Credibilidade
20%
Credibilidade
20%
Coordenação
15%
Completude
45%
Status do pipeline
Concluído
O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.
Avaliação: mixed. A matéria reúne informações verificáveis sobre a tramitação (por exemplo, votação prévia na CCJ) e reproduz discursos públicos de parlamentares identificados, mas contém lacunas relevantes de verificação: afirma percentuais (27% / 27,5%) e invoca um “estudo do Ministério da Fazenda” sem referenciar metodologia nem fonte direta, e atribui citações e contagens de apoio ao governo para as quais não há comprovação completa nos trechos fornecidos. Esses problemas reduzem a verificabilidade e podem induzir a conclusões indevidas, mas não há evidência clara de manipulação deliberada.
Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:
Este evento foi analisado em 11 artigos
Reforma tributária: votação do PLP 108/2024 fica para 30/9
Leia a íntegra do relatório da regulamentação da reforma tributária
Relatório da reforma tributária é divulgado no Senado; veja o texto | Jornal ...
CCJ do Senado define calendário para regulamentar reforma tributária - Migalhas
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Líder da oposição diz que reforma vai aumentar carga tributária no país
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CCJ do Senado aprova regulamentação da reforma tributária - Migalhas
Braga apresenta parecer do projeto que cria o Comitê Gestor do IBS; leia a ín...
Cobertura independente. O artigo investigado (Correio Braziliense) enfatiza o alerta da oposição e usa linguagem carregada ("sanha arrecadatória", "trava", "desfigurada"), enquanto os trechos das outras fontes fornecidas concentram-se em aspectos procedimentais (explicação do relator, divulgação de relatório, votação/aprovação). Não há, nos excertos recebidos, uso convergente de falácias retóricas nem uma narrativa idêntica: as linhas editoriais divergem — uma é mais meta/ressalvadora; as demais são informativas sobre tramitação. Há, porém, omissões comuns importantes (detalhamento técnico da PEC, metodologia dos estudos citados, impactos econômicos independentes) que aparecem ausentes na amostra de textos fornecida.
12 de set. de 2025O projeto que conclui a regulamentação da reforma tributária está próximo de sua forma final, se o clima político não se alterar. A avaliação é do senador Eduardo Braga (MDB-AM), ...
O plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira, 30, o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/24) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo e outros pon...
O Senado aprovou nesta quarta-feira (8) a reforma tributária. A proposta de emenda à Constituição (PEC) recebeu 53 votos favoráveis e 24 contrários no primeiro e no segundo turno de votação.
9 de dez. de 2024O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o relatório da proposta.
15 de set. de 2025O projeto que conclui a regulamentação da reforma tributária está próximo de sua forma final, se o clima político não se alterar. A avaliação é do senador Eduardo Braga (MDB-AM), ...
O artigo adota um tom relativamente contido, com picos de linguagem enfática vindos do líder da oposição, mas sem forte emotividade geral. Há evidências citadas (menções a alíquotas de 27%/27,5% e referência a estudo do Ministério da Fazenda), porém a integridade estatística fraca e o alto índice de invocação de autoridades sem verificação elevam o risco de manipulação a um nível moderado; recomenda-se verificar os estudos de impacto e as fontes originais antes de tirar conclusões.
Emoções dominantes
O artigo reporta números e cita "estudos" (especialmente do Ministério da Fazenda e um estudo comparativo internacional) sem fornecer referências verificáveis. Essas omissões tornam as alegações sobre percentuais e comparações internacionais não verificáveis a partir do texto fornecido.
O artigo afirma que Marinho citou um "estudo do Ministério da Fazenda" com uma estimativa específica (27%) mas não fornece link, nome do estudo, data, ou detalhes que permitam checar se a estimativa existe, qual o escopo dela ou se foi interpretada corretamente. Sem a fonte concreta, a alegação sobre o conteúdo do estudo não pode ser verificada.
O texto afirma uma alteração da estimativa para 27,5% após apresentação do relatório, mas não identifica a origem dessa nova estimativa (relatório técnico, ministério, relator, consultoria?) nem oferece documento ou link que confirme o valor. A falta de referência impede verificar se a cifra foi corretamente reportada ou se corresponde a outra medição/pressuposto.
