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Credibilidade

14%

Coordenação

30%

Completude

55%

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Concluído

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O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.

Manchete
Reforma Tributária: novo texto do PLP 108/24 é aprovado na CCJ - Mattos Filho
Parágrafo inicial
Substitutivo traz alterações ao texto originariamente enviado ao Senado, como aquelas relacionadas ao contencioso administrativo, procedimentos de fiscalização, alterações à LC 214/2025 e Comitê Gestor do IBS

Resumo da investigação

Misto

O artigo é, em grande parte, um boletim técnico-informativo que relata avanços procedimentais do PLP 108/24 com acerto em pontos verificáveis (por exemplo, a apresentação do relatório por Eduardo Braga na sessão da CCJ em 17/09/2025). No entanto, apresenta lacunas relevantes de verificação — não cita fontes primárias nem links; faz afirmações processuais específicas (ex.: prazo de dez dias úteis para Recurso Especial; suspensão da exigibilidade) que não estão comprovadas com o material fornecido; e omite análises fundamentais sobre efeitos econômicos, orçamentários e garantias processuais. Essas falhas configuram deficiência jornalística significativa, mas não há evidência nos trechos analisados de manipulação deliberada. Avaliação final: mixed.

Pontos fortes

  • Relato factual e técnico: descreve alterações procedimentais do substitutivo ao PLP 108/24 sem linguagem sensacionalista.
  • Ponto verificável confirmado pelos analisadores: indicação da apresentação do relatório pelo relator Eduardo Braga em 17/09/2025.
  • Integridade temporal: datas e prazos são apresentados de forma consistente no texto, sem sinais de manipulação temporal.
  • Ausência de estatística enganosa ou uso indevido de citações diretas no trecho fornecido (não há elementos que indiquem fraude estatística ou citações truncadas).

Pontos fracos

  • Falta de fontes primárias e links no corpo do texto — impossibilita verificação direta das afirmações e impede checagem independente.
  • Afirmações processuais específicas não comprovadas com o material entregue (por exemplo, prazo exato de "dez dias úteis" para o Recurso Especial; suspensão automática da exigibilidade; criação/forma do incidente de uniformização).
  • Omissão de elementos contextuais essenciais: impacto econômico/orçamentário, alcance do controle judicial sobre decisões vinculantes, garantias processuais nas sessões virtuais e consequências práticas para contribuintes e fazenda pública.
  • Ausência de registro do placar/votos nominais e da redação integral das emendas acolhidas/rejeitadas, reduzindo transparência sobre o conteúdo final do substitutivo.
  • Enfoque relator‑centrista e convergência editorial moderada: cobertura enfatiza procedimento e atuação do relator, sem contrapontos (vozes de contribuintes, entidades ou críticas jurídicas), o que pode gerar quadro informativo incompleto.
  • Alguns pontos levantados pelos analisadores (completeness_score 0.55 e necessidade de mais evidências em várias alegações) indicam que o texto exige complementação antes de ser usado como fonte definitiva sobre efeitos jurídicos e práticos do PLP.

Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:

  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • +51 more

Contexto do evento a partir de investigações relacionadas

Este evento foi analisado em 11 artigos

Linha do tempo composta

Compósito heurístico de investigações relacionadas: A Comissão de Constituição, Justiça | O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão. | Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto. | O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo | O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança | As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026), | a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas | O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).

Fatos omitidos pela maioria dos artigos

  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas

Avaliação narrativa

As investigações relacionadas cobrem fatos sobrepostos, mas omitem detalhes diferentes.
Comparação de cobertura (11 artigos)
www12.senado.leg.br Mixed

Regulamentação da Reforma Tributária: CCJ aprova plano de trabalho que prevê ...

Fatos incluídos: 3
Fatos omitidos: 51

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
Fatos omitidos
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
igo.srv.br Mixed

Regulamentação da Reforma Tributária: análise do PLP 108/2024 aprovado no Sen...

