Frank Investigator

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Credibilidade

14%

Coordenação

45%

Completude

50%

Status do pipeline

Concluído

Análise da manchete

O título corresponde amplamente ao corpo do artigo, mas isso é apenas um sinal estrutural e não substitui as demais análises.

Manchete
Braga inclui cashback para serviço de telecomunicação na regulamentação da reforma tributária
Uma manchete mais honesta
Braga inclui serviços de telecom na proposta de regulamentação da reforma tributária; devolução: CBS jan/2027, IBS jan/2029
Parágrafo inicial
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Resumo da investigação

Misto

A reportagem informa de forma factualmente alinhada que o parecer do senador Eduardo Braga incluiu serviços de telecomunicações (internet/telefonia) no mecanismo de ‘cashback’ da reforma tributária e traz percentuais e cronograma. Porém, há lacunas relevantes e algumas afirmações estão apresentadas de forma ambígua ou sem evidência direta (por exemplo, a ideia de que Braga “manteve” o modelo e a afirmação genérica sobre “100% de cashback”), o que impede aceitar o texto como plenamente conclusivo. Classificação geral: mixed.

Pontos fortes

  • Relata de maneira direta e consistente a inclusão de serviços de telecomunicações (internet/telefonia) no mecanismo de cashback, fato corroborado por múltiplas reportagens citadas nos analisadores.
  • Apresenta percentuais e critérios concretos (por exemplo: 100% da CBS em determinados casos; 20% do IBS para demais produtos) e um cronograma operacional claro (CBS a partir de jan/2027; IBS a partir de jan/2029), facilitando verificação posterior.
  • Tom jornalístico majoritariamente neutro e descritivo, com baixa carga emotiva e sem citações truncadas ou manipulação estatística detectada nos trechos fornecidos.
  • Não há indícios, nos excertos analisados, de que o artigo tenha deturpado ou fabricado fontes — as informações reportadas correspondem ao conteúdo do texto do relator e a matérias correlatas.

Pontos fracos

  • Afirmação vaga sobre “100% de cashback da Contribuição sobre Bens” sem esclarecer que percentuais variam conforme bens/serviços; pode induzir à leitura de que 100% é regra universal quando é condição aplicada a casos específicos.
  • A alegação de que o senador ‘manteve’ o modelo de cashback no parecer não está suportada de forma inequívoca nos trechos apresentados; evidência direta do texto final do parecer não foi fornecida.
  • Trecho sobre impostos pagos em contas de energia elétrica aparece ambíguo/incompleto e não está diretamente ligado ao mecanismo de cashback no material disponível, tornando a checagem dessa parte inconclusiva.
  • Faltam informações cruciais de contexto: estimativa do impacto fiscal (custo anual) para União/estados/municípios; quem arcará com perdas de arrecadação; e se há mecanismos de compensação entre esferas.
  • O artigo não discute se o benefício efetivamente será repassado ao consumidor (pass‑through) ou poderá ser retido por prestadoras de serviço — uma omissão que afeta a avaliação do benefício real aos usuários.
  • Ausência de detalhes operacionais e controles — não são abordados os mecanismos administrativos/tecnológicos e antifraude que viabilizariam devoluções automáticas nas faturas, um risco operacional significativo.
  • Convergência da cobertura entre veículos (ênfase nos mesmos pontos e omissão dos mesmos temas) sugere dependência de anúncios públicos e leva a omissões replicadas em vez de investigação independente; o artigo replica o anúncio sem aprofundar.
  • Imprecisão temporal em trechos como “apresentado nesta segunda‑feira (9)” sem mês/ano no excerto pode gerar confusão sobre o momento do fato.
  • Avaliação analítica geral dos examinadores aponta baixa confiança agregada (overall_confidence_score baixa), o que recomenda cautela ao interpretar o texto como definitivo.

Investigações relacionadas revelam fatos adicionais que este artigo omite:

  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu...
  • A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição
  • Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente ...
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Contexto do evento a partir de investigações relacionadas

Este evento foi analisado em 11 artigos

Linha do tempo composta

Compósito heurístico de investigações relacionadas: O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9). | A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição | Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era contra a inclusão. | Após lido o relatório nesta segunda, será concedido o pedido de vista para os senadores analisarem o texto. A votação do relatório está prevista para quarta-feira (11/12), seguida por votação posterior em plenário. | Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças. | A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h. | O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados. | A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS

Fatos omitidos pela maioria dos artigos

  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição
  • Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era contra a inclusão.
  • Após lido o relatório nesta segunda, será concedido o pedido de vista para os senadores analisarem o texto. A votação do relatório está prevista para quarta-feira (11/12), seguida por votação posterior em plenário.
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • O relatório elaborado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que trata da regulamentação da reforma tributária, incluiu o setor de telecomunicações no rol com cashback de 100% do CBS para as famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
  • Para estes segmentos essenciais, o cashback (na prática, uma devolução de valores ao contribuinte) será de 100% para a Contribuição Sobre Bens Serviços (CBS)
  • No texto do PLP 68/2024 aprovado na Câmara dos Deputados, o setor de telecomunicações estava incluído apenas nas operações que se beneficiariam com até 20% da medida.
  • Segundo o relatório apresentado na Comissão de Constituição
  • O prazo para utilização das devoluções não poderá ser superior a 24 meses
  • Em audiência pública em novembro na Comissão de Constituição
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária, incluiu no relatório a devolução dos tributos pagos sobre serviços de telecomunicações, como internet e telefonia.
  • Haverá devolução de 100% da CBS (novo imposto federal) e 20% do IBS (novo imposto subnacional).
  • Tem direito ao “cashback” os responsáveis por família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda familiar mensal per capita declarada de até meio salário mínimo.
  • Demais itens, exceto aqueles na lista do “imposto do pecado”, terão “cashback” de 20% da CBS e 20% do IBS.
  • A argumentação de uma das emendas mencionadas por Braga traz dados do IBGE
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O senador Eduardo Braga (MDB) manteve o modelo de cashback em sua proposta de regulamentação da reforma tributária,
  • No texto apresentado nesta segunda-feira (9), Braga incluiu serviços de telecomunicações, como internet
  • Dessa forma, haverá 100% de cashback da Contribuição sobre Bens
  • No caso dos impostos pagos em contas de energia elétrica
  • O plano é que o sistema de cashback da CBS comece a funcionar com base no consumo dos beneficiários a partir de janeiro de 2027. Já a devolução do IBS deve ser aplicada sobre as despesas a partir de janeiro de 2029.
  • O texto de Braga foi apresentado nesta segunda-feira (9)
  • O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o relatório da proposta. O texto tem 530 páginas
  • Ao todo, foram apresentadas 1.998 emendas ao projeto
  • A Câmara dos Deputados aprovou o texto da regulamentação da reforma tributária em julho deste ano. Na Casa Baixa, foram 336 votos favoráveis, 142 contrários e duas abstenções.
  • Relatório prevê cashback para telefonia
  • No texto, o relator também menciona a expansão da ferramenta para famílias com renda de até um salário mínimo. De acordo com ele, considerando os dados de 2020, a ampliação do patamar de devolução “implicará a qualificação de mais da metade das famílias para o cashback”.
  • Dessa forma, a regra permanece válida para famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal declarada de até meio salário mínimo.
  • O relatório manteve a devolução do imposto para o botijão de gás de 13 kg, energia elétrica, água, esgoto
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.

Avaliação narrativa

As investigações relacionadas cobrem fatos sobrepostos, mas omitem detalhes diferentes.
Comparação de cobertura (11 artigos)
www.metropoles.com Mixed

Tributária: novo relatório mantém carnes na cesta básica isenta

Fatos incluídos: 4
Fatos omitidos: 52

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição
  • Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era contra a inclusão.
  • Após lido o relatório nesta segunda, será concedido o pedido de vista para os senadores analisarem o texto. A votação do relatório está prevista para quarta-feira (11/12), seguida por votação posterior em plenário.
Fatos omitidos
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • O relatório elaborado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que trata da regulamentação da reforma tributária, incluiu o setor de telecomunicações no rol com cashback de 100% do CBS para as famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
  • Para estes segmentos essenciais, o cashback (na prática, uma devolução de valores ao contribuinte) será de 100% para a Contribuição Sobre Bens Serviços (CBS)
  • No texto do PLP 68/2024 aprovado na Câmara dos Deputados, o setor de telecomunicações estava incluído apenas nas operações que se beneficiariam com até 20% da medida.
  • Segundo o relatório apresentado na Comissão de Constituição
  • O prazo para utilização das devoluções não poderá ser superior a 24 meses
  • Em audiência pública em novembro na Comissão de Constituição
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária, incluiu no relatório a devolução dos tributos pagos sobre serviços de telecomunicações, como internet e telefonia.
  • Haverá devolução de 100% da CBS (novo imposto federal) e 20% do IBS (novo imposto subnacional).
  • Tem direito ao “cashback” os responsáveis por família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda familiar mensal per capita declarada de até meio salário mínimo.
  • Demais itens, exceto aqueles na lista do “imposto do pecado”, terão “cashback” de 20% da CBS e 20% do IBS.
  • A argumentação de uma das emendas mencionadas por Braga traz dados do IBGE
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O senador Eduardo Braga (MDB) manteve o modelo de cashback em sua proposta de regulamentação da reforma tributária,
  • No texto apresentado nesta segunda-feira (9), Braga incluiu serviços de telecomunicações, como internet
  • Dessa forma, haverá 100% de cashback da Contribuição sobre Bens
  • No caso dos impostos pagos em contas de energia elétrica
  • O plano é que o sistema de cashback da CBS comece a funcionar com base no consumo dos beneficiários a partir de janeiro de 2027. Já a devolução do IBS deve ser aplicada sobre as despesas a partir de janeiro de 2029.
  • O texto de Braga foi apresentado nesta segunda-feira (9)
  • O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o relatório da proposta. O texto tem 530 páginas
  • Ao todo, foram apresentadas 1.998 emendas ao projeto
  • A Câmara dos Deputados aprovou o texto da regulamentação da reforma tributária em julho deste ano. Na Casa Baixa, foram 336 votos favoráveis, 142 contrários e duas abstenções.
  • Relatório prevê cashback para telefonia
  • No texto, o relator também menciona a expansão da ferramenta para famílias com renda de até um salário mínimo. De acordo com ele, considerando os dados de 2020, a ampliação do patamar de devolução “implicará a qualificação de mais da metade das famílias para o cashback”.
  • Dessa forma, a regra permanece válida para famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal declarada de até meio salário mínimo.
  • O relatório manteve a devolução do imposto para o botijão de gás de 13 kg, energia elétrica, água, esgoto
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
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Relatório da reforma tributária é divulgado no Senado; veja o texto | Jornal ...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 51