O artigo reporta que Marinho citou um estudo que colocaria a alíquota citada como a maior entre países com IVA, mas não identifica o estudo, metodologia, países comparados nem se a comparação considera alíquotas nominais, efetivas ou bases de incidência distintas. Sem referência, a afirmação sobre o ranking internacional não pode ser checada e pode ser enganosa.
Não foram identificadas apresentações de dados antigos como atuais, nem mistura cronológica evidente no trecho fornecido. As referências a datas recentes (7/11, 8/11) e à sessão em curso parecem coerentes com a data de publicação indicada.
O texto usa percentuais e afirmações comparativas relevantes (27%, 27,5%, "maior do mundo") sem apresentar metodologia, fontes ou bases de cálculo. Isso reduz a capacidade do leitor de avaliar a precisão e o contexto das estatísticas.
Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
O percentual (27%) é apresentado sem especificar a que exatamente se refere (alíquota nominal, média ponderada, alíquota efetiva), qual é a base de cálculo, nem quais exceções foram consideradas. Isso impede interpretar corretamente o impacto real sobre contribuintes e comparações internacionais.
É necessário informar a definição exata da alíquota (nominal vs. efetiva), a base de incidência utilizada, se o valor é média ponderada e quais exclusões/exceções foram consideradas para calcular os 27%.
Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
Novamente, um percentual é citado sem contexto sobre sua origem, metodologia ou o que mudou em relação à estimativa anterior.
Informar a fonte da nova estimativa, método de cálculo e quais alterações no relatório explicam o aumento de 27% para 27,5%.
“...uma perspectiva de um IVA maior do que os 27,5%, que já nos coloca num patamar extraordinário em relação ao resto do mundo”, disse citando estudo que coloca essa alíquota como a maior entre os países que adotam o Imposto sobre Valor Agregado.
A alegação de que a alíquota colocaria o país no "patamar extraordinário" e como a "maior" do mundo carece de contexto comparativo (quais países, que tipo de IVA, se há alíquotas reduzidas, exceções, ou se se trata de taxa média ponderada). Sem esse contexto, a declaração pode exagerar a posição relativa do país.
Comparação transparente com dados internacionais: lista de países considerados, tipo de alíquota comparada (nominal/efetiva), ano da comparação e tratamento de isenções/exceções.
As citações diretas aparecem no artigo sem indicação de truncamento ou inversão. Entretanto, para algumas afirmações de caráter técnico (referência a estudos), o artigo reporta que as falas citam estudos sem apresentar as fontes, o que limita a verificação contextual.
""Não podemos aprovar qualquer reforma""
— Rogério Marinho
A frase aparece no texto como citação direta do senador Marinho e não há indicação no próprio artigo de que foi truncada ou alterada.
""Quem teve condições de gritar, brigar e fazer o lobby funcionar, está contemplado com as exceções dentro do projeto em tela. Aqueles que não tiveram essa força ou esse cuidado vão ser obrigado a suportar uma carga tributária que será a maior do mundo""
— Rogério Marinho
A citação é apresentada integralmente no corpo do artigo. Não há no texto evidência de que a frase foi invertida ou descontextualizada internamente; entretanto, sem acesso à fala completa (áudio/transcrição original) não se pode confirmar se foi selecionada para enfatizar certo tom — pelo que, com base no artigo, ela é tratada como fiel.
""Estamos falando de um assunto muito sério, onde não há nenhum estudo de impacto. O que temos, na verdade, é uma perspectiva de um IVA maior do que os 27,5%...""
— Rogério Marinho
A passagem é apresentada como declaração direta de Marinho no artigo e não há indícios internos de truncamento no texto fornecido.
""O ex-presidente falou mal porque não conseguiu fazer essa reforma no governo dele""
— Randolfe Rodrigues
Trecho atribuído a Randolfe aparece como citação direta no artigo sem indicação de manipulação.
""Incomoda ao governo passado porque essa reforma irá zerar a alíquota de imposto do arroz, do café e do feijão da cesta básica. Eles querem a manutenção da fila do osso, como ocorreu nos anos do governo passado""
— Randolfe Rodrigues
Citação direta de Randolfe incluída no texto. Novamente, com base apenas no artigo, não há evidência de corte ou inversão.
Não foram identificadas cadeias explícitas de 'authority laundering' (ex.: postagem em blog citada por jornal menor e depois por grande veículo sem novas evidências) no trecho fornecido. O artigo menciona um "estudo do Ministério da Fazenda" (autoridade elevada), porém sem link — a falta de referência não configura lavagem de autoridade, mas reduz verificabilidade.