Fatos incluídos: 4
Fatos omitidos: 50

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Relatório da reforma tributária é divulgado no Senado; veja o texto | Jornal ...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 49

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Fatos incluídos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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CCJ do Senado aprova regulamentação da reforma tributária - Migalhas

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Fatos omitidos: 47

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Fatos incluídos
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Eduardo Braga apresenta parecer sobre segunda regulamentação da reforma tribu...

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Fatos omitidos: 50

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Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

Fatos incluídos: 10
Fatos omitidos: 44

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Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

Fatos incluídos: 7
Fatos omitidos: 47

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • Os senadores Eduardo Braga
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Fatos omitidos: 51

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Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Reforma Tributária: CCJ aprova PLP 108/2024, texto vai a Plenário

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  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Reforma Tributária: novo texto do PLP 108/24 é aprovado na CCJ - Mattos Filho

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  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
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Reforma Tributária: Senador Eduardo Braga detalha principais pontos do relató...

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  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou nesta quarta-feira (10/09/2025) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, responsável pela regulamentação da reforma tributária, está próximo de sua versão final, caso o cenário político se mantenha estável.
  • Em coletiva de imprensa, Braga destacou que o substitutivo apresentado na Comissão de Constituição
  • O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), confirmou que a votação do texto está prevista para quarta-feira (17/09/2025).
  • O Comitê Gestor terá membros do Conselho Superior com mandatos de quatro anos, indicados pelos estados
  • O presidente do Comitê será eleito entre os conselheiros,
  • A gestão financeira será custeada pela União com R$ 3,8 bilhões até 2028,
  • Braga resolveu o impasse entre a Frente Nacional de Prefeitas
Fatos omitidos
  • A Comissão de Constituição, Justiça
  • O plano de trabalho do relator do PLP 68/2024, senador Eduardo Braga (MDB-AM), foi aprovado nesta quarta-feira (23) na comissão.
  • Mais de 1.460 emendas já foram apresentadas ao texto.
  • O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (30), o texto alternativo ao projeto de lei complementar (PLP 108/2024) que regulamenta a segunda parte da reforma tributária sobre consumo
  • O texto, relatado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), estabelece a estrutura de governança
  • As principais modificações introduzidas no Senado incluem a atualização do período de cálculo para a alíquota de referência do IBS (passando para 2024-2026),
  • a imposição de um teto de 2% para o Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • A CCJ - Comissão de Constituição
  • O relator, senador Eduardo Braga, apresentou um substitutivo ao projeto recebido da Câmara dos Deputados.
  • De autoria da presidência da República, o projeto de lei complementar (PLP 108/24) recebeu 517 emendas na CCJ.
  • Em uma complementação de voto lida no início da reunião, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • A reforma está prevista na EC 132/23, que criou dois novos tributos: IBS - Imposto sobre Bens
  • A divisão do ICMS segue os índices vigentes em 2032. Como o IBS só começa a valer de forma plena a partir de 2033, até lá o ICMS
  • O relator estendeu até 2096 o prazo de vigência do seguro-receita, um mecanismo para compensar perdas de arrecadação para Estados
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) leu nesta quarta-feira durante a reunião da Comissão de Constituição
  • o PLP 108 de 2024, que avança na regulamentação da reforma tributária focada no consumo, especificamente sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)
  • Pelo acordo, será dada vista coletiva ao parecer e a votação na CCJ ocorrerá no dia 17 de setembro
  • Eduardo Braga destacou que está debruçado sobre o tema reforma tributária há três anos. Sendo os últimos seis meses especificamente nesta fase de regulamentação
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • O texto aprovado regulamenta a governança, a fiscalização
  • Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.
  • o PLP 108/2024, aprovado pela CCJ, também regulamenta a incidência do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações)
  • O relator, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou um substitutivo (texto alternativo) ao projeto recebido da Câmara dos Deputados. Das 517 emendas, Braga acolheu total ou parcialmente quase 150 sugestões apresentadas pelos parlamentares.
  • O segundo projeto encontra-se estruturado em três Livros: Livro I, Do Comitê Gestor do IBS; Livro II, Do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis
  • Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça
  • O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS
  • O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;
  • Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS

