R$ 5,9 bi, Hana lança nova etapa do Asfalto Por Todo o Pará com 270 km de pavimentação
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis
  • extinção de ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, COFINS-Importação, PIS-Importação
  • esses 2 novos tributos terão regras comuns em relação a fatos geradores, bases de cálculo, hipóteses de não incidência
  • previsão de que a lei complementar que instituir o IBS
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relatório sobre o PL 108/24, de regulamentação da reforma tributária, foi apresentado no dia 9/9, pelo senador Eduardo Braga
  • O relatório ... traz definições sobre a tributação do consumo
  • Outro ponto importante foi a inclusão do artigo 7-A, que estabelece um critério objetivo de tratamento mais favorável aos contribuintes
  • Entre os pontos abordados no relatório, está o fortalecimento do CGIBS - Comitê Gestor do IBS, o PAT, ajustes para garantir uma transição segura para entes federativos
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
www.gov.br Mixed

Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

Fatos incluídos: 7
Fatos omitidos: 46

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • Os senadores Eduardo Braga
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
Fatos omitidos
  • O Senado rejeitou, por 41 votos a 31, o destaque que pretendia fixar um teto de 20% para a alíquota-padrão do imposto agregado a ser criado com a reforma tributária.
  • O texto estabelecia que o limite seria de 6% para a União, 14% para o Distrito Federal, 12% para os Estados e 2% para os municípios.
  • A emenda foi apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado. O destaque precisava de 49 votos para ser aprovado.
  • Braga estabeleceu uma trava para o crescimento da carga tributária baseada na proporção entre os impostos cobrados
  • Marinho apresentou o mesmo destaque na Comissão de Constituição
  • O plenário do Senado aprovou, em segundo turno, a reforma tributária. O placar ficou em 53 a favor, 24 contrários
  • Com a saída, seu substituto será Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, que foi apresentado por Lula.
  • TCE cobra explicações sobre R$ 90 milhões de aditivos na gestão David Almeida
  • Roberto Cidade suspende contratos de empresas da família dele com o Governo do Amazonas
  • STF determina prisão de dentista de Marabá condenado pelos atos de 8 de janeiro
  • Com investimento de R$ 5,9 bi, Hana lança nova etapa do Asfalto Por Todo o Pará com 270 km de pavimentação
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis
  • extinção de ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, COFINS-Importação, PIS-Importação
  • esses 2 novos tributos terão regras comuns em relação a fatos geradores, bases de cálculo, hipóteses de não incidência
  • previsão de que a lei complementar que instituir o IBS
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relatório sobre o PL 108/24, de regulamentação da reforma tributária, foi apresentado no dia 9/9, pelo senador Eduardo Braga
  • O relatório ... traz definições sobre a tributação do consumo
  • Outro ponto importante foi a inclusão do artigo 7-A, que estabelece um critério objetivo de tratamento mais favorável aos contribuintes
  • Entre os pontos abordados no relatório, está o fortalecimento do CGIBS - Comitê Gestor do IBS, o PAT, ajustes para garantir uma transição segura para entes federativos
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)

Análise de narrativa coordenada

Cobertura aparentemente independente: os trechos fornecidos mostram fontes e ângulos distintos (documento institucional do Senado, apresentação técnica do Ministério da Fazenda, reportagem factual da EBC e estudos acadêmicos/regionais). Não há indício de narrativa quase-idêntica, omissões idênticas ou uso coordenado de falácias retóricas. O artigo investigado (Souto Correa) adota um tom explicativo e positivista sobre simplificação/modernização e omite análises de impacto e detalhes de transição; porém outros trechos fornecidos tratam de aspectos técnicos e impactos regionais, indicando diversidade de abordagem em vez de coordenação.