O texto reproduz declarações políticas que recorrem com frequência a linguagem carregada e a extrapolações ruidosas: metáforas e termos emotivos ("sanha arrecadatória", "fila do osso"), previsões extremas sem evidência ("maior do mundo") e uso de autoridade (citar estudo do Ministério) sem contexto metodológico. Há também ataque ad hominem ao ex-presidente em vez de resposta técnica às críticas. Essas estratégias empurram o leitor para uma visão polarizada sobre a reforma — sugerindo riscos máximos ou má-fé política — sem fornecer os dados metodológicos necessários para validar as estimativas citadas.
que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”
Uso de expressão carregada (“sanha arrecadatória do governo”) que emocionaliza o debate fiscal e sugere voracidade injustificada do governo. Esse tom favorece a narrativa da oposição de que qualquer medida é mera busca de arrecadação, deslocando a discussão do mérito técnico para a moralização do agente.
Prejudica: O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária...
vão ser obrigado a suportar uma carga tributária que será a maior do mundo
Afirmação que apresenta uma consequência extrema e inevitável (será a maior do mundo) sem evidência de causalidade ou cenário detalhado. Amplifica o risco de forma retórica e empurra o leitor para rejeitar a reforma por medo de um resultado catastrófico não demonstrado.
Prejudica: O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária...
Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%
Referência a um “estudo do Ministério da Fazenda” é usada para dar peso à estimativa (27%) sem apresentar detalhes, metodologia ou link que permitam checagem. Apoiar-se apenas na autoridade da fonte, sem o contexto técnico, pode levar o leitor a aceitar a estimativa como incontestável.
Prejudica: Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
uma perspectiva de um IVA maior do que os 27,5%, que já nos coloca num patamar extraordinário em relação ao resto do mundo
O argumento salta de uma estimativa/perspectiva para a conclusão de que o país estaria num “patamar extraordinário” global, sem apresentar comparações, bases ou limites metodológicos. Os dados citados (27% / 27,5%) não, por si só, sustentam essa afirmação generalizada.
Prejudica: Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
O ex-presidente falou mal porque não conseguiu fazer essa reforma no governo dele
Resposta que ataca o caráter ou a competência do crítico (ex-presidente) em vez de rebater pontualmente os argumentos apresentados. Redireciona o foco do mérito da crítica para motivos pessoais/partidários.
Eles querem a manutenção da fila do osso
Imagem fortemente carregada (“fila do osso”) usada para desqualificar a postura adversária e evocar empatia/repulsa emocional, em vez de discutir evidências sobre efeito da reforma na pobreza ou preços.
A reportagem reproduz a afirmação de que a reforma elevaria a carga tributária citando percentuais (27%/27,5%) e um estudo do Ministério da Fazenda, mas não explica que métrica esses números representam, quais exceções foram contabilizadas, nem mostra comparação antes/depois do sistema atual. Também não esclarece se há estudos de impacto detalhados nem detalha a metodologia da comparação internacional que classifica a alíquota como "a maior". Essas omissões são essenciais para avaliar se a reforma realmente aumentará a carga tributária e quem seria mais afetado.
A estimativa de alíquota de 27% (ou 27,5%) refere‑se à alíquota nominal padrão, à alíquota média ponderada ou à carga tributária efetiva (receita/PIB)?
Sem saber qual medida foi usada não é possível comparar com outros países nem avaliar corretamente se haverá, de fato, aumento da carga sobre contribuintes — métricas diferentes implicam conclusões muito distintas.
Um primeiro cenário, denominado "factível", supõe que o hiato de conformidade convergirá para o hiato de conformidade da Hungria - país da OCDE com a alíquota-padrão de IVA mais elevada, de 27%.
23 de ago. de 2024A reforma tributária se compromete a manter a carga tributária atual, por meio da alíquota de referência da CBS e das alíquotas de referência estadual e municipal do IBS, que serã...
Um dos principais pontos de dúvida na tramitação da reforma tributária no Senado, a alíquota-padrão do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) dual ficará entre 25,45% e 27%, após a ...
Quais exceções e regimes especiais incluídos na versão oriunda da Câmara foram mantidos no texto e quanto cada uma altera a arrecadação e a alíquota efetiva?