Análise de narrativa coordenada

A cobertura dos trechos fornecidos mostra alinhamento editorial moderado centrado no aspecto procedimental: todos destacam a apresentação do relatório por Eduardo Braga e o encaminhamento da matéria à tramitação (CCJ → Plenário, regime de urgência). Há tom majoritariamente informativo/técnico e, em pelo menos um trecho (Comsefaz), avaliação positiva quanto a "avanços federativos". Não há, nos trechos fornecidos, evidência de uso coordenado de falácias retóricas nem de ataques ao mensageiro em vez de debate do mérito. Os sinais de convergência são principalmente de ênfase (procedimental, relator‑centrismo) e de omissão de detalhes críticos (impacto orçamentário, placares de votação, argumentos jurídicos contrários, texto integral das emendas, vozes de contribuintes/entidades), presentes no artigo investigado e não contrapostos nos trechos anexos. Isso sugere cobertura editorialmente alinhada sobre o mesmo acontecimento, mas sem as marcas fortes de uma campanha narrativa coordenada (ausência de omissões idênticas e retórica idêntica em todo o corpus).

Pontuação de coordenação
30%

Enquadramento convergente

  • Ênfase procedimental: destaque à apresentação do relatório por Eduardo Braga e ao encaminhamento do PLP da CCJ para o Plenário em regime de urgência (presente em Mattos Filho, gov.br, Senado, Migalhas, Valor).
  • Tom técnico/informativo: foco nas mudanças normativas e no trabalho do relator, com linguagem de acompanhamento legislativo em vez de denúncias ou editorialização intensa.
  • Relator‑centrismo: centralização da narrativa na atuação de Eduardo Braga como ator-chave do processo (mencionado explicitamente nos trechos fornecidos).
  • Linguagem de progresso/avanço federativo: em pelo menos um trecho (Comsefaz) o relatório é descrito como trazendo ‘avanços importantes para os estados’, o que dá tonalidade positiva ao tratamento do tema.

Omissões convergentes

  • Ausência de estimativas de impacto orçamentário/receita decorrentes das mudanças do PLP nos trechos fornecidos (omitido no artigo investigado e não apresentado nas outras capas fornecidas).
  • Falta de registro do placar ou dos votos nominais da CCJ (nomes dos que votaram a favor/contra) nos trechos fornecidos.
  • Omissão de argumentos jurídicos contrários ou potenciais questionamentos constitucionais ao novo texto (não apresentados nos trechos incluídos).
  • Ausência da redação integral das emendas acolhidas/rejeitadas ou links para o texto final do substitutivo nos trechos analisados.
  • Falta de declarações ou perspectivas de contribuintes, associações empresariais ou órgãos fiscais sobre os efeitos práticos e operacionais nas matérias fornecidas.
Cobertura similar encontrada (5)

Análise de manipulação emocional

O texto é essencialmente informativo e com pouquíssima carga emocional, apresentando vários detalhes factuais sobre o PLP 108/24. No entanto, analisadores externos sinalizaram problemas de má representação de fontes e authority laundering, o que eleva um risco de manipulação independente do tom; por isso a avaliação de manipulação é moderada, recomendando verificação das fontes e do contexto completo.

Temperatura emocional
5%
Densidade de evidência
78%
Pontuação de manipulação
45%

Emoções dominantes

neutro informativo
Fatores contribuintes (5)
  • muito baixa densidade emocional no texto (tom predominantemente informativo)
  • alto índice de má representação de fontes sinalizado pelos analisadores (misrepresentation_score elevado)
  • presença de conteúdo factual detalhado sobre o PLP (dados legislativos e procedimentos), indicando boa base informativa
  • sinalização de authority laundering (uso ou invocação indevida de autoridade) que aumenta o risco de desinformação mesmo sem tom emocional
  • contexto parcialmente incompleto em pontos relevantes (completeness_score médio), o que reduz a densidade total de evidência
Análise de distorção de fontes

Análise de distorção de fontes

Nenhuma fonte externa ou URL foi explicitamente citada no texto fornecido. O artigo relata eventos legislativos, números de emendas, prazos e mudanças de texto do PLP 108/24 sem indicar documentos, notícias ou links originais que possam ser verificados. Dado que não há fontes externas identificáveis no corpo do artigo, não foi possível detectar casos de representação incorreta de fontes (cherry‑picking, retirada de contexto, inversão ou fabricação).

