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Credibilidade

15%

Coordenação

32%

Completude

50%

Status do pipeline

Concluído

Análise da manchete

O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.

Manchete
Eduardo Braga apresenta parecer sobre segunda regulamentação da reforma tributária - Eduardo Braga
Uma manchete mais honesta
Eduardo Braga lê parecer sobre PLP 108/2024 (IBS); votação na CCJ em 17/9 — texto não traz estimativas de impacto fiscal
Parágrafo inicial
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Resumo da investigação

Misto

O artigo é, em essência, informativo e relata corretamente atos procedimentais (leitura do parecer por Eduardo Braga na CCJ; cronograma reportado para votação; foco do PLP 108/2024 sobre o IBS). No entanto, adota formulações otimistas e inferências sobre efeitos (redução da carga tributária, queda de preços, eficácia de mecanismos) sem evidência empírica apresentada, e deixa lacunas políticas e técnicas relevantes (partilha de receitas, custos e cronograma de implementação, governança do Comitê Gestor). Não há sinais claros de fabricação ou manipulação estatística/temporal, mas a falta de fontes diretas no texto e as omissões tornam a peça incompleta para um leitor que queira avaliar plausibilidade e impacto. Classificação final: mixed.

Pontos fortes

  • Relata fatos procedimentais verificáveis: apresentação do parecer por Eduardo Braga na CCJ e previsão de cronograma (ex.: menção à votação em 17 de setembro), conforme fontes citadas nas análises.
  • Identifica corretamente o objeto legislativo central (PLP 108/2024) e seu foco na regulamentação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).
  • Tom em grande parte factual e técnico; pouca carga emocional direta no texto.
  • Não foram detectadas manipulações temporais ou distorções estatísticas explícitas no trecho analisado.
  • Citações diretas atribuídas (ao senador) aparecem identificadas, sem indícios de descontextualização nas evidências fornecidas.

Pontos fracos

  • Afirmações sobre efeitos substantivos (redução da carga tributária, queda de preços ao consumidor, segurança contra sonegação) são apresentadas sem estudos, simulações ou evidência empírica no texto — risco de retórica otimista não comprovada.
  • Falta de detalhamento sobre questões cruciais: repartição da arrecadação entre União/estados/municípios, composição e mecanismos de governança do Comitê Gestor do IBS, estimativa de custos e cronograma de implementação.
  • Ausência de fontes diretas/links no próprio artigo torna difícil verificar trechos e impede checagem rápida; as análises externas citam matérias diversas mas o texto não anexa provas documentais oficiais.
  • Uma alegação (que Braga estaria 'debruçado sobre o tema há três anos, sendo os últimos seis meses nesta fase') não tem evidência suficiente nas fontes apresentadas.
  • Enquadramento convergente observado em veículos afins enfatiza o avanço procedimental e benefícios esperados, mas omite críticas e posições de entes subnacionais e setores econômicos — viés por omissão relevante para leitores interessados em impacto político e fiscal.

Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:

  • o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta
  • O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão.
  • Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas.
  • +59 more

Contexto do evento a partir de investigações relacionadas

Este evento foi analisado em 11 artigos

Linha do tempo composta

Compósito heurístico de investigações relacionadas: o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta | O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão. | Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas. | De acordo com Alcolumbre, o prazo para envio de emendas ao projeto terminou às 23h59 desta quarta-feira (24). Até a tarde de terça-feira (23), haviam sido protocoladas 39 sugestões. O número subiu para 156 emendas até as 16h40 da quarta-feira. | Após a votação no plenário do Senado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados, onde será relatado novamente pelo deputado Mauro Benevides (PDT-CE), que já havia sido responsável pela análise do texto na primeira passagem pela Casa Baixa. | O projeto foi aprovado inicialmente na Câmara em outubro de 2024 e, desde então, sofreu diversas alterações no Senado durante a relatoria de Eduardo Braga. | O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens | O relatório de Braga também incorporou mudanças relacionadas à Lei Complementar nº 214/2025, já sancionada, que estabelece diretrizes da reforma.

Fatos omitidos pela maioria dos artigos

  • o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta
  • O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão.
  • Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas.
  • De acordo com Alcolumbre, o prazo para envio de emendas ao projeto terminou às 23h59 desta quarta-feira (24). Até a tarde de terça-feira (23), haviam sido protocoladas 39 sugestões. O número subiu para 156 emendas até as 16h40 da quarta-feira.
  • Após a votação no plenário do Senado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados, onde será relatado novamente pelo deputado Mauro Benevides (PDT-CE), que já havia sido responsável pela análise do texto na primeira passagem pela Casa Baixa.
  • O projeto foi aprovado inicialmente na Câmara em outubro de 2024 e, desde então, sofreu diversas alterações no Senado durante a relatoria de Eduardo Braga.
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O relatório de Braga também incorporou mudanças relacionadas à Lei Complementar nº 214/2025, já sancionada, que estabelece diretrizes da reforma.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) liberou nesta 3ª feira (30.set.2025) o relatório do 2º projeto de regulamentação da tributária (PLP 108 de 2024)
  • Segundo o cronograma do senador, o texto será lido na 4ª feira (10.jul) na CCJ (Comissão de Constituição
  • O texto então voltará à Câmara dos Deputados. Deve ser relatado por Mauro Benevides (PDT-CE), que cuidou do projeto quando passou pela 1ª vez na Casa Baixa.
  • A maior razão pela demora da entrega do relatório foi um atrito entre representantes das cidades. A rusga é entre a CNM (Confederação Nacional de Municípios)
  • A frente dizia haver um acordo político para indicar os 13 integrantes que entram com base nos critérios de número de habitantes. Já a confederação escolheria os 14 representantes diretos. A CNM negou que houvesse esse entendimento. Queria fazer chapas para as duas categorias. Tampouco o projeto de lei complementar determinava uma divisão de forma clara.
  • A equipe do ministro Fernando Haddad tentou intervir em março ao convocar uma reunião com as duas entidades. Não deu certo

Avaliação narrativa

As investigações relacionadas cobrem fatos sobrepostos, mas omitem detalhes diferentes.
Comparação de cobertura (11 artigos)
www.contabeis.com.br Mixed