Pontuação de coordenação
12%

Enquadramento convergente

  • enfoque técnico-descritivo sobre o conteúdo da PEC (descrição de dispositivos como IBS/CBS, não cumulatividade e cobrança no destino)
  • ênfase na ideia de modernização/simplificação do sistema tributário
  • reportagem factual sobre o trâmite legislativo (registro da votação no Senado e resultado dos votos)

Omissões convergentes

  • Reações públicas detalhadas de governadores, prefeitos e associações representativas — não presentes nos trechos fornecidos
  • Cronograma claro de implementação e condicionantes legais/constitucionais (prazos, etapas da lei complementar, regras transitórias detalhadas) — não detalhados nos trechos fornecidos
Cobertura similar encontrada (5)
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Análise de manipulação emocional

O texto é majoritariamente técnico e informativo, com quase ausência de linguagem emocional e alta densidade de conteúdo legislativo, o que reduz o risco de apelo emocional substituindo evidências. Contudo, os escores de misrepresentação de fontes (1.0) e de authority laundering (1.0), além da completude de contexto apenas moderada (0.55), indicam um risco residual de manipulação por deturpação ou por reforço indevido de autoridade; recomenda-se verificação das fontes citadas e atenção ao contexto omitido.

Temperatura emocional
5%
Densidade de evidência
92%
Pontuação de manipulação
32%

Emoções dominantes

neutralidade informativo
Fatores contribuintes (5)
  • Baixa densidade emocional e tom técnico (heuristic_emotional_density=0.0009) — mitiga risco de manipulação
  • Alto conteúdo factual e detalhamento legislativo (texto explicita mudanças, regras e exceções) — mitiga risco
  • Alto score de misrepresentação de fontes (misrepresentation_score=1.0) — aumenta risco de manipulação por deturpação
  • Uso/indícios de 'authority laundering' elevado (laundering_score=1.0) — aumenta risco ao inflar credibilidade
  • Completude de contexto moderada (completeness_score=0.55) — insuficiência de contexto que eleva risco em pontos específicos
Análise de distorção de fontes

Análise de distorção de fontes

O texto fornecido não cita ou referencia fontes externas identificáveis (URLs, reports ou declarações atribuídas a terceiros) além do próprio conteúdo descritivo da PEC. Não foi possível detectar alegações que deturpem fontes citadas, porque nenhuma fonte externa explícita foi apresentada no trecho fornecido.

Pontuação de distorção
100%
Análise de manipulação temporal — nenhum problema significativo encontrado

Análise de manipulação temporal

O único aspecto temporal potencialmente enganoso é a falta de indicação do ano na data de aprovação ('08/11'), o que pode sugerir atualidade indevida. Não foram encontrados outros problemas como mistura de cronologias ou uso sistemático de tempo presente para eventos claramente passados.

Integridade temporal
90%
Manipulações detectadas (1)
  • Stale data Low
    O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis e 24 contrários, o texto da Reforma Tributária (PEC nº 45/2019)

    O artigo menciona a data '08/11' sem indicar o ano, o que torna incerta a recência do evento para leitores que consultam o texto posteriormente. Isso pode levar a uma interpretação implícita de atualidade quando a aprovação pode ter ocorrido em ano anterior. Não há contudo evidência no trecho de tentativa deliberada de misturar períodos ou atribuir causalidade entre eventos de épocas distintas.

Análise de engano estatístico — nenhum problema significativo encontrado
Análise de citação seletiva — nenhum problema significativo encontrado
Análise de lavagem de autoridade

Análise de lavagem de autoridade

O artigo não apresenta cadeia de citações ou referências a fontes externas (blogs, posts, veículos) que permitam identificar prática de 'authority laundering'. Todas as informações no trecho parecem ser exposições diretas sobre o conteúdo da PEC, sem repassar afirmações de outras publicações.