Exceções setoriais podem reduzir ou aumentar substancialmente a alíquota média e deslocar o ônus entre setores; sem listar e quantificar essas exceções a afirmação sobre aumento geral é incompleta.
Para diversos setores ou finalidades específicas, a reforma tributária (Proposta de Emenda à Constituição 45/19) cria regimes diferenciados em relação às regras gerais, prevendo, por exemplo, alíqu...
A quantidade de setores que serão beneficiados com redução de alíquota só aumenta a cada nova versão da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária, atualmente em tramitação no Se...
Na última versão, aprovada nesta terça-feira na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sete setores foram atendidos com alíquota zerada, além da cesta básica nacional. O texto será analisado pel...
A reforma, com as exceções citadas, representa um aumento líquido da carga tributária em relação ao sistema vigente hoje (comparação antes e depois)?
Dizer que a reforma "aumentará a carga" exige uma comparação explícita com o sistema atual — sem essa comparação a afirmação pode ser apenas conjectura ou baseada em uma métrica não equivalente.
Pelas contas da Fazenda, em um cenário factível, a alíquota básica novo imposto seria de 25,45%, para manter a carga tributária atual. Em um cenário conservador, no entanto, o percentual subiria pa...
Pelas contas da Fazenda, em um cenário factível, a alíquota básica novo imposto seria de 25,45%, para manter a carga tributária atual. Em um cenário conservador, no entanto, o percentual subiria pa...
Pelas contas da Fazenda, em um cenário factível, a alíquota básica novo imposto seria de 25,45%, para manter a carga tributária atual. Em um cenário conservador, no entanto, o percentual subiria pa...
Existem estudos de impacto (Ministério da Fazenda, Receita Federal, Ipea, FGV ou think tanks) que quantifiquem efeitos macroeconômicos e distributivos da proposta, e quais são suas conclusões metodológicas?
A matéria afirma falta de estudos de impacto, mas também cita números do Ministério da Fazenda; verificar quais estudos, modelos e hipóteses existem é essencial para avaliar a solidez da previsão de aumento.
Confira a seguir alguns estudos técnicos sobre a reforma da tributação sobre o consumo:
Este artigo avalia o impacto sobre a economia brasileira de uma reforma tributária que reduza distorções e cumulatividade, utilizando para tal experimento a atual proposta do Ministério da Fazenda.
A reforma tributária dos impostos sobre o consumo, na sua última versão (julho 2024), traz ganhos importantes para a economia brasileira, tanto em termos de crescimento como distributivos (maior be...
A comparação internacional que coloca 27–27,5% como a "maior" entre países com IVA considera diferenças de base tributável, alíquotas reduzidas e alíquotas efetivas utilizadas em cada país?
Sem padronizar a métrica (padrão nominal vs. alíquota efetiva/ponderada) a comparação internacional pode ser enganosa e exagerar a posição relativa do Brasil.
9 de mai. de 2025Entre os países com IVA, a maior alíquota é a da Hungria, com 27%, seguida por Dinamarca, Noruega e Suécia, com 25% cada um. Entre os menores estão o Canadá, com 5%, e Andorra, com...
19 de dez. de 2025Em dezembro de 2025, o Brasil figura oficialmente no topo do ranking global de alíquotas de IVA. Durante a tramitação do projeto, o Congresso Nacional incluiu um mecanismo conheci...
17 de jan. de 2025Por que o Brasil pode ter o maior imposto do mundo? Durante a tramitação do projeto de regulamentação da reforma tributária, uma série de exceções e regimes especiais foram aplica...
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo ...
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
Misto Confiança 62% Atribuição
As evidências fornecidas mostram que Rogério Marinho criticou propostas tributárias e que votou contra a reforma (ver: https://saibamais.jor.br/2024/12/rogerio-marinho-e-styvenson-valentim-votam-contra-reforma-tributaria/ e Pronunciamento no Senado: https://www25.senado.leg.br/web/atividade/pronunciamentos/-/p/texto/517694). Outra matéria indica orientação do PL contrária (https://www.band.com.br/noticias/pl-reforma-tributaria-16614862). No entanto, nenhum dos documentos apresentados contém a citação exata atribuída a Marinho na “tarde desta quarta-feira (8/11)” referindo-se diretamente ao dispositivo incluído pelo relator Eduardo Braga (MDB–AM) e usando a expressão sobre frear “a sanha arrecadatória do governo”. Portanto, falta evidência direta que confirme a frase, a data e a referência específica ao dispositivo de Eduardo Braga. Sources consulted: Pronunciamento de Rogerio Marinho em 21/10/2025 - Pronunciamentos - Senado Federal; Oposição critica decisão que altera o rito de impeachment de ministros do STF - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados; Rogério Marinho e Styvenson Valentim votam contra reforma tributária.