Reforma tributária: votação do PLP 108/2024 fica para 30/9

Fatos incluídos: 8
Fatos omitidos: 54

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta
  • O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão.
  • Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas.
  • De acordo com Alcolumbre, o prazo para envio de emendas ao projeto terminou às 23h59 desta quarta-feira (24). Até a tarde de terça-feira (23), haviam sido protocoladas 39 sugestões. O número subiu para 156 emendas até as 16h40 da quarta-feira.
  • Após a votação no plenário do Senado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados, onde será relatado novamente pelo deputado Mauro Benevides (PDT-CE), que já havia sido responsável pela análise do texto na primeira passagem pela Casa Baixa.
  • O projeto foi aprovado inicialmente na Câmara em outubro de 2024 e, desde então, sofreu diversas alterações no Senado durante a relatoria de Eduardo Braga.
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O relatório de Braga também incorporou mudanças relacionadas à Lei Complementar nº 214/2025, já sancionada, que estabelece diretrizes da reforma.
Fatos omitidos
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) liberou nesta 3ª feira (30.set.2025) o relatório do 2º projeto de regulamentação da tributária (PLP 108 de 2024)
  • Segundo o cronograma do senador, o texto será lido na 4ª feira (10.jul) na CCJ (Comissão de Constituição
  • O texto então voltará à Câmara dos Deputados. Deve ser relatado por Mauro Benevides (PDT-CE), que cuidou do projeto quando passou pela 1ª vez na Casa Baixa.
  • A maior razão pela demora da entrega do relatório foi um atrito entre representantes das cidades. A rusga é entre a CNM (Confederação Nacional de Municípios)
  • A frente dizia haver um acordo político para indicar os 13 integrantes que entram com base nos critérios de número de habitantes. Já a confederação escolheria os 14 representantes diretos. A CNM negou que houvesse esse entendimento. Queria fazer chapas para as duas categorias. Tampouco o projeto de lei complementar determinava uma divisão de forma clara.
  • A equipe do ministro Fernando Haddad tentou intervir em março ao convocar uma reunião com as duas entidades. Não deu certo
www.poder360.com.br Mixed

Leia a íntegra do relatório da regulamentação da reforma tributária

Fatos incluídos: 3
Fatos omitidos: 59

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
Fatos omitidos
  • o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta
  • O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão.
  • Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas.
  • De acordo com Alcolumbre, o prazo para envio de emendas ao projeto terminou às 23h59 desta quarta-feira (24). Até a tarde de terça-feira (23), haviam sido protocoladas 39 sugestões. O número subiu para 156 emendas até as 16h40 da quarta-feira.
  • Após a votação no plenário do Senado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados, onde será relatado novamente pelo deputado Mauro Benevides (PDT-CE), que já havia sido responsável pela análise do texto na primeira passagem pela Casa Baixa.
  • O projeto foi aprovado inicialmente na Câmara em outubro de 2024 e, desde então, sofreu diversas alterações no Senado durante a relatoria de Eduardo Braga.
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O relatório de Braga também incorporou mudanças relacionadas à Lei Complementar nº 214/2025, já sancionada, que estabelece diretrizes da reforma.
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) liberou nesta 3ª feira (30.set.2025) o relatório do 2º projeto de regulamentação da tributária (PLP 108 de 2024)
  • Segundo o cronograma do senador, o texto será lido na 4ª feira (10.jul) na CCJ (Comissão de Constituição
  • O texto então voltará à Câmara dos Deputados. Deve ser relatado por Mauro Benevides (PDT-CE), que cuidou do projeto quando passou pela 1ª vez na Casa Baixa.
  • A maior razão pela demora da entrega do relatório foi um atrito entre representantes das cidades. A rusga é entre a CNM (Confederação Nacional de Municípios)
  • A frente dizia haver um acordo político para indicar os 13 integrantes que entram com base nos critérios de número de habitantes. Já a confederação escolheria os 14 representantes diretos. A CNM negou que houvesse esse entendimento. Queria fazer chapas para as duas categorias. Tampouco o projeto de lei complementar determinava uma divisão de forma clara.
  • A equipe do ministro Fernando Haddad tentou intervir em março ao convocar uma reunião com as duas entidades. Não deu certo
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Relatório da reforma tributária é divulgado no Senado; veja o texto | Jornal ...

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Fatos incluídos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
Fatos omitidos
  • o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta
  • O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão.
  • Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas.
  • De acordo com Alcolumbre, o prazo para envio de emendas ao projeto terminou às 23h59 desta quarta-feira (24). Até a tarde de terça-feira (23), haviam sido protocoladas 39 sugestões. O número subiu para 156 emendas até as 16h40 da quarta-feira.
  • Após a votação no plenário do Senado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados, onde será relatado novamente pelo deputado Mauro Benevides (PDT-CE), que já havia sido responsável pela análise do texto na primeira passagem pela Casa Baixa.
  • O projeto foi aprovado inicialmente na Câmara em outubro de 2024 e, desde então, sofreu diversas alterações no Senado durante a relatoria de Eduardo Braga.
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O relatório de Braga também incorporou mudanças relacionadas à Lei Complementar nº 214/2025, já sancionada, que estabelece diretrizes da reforma.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) liberou nesta 3ª feira (30.set.2025) o relatório do 2º projeto de regulamentação da tributária (PLP 108 de 2024)
  • Segundo o cronograma do senador, o texto será lido na 4ª feira (10.jul) na CCJ (Comissão de Constituição
  • O texto então voltará à Câmara dos Deputados. Deve ser relatado por Mauro Benevides (PDT-CE), que cuidou do projeto quando passou pela 1ª vez na Casa Baixa.
  • A maior razão pela demora da entrega do relatório foi um atrito entre representantes das cidades. A rusga é entre a CNM (Confederação Nacional de Municípios)
  • A frente dizia haver um acordo político para indicar os 13 integrantes que entram com base nos critérios de número de habitantes. Já a confederação escolheria os 14 representantes diretos. A CNM negou que houvesse esse entendimento. Queria fazer chapas para as duas categorias. Tampouco o projeto de lei complementar determinava uma divisão de forma clara.
  • A equipe do ministro Fernando Haddad tentou intervir em março ao convocar uma reunião com as duas entidades. Não deu certo
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CCJ do Senado define calendário para regulamentar reforma tributária - Migalhas

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 56

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
Fatos omitidos
  • o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta
  • O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão.
  • Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas.
  • De acordo com Alcolumbre, o prazo para envio de emendas ao projeto terminou às 23h59 desta quarta-feira (24). Até a tarde de terça-feira (23), haviam sido protocoladas 39 sugestões. O número subiu para 156 emendas até as 16h40 da quarta-feira.
  • Após a votação no plenário do Senado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados, onde será relatado novamente pelo deputado Mauro Benevides (PDT-CE), que já havia sido responsável pela análise do texto na primeira passagem pela Casa Baixa.
  • O projeto foi aprovado inicialmente na Câmara em outubro de 2024 e, desde então, sofreu diversas alterações no Senado durante a relatoria de Eduardo Braga.
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O relatório de Braga também incorporou mudanças relacionadas à Lei Complementar nº 214/2025, já sancionada, que estabelece diretrizes da reforma.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) liberou nesta 3ª feira (30.set.2025) o relatório do 2º projeto de regulamentação da tributária (PLP 108 de 2024)
  • Segundo o cronograma do senador, o texto será lido na 4ª feira (10.jul) na CCJ (Comissão de Constituição
  • O texto então voltará à Câmara dos Deputados. Deve ser relatado por Mauro Benevides (PDT-CE), que cuidou do projeto quando passou pela 1ª vez na Casa Baixa.
  • A maior razão pela demora da entrega do relatório foi um atrito entre representantes das cidades. A rusga é entre a CNM (Confederação Nacional de Municípios)
  • A frente dizia haver um acordo político para indicar os 13 integrantes que entram com base nos critérios de número de habitantes. Já a confederação escolheria os 14 representantes diretos. A CNM negou que houvesse esse entendimento. Queria fazer chapas para as duas categorias. Tampouco o projeto de lei complementar determinava uma divisão de forma clara.
  • A equipe do ministro Fernando Haddad tentou intervir em março ao convocar uma reunião com as duas entidades. Não deu certo
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Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