Pontuação de lavagem
100%
Análise retórica — nenhum problema significativo encontrado
Análise de lacunas contextuais

Análise de lacunas contextuais

O texto descreve o desenho formal da PEC (IBS e CBS, não cumulatividade, legislação uniforme), mas deixa de abordar questões práticas centrais: impactos distributivos e fiscais locais (Estados/ Municípios), efeitos sobre preços ao consumidor e inflação, detalhes dos mecanismos de transição/compensação para entes que perdem receita, regras operacionais de ressarcimento de créditos e ambiguidade sobre a extinção do IPI e rubricas de importação. Essas lacunas são relevantes para avaliar os efeitos econômicos reais e a viabilidade política da reforma.

Completude contextual
55%
Questões não abordadas (5)
  • Qual é o impacto estimado da PEC 45/2019 na arrecadação dos Estados e Municípios (comparado ao sistema atual)?

    Saber se a mudança preserva ou reduz a receita subnacional é crucial para avaliar riscos a serviços públicos, à solvência fiscal desses entes e à viabilidade política da reforma.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PDF Reforma Tributária No Brasil: Impactos Regionais Da Pec 45/2019

    A discussão considera os novos parâmetros tributários contidos na PEC 45/2019. Os resultados sugerem um trade-off entre eficiência e desigualdade regional.

    Simulações dos impactos macroeconômicos, setoriais e ... - gov

    Simulações dos impactos macroeconômicos, setoriais e distributivos da PEC 45/2019

    Reforma Tributária no Brasil: Impactos Regionais da PEC 45/2019

    Esta nota técnica apresenta resultados de exercícios de simulação com um modelo inter-regional de equilíbrio geral computável para avaliação ex-ante dos impactos regionais da reforma tributária.

  • Existem estudos ou simulações que estimem o efeito da PEC 45/2019 sobre os preços ao consumidor e a inflação?

    A reforma muda tributos sobre consumo; sem estimativas de pass-through para preços, não se pode avaliar se consumidores ganharão ou perderão poder de compra.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Simulações dos impactos macroeconômicos, setoriais e ... - gov

    o preço ao consumidor de certos produtos. No entanto, dois pontos são importantes. Por um lado, a variação do preço ao consumidor reflete a queda nos preços básicos (redução de preços decorrente da...

    PDF Impactos Setoriais Da Pec 45/2019

    Projetar impactos macroeconômicos, setoriais e distributivos de uma reforma tributária nos moldes da proposta na PEC 45/2019, utilizando a metodologia de Equilíbrio Geral Computável (EGC).

    PDF Impacto Da Pec 45 Nas Aquisições De Mercadorias Para Uso E Consumo ...

    conceito central da tributação sobre o consumo é a incidência em cada etapa da cadeia de produção até o consumidor final e como princípio fundamental é a não cumulatividade que significa a permissã...

  • Que mecanismos de transição e compensação a proposta prevê para Estados que perderiam receita com a extinção do ICMS e de outros tributos — prazo, transferências temporárias ou fundos de equalização?

    Sem detalhes sobre transição/compensação, há risco de choque fiscal regional, litígios e pressões por exceções que podem alterar o desenho final da reforma.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Período De Transição: Ibs/Cbs E a Base De Cálculo Do Icms

    8 de jul. de 2025A versão original da PEC 45/2019 proibia explicitamente a inclusão do IBS e da CBS na base de cálculo do ICMS. No entanto, essa vedação foi retirada durante o processo legislativo,...

    Compensação do ICMS na transição para o IBS: a ... - Jusbrasil

    Com a Reforma Tributária, a compensação financeira do ICMS passa a ser decisiva e 2026 surge como o momento crítico para agir. Quem não se preparar agora pode perder a recomposição dos incentivos.

    PDF Compensação de Créditos na Transição para o IBS e

    O contribuinte que possuir em estoque, ao final do dia 31/12/32, mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária do ICMS, poderá creditar-se do imposto retido por antecipação.

  • A proposta detalha como será ressarcido o crédito acumulado (limites, prazos e condições), e há risco prático de acúmulo de créditos que não sejam recuperáveis pelas empresas?