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
Fatos omitidos
  • A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição
  • Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era contra a inclusão.
  • Após lido o relatório nesta segunda, será concedido o pedido de vista para os senadores analisarem o texto. A votação do relatório está prevista para quarta-feira (11/12), seguida por votação posterior em plenário.
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • O relatório elaborado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que trata da regulamentação da reforma tributária, incluiu o setor de telecomunicações no rol com cashback de 100% do CBS para as famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
  • Para estes segmentos essenciais, o cashback (na prática, uma devolução de valores ao contribuinte) será de 100% para a Contribuição Sobre Bens Serviços (CBS)
  • No texto do PLP 68/2024 aprovado na Câmara dos Deputados, o setor de telecomunicações estava incluído apenas nas operações que se beneficiariam com até 20% da medida.
  • Segundo o relatório apresentado na Comissão de Constituição
  • O prazo para utilização das devoluções não poderá ser superior a 24 meses
  • Em audiência pública em novembro na Comissão de Constituição
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária, incluiu no relatório a devolução dos tributos pagos sobre serviços de telecomunicações, como internet e telefonia.
  • Haverá devolução de 100% da CBS (novo imposto federal) e 20% do IBS (novo imposto subnacional).
  • Tem direito ao “cashback” os responsáveis por família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda familiar mensal per capita declarada de até meio salário mínimo.
  • Demais itens, exceto aqueles na lista do “imposto do pecado”, terão “cashback” de 20% da CBS e 20% do IBS.
  • A argumentação de uma das emendas mencionadas por Braga traz dados do IBGE
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O senador Eduardo Braga (MDB) manteve o modelo de cashback em sua proposta de regulamentação da reforma tributária,
  • No texto apresentado nesta segunda-feira (9), Braga incluiu serviços de telecomunicações, como internet
  • Dessa forma, haverá 100% de cashback da Contribuição sobre Bens
  • No caso dos impostos pagos em contas de energia elétrica
  • O plano é que o sistema de cashback da CBS comece a funcionar com base no consumo dos beneficiários a partir de janeiro de 2027. Já a devolução do IBS deve ser aplicada sobre as despesas a partir de janeiro de 2029.
  • O texto de Braga foi apresentado nesta segunda-feira (9)
  • O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o relatório da proposta. O texto tem 530 páginas
  • Ao todo, foram apresentadas 1.998 emendas ao projeto
  • A Câmara dos Deputados aprovou o texto da regulamentação da reforma tributária em julho deste ano. Na Casa Baixa, foram 336 votos favoráveis, 142 contrários e duas abstenções.
  • Relatório prevê cashback para telefonia
  • No texto, o relator também menciona a expansão da ferramenta para famílias com renda de até um salário mínimo. De acordo com ele, considerando os dados de 2020, a ampliação do patamar de devolução “implicará a qualificação de mais da metade das famílias para o cashback”.
  • Dessa forma, a regra permanece válida para famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal declarada de até meio salário mínimo.
  • O relatório manteve a devolução do imposto para o botijão de gás de 13 kg, energia elétrica, água, esgoto
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
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Leia a íntegra do relatório da regulamentação da reforma tributária

Fatos incluídos: 3
Fatos omitidos: 53

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Fatos incluídos
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
Fatos omitidos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição
  • Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era contra a inclusão.
  • Após lido o relatório nesta segunda, será concedido o pedido de vista para os senadores analisarem o texto. A votação do relatório está prevista para quarta-feira (11/12), seguida por votação posterior em plenário.
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • O relatório elaborado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que trata da regulamentação da reforma tributária, incluiu o setor de telecomunicações no rol com cashback de 100% do CBS para as famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
  • Para estes segmentos essenciais, o cashback (na prática, uma devolução de valores ao contribuinte) será de 100% para a Contribuição Sobre Bens Serviços (CBS)
  • No texto do PLP 68/2024 aprovado na Câmara dos Deputados, o setor de telecomunicações estava incluído apenas nas operações que se beneficiariam com até 20% da medida.
  • Segundo o relatório apresentado na Comissão de Constituição
  • O prazo para utilização das devoluções não poderá ser superior a 24 meses
  • Em audiência pública em novembro na Comissão de Constituição
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária, incluiu no relatório a devolução dos tributos pagos sobre serviços de telecomunicações, como internet e telefonia.
  • Haverá devolução de 100% da CBS (novo imposto federal) e 20% do IBS (novo imposto subnacional).
  • Tem direito ao “cashback” os responsáveis por família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda familiar mensal per capita declarada de até meio salário mínimo.
  • Demais itens, exceto aqueles na lista do “imposto do pecado”, terão “cashback” de 20% da CBS e 20% do IBS.
  • A argumentação de uma das emendas mencionadas por Braga traz dados do IBGE
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O senador Eduardo Braga (MDB) manteve o modelo de cashback em sua proposta de regulamentação da reforma tributária,
  • No texto apresentado nesta segunda-feira (9), Braga incluiu serviços de telecomunicações, como internet
  • Dessa forma, haverá 100% de cashback da Contribuição sobre Bens
  • No caso dos impostos pagos em contas de energia elétrica
  • O plano é que o sistema de cashback da CBS comece a funcionar com base no consumo dos beneficiários a partir de janeiro de 2027. Já a devolução do IBS deve ser aplicada sobre as despesas a partir de janeiro de 2029.
  • O texto de Braga foi apresentado nesta segunda-feira (9)
  • O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o relatório da proposta. O texto tem 530 páginas
  • Ao todo, foram apresentadas 1.998 emendas ao projeto
  • A Câmara dos Deputados aprovou o texto da regulamentação da reforma tributária em julho deste ano. Na Casa Baixa, foram 336 votos favoráveis, 142 contrários e duas abstenções.
  • Relatório prevê cashback para telefonia
  • No texto, o relator também menciona a expansão da ferramenta para famílias com renda de até um salário mínimo. De acordo com ele, considerando os dados de 2020, a ampliação do patamar de devolução “implicará a qualificação de mais da metade das famílias para o cashback”.
  • Dessa forma, a regra permanece válida para famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal declarada de até meio salário mínimo.
  • O relatório manteve a devolução do imposto para o botijão de gás de 13 kg, energia elétrica, água, esgoto
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
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Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

Fatos incluídos: 10
Fatos omitidos: 46

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Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
Fatos omitidos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição
  • Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era contra a inclusão.
  • Após lido o relatório nesta segunda, será concedido o pedido de vista para os senadores analisarem o texto. A votação do relatório está prevista para quarta-feira (11/12), seguida por votação posterior em plenário.
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O relatório elaborado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que trata da regulamentação da reforma tributária, incluiu o setor de telecomunicações no rol com cashback de 100% do CBS para as famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
  • Para estes segmentos essenciais, o cashback (na prática, uma devolução de valores ao contribuinte) será de 100% para a Contribuição Sobre Bens Serviços (CBS)
  • No texto do PLP 68/2024 aprovado na Câmara dos Deputados, o setor de telecomunicações estava incluído apenas nas operações que se beneficiariam com até 20% da medida.
  • Segundo o relatório apresentado na Comissão de Constituição
  • O prazo para utilização das devoluções não poderá ser superior a 24 meses
  • Em audiência pública em novembro na Comissão de Constituição
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária, incluiu no relatório a devolução dos tributos pagos sobre serviços de telecomunicações, como internet e telefonia.
  • Haverá devolução de 100% da CBS (novo imposto federal) e 20% do IBS (novo imposto subnacional).
  • Tem direito ao “cashback” os responsáveis por família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda familiar mensal per capita declarada de até meio salário mínimo.
  • Demais itens, exceto aqueles na lista do “imposto do pecado”, terão “cashback” de 20% da CBS e 20% do IBS.
  • A argumentação de uma das emendas mencionadas por Braga traz dados do IBGE
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O senador Eduardo Braga (MDB) manteve o modelo de cashback em sua proposta de regulamentação da reforma tributária,
  • No texto apresentado nesta segunda-feira (9), Braga incluiu serviços de telecomunicações, como internet
  • Dessa forma, haverá 100% de cashback da Contribuição sobre Bens
  • No caso dos impostos pagos em contas de energia elétrica
  • O plano é que o sistema de cashback da CBS comece a funcionar com base no consumo dos beneficiários a partir de janeiro de 2027. Já a devolução do IBS deve ser aplicada sobre as despesas a partir de janeiro de 2029.
  • O texto de Braga foi apresentado nesta segunda-feira (9)
  • O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o relatório da proposta. O texto tem 530 páginas
  • Ao todo, foram apresentadas 1.998 emendas ao projeto
  • A Câmara dos Deputados aprovou o texto da regulamentação da reforma tributária em julho deste ano. Na Casa Baixa, foram 336 votos favoráveis, 142 contrários e duas abstenções.
  • Relatório prevê cashback para telefonia
  • No texto, o relator também menciona a expansão da ferramenta para famílias com renda de até um salário mínimo. De acordo com ele, considerando os dados de 2020, a ampliação do patamar de devolução “implicará a qualificação de mais da metade das famílias para o cashback”.
  • Dessa forma, a regra permanece válida para famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal declarada de até meio salário mínimo.
  • O relatório manteve a devolução do imposto para o botijão de gás de 13 kg, energia elétrica, água, esgoto
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
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Relator coloca telecom com 100% de cashback na reforma tributária - TELETIME ...

