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Credibilidade

13%

Coordenação

30%

Completude

45%

Status do pipeline

Concluído

Análise da manchete

O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.

Manchete
Reforma tributária: CCJ aprova relatório do PLP 108/2024 com avanços federativos - Comsefaz
Uma manchete mais honesta
PLP 108/2024 propõe mudança na repartição federativa; CCJ aprova relatório, mas impacto fiscal e emendas não foram detalhados
Parágrafo inicial
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (17), o relatório do senador Eduardo Braga (MDB-AM) sobre o Projeto de Lei Complementar 108/2024, que institui de forma definitiva o Comitê Gestor do IBS, além dispor sobre o processo administra...

Resumo da investigação

Misto

Avaliação geral: mixed — a matéria relata um evento relevante (aprovação do relatório do PLP 108/2024 na CCJ) e traz informações factuais sobre atores institucionais, mas contém imprecisões verificáveis, omissões contextuais importantes e afirmações não comprovadas que comprometem a completude e a verificabilidade do texto.

Pontos fortes

  • Cobre um evento jornalístico recente e relevante: a aprovação do relatório do PLP 108/2024 na CCJ e menção ao relator (senador Eduardo Braga) e ao Comitê Gestor do IBS (Comsefaz).
  • Tom majoritariamente informativo com baixa carga emotiva excessiva, o que facilita leitura factual do acontecimento.
  • Não há sinais de manipulação temporal ou uso enganoso de estatísticas complexas no trecho analisado.
  • Identifica atores institucionais pertinentes (Comsefaz, CCJ, relator) que permitem seguimento para apuração adicional.

Pontos fracos

  • Número de emendas: a afirmativa de que o substitutivo “recebeu 518 emendas” é contestada por fontes citadas no material de análise — fonte oficial do Senado indicou 517 e outras fontes mencionam 519. A discrepância não é explicada nem referenciada na matéria.
  • Afirmações incompletas ou não verificadas: trechos como “A Comissão de Constituição” aparecem truncados e ações específicas atribuídas a pessoas (por exemplo, que o presidente do Comsefaz Flávio César “acompanhou a leitura”, ou que o presidente da CCJ Otto Alencar fez elogios públicos) não têm comprovação direta nas fontes fornecidas.
  • Ausência de fontes primárias vinculadas no corpo do texto (URLs, documentos oficiais, lista de emendas ou votação nominal), o que impede verificação imediata de dados e citações apresentadas.
  • Lacunas contextuais relevantes: não há estimativas do impacto fiscal do PLP 108/2024 por ente federativo, nem análise distributiva (quais estados/municípios ganham ou perdem), nem evidência que quantifique a alegada redução do contencioso; essas omissões tornam as afirmações de “avanços federativos” incompletas.
  • Enquadramento favorecedor sem vozes de crítica ou análise independente: o tom elogioso e a ausência de contrapesos (oposição, especialistas independentes, estudos técnicos) resultam em narrativa parcial que tende a amplificar os benefícios sem avaliar riscos ou efeitos colaterais.

Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:

  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
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Contexto do evento a partir de investigações relacionadas

Este evento foi analisado em 11 artigos

Linha do tempo composta

Compósito heurístico de investigações relacionadas: O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição | o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) | Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro | Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação | O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9). | Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças. | A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h. | O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.

Fatos omitidos pela maioria dos artigos

  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de lei complementar 68/2024, protocolou nesta terça-feira (22) o plano de trabalho que norteará a tramitação do primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • A expectativa é de que os membros da Comissão apreciem
  • O cronograma apresentado pelo relator prevê a realização de 11 audiências públicas, entre 29 de outubro e 14 de novembro.
  • O PLP 68/2024 define as regras para a criação do Imposto sobre Bens
  • Segundo Braga, os senadores já apresentaram mais de 1.400 emendas ao projeto.
  • Uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  • O PLP 108/2024, que trata da criação do comitê gestor do IBS, aguarda a votação dos destaques à proposta. A deliberação depende do envio do texto ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), o que deve ocorrer após o 2º turno das eleições municipais.
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Brasil, ao aprovar a Emenda Constitucional 132/2023, deu um passo histórico ao adotar um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.
  • A regulamentação infraconstitucional trazida pelo PLP 108/2024, em sua versão original, não refletia plenamente essa escolha.
  • A proposta original do PLP 108 reproduzia a lógica do sistema atual, em que cada ente público atua de forma isolada, com regras próprias, interpretações divergentes e sistemas independentes.
  • O relatório recentemente apresentado pelo senador Eduardo Braga ... propõe mecanismos concretos para harmonizar IBS

Avaliação narrativa

As investigações relacionadas cobrem fatos sobrepostos, mas omitem detalhes diferentes.
Comparação de cobertura (11 artigos)
eduardobragaam.com.br Mixed

Eduardo Braga apresenta parecer sobre segunda regulamentação da reforma tribu...