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Fatos omitidos: 52

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  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
Fatos omitidos
  • o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta
  • O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão.
  • Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas.
  • De acordo com Alcolumbre, o prazo para envio de emendas ao projeto terminou às 23h59 desta quarta-feira (24). Até a tarde de terça-feira (23), haviam sido protocoladas 39 sugestões. O número subiu para 156 emendas até as 16h40 da quarta-feira.
  • Após a votação no plenário do Senado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados, onde será relatado novamente pelo deputado Mauro Benevides (PDT-CE), que já havia sido responsável pela análise do texto na primeira passagem pela Casa Baixa.
  • O projeto foi aprovado inicialmente na Câmara em outubro de 2024 e, desde então, sofreu diversas alterações no Senado durante a relatoria de Eduardo Braga.
  • O relatório de Braga também incorporou mudanças relacionadas à Lei Complementar nº 214/2025, já sancionada, que estabelece diretrizes da reforma.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) liberou nesta 3ª feira (30.set.2025) o relatório do 2º projeto de regulamentação da tributária (PLP 108 de 2024)
  • Segundo o cronograma do senador, o texto será lido na 4ª feira (10.jul) na CCJ (Comissão de Constituição
  • O texto então voltará à Câmara dos Deputados. Deve ser relatado por Mauro Benevides (PDT-CE), que cuidou do projeto quando passou pela 1ª vez na Casa Baixa.
  • A maior razão pela demora da entrega do relatório foi um atrito entre representantes das cidades. A rusga é entre a CNM (Confederação Nacional de Municípios)
  • A frente dizia haver um acordo político para indicar os 13 integrantes que entram com base nos critérios de número de habitantes. Já a confederação escolheria os 14 representantes diretos. A CNM negou que houvesse esse entendimento. Queria fazer chapas para as duas categorias. Tampouco o projeto de lei complementar determinava uma divisão de forma clara.
  • A equipe do ministro Fernando Haddad tentou intervir em março ao convocar uma reunião com as duas entidades. Não deu certo
www.gov.br Mixed

Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

Fatos incluídos: 7
Fatos omitidos: 55

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • Os senadores Eduardo Braga
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
Fatos omitidos
  • o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta
  • O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão.
  • Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas.
  • De acordo com Alcolumbre, o prazo para envio de emendas ao projeto terminou às 23h59 desta quarta-feira (24). Até a tarde de terça-feira (23), haviam sido protocoladas 39 sugestões. O número subiu para 156 emendas até as 16h40 da quarta-feira.
  • Após a votação no plenário do Senado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados, onde será relatado novamente pelo deputado Mauro Benevides (PDT-CE), que já havia sido responsável pela análise do texto na primeira passagem pela Casa Baixa.
  • O projeto foi aprovado inicialmente na Câmara em outubro de 2024 e, desde então, sofreu diversas alterações no Senado durante a relatoria de Eduardo Braga.
  • O relatório de Braga também incorporou mudanças relacionadas à Lei Complementar nº 214/2025, já sancionada, que estabelece diretrizes da reforma.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) liberou nesta 3ª feira (30.set.2025) o relatório do 2º projeto de regulamentação da tributária (PLP 108 de 2024)
  • Segundo o cronograma do senador, o texto será lido na 4ª feira (10.jul) na CCJ (Comissão de Constituição
  • O texto então voltará à Câmara dos Deputados. Deve ser relatado por Mauro Benevides (PDT-CE), que cuidou do projeto quando passou pela 1ª vez na Casa Baixa.
  • A maior razão pela demora da entrega do relatório foi um atrito entre representantes das cidades. A rusga é entre a CNM (Confederação Nacional de Municípios)
  • A frente dizia haver um acordo político para indicar os 13 integrantes que entram com base nos critérios de número de habitantes. Já a confederação escolheria os 14 representantes diretos. A CNM negou que houvesse esse entendimento. Queria fazer chapas para as duas categorias. Tampouco o projeto de lei complementar determinava uma divisão de forma clara.
  • A equipe do ministro Fernando Haddad tentou intervir em março ao convocar uma reunião com as duas entidades. Não deu certo
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Líder da oposição diz que reforma vai aumentar carga tributária no país

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 56

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
Fatos omitidos
  • o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta
  • O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão.
  • Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas.
  • De acordo com Alcolumbre, o prazo para envio de emendas ao projeto terminou às 23h59 desta quarta-feira (24). Até a tarde de terça-feira (23), haviam sido protocoladas 39 sugestões. O número subiu para 156 emendas até as 16h40 da quarta-feira.
  • Após a votação no plenário do Senado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados, onde será relatado novamente pelo deputado Mauro Benevides (PDT-CE), que já havia sido responsável pela análise do texto na primeira passagem pela Casa Baixa.
  • O projeto foi aprovado inicialmente na Câmara em outubro de 2024 e, desde então, sofreu diversas alterações no Senado durante a relatoria de Eduardo Braga.
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O relatório de Braga também incorporou mudanças relacionadas à Lei Complementar nº 214/2025, já sancionada, que estabelece diretrizes da reforma.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) liberou nesta 3ª feira (30.set.2025) o relatório do 2º projeto de regulamentação da tributária (PLP 108 de 2024)
  • Segundo o cronograma do senador, o texto será lido na 4ª feira (10.jul) na CCJ (Comissão de Constituição
  • O texto então voltará à Câmara dos Deputados. Deve ser relatado por Mauro Benevides (PDT-CE), que cuidou do projeto quando passou pela 1ª vez na Casa Baixa.
  • A maior razão pela demora da entrega do relatório foi um atrito entre representantes das cidades. A rusga é entre a CNM (Confederação Nacional de Municípios)
  • A frente dizia haver um acordo político para indicar os 13 integrantes que entram com base nos critérios de número de habitantes. Já a confederação escolheria os 14 representantes diretos. A CNM negou que houvesse esse entendimento. Queria fazer chapas para as duas categorias. Tampouco o projeto de lei complementar determinava uma divisão de forma clara.
  • A equipe do ministro Fernando Haddad tentou intervir em março ao convocar uma reunião com as duas entidades. Não deu certo
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Leia a íntegra da reforma tributária aprovada no Senado