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 50

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O relatório elaborado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que trata da regulamentação da reforma tributária, incluiu o setor de telecomunicações no rol com cashback de 100% do CBS para as famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
  • Para estes segmentos essenciais, o cashback (na prática, uma devolução de valores ao contribuinte) será de 100% para a Contribuição Sobre Bens Serviços (CBS)
  • No texto do PLP 68/2024 aprovado na Câmara dos Deputados, o setor de telecomunicações estava incluído apenas nas operações que se beneficiariam com até 20% da medida.
  • Segundo o relatório apresentado na Comissão de Constituição
  • O prazo para utilização das devoluções não poderá ser superior a 24 meses
  • Em audiência pública em novembro na Comissão de Constituição
Fatos omitidos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição
  • Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era contra a inclusão.
  • Após lido o relatório nesta segunda, será concedido o pedido de vista para os senadores analisarem o texto. A votação do relatório está prevista para quarta-feira (11/12), seguida por votação posterior em plenário.
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária, incluiu no relatório a devolução dos tributos pagos sobre serviços de telecomunicações, como internet e telefonia.
  • Haverá devolução de 100% da CBS (novo imposto federal) e 20% do IBS (novo imposto subnacional).
  • Tem direito ao “cashback” os responsáveis por família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda familiar mensal per capita declarada de até meio salário mínimo.
  • Demais itens, exceto aqueles na lista do “imposto do pecado”, terão “cashback” de 20% da CBS e 20% do IBS.
  • A argumentação de uma das emendas mencionadas por Braga traz dados do IBGE
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O senador Eduardo Braga (MDB) manteve o modelo de cashback em sua proposta de regulamentação da reforma tributária,
  • No texto apresentado nesta segunda-feira (9), Braga incluiu serviços de telecomunicações, como internet
  • Dessa forma, haverá 100% de cashback da Contribuição sobre Bens
  • No caso dos impostos pagos em contas de energia elétrica
  • O plano é que o sistema de cashback da CBS comece a funcionar com base no consumo dos beneficiários a partir de janeiro de 2027. Já a devolução do IBS deve ser aplicada sobre as despesas a partir de janeiro de 2029.
  • O texto de Braga foi apresentado nesta segunda-feira (9)
  • O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o relatório da proposta. O texto tem 530 páginas
  • Ao todo, foram apresentadas 1.998 emendas ao projeto
  • A Câmara dos Deputados aprovou o texto da regulamentação da reforma tributária em julho deste ano. Na Casa Baixa, foram 336 votos favoráveis, 142 contrários e duas abstenções.
  • Relatório prevê cashback para telefonia
  • No texto, o relator também menciona a expansão da ferramenta para famílias com renda de até um salário mínimo. De acordo com ele, considerando os dados de 2020, a ampliação do patamar de devolução “implicará a qualificação de mais da metade das famílias para o cashback”.
  • Dessa forma, a regra permanece válida para famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal declarada de até meio salário mínimo.
  • O relatório manteve a devolução do imposto para o botijão de gás de 13 kg, energia elétrica, água, esgoto
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
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Relatório da reforma tributária estende “cashback” para telefonia e internet ...

Fatos incluídos: 5
Fatos omitidos: 51

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária, incluiu no relatório a devolução dos tributos pagos sobre serviços de telecomunicações, como internet e telefonia.
  • Haverá devolução de 100% da CBS (novo imposto federal) e 20% do IBS (novo imposto subnacional).
  • Tem direito ao “cashback” os responsáveis por família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda familiar mensal per capita declarada de até meio salário mínimo.
  • Demais itens, exceto aqueles na lista do “imposto do pecado”, terão “cashback” de 20% da CBS e 20% do IBS.
  • A argumentação de uma das emendas mencionadas por Braga traz dados do IBGE
Fatos omitidos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição
  • Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era contra a inclusão.
  • Após lido o relatório nesta segunda, será concedido o pedido de vista para os senadores analisarem o texto. A votação do relatório está prevista para quarta-feira (11/12), seguida por votação posterior em plenário.
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • O relatório elaborado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que trata da regulamentação da reforma tributária, incluiu o setor de telecomunicações no rol com cashback de 100% do CBS para as famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
  • Para estes segmentos essenciais, o cashback (na prática, uma devolução de valores ao contribuinte) será de 100% para a Contribuição Sobre Bens Serviços (CBS)
  • No texto do PLP 68/2024 aprovado na Câmara dos Deputados, o setor de telecomunicações estava incluído apenas nas operações que se beneficiariam com até 20% da medida.
  • Segundo o relatório apresentado na Comissão de Constituição
  • O prazo para utilização das devoluções não poderá ser superior a 24 meses
  • Em audiência pública em novembro na Comissão de Constituição
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O senador Eduardo Braga (MDB) manteve o modelo de cashback em sua proposta de regulamentação da reforma tributária,
  • No texto apresentado nesta segunda-feira (9), Braga incluiu serviços de telecomunicações, como internet
  • Dessa forma, haverá 100% de cashback da Contribuição sobre Bens
  • No caso dos impostos pagos em contas de energia elétrica
  • O plano é que o sistema de cashback da CBS comece a funcionar com base no consumo dos beneficiários a partir de janeiro de 2027. Já a devolução do IBS deve ser aplicada sobre as despesas a partir de janeiro de 2029.
  • O texto de Braga foi apresentado nesta segunda-feira (9)
  • O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o relatório da proposta. O texto tem 530 páginas
  • Ao todo, foram apresentadas 1.998 emendas ao projeto
  • A Câmara dos Deputados aprovou o texto da regulamentação da reforma tributária em julho deste ano. Na Casa Baixa, foram 336 votos favoráveis, 142 contrários e duas abstenções.
  • Relatório prevê cashback para telefonia
  • No texto, o relator também menciona a expansão da ferramenta para famílias com renda de até um salário mínimo. De acordo com ele, considerando os dados de 2020, a ampliação do patamar de devolução “implicará a qualificação de mais da metade das famílias para o cashback”.
  • Dessa forma, a regra permanece válida para famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal declarada de até meio salário mínimo.
  • O relatório manteve a devolução do imposto para o botijão de gás de 13 kg, energia elétrica, água, esgoto
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
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Reforma tributária: CCJ aprova relatório do PLP 108/2024 com avanços federati...

Fatos incluídos: 4
Fatos omitidos: 52

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Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
Fatos omitidos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição
  • Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era contra a inclusão.
  • Após lido o relatório nesta segunda, será concedido o pedido de vista para os senadores analisarem o texto. A votação do relatório está prevista para quarta-feira (11/12), seguida por votação posterior em plenário.
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • O relatório elaborado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que trata da regulamentação da reforma tributária, incluiu o setor de telecomunicações no rol com cashback de 100% do CBS para as famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
  • Para estes segmentos essenciais, o cashback (na prática, uma devolução de valores ao contribuinte) será de 100% para a Contribuição Sobre Bens Serviços (CBS)
  • No texto do PLP 68/2024 aprovado na Câmara dos Deputados, o setor de telecomunicações estava incluído apenas nas operações que se beneficiariam com até 20% da medida.
  • Segundo o relatório apresentado na Comissão de Constituição
  • O prazo para utilização das devoluções não poderá ser superior a 24 meses
  • Em audiência pública em novembro na Comissão de Constituição
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária, incluiu no relatório a devolução dos tributos pagos sobre serviços de telecomunicações, como internet e telefonia.
  • Haverá devolução de 100% da CBS (novo imposto federal) e 20% do IBS (novo imposto subnacional).
  • Tem direito ao “cashback” os responsáveis por família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda familiar mensal per capita declarada de até meio salário mínimo.
  • Demais itens, exceto aqueles na lista do “imposto do pecado”, terão “cashback” de 20% da CBS e 20% do IBS.
  • A argumentação de uma das emendas mencionadas por Braga traz dados do IBGE
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O senador Eduardo Braga (MDB) manteve o modelo de cashback em sua proposta de regulamentação da reforma tributária,
  • No texto apresentado nesta segunda-feira (9), Braga incluiu serviços de telecomunicações, como internet
  • Dessa forma, haverá 100% de cashback da Contribuição sobre Bens
  • No caso dos impostos pagos em contas de energia elétrica
  • O plano é que o sistema de cashback da CBS comece a funcionar com base no consumo dos beneficiários a partir de janeiro de 2027. Já a devolução do IBS deve ser aplicada sobre as despesas a partir de janeiro de 2029.
  • O texto de Braga foi apresentado nesta segunda-feira (9)
  • O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o relatório da proposta. O texto tem 530 páginas
  • Ao todo, foram apresentadas 1.998 emendas ao projeto
  • A Câmara dos Deputados aprovou o texto da regulamentação da reforma tributária em julho deste ano. Na Casa Baixa, foram 336 votos favoráveis, 142 contrários e duas abstenções.
  • Relatório prevê cashback para telefonia
  • No texto, o relator também menciona a expansão da ferramenta para famílias com renda de até um salário mínimo. De acordo com ele, considerando os dados de 2020, a ampliação do patamar de devolução “implicará a qualificação de mais da metade das famílias para o cashback”.
  • Dessa forma, a regra permanece válida para famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal declarada de até meio salário mínimo.
  • O relatório manteve a devolução do imposto para o botijão de gás de 13 kg, energia elétrica, água, esgoto
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
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Relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Comitê Gestor do IBS é ap...