Fatos incluídos: 4
Fatos omitidos: 49

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
Fatos omitidos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de lei complementar 68/2024, protocolou nesta terça-feira (22) o plano de trabalho que norteará a tramitação do primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • A expectativa é de que os membros da Comissão apreciem
  • O cronograma apresentado pelo relator prevê a realização de 11 audiências públicas, entre 29 de outubro e 14 de novembro.
  • O PLP 68/2024 define as regras para a criação do Imposto sobre Bens
  • Segundo Braga, os senadores já apresentaram mais de 1.400 emendas ao projeto.
  • Uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  • O PLP 108/2024, que trata da criação do comitê gestor do IBS, aguarda a votação dos destaques à proposta. A deliberação depende do envio do texto ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), o que deve ocorrer após o 2º turno das eleições municipais.
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Brasil, ao aprovar a Emenda Constitucional 132/2023, deu um passo histórico ao adotar um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.
  • A regulamentação infraconstitucional trazida pelo PLP 108/2024, em sua versão original, não refletia plenamente essa escolha.
  • A proposta original do PLP 108 reproduzia a lógica do sistema atual, em que cada ente público atua de forma isolada, com regras próprias, interpretações divergentes e sistemas independentes.
  • O relatório recentemente apresentado pelo senador Eduardo Braga ... propõe mecanismos concretos para harmonizar IBS
jornaldebrasilia.com.br Mixed

Relatório da reforma tributária é divulgado no Senado; veja o texto | Jornal ...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 48

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de lei complementar 68/2024, protocolou nesta terça-feira (22) o plano de trabalho que norteará a tramitação do primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • A expectativa é de que os membros da Comissão apreciem
  • O cronograma apresentado pelo relator prevê a realização de 11 audiências públicas, entre 29 de outubro e 14 de novembro.
  • O PLP 68/2024 define as regras para a criação do Imposto sobre Bens
  • Segundo Braga, os senadores já apresentaram mais de 1.400 emendas ao projeto.
  • Uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  • O PLP 108/2024, que trata da criação do comitê gestor do IBS, aguarda a votação dos destaques à proposta. A deliberação depende do envio do texto ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), o que deve ocorrer após o 2º turno das eleições municipais.
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Brasil, ao aprovar a Emenda Constitucional 132/2023, deu um passo histórico ao adotar um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.
  • A regulamentação infraconstitucional trazida pelo PLP 108/2024, em sua versão original, não refletia plenamente essa escolha.
  • A proposta original do PLP 108 reproduzia a lógica do sistema atual, em que cada ente público atua de forma isolada, com regras próprias, interpretações divergentes e sistemas independentes.
  • O relatório recentemente apresentado pelo senador Eduardo Braga ... propõe mecanismos concretos para harmonizar IBS
portaldocomercio.org.br Mixed

Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

Fatos incluídos: 10
Fatos omitidos: 43

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de lei complementar 68/2024, protocolou nesta terça-feira (22) o plano de trabalho que norteará a tramitação do primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • A expectativa é de que os membros da Comissão apreciem
  • O cronograma apresentado pelo relator prevê a realização de 11 audiências públicas, entre 29 de outubro e 14 de novembro.
  • O PLP 68/2024 define as regras para a criação do Imposto sobre Bens
  • Segundo Braga, os senadores já apresentaram mais de 1.400 emendas ao projeto.
  • Uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  • O PLP 108/2024, que trata da criação do comitê gestor do IBS, aguarda a votação dos destaques à proposta. A deliberação depende do envio do texto ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), o que deve ocorrer após o 2º turno das eleições municipais.
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Brasil, ao aprovar a Emenda Constitucional 132/2023, deu um passo histórico ao adotar um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.
  • A regulamentação infraconstitucional trazida pelo PLP 108/2024, em sua versão original, não refletia plenamente essa escolha.
  • A proposta original do PLP 108 reproduzia a lógica do sistema atual, em que cada ente público atua de forma isolada, com regras próprias, interpretações divergentes e sistemas independentes.
  • O relatório recentemente apresentado pelo senador Eduardo Braga ... propõe mecanismos concretos para harmonizar IBS
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Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

Fatos incluídos: 7
Fatos omitidos: 46

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Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • Os senadores Eduardo Braga
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de lei complementar 68/2024, protocolou nesta terça-feira (22) o plano de trabalho que norteará a tramitação do primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • A expectativa é de que os membros da Comissão apreciem
  • O cronograma apresentado pelo relator prevê a realização de 11 audiências públicas, entre 29 de outubro e 14 de novembro.
  • O PLP 68/2024 define as regras para a criação do Imposto sobre Bens
  • Segundo Braga, os senadores já apresentaram mais de 1.400 emendas ao projeto.
  • Uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  • O PLP 108/2024, que trata da criação do comitê gestor do IBS, aguarda a votação dos destaques à proposta. A deliberação depende do envio do texto ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), o que deve ocorrer após o 2º turno das eleições municipais.
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Brasil, ao aprovar a Emenda Constitucional 132/2023, deu um passo histórico ao adotar um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.
  • A regulamentação infraconstitucional trazida pelo PLP 108/2024, em sua versão original, não refletia plenamente essa escolha.
  • A proposta original do PLP 108 reproduzia a lógica do sistema atual, em que cada ente público atua de forma isolada, com regras próprias, interpretações divergentes e sistemas independentes.
  • O relatório recentemente apresentado pelo senador Eduardo Braga ... propõe mecanismos concretos para harmonizar IBS
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Reforma tributária: CCJ aprova relatório do PLP 108/2024 com avanços federati...