    Regras de aproveitamento/ressarcimento de créditos determinam liquidez das empresas e podem gerar custos ocultos ou contencioso se o crédito não for plenamente reembolsado.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Reforma Tributária 2025: créditos IBS/CBS — guia prático

    7 de out. de 2025A entrada do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) vai revolucionar o tratamento dos créditos tributários das empresas. Praticamente tod...

    Entenda as regras de ressarcimento de IBS e CBS

    A legislação complementar que regulamenta o IBS e a CBS estabelece as regras para apuração de créditos e débitos tributários e define prazos rigorosos para ressarcimento de saldos credores aos cont...

    Reforma tributária: fim dos saldos credores de ICMS

    A Reforma Tributária proposta pela PEC 45 traz consigo mudanças significativas no panorama tributário brasileiro. A extinção gradual do ICMS e do ISS, a centralização da arrecadação e a regulamenta...

  • A PEC 45/2019 efetivamente extingue o IPI e as rubricas 'COFINS-Importação' e 'PIS-Importação', ou há divergência sobre quais tributos deixarão de existir?

    Há inconsistência nas fontes sobre extinção do IPI e rubricas de importação; saber exatamente quais tributos desaparecem é essencial para avaliar efeitos sobre indústria, comércio exterior e receitas federais.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Reforma Tributária Perguntas e Respostas Qual o grande objetivo do ...

    Qual a principal diferença entre a PEC 45 e a PEC 110? grande diferença entre as duas propostas é que na PEC 45 a substituição é feita por um único imposto sobre o valor adicionado (IVA Único) e, n...

    O que é a PEC 45/2019 e o que o texto propõe para a reforma ... - JOTA

    A PEC propõe a extinção de cinco impostos (IPI, ICMS, ISS, PIS e Cofins), consolidando as bases tributáveis em dois novos tributos: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e o Imposto Seletivo.

    Reformas Tributárias: PECs prontas para a pauta - Texto Base da ...

    O substitutivo aprovado na Comissão Especial, no dia 11/12/2018, efetua uma simplificação radical da tributação do consumo, com a extinção dos seguintes tributos: IPI, Imposto sobre Operações Finan...

Artigo raiz

Título
Principais pontos da Reforma Tributária (PEC 45/2019) aprovada pelo Senado Federal - Souto Correa Advogados
Status da busca
Obtido
Tipo de fonte
Artigo de notícia
Nível de autoridade
Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Papel da fonte
Reportagem Reportagem jornalística
Fontes vinculadas
1

O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis e 24 contrários, o texto da Reforma Tributária (PEC nº 45/2019), contemplando alterações importantes em relação ao conteúdo recebido da Câmara dos Deputados. Os principais pontos da Reform...

O que verificamos

O Plenário do Senado Federal aprovou, no dia 08/11, em 2 turnos, com 53 votos favoráveis

Sustentado Confiança 84%

Evidências primárias confirmam a afirmação: relatório do Ministério da Fazenda (“Senado Federal aprova proposta que moderniza o sistema tributário do país” — gov.br/fazenda) e a matéria oficial do Senado (“Senado aprova e envia reforma tributária de volta à Câmara — Senado Notícias”) informam que o Plenário do Senado aprovou a PEC em 08/11, em dois turnos, com 53 votos favoráveis e 24 contrários. Também há cobertura jornalística detalhando o mesmo resultado (UOL: “Reforma tributária: como votou cada senador”). Todas as fontes concordam sobre data, dois turnos e 53 votos a favor. Sources consulted: Senado Federal aprova proposta que moderniza o sistema tributário do país — Ministério da Fazenda; Senado aprova e envia reforma tributária de volta à Câmara — Senado Notícias; Reforma tributária: como votou cada senador.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
59%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (95%)

Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (3)
  • Senado Federal aprova proposta que moderniza o sistema tributário do país — Ministério da Fazenda
    Registro governamental · relevance 100% · authority 98%
    O Senado Federal aprovou na noite de quarta-feira (8/11) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019, que promove a Reforma Tributária. Realizada em dois turnos, a votação teve 53 votos favor...
    Sustenta
  • Senado aprova e envia reforma tributária de volta à Câmara — Senado Notícias
    Registro legislativo · Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial · relevance 100% · authority 97%
    Há 30 anos em discussão no Brasil e considerado o principal desafio da agenda econômica do primeiro ano do governo Lula, a reforma tributária (PEC 45/2019) venceu mais uma etapa nesta quarta-feira ...
    Sustenta
  • Reforma tributária: como votou cada senador
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 67%
    A reforma tributária foi aprovada em primeiro turno e segundo turno no Senado, na noite desta quarta-feira (8). Foram 53 votos a favor e 24 contra nos dois turnos. Por se tratar de uma Proposta de ...
    Sustenta

previsão de que a lei complementar que instituir o IBS

Sustentado Confiança 63% Previsão

A evidência fornecida (matéria da Câmara dos Deputados: “Lei cria Comitê Gestor do IBS e define regras do imposto criado pela reforma tributária” — camara.leg.br) mostra que houve sanção de Lei Complementar (Lei Complementar 227/26, conforme a matéria) que estabelece regras de administração e prevê a estrutura do IBS. Portanto existe previsão legal e norma sancionada definindo o IBS, conforme a fonte oficial citada. Sources consulted: Lei cria Comitê Gestor do IBS e define regras do imposto criado pela reforma tributária - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados.

Autoridade
87%
Independência
28%
Atualidade
40%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (88%)

Evidência ausente: Still needed: more independent source groups (currently 1); dated evidence for temporal verification; contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (1)
  • Lei cria Comitê Gestor do IBS e define regras do imposto criado pela reforma tributária - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados
    Registro legislativo · Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial · relevance 90% · authority 97%
    O IBS vai substituir o ICMS e o ISS; regulamentação foi aprovada pela Câmara dos Deputados no ano passado
    Sustenta

extinção de ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, COFINS-Importação, PIS-Importação

Misto Confiança 49%

Fontes divergem sobre quais tributos deixarão de existir. A fonte governamental da Receita Federal (“Entenda a Reforma Tributária do Consumo — Receita Federal” — gov.br/receitafederal) lista explicitamente PIS/PASEP, Cofins, ICMS e ISSQN como tributos que deixarão de existir, mas não menciona IPI nem as rubricas “COFINS-Importação” ou “PIS-Importação”. Fontes secundárias (certclick.com.br e tributtax.com.br) afirmam também a extinção de IPI e citam genericamente PIS/COFINS/ICMS/ISS, o que gera conflito com a listagem oficial. A fonte governamental é mais autoritativa; portanto a declaração é parcialmente suportada (PIS, COFINS, ICMS, ISS) mas não há evidência consistente nos documentos fornecidos para afirmar com segurança a extinção do IPI e das rubricas específicas “COFINS-Importação” e “PIS-Importação”. Sources consulted: Entenda a Reforma Tributária do Consumo — Receita Federal; Extinção de Impostos na Reforma Tributária: entenda tudo; Reforma Tributária: Extinção do PIS, Cofins e ICMS e Instituição do IBS e CBS.

Autoridade
100%
Independência
56%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
17%
Consenso LLM Unânime

All models agree: mixed (72%)

Evidência ausente: Still needed: more independent source groups (currently 2); contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (3)
  • Entenda a Reforma Tributária do Consumo — Receita Federal
    Registro governamental · relevance 98% · authority 98%
    A Reforma Tributária do Consumo, atualmente em processo de implementação no Brasil, representa uma transformação profunda no sistema de tributos indiretos. Ela busca simplificar, modernizar e alinh...
    Sustenta
  • Reforma Tributária: Extinção do PIS, Cofins e ICMS e Instituição do IBS e CBS
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 86% · authority 58%
    A Reforma Tributária aprovada em 2023 propõe uma transformação profunda na estrutura de arrecadação de tributos, com impactos diretos sobre o sistema jurídico, especialmente na área contenciosa. O ...
    Sustenta
  • Extinção de Impostos na Reforma Tributária: entenda tudo
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 78% · authority 58%
    A aprovação da Reforma Tributária por meio da Emenda Constitucional 132/2023 trouxe transformações históricas no sistema de arrecadação brasileiro, especialmente sobre o consumo. Um dos pontos mais...
    Sustenta

esses 2 novos tributos terão regras comuns em relação a fatos geradores, bases de cálculo, hipóteses de não incidência

Sustentado Confiança 41% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.