All models agree: needs_more_evidence (45%)
Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).
Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
Vários relatórios noticiosos indicam que a proposta foi aprovada na CCJ por 20 votos a 6 antes de ir ao plenário. Ex.: CBN/Globo relata aprovação na CCJ por 20 a 6 (https://cbn.globo.com/politica/noticia/2025/08/20/ccj-aprova-texto-base-de-reforma-eleitoral-com-voto-impresso-e-mudanca-em-cota-feminina.ghtml), Poder360 também registra o placar de 20 a 6 (https://www.poder360.com.br/poder-congresso/entenda-os-principais-pontos-do-codigo-eleitoral-aprovado-na-ccj/) e Brasil247 informa aprovação por 20 votos a 6 na CCJ (https://www.brasil247.com/brasil/ccj-do-senado-aprova-novo-codigo-eleitoral-com-mudancas-na-lei-da-ficha-limpa-e-inclusao-do-voto-impresso). As fontes coincidem no resultado da votação na comissão. Sources consulted: CCJ aprova reforma eleitoral com voto impresso e mantendo cota feminina; Entenda os principais pontos do Código Eleitoral aprovado na CCJ; Em vitória de Lula, Senado aprova reforma tributária.
All models agree: supported (90%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
Sustentado Confiança 50% Previsão Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
As fontes citadas mostram Randolfe Rodrigues prevendo votação em torno de 48–52 votos para um indicado, ou afirmando que o governo alcançaria cerca de 50 votos. Ex.: Poder360 registra Randolfe dizendo que "Dino terá até 52 votos" e estimando 48–52 votos (https://www.poder360.com.br/poder-flash/dino-tera-ate-52-votos-e-gonet-votacao-mais-folgada-diz-randolfe). Matéria do Opinião em Pauta repercute avaliação semelhante (https://opiniaoempauta.com.br/randolfe-dino-sera-aprovado-com-48-a-52-votos-e-gonet-com-votacao-mais-folgada/). A cobertura do G1 confirma a identificação de Randolfe como líder do governo (https://g1.globo.com/politica/noticia/2025/08/20/governo-entrou-com-salto-alto-diz-lider-sobre-derrota-na-eleicao-para-comando-da-cpmi-do-inss.ghtml). Embora algumas fontes citem o intervalo 48–52 (e não exatamente "50 a 52"), elas corroboram que Randolfe apostou numa faixa em torno de 50 votos, incluindo os números citados na afirmação. Sources consulted: Governo entrou com 'salto alto', diz líder sobre derrota na eleição para comando da CPMI do INSS | G1; Dino terá até 52 votos e Gonet, votação “mais folgada", diz Randolfe; Randolfe: 'Dino será aprovado com cerca de 50 votos e Gonet com votação mais folgada' - Opinião em Pauta.
All models agree: supported (78%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
Misto Confiança 33% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.
As fontes fornecidas não mostram prova direta de que o governo contabilizou apoio superior a 49 votos para esta proposta específica. O levantamento do PL citado (https://cbn.globo.com/politica/noticia/2025/03/17/pl-contabiliza-apoio-de-197-parlamentares-a-anistia-de-envolvidos-em-atos-golpistas-257-votos-sao-necessarios.ghtml) refere-se a outro projeto (anistia) e não à reforma tributária; as outras matérias tratam de índices de aprovação/desaprovação do governo (https://www.terra.com.br/noticias/governo-lula-perde-apoio-em-redutos-eleitorais-e-enfrenta-alta-desaprovacao,6955325774dc75e522f757db392b5d19hm9dcq4p.html; https://agendadopoder.com.br/desaprovacao-de-lula-sobe-de-49-para-56-e-governo-e-considerado-pior-que-o-de-bolsonaro-pela-1a-vez-aponta-pesquisa-genial-quaest/). Nenhuma dessas fontes comprova que “o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos” para a votação mencionada. É preciso mais evidência direta sobre a contagem de votos do governo para a matéria em questão. Sources consulted: PL contabiliza apoio de 197 parlamentares a projeto de anistia para envolvidos em atos golpistas; 257 votos são necessários; Governo Lula perde apoio em redutos eleitorais e enfrenta alta desaprovação; Desaprovação de Lula sobe de 49% para 56% e governo é considerado pior que o de Bolsonaro pela 1ª vez, aponta pesquisa Quaest - Agenda do Poder.