Fatos incluídos: 4
Fatos omitidos: 49
Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de lei complementar 68/2024, protocolou nesta terça-feira (22) o plano de trabalho que norteará a tramitação do primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • A expectativa é de que os membros da Comissão apreciem
  • O cronograma apresentado pelo relator prevê a realização de 11 audiências públicas, entre 29 de outubro e 14 de novembro.
  • O PLP 68/2024 define as regras para a criação do Imposto sobre Bens
  • Segundo Braga, os senadores já apresentaram mais de 1.400 emendas ao projeto.
  • Uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  • O PLP 108/2024, que trata da criação do comitê gestor do IBS, aguarda a votação dos destaques à proposta. A deliberação depende do envio do texto ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), o que deve ocorrer após o 2º turno das eleições municipais.
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Brasil, ao aprovar a Emenda Constitucional 132/2023, deu um passo histórico ao adotar um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.
  • A regulamentação infraconstitucional trazida pelo PLP 108/2024, em sua versão original, não refletia plenamente essa escolha.
  • A proposta original do PLP 108 reproduzia a lógica do sistema atual, em que cada ente público atua de forma isolada, com regras próprias, interpretações divergentes e sistemas independentes.
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CCJ do Senado aprova regulamentação da reforma tributária - Migalhas

Fatos incluídos: 7
Fatos omitidos: 46

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  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de lei complementar 68/2024, protocolou nesta terça-feira (22) o plano de trabalho que norteará a tramitação do primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • A expectativa é de que os membros da Comissão apreciem
  • O cronograma apresentado pelo relator prevê a realização de 11 audiências públicas, entre 29 de outubro e 14 de novembro.
  • O PLP 68/2024 define as regras para a criação do Imposto sobre Bens
  • Segundo Braga, os senadores já apresentaram mais de 1.400 emendas ao projeto.
  • Uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  • O PLP 108/2024, que trata da criação do comitê gestor do IBS, aguarda a votação dos destaques à proposta. A deliberação depende do envio do texto ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), o que deve ocorrer após o 2º turno das eleições municipais.
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Brasil, ao aprovar a Emenda Constitucional 132/2023, deu um passo histórico ao adotar um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.
  • A regulamentação infraconstitucional trazida pelo PLP 108/2024, em sua versão original, não refletia plenamente essa escolha.
  • A proposta original do PLP 108 reproduzia a lógica do sistema atual, em que cada ente público atua de forma isolada, com regras próprias, interpretações divergentes e sistemas independentes.
  • O relatório recentemente apresentado pelo senador Eduardo Braga ... propõe mecanismos concretos para harmonizar IBS
comsefaz.org.br Mixed

Reforma tributária: Senadores já apresentaram mais de 1.400 emendas ao texto ...

Fatos incluídos: 4
Fatos omitidos: 49

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Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de lei complementar 68/2024, protocolou nesta terça-feira (22) o plano de trabalho que norteará a tramitação do primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • A expectativa é de que os membros da Comissão apreciem
  • O cronograma apresentado pelo relator prevê a realização de 11 audiências públicas, entre 29 de outubro e 14 de novembro.
  • O PLP 68/2024 define as regras para a criação do Imposto sobre Bens
  • Segundo Braga, os senadores já apresentaram mais de 1.400 emendas ao projeto.
  • Uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  • O PLP 108/2024, que trata da criação do comitê gestor do IBS, aguarda a votação dos destaques à proposta. A deliberação depende do envio do texto ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), o que deve ocorrer após o 2º turno das eleições municipais.
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Brasil, ao aprovar a Emenda Constitucional 132/2023, deu um passo histórico ao adotar um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.
  • A regulamentação infraconstitucional trazida pelo PLP 108/2024, em sua versão original, não refletia plenamente essa escolha.
  • A proposta original do PLP 108 reproduzia a lógica do sistema atual, em que cada ente público atua de forma isolada, com regras próprias, interpretações divergentes e sistemas independentes.
  • O relatório recentemente apresentado pelo senador Eduardo Braga ... propõe mecanismos concretos para harmonizar IBS
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Reforma Tributária: novo texto do PLP 108/24 é aprovado na CCJ - Mattos Filho

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Fatos omitidos: 48

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Fatos incluídos
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de lei complementar 68/2024, protocolou nesta terça-feira (22) o plano de trabalho que norteará a tramitação do primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • A expectativa é de que os membros da Comissão apreciem
  • O cronograma apresentado pelo relator prevê a realização de 11 audiências públicas, entre 29 de outubro e 14 de novembro.
  • O PLP 68/2024 define as regras para a criação do Imposto sobre Bens
  • Segundo Braga, os senadores já apresentaram mais de 1.400 emendas ao projeto.
  • Uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  • O PLP 108/2024, que trata da criação do comitê gestor do IBS, aguarda a votação dos destaques à proposta. A deliberação depende do envio do texto ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), o que deve ocorrer após o 2º turno das eleições municipais.
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Brasil, ao aprovar a Emenda Constitucional 132/2023, deu um passo histórico ao adotar um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.
  • A regulamentação infraconstitucional trazida pelo PLP 108/2024, em sua versão original, não refletia plenamente essa escolha.
  • A proposta original do PLP 108 reproduzia a lógica do sistema atual, em que cada ente público atua de forma isolada, com regras próprias, interpretações divergentes e sistemas independentes.
  • O relatório recentemente apresentado pelo senador Eduardo Braga ... propõe mecanismos concretos para harmonizar IBS
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Reforma tributária: Eduardo Braga explica principais pontos do relatório — Se...