Pontuação de distorção
100%
Análise de manipulação temporal — nenhum problema significativo encontrado
Análise de engano estatístico — nenhum problema significativo encontrado
Análise de citação seletiva — nenhum problema significativo encontrado
Análise de lavagem de autoridade

Análise de lavagem de autoridade

O artigo não apresenta cadeia de citações (URLs, repostagens ou referências a posts/blogs externos) no conteúdo fornecido. Menciona um episódio do 'Sinopse Tributária news' e nomes de sócios do escritório, mas sem links ou indicações de que informações foram replicadas de fontes de menor autoridade por meios sucessivos. Não há evidência, no texto fornecido, de lavagem de autoridade.

Pontuação de lavagem
100%
Análise retórica — nenhum problema significativo encontrado
Análise de lacunas contextuais

Análise de lacunas contextuais

O artigo descreve detalhadamente mudanças procedimentais do PLP 108/24 no contencioso administrativo, mas omite avaliações sobre efeitos práticos e distributivos: impacto econômico e orçamentário das decisões vinculantes e da suspensão da exigibilidade; alcance do controle judicial; garantias processuais nas sessões virtuais; e riscos de parcialidade pela composição não paritária da Câmara. Esses pontos são necessários para julgar as consequências reais da reforma para contribuintes, administrações tributárias e segurança jurídica.

Completude contextual
55%
Questões não abordadas (5)
  • Qual é o impacto esperado das súmulas vinculantes e das decisões da Câmara Nacional sobre a carga tributária efetivamente paga pelos contribuintes e sobre a segurança jurídica das empresas?

    Saber se decisões vinculantes vão reduzir litígios e/ou aumentar a arrecadação é essencial para avaliar quem ganha ou perde com as mudanças; o texto descreve mecanismos processuais, mas não quantifica seus efeitos econômicos ou distributivos.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Contencioso do IBS redesenha a defesa do contribuinte

    31 de jan. de 2026A Lei Complementar nº 227/2026 mudou as regras do jogo no contencioso administrativo tributário. Com novos prazos, instâncias próprias para o IBS e um sistema híbrido de contagem ...

    Integração do contencioso administrativo - Consultor Jurídico

    O efeito das decisões da CNICA é a vinculação dos órgãos julgadores da União e do CGIBS à decisão exarada. E a característica é que as decisões não se vinculam aos fundamentos trazidos pelas partes...

    Contencioso IBS e CBS: os principais pontos de atenção da LC 227

    25 de mar. de 2026As sócias Renata Correia Cubas, Ariane Costa Guimarães e Pâmela Larissa Miguel explicam os principais desafios dessa nova fase e os efeitos esperados na prática para contribuintes...

  • As súmulas e decisões da Câmara Nacional terão algum limite de controle judicial — ou poderão ser objeto de revisão por tribunais?

    Se o Judiciário puder revisar ampla ou imediatamente as decisões vinculantes, o efeito prático da uniformização e da vinculação muda substancialmente; o artigo não menciona o alcance do controle jurisdicional.

    Contra-evidência encontrada (3)
    ARTIGO DA SEMANA - CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO NO IBS (Provimentos ...

    22 de nov. de 2024Os provimentos vinculantes têm por objetivo a uniformização das decisões do Comitê Gestor nos processos administrativos envolvendo o IBS àquilo que tenha sido decidido pelo STF, S...