Fatos incluídos: 3
Fatos omitidos: 59

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
Fatos omitidos
  • o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta
  • O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão.
  • Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas.
  • De acordo com Alcolumbre, o prazo para envio de emendas ao projeto terminou às 23h59 desta quarta-feira (24). Até a tarde de terça-feira (23), haviam sido protocoladas 39 sugestões. O número subiu para 156 emendas até as 16h40 da quarta-feira.
  • Após a votação no plenário do Senado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados, onde será relatado novamente pelo deputado Mauro Benevides (PDT-CE), que já havia sido responsável pela análise do texto na primeira passagem pela Casa Baixa.
  • O projeto foi aprovado inicialmente na Câmara em outubro de 2024 e, desde então, sofreu diversas alterações no Senado durante a relatoria de Eduardo Braga.
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O relatório de Braga também incorporou mudanças relacionadas à Lei Complementar nº 214/2025, já sancionada, que estabelece diretrizes da reforma.
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) liberou nesta 3ª feira (30.set.2025) o relatório do 2º projeto de regulamentação da tributária (PLP 108 de 2024)
  • Segundo o cronograma do senador, o texto será lido na 4ª feira (10.jul) na CCJ (Comissão de Constituição
  • O texto então voltará à Câmara dos Deputados. Deve ser relatado por Mauro Benevides (PDT-CE), que cuidou do projeto quando passou pela 1ª vez na Casa Baixa.
  • A maior razão pela demora da entrega do relatório foi um atrito entre representantes das cidades. A rusga é entre a CNM (Confederação Nacional de Municípios)
  • A frente dizia haver um acordo político para indicar os 13 integrantes que entram com base nos critérios de número de habitantes. Já a confederação escolheria os 14 representantes diretos. A CNM negou que houvesse esse entendimento. Queria fazer chapas para as duas categorias. Tampouco o projeto de lei complementar determinava uma divisão de forma clara.
  • A equipe do ministro Fernando Haddad tentou intervir em março ao convocar uma reunião com as duas entidades. Não deu certo
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Eduardo Braga apresenta parecer sobre segunda regulamentação da reforma tribu...

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Fatos omitidos: 58
Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
Fatos omitidos
  • o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta
  • O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão.
  • Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas.
  • De acordo com Alcolumbre, o prazo para envio de emendas ao projeto terminou às 23h59 desta quarta-feira (24). Até a tarde de terça-feira (23), haviam sido protocoladas 39 sugestões. O número subiu para 156 emendas até as 16h40 da quarta-feira.
  • Após a votação no plenário do Senado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados, onde será relatado novamente pelo deputado Mauro Benevides (PDT-CE), que já havia sido responsável pela análise do texto na primeira passagem pela Casa Baixa.
  • O projeto foi aprovado inicialmente na Câmara em outubro de 2024 e, desde então, sofreu diversas alterações no Senado durante a relatoria de Eduardo Braga.
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O relatório de Braga também incorporou mudanças relacionadas à Lei Complementar nº 214/2025, já sancionada, que estabelece diretrizes da reforma.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) liberou nesta 3ª feira (30.set.2025) o relatório do 2º projeto de regulamentação da tributária (PLP 108 de 2024)
  • Segundo o cronograma do senador, o texto será lido na 4ª feira (10.jul) na CCJ (Comissão de Constituição
  • O texto então voltará à Câmara dos Deputados. Deve ser relatado por Mauro Benevides (PDT-CE), que cuidou do projeto quando passou pela 1ª vez na Casa Baixa.
  • A maior razão pela demora da entrega do relatório foi um atrito entre representantes das cidades. A rusga é entre a CNM (Confederação Nacional de Municípios)
  • A frente dizia haver um acordo político para indicar os 13 integrantes que entram com base nos critérios de número de habitantes. Já a confederação escolheria os 14 representantes diretos. A CNM negou que houvesse esse entendimento. Queria fazer chapas para as duas categorias. Tampouco o projeto de lei complementar determinava uma divisão de forma clara.
  • A equipe do ministro Fernando Haddad tentou intervir em março ao convocar uma reunião com as duas entidades. Não deu certo
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CCJ do Senado aprova regulamentação da reforma tributária - Migalhas

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  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
Fatos omitidos
  • o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta
  • O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão.
  • Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas.
  • De acordo com Alcolumbre, o prazo para envio de emendas ao projeto terminou às 23h59 desta quarta-feira (24). Até a tarde de terça-feira (23), haviam sido protocoladas 39 sugestões. O número subiu para 156 emendas até as 16h40 da quarta-feira.
  • Após a votação no plenário do Senado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados, onde será relatado novamente pelo deputado Mauro Benevides (PDT-CE), que já havia sido responsável pela análise do texto na primeira passagem pela Casa Baixa.
  • O projeto foi aprovado inicialmente na Câmara em outubro de 2024 e, desde então, sofreu diversas alterações no Senado durante a relatoria de Eduardo Braga.
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O relatório de Braga também incorporou mudanças relacionadas à Lei Complementar nº 214/2025, já sancionada, que estabelece diretrizes da reforma.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) liberou nesta 3ª feira (30.set.2025) o relatório do 2º projeto de regulamentação da tributária (PLP 108 de 2024)
  • Segundo o cronograma do senador, o texto será lido na 4ª feira (10.jul) na CCJ (Comissão de Constituição
  • O texto então voltará à Câmara dos Deputados. Deve ser relatado por Mauro Benevides (PDT-CE), que cuidou do projeto quando passou pela 1ª vez na Casa Baixa.
  • A maior razão pela demora da entrega do relatório foi um atrito entre representantes das cidades. A rusga é entre a CNM (Confederação Nacional de Municípios)
  • A frente dizia haver um acordo político para indicar os 13 integrantes que entram com base nos critérios de número de habitantes. Já a confederação escolheria os 14 representantes diretos. A CNM negou que houvesse esse entendimento. Queria fazer chapas para as duas categorias. Tampouco o projeto de lei complementar determinava uma divisão de forma clara.
  • A equipe do ministro Fernando Haddad tentou intervir em março ao convocar uma reunião com as duas entidades. Não deu certo
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Braga apresenta parecer do projeto que cria o Comitê Gestor do IBS; leia a ín...