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Fatos omitidos: 50

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Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de lei complementar 68/2024, protocolou nesta terça-feira (22) o plano de trabalho que norteará a tramitação do primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • A expectativa é de que os membros da Comissão apreciem
  • O cronograma apresentado pelo relator prevê a realização de 11 audiências públicas, entre 29 de outubro e 14 de novembro.
  • O PLP 68/2024 define as regras para a criação do Imposto sobre Bens
  • Segundo Braga, os senadores já apresentaram mais de 1.400 emendas ao projeto.
  • Uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  • O PLP 108/2024, que trata da criação do comitê gestor do IBS, aguarda a votação dos destaques à proposta. A deliberação depende do envio do texto ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), o que deve ocorrer após o 2º turno das eleições municipais.
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
  • O Brasil, ao aprovar a Emenda Constitucional 132/2023, deu um passo histórico ao adotar um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.
  • A regulamentação infraconstitucional trazida pelo PLP 108/2024, em sua versão original, não refletia plenamente essa escolha.
  • A proposta original do PLP 108 reproduzia a lógica do sistema atual, em que cada ente público atua de forma isolada, com regras próprias, interpretações divergentes e sistemas independentes.
  • O relatório recentemente apresentado pelo senador Eduardo Braga ... propõe mecanismos concretos para harmonizar IBS
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Leia a íntegra do parecer de Eduardo Braga sobre a reforma tributária

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  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de lei complementar 68/2024, protocolou nesta terça-feira (22) o plano de trabalho que norteará a tramitação do primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • A expectativa é de que os membros da Comissão apreciem
  • O cronograma apresentado pelo relator prevê a realização de 11 audiências públicas, entre 29 de outubro e 14 de novembro.
  • O PLP 68/2024 define as regras para a criação do Imposto sobre Bens
  • Segundo Braga, os senadores já apresentaram mais de 1.400 emendas ao projeto.
  • Uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  • O PLP 108/2024, que trata da criação do comitê gestor do IBS, aguarda a votação dos destaques à proposta. A deliberação depende do envio do texto ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), o que deve ocorrer após o 2º turno das eleições municipais.
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O Brasil, ao aprovar a Emenda Constitucional 132/2023, deu um passo histórico ao adotar um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.
  • A regulamentação infraconstitucional trazida pelo PLP 108/2024, em sua versão original, não refletia plenamente essa escolha.
  • A proposta original do PLP 108 reproduzia a lógica do sistema atual, em que cada ente público atua de forma isolada, com regras próprias, interpretações divergentes e sistemas independentes.
  • O relatório recentemente apresentado pelo senador Eduardo Braga ... propõe mecanismos concretos para harmonizar IBS
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Análise do relatório do senador Eduardo Braga sobre o PLP 108/2024 e a consol...

Fatos incluídos: 2
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Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O Senado disponibilizou o novo parecer do PLP 68/2024 da reforma tributária, feito pelo senador Eduardo Braga (MBD-AM).
  • Foram acatadas, parcial ou integralmente, 645 emendas.
Fatos omitidos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de lei complementar 68/2024, protocolou nesta terça-feira (22) o plano de trabalho que norteará a tramitação do primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • A expectativa é de que os membros da Comissão apreciem
  • O cronograma apresentado pelo relator prevê a realização de 11 audiências públicas, entre 29 de outubro e 14 de novembro.
  • O PLP 68/2024 define as regras para a criação do Imposto sobre Bens
  • Segundo Braga, os senadores já apresentaram mais de 1.400 emendas ao projeto.
  • Uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG)
  • O PLP 108/2024, que trata da criação do comitê gestor do IBS, aguarda a votação dos destaques à proposta. A deliberação depende do envio do texto ao plenário pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), o que deve ocorrer após o 2º turno das eleições municipais.
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024.
  • O projeto é o único item na pauta da CCJ desta quarta-feira (17).
  • Os membros do Conselho Superior que conduzirá o Comitê Gestor passam a ter mais estabilidade no cargo. Braga retirou a previsão de que os governadores podem trocar seus representantes, assim como os prefeitos — nesse caso, por meio de voto. Os conselheiros serão representantes dos estados
  • O Brasil, ao aprovar a Emenda Constitucional 132/2023, deu um passo histórico ao adotar um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual.
  • A regulamentação infraconstitucional trazida pelo PLP 108/2024, em sua versão original, não refletia plenamente essa escolha.
  • A proposta original do PLP 108 reproduzia a lógica do sistema atual, em que cada ente público atua de forma isolada, com regras próprias, interpretações divergentes e sistemas independentes.
  • O relatório recentemente apresentado pelo senador Eduardo Braga ... propõe mecanismos concretos para harmonizar IBS

Análise de narrativa coordenada

Nos textos e snippets fornecidos (Comsefaz, Sindifisco, Sindifiscomt, Mattos Filho, Senado Federal, Portal Amazonas Digital) há convergência em um enquadramento positivo sobre a aprovação do relatório do PLP 108/2024 pela CCJ: o relato enfatiza avanços federativos, louva o trabalho do relator Eduardo Braga e do Comsefaz, e apresenta a aprovação como marco institucional/‘vitória’. Não há, nos trechos apresentados, evidência de uso de fallacies idênticos nem de uma estrutura narrativa praticamente idêntica; a convergência é editorial e de tom, não uma repetição textual perfeita. Também são recorrentes omissões relevantes nos excertos fornecidos — especialmente a ausência de vozes contrárias, de estimativas de impacto fiscal e de detalhes sobre votação nominal e incorporação das emendas — o que indica alinhamento favorável à versão do relator, mas não prova coordenação estreita ou origem única da narrativa.

Pontuação de coordenação
30%

Enquadramento convergente

  • Enquadramento positivo e celebratório da aprovação (termos como “avanços”, “grande trabalho”, “vitória institucional” aparecem nos excertos).
  • Destaque ao papel do relator (senador Eduardo Braga) e do Comsefaz como autores/defensores das mudanças.
  • Apresentação da aprovação na CCJ como passo decisivo/inalterável rumo à conclusão da regulamentação da reforma tributária.
  • Enfoque nos benefícios para estados e Distrito Federal (‘avanços federativos’, proteção de receitas).
  • Uso de citações elogiosas de lideranças (por exemplo, menção a Flávio César elogiando o relatório) para reforçar legitimidade.