    (Quase) Tudo que você precisa saber sobre Súmulas Vinculantes

    15 de abr. de 2025Um verbete de súmula (vinculante ou não vinculante) é um enunciado normativo (ou seja, um texto) que sintetiza a ratio decidendi ("normal geral") de uma jurisprudência dominante, ...

    PDF O Novo Contencioso Administrativo Do Ibs - Plp 108/24

    OBS: Caberá à Diretoria de Revisão do Crédito Tributário, estrutura da Diretoria Executiva do CGIBS, as funções de planejar, gerir, coordenar e executar as atividades do contencioso do IBS, e ainda...

  • Qual será o impacto orçamentário e operacional da suspensão da exigibilidade do crédito tributário pelo Recurso Especial (fluxo de caixa, aumento de passivo, engavetamento de execuções)?

    A suspensão da exigibilidade pode afetar temporariamente a arrecadação e a gestão de créditos tributários; sem estimativas fiscais ou projeções operacionais, é difícil avaliar a sustentabilidade e os riscos para o erário e para as empresas.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Lcp 214

    Institui o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS); cria o Comitê Gestor do IBS e altera a legislação tributária. O PRESIDEN...

    Contencioso Administrativo do IBS: Instâncias e Prazos

    15 de jan. de 2026Efeito do Recurso Especial (Art. 323-G, § 4º): Quando você interpõe recurso especial, a exigibilidade do crédito é suspensa. Ou seja, a administração não pode cobrar enquanto o re...

    PDF Recurso Especial No 1.731.423 - Pa (2018/0066470-5) Relator :Ministro ...

    Considerando que, a teor do art. 151, V, do Código Tributário Nacional, a concessão de medida liminar é causa de suspensão da exigibilidade do crédito tributário, não poderia o apelante ajuizar a e...

  • Que garantias processuais (direito ao contraditório, fundamentação das decisões, prazo para manifestação) são preservadas nas sessões virtuais síncronas sem possibilidade de depósito de votos?

    Mudanças no formato de julgamento podem afetar direitos básicos de defesa e a qualidade das decisões; o texto lista o formato virtual, mas não explica como serão garantidas essas salvaguardas processuais.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Resolução do STJ regulamenta sessões virtuais assíncronas

    27 de jan. de 2025Com a nova regulamentação, quase todos os processos originários e recursais poderão ser submetidos a julgamento eletrônico - que a resolução define como aquele ocorrido em ambient...

    Julgamento virtual, voto divergente e devido processo legal - JOTA

    9 de set. de 2025Essa norma representa uma mudança substancial na estrutura da deliberação colegiada dos tribunais brasileiros, ao instituir um modelo de julgamento totalmente virtual e assíncrono,...

    PDF Resolução Stj/Gp N. 3 De 15 De Janeiro De 2025.

    Art. 5o O relator deverá inserir a ementa, o relatório e o voto no ambiente virtual para divulgação pública no início da sessão de julgamento. 1o Iniciado o julgamento, os membros do órgão colegiad...

  • Há avaliação independente sobre como a composição não paritária da Câmara (8 representantes das fazendas e 4 dos contribuintes) pode influenciar decisões e a percepção de imparcialidade?

    A distribuição de assentos pode criar assimetrias de poder que favoreçam o Fisco; sem análises sobre equilíbrio institucional ou mecanismos de neutralização de viés, fica incerto se o novo órgão será percebido como justo.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Lei cria câmara nacional para uniformizar contencioso administrativo ...

    29 de jan. de 2026A Câmara será composta por quatro representantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), quatro membros do Comitê Gestor do IBS e quatro representantes dos contribu...

    Parecer de Braga cria câmara nacional por integração das regras de ...

    10 de set. de 2025Tanto o contribuinte quanto a Fazenda poderão apresentar recursos à Câmara Nacional. Além disso, em situações envolvendo matérias repetitivas, será possível propor um incidente de...

    Lei institui câmara nacional para unificar decisões sobre IBS e CBS

    A composição da Câmara Nacional prevê doze integrantes: quatro representantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), quatro membros do Comitê Gestor do IBS e quatro representantes d...