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 56

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) liberou nesta 3ª feira (30.set.2025) o relatório do 2º projeto de regulamentação da tributária (PLP 108 de 2024)
  • Segundo o cronograma do senador, o texto será lido na 4ª feira (10.jul) na CCJ (Comissão de Constituição
  • O texto então voltará à Câmara dos Deputados. Deve ser relatado por Mauro Benevides (PDT-CE), que cuidou do projeto quando passou pela 1ª vez na Casa Baixa.
  • A maior razão pela demora da entrega do relatório foi um atrito entre representantes das cidades. A rusga é entre a CNM (Confederação Nacional de Municípios)
  • A frente dizia haver um acordo político para indicar os 13 integrantes que entram com base nos critérios de número de habitantes. Já a confederação escolheria os 14 representantes diretos. A CNM negou que houvesse esse entendimento. Queria fazer chapas para as duas categorias. Tampouco o projeto de lei complementar determinava uma divisão de forma clara.
  • A equipe do ministro Fernando Haddad tentou intervir em março ao convocar uma reunião com as duas entidades. Não deu certo
Fatos omitidos
  • o relatório ... será votado ainda hoje no plenário da Casa Alta
  • O anúncio foi feito nesta quarta-feira (24) pelo presidente da Casa, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no início da sessão.
  • Segundo ele, a decisão atende a um pedido do relator do texto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), diante do grande número de emendas recebidas.
  • De acordo com Alcolumbre, o prazo para envio de emendas ao projeto terminou às 23h59 desta quarta-feira (24). Até a tarde de terça-feira (23), haviam sido protocoladas 39 sugestões. O número subiu para 156 emendas até as 16h40 da quarta-feira.
  • Após a votação no plenário do Senado, o projeto retornará à Câmara dos Deputados, onde será relatado novamente pelo deputado Mauro Benevides (PDT-CE), que já havia sido responsável pela análise do texto na primeira passagem pela Casa Baixa.
  • O projeto foi aprovado inicialmente na Câmara em outubro de 2024 e, desde então, sofreu diversas alterações no Senado durante a relatoria de Eduardo Braga.
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O relatório de Braga também incorporou mudanças relacionadas à Lei Complementar nº 214/2025, já sancionada, que estabelece diretrizes da reforma.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse na tarde desta quarta-feira (8/11), em discurso no Plenário, que a reforma tributária a ser votada nesta quarta-feira (8/11), na Casa, implicará em aumento da carga tributária, mesmo com o dispositivo incluído pelo relator, Eduardo Braga (MDB–AM), que cria uma trava para frear “a sanha arrecadatória do governo”.
  • Apesar do discurso da oposição, o governo contabiliza apoio que ultrapassa os 49 votos necessários para aprovação.
  • Antes de ir ao plenário, a proposta foi aprovada por 20 votos a 6 na CCJ (Comissão de Constituição
  • o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (Sem partido–AP), aposta que o governo vai conquistar entre 50 e 52 votos.
  • Ele citou o estudo do Ministério da Fazenda, estimando que, mantendo as exceções criadas na Câmara, a alíquota padrão do ficaria em 27%.
  • Após apresentação do primeiro relatório por Eduardo Braga, a estimativa aumentou para 27,5%.
  • O relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou, na noite desta 6ª feira (10.nov.2023), a íntegra do texto aprovado no Senado.
  • Na 4ª feira (8.nov), a proposta recebeu 53 votos a favor e 24 contra em 2 turnos na Casa Alta.
  • Ao todo, foram apresentadas 837 emendas ao texto. Foram acatadas 285 sugestões de forma parcial ou total pelo plenário do Senado.
  • O texto divulgado por Braga não é a redação final porque ainda falta a assinatura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O material deve ser enviado pela mesa da Casa Alta ao relator da reforma na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), na 2ª feira (13.nov).
  • O relatório de Braga amplia as exceções à alíquota de referência do IVA dual, composto por 2 novos tributos: a CBS (Contribuição sobre Bens
  • comitê gestor – colegiado entra no lugar do Conselho Federativo. Retira a possibilidade de iniciativa de lei pelo órgão. A discussão no comitê será feita por maioria absoluta; seguro-receita – sobe dos 3% previstos na Câmara para 5%;
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados

Análise de narrativa coordenada

Nos excertos fornecidos (site do autor do parecer, gov.br, Senado, associações e escritórios vinculados ao tema), a cobertura converge em tratar a apresentação do parecer do senador Eduardo Braga como um avanço procedimental: leitura/entrega do relatório à CCJ e detalhamento dos pontos centrais do PLP 108/2024. A ênfase é informativa e positiva/neutral — destacando a estrutura do IBS, medidas propostas (Comitê Gestor do IBS, split payment, cashback, transição do Imposto Seletivo) e a proximidade do projeto de sua forma final — sem, porém, aprofundar críticas técnicas, impactos fiscais, posições de entes subnacionais ou riscos jurídicos. Isso indica alinhamento editorial e omissões substanciais comuns, mas não chega ao padrão de coordenação forte (mesma retórica, mesmas falácias e meta‑foco predominante) a partir do material disponível.

Pontuação de coordenação
32%

Enquadramento convergente

  • Enquadramento procedimental/positivista: apresentação do relatório como um passo adiante (leitura/entrega à CCJ; 'próximo de sua forma final')
  • Ênfase em medidas e benefícios esperados (estrutura do IBS, combate à sonegação, simplificação, cashback) sem ressalvas técnicas no mesmo tom
  • Foco na autoridade do relator (Eduardo Braga) e no trâmite legislativo como elemento central da notícia, em vez de debate crítico sobre efeitos

Omissões convergentes

  • Ausência de avaliações técnicas ou projeções fiscais explícitas sobre o impacto orçamentário e sobre a carga tributária (projeções de receita, custo do cashback, efeitos na arrecadação)
  • Falta de posicionamentos de governos estaduais, municipais ou de setores econômicos relevantes sobre o PLP 108/2024
  • Omissão de críticas, riscos ou argumentos contrários (econômicos, jurídicos ou operacionais), incluindo potenciais contenciosos constitucionais relacionados à centralização de regras via CGIBS
  • Escassez de detalhes práticos sobre implementação operacional (como funcionará o split payment, critérios e financiamento do cashback, cronograma detalhado além do regime de transição do Imposto Seletivo)
  • Ausência de dados empíricos sobre sonegação ou evidências que sustentem a afirmação de que as medidas propostas levarão aos resultados esperados
Cobertura similar encontrada (5)

Análise de manipulação emocional

O texto tem tom factual e baixo teor emocional, apresentando descrições detalhadas de instrumentos e prazos da regulamentação, o que aponta para alta densidade de evidência. Ainda assim, sinais fortes de misrepresentação e de uso de autoridade identificados pelos analisadores elevam um risco residual de manipulação institucional; o risco geral de apelo emocional manipulativo é baixo, mas recomenda-se verificação da fidelidade das fontes e do contexto omitido.