Omissões convergentes

  • Nos excertos fornecidos, faltam posições contrárias ou críticas formais ao relatório (votos dissidentes, argumentos da oposição ou vozes independentes).
  • Ausência de estimativas ou quantificações do impacto fiscal (ganhos/perdas de receita) nos trechos apresentados.
  • Não há, nos textos fornecidos, informação detalhada sobre a votação nominal na CCJ nem sobre quais das 518 emendas foram incorporadas, rejeitadas ou alteradas.
  • Falta de reações ou análises de municípios, empresas, contribuintes organizados ou especialistas independentes nos excertos coletados.
Cobertura similar encontrada (5)

Análise de manipulação emocional

O texto tem tom predominantemente informativo e elogioso, com baixa carga emocional, portanto não recorre a apelos dramáticos. No entanto, os altos scores de misrepresentação e de 'authority laundering' combinados com contexto parcial elevam o risco de que a peça favoreça uma narrativa positiva sem fornecer toda a evidência necessária; por isso a manipulação é moderada, não evidente por emoção, mas por possíveis distorções de fontes e enquadramento.

Temperatura emocional
5%
Densidade de evidência
60%
Pontuação de manipulação
48%

Emoções dominantes

confiança otimismo orgulho
Fatores contribuintes (5)
  • Baixa densidade emocional no texto (tom informativo e elogioso, sem apelos dramáticos)
  • Alto índice de misrepresentação de fontes e 'authority laundering' indicado pelos analisadores, que aumenta o risco de informação tendenciosa
  • Cobertura de fatos processuais (aprovação em comissão, nomes de participantes e citações) que dá suporte a várias afirmações do texto
  • Contexto incompleto (completeness_score 0.45): elogios e conclusões sobre 'avanços' sem detalhamento empírico ou evidências adicionais
  • Enquadramento e título tendencioso (narrative_bias_score 0.65 e headline_bait_score elevado) que favorece leitura positiva do PLP
Análise de distorção de fontes

Análise de distorção de fontes

O artigo não inclui URLs, documentos ou fontes externas completas que permitam verificar se seu texto deturpa declarações ou relatórios citados. Não há evidência interna de que o texto esteja contradizendo as fontes que menciona; contudo, por ausência de fontes primárias vinculadas, não foi possível avaliar a fidelidade em relação a documentos externos. Sem fontes externas fornecidas, não se identificaram casos confirmados de representação incorreta.

Pontuação de distorção
100%
Análise de manipulação temporal — nenhum problema significativo encontrado
Análise de engano estatístico — nenhum problema significativo encontrado
Análise de citação seletiva — nenhum problema significativo encontrado

Análise de citação seletiva

Há uma citação direta presente no texto, porém sem referência à fonte primária que permita checagem. Sem essa fonte, a fidelidade da citação não pode ser confirmada; não há, entretanto, indício interno claro de alteração.

Integridade das citações
90%
Citações analisadas (1)
  • unverifiable
    "“O senador Eduardo Braga e sua equipe fizeram um grande trabalho que resultou neste relatório final do PLP 108/2024. Como ele mesmo reconheceu, foi um relatório elaborado com a ajuda de várias pessoas e a colaboração de diversos setores da sociedade. Através do Comsefaz, os estados deram apoio, sugerindo emendas e ajustes ao texto. Citaria o voto de qualidade, que corrige distorções do modelo atual ao afastar juros e multas no voto de desempate da presidência de Câmara ou turma, e destaco também a criação de um sistema uniforme para penalidades e multas para o IBS. O relatório do senador Eduardo Braga é uma vitória institucional da sociedade”, afirmou."

    — Flávio César

    O artigo contém essa citação direta atribuída a Flávio César, mas não fornece fonte primária (vídeo, áudio, ata ou link) nem contexto adicional que permita verificar se a citação está completa ou se foi editada. Sem a fonte original, não é possível confirmar se a passagem foi truncada ou retirada de contexto.

Análise de lavagem de autoridade

Análise de lavagem de autoridade

O texto refere-se a entidades (Comsefaz, senadores, CCJ) e a um projeto de lei, mas não apresenta uma cadeia de citações que ligue fontes de baixa autoridade a veículos maiores. Não foram detectadas práticas de 'authority laundering' com base no conteúdo fornecido.

Pontuação de lavagem
100%
Análise retórica

Análise retórica

O artigo adota tom comemorativo e utiliza linguagem elogiosa e causalidade não demonstrada para apresentar o relatório do PLP 108/2024 como um ganho amplo e incontestável. Há uso de termos emocionalmente carregados ('vitória institucional', 'vitória expressiva da sociedade') e afirmações que imputam benefícios e efeitos fiscais sem evidência no texto, o que cria uma imagem normativa que vai além dos fatos reportados.

Viés narrativo
65%
Falácias detectadas (3)
  • Loaded language Medium
    O relatório do senador Eduardo Braga é uma vitória institucional da sociedade

    Uso de linguagem carregada e elogiosa ('vitória institucional da sociedade') que vai além da descrição factual do projeto. Essa formulação busca produzir uma resposta emocional e apresentar o relatório como um ganho incontestável, sem apresentar evidências que sustentem por que seria uma 'vitória' para toda a sociedade.