Fatos incluídos: 7
Fatos omitidos: 49

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • Os senadores Eduardo Braga
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
Fatos omitidos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição
  • Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era contra a inclusão.
  • Após lido o relatório nesta segunda, será concedido o pedido de vista para os senadores analisarem o texto. A votação do relatório está prevista para quarta-feira (11/12), seguida por votação posterior em plenário.
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • O relatório elaborado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que trata da regulamentação da reforma tributária, incluiu o setor de telecomunicações no rol com cashback de 100% do CBS para as famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
  • Para estes segmentos essenciais, o cashback (na prática, uma devolução de valores ao contribuinte) será de 100% para a Contribuição Sobre Bens Serviços (CBS)
  • No texto do PLP 68/2024 aprovado na Câmara dos Deputados, o setor de telecomunicações estava incluído apenas nas operações que se beneficiariam com até 20% da medida.
  • Segundo o relatório apresentado na Comissão de Constituição
  • O prazo para utilização das devoluções não poderá ser superior a 24 meses
  • Em audiência pública em novembro na Comissão de Constituição
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária, incluiu no relatório a devolução dos tributos pagos sobre serviços de telecomunicações, como internet e telefonia.
  • Haverá devolução de 100% da CBS (novo imposto federal) e 20% do IBS (novo imposto subnacional).
  • Tem direito ao “cashback” os responsáveis por família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda familiar mensal per capita declarada de até meio salário mínimo.
  • Demais itens, exceto aqueles na lista do “imposto do pecado”, terão “cashback” de 20% da CBS e 20% do IBS.
  • A argumentação de uma das emendas mencionadas por Braga traz dados do IBGE
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • O senador Eduardo Braga (MDB) manteve o modelo de cashback em sua proposta de regulamentação da reforma tributária,
  • No texto apresentado nesta segunda-feira (9), Braga incluiu serviços de telecomunicações, como internet
  • Dessa forma, haverá 100% de cashback da Contribuição sobre Bens
  • No caso dos impostos pagos em contas de energia elétrica
  • O plano é que o sistema de cashback da CBS comece a funcionar com base no consumo dos beneficiários a partir de janeiro de 2027. Já a devolução do IBS deve ser aplicada sobre as despesas a partir de janeiro de 2029.
  • O texto de Braga foi apresentado nesta segunda-feira (9)
  • O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o relatório da proposta. O texto tem 530 páginas
  • Ao todo, foram apresentadas 1.998 emendas ao projeto
  • A Câmara dos Deputados aprovou o texto da regulamentação da reforma tributária em julho deste ano. Na Casa Baixa, foram 336 votos favoráveis, 142 contrários e duas abstenções.
  • Relatório prevê cashback para telefonia
  • No texto, o relator também menciona a expansão da ferramenta para famílias com renda de até um salário mínimo. De acordo com ele, considerando os dados de 2020, a ampliação do patamar de devolução “implicará a qualificação de mais da metade das famílias para o cashback”.
  • Dessa forma, a regra permanece válida para famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal declarada de até meio salário mínimo.
  • O relatório manteve a devolução do imposto para o botijão de gás de 13 kg, energia elétrica, água, esgoto
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
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Braga inclui cashback para serviço de telecomunicação na regulamentação da re...

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Fatos omitidos: 50
Fatos incluídos
  • O senador Eduardo Braga (MDB) manteve o modelo de cashback em sua proposta de regulamentação da reforma tributária,
  • No texto apresentado nesta segunda-feira (9), Braga incluiu serviços de telecomunicações, como internet
  • Dessa forma, haverá 100% de cashback da Contribuição sobre Bens
  • No caso dos impostos pagos em contas de energia elétrica
  • O plano é que o sistema de cashback da CBS comece a funcionar com base no consumo dos beneficiários a partir de janeiro de 2027. Já a devolução do IBS deve ser aplicada sobre as despesas a partir de janeiro de 2029.
  • O texto de Braga foi apresentado nesta segunda-feira (9)
Fatos omitidos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição
  • Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era contra a inclusão.
  • Após lido o relatório nesta segunda, será concedido o pedido de vista para os senadores analisarem o texto. A votação do relatório está prevista para quarta-feira (11/12), seguida por votação posterior em plenário.
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • O relatório elaborado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que trata da regulamentação da reforma tributária, incluiu o setor de telecomunicações no rol com cashback de 100% do CBS para as famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
  • Para estes segmentos essenciais, o cashback (na prática, uma devolução de valores ao contribuinte) será de 100% para a Contribuição Sobre Bens Serviços (CBS)
  • No texto do PLP 68/2024 aprovado na Câmara dos Deputados, o setor de telecomunicações estava incluído apenas nas operações que se beneficiariam com até 20% da medida.
  • Segundo o relatório apresentado na Comissão de Constituição
  • O prazo para utilização das devoluções não poderá ser superior a 24 meses
  • Em audiência pública em novembro na Comissão de Constituição
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária, incluiu no relatório a devolução dos tributos pagos sobre serviços de telecomunicações, como internet e telefonia.
  • Haverá devolução de 100% da CBS (novo imposto federal) e 20% do IBS (novo imposto subnacional).
  • Tem direito ao “cashback” os responsáveis por família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda familiar mensal per capita declarada de até meio salário mínimo.
  • Demais itens, exceto aqueles na lista do “imposto do pecado”, terão “cashback” de 20% da CBS e 20% do IBS.
  • A argumentação de uma das emendas mencionadas por Braga traz dados do IBGE
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o relatório da proposta. O texto tem 530 páginas
  • Ao todo, foram apresentadas 1.998 emendas ao projeto
  • A Câmara dos Deputados aprovou o texto da regulamentação da reforma tributária em julho deste ano. Na Casa Baixa, foram 336 votos favoráveis, 142 contrários e duas abstenções.
  • Relatório prevê cashback para telefonia
  • No texto, o relator também menciona a expansão da ferramenta para famílias com renda de até um salário mínimo. De acordo com ele, considerando os dados de 2020, a ampliação do patamar de devolução “implicará a qualificação de mais da metade das famílias para o cashback”.
  • Dessa forma, a regra permanece válida para famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal declarada de até meio salário mínimo.
  • O relatório manteve a devolução do imposto para o botijão de gás de 13 kg, energia elétrica, água, esgoto
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
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  • O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o relatório da proposta. O texto tem 530 páginas
  • Ao todo, foram apresentadas 1.998 emendas ao projeto
  • A Câmara dos Deputados aprovou o texto da regulamentação da reforma tributária em julho deste ano. Na Casa Baixa, foram 336 votos favoráveis, 142 contrários e duas abstenções.
  • Relatório prevê cashback para telefonia
  • No texto, o relator também menciona a expansão da ferramenta para famílias com renda de até um salário mínimo. De acordo com ele, considerando os dados de 2020, a ampliação do patamar de devolução “implicará a qualificação de mais da metade das famílias para o cashback”.
  • Dessa forma, a regra permanece válida para famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal declarada de até meio salário mínimo.
  • O relatório manteve a devolução do imposto para o botijão de gás de 13 kg, energia elétrica, água, esgoto
Fatos omitidos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição
  • Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era contra a inclusão.
  • Após lido o relatório nesta segunda, será concedido o pedido de vista para os senadores analisarem o texto. A votação do relatório está prevista para quarta-feira (11/12), seguida por votação posterior em plenário.
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • O relatório elaborado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que trata da regulamentação da reforma tributária, incluiu o setor de telecomunicações no rol com cashback de 100% do CBS para as famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
  • Para estes segmentos essenciais, o cashback (na prática, uma devolução de valores ao contribuinte) será de 100% para a Contribuição Sobre Bens Serviços (CBS)
  • No texto do PLP 68/2024 aprovado na Câmara dos Deputados, o setor de telecomunicações estava incluído apenas nas operações que se beneficiariam com até 20% da medida.
  • Segundo o relatório apresentado na Comissão de Constituição
  • O prazo para utilização das devoluções não poderá ser superior a 24 meses
  • Em audiência pública em novembro na Comissão de Constituição
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária, incluiu no relatório a devolução dos tributos pagos sobre serviços de telecomunicações, como internet e telefonia.
  • Haverá devolução de 100% da CBS (novo imposto federal) e 20% do IBS (novo imposto subnacional).
  • Tem direito ao “cashback” os responsáveis por família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda familiar mensal per capita declarada de até meio salário mínimo.
  • Demais itens, exceto aqueles na lista do “imposto do pecado”, terão “cashback” de 20% da CBS e 20% do IBS.
  • A argumentação de uma das emendas mencionadas por Braga traz dados do IBGE
  • A Comissão de Constituição
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O senador Eduardo Braga (MDB) manteve o modelo de cashback em sua proposta de regulamentação da reforma tributária,
  • No texto apresentado nesta segunda-feira (9), Braga incluiu serviços de telecomunicações, como internet
  • Dessa forma, haverá 100% de cashback da Contribuição sobre Bens
  • No caso dos impostos pagos em contas de energia elétrica
  • O plano é que o sistema de cashback da CBS comece a funcionar com base no consumo dos beneficiários a partir de janeiro de 2027. Já a devolução do IBS deve ser aplicada sobre as despesas a partir de janeiro de 2029.
  • O texto de Braga foi apresentado nesta segunda-feira (9)
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
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CCJ do Senado define calendário para regulamentar reforma tributária - Migalhas