All models agree: needs_more_evidence (35%)
Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).
Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
Precisa de mais evidência Confiança 13%
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
Precisa de mais evidência Confiança 13% Previsão
Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.
Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.
Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.
Em vitória de Lula, Senado aprova reforma tributária
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
PEC foi aprovada por 53 votos a 24 no 1º e no 2º turnos; texto volta para a Câmara
Dino terá até 52 votos e Gonet, votação “mais folgada", diz Randolfe
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Líder do Governo diz acreditar na aprovação dos indicados de Lula no Senado; sabatina será na 4ª feira (13.dez)
Randolfe: 'Dino será aprovado com cerca de 50 votos e Gonet com votação mais folgada' - Opinião em Pauta
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Líder do governo no Congresso diz que nomes indicados ao STF e à PGR vão a plenário também nesta quarta-feira (13)
Rogério Marinho e Styvenson Valentim votam contra reforma tributária
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Por 49 votos a 19, o plenário do Senado Federal aprovou, na noite de quinta-feira (12), o projeto de regulamentação da reforma tributária enviado pelo governo federal ao Congres...
Governo Lula perde apoio em redutos eleitorais e enfrenta alta desaprovação
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
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PL contabiliza apoio de 197 parlamentares a projeto de anistia para envolvidos em atos golpistas; 257 votos são necessários
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O PL, partido de Jair Bolsonaro, está mapeando o apoio ao projeto de lei que concede anistia aos envolvidos anos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A legenda contabiliza at...
Desaprovação de Lula sobe de 49% para 56% e governo é considerado pior que o de Bolsonaro pela 1ª vez, aponta pesquisa Quaest - Agenda do Poder
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A segunda rodada da pesquisa Genial/Quaest sobre a avaliação do governo em 2025 revela um aumento de 7 pontos percentuais na desaprovação ao trabalho do presidente Luiz Inácio L...
CCJ do Senado aprova novo Código Eleitoral com mudanças na Lei da Ficha Limpa e inclusão do voto impresso | Brasil 247
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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (20) o novo Código Eleitoral, em votação que contou com 20 votos favoráveis e seis contrá...
CCJ aprova reforma eleitoral com voto impresso e mantendo cota feminina
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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, por 20 votos a 6, nesta quarta-feira, o projeto do novo Código Eleitoral. Após forte pressão da oposição, os senado...
Governo entrou com 'salto alto', diz líder sobre derrota na eleição para comando da CPMI do INSS | G1
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
O líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), em sessão do dia 20 de dezembro de 2024 — Foto: Roque de Sá/Agência Senado
Entenda os principais pontos do Código Eleitoral aprovado na CCJ
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Texto que vai ao plenário do Senado contempla voto impresso e cotas obrigatórias de mulheres em candidaturas e cadeiras
Rogério Marinho indica que PL votará contra a reforma tributária
Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
A reforma tributária entrou em discussão nesta quarta-feira (5) e deve ser votada no plenário da Câmara nesta quinta (6). Segundo o senador Rogério Marinho (PL-RN), o partido de...
Oposição critica decisão que altera o rito de impeachment de ministros do STF - Notícias - Portal da Câmara dos Deputados
Contextualizes Registro legislativo Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
Líderes da oposição na Câmara dos Deputados e no Senado criticaram a decisão liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, que alterou o rito de impeachme...
Pronunciamento de Rogerio Marinho em 21/10/2025 - Pronunciamentos - Senado Federal
Sustenta Registro legislativo Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)
Críticas ao aumento recorrente de gastos e de criação de tributos pelo Governo Federal. Preocupação com a perspectiva de novos impostos e de sucessivas excepcionalizações de des...
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líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN),
https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2023/06/5099117-condenado-a-pe... |
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Apesar do discurso da oposição
https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2023/11/6652375-bolsonaro-crit... |
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na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), por 20 votos a 6
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