  • False cause High
    A mudança representa uma vitória expressiva da sociedade, ao reequilibrar o devido processo administrativo em favor do contribuinte que cumpre a lei e da coletividade que depende de serviços públicos de qualidade.

    A frase atribui efeitos causais amplos (reequilibrar o processo, beneficiar contribuintes e a coletividade) à alteração procedural sem apresentar evidências ou dados que liguem diretamente a mudança a esses resultados. Isso empurra a narrativa de que a alteração produzirá benefícios amplos e garantidos, sem justificar a causalidade.

  • Twisted conclusion Medium
    A correção preserva os ganhos de simplificação da reforma, desincentiva a judicialização artificial estratégica e reforça a justiça fiscal.

    Os trechos extraem consequências normativas e avaliativas amplas (preservar ganhos, desincentivar judicialização estratégica, reforçar justiça fiscal) a partir da aprovação de pontos do relatório, sem evidências no texto que mostrem que essas consequências ocorrerão ou em que grau. Os fatos reportados (aprovação de relatório, mudanças processuais) não necessariamente implicam as conclusões retóricas e normativas apresentadas.

Análise de lacunas contextuais

Análise de lacunas contextuais

O texto da matéria tem tom comemorativo e descreve avanços institucionais do relatório do PLP 108/2024, mas deixa de fora informações cruciais: faltam estimativas do impacto fiscal agregado e por ente federativo; não há análise distributiva (quais estados/municípios ganham ou perdem); não apresenta estudos que quantifiquem a redução do contencioso com as mudanças procedimentais; há discrepância não tratada sobre o número de emendas apresentado; e não explica mecanismos para que eventuais ganhos cheguem a consumidores ou serviços públicos. Essas lacunas são relevantes para avaliar se os "avanços" descritos se traduzirão em efeitos práticos e equitativos.

Completude contextual
45%
Questões não abordadas (5)
  • Qual é o impacto fiscal projetado do PLP 108/2024 sobre as receitas da União, dos estados e dos municípios?

    A matéria apresenta avanços institucionais, mas não informa estimativas de receita ou perda para cada ente federativo — sem esses números não é possível avaliar se a reforma fortalece ou fragiliza orçamentos públicos.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Reforma tributária: Presidente Lula sanciona PLP 108/2024 com avanços ...

    14 de jan. de 2026O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou, nesta terça-feira (13), o Projeto de lei Complementar nº 108, de 2024, última fase do processo de regulamentação d...

    Reforma Tributária: avanços do PLP 108/2024 no Senado

    11 de set. de 2025Entenda os principais avanços do PLP 108/2024 no Senado e como a reforma tributária impacta empresas, contribuintes e o setor financeiro.

    Reforma Tributária (PLP 108/2024) - Vigna Tax

    1 de out. de 2025O PLP 108/2024 representa um passo importante para a consolidação da Reforma Tributária, buscando equilibrar os interesses da União, estados e municípios. Contudo, alguns pontos po...

  • Quais estados e municípios serão beneficiados ou prejudicados pela nova distribuição federativa prevista no substitutivo?

    A afirmação de "avanços para os estados" pressupõe efeitos homogêneos; saber quem ganha e quem perde é essencial para avaliar justiça e viabilidade política da proposta.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PLP 108/2024 - Senado Federal

    12 de nov. de 2024O projeto propõe criar o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS) e estabelece normas gerenciar e administrar esse novo imposto. Essa gestão será compartilhada entr...

    PDF PLP 108/2024: Administração, gestão e distribuição da receita do IBS

    PLP 108/2024 definirá o funcionamento definitivo do CG-IBS a partir de 2026 aprovação das deliberações do Conselho Superior do CG-IBS

    [ Projeto de Lei Complementar no 108/2024 ] - [ PLP 108/2024 ] - 108/24 ...

    15 de nov. de 2024Institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS); dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serv...

  • Existem estudos ou estimativas que quantifiquem quanto a supressão do afastamento automático de juros e multas reduzirá o contencioso tributário?

    O texto afirma que a mudança "representa uma vitória" por reduzir protelação e contencioso, mas sem dados não se pode saber a magnitude prática desse efeito.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PLP 108/2024: as alterações no contencioso da reforma tributária

    6 de out. de 2025O Projeto de Lei Complementar nº 108/2024 constitui a segunda fase regulamentar da reforma tributária para regulamentar partes essenciais da reforma tributária. Durante sua tramita...

    PLP 108/2024: as alterações no contencioso da reforma tributária

    7 de out. de 2025O Projeto de Lei Complementar nº 108/2024 constitui a segunda fase regulamentar da reforma tributária para regulamentar partes essenciais da reforma tributária. Durante sua tramita...

    Tentativa de equalização das multas no PLP 108/24 - Migalhas

    Com o intuito de harmonizar a legislação, corrigir injustiças e reduzir o contencioso, o relatório propôs modificações no Capítulo VII do Título I do Livro I do projeto, que trata de infrações e pe...

  • Qual é o número oficial de emendas apresentadas ao substitutivo na CCJ (517, 518, 519 etc.) e existe relação/lista pública dessas emendas?

    O artigo afirma que o substitutivo recebeu 518 emendas, mas as fontes avaliadas indicam contagens divergentes; confirmar o número e a lista é importante para a precisão jornalística.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Emendas Apresentadas - PLP 108/2024 - Portal da Câmara dos Deputados

    13 de ago. de 2024Página Inicial / Atividade Legislativa / Projetos de Lei e Outras Proposições / Emendas Apresentadas - PLP 108/2024

    Relatório sobre PLP 108/2024 e Emendas - Scribd

    O documento apresenta o relatório da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania sobre o Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços...