Temperatura emocional
3%
Densidade de evidência
85%
Pontuação de manipulação
36%

Emoções dominantes

neutralidade profissionalismo
Fatores contribuintes (4)
  • Muito baixa densidade emocional — texto majoritariamente informativo e descritivo
  • Alta densidade de evidência factual — enumeração de mecanismos (CGIBS, split payment, DTE, transição do Imposto Seletivo) e prazos
  • Alertas de desinformação/representação de fontes nos analisadores (misrepresentation_score e laundering_score altos), que elevam risco mesmo com tom neutro
  • Score atípico de 'headline bait' e completude contextual moderada, indicando possível ênfase promocional ou omissão de contexto relevante
Análise de distorção de fontes

Análise de distorção de fontes

O artigo apresentado não fornece URLs nem referências externas detalhadas além de citar o PLP 108/2024 e a leitura do parecer pelo senador Eduardo Braga na CCJ. Não há fontes anexadas no texto fornecido que permitam verificar se houve distorção, corte de contexto ou fabricação a partir de documentos externos. Portanto, não foi possível identificar nenhuma má-representação de fontes com base no material entregue.

Pontuação de distorção
100%
Análise de manipulação temporal — nenhum problema significativo encontrado
Análise de engano estatístico — nenhum problema significativo encontrado
Análise de citação seletiva — nenhum problema significativo encontrado

Análise de citação seletiva

Houve apenas uma citação direta claramente identificada e atribuída ao senador Eduardo Braga. Não há elementos no texto fornecido que indiquem manipulação ou descontextualização dessa citação.

Integridade das citações
100%
Citações analisadas (1)
  • Fiel
    "“Estamos em busca de um texto que possa representar o melhor de nós para o Brasil, para os contribuintes, para a economia, para a geração de emprego, para a geração de renda, para a simplificação, para a transparência e para o combate à sonegação. Isso assegurará a queda no médio e longo prazo da alíquota e da carga tributária sobre o consumo”"

    — Eduardo Braga

    A citação aparece no corpo do artigo atribuída ao senador Eduardo Braga sem indicação de omissão evidente no trecho fornecido. Não há indicação no texto disponibilizado de que a citação foi editada de forma a inverter o sentido original ou de que palavras foram atribuídas indevidamente. Com o material presente, a citação deve ser considerada fiel.

Análise de lavagem de autoridade

Análise de lavagem de autoridade

O artigo não apresenta cadeia de citações entre fontes de baixa autoridade e meios maiores (por exemplo, repetir conteúdo de posts ou blogs sem nova evidência) no trecho fornecido. As referências são principalmente internas (descrição do PLP e declarações do senador) e não há links ou menções a matérias secundárias que permitam identificar lavagem de autoridade.

Pontuação de lavagem
100%
Análise retórica

Análise retórica

O artigo é, em grande parte, relato informativo das medidas previstas no PLP 108, mas inclui declarações do senador que extrapolam as evidências apresentadas. Identifiquei linguagem carregada e inferências causais não demonstradas (afirmações de que os mecanismos descritos "assegurariam" queda da carga tributária). Esses recursos moldam uma leitura positiva da reforma sem oferecer provas empíricas que sustentem as conclusões.

Viés narrativo
25%
Falácias detectadas (3)
  • False cause Medium
    Isso assegurará a queda no médio e longo prazo da alíquota e da carga tributária sobre o consumo

    O trecho atribui uma consequência (queda da alíquota e da carga tributária) como certa em função da regulamentação apresentada, sem fornecer evidência de que os mecanismos descritos (comitê, DTE, split payment, cashback etc.) produzirão essa redução. Apresenta uma relação causal não demonstrada e empurra a narrativa de que a reforma garantirá menor carga tributária.

  • Twisted conclusion Medium
    Para combater a sonegação e potencialmente reduzir a carga tributária, o PLP detalha o split payment

    O texto relata um mecanismo técnico (split payment) e já assume que ele combaterá a sonegação e reduzirá a carga tributária. Embora plausível, o artigo não mostra evidências que sustentem essa passagem do mecanismo à conclusão política, distorcendo a relação entre a descrição factual e a conclusão otimista.

  • Loaded language Low
    representar o melhor de nós para o Brasil, para os contribuintes, para a economia, para a geração de emprego

    Trecho com linguagem emotiva e elogiosa que enquadra a proposta como inerentemente positiva e consensual. Esse vocabulário busca predispor o leitor a aceitar a reforma como beneficente sem apresentar análise crítica ou balanço de riscos e custos.

Análise de lacunas contextuais

Análise de lacunas contextuais

O texto relata a apresentação do parecer e os objetivos declarados (simplificação, combate à sonegação, queda da carga tributária), além de citar a criação do Comitê Gestor do IBS, mas não aborda impactos distributivos entre entes federativos, evidências de que a reforma reduzirá a carga ou os preços ao consumidor, a governança detalhada do CGIBS nem o cronograma e custos de implementação — lacunas que são centrais para avaliar a plausibilidade e os efeitos práticos do PLP 108/2024.

Completude contextual
50%
Questões não abordadas (5)
  • Como a partilha da arrecadação do IBS entre União, estados e municípios será alterada e quais entes podem ter perda ou ganho de receita?

    A configuração da repartição de receitas determina quem ganha ou perde com a mudança; sem esse detalhamento não é possível avaliar os impactos fiscais regionais e a viabilidade política da proposta.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PLP 108/2024 - Senado Federal

    12 de nov. de 2024O projeto propõe criar o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS) e estabelece normas gerenciar e administrar esse novo imposto. Essa gestão será compartilhada entr...

    plp108 - Planalto

    Cabe ao CG-IBS realizar a apuração e os ajustes necessários ao cálculo do produto da arrecadação do IBS a ser destinado aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, a cada período de distribu...

    PDF PLP 108/2024: Administração, gestão e distribuição da receita do IBS

    Comitê Gestor do IBS terá caráter técnico e será gerido conjuntamente pelos Estados, DF e Municípios para coordenar a atuação, de forma integrada, dos entes na gestão do imposto.

  • Há estudos ou estimativas que comprovem a afirmação de que a regulamentação reduzirá, no médio e longo prazo, a alíquota e a carga tributária sobre o consumo?

    O argumento central do senador é que a reforma reduzirá carga e alíquotas; sem modelos, análises de impacto ou simulações, essa previsão pode ser meramente retórica.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Reforma tributária: aspectos positivos e negativos do PLP 108

    23 de nov. de 2025Em relação às plataformas digitais, o PLP 108/2024 aprovado no Senado trouxe a possibilidade de não serem cobrados juros e multas nas situações em que as plataformas sejam conside...