Fatos incluídos: 6
Fatos omitidos: 50

Abrir investigação

Fatos incluídos
  • A Comissão de Constituição
  • O relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), propõe a realização de 11 audiências públicas no colegiado
  • O primeiro debate na CCJ está marcado para a próxima terça-feira (29). Deve ter como temas os novos tributos incidentes sobre o consumo
  • A última audiência pública, marcada para 14 de novembro, deve abordar as regras de transição, fiscalização e avaliação quinquenal.
  • Durante a discussão do plano na CCJ, o senador Izalci Lucas sugeriu que o PLP 68/2024 seja votado também na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos, lembrando o extenso trabalho realizado no grupo de trabalho na CAE. O pedido foi apoiado pelos senadores Efraim Filho e Esperidião Amin.
  • O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre, disse que a decisão sobre o encaminhamento à CAE cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele lembrou que 40 dos 54 membros da CCJ também fazem parte da CAE.
Fatos omitidos
  • O relator no Senado do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/2024), senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou seu relatório nesta segunda-feira (9).
  • A previsão é de que o parecer seja lido em sessão da Comissão de Constituição
  • Esta foi uma das principais mudanças incluídas no texto pela Câmara dos Deputados, após pressão da bancada ruralista, em derrota para o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), que era contra a inclusão.
  • Após lido o relatório nesta segunda, será concedido o pedido de vista para os senadores analisarem o texto. A votação do relatório está prevista para quarta-feira (11/12), seguida por votação posterior em plenário.
  • Após a leitura, os senadores que compõem a comissão terão 48 horas para fazer sugestões de mudanças.
  • A previsão é de votação na CCJ na quarta-feira (11), durante a reunião semanal da comissão, agendada para as 10h.
  • O PLP 68 chegou ao Senado em agosto, após aprovação na Câmara dos Deputados.
  • A reforma começa a ser implementada em 2026, com prazo de transição até 2032 para os futuros impostos sobre consumo CBS
  • O relator do principal texto da regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), apresentou nesta 2ª feira (9.dez.2024) o relatório com modificações ao projeto.
  • Os senadores apresentaram 1.998 emendas, das quais 500 foram acatadas total ou parcialmente.
  • O PLP (Projeto de Lei Complementar) 68 de 2024 trata da unificação dos impostos para a criação do IBS (Imposto sobre Bens
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, fez a leitura do relatório, nesta quarta-feira (10/9), na Comissão de Constituição
  • O PLP 108 cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens
  • O projeto também define as regras para resolução de contencioso entre contribuintes
  • O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, os diretores da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert) do Ministério da Fazenda João Pedro Nobre
  • Os senadores Eduardo Braga
  • o presidente da comissão Otto Alencar (PSD-BA) pediram que novas emendas sejam protocoladas até às 18h do dia 16 de setembro.
  • O PLP 108 é o segundo projeto de lei complementar de regulamentação da reforma dos chamados “impostos indiretos". O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • A LC 214 estabelece a Lei Geral do IBS, da Contribuição sobre Bens
  • Serviços (CBS) – a ser gerida pela União –
  • A LC 214, além disso, define as regras de transição, do cashback (mecanismo de devolução, às famílias de renda mais baixa, de parte dos tributos pagos por elas sobre o seu consumo)
  • O relatório elaborado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) do Projeto de Lei Complementar (PLP) 68/2024, que trata da regulamentação da reforma tributária, incluiu o setor de telecomunicações no rol com cashback de 100% do CBS para as famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal.
  • Para estes segmentos essenciais, o cashback (na prática, uma devolução de valores ao contribuinte) será de 100% para a Contribuição Sobre Bens Serviços (CBS)
  • No texto do PLP 68/2024 aprovado na Câmara dos Deputados, o setor de telecomunicações estava incluído apenas nas operações que se beneficiariam com até 20% da medida.
  • Segundo o relatório apresentado na Comissão de Constituição
  • O prazo para utilização das devoluções não poderá ser superior a 24 meses
  • Em audiência pública em novembro na Comissão de Constituição
  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária, incluiu no relatório a devolução dos tributos pagos sobre serviços de telecomunicações, como internet e telefonia.
  • Haverá devolução de 100% da CBS (novo imposto federal) e 20% do IBS (novo imposto subnacional).
  • Tem direito ao “cashback” os responsáveis por família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda familiar mensal per capita declarada de até meio salário mínimo.
  • Demais itens, exceto aqueles na lista do “imposto do pecado”, terão “cashback” de 20% da CBS e 20% do IBS.
  • A argumentação de uma das emendas mencionadas por Braga traz dados do IBGE
  • Ao todo, o substitutivo ao texto original que veio da Câmara dos Deputados recebeu 518 emendas.
  • O presidente do Comsefaz, Flávio César, acompanhou a leitura
  • O desempenho do Comsefaz no processo de regulamentação da reforma tributária foi igualmente reconhecido pelo presidente da CCJ, o senador Otto Alencar (PSD-BA), que também fez um elogio público ao Comitê.
  • Com pedido de vista, a votação na CCJ deve ocorrer em 17 de setembro.
  • O primeiro foi o PLP 68/2024, convertido na Lei Complementar (LC) 214/2025, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro.
  • O senador Eduardo Braga (MDB) manteve o modelo de cashback em sua proposta de regulamentação da reforma tributária,
  • No texto apresentado nesta segunda-feira (9), Braga incluiu serviços de telecomunicações, como internet
  • Dessa forma, haverá 100% de cashback da Contribuição sobre Bens
  • No caso dos impostos pagos em contas de energia elétrica
  • O plano é que o sistema de cashback da CBS comece a funcionar com base no consumo dos beneficiários a partir de janeiro de 2027. Já a devolução do IBS deve ser aplicada sobre as despesas a partir de janeiro de 2029.
  • O texto de Braga foi apresentado nesta segunda-feira (9)
  • O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária, senador Eduardo Braga (MDB-AM), divulgou nesta segunda-feira (9) o relatório da proposta. O texto tem 530 páginas
  • Ao todo, foram apresentadas 1.998 emendas ao projeto
  • A Câmara dos Deputados aprovou o texto da regulamentação da reforma tributária em julho deste ano. Na Casa Baixa, foram 336 votos favoráveis, 142 contrários e duas abstenções.
  • Relatório prevê cashback para telefonia
  • No texto, o relator também menciona a expansão da ferramenta para famílias com renda de até um salário mínimo. De acordo com ele, considerando os dados de 2020, a ampliação do patamar de devolução “implicará a qualificação de mais da metade das famílias para o cashback”.
  • Dessa forma, a regra permanece válida para famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal declarada de até meio salário mínimo.
  • O relatório manteve a devolução do imposto para o botijão de gás de 13 kg, energia elétrica, água, esgoto

Análise de narrativa coordenada

As reportagens fornecidas (O Tempo e cinco matérias correlatas) concentram-se no mesmo núcleo informativo: o relator Eduardo Braga incluiu serviços de telecomunicações (telefonia e internet) no mecanismo de "cashback" previsto no parecer de regulamentação da reforma tributária, apresentado em 9 de dezembro de 2024, e destinado a beneficiários do Cadastro Único / famílias de baixa renda. A cobertura dos trechos fornecidos enfatiza o caráter de "devolução" do tributo e os beneficiários elegíveis, usando termos positivos como "cashback" ou "devolução". Não há, nos excertos apresentados, desenvolvimento consistente sobre os custos, fontes de financiamento, viabilidade operacional, controles anti-fraude ou reações de atores interessados. Esse padrão parece mais reflexo de múltiplos veículos noticiando o mesmo anúncio público do relator do que de uma campanha coordenada: a convergência principal é na ênfase e nas omissões substanciais, não no emprego de falácias retóricas idênticas nem em deflexão para debates meta-jornalísticos.

Pontuação de coordenação
45%

Enquadramento convergente

  • Uso do termo 'cashback' e 'devolução' para apresentar a medida como benefício direto ao consumidor
  • Ênfase nos beneficiários de baixa renda / Cadastro Único como principal alvo da devolução
  • Narrativa centrada na apresentação do relatório (quem apresentou e quando) e na ampliação do escopo para telecomunicações, sem detalhar obstáculos operacionais

Omissões convergentes

  • Estimativa do custo fiscal da medida e impacto sobre a arrecadação da União, Estados, Distrito Federal e municípios
  • Fonte(s) de recursos ou mecanismo(s) de financiamento para viabilizar o cashback
  • Avaliação da viabilidade administrativa e tecnológica para implementar devoluções automáticas nas faturas (sistemas, prazos, complexidade operacional)
  • Reações de atores relevantes: governos estaduais, Câmara dos Deputados, empresas de telecomunicações e entidades de defesa do consumidor
  • Detalhes sobre controles anti-fraude, critérios de elegibilidade além do CadÚnico e mecanismos de auditoria
  • Histórico de votação, posição dos partidos e probabilidade de aprovação final caso o texto seja alterado e retorne à Câmara
Cobertura similar encontrada (5)

Análise de manipulação emocional

O texto é majoritariamente factual e de tom neutro, apresentando detalhes explícitos sobre percentuais de cashback (100% da CBS e 20% do IBS), itens elegíveis, requisitos e cronograma (início estimado em 2027/2029). Apesar da baixa carga emotiva — o que reduz o risco de apelo emocional substitutivo — os analisadores apontam altos riscos de misrepresentação e 'authority laundering', e certa incompletude de contexto; por isso há uma preocupação moderada com potenciais distorções, mesmo sem linguagem inflamatória.

Temperatura emocional
6%
Densidade de evidência
88%
Pontuação de manipulação
36%

Emoções dominantes

neutralidade calma impessoalidade
Fatores contribuintes (5)
  • densidade emotiva muito baixa no texto (linguagem factual e informativa) — reduz o risco de manipulação
  • alto conteúdo factual e detalhamento (percentuais de cashback, itens elegíveis, requisitos e cronograma explícitos) — eleva a evidência
  • pontuação alta de misrepresentação de fontes indicada pelos analisadores (misrepresentation_score = 1.0) — risco de distorção informativa
  • alto índice de authority laundering reportado (laundering_score = 1.0) — possível uso indevido de autoridade para validar afirmações
  • contexto incompleto e sinalização de headline bait (completeness_score = 0.5; coordination_score e headline_bait_score indicados) — aumenta incertezas sobre enquadramento
Análise de distorção de fontes

Análise de distorção de fontes

Nenhuma representação incorreta de fonte detectada no texto fornecido. O artigo relata diretamente o conteúdo do 'texto de Braga' (incluindo inclusão de serviços de telecomunicações e percentuais de cashback) sem citar fontes externas independentes ou fazer afirmações que contradigam ou adaptem indevidamente materiais de referência presentes no próprio texto. Como não há citações externas ou referências explícitas a documentos fora do próprio artigo além de links internos do mesmo veículo, não foi possível identificar cherrypicking, fabricação ou inversão de afirmações.

Pontuação de distorção
100%
Análise de manipulação temporal — nenhum problema significativo encontrado
Análise de engano estatístico — nenhum problema significativo encontrado
Análise de citação seletiva — nenhum problema significativo encontrado
Análise de lavagem de autoridade

Análise de lavagem de autoridade

Não foram identificadas cadeias de citação que lavem autoridade (por exemplo, postagem em blog sendo recapitulada por veículos maiores sem nova evidência) no trecho disponibilizado. As fontes vinculadas no campo 'linked_sources' pertencem ao mesmo veículo (www.otempo.com.br) e aparecem como links internos; o artigo em si não referencia nem repassa informações de uma cadeia de fontes externas distinta.