    [ Projeto de Lei Complementar no 108/2024 ] - [ PLP 108/2024 ] - 108/24 ...

    Institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS); dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), sobre ...

  • Que mecanismos legais ou administrativos garantem que benefícios da reforma (ex.: redução de penalidades, simplificação) sejam efetivamente repassados a consumidores ou traduzidos em melhora de serviços públicos?

    O texto sugere ganhos amplos sem explicar como esses benefícios chegarão ao cidadão final — sem evidência de pass‑through a vantagem pode ficar restrita a administrações ou segmentos específicos.

    Contra-evidência encontrada (3)
    (ao PLP 108/2024) EMENDA No capu - legis.senado.leg.br

    3o do artigo 57 da LC no 214/2025. Com essa alteração, o fornecimento de benefícios como vale-transporte, alimentação, educação ou similares continuará podendo gerar crédito, desde que efetivamente...

    Reforma Tributária: o que muda com o PLP 108/2024

    Entenda as principais mudanças do PLP 108/2024 e como ele regulamenta a nova etapa da Reforma Tributária sobre o consumo.

    Câmara dos Deputados aprova PLP 108/2024 e conclui regulamentação da ...

    16 de dez. de 2025A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (16), por 330 votos favoráveis e 104 contrários, o texto-base do Projeto de Lei Complementar 108, de 2024, encerrando assim a últ...

Artigo raiz

Título
Reforma tributária: CCJ aprova relatório do PLP 108/2024 com avanços federativos - Comsefaz
Status da busca
Obtido
Tipo de fonte
Artigo de notícia
Nível de autoridade
Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Papel da fonte
Reportagem Reportagem jornalística
Fontes vinculadas
0

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (17), o relatório do senador Eduardo Braga (MDB-AM) sobre o Projeto de Lei Complementar 108/2024, que institui de forma definitiva o Comitê Gestor do IBS, além dispor sobre o processo administra...

O que verificamos

Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.

Misto Confiança 48%

A evidência principal oficial do Senado afirma que o projeto recebeu 517 emendas na CCJ (Senado Notícias: "A matéria... recebeu 517 emendas na CCJ." https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/09/17/ccj-aprova-regulamentacao-da-reforma-tributaria-materia-vai-a-plenario). Outra fonte (Romeu Amaral) reporta números diferentes (519 emendas na CCJ) e ainda menciona outros totais (https://romeuamaral.com.br/reforma-tributaria-senado-aprova-substitutivo-ao-plp-108-2024/). Dado o conflito entre as fontes e a existência de uma fonte primária e oficial (senado.leg.br) que não corrobora o número 518, a afirmação de que o substitutivo "recebeu 518 emendas" está em desacordo com as evidências e deve ser considerada contestada. Sources consulted: CCJ aprova regulamentação da reforma tributária; matéria vai a Plenário — Senado Notícias; Reforma Tributária: Senado aprova substitutivo ao PLP 108/2024 - Romeu Amaral Advogados.

Autoridade
100%
Independência
56%
Atualidade
55%
Conflito
5%
Profundidade de citação
42%
Consenso LLM Unânime

All models agree: disputed (86%)

Evidência ausente: Still needed: more independent source groups (currently 2); contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (2)
  • CCJ aprova regulamentação da reforma tributária; matéria vai a Plenário — Senado Notícias
    Registro legislativo · Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial · relevance 85% · authority 97%
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (17) o projeto que regulamenta a reforma tributária. O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (tex...
    Sustenta
  • Reforma Tributária: Senado aprova substitutivo ao PLP 108/2024 - Romeu Amaral Advogados
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 76% · authority 58%
    A reforma tributária sobre o consumo avança em mais uma etapa do legislativo brasileiro. No 30 de setembro de 2025, o Senado Federal aprovou, por 51 votos a favor, 10 contrários e 1 abstenção, o su...
    Sustenta

A Comissão de Constituição

Misto Confiança 33% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.

A afirmação está incompleta ('A Comissão de Constituição' sem verbo ou objeto) e, portanto, não é passível de verificação com as evidências fornecidas. As fontes disponíveis descrevem ações e o papel da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) — por exemplo G1 ("CCJ do Senado pode votar PEC..." https://g1.globo.com/politica/noticia/2026/04/08/ccj-do-senado-pode-votar-pec-do-fim-da-aposentadoria-compulsoria-nesta-quarta.ghtml), UOL ("O que é CCJ? Entenda..." https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2025/09/24/o-que-e-a-ccj-entenda-qual-o-papel-da-comissao-mais-poderosa-do-senado.htm) e CNN Brasil ("CCJ avança com pacote anti-STF..." https://www.cnnbrasil.com.br/politica/ccj-avanca-com-pacote-anti-stf-e-aprova-permissao-para-o-congresso-sustar-decisoes-da-corte/), mas nenhuma evidencia um fato completo correspondente à frase truncada. É preciso a versão completa da afirmação para checagem. Sources consulted: CCJ do Senado pode votar PEC do fim da aposentadoria compulsória nesta quarta | G1; O que é CCJ? Entenda qual o papel da comissão mais poderosa do Senado; CCJ avança com pacote anti-STF e aprova permissão para o Congresso sustar decisões da Corte | CNN Brasil.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: not_checkable (72%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • CCJ do Senado pode votar PEC do fim da aposentadoria compulsória nesta quarta | G1
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 85% · authority 72%
    A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado pode votar nesta quarta-feira (8) a proposta de emenda à Constituição que reforça a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e acaba...
    Sustenta
  • O que é CCJ? Entenda qual o papel da comissão mais poderosa do Senado
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 95% · authority 67%
    A CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado Federal rejeitou hoje o texto da PEC da Blindagem. A comissão é considerada o coração da Casa: é nela que passam os principais projet...
    Sustenta
  • CCJ avança com pacote anti-STF e aprova permissão para o Congresso sustar decisões da Corte | CNN Brasil
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 85% · authority 65%
    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou nesta quarta-feira (9), por 38 votos a 12, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite ao Congresso sustar decisões do Supremo...
    Sustenta

O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura

Misto Confiança 27% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.