    PLP 108/24 da reforma tributária - Um novo mundo ... - Migalhas

    O PLP 108/24 representa etapa crucial da reforma tributária brasileira, ao estruturar o Comitê Gestor do IBS e disciplinar questões centrais para a transição ao novo modelo de tributação do consumo.

    Leia a íntegra do parecer do PLP 108 na Câmara; votação deve ser até o ...

    12 de dez. de 2025O PLP 108 de 2024 voltou para a Câmara. A demora para aprovação tem preocupado os técnicos da Receita Federal e do Pré-Comitê Gestor do IBS responsáveis pela elaboração do regulam...

  • Que evidências existem de que as medidas de simplificação e mecanismos como o split payment efetivamente se traduzirão em redução de preços ao consumidor (pass‑through) no Brasil?

    Reduzir complexidade fiscal não garante automaticamente queda de preços no varejo — intermediários podem capturar ganhos — então é necessário verificar se o benefício chegará ao consumidor final.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Split Payment: entenda o novo modelo tributário do Brasil

    Como o Split Payment vai mudar o pagamento de tributos no Brasil e o que sua empresa precisa saber para se preparar para essa transformação.

    Split Payment IBS/CBS: como funciona e setores

    15 de out. de 2025Entenda o Split Payment (IBS/CBS): como funciona, setores afetados e impactos em fluxo de caixa, preços e compliance — com exemplos práticos.

    REPOSITORIO PUCSP: Split Payment: uma nova abordagem para a arrecadação ...

    O objetivo deste trabalho é analisar o mecanismo do Split Payment, introduzido pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentado pelo Projeto de Lei Complementar nº 68/2024, com foco em seu im...

  • Qual será a composição, o processo de nomeação e os mecanismos de supervisão e transparência do Comitê Gestor do IBS (CGIBS)?

    O poder de regular e coordenar estados e municípios concentrado num comitê exige regras claras de governança para evitar captura política e garantir responsabilização; o artigo não detalha isso.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PLP 108/2024 - Senado Federal

    12 de nov. de 2024O projeto propõe criar o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS) e estabelece normas gerenciar e administrar esse novo imposto. Essa gestão será compartilhada entr...

    plp108 - Planalto

    A Secretaria-Geral, órgão subordinado ao Conselho Superior do CG-IBS e dirigido pelo Segundo Vice-Presidente, é responsável pelas atividades de apoio técnico-administrativo do Conselho Superior do ...

    PDF PLP 108/2024: Administração, gestão e distribuição da receita do IBS

    Comitê Gestor do IBS terá caráter técnico e será gerido conjuntamente pelos Estados, DF e Municípios para coordenar a atuação, de forma integrada, dos entes na gestão do imposto.

  • Qual é o cronograma previsto e a estimativa de custos de transição (TI, integração fiscal, compensações) para a implementação do IBS prevista no PLP 108/2024?

    A implementação de um novo imposto unificado envolve custos e tempo significativos; sem essas informações não se pode avaliar a factibilidade e os impactos temporários sobre arrecadação e empresas.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PLP 108/2024 - Senado Federal

    12 de nov. de 2024O projeto propõe criar o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS) e estabelece normas gerenciar e administrar esse novo imposto. Essa gestão será compartilhada entr...

    PDF PLP 108/2024: Administração, gestão e distribuição da receita do IBS

    Comitê Gestor do IBS terá caráter técnico e será gerido conjuntamente pelos Estados, DF e Municípios para coordenar a atuação, de forma integrada, dos entes na gestão do imposto.

    Congresso conclui votações e aprova a criação do Comitê Gestor do ...

    17 de dez. de 2025O Congresso Nacional concluiu na segunda-feira (15/12) a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108/2024, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS...

Artigo raiz

Título
Eduardo Braga apresenta parecer sobre segunda regulamentação da reforma tributária - Eduardo Braga
Status da busca
Obtido
Tipo de fonte
Artigo de notícia
Nível de autoridade
Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Papel da fonte
Reportagem Reportagem jornalística
Fontes vinculadas
0

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O que verificamos

Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro

Sustentado Confiança 56%

As fontes fornecidas relatam um acordo/cronograma segundo o qual haveria pedido de vista coletiva e previsão de votação na CCJ em 17 de setembro: Valor (Valor Econômico, “Regulamentação da tributária deve ser apresentada e votada em setembro”, valor.globo.com) menciona que “o esperado é que o relatório seja apresentado no dia 9, com pedido de vista coletiva no colegiado no dia segu[inte]”; e Reformatributaria (“Eduardo Braga prevê votar em 17 de setembro...”, reformatributaria.com) registra que Braga prevê votar o relatório em 17 de setembro. A terceira matéria (lexlegal.com.br) descreve como vista coletiva pode adiar análises na CCJ, fornecendo contexto sobre o procedimento. As fontes, porém, são reportagens sobre expectativa/cronograma e não um ato formal publicado da CCJ; por isso a evidência suporta a afirmação, mas baseia‑se em previsões/acordos noticiados, não em documento oficial do colegiado. Sources consulted: Regulamentação da tributária deve ser apresentada e votada em setembro | Política | Valor Econômico; Vista coletiva adia análise do parecer que nega cassação de Carla Zambelli na CCJ; Eduardo Braga prevê votar em 17 de setembro relatório da reforma tributária na CCJ.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
30%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (68%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources.

Fontes de evidência (3)
  • Regulamentação da tributária deve ser apresentada e votada em setembro | Política | Valor Econômico
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 95% · authority 72%
    O projeto de lei complementar que finaliza a regulamentação da reforma tributária do consumo deve ser publicado e votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado somente em setembro, s...
    Sustenta
  • Eduardo Braga prevê votar em 17 de setembro relatório da reforma tributária na CCJ
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 98% · authority 58%
    O relator da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, definiram em reunião nesta 4ª feira (27.ago.2025) o calendário para análise do projeto de ...
    Sustenta
  • Vista coletiva adia análise do parecer que nega cassação de Carla Zambelli na CCJ
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 41% · authority 58%
    A votação do parecer do deputado Diego Garcia (Republicanos-PR) sobre a perda do mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP) foi adiada após um pedido de vista coletivo na Comissão de Constituição e...
    Contesta

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição

Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.