Pontuação de lavagem
100%
Análise retórica — nenhum problema significativo encontrado
Análise de lacunas contextuais

Análise de lacunas contextuais

A matéria descreve que o relator incluiu serviços de telecomunicações no cashback, os critérios de elegibilidade e o calendário de início, mas deixa de tratar questões centrais: o custo fiscal total e quem arcará com ele; se o benefício será efetivamente repassado ao consumidor ou retido por provedores; como será gerida a interação entre tributos federais e subnacionais (CBS vs IBS) e eventuais compensações; a estimativa de alcance/quantidade de beneficiários atendidos pelo critério de meio salário mínimo e CadÚnico; e os controles operacionais e contra fraudes necessários para viabilizar a devolução automática nas faturas. Esses gaps são pesquisáveis em fontes públicas e são fundamentais para avaliar a viabilidade e o impacto real da proposta.

Completude contextual
50%
Questões não abordadas (5)
  • Qual será o impacto fiscal estimado (custo anual) do mecanismo de cashback sobre a receita da União, estados, Distrito Federal e municípios?

    Saber o custo fiscal é essencial para avaliar a sustentabilidade da medida e se haverá compensações ou cortes em outras áreas; o artigo não traz estimativas nem indica quem arcará com a perda de arrecadação. Sem esse dado, não é possível avaliar se a proposta é financeiramente viável.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Estimativas do impacto do cashback da reforma tributária sobre a renda ...

    6 de nov. de 2025A reforma possui como ideia central a unificação e simplificação de 5 tributos de diferentes competências (ICMS, ISS, IPI, PIS e COFINS) e a criação do Imposto sobre Bens e Serviço...

    Receita Federal libera ferramenta oficial de cálculo da Reforma ...

    18 de jul. de 2025A versão Beta da Calculadora de Tributos foi criada para apoiar a implantação da Reforma Tributária sobre o Consumo, promovendo o cálculo padronizado da CBS, IBS e Imposto Seletivo.

    Cashback do IBS e CBS: regras e funcionamento

    4 de dez. de 2025Cashback do IBS e CBS: saiba como funcionará a devolução de impostos, os grupos de produtos, percentuais e impactos para famílias e empresas.

  • Existe evidência de que o cashback será repassado para redução de preços finais de serviços de telecomunicação, ou os provedores tendem a reter a margem?

    A reportagem presume benefício ao consumidor, mas não discute pass-through; sem saber se empresas reduzirão preços ou manterão receitas, a vantagem para o usuário é incerta.

    Contra-evidência encontrada (3)
    Reforma Tributária no Setor de Telecom: Impactos e Adaptações

    10 de nov. de 2025O principal objetivo da reforma é a simplificação da tributação sobre o consumo, buscando maior segurança jurídica e a eliminação do efeito cascata (imposto sobre imposto) por mei...

    PDF Manual Lançamento RTC versão I - gov.br

    A Reforma Tributária do Consumo (RTC) traz um conjunto de mudanças estruturais no sistema tributário brasileiro com a finalidade de simplificar, modernizar e tornar mais justa a tributação brasileira.

    Como a Reforma Tributária vai impactar as empresas de Telecom

    Estimativas da associação Abranet indicam que os planos de internet banda larga ao consumidor podem subir entre 15% e 18% em preço devido à nova tributação cheia do IVA dual, já que o setor não foi...

  • Como será operacionalizada a divisão entre CBS (federal) e IBS (estaduais/municipais) na prática, e quais arranjos compensatórios foram previstos para estados e municípios que perderem arrecadação?

    O artigo menciona percentuais distintos de devolução entre CBS e IBS, mas não explica como conflitos entre esferas serão resolvidos nem se há mecanismo de compensação para entes subnacionais; isso afeta implementação e aderência política.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PDF Distribuição do IBS - Coeficiente de participação - cnm.org.br

    O art. 132 do PLP 108/2024 traz um ponto importante relativo aos cálculos e distri-buição do produto do IBS para Estados, Distrito Federal e Municípios, ato de competência do CG-IBS, reforçando a i...

    Distribuição do IBS aos entes federativos - Consultor Jurídico

    13 de mai. de 2024Se considerarmos que o IBS terá arrecadação equivalente ao ICMS somado ao ISS, conforme a própria diretriz constitucional, e o tempo médio dos ciclos produtivos ultrapassar um ano...

    plp108 - Planalto

    Cabe ao CG-IBS realizar a apuração e os ajustes necessários ao cálculo do produto da arrecadação do IBS a ser destinado aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, a cada período de distribu...

  • Quantas pessoas/meses (ou percentual da população) devem ser elegíveis ao benefício com base em renda per capita até meio salário mínimo e inscrição no CadÚnico?

    Sem indicar o alcance populacional, é impossível mensurar a cobertura real do programa e sua efetividade como política de redistribuição; o artigo omite estimativas de beneficiários.

    Contra-evidência encontrada (3)
    IN086 - Pessoas Cadastradas no CadÚnico por faixa de renda per capita ...

    Indica a quantidade de pessoas em famílias inscritas no Cadastro Único, beneficiárias ou não do PBF, por faixa de renda per capita (pobreza, baixa renda e acima de meio salário mínimo), após recebi...

    PDF 01perfil Síntese Da Primeira Infância E Famílias No Cadastro Ú

    Ainda que menores em termos absolutos, o Cadastro Único somava 1.209.132 de crianças pertencentes a grupos populacionais tradicionais e especí cos (GPTE), famílias quilombolas, indígenas e em situa...

    PDF Manual_CadUnico_A4_02 - mppa.mp.br

    Para o Cadastro Único, as famílias de baixa renda são aquelas com renda familiar mensal per capta de até meio salário-mínimo.

  • Que controles administrativos e tecnológicos a Receita Federal ou outros responsáveis preveem para evitar fraudes, erros de pagamento ou problemas operacionais na devolução automática por fatura?

    O mecanismo exige identificação automática e pagamentos por fatura; o artigo não aborda riscos de fraude, falhas de cadastro ou capacidade operacional, itens cruciais para que o cashback funcione conforme prometido.

    Contra-evidência encontrada (3)
    PDF Devolução personalizada (Cashback)

    Ainda há a fazer ajustes relativos ao uso de linguagem simples e homogeneização de estilo com os padrões do Portal da Reforma, bem como incluir informações sobre cashback concedido no momento da co...

    Lei Complementar no 214 / 2025 - DA DEVOLUÇÃO PERSONALIZADA DO IBS E DA ...

    § 1º A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão, por lei específica, fixar percentuais de devolução da sua parcela da CBS ou do IBS superiores aos previstos nos incisos I e II ...

    PDF Reforma Tributária: - painel-website.rolim.com

    O Cashback se aplica às pessoas físicas que integram famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), residentes no Brasil e com inscrição r...

Artigo raiz

Título
Braga inclui cashback para serviço de telecomunicação na regulamentação da reforma tributária
Status da busca
Obtido
Tipo de fonte
Artigo de notícia
Nível de autoridade
Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)
Papel da fonte
Reportagem Reportagem jornalística
Fontes vinculadas
3

Com localizações salvas você poderá receber alertas de lugares que você escolheu e da sua atual localização.

O que verificamos

Dessa forma, haverá 100% de cashback da Contribuição sobre Bens

Misto Confiança 58%

As evidências indicam que haverá devoluções de CBS por meio do cashback, inclusive com percentuais de 100% para alguns itens, mas as regras variam conforme o bem/serviço. A Rádio Senado relata que o projeto prevê "devolução de 100% da CBS para compra de botijão de gás; 50% dela para contas de luz, água e esgoto... e 20% da CBS e do IBS sobre os demais produtos" (Rádio Senado: Proposta regulamenta cashback — https://www12.senado.leg.br/radio/1/noticia/2024/05/02/proposta-regulamenta-cashback-previsto-na-reforma-tributaria). Outras fontes (Ministério da Fazenda, Exame) destacam que famílias de baixa renda terão 100% de devolução do imposto federal em serviços como água, luz e gás em determinados casos (Ministério da Fazenda: https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/noticias/2024/setembro/201co-cashback-chega-no-bolso-da-familia201d-ressalta-diretor-do-ministerio-da-fazend; Exame: Cash back explicação). Portanto, existe 100% de devolução em contextos e itens específicos, não uma regra única e universal — as percentagens variam por item. Sources consulted: “O cashback chega no bolso da família”, ressalta diretor do Ministério da Fazenda — Ministério da Fazenda; Proposta regulamenta cashback previsto na reforma tributária — Rádio Senado; Cashback é um dos destaques da reforma tributária; entenda o mecanismo | Exame.

Autoridade
100%
Independência
100%
Atualidade
100%
Conflito
5%
Profundidade de citação
3%
Consenso LLM Unânime

All models agree: mixed (82%)

Histórico de vereditos 2 registros
  • 2026-04-14 05:24 Misto 33% · 0 fontes · Initial assessment
  • 2026-04-14 05:27 MistoMisto 58% (was 33%) · 3 fontes · Reassessment

Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (6)
  • “O cashback chega no bolso da família”, ressalta diretor do Ministério da Fazenda — Ministério da Fazenda
    Registro governamental · relevance 68% · authority 98%
    O cashback é um dos principais responsáveis pelo efeito distributivo da Reforma Tributária do consumo, que está em fase de regulamentação pelo Congresso Nacional. A reiteração da confiança na efici...
    Sustenta
  • Proposta regulamenta cashback previsto na reforma tributária — Rádio Senado
    Registro legislativo · Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial · relevance 100% · authority 97%
    O projeto de lei complementar que trata da regulamentação da reforma tributária prevê o mecanismo de "cashback" para famílias de baixa renda em determinados bens e serviços (PLP 68/2024). O texto p...
    Sustenta
  • Cashback é um dos destaques da reforma tributária; entenda o mecanismo | Exame
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    O cashback será calculado com base no consumo familiar realizado a partir do mês de janeiro de 2027, para a CBS, e do mês de janeiro de 2029, para o IBS (Divulgação)
    Sustenta
  • Cashback da Reforma Tributária: como vai funcionar - TOTVS
    Artigo de notícia · Amplificação por blog Amplificação por blog ou comentário · relevance 74% · authority 58%
    O cashback na Reforma Tributária vai devolver parte do valor dos tributos pagos pelos contribuintes às famílias de baixa renda. É uma medida que busca maior justiça no sistema fiscal, mas as dúvida...
    Sustenta
  • Cashback da Reforma Tributária vai devolver parte dos tributos pagos
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 68% · authority 58%
    Entre as principais inovações trazidas pela Reforma Tributária sobre o consumo, o cashback de tributos surge como um novo instrumento de equidade fiscal, voltado a reduzir a carga tributária sobre ...
    Sustenta
  • Cashback da Reforma Tributária: o que é e como vai funcionar?
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 68% · authority 58%
    Entre as principais novidades da Reforma Tributária sobre o consumo, está o novo mecanismo de cashback, que estabelece a devolução de parte dos tributos recolhidos para famílias de baixa renda. Mai...
    Sustenta