Artigo raiz

Título
Reforma Tributária: novo texto do PLP 108/24 é aprovado na CCJ - Mattos Filho
Status da busca
Obtido
Tipo de fonte
Artigo de notícia
Nível de autoridade
Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Papel da fonte
Reportagem Reportagem jornalística
Fontes vinculadas
2

Substitutivo traz alterações ao texto originariamente enviado ao Senado, como aquelas relacionadas ao contencioso administrativo, procedimentos de fiscalização, alterações à LC 214/2025 e Comitê Gestor do IBS

O que verificamos

Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça

Sustentado Confiança 83% 2025

Evidências fornecidas confirmam que, em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, senador Eduardo Braga, apresentou relatório na CCJ. Veja, em especial, a reportagem oficial do Senado Notícias (“Reforma tributária: Eduardo Braga explica principais pontos do relatório” — https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/09/12/reforma-tributaria-eduardo-braga-explica-principais-pontos-do-relatorio) que aponta o PLP como único item da pauta da CCJ do dia 17; além das matérias jornalísticas que relatam explicitamente a apresentação do novo relatório na sessão de 17/9 (Blog do José Adriano — “Reforma Tributária: novo texto do PLP 108/24 é aprovado na CCJ” e Martinelli Advogados — “Reforma Tributária: CCJ do Senado aprova, com alterações, o PLP 108/24”). As fontes são convergentes e incluem material do Senado e reportagens especializadas. Sources consulted: Reforma tributária: Eduardo Braga explica principais pontos do relatório — Senado Notícias; Reforma Tributária: novo texto do PLP 108/24 é aprovado na CCJ – Blog do José Adriano; Reforma Tributária: CCJ do Senado aprova, com alterações, o PLP 108/24.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
67%
Conflito
5%
Profundidade de citação
59%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (90%)

Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (3)
  • Reforma tributária: Eduardo Braga explica principais pontos do relatório — Senado Notícias
    Registro legislativo · Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial · relevance 65% · authority 97%
    O projeto que conclui a regulamentação da reforma tributária está próximo de sua forma final, se o clima político não se alterar. A avaliação é do senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto...
    Sustenta
  • Reforma Tributária: novo texto do PLP 108/24 é aprovado na CCJ – Blog do José Adriano
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) o novo Relatório, por meio do qual for...
    Sustenta
  • Reforma Tributária: CCJ do Senado aprova, com alterações, o PLP 108/24
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    Foi levado a discussão na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, na manhã desta terça (17), o relatório preparado pelo relator, senador Eduardo Braga.
    Sustenta
?

O sujeito passivo ou a Fazenda Pública poderão recorrer à Câmara Nacional no prazo de dez dias úteis, por meio do também criado Recurso Especial, em caso de divergência sobre legislação comum de IBS

Precisa de mais evidência Confiança 43%

As fontes indicam que a LC 227/26 e regulamentações criaram estrutura centralizada do contencioso do IBS, incluindo câmaras e instâncias nacionais (ver: MSBM — “LC 227/26 e o novo processo administrativo do IBS”; Oliveira, Augusto, Maaze — “Lei cria câmara nacional para uniformizar contencioso administrativo sobre IBS e CBS”; Fiscalia — “Contencioso Administrativo do IBS: Instâncias e Prazos | Fiscalia”). Essas matérias descrevem a Câmara Nacional/CGIBS e o novo fluxo recursal (art. 88 citado pelo Fiscalia). Porém, nas passagens fornecidas não há menção explícita ao prazo de “dez dias úteis” nem ao mecanismo chamado exatamente de “Recurso Especial” com as condições descritas (quem pode recorrer e o prazo de dez dias úteis). Portanto as evidências são insuficientes para confirmar os detalhes temporais e processuais afirmados. Sources consulted: LC 227/26 e o novo processo administrativo do IBS; Lei cria câmara nacional para uniformizar contencioso administrativo sobre IBS e CBS - Oliveira, Augusto, Maaze Advogados - Advocacia empresarial com ética e responsabilidade.; Contencioso Administrativo do IBS: Instâncias e Prazos | Fiscalia.