As três fontes fornecidas confirmam que o senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu/apresentou seu parecer/relatório durante reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) numa quarta‑feira: Política Real (“Eduardo Braga apresenta relatório...”, politicareal.com.br) registra que “leu durante a reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado o seu parecer”; Portal Amazonas Digital (“Eduardo Braga apresenta relatório final...”) afirma que “nesta quarta-feira (10), ele apresentou o relatório final ... durante reunião na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)”; e egnoticias (arquivo indicado) também reporta a apresentação do relatório na mesma reunião. Esses relatos corroboram diretamente a afirmação. Sources consulted: Política Real | Em Tempo Real; Eduardo Braga apresenta relatório final da 2ª etapa da regulamentação da Reforma Tributária; Eduardo Braga apresenta relatório final da 2ª etapa da Reforma Tributária.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (88%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • Política Real | Em Tempo Real
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    (Brasília-DF, 10/09/2025) Nesta quarta-feira,10, numa semana de poucos senadores em Brasilia, o senador Eduardo Braga (MDB-AM), como estava programado, leu durante a reunião da Comissão de Constitu...
    Sustenta
  • Eduardo Braga apresenta relatório final da 2ª etapa da regulamentação da Reforma Tributária
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
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    Sustenta
  • Eduardo Braga apresenta relatório final da 2ª etapa da Reforma Tributária
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    O senador Eduardo Braga voltou a ocupar papel central no debate da Reforma Tributária. Nesta quarta-feira (10), ele apresentou o relatório final do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, duran...
    Sustenta

o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)

Sustentado Confiança 50% 2024 Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.

As fontes indicam explicitamente que o PLP 108/2024 trata da regulamentação da reforma tributária sobre o consumo e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS): ReformaTributaria360 (“O Projeto de Lei Complementar nº 108/2024... institui o Comitê Gestor do IBS”), Avalara Brasil (“Reforma Tributária: o que muda com o PLP 108/2024”) descreve o PLP 108/24 como “a segunda etapa da regulamentação da Reforma Tributária sobre o consumo” e detalha normas do Comitê Gestor do IBS, e Comsefaz (“Câmara dos Deputados aprova PLP 108/2024...”) afirma que o PLP cria o Comitê Gestor do IBS e consolida normas gerais sobre o imposto. Essas fontes sustentam a afirmação feita. Sources consulted: Reforma Tributária: O Que o PLP 108 Muda na Prática na LC 214? - Reforma Tributária 360: Entenda as Mudanças no Consumo, Renda e Folha de Pagamento.; Reforma Tributária: o que muda com o PLP 108/2024 - Descomplica Reforma Tributária; Câmara dos Deputados aprova PLP 108/2024 e conclui regulamentação da reforma tributária; texto vai à sanção em janeiro - Comsefaz.

Autoridade
100%
Independência
56%
Atualidade
20%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (90%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 2); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • Reforma Tributária: O Que o PLP 108 Muda na Prática na LC 214? - Reforma Tributária 360: Entenda as Mudanças no Consumo, Renda e Folha de Pagamento.
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    O Projeto de Lei Complementar nº 108/2024 representa uma etapa essencial no processo de implementação da Reforma Tributária do consumo no Brasil. Sua principal finalidade é instituir o Comitê Gesto...
    Sustenta
  • Reforma Tributária: o que muda com o PLP 108/2024 - Descomplica Reforma Tributária
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    O Projeto de Lei Complementar nº 108/2024 (PLP 108/24) aprovado no final de setembro representa a segunda etapa da regulamentação da Reforma Tributária sobre o consumo, instituída pela Emenda Const...
    Sustenta
  • Câmara dos Deputados aprova PLP 108/2024 e conclui regulamentação da reforma tributária; texto vai à sanção em janeiro - Comsefaz
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (16), por 330 votos favoráveis e 104 contrários, o texto-base do Projeto de Lei Complementar 108, de 2024, encerrando assim a última etapa da regul...
    Sustenta
?

Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação

Precisa de mais evidência Confiança 13%

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

O que não pudemos verificar

Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.

Linha do tempo de evidências

25 de Agosto de 2025

Regulamentação da tributária deve ser apresentada e votada em setembro | Política | Valor Econômico

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O projeto de lei complementar que finaliza a regulamentação da reforma tributária do consumo deve ser publicado e votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado so...

28 de Agosto de 2025

Eduardo Braga prevê votar em 17 de setembro relatório da reforma tributária na CCJ

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O relator da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, definiram em reunião nesta 4ª feira (27.ago.2025) o calendário para an...

10 de Setembro de 2025

Reforma Tributária: O Que o PLP 108 Muda na Prática na LC 214? - Reforma Tributária 360: Entenda as Mudanças no Consumo, Renda e Folha de Pagamento.

Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O Projeto de Lei Complementar nº 108/2024 representa uma etapa essencial no processo de implementação da Reforma Tributária do consumo no Brasil. Sua principal finalidade é inst...

10 de Setembro de 2025

Política Real | Em Tempo Real

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

(Brasília-DF, 10/09/2025) Nesta quarta-feira,10, numa semana de poucos senadores em Brasilia, o senador Eduardo Braga (MDB-AM), como estava programado, leu durante a reunião da ...

10 de Setembro de 2025

Eduardo Braga apresenta relatório final da 2ª etapa da Reforma Tributária

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O senador Eduardo Braga voltou a ocupar papel central no debate da Reforma Tributária. Nesta quarta-feira (10), ele apresentou o relatório final do Projeto de Lei Complementar (...

10 de Setembro de 2025

Eduardo Braga apresenta relatório final da 2ª etapa da regulamentação da Reforma Tributária

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

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24 de Outubro de 2025

Reforma Tributária: o que muda com o PLP 108/2024 - Descomplica Reforma Tributária

Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O Projeto de Lei Complementar nº 108/2024 (PLP 108/24) aprovado no final de setembro representa a segunda etapa da regulamentação da Reforma Tributária sobre o consumo, instituí...

16 de Dezembro de 2025

Câmara dos Deputados aprova PLP 108/2024 e conclui regulamentação da reforma tributária; texto vai à sanção em janeiro - Comsefaz

Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (16), por 330 votos favoráveis e 104 contrários, o texto-base do Projeto de Lei Complementar 108, de 2024, encerrando assim a ú...

13 de Abril de 2026

Vista coletiva adia análise do parecer que nega cassação de Carla Zambelli na CCJ

Contesta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A votação do parecer do deputado Diego Garcia (Republicanos-PR) sobre a perda do mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP) foi adiada após um pedido de vista coletivo na Comiss...

Grafo de fontes

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Etapas do pipeline

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  • Início · 0s Concluído
  • Buscar artigo raiz · 13s Concluído
  • Extrair alegações · 1m 51s Concluído
  • Analisar manchete · 0s Concluído
  • Expandir artigos vinculados · 0s Concluído
  • Avaliar alegações · 3m 47s Concluído
  • Detectar distorção de fontes · 0s Concluído
  • Detectar manipulação temporal · 0s Concluído
  • Detectar engano estatístico · 0s Concluído
  • Detectar citação seletiva · 0s Concluído
  • Detectar lavagem de autoridade · 0s Concluído
  • Analisar estrutura retórica · 40s Concluído
  • Analisar lacunas contextuais · 37s Concluído
  • Detectar narrativa coordenada · 58s Concluído
  • Avaliar manipulação emocional · 19s Concluído
  • Gerar resumo · 15s Concluído