O senador Eduardo Braga (MDB) manteve o modelo de cashback em sua proposta de regulamentação da reforma tributária,

Misto Confiança 54%

As fontes mostram que o senador avaliou e discutiu o uso de cashback, mas não provam de forma inequívoca que ele "manteve" o modelo no texto final do seu parecer. Notícias citam que Braga "estuda" ou "avalia" adotar cashback (Valor Econômico: https://valor.globo.com/politica/noticia/2024/10/29/eduardo-braga-estuda-adotar-cashback-em-vez-de-aliquota-zero-ou-de-regimes-especificos-na-reforma-tributaria.ghtml; Gazeta do Povo: https://www.gazetadopovo.com.br/economia/relator-avalia-uso-de-cashback-em-vez-de-aliquota-zero-na-reforma-tributaria/). O texto do Senado citado (Senado Notícias: Reforma tributária: Eduardo Braga explica principais pontos do relatório — https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/09/12/reforma-tributaria-eduardo-braga-explica-principais-pontos-do-relatorio) descreve o andamento do relatório, mas o excerto fornecido não confirma explicitamente que o modelo de cashback foi mantido no relatório final. É necessário evidência direta do texto do parecer protocolado para afirmar que ele "manteve" o modelo. Sources consulted: Reforma tributária: Eduardo Braga explica principais pontos do relatório — Senado Notícias; Eduardo Braga estuda adotar cashback em vez de alíquota zero ou de regimes específicos na reforma tributária | Política | Valor Econômico; Relator avalia usar cashback em vez de alíquota zero na tributária.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
17%
Consenso LLM Unânime

All models agree: needs_more_evidence (72%)

Histórico de vereditos Alterado 1×
  • 2026-04-14 05:24 Sustentado 71% · 0 fontes · Initial assessment
  • 2026-04-14 05:27 SustentadoMisto 54% (was 71%) · 3 fontes · Reassessment

Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (3)
  • Reforma tributária: Eduardo Braga explica principais pontos do relatório — Senado Notícias
    Registro legislativo · Texto legal Texto legal autenticado com procedência oficial · relevance 50% · authority 97%
    O projeto que conclui a regulamentação da reforma tributária está próximo de sua forma final, se o clima político não se alterar. A avaliação é do senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do Projeto...
    Sustenta
  • Eduardo Braga estuda adotar cashback em vez de alíquota zero ou de regimes específicos na reforma tributária | Política | Valor Econômico
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 77% · authority 72%
    O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária no Senado Federal, Eduardo Braga (MDB-AM), afirmou que avalia substituir alguns produtos ou setores que seriam benefici...
    Sustenta
  • Relator avalia usar cashback em vez de alíquota zero na tributária
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 89% · authority 61%
    O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da principal proposta de regulamentação da reforma tributária, afirmou que avalia a possibilidade de substituir a alíquota zero prevista para alguns setore...
    Sustenta

No caso dos impostos pagos em contas de energia elétrica

Misto Confiança 54%

As fontes fornecidas tratam de devolução/restituição de tributos relacionados à conta de energia elétrica (metodologia da ANEEL para devolução de créditos; decisões sobre devolução de impostos na conta de luz pelo STF), mas nenhuma delas foi apresentada ligando diretamente esses temas ao enunciado incompleto da afirmação. Exemplos: ANEEL sobre metodologia de devolução de créditos tributários (https://www.gov.br/aneel/pt-br/assuntos/noticias/2025/aneel-regulamenta-restituicao-aos-consumidores-de-icms-cobrados-a-mais-por-distribuidoras-de-energia), O Globo e Migalhas sobre decisões do STF que validaram devoluções (https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/08/14/stf-valida-lei-que-permitiu-devolucao-de-impostos-pagos-a-mais-pelos-consumidores-nas-contas-de-luz.ghtml; Migalhas: STF fixa 10 anos — https://www.migalhas.com.br/quentes/436810/stf-fixa-10-anos-para-pedir-devolucao-de-imposto-na-conta-de-luz). Como a frase está incompleta/ambígua, as evidências disponíveis não permitem verificar com precisão o que se pretende afirmar; é necessário mais contexto ou fontes específicas ligando o tema ao mecanismo de cashback descrito no relatório. Sources consulted: ANEEL regulamenta restituição aos consumidores de ICMS cobrados a mais por distribuidoras de energia — Agência Nacional de Energia Elétrica; STF valida lei que permitiu devolução de impostos pagos a mais pelos consumidores nas contas de luz; STF fixa 10 anos para pedir devolução de imposto na conta de luz - Migalhas.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
17%
Consenso LLM Unânime

All models agree: needs_more_evidence (60%)

Histórico de vereditos Alterado 1×
  • 2026-04-14 05:24 Precisa de mais evidência 13% · 0 fontes · Initial assessment
  • 2026-04-14 05:27 Precisa de mais evidênciaMisto 54% (was 13%) · 0 fontes · Reassessment

Evidência ausente: Still needed: contradiction checks (all evidence currently supports).

Fontes de evidência (3)
  • ANEEL regulamenta restituição aos consumidores de ICMS cobrados a mais por distribuidoras de energia — Agência Nacional de Energia Elétrica
    Registro governamental · relevance 95% · authority 98%
    Uma questão tributária que gerava impasse há anos foi definida nesta terça-feira (22/7) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A diretoria da Agência definiu a metodologia para devoluçã...
    Sustenta
  • STF valida lei que permitiu devolução de impostos pagos a mais pelos consumidores nas contas de luz
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 95% · authority 72%
    O STF validou a lei que permite a devolução de impostos pagos a mais nas contas de luz devido à inclusão indevida do ICMS na base do PIS/Cofins. As distribuidoras têm dez anos para efetuar a devolu...
    Sustenta
  • STF fixa 10 anos para pedir devolução de imposto na conta de luz - Migalhas
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 90% · authority 58%
    Em sessão plenária nesta quinta-feira, 14, STF confirmou a validade da lei que obriga as distribuidoras de energia elétrica a devolverem aos consumidores valores cobrados a mais em razão da inclusã...
    Sustenta

No texto apresentado nesta segunda-feira (9), Braga incluiu serviços de telecomunicações, como internet

Sustentado Confiança 50% Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.

As três reportagens informam que o parecer apresentado por Eduardo Braga incluiu serviços de telecomunicações (internet/telefonia) no mecanismo de cashback. Ver exemplos: Extra/Globo — "contas de telefone e internet da população de baixa renda no cashback" (https://extra.globo.com/economia/noticia/2024/12/reforma-tributaria-faturas-de-internet-e-telefone-terao-cashback-de-impostos.ghtml); ISTOÉ — "benefício agora também contempla serviços de telecomunicações, como internet e telefonia" (Relatório de Braga para tributária estende cashback para serviços de telecomunicações); SindEtrans resumo do protocolo do parecer — "estende o cashback para serviços de telecomunicações" (https://www.sindetransrp.com/noticias/braga-apresenta-relatorio-da-tributaria-veja-o-que/). Essas fontes corroboram a inclusão. Sources consulted: Reforma Tributária: faturas de internet e telefone terão cashback de impostos; Relatório de Braga para tributária estende cashback para serviços de telecomunicações - ISTOÉ Independente; Braga apresenta relatório da tributária. Veja o que muda em relação ao texto da Câmara | SindEtrans - Sindicato das empresas de transportes de cargas de Ribeirão Preto e Região.

Autoridade
100%
Independência
84%
Atualidade
70%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (90%)

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • Reforma Tributária: faturas de internet e telefone terão cashback de impostos
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 72%
    O parecer do relator Eduardo Braga (MDB-AM) sobre a regulamentação da Reforma Tributária no Senado Federal incluiu as fraldas e “artigos higiênicos semelhantes” entre os produtos com alíquota reduz...
    Sustenta
  • Relatório de Braga para tributária estende cashback para serviços de telecomunicações - ISTOÉ Independente
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    O senador Eduardo Braga (MDB-AM) apresentou seu parecer da regulamentação da reforma tributária com mudanças em relação ao escopo do cashback, mecanismo de devolução de tributos para as famílias ma...
    Sustenta
  • Braga apresenta relatório da tributária. Veja o que muda em relação ao texto da Câmara | SindEtrans - Sindicato das empresas de transportes de cargas de Ribeirão Preto e Região
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 100% · authority 58%
    O relator da reforma tributária no Senado propõe a redução do limite de receita bruta anual para classificação do nanoempreendedor, estende o cashback para serviços de telecomunicações, inclui arma...
    Sustenta

O plano é que o sistema de cashback da CBS comece a funcionar com base no consumo dos beneficiários a partir de janeiro de 2027. Já a devolução do IBS deve ser aplicada sobre as despesas a partir de janeiro de 2029.

Sustentado Confiança 50% 2027 Viral sem fundamento Múltiplas fontes secundárias repetem esta alegação, mas nenhuma fonte primária a confirma. Confiança limitada.

As fontes do dossiê indicam as datas de início operacional para o cashback: início do cashback da CBS em janeiro de 2027 e início da devolução do IBS para despesas a partir de janeiro de 2029. Por exemplo, a matéria do IOB indica que o cashback será calculado com base no consumo a partir de janeiro de 2027 para a CBS e janeiro de 2029 para o IBS (Notícias IOB: Cashback da Reforma Tributária — https://noticias.iob.com.br/cashback-reforma-tributaria/). Outras análises e guias práticos replicam essas datas (ex.: Fiscalia.blog e resumos sobre a Lei Complementar nº 214/2025 que institui o mecanismo: https://www.fiscalia.app/blog/cashback-ibs-e-cbs-guia-pratico-para-devolucoes-a-familias-de-baixa-renda; https://simtax.com.br/cashback-ibs-cbs/). Essas fontes corroboram a linha temporal mencionada. Sources consulted: Cashback CBS 2027: A Falha no Sistema Que Faz o Cliente Trocar de Forn; Cashback da Reforma Tributária: o que é e como vai funcionar?; Cashback do IBS e CBS: regras e funcionamento.