Autoridade
62%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: needs_more_evidence (60%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (3)
  • Contencioso Administrativo do IBS: Instâncias e Prazos | Fiscalia
    Artigo de notícia · Amplificação por blog Amplificação por blog ou comentário · relevance 78% · authority 58%
    Você recebeu uma autuação de IBS e precisa impugná-lá. Mas por onde começa? Qual é a primeira instância? Quanto tempo leva? A LC 227/2026 criou um sistema novo de julgamento administrativo do IBS —...
    Sustenta
  • LC 227/26 e o novo processo administrativo do IBS
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 61% · authority 58%
    Em janeiro de 2026, foi publicada a Lei Complementar nº 227, de 13/01/2026 (“LC 227/26”), que instituiu o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (“CGIBS”), entidade pública com independênci...
    Sustenta
  • Lei cria câmara nacional para uniformizar contencioso administrativo sobre IBS e CBS - Oliveira, Augusto, Maaze Advogados - Advocacia empresarial com ética e responsabilidade.
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 22% · authority 58%
    Lei cria câmara nacional para uniformizar contencioso administrativo sobre IBS e CBS CE – Atendimento de ação fiscal será feito com agendamento prévio em plataforma da Sefaz-CE29/01/2026Carnaval mu...
    Contextualizes

Assim, o PLP 108/24 seguiu para análise do Plenário do Senado Federal em regime de urgência.

Misto Confiança 33% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada. Desatualizado

As fontes apresentadas mostram que o PLP 108/24 chegou ao Plenário e foi votado (por exemplo, Martinelli — “Plenário do Senado aprova texto do PLP 108; confira as mudanças” e Migalhas — “Advogado comenta decisão do Senado e ajustes no PLP 108/24”), e uma publicação jurídica registra aprovação/avanço (Machado Nunes — “Senado aprova PLP nº 108/24…”). Contudo, nenhuma das três evidências fornecidas explicita que o envio ao Plenário ocorreu “em regime de urgência”. Portanto falta prova direta do requisito temporal/procedimental (“regime de urgência”) nas fontes fornecidas. Sources consulted: Senado aprova PLP nº 108/24, segundo projeto de regulamentação da Reforma Tributária do Consumo - Machado Nunes; Plenário do Senado aprova texto do PLP 108; confira as mudanças; Advogado comenta decisão do Senado e ajustes no PLP 108/24 - Migalhas.

Autoridade
100%
Independência
56%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: needs_more_evidence (65%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 2); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • Plenário do Senado aprova texto do PLP 108; confira as mudanças
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 79% · authority 58%
    Na noite desta terça-feira (30), o Senado Federal votou o texto final do PLP 108/24 em tramitação na casa. Após a análise da Comissão de Constituição e Justiça, o projeto recebeu mais de 700 emenda...
    Sustenta
  • Advogado comenta decisão do Senado e ajustes no PLP 108/24 - Migalhas
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 74% · authority 58%
    O Senado Federal votou, no dia 30/9, o texto final do PLP 108/24, o segundo projeto que regulamenta a reforma tributária, e que recebeu mais de 700 emendas, todas avaliadas pelo relator, senador Ed...
    Sustenta
  • Senado aprova PLP nº 108/24, segundo projeto de regulamentação da Reforma Tributária do Consumo - Machado Nunes
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 61% · authority 58%
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    Sustenta
?

O Recurso Especial suspende a exigibilidade do crédito tributário;

Precisa de mais evidência Confiança 13%

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

?

Criado incidente de uniformização que será apresentado perante a Câmara Nacional de Integração do Contencioso Administrativo do IBS

Precisa de mais evidência Confiança 13%

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

O que não pudemos verificar

Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.

Linha do tempo de evidências

12 de Setembro de 2025

Reforma tributária: Eduardo Braga explica principais pontos do relatório — Senado Notícias

Sustenta Registro legislativo Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)

O projeto que conclui a regulamentação da reforma tributária está próximo de sua forma final, se o clima político não se alterar. A avaliação é do senador Eduardo Braga (MDB-AM)...