As fontes fornecidas confirmam que Flávio César (Flávio César Mendes de Oliveira) é presidente do Comsefaz e descrevem atividades institucionais (Diário Digital: eleição do presidente https://www.diariodigital.com.br/geral/flavio-cesar-de-oliveira-e-eleito-presidente-do-comsefaz-para-o-bienio-2025-2027; Comsefaz: anúncio da eleição https://comsefaz.org.br/novo/flavio-cesar-de-oliveira-e-eleito-presidente-do-comsefaz-para-o-bienio-2025-2027/; SINFRERJ: visita institucional https://sinfrerj.com.br/conteudo/9741/presidente-do-comsefaz-destaca-avancos-da-reforma-tributaria-em-visita-institucional-a-bahia). No entanto, nenhuma das três fontes menciona explicitamente que "acompanhou a leitura" (leitura de que documento/ato não especificado). Não há evidência direta fornecida que confirme essa ação específica; é necessário material adicional que descreva a presença de Flávio César no momento da leitura mencionada. Sources consulted: Flávio César de Oliveira é eleito presidente do Comsefaz para o biênio 2025/2027 - Geral - Diário Digital; Presidente do Comsefaz destaca avanços da reforma tributária em visita institucional à Bahia - SINFRERJ; Flávio César de Oliveira é eleito presidente do Comsefaz para o biênio 2025/2027 - Comsefaz.

Autoridade
86%
Independência
56%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: needs_more_evidence (78%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 2); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • Presidente do Comsefaz destaca avanços da reforma tributária em visita institucional à Bahia - SINFRERJ
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 53% · authority 58%
    O presidente do Comsefaz, Flávio César, visitou, nesta quinta-feira (25), o estado da Bahia, onde cumpriu agenda institucional. Ele foi recebido na sede da secretaria de Fazenda da Bahia pelo secre...
    Sustenta
  • Flávio César de Oliveira é eleito presidente do Comsefaz para o biênio 2025/2027 - Geral - Diário Digital
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 48% · authority 58%
    Votação ocorreu nesta sexta-feira (7) durante a 40ª Reunião Extraordinária da entidade
    Sustenta
  • Flávio César de Oliveira é eleito presidente do Comsefaz para o biênio 2025/2027 - Comsefaz
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 48% · authority 58%
    O secretário de Fazenda de Mato Grosso do Sul, Flávio César Mendes de Oliveira, foi eleito como presidente do Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz)...
    Sustenta
?

O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.

Precisa de mais evidência Confiança 13%

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

O que não pudemos verificar

Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.

Linha do tempo de evidências

09 de Outubro de 2024

CCJ avança com pacote anti-STF e aprova permissão para o Congresso sustar decisões da Corte | CNN Brasil

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou nesta quarta-feira (9), por 38 votos a 12, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite ao Congresso sustar...

07 de Fevereiro de 2025

Flávio César de Oliveira é eleito presidente do Comsefaz para o biênio 2025/2027 - Comsefaz

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O secretário de Fazenda de Mato Grosso do Sul, Flávio César Mendes de Oliveira, foi eleito como presidente do Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrit...

07 de Fevereiro de 2025

Flávio César de Oliveira é eleito presidente do Comsefaz para o biênio 2025/2027 - Geral - Diário Digital

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Votação ocorreu nesta sexta-feira (7) durante a 40ª Reunião Extraordinária da entidade

17 de Setembro de 2025

CCJ aprova regulamentação da reforma tributária; matéria vai a Plenário — Senado Notícias

Sustenta Registro legislativo Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (17) o projeto que regulamenta a reforma tributária. O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou ...

24 de Setembro de 2025

O que é CCJ? Entenda qual o papel da comissão mais poderosa do Senado

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado Federal rejeitou hoje o texto da PEC da Blindagem. A comissão é considerada o coração da Casa: é nela que passam ...

01 de Outubro de 2025

Reforma Tributária: Senado aprova substitutivo ao PLP 108/2024 - Romeu Amaral Advogados

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A reforma tributária sobre o consumo avança em mais uma etapa do legislativo brasileiro. No 30 de setembro de 2025, o Senado Federal aprovou, por 51 votos a favor, 10 contrários...

08 de Abril de 2026

CCJ do Senado pode votar PEC do fim da aposentadoria compulsória nesta quarta | G1

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado pode votar nesta quarta-feira (8) a proposta de emenda à Constituição que reforça a decisão do Supremo Tribunal F...

13 de Abril de 2026

Presidente do Comsefaz destaca avanços da reforma tributária em visita institucional à Bahia - SINFRERJ

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O presidente do Comsefaz, Flávio César, visitou, nesta quinta-feira (25), o estado da Bahia, onde cumpriu agenda institucional. Ele foi recebido na sede da secretaria de Fazenda...

Grafo de fontes

Nenhum link interno foi catalogado ainda.

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