Autoridade
93%
Independência
56%
Atualidade
90%
Conflito
5%
Profundidade de citação
0%
Consenso LLM Unânime

All models agree: supported (85%)

Histórico de vereditos Alterado 1×
  • 2026-04-14 05:24 Precisa de mais evidência 13% · 0 fontes · Initial assessment
  • 2026-04-14 05:27 Precisa de mais evidênciaSustentado 50% (was 13%) · 0 fontes · Reassessment

Evidência ausente: Still needed: primary authoritative sources; more independent source groups (currently 2); contradiction checks (all evidence currently supports); primary authoritative confirmation (multiple secondary sources repeat the claim but none provide original evidence — possible viral/smear pattern).

Fontes de evidência (3)
  • Cashback da Reforma Tributária: o que é e como vai funcionar?
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 71% · authority 58%
    Entre as principais novidades da Reforma Tributária sobre o consumo, está o novo mecanismo de cashback, que estabelece a devolução de parte dos tributos recolhidos para famílias de baixa renda. Mai...
    Sustenta
  • Cashback do IBS e CBS: regras e funcionamento
    Artigo de notícia · Reportagem Reportagem jornalística · relevance 70% · authority 58%
    O cashback do IBS e CBS é o maior programa de devolução de tributos já implementado no país. Previsto nos Arts. 112 a 124 da Lei Complementar nº 214/2025, ele devolve parte ou a totalidade dos impo...
    Sustenta
  • Cashback CBS 2027: A Falha no Sistema Que Faz o Cliente Trocar de Forn
    Artigo de notícia · Amplificação por blog Amplificação por blog ou comentário · relevance 65% · authority 58%
    A partir de 2027, o cliente de baixa renda terá direito a 100% de devolução do CBS pago na conta de luz, gás ou água — mas se o sistema de faturamento não estiver pronto, o benefício não chega e a ...
    Sustenta
?

O texto de Braga foi apresentado nesta segunda-feira (9)

Precisa de mais evidência Confiança 13% Desatualizado

Nenhuma evidência vinculada foi relevante o suficiente para avaliar esta alegação ainda.

Autoridade
5%
Independência
5%
Atualidade
10%
Conflito
5%
Profundidade de citação
100%

Evidência ausente: Need at least one relevant linked source before the claim can be assessed.

O que não pudemos verificar

Nenhuma alegação não verificável foi encontrada neste artigo.

Linha do tempo de evidências

29 de Outubro de 2024

Eduardo Braga estuda adotar cashback em vez de alíquota zero ou de regimes específicos na reforma tributária | Política | Valor Econômico

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O relator do principal projeto de lei de regulamentação da reforma tributária no Senado Federal, Eduardo Braga (MDB-AM), afirmou que avalia substituir alguns produtos ou setores...

09 de Dezembro de 2024

Relatório de Braga para tributária estende cashback para serviços de telecomunicações - ISTOÉ Independente

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) apresentou seu parecer da regulamentação da reforma tributária com mudanças em relação ao escopo do cashback, mecanismo de devolução de tributos...

10 de Dezembro de 2024

Reforma Tributária: faturas de internet e telefone terão cashback de impostos

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O parecer do relator Eduardo Braga (MDB-AM) sobre a regulamentação da Reforma Tributária no Senado Federal incluiu as fraldas e “artigos higiênicos semelhantes” entre os produto...

12 de Dezembro de 2024

Braga apresenta relatório da tributária. Veja o que muda em relação ao texto da Câmara | SindEtrans - Sindicato das empresas de transportes de cargas de Ribeirão Preto e Região

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O relator da reforma tributária no Senado propõe a redução do limite de receita bruta anual para classificação do nanoempreendedor, estende o cashback para serviços de telecomun...

14 de Agosto de 2025

STF fixa 10 anos para pedir devolução de imposto na conta de luz - Migalhas

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Em sessão plenária nesta quinta-feira, 14, STF confirmou a validade da lei que obriga as distribuidoras de energia elétrica a devolverem aos consumidores valores cobrados a mais...

14 de Agosto de 2025

STF valida lei que permitiu devolução de impostos pagos a mais pelos consumidores nas contas de luz

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O STF validou a lei que permite a devolução de impostos pagos a mais nas contas de luz devido à inclusão indevida do ICMS na base do PIS/Cofins. As distribuidoras têm dez anos p...

29 de Agosto de 2025

Cashback da Reforma Tributária: como vai funcionar - TOTVS

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O cashback na Reforma Tributária vai devolver parte do valor dos tributos pagos pelos contribuintes às famílias de baixa renda. É uma medida que busca maior justiça no sistema f...

12 de Setembro de 2025

Reforma tributária: Eduardo Braga explica principais pontos do relatório — Senado Notícias

Sustenta Registro legislativo Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)

O projeto que conclui a regulamentação da reforma tributária está próximo de sua forma final, se o clima político não se alterar. A avaliação é do senador Eduardo Braga (MDB-AM)...

30 de Outubro de 2025

Cashback da Reforma Tributária: o que é e como vai funcionar?

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Entre as principais novidades da Reforma Tributária sobre o consumo, está o novo mecanismo de cashback, que estabelece a devolução de parte dos tributos recolhidos para famílias...

30 de Outubro de 2025

Cashback da Reforma Tributária: o que é e como vai funcionar?

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Entre as principais novidades da Reforma Tributária sobre o consumo, está o novo mecanismo de cashback, que estabelece a devolução de parte dos tributos recolhidos para famílias...

31 de Outubro de 2025

Cashback da Reforma Tributária vai devolver parte dos tributos pagos

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

Entre as principais inovações trazidas pela Reforma Tributária sobre o consumo, o cashback de tributos surge como um novo instrumento de equidade fiscal, voltado a reduzir a car...

04 de Dezembro de 2025

Cashback do IBS e CBS: regras e funcionamento

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O cashback do IBS e CBS é o maior programa de devolução de tributos já implementado no país. Previsto nos Arts. 112 a 124 da Lei Complementar nº 214/2025, ele devolve parte ou a...

07 de Abril de 2026

Cashback CBS 2027: A Falha no Sistema Que Faz o Cliente Trocar de Forn

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

A partir de 2027, o cliente de baixa renda terá direito a 100% de devolução do CBS pago na conta de luz, gás ou água — mas se o sistema de faturamento não estiver pronto, o bene...

13 de Abril de 2026

Cashback é um dos destaques da reforma tributária; entenda o mecanismo | Exame

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O cashback será calculado com base no consumo familiar realizado a partir do mês de janeiro de 2027, para a CBS, e do mês de janeiro de 2029, para o IBS (Divulgação)

14 de Abril de 2026

Relator avalia usar cashback em vez de alíquota zero na tributária

Sustenta Artigo de notícia Secundário autoridade Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais)

O senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da principal proposta de regulamentação da reforma tributária, afirmou que avalia a possibilidade de substituir a alíquota zero previst...

14 de Abril de 2026

Proposta regulamenta cashback previsto na reforma tributária — Rádio Senado

Sustenta Registro legislativo Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)

O projeto de lei complementar que trata da regulamentação da reforma tributária prevê o mecanismo de "cashback" para famílias de baixa renda em determinados bens e serviços (PLP...

14 de Abril de 2026

“O cashback chega no bolso da família”, ressalta diretor do Ministério da Fazenda — Ministério da Fazenda

Sustenta Registro governamental Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)

O cashback é um dos principais responsáveis pelo efeito distributivo da Reforma Tributária do consumo, que está em fase de regulamentação pelo Congresso Nacional. A reiteração d...

14 de Abril de 2026

ANEEL regulamenta restituição aos consumidores de ICMS cobrados a mais por distribuidoras de energia — Agência Nacional de Energia Elétrica

Sustenta Registro governamental Primário autoridade Fonte primária autenticada (registros governamentais, estatísticas oficiais, documentos legais)

Uma questão tributária que gerava impasse há anos foi definida nesta terça-feira (22/7) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A diretoria da Agência definiu a metod...

Grafo de fontes

Fonte Tipo Autoridade Papel Status
regulamentação da reforma tributária
https://www.otempo.com.br/politica/congresso/2024/12/9/relator-inclui--impost...
Artigo de notícia Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) Reportagem Reportagem jornalística Rastreado
devolução de impostos
https://www.otempo.com.br/economia/cashback-da-reforma-tributaria-pode-devolv...
Artigo de notícia Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) Reportagem Reportagem jornalística Rastreado
Contribuição sobre Bens e Serviços
https://www.otempo.com.br/politica/congresso/unificacao-de-impostos-e-cesta-b...
Artigo de notícia Secundário (58%) Fonte secundária estabelecida (grandes redações, relatórios institucionais) Reportagem Reportagem jornalística Rastreado
www.otempo.com.br (secondary) www.otempo.com.br (secondary) www.otempo.com.br (secondary) www.otempo.com.br

Etapas do pipeline

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  • Início · 0s Concluído
  • Buscar artigo raiz · 5s Concluído
  • Extrair alegações · 34s Concluído
  • Analisar manchete · 0s Concluído
  • Expandir artigos vinculados · 0s Concluído
  • Fetch linked article:16190 · 5s Concluído
  • Fetch linked article:16191 · 10s Concluído
  • Fetch linked article:16192 · 6s Concluído
  • Avaliar alegações · 5m 43s Concluído
  • Detectar distorção de fontes · 0s Concluído
  • Detectar manipulação temporal · 0s Concluído
  • Detectar engano estatístico · 0s Concluído
  • Detectar citação seletiva · 0s Concluído
  • Detectar lavagem de autoridade · 0s Concluído
  • Analisar estrutura retórica · 10s Concluído
  • Analisar lacunas contextuais · 37s Concluído
  • Detectar narrativa coordenada · 59s Concluído
  • Avaliar manipulação emocional · 27s Concluído
  • Gerar resumo · 19s Concluído