As fontes fornecidas afirmam que as novas contribuições/tributos (CBS e IBS) terão regras harmônicas/unificadas sobre aspectos essenciais como fato gerador, base de cálculo e hipóteses de não incidência. Artigos técnicos e especializados indicam que a Lei Complementar (nº 214/2025, segundo os textos) estabelece regras comuns ou harmônicas para CBS e IBS (ver contabeis.com.br “Reforma Tributária: fato gerador e impacto nas empresas” e barretocontabilidade.com.br “Reforma Tributária: CBS e IBS entenda...”), e o resumo da IOB também aponta em sentido semelhante. Com base nessas fontes, a afirmação é suportada. Sources consulted: Reforma Tributária: fato gerador e impacto nas empresas; Reforma Tributária: CBS e IBS entenda como será a aplicação prática dos novos tributos; Entenda as principais mudanças da Reforma Tributária.

Autoridade
100%
Independência
5%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (86%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 1); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • Reforma Tributária: CBS e IBS entenda como será a aplicação prática dos novos tributos
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    A Reforma Tributária começa a tomar forma com a publicação da Lei Complementar nº 214/2025, que detalha as regras gerais da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviç...
    Sustenta
  • Reforma Tributária: fato gerador e impacto nas empresas
    Artigo de notícia · Coluna de opinião Coluna de opinião ou análise · relevance 90% · authority 58%
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A Reforma Tributária trouxe mudanças importantes com a Lei Complementar n° 214/2025, especialmente sobre o momento em que ocorre o chamado fato gerador dos tributos, ou seja, o ...

22 de Maio de 2025

Reforma Tributária: Extinção do PIS, Cofins e ICMS e Instituição do IBS e CBS

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A Reforma Tributária aprovada em 2023 propõe uma transformação profunda na estrutura de arrecadação de tributos, com impactos diretos sobre o sistema jurídico, especialmente na ...

27 de Outubro de 2025

Reforma Tributária: CBS e IBS entenda como será a aplicação prática dos novos tributos

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A Reforma Tributária começa a tomar forma com a publicação da Lei Complementar nº 214/2025, que detalha as regras gerais da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto...

04 de Novembro de 2025

Extinção de Impostos na Reforma Tributária: entenda tudo

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A aprovação da Reforma Tributária por meio da Emenda Constitucional 132/2023 trouxe transformações históricas no sistema de arrecadação brasileiro, especialmente sobre o consumo...

12 de Abril de 2026

Entenda a Reforma Tributária do Consumo — Receita Federal

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A Reforma Tributária do Consumo, atualmente em processo de implementação no Brasil, representa uma transformação profunda no sistema de tributos indiretos. Ela busca simplificar...

13 de Abril de 2026

Senado Federal aprova proposta que moderniza o sistema tributário do país — Ministério da Fazenda

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O Senado Federal aprovou na noite de quarta-feira (8/11) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019, que promove a Reforma Tributária. Realizada em dois turnos, a votação...

13 de Abril de 2026

Lei cria Comitê Gestor do IBS e define regras do imposto criado pela reforma tributária - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados

Sustenta Registro legislativo Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)

O IBS vai substituir o ICMS e o ISS; regulamentação foi aprovada pela Câmara dos Deputados no ano passado

Grafo de fontes

Fonte Tipo Autoridade Papel Status
aqui
https://www.soutocorrea.com.br/wp-content/uploads/2023/11/Complemento-PEC-45-...
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