17 de Setembro de 2025

Reforma Tributária: CCJ do Senado aprova, com alterações, o PLP 108/24

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Foi levado a discussão na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, na manhã desta terça (17), o relatório preparado pelo relator, senador Eduardo Braga.

01 de Outubro de 2025

Plenário do Senado aprova texto do PLP 108; confira as mudanças

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Na noite desta terça-feira (30), o Senado Federal votou o texto final do PLP 108/24 em tramitação na casa. Após a análise da Comissão de Constituição e Justiça, o projeto recebe...

01 de Outubro de 2025

Senado aprova PLP nº 108/24, segundo projeto de regulamentação da Reforma Tributária do Consumo - Machado Nunes

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

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06 de Outubro de 2025

Advogado comenta decisão do Senado e ajustes no PLP 108/24 - Migalhas

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O Senado Federal votou, no dia 30/9, o texto final do PLP 108/24, o segundo projeto que regulamenta a reforma tributária, e que recebeu mais de 700 emendas, todas avaliadas pelo...

15 de Janeiro de 2026

Contencioso Administrativo do IBS: Instâncias e Prazos | Fiscalia

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Você recebeu uma autuação de IBS e precisa impugná-lá. Mas por onde começa? Qual é a primeira instância? Quanto tempo leva? A LC 227/2026 criou um sistema novo de julgamento adm...

29 de Janeiro de 2026

Lei cria câmara nacional para uniformizar contencioso administrativo sobre IBS e CBS - Oliveira, Augusto, Maaze Advogados - Advocacia empresarial com ética e responsabilidade.

Contextualizes Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Lei cria câmara nacional para uniformizar contencioso administrativo sobre IBS e CBS CE – Atendimento de ação fiscal será feito com agendamento prévio em plataforma da Sefaz-CE2...

20 de Fevereiro de 2026

LC 227/26 e o novo processo administrativo do IBS

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Em janeiro de 2026, foi publicada a Lei Complementar nº 227, de 13/01/2026 (“LC 227/26”), que instituiu o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (“CGIBS”), entidade públ...

13 de Abril de 2026

Reforma Tributária: novo texto do PLP 108/24 é aprovado na CCJ – Blog do José Adriano

Sustenta Artigo de notícia Posterior à alegação Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Em 17 de setembro de 2025, o relator do PLP 108/24, Eduardo Braga, apresentou em reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) o novo Relatório, ...

Grafo de fontes

Fonte Tipo Autoridade Papel Status
Tributário
https://www.mattosfilho.com.br/area-atuacao/tributario/
Artigo de notícia Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) Reportagem Reportagem jornalística Pendente
Relações Governamentais
https://www.mattosfilho.com.br/area-atuacao/relacoes-governamentais/
Artigo de notícia Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) Reportagem Reportagem jornalística Pendente
www.mattosfilho.com.br (secondary) www.mattosfilho.com.br (secondary) www.mattosfilho.com.br

Etapas do pipeline

Mostrar detalhes das etapas
  • Início · 0s Concluído
  • Buscar artigo raiz · 0s Concluído
  • Extrair alegações · 44s Concluído
  • Analisar manchete · 0s Concluído
  • Expandir artigos vinculados · 0s Concluído
  • Avaliar alegações · 4m 20s Concluído
  • Detectar distorção de fontes · 0s Concluído
  • Detectar manipulação temporal · 0s Concluído
  • Detectar engano estatístico · 0s Concluído
  • Detectar citação seletiva · 0s Concluído
  • Detectar lavagem de autoridade · 0s Concluído
  • Analisar estrutura retórica · 11s Concluído
  • Analisar lacunas contextuais · 42s Concluído
  • Detectar narrativa coordenada · 1m 6s Concluído
  • Avaliar manipulação emocional · 15s Concluído
  • Gerar resumo · 16s Concluído